Essa é só a introdução da história que vem por aí.
Espero que vocês aproveitem.
OBRIGADO POR ME LER
Sou piranha desde menina, nisso puxei pra minha mãe. Ela, quando viu como eu gostava de ser piranha, ficou muito mais íntima comigo. Lembro que a gente morava numa casa bem simples, mas era o que a gente tinha. A primeira vez que dividi um macho com ela, lembro bem. Uma noite, depois de um encontro, meu pai trouxe um cara que ele tinha pegado no baile. O cara queria levar ela pra um motel, mas ela, muito esperta, convenceu ele de que o dinheiro do motel ele pagasse pra ela e trouxe ele pra casa. O cara era muito bom de cama, fez minha velha gozar por mais de duas horas enquanto eu ficava no meu quarto. Parece que o cara tinha uns amigos que vieram de outro estado e ofereceu pra minha mãe um encontro com eles. Minha mãe, como boa piranha, aceitou na hora, mas aumentou o preço.
Mabel, que tal se eu te dissesse que minha filha pode me ajudar a cuidar de vocês? Quer conhecer ela? Quanto você pagaria por ela?
Tipo, a ver? Vocês é que põem o preço.
Mabel, fala aí, gata, vem, vem dar um oi pro meu amigo.
Saí com minha minissaia rodada e minha blusinha. Quando o cara me viu, falou pra minha mãe.
Tipo, já quero comer ela.
Mabel, sem problema, mas por ela são cem, diferente de comigo que foram cinquenta. Acho que vale a pena.
Tipo, pra mim não tem problema, mas já tenho que ir.
Mabel, então tu não tem grana suficiente.
Tipo não, não é isso. Amanhã a que horas a gente vem?
Mabel, à tarde, umas sete horas, já que meu marido trabalha de noite. Cem pra ela e cinquenta pra mim.
Tipo amanhã então a gente se vê, você vai ficar cheia de grana, com meus amigos somos quatro.
O cara foi embora e eu fiquei com muito tesão, era a primeira vez que ia transar por dinheiro, não via a hora dos quatro chegarem, a verdade é que não tava com medo, pelo contrário, minha mãe falou que o mais provável é que eu tivesse que dar o cu e que isso podia doer um pouquinho. No outro dia, meu pai chegou meio bêbado e assim que terminou de comer foi dormir que nem um porco. À tarde, minha mãe acordou ele e praticamente botou ele pra fora de casa, pra ele ir embora sossegado deu uma grana pra ele, assim sabia que no outro dia ele ia chegar mais bêbado ainda. Ele foi embora e a gente se trocou pra foder com os nossos machos, as duas com um vestido de puta que assim que eles chegaram arrancaram da gente, deixando a gente de calcinha e sutiã. Lá estavam os quatro com os paus de fora, a verdade é que todos pareciam muito bons. Nós duas ajoelhadas na frente deles tentando fazer o melhor boquete possível. Depois fomos pro quarto da minha mãe e lá ela me colocou de quatro e, abrindo minha bunda já nua, ofereceu pros quatro. Eles me arrebentaram, tavam como se tivessem possuídos por mim. Um me comia a pussy e outro me arrebentava o cu, os dois ao mesmo tempo enquanto outro me fazia chupar a cock enquanto do meu lado tava minha mãe, que tinha o cu arrebentado enquanto nos tratavam de putas. Parecia que nunca cansavam, os quatro nos comeram muito forte, tanto pela pussy quanto pelo cu. No final, antes de irem embora, nos sentaram no banheiro e aconteceu algo que eu nunca esperava: nós duas sentadas num canto do banheiro sendo mijadas por aqueles quatro machos. Nem eu nem minha mãe resistíamos a ser tão humilhadas, aliás, eu me animei a abrir a boca e deixar algum jato entrar. Quando eles foram embora, a gente tomou banho, mas nem assim conseguia tirar o cheiro de macho do corpo. Eu tava com uma dor danada no cu, e minha mãe também. Limpamos a cama e tomamos uns mates.
Tá bom, gatinha, toma, aqui tá sua grana.
Mas, mami, isso não é o que te pagaram por mim.
Velha, pega e não reclama, fui eu que consegui esses.
Apenas cinquenta quando pagaram quatrocentos por mim, além de estar dolorida me sentia enganada, mas como tinha gostado tanto daquelas picas, não me importava. Depois daquela festinha, tudo ficou mais fácil pra mim. No último ano do ensino médio, entrou um colega novo, logo coloquei ele na mira e, antes que percebesse, já estávamos saindo, mesmo que os amigos dele dissessem que eu era a puta mais fácil da escola — e eles tinham razão no que falavam. Quanto mais falavam, mais ele insistia em sair comigo. Achei que quando eu desse pra ele, tudo acabaria, então uma tarde na casa dele dei a foda da vida dele. Em vez de me largar, aconteceu o contrário: ele não me desgrudava. A verdade é que, apesar de inexperiente, ele era muito bom transando. Também, com aquela rola, não era difícil pra ele satisfazer uma mulher. Já era natural ir pra casa dele à tarde e, de vez em quando, dar uma boa trepada. A mãe dele me adorava, e o pai já tinha sacado minha ficha, embora me tratasse muito bem. E eu, claro, me fazia de santa. Mas num sábado à tarde, quando fui buscá-lo pra tomar algo, o pai dele abriu a porta. Oscar não estava, tinha ido com a mãe. Entrei pra esperar, embora ele dissesse que ia demorar. Me ofereceu algo pra beber e logo percebi que queria me comer. Não era má ideia — dele que o Oscar tinha herdado a rola que tinha, e eu não me enganei. Ali mesmo, na sala de jantar, o velho me arrebentou de pica. Me fez chupar a rola dele, e foi a primeira vez que tomei porra — até do chão ele me fez juntar com a língua. A pica dele era mais grossa que a do Oscar e me fez sentir em todos os meus buracos. Quando terminou comigo, meu futuro sogro disse que, se eu quisesse continuar com o Oscar, teria que ser a puta particular dele. E claro que aceitei — ele nunca soube que era exatamente o que eu queria. Fui embora, e o velho ficou com minha calcinha vermelha, talvez como troféu. E bem que merecia — ele me deixou destruída, e o Oscarcito não podia saber. Assim, me tornei a queridinha da família. Já me convidavam pra casa deles todo... Dias, eu já era mais uma da família. Num sábado, fizeram um churrasco, o velho tinha convidado uns amigos. A parada é que eu virei a estrela do churrasco. Oscar tava orgulhoso de tanta admiração que a namorada dele recebia. Como uma boa puta, eu sabia que era questão de tempo até todos aqueles velhos me fazerem uma festinha. E claro, já entrando pela madrugada, ninguém ia embora, e meu querido sogro me convidou pra ficar pra dormir. Minha sogra não aguentou muito o álcool e foi dormir. Eu tava com um vestidinho leve, sentada na frente do meu namorado. Meu sogro, sentado na minha frente, não parava de acariciar minha perna e subia o pé até minha buceta. Já queria dar pra ele, mas o Oscar tava ali e não percebia nada. Já tava na cara, até que num momento o Oscar não aguentou mais e falou que ia se deitar. Me perguntou se eu não me importava de ficar com o pai dele, e claro que eu disse que não. Pelo contrário, pensava em me divertir muito com ele e com os dois amigos dele, depois iria dormir com o Oscar. Meu sogro, assim que o Oscarcito foi embora, sentou do meu lado, me trouxe um vinho branco e falou no meu ouvido que aquela noite eu seria a puta dos três. Fiquei tão molhada que achei que tinha mijado. Depois de me falar isso, me deu um beijão e começou a me apalpar do jeito que só ele sabe. O sofá foi nossa cama, meu vestido ficou no chão, e os três foram meus males. Eu não neguei nada, adorava ser tão puta. Os três me comeram, mas nenhum pediu minha bunda, e ainda fizeram muito bem. Tive até dois orgasmos, que pra mim é demais. Depois eles se despediram, e meu sogro me deixou ir dormir com o filho dele. Não quis me limpar, me dava tesão pensar que ele sentiria, ao acordar, o cheiro de macho que tinha no meu corpo. E naquela manhã, quando acordamos, o Oscar me comeu com muito amor. O idiota nunca soube que o pai dele e os amigos tinham me comido. Meses depois, já morávamos juntos quase todo o tempo na casa dos pais dele, onde continuei sendo a puta do meu sogro. E isso não me incomodava nada. Já que ele me mimava, realizando todos os meus caprichos, devo dizer que meu sogro era bem ativo comigo e os dois amigos dele agora vinham com mais frequência do que nunca. Graças a isso, o Oscar conseguiu um emprego excelente, mesmo sem ter se formado, e até conseguiu ter o próprio carro — coisa que eu pedi pra ele se queria continuar me comendo, e que o Oscar nunca soube. Ele sempre achou que tinha sido ideia da mãe dele. Quando o Natal chegou, conheci os dois primos dele. A verdade é que um deles era bem gostoso, mas meu sogro me mantinha muito controlada e, mesmo tendo oportunidade de comer eles no Ano Novo, não consegui. Meu sogro me ameaçou de não pagar o casamento com o Oscar se eu fizesse isso, mas prometeu que depois de casada me libertaria. Assim que o Oscar conseguiu se formar engenheiro, veio o nosso casamento, que claro, não teve meus pais, já que eu tinha cortado toda relação com eles. A festa foi muito boa e divertida — tanto o cozinheiro quanto o cara que colocava a música me comeram escondido do meu agora marido. Eu adorava essas aventuras secretas e, pra ser sincera, não era porque o Oscar não soubesse me comer; era o tesão de transar escondido, como qualquer puta barata faria. Na primeira noite de lua de mel, assim que chegamos no hotel, foi um desafio total. O Oscar me comeu como nunca na vida dele, mas quando ele dormiu e eu saí pra dar uma volta, já tinha combinado com os primos queridos dele, que fizeram de mim a puta mais ousada. Mas por dentro, quando estava sozinha na cama com meu marido, sentia pena dele. O Oscar era bom demais comigo e não merecia que eu o traísse, mas me sentir tão puta era o melhor pra mim. Não conseguia evitar, mesmo querendo. Por isso, na nossa lua de mel, eu comi o primeiro macho que apareceu na minha frente — e claro, o primeiro que me comeu foi o do serviço de quarto. Ser puta me deu a chance de sair de uma vida numa vila, numa casa de madeira e telhado de zinco, onde pra comer eu tinha que deixar me comer junto com minha mãe. Às vezes eu ficava com fome, mesmo morando numa casa onde não me faltava nada. Só que eu tinha que continuar fazendo o que tanto gostava, mas agora em segredo. O Oscar não podia saber como eu tava botando chifre nele, porque senão ele ia voltar a ser que nem minha mãe. Mas, sinceramente, acho que de algum jeito — e não sei por quê — o Oscar gostava e ficava excitado em ser um grande cuck. Manter minha forma era essencial, ao mesmo tempo que eu me mantinha muito bem vestida, o mais gostosa possível. E, às vezes, quando o Oscar começou a convidar os amigos dele pra casa, me vestir como uma puta era fundamental. Ao contrário do que muitos poderiam pensar, o Oscar adorava ver como todo mundo me admirava. O cuck achava que era pela minha beleza, mas eu sabia muito bem que era só pra me comer do jeito que eles quisessem. E não teve amigo dele que não tivesse me macetado. Na academia que eu frequentava, tinha muita competição, mas mesmo assim eu dava um jeito de transar no chuveiro. Minha maior tara era quando o Oscar vinha me buscar na academia. Todo mundo conhecia a cara do cuck, e eu sempre saía de lá recém-comida. Isso sim. No bairro, todo mundo me conhecia como a esposa do Oscar, e ninguém como a puta que eu sou. Embora eu saiba que todo mundo desconfiava, e muitos pagariam bem pra me ter na cama. Mas isso não me interessava. Pra minha sorte, o Oscar e o pai dele tinham o costume de passar as festas todos juntos na casa do velho ou num sítio alugado. Lá também rolavam umas coisas, assim como nas férias, onde o Oscarcito me dava toda a liberdade pra me comer qualquer um. Vou contando aos poucos como tudo desabou igual a um castelo de cartas e eu acabei de novo na favela, transando por um prato de comida junto com a puta barata da minha mãe.
Espero que vocês aproveitem.
OBRIGADO POR ME LER
Sou piranha desde menina, nisso puxei pra minha mãe. Ela, quando viu como eu gostava de ser piranha, ficou muito mais íntima comigo. Lembro que a gente morava numa casa bem simples, mas era o que a gente tinha. A primeira vez que dividi um macho com ela, lembro bem. Uma noite, depois de um encontro, meu pai trouxe um cara que ele tinha pegado no baile. O cara queria levar ela pra um motel, mas ela, muito esperta, convenceu ele de que o dinheiro do motel ele pagasse pra ela e trouxe ele pra casa. O cara era muito bom de cama, fez minha velha gozar por mais de duas horas enquanto eu ficava no meu quarto. Parece que o cara tinha uns amigos que vieram de outro estado e ofereceu pra minha mãe um encontro com eles. Minha mãe, como boa piranha, aceitou na hora, mas aumentou o preço.
Mabel, que tal se eu te dissesse que minha filha pode me ajudar a cuidar de vocês? Quer conhecer ela? Quanto você pagaria por ela?
Tipo, a ver? Vocês é que põem o preço.
Mabel, fala aí, gata, vem, vem dar um oi pro meu amigo.
Saí com minha minissaia rodada e minha blusinha. Quando o cara me viu, falou pra minha mãe.
Tipo, já quero comer ela.
Mabel, sem problema, mas por ela são cem, diferente de comigo que foram cinquenta. Acho que vale a pena.
Tipo, pra mim não tem problema, mas já tenho que ir.
Mabel, então tu não tem grana suficiente.
Tipo não, não é isso. Amanhã a que horas a gente vem?
Mabel, à tarde, umas sete horas, já que meu marido trabalha de noite. Cem pra ela e cinquenta pra mim.
Tipo amanhã então a gente se vê, você vai ficar cheia de grana, com meus amigos somos quatro.
O cara foi embora e eu fiquei com muito tesão, era a primeira vez que ia transar por dinheiro, não via a hora dos quatro chegarem, a verdade é que não tava com medo, pelo contrário, minha mãe falou que o mais provável é que eu tivesse que dar o cu e que isso podia doer um pouquinho. No outro dia, meu pai chegou meio bêbado e assim que terminou de comer foi dormir que nem um porco. À tarde, minha mãe acordou ele e praticamente botou ele pra fora de casa, pra ele ir embora sossegado deu uma grana pra ele, assim sabia que no outro dia ele ia chegar mais bêbado ainda. Ele foi embora e a gente se trocou pra foder com os nossos machos, as duas com um vestido de puta que assim que eles chegaram arrancaram da gente, deixando a gente de calcinha e sutiã. Lá estavam os quatro com os paus de fora, a verdade é que todos pareciam muito bons. Nós duas ajoelhadas na frente deles tentando fazer o melhor boquete possível. Depois fomos pro quarto da minha mãe e lá ela me colocou de quatro e, abrindo minha bunda já nua, ofereceu pros quatro. Eles me arrebentaram, tavam como se tivessem possuídos por mim. Um me comia a pussy e outro me arrebentava o cu, os dois ao mesmo tempo enquanto outro me fazia chupar a cock enquanto do meu lado tava minha mãe, que tinha o cu arrebentado enquanto nos tratavam de putas. Parecia que nunca cansavam, os quatro nos comeram muito forte, tanto pela pussy quanto pelo cu. No final, antes de irem embora, nos sentaram no banheiro e aconteceu algo que eu nunca esperava: nós duas sentadas num canto do banheiro sendo mijadas por aqueles quatro machos. Nem eu nem minha mãe resistíamos a ser tão humilhadas, aliás, eu me animei a abrir a boca e deixar algum jato entrar. Quando eles foram embora, a gente tomou banho, mas nem assim conseguia tirar o cheiro de macho do corpo. Eu tava com uma dor danada no cu, e minha mãe também. Limpamos a cama e tomamos uns mates.
Tá bom, gatinha, toma, aqui tá sua grana.
Mas, mami, isso não é o que te pagaram por mim.
Velha, pega e não reclama, fui eu que consegui esses.
Apenas cinquenta quando pagaram quatrocentos por mim, além de estar dolorida me sentia enganada, mas como tinha gostado tanto daquelas picas, não me importava. Depois daquela festinha, tudo ficou mais fácil pra mim. No último ano do ensino médio, entrou um colega novo, logo coloquei ele na mira e, antes que percebesse, já estávamos saindo, mesmo que os amigos dele dissessem que eu era a puta mais fácil da escola — e eles tinham razão no que falavam. Quanto mais falavam, mais ele insistia em sair comigo. Achei que quando eu desse pra ele, tudo acabaria, então uma tarde na casa dele dei a foda da vida dele. Em vez de me largar, aconteceu o contrário: ele não me desgrudava. A verdade é que, apesar de inexperiente, ele era muito bom transando. Também, com aquela rola, não era difícil pra ele satisfazer uma mulher. Já era natural ir pra casa dele à tarde e, de vez em quando, dar uma boa trepada. A mãe dele me adorava, e o pai já tinha sacado minha ficha, embora me tratasse muito bem. E eu, claro, me fazia de santa. Mas num sábado à tarde, quando fui buscá-lo pra tomar algo, o pai dele abriu a porta. Oscar não estava, tinha ido com a mãe. Entrei pra esperar, embora ele dissesse que ia demorar. Me ofereceu algo pra beber e logo percebi que queria me comer. Não era má ideia — dele que o Oscar tinha herdado a rola que tinha, e eu não me enganei. Ali mesmo, na sala de jantar, o velho me arrebentou de pica. Me fez chupar a rola dele, e foi a primeira vez que tomei porra — até do chão ele me fez juntar com a língua. A pica dele era mais grossa que a do Oscar e me fez sentir em todos os meus buracos. Quando terminou comigo, meu futuro sogro disse que, se eu quisesse continuar com o Oscar, teria que ser a puta particular dele. E claro que aceitei — ele nunca soube que era exatamente o que eu queria. Fui embora, e o velho ficou com minha calcinha vermelha, talvez como troféu. E bem que merecia — ele me deixou destruída, e o Oscarcito não podia saber. Assim, me tornei a queridinha da família. Já me convidavam pra casa deles todo... Dias, eu já era mais uma da família. Num sábado, fizeram um churrasco, o velho tinha convidado uns amigos. A parada é que eu virei a estrela do churrasco. Oscar tava orgulhoso de tanta admiração que a namorada dele recebia. Como uma boa puta, eu sabia que era questão de tempo até todos aqueles velhos me fazerem uma festinha. E claro, já entrando pela madrugada, ninguém ia embora, e meu querido sogro me convidou pra ficar pra dormir. Minha sogra não aguentou muito o álcool e foi dormir. Eu tava com um vestidinho leve, sentada na frente do meu namorado. Meu sogro, sentado na minha frente, não parava de acariciar minha perna e subia o pé até minha buceta. Já queria dar pra ele, mas o Oscar tava ali e não percebia nada. Já tava na cara, até que num momento o Oscar não aguentou mais e falou que ia se deitar. Me perguntou se eu não me importava de ficar com o pai dele, e claro que eu disse que não. Pelo contrário, pensava em me divertir muito com ele e com os dois amigos dele, depois iria dormir com o Oscar. Meu sogro, assim que o Oscarcito foi embora, sentou do meu lado, me trouxe um vinho branco e falou no meu ouvido que aquela noite eu seria a puta dos três. Fiquei tão molhada que achei que tinha mijado. Depois de me falar isso, me deu um beijão e começou a me apalpar do jeito que só ele sabe. O sofá foi nossa cama, meu vestido ficou no chão, e os três foram meus males. Eu não neguei nada, adorava ser tão puta. Os três me comeram, mas nenhum pediu minha bunda, e ainda fizeram muito bem. Tive até dois orgasmos, que pra mim é demais. Depois eles se despediram, e meu sogro me deixou ir dormir com o filho dele. Não quis me limpar, me dava tesão pensar que ele sentiria, ao acordar, o cheiro de macho que tinha no meu corpo. E naquela manhã, quando acordamos, o Oscar me comeu com muito amor. O idiota nunca soube que o pai dele e os amigos tinham me comido. Meses depois, já morávamos juntos quase todo o tempo na casa dos pais dele, onde continuei sendo a puta do meu sogro. E isso não me incomodava nada. Já que ele me mimava, realizando todos os meus caprichos, devo dizer que meu sogro era bem ativo comigo e os dois amigos dele agora vinham com mais frequência do que nunca. Graças a isso, o Oscar conseguiu um emprego excelente, mesmo sem ter se formado, e até conseguiu ter o próprio carro — coisa que eu pedi pra ele se queria continuar me comendo, e que o Oscar nunca soube. Ele sempre achou que tinha sido ideia da mãe dele. Quando o Natal chegou, conheci os dois primos dele. A verdade é que um deles era bem gostoso, mas meu sogro me mantinha muito controlada e, mesmo tendo oportunidade de comer eles no Ano Novo, não consegui. Meu sogro me ameaçou de não pagar o casamento com o Oscar se eu fizesse isso, mas prometeu que depois de casada me libertaria. Assim que o Oscar conseguiu se formar engenheiro, veio o nosso casamento, que claro, não teve meus pais, já que eu tinha cortado toda relação com eles. A festa foi muito boa e divertida — tanto o cozinheiro quanto o cara que colocava a música me comeram escondido do meu agora marido. Eu adorava essas aventuras secretas e, pra ser sincera, não era porque o Oscar não soubesse me comer; era o tesão de transar escondido, como qualquer puta barata faria. Na primeira noite de lua de mel, assim que chegamos no hotel, foi um desafio total. O Oscar me comeu como nunca na vida dele, mas quando ele dormiu e eu saí pra dar uma volta, já tinha combinado com os primos queridos dele, que fizeram de mim a puta mais ousada. Mas por dentro, quando estava sozinha na cama com meu marido, sentia pena dele. O Oscar era bom demais comigo e não merecia que eu o traísse, mas me sentir tão puta era o melhor pra mim. Não conseguia evitar, mesmo querendo. Por isso, na nossa lua de mel, eu comi o primeiro macho que apareceu na minha frente — e claro, o primeiro que me comeu foi o do serviço de quarto. Ser puta me deu a chance de sair de uma vida numa vila, numa casa de madeira e telhado de zinco, onde pra comer eu tinha que deixar me comer junto com minha mãe. Às vezes eu ficava com fome, mesmo morando numa casa onde não me faltava nada. Só que eu tinha que continuar fazendo o que tanto gostava, mas agora em segredo. O Oscar não podia saber como eu tava botando chifre nele, porque senão ele ia voltar a ser que nem minha mãe. Mas, sinceramente, acho que de algum jeito — e não sei por quê — o Oscar gostava e ficava excitado em ser um grande cuck. Manter minha forma era essencial, ao mesmo tempo que eu me mantinha muito bem vestida, o mais gostosa possível. E, às vezes, quando o Oscar começou a convidar os amigos dele pra casa, me vestir como uma puta era fundamental. Ao contrário do que muitos poderiam pensar, o Oscar adorava ver como todo mundo me admirava. O cuck achava que era pela minha beleza, mas eu sabia muito bem que era só pra me comer do jeito que eles quisessem. E não teve amigo dele que não tivesse me macetado. Na academia que eu frequentava, tinha muita competição, mas mesmo assim eu dava um jeito de transar no chuveiro. Minha maior tara era quando o Oscar vinha me buscar na academia. Todo mundo conhecia a cara do cuck, e eu sempre saía de lá recém-comida. Isso sim. No bairro, todo mundo me conhecia como a esposa do Oscar, e ninguém como a puta que eu sou. Embora eu saiba que todo mundo desconfiava, e muitos pagariam bem pra me ter na cama. Mas isso não me interessava. Pra minha sorte, o Oscar e o pai dele tinham o costume de passar as festas todos juntos na casa do velho ou num sítio alugado. Lá também rolavam umas coisas, assim como nas férias, onde o Oscarcito me dava toda a liberdade pra me comer qualquer um. Vou contando aos poucos como tudo desabou igual a um castelo de cartas e eu acabei de novo na favela, transando por um prato de comida junto com a puta barata da minha mãe.
4 comentários - Sou piranha desde menina
los puntos y aparte los delimito en los dialogos
igualmente gracias por tu critica
ayuda