Celeste tem 18 anos bem vividos. Com essa idade, tinha aquela mistura de mina de quebrada e sensualidade digital que a tornava perigosa. O cabelo dela era preto e ela sempre deixava solto, como se esperasse alguém puxar.
Fisicamente, é uma explosão magra de curvas: uma cintura ridiculamente fina que se afundava entre uns quadris largos e perfeitos que pareciam feitos pra cavalgada invertida. Os peitos dela eram médios, redondos e durinhos, sempre apertados contra blusas justas. Mas o que me fez querer ela não foi o corpo, foi a mente.
Celeste era uma viciada. Ela era obcecada pelos meus contos, lia cada palavra, e ficava molhada com minha arrogância e meu domínio. Ela não queria o Alejandro professor ou programador, ela queria o Alejandro, o Dono, o Ale_alfa3.
Ela tava me mandando mensagem privada há meses, implorando pra ser minha próxima putinha pessoal, pronta pra viver na realidade o que lia na ficção. A personalidade dela era uma mistura de submissão total e desejo voraz de humilhação.
Eu sabia que ela não vinha por sexo, mas pra ser dominada, e eu ia realizar o único propósito dela.
O celular vibrou pela décima vez em uma hora. Era a Celeste, a mina que se chamava de TuCachorraCeleste. Ela tava enchendo meu chat com pedidos, selfies de lingerie e áudios ofegantes citando meus contos.
"Amo, o último da Elisa foi foda. Preciso que você me faça sua assim, com a raiva que você fez ela sentir! Sei que meu cu é apertado, mas tô pronta pra você arrebentar ele, por favor…". Ela me mandou por mensagem.
Me mandou um vídeo dela toda suada, se masturbando na cama. Enquanto se tocava com uma mão. Não parava de gemer meu nome.
— Amo! Quero que você me puxe pelo cabelo, que me transforme numa das suas putas! Quero que você arrebente meu cu! Só você me faz sentir essa sede de humilhação! — Ela falava com a voz trêmula entre gemidos.
Esses vídeos dela, com aquela cara de viciada total, me deixaram louco de tesão. Não precisava seduzir ela; precisava tomar posse. Mandei um endereço.
"Te espero. Vem vestida como a puta que você é. E vem pronta pra obedecer". Escrevi.
Assim que a campainha tocou. Abri a porta. Lá estava ela.
Ela vestia uma minissaia jeans elastizada, tão curta que mal cobria o começo da bunda dela, e uma regata de algodão, molhada no decote de suor, que mostrava a pressão dos peitos firmes dela. A respiração dela era ofegante, como se tivesse corrido uma maratona. Os olhos dela, em vez de medo, tinham o desespero de quem está prestes a satisfazer o vício mais profundo.
— Amo... — A voz dela era só um sussurro de adoração.
— Entra, puta. — Minha voz saiu seca, sem emoção.
Assim que ela cruzou a porta, fechei e agarrei ela pelo cabelo. Levei ela até o sofá de veludo e a coloquei de quatro na minha frente. Sentei no sofá, sem tirar as mãos do cabelo dela. Desabotoei minha calça e puxei meu pau, duro e quente.
— Vamos ver se você é tão devota quanto nas suas mensagens, puta. Abre a boca. Ordenei.
Ela não hesitou. Olhou pro meu pau com um olhar faminto de pau, babando de tesão por finalmente ter meu pau na boca dela. Abriu aquela boca de puta, com os lábios, e eu agarrei ela pelo cabelo, enfiando meu pau inteiro na garganta dela de uma só vez.
— Engole tudo, puta! — Ordenei enquanto sentia meu pau chegar no fundo da garganta dela.
Agarrei ela pelos pulsos e levei pro meu quarto.
Joguei ela em cima da cama. Ela caiu de bruços, a bunda redonda e firme apontando pro teto. Não perdi tempo. Levantei a minissaia dela, expondo a bunda redonda. Dei um tapa forte que ecoou no quarto.
— Ah! — Ela gritou, mas o gemido foi mais de prazer do que de dor.
Puxei a calcinha fio dental dela de uma vez. A buceta dela tava inchada e ensopada, brilhando com os fluidos que ela soltou só de me ver.
— Tão desesperada assim, putinha? — Perguntei, enfiando dois dedos na boceta quente dela.
— Sim, Amo! Tô molhadinha desde que li você! Sou sua putinha, Ale! — Ela gritou, e começou a apertar meus dedos com uma força do caralho.
Mexi meus dedos com agressividade, sentindo como ela se contorcia e tremia sob meu toque.
— Gosta de me sentir, viciada? Gosta que eu te toque, putinha? — Perguntei, sabendo que ela adorava pelo jeito que reagia com o corpo todo.
— Sim, Amo! Me dá mais! Me faz gozar! Você é meu deus! — Ela implorava.
Tirei a minissaia dela, deixando ela só de fio dental e regata.
Minha mão segurou os dois braços dela pelos pulsos, juntando e torcendo eles nas costas dela, imobilizando ela. Minha outra mão se apoiou firme no pescoço dela.
— Se prepara, putinha. — Ordenei.
Peguei meu pau. Coloquei a ponta na buceta dela e entrei de uma vez, forte e brutal, sem preparo, enfiando até o fundo. O baque seco da minha pélvis contra a bunda dela soou como um tiro.
— AIH! — Ela soltou um grito seguido de um gemido de alívio que foi se acostumando aos poucos.
Comecei a comer ela com fúria. Minhas metidas eram profundas e violentas, castigando a buceta apertada e faminta dela. Ela não parava de gemer, o corpo dela tremia, mas não conseguia se mexer. Tava completamente na minha mão.
— Quem é o seu Dono? Responde! — Exigi, enfiando meu pau mais forte.
— O senhor, Dono! Alejandro! Me arrebenta, por favor! Faz um relato disso! — Ela gritava, a humilhação fazia ela gozar sem controle.
Senti a buceta dela apertar meu pau enquanto ela gozava com força, os sucos quentes dela me inundando. Eu continuei, metendo ainda mais forte, curtindo o prazer forçado dela. Eu tinha ela, a putinha que tinha implorado pelo meu domínio, e agora ela era minha prova de que minhas palavras tinham poder.
Tirei a fio dental e a camiseta dela, rasgando o pouco que restava, deixando ela completamente nua.
Virei ela de costas, a bunda redonda apontando pro teto, e depois coloquei ela de barriga pra cima. O rosto dela, marcado pela luxúria e humilhação, era hipnótico. Montei em cima dela, com meus joelhos dos lados da cabeça dela, sentindo o calor que saía da buceta inchada dela. Meu pau, escorrendo os sucos da primeira penetração, estava a centímetros do rosto dela.
— Abre a boca. — Ordenei, minha voz baixa e cheia de autoridade.
Ela abriu aquela boca de puta total, sem um segundo de dúvida, com uma devoção fanática que quase me assustou. Sem pensar mais, enfiei meu pau inteiro na boca dela de uma vez. Senti o interior quente e molhado da boca dela, o reflexo de ânsia que ela tentou controlar.
— Toma, puta, come ele todo. — Falei enquanto empurrava a cabeça dela cada vez mais fundo, forçando ela a engolir meu pau inteiro. Senti a cabeça do meu pau bater no fundo da garganta dela.
Segurei o cabelo dela com uma mão, mantendo o ritmo, enfiando o pau uma e outra vez.
— Isso é o que você implorou nas mensagens, Celeste. — Falei, vendo o desespero e o prazer nos olhos lacrimejantes dela, que não paravam de olhar meu pau entrando e saindo da garganta dela.
— Mhnn... Ah... Amo... — Ela tentava gemer, mas a boca tava cheia. Os olhos dela imploravam pra eu não parar, aquela loucura submisa me fascinava.
Tirei meu pau da garganta dela com um som molhado e nojento, e deixei ela ali, babando e escorrendo sucos.
Agarrei ela pela cintura. Num movimento só, coloquei ela de quatro, com aquela bunda firme e redonda que tanto me provocou. As mãos dela apoiadas na cama, ela tava de quatro feito uma puta pronta pra ser comida pelo alfa.
Fiquei atrás dela. Minha mão pousou na base do pescoço dela, apertando com a firmeza certa pra controlar a cabeça, mas sem sufocar.
— Te avisei, puta. Teu corpo é meu, e agora vou te arrebentar. Falei.
Enfiei a ponta da minha pica na buceta dela, já dolorida e inchada. Entrei de uma estocada funda e sem aviso. O colchão inteiro se mexeu com o impacto, e os gritos dela ecoaram no quarto.
— AIH! Isso, Amo! Deus! Minha buceta vai explodir! Arrebenta ela! — Ela gritava, a voz uma mistura de dor extrema e o prazer de ser totalmente dominada.
Comecei a meter com fúria, empurrando até o fundo a cada estocada, fazendo a cama inteira tremer no ritmo das minhas penetradas. Sentia os músculos internos dela me apertando com uma força doida, aquela loucura de viciada que deixava ela mais apertada e mais faminta.
Ela tava completamente na minha mão, castigando e dando o prazer sujo que ela tanto implorou nas redes.
Num instante, eu meti uma estocada nela que fez ela gozar e cair rendida na cama.
Eu tinha ela, a puta que tinha implorado pelo meu domínio. Ela tava de bruços. Segurei os pulsos dela, ela só conseguia gemer.
Os dedos dela se agarraram no tecido do lençol. Comecei a meter mais forte, levantando a bunda dela a cada estocada.
— Grita mais alto! Que teu corpo dolorido me diga que eu sou o único! — exigi.
— Ai, Amo! Minha buceta dói, mas não para! É a melhor que já senti na vida! Sou só sua! — ela dizia enquanto não parava de gemer com uma mistura de dor e prazer em cada palavra.
Senti a buceta dolorida dela se contrair de novo no meu pau com uma força de espasmo. Ela caiu exausta nos lençóis. Peguei ela pelo cabelo e levantei a cabeça dela.
— Ainda não terminamos, putinha. Falei enquanto, sem piedade, continuava comendo ela. Ela, sem poder reclamar ou se mexer, gozava uma vez atrás da outra, o corpo dela completamente à minha mercê.
Depois que ele gozou mais de três vezes seguidas, com o corpo todo tremendo, ela implorou pra mim.
— Amo, por favor... minha buceta tá fervendo... deixa eu descansar um segundo. Tô sentindo que minha buceta vai explodir. — Ela disse, pedindo.
Eu decidi que o descanso ia ser uma troca de buraco kkkk.
Levantei ela e levei de volta pro sofá, onde tudo começou. Deixei ela de quatro, com a raba pro alto apontando pra mim. Ela, igual uma viciada, se agarrou no sofá com desespero. Coloquei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela. Senti como o cu dela se abria, apertado, e como se ajustava ao meu pau, engolindo ele.
— Aaahhh! Amo! É tão grande! Vai me rasgar! Adoro! — Ela dizia enquanto gemia, cravando os dedos no veludo.
— Você vai sentir cada centímetro do meu pau, putinha. Lembra que isso é por causa dos seus pedidos no chat. — Falei com arrogância.
Depois de uns minutos arrebentando a buceta dela. Ela não parava de gozar e gemer uma vez atrás da outra. Implorando pra eu parar e depois pra continuar, sem parar.
Num momento ela não aguentou mais. Ela começou a gozar de um jeito selvagem.
Aumentei as estocadas, mais fortes e mais rápidas. Segurei ela pelo cabelo e puxei a cabeça dela pra perto de mim.
— Você é minha. Agora você é minha putinha pessoal, agora e pra sempre. — Sussurrei no ouvido dela.
Sentei no sofá. Quando puxei minha pica, saiu um som de sucção.
— Parece que sua bunda não queria soltar minha pica, sua puta. — falei rindo com arrogância.
— Agora, cavalga. — ordenei.
Ela obedeceu. Se acomodou em cima de mim. Começou a cavalgar de um jeito louco e desenfreado. Parecia que queria se vingar de eu ter arrebentado a bunda dela, e agora era a buceta dolorida que usava pra cavalgar com fúria.
Os olhos dela se fixaram nos meus. Ela agarrou meus pulsos com força, revertendo o controle por um instante.
— Vamos ver quem aguenta mais, Amo... — disse com um sorriso sádico, apertando ao máximo a cada pulada.
Eu sentia como a buceta apertada dela e o cu machucado faziam ela se mover com uma raiva que tava me levando ao limite.
Finalmente, a fúria acabou. Agarrei ela pelos quadris e joguei no chão acarpetado. Ela caiu de joelhos, com a cabeça baixa, exausta. Tirei meu pau dela, todo molhado e pronto pra explodir.
— Ajoelha e olha pra mim! — ordenei.
Ela se ajoelhou, com o rosto suado e o cabelo grudado na testa. Apontei meu pau na direção da cara dela.
— Esse é teu prêmio, putinha. É teu batismo como minha putinha — falei.
Enquanto soltava um jato de porra com toda minha força no rosto dela. Cobriu os lábios carnudos, o queixo, o peito. Gozei com violência, vendo a loucura nos olhos dela.
Ela ficou parada, coberta com meu sêmen, e aí, com a cara toda suja e marcada, me deu um sorriso e um olhar de orgulho absoluto.
— Obrigada, Amo. Sou sua putinha pessoal — disse ela, levantando o rosto todo lambuzado de porra com orgulho.
— Que tal minha maquiagem nova, Amo? — falou.
A fanática tinha conseguido o que queria. E eu, uma nova viciada.
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Minha nova putinha, Celeste, é viciada nas minhas histórias. A devoção dela não tem limites, e isso me deixa louco. Ela me adora, me segue, e agora é minha.
Querem ver como eu uso ela num show privado, forçando ela a fazer conteúdo novo, gravando tudo pra lembrar quem é o dono dela? Que tipo de conteúdo exclusivo a fanática faria pelo criador dela?
Se derem muito apoio nesse post, mostro o nível de perversão da minha viciada:
Alejandro e Celeste: O Conteúdo Proibido
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Parte N°2:
Alejandro e Celeste: O Conteúdo Proibido:
(Em Breve)
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Post Anterior:
Alejandro e Gimena: Despedida de Solteira:https://www.poringa.net/posts/relatos/6192295/Alejandro-Y-Gimena-Despedida-De-Soltera.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Post: Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-de-la-Apuesta.html
Fisicamente, é uma explosão magra de curvas: uma cintura ridiculamente fina que se afundava entre uns quadris largos e perfeitos que pareciam feitos pra cavalgada invertida. Os peitos dela eram médios, redondos e durinhos, sempre apertados contra blusas justas. Mas o que me fez querer ela não foi o corpo, foi a mente.
Celeste era uma viciada. Ela era obcecada pelos meus contos, lia cada palavra, e ficava molhada com minha arrogância e meu domínio. Ela não queria o Alejandro professor ou programador, ela queria o Alejandro, o Dono, o Ale_alfa3.
Ela tava me mandando mensagem privada há meses, implorando pra ser minha próxima putinha pessoal, pronta pra viver na realidade o que lia na ficção. A personalidade dela era uma mistura de submissão total e desejo voraz de humilhação.
Eu sabia que ela não vinha por sexo, mas pra ser dominada, e eu ia realizar o único propósito dela.
O celular vibrou pela décima vez em uma hora. Era a Celeste, a mina que se chamava de TuCachorraCeleste. Ela tava enchendo meu chat com pedidos, selfies de lingerie e áudios ofegantes citando meus contos."Amo, o último da Elisa foi foda. Preciso que você me faça sua assim, com a raiva que você fez ela sentir! Sei que meu cu é apertado, mas tô pronta pra você arrebentar ele, por favor…". Ela me mandou por mensagem.
Me mandou um vídeo dela toda suada, se masturbando na cama. Enquanto se tocava com uma mão. Não parava de gemer meu nome.
— Amo! Quero que você me puxe pelo cabelo, que me transforme numa das suas putas! Quero que você arrebente meu cu! Só você me faz sentir essa sede de humilhação! — Ela falava com a voz trêmula entre gemidos.
Esses vídeos dela, com aquela cara de viciada total, me deixaram louco de tesão. Não precisava seduzir ela; precisava tomar posse. Mandei um endereço.
"Te espero. Vem vestida como a puta que você é. E vem pronta pra obedecer". Escrevi.
Assim que a campainha tocou. Abri a porta. Lá estava ela. Ela vestia uma minissaia jeans elastizada, tão curta que mal cobria o começo da bunda dela, e uma regata de algodão, molhada no decote de suor, que mostrava a pressão dos peitos firmes dela. A respiração dela era ofegante, como se tivesse corrido uma maratona. Os olhos dela, em vez de medo, tinham o desespero de quem está prestes a satisfazer o vício mais profundo.
— Amo... — A voz dela era só um sussurro de adoração.
— Entra, puta. — Minha voz saiu seca, sem emoção.
Assim que ela cruzou a porta, fechei e agarrei ela pelo cabelo. Levei ela até o sofá de veludo e a coloquei de quatro na minha frente. Sentei no sofá, sem tirar as mãos do cabelo dela. Desabotoei minha calça e puxei meu pau, duro e quente.
— Vamos ver se você é tão devota quanto nas suas mensagens, puta. Abre a boca. Ordenei.
Ela não hesitou. Olhou pro meu pau com um olhar faminto de pau, babando de tesão por finalmente ter meu pau na boca dela. Abriu aquela boca de puta, com os lábios, e eu agarrei ela pelo cabelo, enfiando meu pau inteiro na garganta dela de uma só vez.
— Engole tudo, puta! — Ordenei enquanto sentia meu pau chegar no fundo da garganta dela.
Agarrei ela pelos pulsos e levei pro meu quarto. Joguei ela em cima da cama. Ela caiu de bruços, a bunda redonda e firme apontando pro teto. Não perdi tempo. Levantei a minissaia dela, expondo a bunda redonda. Dei um tapa forte que ecoou no quarto.
— Ah! — Ela gritou, mas o gemido foi mais de prazer do que de dor.
Puxei a calcinha fio dental dela de uma vez. A buceta dela tava inchada e ensopada, brilhando com os fluidos que ela soltou só de me ver.
— Tão desesperada assim, putinha? — Perguntei, enfiando dois dedos na boceta quente dela.
— Sim, Amo! Tô molhadinha desde que li você! Sou sua putinha, Ale! — Ela gritou, e começou a apertar meus dedos com uma força do caralho.
Mexi meus dedos com agressividade, sentindo como ela se contorcia e tremia sob meu toque.
— Gosta de me sentir, viciada? Gosta que eu te toque, putinha? — Perguntei, sabendo que ela adorava pelo jeito que reagia com o corpo todo.
— Sim, Amo! Me dá mais! Me faz gozar! Você é meu deus! — Ela implorava.
Tirei a minissaia dela, deixando ela só de fio dental e regata. Minha mão segurou os dois braços dela pelos pulsos, juntando e torcendo eles nas costas dela, imobilizando ela. Minha outra mão se apoiou firme no pescoço dela.
— Se prepara, putinha. — Ordenei.
Peguei meu pau. Coloquei a ponta na buceta dela e entrei de uma vez, forte e brutal, sem preparo, enfiando até o fundo. O baque seco da minha pélvis contra a bunda dela soou como um tiro.
— AIH! — Ela soltou um grito seguido de um gemido de alívio que foi se acostumando aos poucos.
Comecei a comer ela com fúria. Minhas metidas eram profundas e violentas, castigando a buceta apertada e faminta dela. Ela não parava de gemer, o corpo dela tremia, mas não conseguia se mexer. Tava completamente na minha mão.
— Quem é o seu Dono? Responde! — Exigi, enfiando meu pau mais forte.
— O senhor, Dono! Alejandro! Me arrebenta, por favor! Faz um relato disso! — Ela gritava, a humilhação fazia ela gozar sem controle.
Senti a buceta dela apertar meu pau enquanto ela gozava com força, os sucos quentes dela me inundando. Eu continuei, metendo ainda mais forte, curtindo o prazer forçado dela. Eu tinha ela, a putinha que tinha implorado pelo meu domínio, e agora ela era minha prova de que minhas palavras tinham poder.
Tirei a fio dental e a camiseta dela, rasgando o pouco que restava, deixando ela completamente nua. Virei ela de costas, a bunda redonda apontando pro teto, e depois coloquei ela de barriga pra cima. O rosto dela, marcado pela luxúria e humilhação, era hipnótico. Montei em cima dela, com meus joelhos dos lados da cabeça dela, sentindo o calor que saía da buceta inchada dela. Meu pau, escorrendo os sucos da primeira penetração, estava a centímetros do rosto dela.
— Abre a boca. — Ordenei, minha voz baixa e cheia de autoridade.
Ela abriu aquela boca de puta total, sem um segundo de dúvida, com uma devoção fanática que quase me assustou. Sem pensar mais, enfiei meu pau inteiro na boca dela de uma vez. Senti o interior quente e molhado da boca dela, o reflexo de ânsia que ela tentou controlar.
— Toma, puta, come ele todo. — Falei enquanto empurrava a cabeça dela cada vez mais fundo, forçando ela a engolir meu pau inteiro. Senti a cabeça do meu pau bater no fundo da garganta dela.
Segurei o cabelo dela com uma mão, mantendo o ritmo, enfiando o pau uma e outra vez.
— Isso é o que você implorou nas mensagens, Celeste. — Falei, vendo o desespero e o prazer nos olhos lacrimejantes dela, que não paravam de olhar meu pau entrando e saindo da garganta dela.
— Mhnn... Ah... Amo... — Ela tentava gemer, mas a boca tava cheia. Os olhos dela imploravam pra eu não parar, aquela loucura submisa me fascinava.
Tirei meu pau da garganta dela com um som molhado e nojento, e deixei ela ali, babando e escorrendo sucos.
Agarrei ela pela cintura. Num movimento só, coloquei ela de quatro, com aquela bunda firme e redonda que tanto me provocou. As mãos dela apoiadas na cama, ela tava de quatro feito uma puta pronta pra ser comida pelo alfa.Fiquei atrás dela. Minha mão pousou na base do pescoço dela, apertando com a firmeza certa pra controlar a cabeça, mas sem sufocar.
— Te avisei, puta. Teu corpo é meu, e agora vou te arrebentar. Falei.
Enfiei a ponta da minha pica na buceta dela, já dolorida e inchada. Entrei de uma estocada funda e sem aviso. O colchão inteiro se mexeu com o impacto, e os gritos dela ecoaram no quarto.
— AIH! Isso, Amo! Deus! Minha buceta vai explodir! Arrebenta ela! — Ela gritava, a voz uma mistura de dor extrema e o prazer de ser totalmente dominada.
Comecei a meter com fúria, empurrando até o fundo a cada estocada, fazendo a cama inteira tremer no ritmo das minhas penetradas. Sentia os músculos internos dela me apertando com uma força doida, aquela loucura de viciada que deixava ela mais apertada e mais faminta.
Ela tava completamente na minha mão, castigando e dando o prazer sujo que ela tanto implorou nas redes.
Num instante, eu meti uma estocada nela que fez ela gozar e cair rendida na cama. Eu tinha ela, a puta que tinha implorado pelo meu domínio. Ela tava de bruços. Segurei os pulsos dela, ela só conseguia gemer.
Os dedos dela se agarraram no tecido do lençol. Comecei a meter mais forte, levantando a bunda dela a cada estocada.
— Grita mais alto! Que teu corpo dolorido me diga que eu sou o único! — exigi.
— Ai, Amo! Minha buceta dói, mas não para! É a melhor que já senti na vida! Sou só sua! — ela dizia enquanto não parava de gemer com uma mistura de dor e prazer em cada palavra.
Senti a buceta dolorida dela se contrair de novo no meu pau com uma força de espasmo. Ela caiu exausta nos lençóis. Peguei ela pelo cabelo e levantei a cabeça dela. — Ainda não terminamos, putinha. Falei enquanto, sem piedade, continuava comendo ela. Ela, sem poder reclamar ou se mexer, gozava uma vez atrás da outra, o corpo dela completamente à minha mercê.
Depois que ele gozou mais de três vezes seguidas, com o corpo todo tremendo, ela implorou pra mim. — Amo, por favor... minha buceta tá fervendo... deixa eu descansar um segundo. Tô sentindo que minha buceta vai explodir. — Ela disse, pedindo.
Eu decidi que o descanso ia ser uma troca de buraco kkkk.
Levantei ela e levei de volta pro sofá, onde tudo começou. Deixei ela de quatro, com a raba pro alto apontando pra mim. Ela, igual uma viciada, se agarrou no sofá com desespero. Coloquei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela. Senti como o cu dela se abria, apertado, e como se ajustava ao meu pau, engolindo ele.
— Aaahhh! Amo! É tão grande! Vai me rasgar! Adoro! — Ela dizia enquanto gemia, cravando os dedos no veludo.
— Você vai sentir cada centímetro do meu pau, putinha. Lembra que isso é por causa dos seus pedidos no chat. — Falei com arrogância.
Depois de uns minutos arrebentando a buceta dela. Ela não parava de gozar e gemer uma vez atrás da outra. Implorando pra eu parar e depois pra continuar, sem parar. Num momento ela não aguentou mais. Ela começou a gozar de um jeito selvagem.
Aumentei as estocadas, mais fortes e mais rápidas. Segurei ela pelo cabelo e puxei a cabeça dela pra perto de mim.
— Você é minha. Agora você é minha putinha pessoal, agora e pra sempre. — Sussurrei no ouvido dela.
Sentei no sofá. Quando puxei minha pica, saiu um som de sucção.— Parece que sua bunda não queria soltar minha pica, sua puta. — falei rindo com arrogância.
— Agora, cavalga. — ordenei.
Ela obedeceu. Se acomodou em cima de mim. Começou a cavalgar de um jeito louco e desenfreado. Parecia que queria se vingar de eu ter arrebentado a bunda dela, e agora era a buceta dolorida que usava pra cavalgar com fúria.
Os olhos dela se fixaram nos meus. Ela agarrou meus pulsos com força, revertendo o controle por um instante.
— Vamos ver quem aguenta mais, Amo... — disse com um sorriso sádico, apertando ao máximo a cada pulada.
Eu sentia como a buceta apertada dela e o cu machucado faziam ela se mover com uma raiva que tava me levando ao limite.
Finalmente, a fúria acabou. Agarrei ela pelos quadris e joguei no chão acarpetado. Ela caiu de joelhos, com a cabeça baixa, exausta. Tirei meu pau dela, todo molhado e pronto pra explodir. — Ajoelha e olha pra mim! — ordenei.
Ela se ajoelhou, com o rosto suado e o cabelo grudado na testa. Apontei meu pau na direção da cara dela.
— Esse é teu prêmio, putinha. É teu batismo como minha putinha — falei.
Enquanto soltava um jato de porra com toda minha força no rosto dela. Cobriu os lábios carnudos, o queixo, o peito. Gozei com violência, vendo a loucura nos olhos dela.
Ela ficou parada, coberta com meu sêmen, e aí, com a cara toda suja e marcada, me deu um sorriso e um olhar de orgulho absoluto.
— Obrigada, Amo. Sou sua putinha pessoal — disse ela, levantando o rosto todo lambuzado de porra com orgulho.
— Que tal minha maquiagem nova, Amo? — falou.
A fanática tinha conseguido o que queria. E eu, uma nova viciada.
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Querem ver como eu uso ela num show privado, forçando ela a fazer conteúdo novo, gravando tudo pra lembrar quem é o dono dela? Que tipo de conteúdo exclusivo a fanática faria pelo criador dela?
Se derem muito apoio nesse post, mostro o nível de perversão da minha viciada:
Alejandro e Celeste: O Conteúdo Proibido
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Parte N°2:
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(Em Breve)
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