Apostando e Consolando (Conto Gay) Parte 1

Estávamos na casa do Alejandro, antes do meio-dia, quando todo mundo ia chegar pro aniversário do Ignacio, que era amigo do Claudio da academia onde eu também tinha começado uns dias atrás.
O Claudio é um amigo que conheço desde o primário, ele é um cara bem musculoso e forte, tem uma cabeça a mais que eu de altura, de pele morena, um cara que não perde uma chance, já ficou com todo tipo de gatinha e travesti sem restrição e sempre se gaba do tamanho do pau dele, que não entra fácil na boca das gatinhas por ser tão grosso. Mesmo que ninguém do grupo nunca tenha visto. E a gente sempre acaba zoando e enchendo o saco dele. Naquele dia ele tava vestido com uma camiseta e um short por causa do calor. Eu também, mas eu não tava de cueca.

Naquele dia eu tava estranhamente excitado, tarado, parece que tava há um tempão sem comer ninguém.
No fim de semana passado a gente tinha jogado pôquer e, como eu fiquei sem grana, ficou pendente uma aposta, que segundo ele ele queria cumprir com uma prenda: eu tomar um enema. Todo mundo caiu na risada e, como naquela noite eu tava com um porre danado, aceitei. Mas ficou por isso.

Aí o assunto volta agora que a gente tava sozinho e ele fala:
Claudio: "Ô, você me deve uma prenda de castigo pela aposta que perdeu no fim de semana passado!"
Eu, me fazendo de desentendido, respondi meio vago:
Eu: "É, acho que sim... e qual era?"
Claudio: "Um enema", ele responde, mas fazendo aspas com as mãos no ar e vai pro quarto.
Enquanto ele vai saindo, eu respondo levantando a voz pra ele me ouvir:
Eu: "Sério que você quer que eu faça isso?"
Claudio: "Sim", responde sem parar de andar e continua, "vem, vai. Anda, antes que o pessoal comece a chegar."
Eu hesito, mas decido entrar na brincadeira, afinal eu disse que faria, e vou atrás dele.
Entro no quarto e ele fala:
Claudio: "Apoia as mãos na cama e abaixa a calça."
Fico pensando se é assim que se faz enema e se ele realmente ia aplicar um em mim, mas, mesmo na dúvida, obedeço.
Ele abre... ele gaveta e tira um gel íntimo e uma caixa que não consigo ver o que é. passa gel no dedo indicador quando eu falo.

Eu: não vai meter no meu cu...

já tinha separado minhas nádegas com uma mão e enfiado o dedo que quase entrou sem atrito

senti um arrepio e uma meleca, enquanto comenta despreocupado

Cláudio: - é pra não doer quando o enema entrar, e dá uma risadinha... aguenta, não seja viado, e enquanto enfiava alguma coisa no meu cu continua dizendo

me avisa quando sentir uma picada.

enquanto empurrava o que quer que fosse mais e mais pra dentro, e mesmo que fosse milímetro por milímetro no meu cu virgem, parecia que entrava por quilômetros.

num momento sinto um tremor fortíssimo e uma espécie de picada e falo

Eu: aí, puta que pariu, é assim que é um enema?

Cláudio: sim, sim, enquanto tira as mãos e levanta minha calça

bom, agora tem que aguentar o dia inteiro, enquanto soltava uma risadinha safada

eu: - o quê? que coisa? quanto tempo pra fazer efeito?

Cláudio: - já vai ver, e a risada e felicidade na cara era nítida.

o pessoal começou a chegar e eu me sentia super desconfortável, Cláudio tinha acabado de meter os dedos no meu cu como se fosse coisa de todo dia e eu sentia um incômodo e não sabia o que era. claramente não tinha enfiado um enema, mas sim outra coisa.

num momento ele chega perto e fala vem que vou te apresentar meus amigos da academia e me leva quase arrastando pros sofás. eu não queria nem sentar, mas quase me sentou com um empurrão e ele senta do meu lado e passa o braço direito pelos meus ombros como um abraço fraterno, enquanto a mão esquerda dele vai pro bolso. quando todo mundo começa a falar de mulher, de academia e de futebol. alguma coisa dentro do meu cu começa a vibrar. eu olho pro Cláudio e ele, sem me olhar, só esboça um sorriso debochado. o que eu tinha no cu era um vibrador, de controle remoto, aumentava e diminuía a intensidade e aquela sensação e estranheza cresciam no meu cu e alguma coisa tocava porque eu sentia que Eu ia gozar ali mesmo. Queria parar e ir ao banheiro, mas o Claudio me segurava disfarçadamente firme. Enquanto comentava com o grupo dos dois amigos dele num tom despreocupado:

Claudio: - Alguém já enfiou um dedo no cu de vocês ou alguma outra coisa?

Enquanto aumentava a intensidade do vibrador e claramente estava roçando minha próstata, porque eu estava prestes a gozar como nunca antes. Alguns respondiam, mas zoando ele: "O que foi, bateu a curiosidade?", "Teve uma experiência ruim?" e comentários assim.

Claudio: - Será que é verdade que você goza se massagear a próstata? Que loucura, né? Por que o homem tem o ponto G lá, não é?

Todos continuavam tirando sarro dele, porque ele sempre soltava uns papos assim, mas eu não sabia como me esconder, porque já tinha gozado e, como estava só de calça, dava pra ver a mancha de porra, e a vibração continuava, e eu sentia que ia gozar de novo, enquanto tentava controlar os tremores e arrepios.

Depois de um bom tempo conversando, eu já tinha perdido a conta de quantas vezes gozei e das que foram só espasmos de gozadas, porque não tinha mais porra nos meus ovos. E eu digo, tentando não deixar a voz falhar:

Eu: - Ehhh, vou ao banheiro...

Levanto como posso e, quando vou ao banheiro me escondendo como dava, ele me alcança lá e fala pra irmos pro quarto pra ele tirar o negócio. Quando entramos, ele diz:

Claudio: - E aí, como é que se sente? Enquanto ria sem parar.

Eu: - Ha ha ha, digo sarcástico, olha como eu tô, me dá uma calça ou algo e tira essa porra do meu cu. Que a piroca tá ardendo de tanto gozar, sua puta mãe.

Claudio: - Eu tiro, mas se você me fizer um favor... porque você não cumpriu de deixar o dia inteiro. Enquanto aumentava a intensidade da vibração a ponto de quase dobrar minhas pernas.

Eu: - Fala... o que for... mas tira isso.

Sem desligar o vibrador, ele tira minha calça, joga de lado e diz: "Veste isso", e abrindo minhas pernas, coloca o que acho que era uma sunga, e me leva pra cama de casal. Ele senta no meio, na altura da... travesseiros e eu fico de lado, bunda pra cima com a cabeça na altura da virilha, que não demora a baixar as calças e diminuir as vibrações ao mínimo, mas sem desligar, e me diz:

Cláudio: — Chupa um pouco pra mim e a gente desliga.

Antes que eu responda, já estava roçando a boca na pica, que tava dura e realmente era bem grossa. Eu queria recusar, mas já tava com ela enfiada na boca e, com a mão esquerda na minha nuca, já tava bombando. E conforme ficava mais dura, mais difícil ficava, mas ele intensificava a bombada.

Ouvi ele passar gel íntimo nos dedos de novo e, no cu, não sentia mais a vibração, mas sim algo entrando e saindo, e não sabia se era o vibrador ou os dedos dele, enquanto eu cuspia de lado o que achava ser uma cueca.

Nisso, a porta tava escancarada e se ouve alguém vindo, mas Gabriel nem se abalou. Quando aparece, era o Gabriel, um dos amigos da academia com quem a gente tava conversando.

O Gabriel começou na academia faz pouco tempo e é um pouco mais barrigudo que o Cláudio, embora do mesmo tamanhão, uns quarenta e poucos ou cinquenta anos, o mais velho do grupo, de pele clara mas bem mais peludo, não tá na idade de se depilar.

Quando aparece, ele diz:

Gabriel: — Cadê o... epa? Desculpa, não queria... interromper... mas você tava demorando pra voltar e...

Como se fosse normal, Cláudio responde:

Cláudio: — Não, sem problemas, queria pica e você sabe que um boquete não se nega a ninguém, e ri.

Enquanto eu tava com a pica até a garganta e os dedos enfiados no cu, como se eu explicasse que não era bem assim. E Cláudio continua:

Cláudio: — Ia falar pra ele não, mas olha a calcinha que ele trouxe. Enquanto tira os dedos do meu cu e estica a calcinha rosa que ele colocou em mim, e segue: — Tá aprendendo ainda, mas vou deixar ele bom.

Como hipnotizado, Gabriel só responde:

Gabriel: — Ah sim!, mas não tirava os olhos da cena.

Cláudio: — Vem, junta aí, você tá morrendo de vontade.

Gabriel: — É... bora, verdade, teria preferido um Trava, mas um cu é um cu. Enquanto se acomoda em cima de mim, abre minhas pernas e me posiciona na diagonal na ponta da cama, levanta a cabeça e fala pro Claudio:

Gabriel: - Tem camisinha?
Claudio: - Sim, ali na mesinha do lado da cama. Enquanto pega minha mão e continua falando, você segura a tanga pra entrar tudo, e eu obedeço.

Enquanto começa a meter a cabeça da rola, que por sorte era menor que a do Claudio e, somado ao tempo que fiquei com os dedos do Claudio enfiados, já tava bem dilatado.

Eu já tava com a mandíbula travada e não acreditava que tinha passado de ficar com uns gatinhos pra estar chupando rola, enquanto arrombavam meu cu e eu segurava a tanga que nem uma puta.

A porrada já era forte na boca e no cu, minha cabeça subia e descia, enquanto sentia a rola entrando e saindo do rabo. Depois de um tempo que eu já não aguentava mais, o Gabriel fica tenso e sinto ele gozar e cair em cima de mim. Depois de um minuto, ele se levanta e o Claudio fala:

Claudio: - Vem, que a gente troca! Assim ela chupa e deixa limpinha.
Gabriel: - Sério????? E se joga do lado do Claudio na cama.

Só aí ele tira a rola da minha boca, depois de todo esse tempo, e eu viro pro outro lado, enquanto o Gabriel tira a camisinha e, a pedido do Claudio, passa o resto na rola pra eu chupar e limpar, engolindo toda a porra. Enquanto começo a chupar o Gabriel, entre engasgos por não ter costume de provar porra, os dedos do Claudio entravam e saíam do meu cu. Ele me faz ficar de quatro enquanto tenta colocar a camisinha, que não entrava por causa da grossura da rola e arrebentava, então ele só puxou a tanga de lado e começou a meter a cabeça da rola no meu cu a seco até conseguir enfiar. Me segurando pela cintura, começa a bombar, aumentando o ritmo mais rápido do que o cu aguentava. A dor era fortíssima, a ponto de eu ter que parar de chupar o Gabriel pra aguentar as estocadas, mas ele O próprio Cláudio me posicionou pra eu continuar chupando o pau do Gabriel.
A rola da Gabriela tinha amolecido pra caralho, mas como eu continuei chupando sem parar, senti ela ir endurecendo de novo aos poucos, enquanto o Cláudio quase gritava repetindo "como é bom foder sem camisinha" e "que delícia achar uma bunda tão aguentadora assim".

Depois de um bom tempo de metidas, sinto o pau dele ficar ainda mais duro, se é que isso era possível, e com três jorros ele enche meu cu de porra quente. Depois de um instante, ele tira o pau, e a porra escorria de tanta quantidade. Ele desce, senta na cama, e meu cu pulsava com uma força do caralho. Eu não aguentava mais, não sabia se o que doía mais era o cu, a mandíbula ou o quê. Mas quando acho que acabou, o Gabriel comenta:

Gabriel: — Vem, sobe e senta no meu pau por um tempo, que já me deu vontade do segundo.

Mas antes que eu pudesse recusar por causa do cansaço, o Cláudio se levanta, fica de pé na cama, me ergue e me posiciona sentando no pau do Gabriel, que entrou de uma vez, enquanto ele me segurava pelas nádegas pra eu subir e descer. Eu não aguentava mais, e o Cláudio limpa um pouco o pau dele na minha camiseta e enfia a rola na minha boca sob a ordem: "chupa, puta, que ainda não acabou".

Continua...

3 comentários - Apostando e Consolando (Conto Gay) Parte 1

como me gustan tus historias!! sos crack!!