Julián sempre achou que o vizinho dele era um cara sortudo. Não pelo carro novo, nem pela casa com jardim, mas pela mulher que o acompanhava: Cláudia, uma morena de curvas irresistíveis, lábios carnudos e olhar safado que parecia saber o efeito que causava nos homens.Uma noite de verão, Julián saiu na sacada pra fumar e, quando levantou a vista, ficou sem ar: Cláudia estava no terraço ao lado, completamente nua, bebendo vinho e deixando a brisa acariciar a pele dela.
Ela viu ele na hora. Não se cobriu; pelo contrário, sorriu com malícia e cruzou as pernas devagar, mostrando só o brilho molhado da buceta dela.
— Não consegue dormir, vizinho? — perguntou com uma voz sedutora.
Julián engoliu seco.
— Com essa vista… impossível.
Cláudia riu baixinho e tomou mais um gole. Depois, sem aviso, levou uma mão entre as coxas e começou a se acariciar devagar, com os olhos fixos nele.
— Então olha… mas não chega perto.
Julián sentiu a pica crescer na hora. Apoiou-se no parapeito, olhando como um condenado, enquanto Cláudia abria as pernas e brincava com o clitóris, molhada, excitada por ter um espectador proibido. Os gemidos dela eram baixos, contidos, o suficiente pra deixar ele louco.
Ele não aguentou mais e baixou a calça, batendo uma na frente dela.
— Porra, Cláudia… você me mata — ele ofegava, com a mão deslizando pela pica dura.
Ela se arrepiou, ainda mais excitada ao ver ele perder o controle.
— Mmm… é, assim, vizinho… goza pra mim.
O dedo dela entrou nela, rápido, molhado, enquanto olhava pra ele com a boca entreaberta. Julián bombava com raiva, incapaz de resistir. Cláudia tremeu, o orgasmo explodiu no corpo dela, e ao mesmo tempo ele se derramou com um gemido, sujando o chão da sacada.
Ela riu, lambendo um dedo molhado.
— Isso é o que fode você, vizinho. Só me olha… só me deseja.
Julián ficou tremendo, sabendo que tava ferrado: Cláudia tinha prendido ele, e aquela primeira noite não seria a última. última.
Desde aquela noite no terraço, Julián não conseguia tirar da cabeça a imagem da Claudia gozando na frente dele. Dormia mal, acordava excitado, e toda vez que via o marido dela saindo pra trabalhar sentia uma mistura de culpa e desejo impossível de controlar.Até que numa sexta à tarde, com o vizinho fora, Claudia mandou uma mensagem que deixou ele tremendo:
"Passa aqui em casa se tiver coragem. A porta tá entreaberta."
O coração de Julián disparou. Ele atravessou como um ladrão e entrou. Lá dentro cheirava a vinho e perfume doce. A casa tava na penumbra, e no fundo, na sala, Claudia esperava de calcinha preta, rendada, com uma taça na mão.
— Sabia que você viria, vizinho… — falou com um sorriso safado, caminhando até ele —. Desde aquela noite, seus olhos me pertencem.
Julián engoliu seco, mas não conseguiu responder. Ela pegou a mão dele, guiou até o próprio peito e forçou ele a apertar. O mamilo dela tava duro, pulsando. Julián explodiu, beijou ela com fome, devorando a boca dela, apertando ela contra a parede.
— Shhh… — Claudia parou ele, roçando os lábios —. Você ainda não pode me comer… primeiro tem que merecer.
Ela se virou devagar, abaixando a calcinha na frente dele, deixando a buceta brilhante à mostra. Depois se inclinou no sofá, arqueando as costas, e olhou por cima do ombro.
— Coloca sua língua aqui… quero sentir como você me implora.
Julián caiu de joelhos, desesperado, e enterrou o rosto entre as bundas firmes dela, lambendo cada dobra, enfiando a língua na buceta molhada. Claudia gemia alto, se acariciando os peitos, enquanto usava ele como se fosse o brinquedo pessoal dela.
— Assim, vizinho… mais fundo… me faz gritar!
Julián obedecia sem controle, devorando ela, sentindo o gosto molhado escorrer pela boca. Quando ela gozou, as pernas tremeram e apertaram a cabeça dele com força. Depois, ofegante, ela se virou pra olhar ele, ainda de joelhos.
— Muito bem… — sorriu com malícia, acariciando o cabelo dele —. Agora já Você provou o que tanto queria.
Ele estava prestes a explodir, a ereção rasgando a calça dele.
—Claudia, por favor… deixa eu te comer logo.
Ela riu baixinho, cruel.
—Ainda não, vizinho. Por enquanto, vai ter que se contentar em me lamber. Na próxima… a gente vê se você merece.
Julião ficou ardendo, com a boca cheia do gosto dela e o corpo prestes a estourar. Sabia que tinha caído no jogo dela, e que não tinha volta.
O desejo tinha se tornado insuportável. Julián mal conseguia se concentrar em nada; trabalhava, comia e dormia com uma única imagem fixa na cabeça: Claudia, nua, gemendo de joelhos.Naquela noite, ela o chamou de novo.
— Vem, vizinho… hoje vou te deixar mais perto do que você sonha.
Quando Julián entrou, a encontrou esperando no quarto de casal. Claudia estava na cama, vestida só com meias pretas e saltos altos, as pernas abertas e um sorriso de puro pecado.
— Tira a roupa — ordenou com voz baixa, mas firme.
Julián obedeceu na hora, mostrando o pau pulsando, tão duro que doía. Ela o percorreu com o olhar como uma rainha avaliando seu servo.
— Hoje vou deixar você me comer… mas nas minhas regras. Não goza até eu permitir. Entendeu?
— Sim… o que você quiser — ele ofegou.
Claudia o fez se aproximar, pegou o pau dele com a mão e esfregou devagar contra a buceta encharcada. Os dois gemiam só com o roçar. Finalmente, com um movimento firme, ela o guiou para dentro.
— Meu Deus! — Claudia arqueou as costas, recebendo ele até o fundo.
Julián meteu com toda a fúria acumulada de semanas, segurando ela pelos quadris, entrando e saindo num ritmo frenético. Ela gritava, cravando as unhas nas costas dele, pedindo mais.
— Assim, vizinho, mais forte! Me arrebenta!
Ele a virou de bruços, segurando ela pelo cabelo, e comeu com força, as nádegas batendo contra a pélvis dele. Claudia mordia os lençóis, delirando de prazer.
— Sou sua, Julián! — ela gritava — Faz o que quiser comigo…
Ele a virou de barriga pra cima e montou com fúria, os peitos dela balançando, os gemidos enchendo o quarto. Julián estava no limite, mas lembrou da regra. Parou um segundo, ofegante.
— Claudia… não aguento mais.
Ela sorriu, suada, acariciando o rosto dele.
— Goza dentro de mim, vizinho… quero sentir você todo.
Com essas palavras, Julián perdeu o controle. Agarrou os peitos dela e meteu com força brutal até explodir dentro dela, um orgasmo longo, ardente, que deixou ele tremendo contra o corpo dela. Claudia arqueou junto com ele, atingindo um clímax selvagem que sacudiu ela toda.
Os dois ficaram exaustos, encharcados de suor, respirando ofegantes. Claudia abraçou ele, sorrindo com malícia.
—Agora sim, vizinho… você já é meu amante. E pode crer… isso tá só começando.
Os corpos de Claudia e Julián ainda se chocavam com força, o quarto tomado por gemidos, cheiro de sexo e suor. Julián metia nela com fúria, enfiando o pau na buceta dela sem parar, enquanto ela o provocava com a voz ofegante: —Mais forte, vizinho! Me faz gritar!
De repente, o som inconfundível de uma chave girando na porta os congelou. O marido.
—Porra! —sussurrou Julián, parando de repente, ainda dentro dela.
Claudia, em vez de se assustar, sorriu com um brilho perverso nos olhos.
—Não para. —mordeu o lábio dele—. Me come enquanto ele entra.
Ele hesitou, mas o medo e o tesão se misturaram. Continuou enfiando, abafando os gemidos no pescoço dela. O barulho de passos no corredor se aproximava.
—Claudia, ele vai nos descobrir… —gemeu ele, tremendo.
Ela apertou ele mais forte contra o corpo, sussurrando no ouvido dele:
—Isso me excita ainda mais…
O marido chamou da cozinha.
—Claudia! Você está em casa?
Ela riu abafado, arqueando as costas, curtindo o risco como nunca. Num sussurro urgente, disse pra Julián:
—Levanta. Rápido.
Confuso, ele se afastou, ofegante, o pau ainda duro e brilhando com os fluidos dela. Procurou a roupa desesperado, mas Claudia arrancou das mãos dele e escondeu debaixo da cama.
—O que você tá fazendo? Me dá! —exclamou num murmúrio histérico.
Ela empurrou ele pra sacada, completamente pelado.
—Não, vizinho… hoje você sai assim. —sorriu diabólica—. Quero ver você se arrastando pela minha sacada, pelado, tremendo, sabendo que meu marido tá a poucos metros.
Os passos já estavam no corredor. Julián suava frio, mas não teve escolha: Claudia empurrou ele e fechou a porta da sacada, deixando ele exposto, encolhido, com o pau ainda duro, enquanto ela arrumava o roupão e saía pra receber o marido como se nada fosse.
Lá fora, Julián ouvia a voz calma de Claudia:
—Oi, amor. Chegou mais cedo… ia tomar um banho agora.
O coração de Julián batia loucamente. Ele estava pelado, Preso, o corpo ainda cheirando a sexo. Mas o pior era o sorriso que a Claudia deu pra ele antes de fechar a cortina da sacada: um sorriso de pura perversão.
Ele sabia que ela tinha ele na mão… e que ele ia voltar atrás dela, mesmo que arriscasse tudo.
Julián passou duas noites sem dormir, lembrando da humilhação de ter que fugir pelado pela sacada. Ninguém viu, por sorte, mas a vergonha queimava… misturada com um desejo doentio de ter a Claudia de novo.Ele bateu na porta da casa dela numa segunda-feira à tarde, com o olhar duro. Ela abriu enrolada num roupão leve, e ao vê-lo sorriu como se esperasse por aquele momento.
— Vizinho… que cara séria. Veio reclamar?
Ele entrou sem pedir licença, bateu a porta com força e a encurralou contra a parede.
— Você acha graça do que me fez? — rosnou, apertando a cintura dela.
Claudia mordeu o lábio, excitada com o tom dominante.
— Você estava uma delícia se arrastando pelado… — sussurrou provocante.
Julián fingiu raiva, puxou ela pelo cabelo e a forçou a se ajoelhar.
— Então agora você vai se desculpar como deve ser.
Ela riu, mas não hesitou em abrir a calça dele e liberar o pau duro. Sem esperar, meteu na boca com vontade, chupando fundo, deixando a cabeça deslizar pela garganta. Julián ofegava, segurando o cabelo dela com força, mexendo os quadris, usando a boca dela como castigo e recompensa.
— Isso… engole tudo, puta — gemeu, batendo de leve na língua dela com a ponta inchada —. Assim você aprende a não brincar comigo.
Os olhos de Claudia brilhavam de luxúria enquanto o chupava ruidosamente, babada, engolindo cada estocada. Mas Julián não parou por aí. Quando estava quase gozando, levantou ela bruscamente e a inclinou sobre o sofá, com a bunda redonda exposta.
— Agora é minha vez de me vingar.
Cuspiu no cu dela e começou a esfregar a ponta do pau na entrada apertada. Claudia abriu a boca surpresa, tremendo de excitação e medo.
— Vizinho… espera…!
— Não. — rosnou ele, empurrando com força até se enterrar devagar naquele lugar proibido.
Ela gritou, arqueando as costas, mas logo os gemidos dela viraram gemidos de prazer intenso. Julián segurava ela pela cintura, comendo com fúria por a buceta, cada estocada funda fazendo ela tremer.
—Ai, Deus, isso! —gritou ela, com a cara enfiada no travesseiro—. Me come por aí… me arrebenta… isso, Julião!
Ele tava fora de controle, descontando em cada metida, cravando as unhas nas cadeiras dela. E quando sentiu que ia gozar, empurrou mais forte, derramando dentro dela com um rugido selvagem.
Claudia se largou exausta, tremendo, com um sorrisinho safado nos lábios.
—Se é assim que você fica quando se irrita, vizinho… acho que vou te provocar mais vezes.
Julião, ainda ofegante, sabia que tava ferrado: aquela mulher não só tinha pegado ele… agora tava completamente dominado.
Naquela tarde, Julián viu um caminhão de mudança na frente da casa do vizinho. O coração gelou na hora: caixas, móveis e, no meio delas, Claudia, supervisionando tudo com um vestido leve que colava no corpo dela como uma segunda pele.Mais tarde, quando o marido saiu pra resolver umas coisas, ela chamou ele com um aceno da porta dos fundos. Julián entrou com o peito apertado, sabendo que era a última vez.
— Então é verdade… você vai embora — murmurou ele, tentando parecer frio.
Claudia trancou a porta, olhou pra ele com aqueles olhos perversos e, sem mais, deixou o vestido cair. Ficou nua, perfeita, com o corpo ainda mais gostoso sob a luz da tarde.
— Sim, vizinho. Vou com meu marido pra outra cidade… Mas não vou embora sem você me comer uma última vez.
Ele não esperou mais. Pegou ela com fome, levantou no colo e jogou em cima do colchão já pelado no chão. Meteu de uma vez, entrando com toda a raiva guardada. Claudia gritou de prazer, enroscando as pernas na cintura dele.
— Isso, Julián! Me faz sua uma última vez!
O sexo foi bruto, desesperado, como se os dois quisessem gravar na pele cada estocada, cada gemido. Julián comeu ela em todas as posições: contra a parede, de quatro, por cima dela com os peitos quicando sob as investidas dele. Os corpos se chocavam com suor, saliva e gemidos misturados, até que ele virou ela de bruços e meteu no cu, fazendo ela gritar de prazer e dor ao mesmo tempo.
— Deus, sim! Me arrebenta, vizinho! — gritava ela, delirando, até gozar com um orgasmo que sacudiu o corpo inteiro.
Ele gozou forte dentro dela, rugindo o nome dela, se derramando até ficar exausto, os dois suados, estirados no chão, abraçados.
O barulho do motor do caminhão lá fora fez eles reagirem. Claudia se levantou, se vestiu correndo e deu um último beijo quente, mordendo o lábio dele.
— Vizinho… espero que você se lembre de mim.
Julián olhava pra ela sem conseguir falar, com o coração em chamas. Ela Sorriu, maliciosa, e sussurrou no ouvido dele:
—Quando eu me estabelecer… te mando minha localização.
E saiu da vida dele como um furacão, deixando ele tremendo, marcado pra sempre.

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