Viagem de Aniversário 2

Na manhã seguinte, de um jeito estranho, estávamos correndo porque o Luis ia nos deixar no aeroporto e a gente tinha se atrasado por culpa nossa. A gente tinha que estar lá às 5:00 da manhã, porque o voo saía às 6:00, e chegamos só às 5:30. Quando entramos na sala de embarque, já iam dar nossos lugares pra outros passageiros que tinham ficado do voo mais cedo, mas, por sorte, conseguimos embarcar. Uma hora depois, estávamos num táxi que o hotel mandou pra gente, indo pra onde íamos ficar, numa área reservada e privada de Santa Marta, segundo minha irmã me contou. Quando chegamos, na recepção, tava atendendo um casal, homem e mulher, super atenciosos e educados, ele com no máximo 27 anos e ela com 25. A verdade é que os dois eram muito lindos. Ela tinha olhos claros, meio verdes, e a pele era morena escura, um casal bonito. Ele era mais negro, mas num tom chocolate que era muito charmoso, alto e atlético (nunca tinha visto morenos tão gostosos, dava pra ver as misturas culturais e os efeitos das culturas árabes que há anos se enraizaram na costa). Nós duas ficamos impactadas, porque além de serem mais altos, eles eram muito bonitos.

Elas explicaram que era um hotel reservado, que só aceitava casais ou pessoas sozinhas, nada de crianças nem animais, pra galera poder descansar em paz. Tinham áreas públicas e outras reservadas só pra casais ou quem tivesse plano vip. Nosso plano incluía essas áreas, e se quiséssemos entrar, éramos bem-vindas. Tinha um serviço de massagem incluído, e nós duas nos olhamos com empolgação e na hora reservamos uma sessão de massagem pra tarde, quando o sol tivesse se escondendo, tipo umas 6:00 da noite. A gente tinha direito a bar aberto e podia comer em qualquer um dos restaurantes internacionais que tinham. E se a gente ficasse entediada à noite, sempre tinha festa nas três baladas que eles tinham, e tinha pessoal que podia acompanhar a gente. pra gente não ficar entediada, no fim das contas nosso passaporte dentro do hotel era ilimitado.

A gente tomou banho e se trocou pra dar uma volta e falar com a agência que minha irmã contratou pros tours, e depois iríamos comer e em seguida pra praia tomar nosso primeiro banho de sol samário. Eu vesti um biquíni azul, o de duas peças, e o vestido marrom por cima pra ir primeiro resolver o negócio do tour, assim depois dava pra ir pra praia e entrar na água só tirando o vestido. Empaquei uma toalha pequena e meus chinelos de praia pra tirar as sandálias quando chegasse na areia e não afundar nela. Alejandra saiu com um vestido estilo wayuu, longo, cor crua com estampa de flores, um chapéu e a bolsa dela. Eu intuía que por baixo ela tava com o biquíni de duas peças.

Começamos a curtir o sol da tarde, eu tava quase dormindo quando minha irmã me cutucou pra eu olhar na diagonal pra gente. Tinha um grupo de mulheres com seus parceiros, todas de topless e com fio dental, mas não tinha uma só que fosse feia. A gente ficou lá quase a tarde toda e, de repente, Alejandra me propôs fazermos topless pra pegar um bronzeado nos peitos sem marcas, igual elas, porque quase todas as mulheres estavam sem a parte de cima. Com uma risada cúmplice, as duas tiramos o sutiã. No começo, a gente não sentiu que tavam olhando pra gente, mas depois de um tempo vimos uns caras passando na nossa frente várias vezes, olhando sem vergonha, o que nos fez rir. Minha irmã comentou: "Ainda fazemos eles olharem!" e a gente riu.

Aí me deu vontade e eu aproveitei pra tirar uma selfie. Minha irmã pegou o celular dela, abriu o contato do cara que se chamava Yerson e me mostrou a foto. E, sinceramente, eu também fiquei impressionada. A verdade é que me pegou de surpresa, porque o cara não era só muito gato e atlético, mas também era bem óbvio que dentro da sunga dele dava pra ver um pauzão. Pacote bem grande e cabeçudo, acomodado de lado pra não escapar; eu abri meus olhos impressionada, quase babando.

Naquele momento, aconteceu algo que quebrou o silêncio de novo e, como se o cara soubesse que a gente tava falando dele, no status dele ele trocou a foto de perfil por uma onde tava sem camisa de novo, mas com uma bermuda de praia. Minha irmã na hora me apontou o volume da ferramenta dele, como ela chamava, que se formava claramente dentro da bermuda pela beirada do short. A gente viu uns status aparentemente do fim de semana mergulhando com uns estrangeiros, pelo visto ele também era guia de turismo, como tinha comentado de manhã. Em todas as fotos, dava pra ver um corpo incrível e claramente destacava a dotação dele. Tinha uma foto onde uma ruiva abraçava ele e quase que de forma morbosa simulava estar dando pra ele, o que a Alejandra na hora me apontou comentando: “- Eu não conseguiria chupar uma parada tão grande assim, mas talvez você conseguisse com sua experiência -”. Comentário que me deixou fria e pensativa, com direito a réplica: “- Perdão, mamita! Mas a única que chupei foi a do meu marido, e se é a isso que você chama de experiência, acho que caberia um bom pedaço dessa coisa -”. E a gente se olhou com tesão, soltando a risada ao mesmo tempo. “- Pois eu já comi um bom número, mas nenhum como o que você diz do Luis e muito menos um como o desse cara preto -”, e ela não tirava os olhos da foto. Aí, sem pensar, soltei: “- E não te dá vontade de provar uma parada assim? -”. Ela virou pra mim com espanto pelo meu comentário e, como se estivesse duvidando ou pensando no que eu disse, ficou um tempo calada pra depois falar: “- A verdade!... Te diria que nem de brincadeira, mas ele me faz arrepiar a pele, não sei por quê. Num momento desinibida e bem bêbada, talvez! -”. Ficou calada um instante e finalizou: “- Mas se é de provar preto que você tá me incentivando, eu não seria a única! -”. A gente não disse nada, só ficou em silêncio, como se com aquilo ambas... acenamos com a cabeça em sinal de que, se ela decidisse, não queria ser a única. Um arrepio me percorreu só de pensar em trair o Luis. Não queria que, por minha causa, ela não se animasse, então, se o Yerson convencesse ela, eu não seria o problema nem a barreira. Só precisava me avisar que eu sairia da suíte pra não atrapalhar.

Ali, enquanto descansávamos, me animei a mandar pro Luis o vídeo das europeias e as fotos da gente com uma mensagem que dizia: “-assim que tá pintando a coisa,… aproveita porque você não vai poder ver as tetas da minha irmã de novo-“. Um minuto depois, o Luis respondeu: “-é só o primeiro dia que não acabou e você já mostrou as tetas pra todo mundo!-“ Pensei que fosse uma reclamação da parte dele: “-me desculpa, love, minha irmã me propôs e eu me convenci sabendo que em outro lugar não teríamos feito!-“ Mas minha surpresa foi que ele não estava me reprovando: “-love, muito pelo contrário, espero que vocês vão pra uma praia de nudismo e aí me mande uma de vocês duas peladas, ou de outras mulheres também peladas!-“ Devo ter ficado bem vermelha com a mensagem dele, mas não podia acreditar que ele, meu marido ciumento, tava me insinuando que eu fosse me pelar numa praia na frente dos outros e que fizesse isso com minha irmã também. E, sem pensar, me escapou uma pergunta: “-e se alguém quiser se aproveitar?-“ Ele ficou um tempão sem me responder, o que foi me assustando, pensando que eu tinha passado da conta com a pergunta. Mas aí tocou o bip da entrada de uma mensagem: “-se você gostar,… deixa!…-“ Senti um arrepio percorrer meu corpo. Ele não mandou mais nada, e a gente também não disse mais nada até chegar a hora das nossas massagens.

Pegamos nossas coisas e fomos pra recepção pra nos indicarem pra onde devíamos ir. Nos entregaram um mapa do hotel onde deu pra ver que a área de massagem ficava quase no final do hotel, ao lado de uma zona úmida pra hóspedes. Então, partimos, porque tínhamos que caminhar uns Uns quinze minutos, mais ou menos. Quando chegamos, um casal de homem e mulher estava nos esperando. Eles se entreolharam, porque pensavam que a gente também era um casal hétero, e nos explicaram que os homens são atendidos por mulheres e as mulheres por homens, então teriam que mandar dois caras. Não vi problema nisso, então pedi pra moça fazer massagem em mim e o cara fazer na minha irmã. Ela me olhou meio desconfiada e disse que pra ela não tinha problema. Na hora, o cara convidou a Alejandra pra entrar num quarto fechado, e a gente seguiu. Lá dentro, encontramos duas macas separadas. Num quarto entraram a Alejandra e o moreno, e no outro, nós duas. Mal entrei, ela pediu pra eu tirar tudo que tava vestindo e me passou uma toalha pra me cobrir. Foi bem rápido, só o biquíni, e eu subi na maca de bruços, me tampando com a toalha, enquanto ela preparava os óleos e umas pedras pretas.

No começo, senti as mãos dela percorrerem deliciosamente minhas costas e pernas inteiras. Uff, como eu precisava daquilo. Quando ela colocou as pedras, tirou a toalha por completo. Naquele momento, fiquei pensando que minha irmã devia estar na mesma posição, pelada, mas com um cara. Senti ela começar a massagear minhas nádegas e ouvi quando sussurrou: "É lindo". Passou as mãos pelos meus glúteos e deixou o óleo escorrer entre eles. Por algum motivo instintivo, deixei ela abrir um pouco mais minhas pernas. Ela continuava massageando com força, e os dedos dela roçavam meu cu e minha buceta várias vezes. Meu corpo já ardia com aquele massagem. Num momento, achei ter ouvido um gemido que me confundiu, porque não fui eu — eu tava me segurando. Por um instante, pensei que tava imaginando. Mas, conforme o massagem roçava mais minha entrepernas, mais eu ouvia alguém gemendo, e não era eu, por mais que quisesse.

A moça se aproximou e sussurrou se eu queria virar. Procedi sem dizer nada, e ela colocou umas bolsinhas. Te en mis olhos, ficando cego de novo sem ver nada, o que agradecia. Senti o óleo no meu peito e as mãos dela esfregando, o que deixou meus bicos duros como pedra, mas com uma sensação gostosa com o roçar das mãos dela. Ela descia e acariciava minha barriga e voltava pros meus seios. De novo, ouvi gemidos e entendi claramente que eram da minha irmã no cubículo ao lado, o que me arrepiou toda. Já ouvia ela mais seguido e mais forte. Depois, senti ela descer pras minhas pernas com a massagem das pedras e do óleo, passar pra minha virilha e começar um show de carícias na minha buceta, a ponto de eu não aguentar mais e soltar vários gemidos. Mas já não importava, porque a Alejandra tava gemendo e dizia: “-NÃO PARA, … NÃO PARA,..!-“, e isso me deixava muito excitada. Enquanto a moça esfregava e enfiava um ou outro dedo na minha buceta, senti algo molhado começando a lamber. No meio do prazer, me assustei e, por instinto, tirei os saquinhos de chá pra confirmar que era a moça me fazendo sexo oral enquanto massageava meu clitóris, até que meu orgasmo não demorou e eu a molhei, igual aconteceu com o Luis, o que me envergonhou enquanto minhas pernas pareciam gelatina de tanto tremer e ela não parava de me masturbar.

Ao lado, os gemidos da minha irmã se afogavam de vez em quando, como se tampassem a boca dela, enquanto eu me recuperava do orgasmo que a massagista acabava de me dar, sendo minha primeira vez com uma mulher me dando prazer. Ela me perguntou o que mais eu queria e eu só olhei pra ela e sussurrei que gostaria de ver o que tava rolando ao lado. Nós duas nos olhamos com tesão, e ela me estendeu a mão pra eu sentar na maca e depois me levantar. Mas antes de descer, ela se aproximou e me deu um beijo de língua que me pegou de surpresa, e como se eu fosse uma boneca, me tirou da maca e, pegando minha mão, espiámos pela porta vendo minha irmã sendo masturbada com os dedos pelo moreno e ela chupando o pau dele com vontade, quase até o talo. metade e só tirava pra gemer ou lamber os bagos do cara, até que a gente viu minha irmã gozar igual a mim, mas mais escandalosa no jeito de gemer, na verdade ela gritava e dois minutos depois o mulato banhou a cara dela de porra enquanto ela ofegava de prazer. Eu olhava pra ela estupefata, pensando que horas antes ela tinha me dito que não ia conseguir chupar o neguinho, e ali estava ela implorando pela porra de um mulato desconhecido, mas não conseguia deixar de ficar excitada com o que a gente tava vendo, a ponto da minha massagista pegar na minha mão pra não sermos vistas e me levou de volta pro nosso cubículo, não sem antes ver a Alejandra chupar ele mais uma vez e se lamber enquanto fazia.

Minha massagista me perguntou se era a primeira vez que uma garota me dava prazer, e eu assenti com a cabeça. Depois ela sussurrou que a gente não podia pedir massagem todo dia porque tem muitos hóspedes, mas passou o número dela no meu celular, insinuando que se eu quisesse experimentar de verdade ficar com uma garota, ela se oferecia pra me dar. Aí me deu outro beijo gostoso e colocou minhas mãos nos peitos duros dela. A gente se separou e eu quis chupar eles antes de me arrepender, o que adorei porque cabiam na minha boca e o gosto era de caramelo de coco. Só me atrevi a lamber e chupar eles por um bom tempo enquanto ela percorria meu corpo com as mãos. Quinze minutos depois bateram na porta perguntando se a gente tava pronta pra sair, aí pedimos mais cinco minutos e depois nos convidaram pra área molhada pra gente terminar de relaxar.

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