Meu jantar com a Sofi

Sofía Lucia, de altura mediana, quase chegando aos 40, branca, loira, olhos verdes que acalmam. Desde sempre foi provocante e sorridente. Dá pra imaginar o corpo dos sonhos dela. Linda, curvilínea, cabelo ruivo, despertava minha vontade só de vê-la andar, a bunda dela tem um passo hipnótico.

Um dia, caminhando pelo centro da cidade, nos encontramos num cruzamento. Com a boquinha sorridente, ela soltou um saudação emocionada. Não hesitei em abraçá-la, porque o perfume dela me atraía. Deslizando minha mão onde termina as costas dela, acariciei a borda da calcinha fio dental que ela usava por baixo do vestido vermelho. Aproveitamos pra rir e relembrar os velhos tempos, combinamos de jantar naquela noite num restaurante no centro da cidade.

Quando deu 7 da noite, recebi a mensagem da Sofi pra nos encontrarmos no parque. De longe, observei ela: estava com um vestido verde e seus acessórios, do meu lado prefere usar tênis e cobria os ombros com uma echarpe, embora os decotes e as pernas dela estivessem bem à mostra. Coloquei minha mão na cintura dela ao cumprimentá-la, e a Sofi sorriu. Com delicadeza, desviei minha mão para o ombro dela e seguimos caminhando até chegar no restaurante.

Acariciando minhas costas, a Sofia diz querer comer carne e relaxar com uns copos de vinho tinto. Com um olhar provocante e sorridente, ela fala: "Tô com vontade de carne". Sorrindo, respondo: "Já quero chegar na sobremesa."

Sentamos num canto do restaurante, um ambiente suave e fresco. A Sofi aproveitou pra tirar os acessórios. Já sentados, ela aproximou o joelho do meu, apoiei minha mão nele e conversávamos sobre o vinho. Não aguentei passar minha mão pela coxa dela... Já mais calma, a Sofi se ajeitou, sorriu e argumentou: "Verdade que esse verde me deixa com as pernas mais pálidas?" Chegou a carne e os copos iam e vinham. Já com o clima mais animado, fomos nos aproximando mais.

Acariciei a perna dela do joelho até onde pudesse sentir a borda da calcinha fio dental. A Sofia, já no tesão, cedia a força das pernas e me deixava avançar. Já dava pra sentir aquele calor da bucetinha dela. Entre a tela da tanga, eu mexia meus dedos naquele clitóris babado. Disfarçando, ela mordia o lábio, e eu ficava mais excitado com a mão cheia dos fluidos dela. A gente se arrumou rápido e, enquanto eu pagava a conta, a Sofi entrou no banheiro. Quando voltou, fomos pro meu quarto.

A Sofi, que já não aguentava mais, foi pra um canto da cama... de pé, exibindo aquele rabo lindo, levantou o vestido e rebolava a bunda na tanga verde. Quando se abaixou, deixou ver a xereca dela... inchada, rosa e molhada.

Peguei aquelas nádegas e aproximei a buceta dela do meu rosto, mordi aqueles lábios e, enquanto brincava com a boca, ela se mexia de tesão. Com a mão, puxei a tanga dela pra esquerda e comecei a enfiar meu dedo no cu dela. Já com a pica dura, agarrei ela pelo cabelo e meti minha rola na boca dela.

Um boquete quentinho e relaxado, ela ficava confortável nas minhas bolas. E, já deitados no chão num 69, aproveitei pra colocar um plug no cu dela — um coração rosa que deixava a bunda dela ainda mais gostosa.

Entre boquete e roçadas, a Sofi finalmente se animou a montar em mim, e...

me segue pra segunda parte.

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