Oi, me chamo Juan, tenho 20 anos, não vou mentir pra vocês, não sou nada extraordinário, na verdade, sou um cara normal, não tenho namorada, estudo e só saio de casa pra comprar umas coisas na loja e é isso, literalmente um perdedor que só passa o tempo batendo punheta com as calcinhas e cuecas sujas que minha mãe deixa pela casa toda. Às vezes encontro calcinhas manchadas com o fluxo dela, que ela usa por vários dias, outras vezes acho elas manchadas e encharcadas de porra. Enfim, minha mãe não tem culpa de adorar uma pica e isso não me incomoda, não mais. Na verdade, fico feliz por ela, se ela é feliz, eu também sou e apoio ela. Bom, essa é a história das minhas origens como um bom corno manso. Era o ano de 2015, no México, num povoado afastado da cidade. Era uma porra de um povoado pequeno, mas como todo mundo sabe: "Povoado pequeno, inferno grande". Se a gente tinha umas 500 pessoas morando lá, era muito, ou seja, todo mundo se conhecia e raramente chegava gente desconhecida. Tinha escola e tudo, claro, também não vivia no deserto. O que quero dizer com isso é o seguinte:
Quando eu tinha 10 anos, a gente se mudou pra esse povoado, éramos eu e minha mãe. Não tenho pai, porque desde que me entendo por gente me chamam de "Probeta", "Bolo de três leites", "Prêmio grande", "Mole", "Pudim", etc. Já foram vários apelidos, e tudo por causa da minha mãe gostosa.
Minha mãe, se chama Rosa, uma mulher de 45 anos hoje em dia, naquela época ela devia ter uns 35 ou 39, gordinha, tipo curvilínea, cabelo preto comprido com mechas loiras. Desde que você via ela, já sabia que era uma puta daquelas que fazem por amor à arte, ou ao pau, nesse caso. Sempre teve umas tetonas do tamanho de uma bola, e um rabão gordo e redondo. Sempre foi muito sociável e pouco se fodava pro que falavam dela, ela se sentia uma verdadeira gostosa. É daquelas mulheres que são vaidosas e trouxas, se apaixonam logo de cara pelo pau e ficam aguentando as porradas que o macho dá (depois eu falo disso).
Entre os milhares de apelidos que já ouvi chamarem na minha mãe, pelas costas e na cara, tem vários criativos, tipo: "A torta", "Bucetuda", "Cuzão sociável", "Entregadora de buceta em domicílio", "Bolacha do DIF", e o meu favorito… "Porca universal", haha… até hoje continuam chamando ela de tudo e ela só sorri, porque sabe que é verdade. Mas é só a introdução, pra vocês terem mais ou menos uma ideia de como é a minha mãe. Vamos começar a história: Como eu falei, chegamos numa cidadezinha. A parte do centro era bonitinha, mas fora dali era quase tudo estradão de terra e fazia frio a maior parte do ano. A gente chegou em novembro, quase perto do Natal. Fomos pra uma casinha simples, normal, daquelas casas mexicanas que a gente vê nos vídeos. O telhado era de zinco e o chão era de terra batida. Só tinha dois cômodos, mas tava perfeito porque éramos só nós dois. Chegamos de madrugada na casa, de táxi. O dono se chamava...Miguel, um senhor gordo mas forte, dava pra ver que se você cantasse uma bola pra ele, ele te sentava na porrada, me dava medo. Ele fez um "favor" pra minha mãe de trazer a gente até aqui, boto as aspas no "favor" porque depois que o senhor ajudou a descer as coisas, começou a querer cobrar o favorezinho.Miguel: Então já chegamos, dona, tá frio, né?—Dizia Miguel enquanto olhava pras tetonas da minha mãe, ela sempre foi de usar decotes, então vivia mostrando elas e raramente usava sutiã, então já viu, minha mãe tava com os "farol alto" aceso.
Rosa: É, já tô, pra ficar de perna trançada vendo TV kkkk, não se iluda. O senhor não tá com frio? Quer que eu faça uma "blusona"? Digo, que eu empreste, kkkk.— Minha mãe já tava começando a mandar umas indiretas sobre espremer toda a porra daquele velho nojento —
Miguel: Kkkkkk… e aí, cadê aquela confiança toda, dona? O que seu filho vai pensar de você?- Vale deixar claro que, pra começar, eu não fui desejado, obviamente, fui um dos muitos erros que a minha mãe cometeu e ela sempre me viu como umcarapraticamente—
Rosa: Ai! O que esse cara vai dizer? Só de olhar pra cara dele já dá pra ver que é um completo estúpido e idiota, né Miguel? Kkkkkkkkkkkk.—Aquele idiota começou a rir junto com a minha mãe e começou a me chamar de viado e me xingar. Já tava acostumado a ser zoado, então não me afetou tanto assim.
Miguel: Ai, dona, a senhora é má mesmo, já não zoa mais do moleque, tudo bem que ele é todo otário, idiota, babaca, maluco, estúpido, cuzão, merdeiro e imbecil, mas não exagera, hein! Kkkkkkkkkk.
Rosa: Ah, seu Miguel! Já botou apelido novo no lixo do meu filho, o senhor também é ruim! Kkkkkkkkk.
—Um monte de zuera eu aguentava enquanto o velho nojento criou confiança e entrou em casa pra ajudar a gente a arrumar as coisas e de vez em quando me dar uns “tapas” que eu bem merecia por ser viado, e a minha mãe ria e aplaudia, ela também me dava um por “viado”—
- No fim, enquanto a gente arrumava as coisas, minha mãe fala:Rosa: Ai, seu Miguel, me ajuda a colocar o colchão na base da cama, é que é novo e tá pesado, eu não aguento e esse cara (eu) também não, é uma mocinha, não pode carregar peso.
Miguel: Cê sabe que sim, senhora, aliás, vamo pro quarto e aproveita que a gente testa de uma vez, né? Tô falando pra ver se é confortável ou não kkkkkk.
Rosa: Aiiii seu Migueeeel! Kkkkkkkk... por que cê tá me falando essas coisas? Vai fazer minha bucetinha ficar toda molhada e depois eu não tenho ninguém pra me ajudar a secar... kkkkkk...
—Dizia minha mãe enquanto se acariciava por cima da porra da legging branca transparente que ela tava usando, dava pra ver de longe que ela tava com uma calcinha fio dental da Hello Kitty—
Miguel: Ah, isso não é problema, já vou meter uma coisinha bem quentinha aí pra ver se seca… ou quem sabe molha mais ainda! Kkkkkk.
- Os comentários já estavam muito descarados, enquanto eu continuava arrumando as coisas e fingindo que nada tava rolando, já que pra mim já era "normal". Depois começaram a se abraçar e a se beijar de língua, Miguel, com aquelas suas putas mãozonas de...Hulk, meteu as mãos no leggins da minha mãe e fez um super calção chinês que fez minha mãe gritar que nem uma putinha, talvez de dor e de excitação, Miguel dava puxões na calcinha fio dental da minha mãe e já começava a se ouvir como ela estava rasgando e desfiando, no quinto puxão, rasgou e a minha mãe enfiou todo o pano na bucetinha e deixou o cu bem irritado de tanta fricção.
Rosa: Ai, seu Miguel, rasgou minha fio-dental favorita! E deixou minha bunda toda assada… você é muito safado… Olha só como ficou aqui embaixo pra ver se me passa um creminho…
— Minha mãe fazia com ela como se fosse uma menina, uma garotinha birrenta, ela abaixa o leggings e enfia a bunda inteira, gorda e branca, na cara do Miguel, com as mãos ela abre as nádegas e ali está, a bucetinha gorda e peludinha, já estava babando e bem molhada, e Miguel não perdeu tempo —
Miguel: Ai, senhora, não me faça essas caras não, que eu não me responsabilizo!
- O Miguel carregou minha mãe pro quarto e jogou ela em cima da porra do colchão (que, aliás, o quarto pra onde ele levou ela era o meu, e jogou ela no meu colchão). Depois começou a tirar a roupa dela e a dar umas porradas de tapa na cara da minha mãe, enquanto soltava um monte de xingamentos. Minha mãe gritava bem alto, feito a puta no cio que ela é. Eles se beijavam, minha mãe mordia o Miguel, e ele beliscava com força os pezões grandes e morenos dela, parecia que queria arrancar eles, o filho da puta daquela vagabunda.
Miguel: Tô indo, dona, só não vai gritar muito não, porque dizem que eu tenho a pica cheia de espinhos!
-MiguelEle baixou a calça e... puta que pariu, a mãe tinha uma pica enorme, depilada, cheia de veia e branca, igualzinha aquelas que aparecem nos pornô. Tava cabeçuda e já pulsando. Nessa hora, eu tava olhando da porta, me assustei quando vi o pau dele e, 1 segundo depois, ele enfiou tudinho na buceta da minha mãe. Fiquei excitada quando ela gritou e começou a chorar de leve, parecia que tinha entrado até a alma. Miguel começou a meter bem forte e os gritos dela já eram só incoerência, falava que amava ele e que ia casar (como se não tivesse prometido isso pra outros 1000 caras antes).
Rosa: Filho da puta, sua besta tarada, você tá desmontando minha bucetinha, vai deixar ela toda murcha!
- O Miguel só ria e dava mais uns tapas nela pra ela calar a boca, mas isso deixava minha mãe ainda mais excitada. Assim ficou por um tempo, metendo sem parar e remexendo as tripas dela, até que numa dessas, escapou e ele errou o buraco... puta que pariu, minha mãe começou a gritar de dor que nem uma porca no cio. Literalmente, ele enfiou uns 30 centímetros de uma vez só no cu dela, e não que minha mãe nunca tivesse dado o cu antes pra dizer que era virgem, mas caralho, até eu imaginei a dor e gritei pra ele parar, que por ali não dava.
Rosa: Porra, cara, besta, no cu não, que tá doendo, seu idiota, vai arrancar toda a merda de dentro de mim!
Miguel: Cala a boca, gostosa, como se você nunca tivesse dado o rabo antes, dá pra ver de longe que você come ele cru, cozido e no ponto, sua puta assustada!
- O Miguel tirou a pica dela de uma vez, e colocou minha mãe de quatro, a vista perfeita pra nós, os corno manso, ver como a boceta e o cu da nossa mãe são penetrados por machos de verdade que fazem nossas mães chorarem com suas picas poderosas. Nisso, eu já tava de pau duro e começando a querer bater uma, tava no mesmo quarto que eles e nem ligavam, nem minha mãe nem o Miguel. O Miguel amarrou minha mãe e agora sim, meteu a pica toda de novo, de um só empurrão, no cu da minha mãe, uns 100 quilos de puro empurrão. Eu só ouvia minha mãe já rouca de tanto gritar e pedir pra parar. Depois de um tempo, ele alternava, metia na boceta e depois no cu, na boceta e depois no cu de novo, o esquema era deixar minha mãe bem aberta dos dois buracos. Depois de um tempo, ele gozou tudo dentro da minha mãe, ficou grunhindo e dando umas palmadas fortes na bunda dela com as mãos calejadas, deixando o cu da minha mãe todo vermelho.
Miguel: Ahh… você aperta bem gostoso, sua putinha, vamos ver se não te deixo prenha, bom, de qualquer jeito, tô nem aí, cacete kkkk…
—O Miguel levantou e deixou minha mãe largada na cama, de bruços e respirando pesado. O filho da puta foi pegar alguma coisa no táxi dele. Eu pensei que ele já tava indo embora e fui fechar a porta. Quando ia fechar, ele empurrou a porta e me deu uma bronca.
Miguel: O que cê tá fazendo, cara, não vê que ainda falta eu estuprar a puta da sua mãe?
- O Miguel me empurrou e eu corri de novo pro quarto onde minha mãe tava, o filho da puta daquela vagabunda vinha com uma garrafa de cerveja vazia e eu só pensava no que podia fazer, talvez fosse quebrar ela na cabeça da minha mãe ou queria matar ela, já tava com medo, mas com isso, fiquei mais, falei:O que você vai fazer com ela?e não me respondeu, se subiu de novo nas costas da minha mãe e com a buceta toda molhada, escorrendo, encharcou a parte de trás da garrafa de cerveza e de novo… o filho da puta começou a meter bem forte pra caralho, que até minha mãe reviveu pra começar a gritar de novo que nem uma puta porca, eu já tava com o pau bem duro e o coração a mil, via que a buceta dela tava esticando e ele tava deixando ela mais aberta, minha mãe já tava soltando uns peidos de buceta que soavam bem alto e aquilo divertia ele
Miguel: Ai, dona, já tô tirando os pum dela, e olha que essa garrafa é das pequenas, se tivesse trazido uma tamanho família, acho que matava ela! Kkkkkkkkkk.
-Miguel continuou assim por horas, eu, fiquei assistindo tudo e me masturbando nesse ponto, mas bem pra caralho e duro, ver aquela porra de garrafa abrindo a buceta da minha mãe uns 10 centímetros de grossura me deixava bem puto tarado, apesar de ainda não sair nenhum sêmen de mim hahaha. Depois de um tempão, já quase amanhecia, umas 5:56 da manhã, Miguel levantou e começou a se trocar, como se nada tivesse acontecido, bem sem vergonha na cara. Eu já tava com a minha pica doendo de tanto bater punheta e comecei a olhar bem de pertinho a bucetinha e o cu bem abertos e escorrendo porra do Miguel. Comecei, curioso, e quis enfiar um pouquinho o dedo, enfiei, parecia estranho… tipo enfiar o dedo na boca de alguém… estava todo escorregadio e quentinho… minha pica endureceu de novo e tive que bater outra punheta enquanto Miguel me olhava.
Miguel: Não fode, moleque, que porra você tá fazendo? Tá batendo uma punheta pra sua mãe? Não fode kkkk, tu é muito puto doente, sério, você é um filho da sua mãe vadia kkkkk.
—Me assustei e tirei o dedo da buceta da minha mãe na hora, e me apressei em falar que não, mas o Miguel já tinha me visto, tirou umas fotos da minha mãe e depois foi embora, assim, feito um puta campeão. Lá pras 8 da manhã já tinha clareado, minha mãe acordou com uma porra de um sorrisinho de orelha a orelha e foi tomar banho, isso sim, quando ela se levantou, parecia um caralho de um caracol, ia escorrendo leite da buceta aberta dela e soltando uns peidos enquanto ria e achava graça de ter sido praticamente estuprada, enfim, quando saiu, pegou um dinheiro e me mandou comprar alguma coisa.
Rosa: Ei, estorvo, vai procurar uma farmácia nessa porra de cidade pra ver se tem, compra uma pílula do dia seguinte pra mim… ouviu? PÍLULA DO DIA SEGUINTE. Porque eu já sei como você é de vacilão e talvez você traga outra porra de coisa que eu não pedi… anda logo, filho de uma puta, você tem que achar essa porra de pílula de qualquer jeito! Entendeu, merda seca?
Juan (Eu): Sim, gostosa, já tô indo correndo!
- Saí da porra da casa e lá fora já tinha gente fazendo suas coisas do dia a dia, quando ia perguntar pra uma senhora onde tinha uma farmácia, comecei a escutar uma delas falando -
Senhora 1: Ah, cê não ouviu uns barulhos, tipo uns gemidos ontem à noite, comadre? Coitada da moça, parecia que tavam matando ela!
Senhora 2: Aiiii sim, eu também ouvi eles, quem sabe quem foi, mas deram uma surra nele kkkkkk.
Senhora 1: Ah, sei lá, mas ontem à noite chegaram uns vizinhos novos, acho que é uma mãe e o filho, mas eu não vi o pai, vai saber, talvez seja uma daquelas putas que mete homem dentro de casa sem vergonha nenhuma hahahaha.
- Quando finalmente consegui puxar conversa com uma das senhoras, perguntei se tinha uma farmácia na cidade. Elas me disseram que ficava no centro e como chegar, mas estavam curiosas, queriam me fazer perguntas, querendo saber sobre a gente. Eu, na real, não respondi e fui direto pra farmácia. Comprei a pílula e no caminho minha mãe me ligou pra comprar umas cervejas... tudo indicava que naquela noite ela ia se divertir de novo com sei lá quem.
F I N.
Quando eu tinha 10 anos, a gente se mudou pra esse povoado, éramos eu e minha mãe. Não tenho pai, porque desde que me entendo por gente me chamam de "Probeta", "Bolo de três leites", "Prêmio grande", "Mole", "Pudim", etc. Já foram vários apelidos, e tudo por causa da minha mãe gostosa.
Minha mãe, se chama Rosa, uma mulher de 45 anos hoje em dia, naquela época ela devia ter uns 35 ou 39, gordinha, tipo curvilínea, cabelo preto comprido com mechas loiras. Desde que você via ela, já sabia que era uma puta daquelas que fazem por amor à arte, ou ao pau, nesse caso. Sempre teve umas tetonas do tamanho de uma bola, e um rabão gordo e redondo. Sempre foi muito sociável e pouco se fodava pro que falavam dela, ela se sentia uma verdadeira gostosa. É daquelas mulheres que são vaidosas e trouxas, se apaixonam logo de cara pelo pau e ficam aguentando as porradas que o macho dá (depois eu falo disso).
Entre os milhares de apelidos que já ouvi chamarem na minha mãe, pelas costas e na cara, tem vários criativos, tipo: "A torta", "Bucetuda", "Cuzão sociável", "Entregadora de buceta em domicílio", "Bolacha do DIF", e o meu favorito… "Porca universal", haha… até hoje continuam chamando ela de tudo e ela só sorri, porque sabe que é verdade. Mas é só a introdução, pra vocês terem mais ou menos uma ideia de como é a minha mãe. Vamos começar a história: Como eu falei, chegamos numa cidadezinha. A parte do centro era bonitinha, mas fora dali era quase tudo estradão de terra e fazia frio a maior parte do ano. A gente chegou em novembro, quase perto do Natal. Fomos pra uma casinha simples, normal, daquelas casas mexicanas que a gente vê nos vídeos. O telhado era de zinco e o chão era de terra batida. Só tinha dois cômodos, mas tava perfeito porque éramos só nós dois. Chegamos de madrugada na casa, de táxi. O dono se chamava...Miguel, um senhor gordo mas forte, dava pra ver que se você cantasse uma bola pra ele, ele te sentava na porrada, me dava medo. Ele fez um "favor" pra minha mãe de trazer a gente até aqui, boto as aspas no "favor" porque depois que o senhor ajudou a descer as coisas, começou a querer cobrar o favorezinho.Miguel: Então já chegamos, dona, tá frio, né?—Dizia Miguel enquanto olhava pras tetonas da minha mãe, ela sempre foi de usar decotes, então vivia mostrando elas e raramente usava sutiã, então já viu, minha mãe tava com os "farol alto" aceso.
Rosa: É, já tô, pra ficar de perna trançada vendo TV kkkk, não se iluda. O senhor não tá com frio? Quer que eu faça uma "blusona"? Digo, que eu empreste, kkkk.— Minha mãe já tava começando a mandar umas indiretas sobre espremer toda a porra daquele velho nojento —
Miguel: Kkkkkk… e aí, cadê aquela confiança toda, dona? O que seu filho vai pensar de você?- Vale deixar claro que, pra começar, eu não fui desejado, obviamente, fui um dos muitos erros que a minha mãe cometeu e ela sempre me viu como umcarapraticamente—
Rosa: Ai! O que esse cara vai dizer? Só de olhar pra cara dele já dá pra ver que é um completo estúpido e idiota, né Miguel? Kkkkkkkkkkkk.—Aquele idiota começou a rir junto com a minha mãe e começou a me chamar de viado e me xingar. Já tava acostumado a ser zoado, então não me afetou tanto assim.
Miguel: Ai, dona, a senhora é má mesmo, já não zoa mais do moleque, tudo bem que ele é todo otário, idiota, babaca, maluco, estúpido, cuzão, merdeiro e imbecil, mas não exagera, hein! Kkkkkkkkkk.
Rosa: Ah, seu Miguel! Já botou apelido novo no lixo do meu filho, o senhor também é ruim! Kkkkkkkkk.
—Um monte de zuera eu aguentava enquanto o velho nojento criou confiança e entrou em casa pra ajudar a gente a arrumar as coisas e de vez em quando me dar uns “tapas” que eu bem merecia por ser viado, e a minha mãe ria e aplaudia, ela também me dava um por “viado”—
- No fim, enquanto a gente arrumava as coisas, minha mãe fala:Rosa: Ai, seu Miguel, me ajuda a colocar o colchão na base da cama, é que é novo e tá pesado, eu não aguento e esse cara (eu) também não, é uma mocinha, não pode carregar peso.
Miguel: Cê sabe que sim, senhora, aliás, vamo pro quarto e aproveita que a gente testa de uma vez, né? Tô falando pra ver se é confortável ou não kkkkkk.
Rosa: Aiiii seu Migueeeel! Kkkkkkkk... por que cê tá me falando essas coisas? Vai fazer minha bucetinha ficar toda molhada e depois eu não tenho ninguém pra me ajudar a secar... kkkkkk...
—Dizia minha mãe enquanto se acariciava por cima da porra da legging branca transparente que ela tava usando, dava pra ver de longe que ela tava com uma calcinha fio dental da Hello Kitty—
Miguel: Ah, isso não é problema, já vou meter uma coisinha bem quentinha aí pra ver se seca… ou quem sabe molha mais ainda! Kkkkkk.
- Os comentários já estavam muito descarados, enquanto eu continuava arrumando as coisas e fingindo que nada tava rolando, já que pra mim já era "normal". Depois começaram a se abraçar e a se beijar de língua, Miguel, com aquelas suas putas mãozonas de...Hulk, meteu as mãos no leggins da minha mãe e fez um super calção chinês que fez minha mãe gritar que nem uma putinha, talvez de dor e de excitação, Miguel dava puxões na calcinha fio dental da minha mãe e já começava a se ouvir como ela estava rasgando e desfiando, no quinto puxão, rasgou e a minha mãe enfiou todo o pano na bucetinha e deixou o cu bem irritado de tanta fricção.
Rosa: Ai, seu Miguel, rasgou minha fio-dental favorita! E deixou minha bunda toda assada… você é muito safado… Olha só como ficou aqui embaixo pra ver se me passa um creminho…
— Minha mãe fazia com ela como se fosse uma menina, uma garotinha birrenta, ela abaixa o leggings e enfia a bunda inteira, gorda e branca, na cara do Miguel, com as mãos ela abre as nádegas e ali está, a bucetinha gorda e peludinha, já estava babando e bem molhada, e Miguel não perdeu tempo —
Miguel: Ai, senhora, não me faça essas caras não, que eu não me responsabilizo!
- O Miguel carregou minha mãe pro quarto e jogou ela em cima da porra do colchão (que, aliás, o quarto pra onde ele levou ela era o meu, e jogou ela no meu colchão). Depois começou a tirar a roupa dela e a dar umas porradas de tapa na cara da minha mãe, enquanto soltava um monte de xingamentos. Minha mãe gritava bem alto, feito a puta no cio que ela é. Eles se beijavam, minha mãe mordia o Miguel, e ele beliscava com força os pezões grandes e morenos dela, parecia que queria arrancar eles, o filho da puta daquela vagabunda.
Miguel: Tô indo, dona, só não vai gritar muito não, porque dizem que eu tenho a pica cheia de espinhos!
-MiguelEle baixou a calça e... puta que pariu, a mãe tinha uma pica enorme, depilada, cheia de veia e branca, igualzinha aquelas que aparecem nos pornô. Tava cabeçuda e já pulsando. Nessa hora, eu tava olhando da porta, me assustei quando vi o pau dele e, 1 segundo depois, ele enfiou tudinho na buceta da minha mãe. Fiquei excitada quando ela gritou e começou a chorar de leve, parecia que tinha entrado até a alma. Miguel começou a meter bem forte e os gritos dela já eram só incoerência, falava que amava ele e que ia casar (como se não tivesse prometido isso pra outros 1000 caras antes).
Rosa: Filho da puta, sua besta tarada, você tá desmontando minha bucetinha, vai deixar ela toda murcha!
- O Miguel só ria e dava mais uns tapas nela pra ela calar a boca, mas isso deixava minha mãe ainda mais excitada. Assim ficou por um tempo, metendo sem parar e remexendo as tripas dela, até que numa dessas, escapou e ele errou o buraco... puta que pariu, minha mãe começou a gritar de dor que nem uma porca no cio. Literalmente, ele enfiou uns 30 centímetros de uma vez só no cu dela, e não que minha mãe nunca tivesse dado o cu antes pra dizer que era virgem, mas caralho, até eu imaginei a dor e gritei pra ele parar, que por ali não dava.
Rosa: Porra, cara, besta, no cu não, que tá doendo, seu idiota, vai arrancar toda a merda de dentro de mim!
Miguel: Cala a boca, gostosa, como se você nunca tivesse dado o rabo antes, dá pra ver de longe que você come ele cru, cozido e no ponto, sua puta assustada!
- O Miguel tirou a pica dela de uma vez, e colocou minha mãe de quatro, a vista perfeita pra nós, os corno manso, ver como a boceta e o cu da nossa mãe são penetrados por machos de verdade que fazem nossas mães chorarem com suas picas poderosas. Nisso, eu já tava de pau duro e começando a querer bater uma, tava no mesmo quarto que eles e nem ligavam, nem minha mãe nem o Miguel. O Miguel amarrou minha mãe e agora sim, meteu a pica toda de novo, de um só empurrão, no cu da minha mãe, uns 100 quilos de puro empurrão. Eu só ouvia minha mãe já rouca de tanto gritar e pedir pra parar. Depois de um tempo, ele alternava, metia na boceta e depois no cu, na boceta e depois no cu de novo, o esquema era deixar minha mãe bem aberta dos dois buracos. Depois de um tempo, ele gozou tudo dentro da minha mãe, ficou grunhindo e dando umas palmadas fortes na bunda dela com as mãos calejadas, deixando o cu da minha mãe todo vermelho.
Miguel: Ahh… você aperta bem gostoso, sua putinha, vamos ver se não te deixo prenha, bom, de qualquer jeito, tô nem aí, cacete kkkk…
—O Miguel levantou e deixou minha mãe largada na cama, de bruços e respirando pesado. O filho da puta foi pegar alguma coisa no táxi dele. Eu pensei que ele já tava indo embora e fui fechar a porta. Quando ia fechar, ele empurrou a porta e me deu uma bronca.
Miguel: O que cê tá fazendo, cara, não vê que ainda falta eu estuprar a puta da sua mãe?
- O Miguel me empurrou e eu corri de novo pro quarto onde minha mãe tava, o filho da puta daquela vagabunda vinha com uma garrafa de cerveja vazia e eu só pensava no que podia fazer, talvez fosse quebrar ela na cabeça da minha mãe ou queria matar ela, já tava com medo, mas com isso, fiquei mais, falei:O que você vai fazer com ela?e não me respondeu, se subiu de novo nas costas da minha mãe e com a buceta toda molhada, escorrendo, encharcou a parte de trás da garrafa de cerveza e de novo… o filho da puta começou a meter bem forte pra caralho, que até minha mãe reviveu pra começar a gritar de novo que nem uma puta porca, eu já tava com o pau bem duro e o coração a mil, via que a buceta dela tava esticando e ele tava deixando ela mais aberta, minha mãe já tava soltando uns peidos de buceta que soavam bem alto e aquilo divertia ele
Miguel: Ai, dona, já tô tirando os pum dela, e olha que essa garrafa é das pequenas, se tivesse trazido uma tamanho família, acho que matava ela! Kkkkkkkkkk.
-Miguel continuou assim por horas, eu, fiquei assistindo tudo e me masturbando nesse ponto, mas bem pra caralho e duro, ver aquela porra de garrafa abrindo a buceta da minha mãe uns 10 centímetros de grossura me deixava bem puto tarado, apesar de ainda não sair nenhum sêmen de mim hahaha. Depois de um tempão, já quase amanhecia, umas 5:56 da manhã, Miguel levantou e começou a se trocar, como se nada tivesse acontecido, bem sem vergonha na cara. Eu já tava com a minha pica doendo de tanto bater punheta e comecei a olhar bem de pertinho a bucetinha e o cu bem abertos e escorrendo porra do Miguel. Comecei, curioso, e quis enfiar um pouquinho o dedo, enfiei, parecia estranho… tipo enfiar o dedo na boca de alguém… estava todo escorregadio e quentinho… minha pica endureceu de novo e tive que bater outra punheta enquanto Miguel me olhava.
Miguel: Não fode, moleque, que porra você tá fazendo? Tá batendo uma punheta pra sua mãe? Não fode kkkk, tu é muito puto doente, sério, você é um filho da sua mãe vadia kkkkk.
—Me assustei e tirei o dedo da buceta da minha mãe na hora, e me apressei em falar que não, mas o Miguel já tinha me visto, tirou umas fotos da minha mãe e depois foi embora, assim, feito um puta campeão. Lá pras 8 da manhã já tinha clareado, minha mãe acordou com uma porra de um sorrisinho de orelha a orelha e foi tomar banho, isso sim, quando ela se levantou, parecia um caralho de um caracol, ia escorrendo leite da buceta aberta dela e soltando uns peidos enquanto ria e achava graça de ter sido praticamente estuprada, enfim, quando saiu, pegou um dinheiro e me mandou comprar alguma coisa.
Rosa: Ei, estorvo, vai procurar uma farmácia nessa porra de cidade pra ver se tem, compra uma pílula do dia seguinte pra mim… ouviu? PÍLULA DO DIA SEGUINTE. Porque eu já sei como você é de vacilão e talvez você traga outra porra de coisa que eu não pedi… anda logo, filho de uma puta, você tem que achar essa porra de pílula de qualquer jeito! Entendeu, merda seca?
Juan (Eu): Sim, gostosa, já tô indo correndo!
- Saí da porra da casa e lá fora já tinha gente fazendo suas coisas do dia a dia, quando ia perguntar pra uma senhora onde tinha uma farmácia, comecei a escutar uma delas falando -
Senhora 1: Ah, cê não ouviu uns barulhos, tipo uns gemidos ontem à noite, comadre? Coitada da moça, parecia que tavam matando ela!
Senhora 2: Aiiii sim, eu também ouvi eles, quem sabe quem foi, mas deram uma surra nele kkkkkk.
Senhora 1: Ah, sei lá, mas ontem à noite chegaram uns vizinhos novos, acho que é uma mãe e o filho, mas eu não vi o pai, vai saber, talvez seja uma daquelas putas que mete homem dentro de casa sem vergonha nenhuma hahahaha.
- Quando finalmente consegui puxar conversa com uma das senhoras, perguntei se tinha uma farmácia na cidade. Elas me disseram que ficava no centro e como chegar, mas estavam curiosas, queriam me fazer perguntas, querendo saber sobre a gente. Eu, na real, não respondi e fui direto pra farmácia. Comprei a pílula e no caminho minha mãe me ligou pra comprar umas cervejas... tudo indicava que naquela noite ela ia se divertir de novo com sei lá quem.
F I N.
0 comentários - Historias de un Cuckson: El descubrimiento.