Praia Parte 2

Praia Parte 2Não tinha tempo, mas aqui está o que aconteceu depois. Ele se deitou do meu lado e me beijou. EU - já viu as horas? Você demorou uma hora, sério ainda tá afim? EU - não, já era. Se minha amiga acordar, não, já era! Cê tá bêbado e demora demais. CUNHADO - shhh, não fala, descansa. Sua amiga tá bem dormida, bebeu muito. EU - e os amigos dela? E se minha irmã vier? A gente ficou conversando enquanto descansava, doeu um pouco porque não tava tão lubrificada ou sei lá, mas queria relaxar pra ir pra onde minha amiga tava. Passaram uns 15 minutos que entre conversas a gente se beijava e ele me tocava, eu falava que não, que já era, mas no fundo queria de novo. Nisso, ouvi um gemido forte, eram os amigos da minha irmã e meu cunhado, tavam fazendo a mesma coisa que a gente há pouco, mas com as ondas os gemidos se perdiam. Fiquei tão excitada quando ele enfiou um dedo na minha bunda e me beijou. CUNHADO - fica de quatro. EU - mas se apressa e não demora, tô com medo de alguém nos descobrir. Me coloquei e ele beijou minhas costas e enfiou o dedo de novo atrás, depois dois, e eu gostava tanto que gozei. Senti tão gostoso aquela sensação de prazer e adrenalina de estar em perigo. Ele colocou a cabeça do pau dele e, como já tava lubrificada, foi enfiando devagar. Eu sentia ele tão grande como sempre, abri mais minhas nalgas com as mãos e, quando tava tudo dentro, virei pra olhar ele. EU - não se mexe, por favor. Espera. CUNHADO - cê gosta que eu tô dentro do seu bum, minha menina? Aperta mais, docinho, minha cunhadinha linda. EU - siiiim, não se mexe, ahhh, por que eu gosto tanto que cê faça isso comigo, ahhh. Ele foi tirando devagar, eu ainda com as mãos abrindo minhas nalgas e ele me segurando pela cintura, e quando só tinha a cabecinha do pau dele, enfiou tudo de novo. Eu só gritei e fechei a boca, apertando os dentes e empunhando as mãos pra frente, soltando minhas nalgas e sentindo elas se fecharem apertando ainda mais o pau dele. Ele fez isso umas 5 vezes e depois mais e mais rápido. Assim ficou uns 20 minutos e ele não gozava. EU: — Anda logo, vai, goza logo, ahhh. CUNH: — Espera, meu amor, é tão gostoso te comer aqui, ahhh. EU: — Jááá, ahhh, aahhh, não tão rápido, ahh, espera, ahhh. Ele puxou meu cabelo e batia com tanta força que eu tentava segurar com a mão pra não chegar, mas era impossível, já tava doendo, queria chorar. EU: — Jááá, por favor, já tá doendo, jááá, ahhh. CUNH: — Já vou, aguenta. De repente, senti que ele tava gozando, mas continuava no mesmo ritmo, foi tão gostoso porque aliviou um pouco a dor. Ele continuou até deixar minha bunda cheia de porra, tirou e eu me joguei de bruços, sentindo o cum escorrendo da minha bunda. Ele deitou do meu lado. CUNH: — Te quero pra caralho, não importa sua idade, e não é porque tô bêbado, mas você é a melhor buceta que já comi. EU: — Ahã, cala a boca! Me dá um papel. Me limpei e fiquei de boa pra relaxar. Quando já tava tranquila, ele já tava roncando gostoso. Saí da barraca e quando tava indo pra cabana da minha amiga, ela tava saindo. EU: — Ei, onde cê vai? AMIGA: — Tô com vontade de vomitar. EU: — Vamos, vem. Depois de vomitar e voltar pra cabana. AMIGA: — Ei, cê ouviu como comeram sua irmã? Deram na bunda dela. EU: — Não, como cê sabe? AMIGA: — Porque ouvi ele falando pra ela não tirar, haha, mas dormi de novo. Não me deixa beber assim mais. EU: — Cê mal consegue andar, e eu também, mas por estar aberta, cheia de porra, haha. AMIGA: — Aberta que nem a mochila ou o que cê disse? EU: — Nada, anda, cê pesa pra caralho. Entramos e deitamos pra dormir.

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