Este é um relato real de uma história real de incesto e morbidez, produzido há algum tempo pela minha tia, Estela, prima da minha mãe.
Elas sempre foram muito próximas e eu sempre quis ir à casa dela com meus primos, mas meus pais nunca deixaram até eu ser adolescente. Foi aí que minha mentalidade mudou: eu não via mais minha tia, via uma mulher madura com uma bunda enorme.
Minha tia ficou viúva há algum tempo, desde que teve seu último filho. Meu tio saiu em uma viagem e sofreu um acidente. Sete longos anos se passaram desde o velório dele.
Minha obsessão era tanta que, quando a vi novamente depois de tanto tempo — já que eu estava com problemas em casa e ela me ofereceu abrigo enquanto eu não arrumava emprego —, eu adorava tomar banho no chuveiro dela e podia sentir o cheiro das calcinhas que ela deixava impregnadas com seu aroma, penduradas no cano do chuveiro. Uma vez, decidi gozar em uma das calcinhas dela sem pensar muito. Era um fio-dental bege, transparente na frente, e eu imaginava como o bucetão dela devia marcar quando ela usava. Esse pensamento me fez jorrar toda a porra na parte do triângulinho. Fiquei com medo de ela descobrir minha punheta, mas ao mesmo tempo fiquei excitado e deixei minha porra lá.
Depois de um tempo, comecei a notar que minha tia havia mudado sua atitude comigo. Ela estava mais seca e fria, no geral.
Um dia desses, enquanto eu calmamente me servia no café da manhã, sozinho na casa da minha tia — já que meus primos estavam na escola e ela fazia compras no mercado de manhã cedo —, algo aconteceu.
Como tudo começou com minha tia?
Um dia, durante a semana, não havia ninguém. Minha prima ainda não tinha chegado da escola, e eu estava no segundo andar, no meu quarto, quando ouvi um barulho forte, como um golpe no chão. Fiquei quieto, esperando ouvir algo mais, mas não ouvi. Tudo ficou em silêncio. Fiquei alguns minutos sem fazer nada até decidir descer para ver o que havia acontecido. E então vi... minha tia deitada no chão.
Minha tia: Ai, meu filho, eu caí, torci o tornozelo e ao cair bati o joelho no chão, não consigo me levantar. É que eu tava com todas as sacolas das compras...
Tentei ajudá-la a levantar, mas ela não conseguia porque o joelho doía muito. Ela estava com uma saia curta até a coxa, uma blusinha branca de alcinha e um salto médio plataforma, mas baixo. Dava pra ver todo o sutiã branco, e assim jogada no chão dava pra ver os peitinhos dela. A saia estava bem lá em cima nas pernas, embaixo do bumbum, e pela posição em que ela estava, tinha as pernas abertas, mas colocou as mãos como se tentasse tampar a bucetinha.
Eu: Tia, eu ajudo você a levantar, faz um esforço.
Minha tia: Vamos ver se consigo, se não, pelo menos me arrasta pra uma cadeira...
Ajudei ela a se sentar direito no chão, num movimento ela tirou as mãos de entre as pernas e eu vi a calcinha, a bege que eu tinha enchido de porra. Ela viu que eu vi e tentou puxar mais a saia pra se tampar.
Minha tia: Ai, meu filho, só falta eu ter machucado o joelho, porque tá doendo.
Aproximei uma cadeira e ajudei ela a sentar. A abracei pela cintura e, ao tentar levantá-la, meus braços subiram até ficar com o antebraço apoiado nos peitos dela. Senti eles nos meus braços e a sentei.
Eu: Tia, quer que eu leve você no Doctor Simi pra dar uma olhada?
Minha tia: Não, meu filho, foi só o tombo, consegui amortecer com as mãos, mas tá doendo mesmo. Ali no meu toucador tem a pomada pra pancada.
Subi pra pegar a pomada, ela tava lá no toucador, como ela disse, então não demorei nada. Desci e minha tia estava fazendo alongamentos com o joelho, esticando e dobrando. Ela tinha os olhos fechados fazendo caretas de dor, e vi como ela abria as pernas e dava pra ver a calcinha.
Minha tia: Vem cá, meu filho, me ajuda, pelo menos a deitar no sofá.
Eu: Se quiser, eu levo você direto pra sua cama, falei com o duplo sentido ativado.
Minha tia: É que na minha cama tem muita coisa, preciso arrumar... mas vamos ver se chegamos, senão pelo menos até o sofá.
Ajudei ela a se levantar e ficamos ombro a ombro, ela passou o braço em volta do meu pescoço e eu a abracei pela cintura para ajudá-la a andar. Aproveitei para sentir os quadris dela nas minhas mãos, toquei bem pertinho da bunda e era tão bom apoiar minha mão naquele quadrilzão.
Minha tia: Aqui, filho, no sofá.
Eu: Deita, tia.
Minha tia deitou no sofá, recostou e puxou a saia por baixo das coxas gostosas para não mostrar nada.
Eu: Passa pomada no joelho e dobra ele pra ver quanto dói, pra ver se não tem algo mais, tia.
Minha tia: Vê você, meu filho, por favor te peço, passa um pouquinho porque não vou conseguir de dor.
Eu: Ok, tia, vou passar bem, mas tá um pouco fria, mas você vai sentir uma delícia, vai ver, um alívio gostoso.
Eu tentando disfarçar minha excitação por ela e ao mesmo tempo falando em duplo sentido de propósito. Acho que ela percebia, mas fingia que não.
Passei um pouco de pomada no joelho só com a ponta dos dedos, sem pressionar, sem sair da área, não toquei em mais nada. Comecei bem devagar, mas já tinha começado. Ela fazia uns barulhinhos com a saliva, como se fosse de dor, e soltava uns gemidinhos de dor que estavam me deixando muito excitado. Em um momento, ela levantou os braços para arrumar o cabelo e a saia desarrumou entre as coxas, levantou e deu pra ver o calcinha bem colado na buceta. Enquanto ela fazia uma coleta no cabelo, demorou um pouco, e eu aproveitei pra ver como os lábios da ppk marcavam. Ela arrumou um pouco a saia, mas não abaixou totalmente, só se cobriu com as mãos. Fez o joelho dobrar um pouco e eu consegui ver as coxas gostosas e a borda da calcinha indo desde a virilha até a bunda. Ela viu de novo que eu estava olhando e se ajeitou. Nisso, me levantei para pegar mais pomada, mas esqueci completamente do meu pau ereto, e ela viu como minha rola dura apontava direto pra ela. cara.
Minha tia: Eu acho que você vai ter que me levar pra cama, senão depois eu não vou conseguir, melhor de uma vez me deita, meu amor.
Eu: Sim tia, vou te deitar mas vou te levar no colo.
Minha tia: você me aguenta, filho?
Levantei ela pra levar pra cama, na cama dela tinha muita roupa que ela tinha lavado, mas estava toda desarrumada, ela me disse que só jogasse pro lado e fizesse espaço pra ela deitar, entre as roupas tinha de tudo, dava pra ver calcinhas e sutiãs.
Minha tia: assim mesmo, depois quando a Luci (minha prima) chegar ela arruma, melhor me passa um comprimido de Flanax e água, por favor, meu filho.
Fui até a despensa pegar o comprimido e a água, quando voltei minha tia estava só de calcinha e sutiã, flexionando e esticando a perna, com a cabeça recostada e os olhos fechados, fazia movimentos com o joelho flexionado e abria a perna, nesse momento já dava pra ver tudo, aquela buceta bem marcada, aquela coisinha que me fez bater tantas punhetas, estava ali na minha frente, entrei como se nada.
Eu: Trouxe dois pra você tomar um agora e o outro mais tarde e não precisar levantar.
Minha tia: ai meu amor, não senti quando você entrou.
Minha tia se ajeitou e tapou a buceta com as mãos, se recolheu encostando as costas na cabeceira da cama, tomou o comprimido meio sem graça com minha presença.
Eu: Não fique com vergonha comigo, tia, você ainda tem um corpo pra admirar, só quero passar um pouco mais de pomada e pronto, pra pomada penetrar e fazer efeito e você fica deitada.
Eu não queria sair do quarto dela, não queria parar de olhar pra ela, queria uma oportunidade com ela e decidi me arriscar logo, minha fogosidade me empurrava a fazer mais com ela.
Minha tia: é verdade, meu filho, logo de uma vez pra ver se eu durmo um pouco até a hora do almoço, enquanto isso você pode fazer algo pra tomar café da manhã?
Eu: sim tia, não se preocupa, agora mesmo faço um cereal ou uns ovos, o importante é você não sentir nada, senão eu te levo no médico. insisti.
Minha tia: É só a pancada, mas se eu precisar de como dobrar pra não inchar, se me dá outra massageadinha, ela me diz, toda safada.
Apoiou as mãos na cama e só levantou um pouquinho o corpo e deslizou pra conseguir deitar, fez caretas de dor, fechou os olhos e se deitou. Com o movimento, a calcinha grudou mais no corpo dela, dava pra ver tudo claramente, a buceta marcava bem gostoso, estampava naquela transparência, e os pelos apareciam na calcinha. Naquele momento, já não aguentei mais e comecei a ficar muito excitado, de ver minha tia assim praticamente nua, só de calcinha.
Minha tia: Ai, meu filho, espera aí, vou colocar meu blusão pra ficar mais confortável, assim estou te mostrando tudo, você vai dizer que tia tão tarada.
Eu: Nada de tarada, você está muito linda, não se preocupa, tia, tá tudo bem, o importante é você se sentir bem da pancada.
Ela fingiu procurar algo na roupa que estava na cama, mas só puxou uma camisa do Batman e colocou na barriga, supostamente pra tampar a calcinha.
Minha tia: Que coisas você diz, filho. Vira, não me olha, que sou sua tia, menino danado. Agora não dá pra ver mais nada?
Eu: Não, tia, assim tá bom. Se quiser, descanse, deixa só eu passar bem isso que tenho nas mãos.
Minha tia: Vai lá, sim, meu filho, tão fofo.
Fiquei esfregando o joelho dela, mas dessa vez subi um pouco mais. Ela recostou a cabeça enquanto eu massageava e comecei a flexionar o joelho dela. Como ela não me via, coloquei a mão na coxa dela pra manobrar bem o joelho. Já fazia com a intenção de abri-la e ver sua buceta, sua calcinha. Comecei a fazer flexões e depois círculos com o joelho pra que ela abrisse as pernas e eu visse mais aquela boceta que já me deixava louco pra provar.
Minha tia: Ai, meu filho, assim sinto que dói um pouco.
Eu: Dói muito? Paro de fazer?
Minha tia: Não, continua assim, porque é uma dorzinha que dá um tesão.
Flexionei o joelho dela e as pernas se abriram. A camiseta que ela tinha colocado pra se tampar já não cobria nada. Agora sim, eu podia ver toda a sua buceta. Que delícia, dava pra ver a marca da calcinha apertadinha dela, abri a perna dela e vi como a borda da calcinha seguia o contorno da virilha, dava pra ver os pelinhos enrugadinhos dos lábios da buceta dela, mais pra cima alguns pelinhos pubianos começavam a aparecer. De repente, coloquei minha mão ali sobre a boceta dela e ela virou a cabeça pra ver o que estava acontecendo, tirei a mão e disse: desculpa, tia, foi sem querer.
Nessa hora eu já estava de pau bem duro, mas como estava sentado não dava pra ver. Estava com um short branco de dormir, aqueles de jogar futebol.
Eu: Aqui deixo a pomada, tia. Vai sentir quente e depois frio, porque tem menta e essas coisas.
Minha tia: Sim, meu filho, obrigada. Deixa aqui no criado-mudo. Vai fazer alguma coisa pro café da manhã.
Eu: Sim, tia. Primeiro vou tomar um banho.
Aí me levantei e, sim, dava pra ver o pau bem duro marcando. Fingi que estava arrumando o short e me aproximei do criado-mudo pra deixar a pomada.
Fiquei de frente pra ela e vi como, de novo, ela baixou o olhar pro meu pau marcando. Ela olhou direto pro meu pau e depois me olhou nos olhos – foram uns segundos – e eu baixei meu olhar pra buceta dela, que dava pra ver bem marcada na calcinha. Ela virou pra ver o que eu estava olhando e nos olhamos nos olhos de novo, e ela voltou a olhar pro meu pau. Agora ela não fez nada pra tampar a calcinha.
Minha tia: Ai, meu filho, você vai tomar banho?
Eu: Sim, tia, vou tomar um banho e já desço pra fazer alguma coisa pro café. Quando disse isso, arrumei o short, mas ao mesmo tempo puxei um pouco pra marcar mais o meu pau. Eu estava tão excitado e o pau estava tão duro que dava pra ver até a borda da cabeça quando puxei o short, e minha tia virou pra olhar meu pau.
Só ouvi ela fazendo um barulhinho com a boca, com a saliva, como quando a gente saboreia alguma coisa. Justo quando ela estava olhando pro meu pau, eu passei a mão e só rocei o pau sem pegar nele. Ela fez aquele barulhinho de saborear e só ouvi ela dizendo bem devagar:
Minha tia: Ai, meu filho, acho que te causei um probleminha aí, hein, ver sua tia assim...
Eu: Tia, pra falar a verdade, me... Adoro você desde que cheguei, tenho esse problema toda vez que te vejo.
Minha tia: Já que você foi tão gentil comigo, posso retribuir e te ajudar com seu problema...
Enquanto aproximava a mão do meu pau e o esfregava com as pontas dos dedos.
EU: Sim, tia, eu adoraria, respondi muito nervoso, o coração parecia sair pela boca e sentia um frio na barriga.
Minha tia libertou meu pau da prisão ao puxar meu short, ele pulou feito uma mola.
Minha tia: Que rola linda você tem, filho.
Eu: Toma, tia, é sua.
Ela enfiou meu pau bem duro na boquinha e começou a chupar de baixo pra cima, apertando entre os lábios.
EU: Há quanto tempo você não pega um pau bem duro pra você, tia?
Minha tia: Pois é, neném, já tava precisando de uma boa pica, mas me diz, o que você quer fazer comigo?
Eu: Quero te foder, tia, mas primeiro quero ver qual o gosto da sua buceta, tô morrendo de vontade de provar.
Minha tia Estela esticou as pernas e tirou a calcinha, me oferecendo aquele sexo pelado pra eu devorar de lambida, eu desci no poço pra beber na hora, lambi toda a sua xota e ouvi atento seus gemidos de prazer, de mulher no cio.
Coloquei ela de quatro e abri suas nádegas, comecei a lamber seu cu. Minha tia estava adorando minha língua, então enfiei minha mão, coloquei o dedão no cuzinho da sua ppk e com os outros quatro agarrei toda a sua xota, e o dedo do meio ficou bem no seu botão, o que aproveitei para esfregar e ouvir seus gemidinhos enquanto continuava lambendo seu ânus como um louco, enfiava meu rosto entre suas bundas, aquela bunda que tanto tinha desejado. Era uma loucura. Tirei meu pau bem duro e enfiei na sua buceta, não conseguia acreditar, tinha minha tia de quatro, metendo toda minha pica nela, até que a empurrei e ela caiu com a bunda levantada sobre os seios, e foi aí que enfiei bem fundo até ela apertar meu pau com os espasmos da sua buceta, e me fez jorrar toda minha porra na sua ppk, gozei dentro da sua vagina, e ela reagiu e disse: não, tira, pode me engravidar, e na minha idade... E ela Tirei a porra da sua buceta, abrindo ela com os dedos e levei a mão à boca, provando o gosto da minha porra.
Isso me excitou tanto, pra depois ela finalizar dizendo: Ai filho, ninguém nunca me deu uma fodida assim com tanto tesão como você, que delícia que você chupou meu cu, meu amor. Você vai fazer amor comigo sempre que sua tia quiser, né?
Sempre que quiser, tia. O estranho é que você nem lembrou da dor no joelho enquanto eu estava te comendo.
Minha tia: kkkkkk é que você me comeu tão gostoso...







Elas sempre foram muito próximas e eu sempre quis ir à casa dela com meus primos, mas meus pais nunca deixaram até eu ser adolescente. Foi aí que minha mentalidade mudou: eu não via mais minha tia, via uma mulher madura com uma bunda enorme.
Minha tia ficou viúva há algum tempo, desde que teve seu último filho. Meu tio saiu em uma viagem e sofreu um acidente. Sete longos anos se passaram desde o velório dele.
Minha obsessão era tanta que, quando a vi novamente depois de tanto tempo — já que eu estava com problemas em casa e ela me ofereceu abrigo enquanto eu não arrumava emprego —, eu adorava tomar banho no chuveiro dela e podia sentir o cheiro das calcinhas que ela deixava impregnadas com seu aroma, penduradas no cano do chuveiro. Uma vez, decidi gozar em uma das calcinhas dela sem pensar muito. Era um fio-dental bege, transparente na frente, e eu imaginava como o bucetão dela devia marcar quando ela usava. Esse pensamento me fez jorrar toda a porra na parte do triângulinho. Fiquei com medo de ela descobrir minha punheta, mas ao mesmo tempo fiquei excitado e deixei minha porra lá.
Depois de um tempo, comecei a notar que minha tia havia mudado sua atitude comigo. Ela estava mais seca e fria, no geral.
Um dia desses, enquanto eu calmamente me servia no café da manhã, sozinho na casa da minha tia — já que meus primos estavam na escola e ela fazia compras no mercado de manhã cedo —, algo aconteceu.
Como tudo começou com minha tia?
Um dia, durante a semana, não havia ninguém. Minha prima ainda não tinha chegado da escola, e eu estava no segundo andar, no meu quarto, quando ouvi um barulho forte, como um golpe no chão. Fiquei quieto, esperando ouvir algo mais, mas não ouvi. Tudo ficou em silêncio. Fiquei alguns minutos sem fazer nada até decidir descer para ver o que havia acontecido. E então vi... minha tia deitada no chão.
Minha tia: Ai, meu filho, eu caí, torci o tornozelo e ao cair bati o joelho no chão, não consigo me levantar. É que eu tava com todas as sacolas das compras...
Tentei ajudá-la a levantar, mas ela não conseguia porque o joelho doía muito. Ela estava com uma saia curta até a coxa, uma blusinha branca de alcinha e um salto médio plataforma, mas baixo. Dava pra ver todo o sutiã branco, e assim jogada no chão dava pra ver os peitinhos dela. A saia estava bem lá em cima nas pernas, embaixo do bumbum, e pela posição em que ela estava, tinha as pernas abertas, mas colocou as mãos como se tentasse tampar a bucetinha.
Eu: Tia, eu ajudo você a levantar, faz um esforço.
Minha tia: Vamos ver se consigo, se não, pelo menos me arrasta pra uma cadeira...
Ajudei ela a se sentar direito no chão, num movimento ela tirou as mãos de entre as pernas e eu vi a calcinha, a bege que eu tinha enchido de porra. Ela viu que eu vi e tentou puxar mais a saia pra se tampar.
Minha tia: Ai, meu filho, só falta eu ter machucado o joelho, porque tá doendo.
Aproximei uma cadeira e ajudei ela a sentar. A abracei pela cintura e, ao tentar levantá-la, meus braços subiram até ficar com o antebraço apoiado nos peitos dela. Senti eles nos meus braços e a sentei.
Eu: Tia, quer que eu leve você no Doctor Simi pra dar uma olhada?
Minha tia: Não, meu filho, foi só o tombo, consegui amortecer com as mãos, mas tá doendo mesmo. Ali no meu toucador tem a pomada pra pancada.
Subi pra pegar a pomada, ela tava lá no toucador, como ela disse, então não demorei nada. Desci e minha tia estava fazendo alongamentos com o joelho, esticando e dobrando. Ela tinha os olhos fechados fazendo caretas de dor, e vi como ela abria as pernas e dava pra ver a calcinha.
Minha tia: Vem cá, meu filho, me ajuda, pelo menos a deitar no sofá.
Eu: Se quiser, eu levo você direto pra sua cama, falei com o duplo sentido ativado.
Minha tia: É que na minha cama tem muita coisa, preciso arrumar... mas vamos ver se chegamos, senão pelo menos até o sofá.
Ajudei ela a se levantar e ficamos ombro a ombro, ela passou o braço em volta do meu pescoço e eu a abracei pela cintura para ajudá-la a andar. Aproveitei para sentir os quadris dela nas minhas mãos, toquei bem pertinho da bunda e era tão bom apoiar minha mão naquele quadrilzão.
Minha tia: Aqui, filho, no sofá.
Eu: Deita, tia.
Minha tia deitou no sofá, recostou e puxou a saia por baixo das coxas gostosas para não mostrar nada.
Eu: Passa pomada no joelho e dobra ele pra ver quanto dói, pra ver se não tem algo mais, tia.
Minha tia: Vê você, meu filho, por favor te peço, passa um pouquinho porque não vou conseguir de dor.
Eu: Ok, tia, vou passar bem, mas tá um pouco fria, mas você vai sentir uma delícia, vai ver, um alívio gostoso.
Eu tentando disfarçar minha excitação por ela e ao mesmo tempo falando em duplo sentido de propósito. Acho que ela percebia, mas fingia que não.
Passei um pouco de pomada no joelho só com a ponta dos dedos, sem pressionar, sem sair da área, não toquei em mais nada. Comecei bem devagar, mas já tinha começado. Ela fazia uns barulhinhos com a saliva, como se fosse de dor, e soltava uns gemidinhos de dor que estavam me deixando muito excitado. Em um momento, ela levantou os braços para arrumar o cabelo e a saia desarrumou entre as coxas, levantou e deu pra ver o calcinha bem colado na buceta. Enquanto ela fazia uma coleta no cabelo, demorou um pouco, e eu aproveitei pra ver como os lábios da ppk marcavam. Ela arrumou um pouco a saia, mas não abaixou totalmente, só se cobriu com as mãos. Fez o joelho dobrar um pouco e eu consegui ver as coxas gostosas e a borda da calcinha indo desde a virilha até a bunda. Ela viu de novo que eu estava olhando e se ajeitou. Nisso, me levantei para pegar mais pomada, mas esqueci completamente do meu pau ereto, e ela viu como minha rola dura apontava direto pra ela. cara.
Minha tia: Eu acho que você vai ter que me levar pra cama, senão depois eu não vou conseguir, melhor de uma vez me deita, meu amor.
Eu: Sim tia, vou te deitar mas vou te levar no colo.
Minha tia: você me aguenta, filho?
Levantei ela pra levar pra cama, na cama dela tinha muita roupa que ela tinha lavado, mas estava toda desarrumada, ela me disse que só jogasse pro lado e fizesse espaço pra ela deitar, entre as roupas tinha de tudo, dava pra ver calcinhas e sutiãs.
Minha tia: assim mesmo, depois quando a Luci (minha prima) chegar ela arruma, melhor me passa um comprimido de Flanax e água, por favor, meu filho.
Fui até a despensa pegar o comprimido e a água, quando voltei minha tia estava só de calcinha e sutiã, flexionando e esticando a perna, com a cabeça recostada e os olhos fechados, fazia movimentos com o joelho flexionado e abria a perna, nesse momento já dava pra ver tudo, aquela buceta bem marcada, aquela coisinha que me fez bater tantas punhetas, estava ali na minha frente, entrei como se nada.
Eu: Trouxe dois pra você tomar um agora e o outro mais tarde e não precisar levantar.
Minha tia: ai meu amor, não senti quando você entrou.
Minha tia se ajeitou e tapou a buceta com as mãos, se recolheu encostando as costas na cabeceira da cama, tomou o comprimido meio sem graça com minha presença.
Eu: Não fique com vergonha comigo, tia, você ainda tem um corpo pra admirar, só quero passar um pouco mais de pomada e pronto, pra pomada penetrar e fazer efeito e você fica deitada.
Eu não queria sair do quarto dela, não queria parar de olhar pra ela, queria uma oportunidade com ela e decidi me arriscar logo, minha fogosidade me empurrava a fazer mais com ela.
Minha tia: é verdade, meu filho, logo de uma vez pra ver se eu durmo um pouco até a hora do almoço, enquanto isso você pode fazer algo pra tomar café da manhã?
Eu: sim tia, não se preocupa, agora mesmo faço um cereal ou uns ovos, o importante é você não sentir nada, senão eu te levo no médico. insisti.
Minha tia: É só a pancada, mas se eu precisar de como dobrar pra não inchar, se me dá outra massageadinha, ela me diz, toda safada.
Apoiou as mãos na cama e só levantou um pouquinho o corpo e deslizou pra conseguir deitar, fez caretas de dor, fechou os olhos e se deitou. Com o movimento, a calcinha grudou mais no corpo dela, dava pra ver tudo claramente, a buceta marcava bem gostoso, estampava naquela transparência, e os pelos apareciam na calcinha. Naquele momento, já não aguentei mais e comecei a ficar muito excitado, de ver minha tia assim praticamente nua, só de calcinha.
Minha tia: Ai, meu filho, espera aí, vou colocar meu blusão pra ficar mais confortável, assim estou te mostrando tudo, você vai dizer que tia tão tarada.
Eu: Nada de tarada, você está muito linda, não se preocupa, tia, tá tudo bem, o importante é você se sentir bem da pancada.
Ela fingiu procurar algo na roupa que estava na cama, mas só puxou uma camisa do Batman e colocou na barriga, supostamente pra tampar a calcinha.
Minha tia: Que coisas você diz, filho. Vira, não me olha, que sou sua tia, menino danado. Agora não dá pra ver mais nada?
Eu: Não, tia, assim tá bom. Se quiser, descanse, deixa só eu passar bem isso que tenho nas mãos.
Minha tia: Vai lá, sim, meu filho, tão fofo.
Fiquei esfregando o joelho dela, mas dessa vez subi um pouco mais. Ela recostou a cabeça enquanto eu massageava e comecei a flexionar o joelho dela. Como ela não me via, coloquei a mão na coxa dela pra manobrar bem o joelho. Já fazia com a intenção de abri-la e ver sua buceta, sua calcinha. Comecei a fazer flexões e depois círculos com o joelho pra que ela abrisse as pernas e eu visse mais aquela boceta que já me deixava louco pra provar.
Minha tia: Ai, meu filho, assim sinto que dói um pouco.
Eu: Dói muito? Paro de fazer?
Minha tia: Não, continua assim, porque é uma dorzinha que dá um tesão.
Flexionei o joelho dela e as pernas se abriram. A camiseta que ela tinha colocado pra se tampar já não cobria nada. Agora sim, eu podia ver toda a sua buceta. Que delícia, dava pra ver a marca da calcinha apertadinha dela, abri a perna dela e vi como a borda da calcinha seguia o contorno da virilha, dava pra ver os pelinhos enrugadinhos dos lábios da buceta dela, mais pra cima alguns pelinhos pubianos começavam a aparecer. De repente, coloquei minha mão ali sobre a boceta dela e ela virou a cabeça pra ver o que estava acontecendo, tirei a mão e disse: desculpa, tia, foi sem querer.
Nessa hora eu já estava de pau bem duro, mas como estava sentado não dava pra ver. Estava com um short branco de dormir, aqueles de jogar futebol.
Eu: Aqui deixo a pomada, tia. Vai sentir quente e depois frio, porque tem menta e essas coisas.
Minha tia: Sim, meu filho, obrigada. Deixa aqui no criado-mudo. Vai fazer alguma coisa pro café da manhã.
Eu: Sim, tia. Primeiro vou tomar um banho.
Aí me levantei e, sim, dava pra ver o pau bem duro marcando. Fingi que estava arrumando o short e me aproximei do criado-mudo pra deixar a pomada.
Fiquei de frente pra ela e vi como, de novo, ela baixou o olhar pro meu pau marcando. Ela olhou direto pro meu pau e depois me olhou nos olhos – foram uns segundos – e eu baixei meu olhar pra buceta dela, que dava pra ver bem marcada na calcinha. Ela virou pra ver o que eu estava olhando e nos olhamos nos olhos de novo, e ela voltou a olhar pro meu pau. Agora ela não fez nada pra tampar a calcinha.
Minha tia: Ai, meu filho, você vai tomar banho?
Eu: Sim, tia, vou tomar um banho e já desço pra fazer alguma coisa pro café. Quando disse isso, arrumei o short, mas ao mesmo tempo puxei um pouco pra marcar mais o meu pau. Eu estava tão excitado e o pau estava tão duro que dava pra ver até a borda da cabeça quando puxei o short, e minha tia virou pra olhar meu pau.
Só ouvi ela fazendo um barulhinho com a boca, com a saliva, como quando a gente saboreia alguma coisa. Justo quando ela estava olhando pro meu pau, eu passei a mão e só rocei o pau sem pegar nele. Ela fez aquele barulhinho de saborear e só ouvi ela dizendo bem devagar:
Minha tia: Ai, meu filho, acho que te causei um probleminha aí, hein, ver sua tia assim...
Eu: Tia, pra falar a verdade, me... Adoro você desde que cheguei, tenho esse problema toda vez que te vejo.
Minha tia: Já que você foi tão gentil comigo, posso retribuir e te ajudar com seu problema...
Enquanto aproximava a mão do meu pau e o esfregava com as pontas dos dedos.
EU: Sim, tia, eu adoraria, respondi muito nervoso, o coração parecia sair pela boca e sentia um frio na barriga.
Minha tia libertou meu pau da prisão ao puxar meu short, ele pulou feito uma mola.
Minha tia: Que rola linda você tem, filho.
Eu: Toma, tia, é sua.
Ela enfiou meu pau bem duro na boquinha e começou a chupar de baixo pra cima, apertando entre os lábios.
EU: Há quanto tempo você não pega um pau bem duro pra você, tia?
Minha tia: Pois é, neném, já tava precisando de uma boa pica, mas me diz, o que você quer fazer comigo?
Eu: Quero te foder, tia, mas primeiro quero ver qual o gosto da sua buceta, tô morrendo de vontade de provar.
Minha tia Estela esticou as pernas e tirou a calcinha, me oferecendo aquele sexo pelado pra eu devorar de lambida, eu desci no poço pra beber na hora, lambi toda a sua xota e ouvi atento seus gemidos de prazer, de mulher no cio.
Coloquei ela de quatro e abri suas nádegas, comecei a lamber seu cu. Minha tia estava adorando minha língua, então enfiei minha mão, coloquei o dedão no cuzinho da sua ppk e com os outros quatro agarrei toda a sua xota, e o dedo do meio ficou bem no seu botão, o que aproveitei para esfregar e ouvir seus gemidinhos enquanto continuava lambendo seu ânus como um louco, enfiava meu rosto entre suas bundas, aquela bunda que tanto tinha desejado. Era uma loucura. Tirei meu pau bem duro e enfiei na sua buceta, não conseguia acreditar, tinha minha tia de quatro, metendo toda minha pica nela, até que a empurrei e ela caiu com a bunda levantada sobre os seios, e foi aí que enfiei bem fundo até ela apertar meu pau com os espasmos da sua buceta, e me fez jorrar toda minha porra na sua ppk, gozei dentro da sua vagina, e ela reagiu e disse: não, tira, pode me engravidar, e na minha idade... E ela Tirei a porra da sua buceta, abrindo ela com os dedos e levei a mão à boca, provando o gosto da minha porra.
Isso me excitou tanto, pra depois ela finalizar dizendo: Ai filho, ninguém nunca me deu uma fodida assim com tanto tesão como você, que delícia que você chupou meu cu, meu amor. Você vai fazer amor comigo sempre que sua tia quiser, né?
Sempre que quiser, tia. O estranho é que você nem lembrou da dor no joelho enquanto eu estava te comendo.
Minha tia: kkkkkk é que você me comeu tão gostoso...








1 comentários - Transando com minha tia
Ojalá haya más historias tuyas y de tu tía 😳🔥🔥💛