Punheta cruzada

No verão em que terminei o primário e comecei o ensino médio, passei o tempo com novos amigos e novas experiências por causa de uma mudança no bairro. Acontece que a umas quadras da minha casa tinha um terreno enorme onde praticavam o jogo do pato. Mas antes daquele verão, dividiram aquele terreno em vários quarteirões e lotearam. Alguns lotes foram vendidos e outros ficaram livres. Justamente um quarto de quarteirão ficou vago, e a gente, molecada de vários bairros vizinhos, pediu permissão pra usar como campo de futebol, já que a grama parecia um campo de golfe. Nos deixaram usar até venderem, e ainda colocaram umas traves e tudo. De vez em quando passavam o trator pra cortar a grama, mas com as chuvas de verão de Buenos Aires, era comum ela crescer mais rápido do que cortavam. Então, todo mundo se juntava com vários cortadores de grama e muitos extensiones, e cortávamos a grama. De um canteiro de obras que tinha ao lado do terreno, um vigia nos deixava usar o banheiro dele e ligar a luz de lá pra poder cortar a grama. Num desses dias, uns 6 moleques estavam cortando a grama bem tarde, porque o sol tava forte, e de repente desabou uma tempestade daquelas. Rápido, desconectamos os cabos com medo de molhar e levar um choque. Não tínhamos pra onde ir, estávamos debaixo da chuva e dos raios. De repente, o vigia nos viu e mandou a gente guardar as máquinas e os cabos debaixo de telhado e entrar com ele no refúgio dele. O vigia era um homem de uns 60 anos que, toda vez que chegava cedo, nos via jogando bola e deixava a gente usar o banheiro. Rapidamente juntamos tudo e entramos debaixo de telhado. A tempestade só ficava mais forte. Dois dos moleques foram pra casa e ficamos só 4. Esses 3 caras que ficaram comigo eu conhecia há pouco tempo, porque eram de outro bairro e só vinham pro campo de futebol. Ao entrar na sala meio escura, que tinha um fogão, uma mesa e uma cama, a gente reparou que o lugar estava cheio de pôsteres de mulheres semi nuas, algumas até Eram atrizes famosas da época. Nossos olhos se encantavam com aquelas tetonas enormes, e tinha uma de pernas bem abertas se tocando, usando a palavra: buceta. No começo dos anos 80, não era comum a gente ver esse tipo de pôster, no máximo de relance numa borracharia. O velho entrou com o chimarrão na mão e percebeu que nossos olhos estavam saindo das órbitas de tanto olhar os pôsteres. A tempestade era tão forte que o barulho da água no telhado de zinco não deixava ouvir direito. E de repente a luz acabou. Então a gente tava sentado, quase no escuro, sem poder ver aqueles pôsteres que a gente amava. O velho pegou um lampião e acendeu. Pendurou no meio do quarto pra gente continuar vendo as minas, ele disse. Minutos depois, entrou de novo, percebeu que alguns de nós estavam de pau duro. Aí perguntou se a gente já batia punheta. Ninguém respondeu. Então ele disse que ele batia punheta. Que por isso tinha os pôsteres. Ele perguntou de novo se a gente batia punheta, e todo mundo respondeu que sim. Depois perguntou se a gente queria que ele deixasse a gente ver os pôsteres de novo, que ele faria isso se a gente batesse punheta todo mundo junto. Ninguém falou nada. Aí ele disse: "Se vocês têm vergonha, eu começo primeiro." Desabotoou o cinto e a calça caiu até os joelhos. Puxou a cueca pro lado e ficou o pau cheio de veias e os ovos murchos pendurados. Pegou o pau com uma mão e começou a bater punheta na frente de todo mundo. Não demorou muito pra ficar duro. Depois de vários minutos enquanto a gente olhava ele se masturbando, ele gozou vários jatos de porra no chão. Guardou o pau melado de porra na cueca e levantou a calça enquanto dizia: "Agora é a vez de vocês." Um dos moleques, que era um ano mais velho que todo mundo, abaixou o shortinho de futebol e puxou o pau pra fora e começou a bater punheta. O resto de nós perdeu a vergonha e também tirou o pau pra fora e começou a bater punheta. O velho olhou pra gente um tempo e Depois ele disse: "Quem gozar mais longe ganha". E nos posicionou separados um do outro, mas na mesma linha. Ele ficou só olhando a gente se masturbando, e corrigiu uns dois caras que estavam fazendo errado. Pegou nas pirocas deles com as mãos e ensinou como fazer. Uns minutos depois, nós quatro começamos a soltar gozada no chão quase juntos, pra ver quem ia mais longe. Infelizmente, não cheguei nem perto de quem ganhou. O velho nos deixou sozinhos e foi pra fora de novo, continuar tomando mate. Nós quatro ficamos em silêncio, só com o barulho da chuva no telhado e as pirocas meia-bomba. Como bom punheteiro, comecei a olhar o pôster da gostosa se tocando na buceta e me masturbei de novo. Minutos depois, nós quatro estávamos batendo punheta de novo. O velho entrou, nos viu e saiu. Minutos depois de gozarmos de novo, o velho entrou com um balde e um esfregão e mandou a gente limpar o chão, que tava cheio de porra. Assim que terminamos de limpar, a chuva parou. Quando a gente tava indo embora, o velho disse pra não contar pra ninguém o que aconteceu ali e mostrou onde ficava a chave escondida, caso a gente quisesse entrar pra ver os pôsteres outras vezes. Todos fomos embora calados e nunca falamos sobre o que aconteceu. A partir daquele dia, durante a semana, às vezes à tarde, eu ia pro canteiro de obras, entrava sozinho e batia uma punheta olhando os pôsteres. Sempre deixava tudo bem limpo. Uma tarde nublada e fresca, fui bater uma e, quando tava lá dentro, ouvi barulhos do lado de fora do canteiro. Com o pau duro, olhei pela janelinha e vi um dos caras que esteve comigo naquele dia em que a gente bateu punheta na frente do velho. Ele tava procurando a chave. Então abri a porta e deixei ele entrar. Ele ficou surpreso em me ver e confessou que já tinha ido sozinho várias vezes. A partir daí, a gente combinava e se encontrava no canteiro pra olhar aqueles pôsteres e bater uma punheta juntos. Esse cara era um ano mais velho que eu. Um dia, enquanto a gente tava... Enquanto a gente se punhetava, ele sugeriu que cada um batesse uma pro outro. Foi assim que fizemos, começando com rituais de punhetas cruzadas, que às vezes a gente gozava até 3 vezes. De vez em quando, a gente fazia competição de quem gozava primeiro ganhava. Então cada um batia bem devagar pro outro, só pra não fazer gozar. Numa dessas punhetas cruzadas, ele percebeu que minha pica tava toda molhada e falou pra eu gozar. Falei que não era assim. Ele se ajoelhou, olhou pra minha pica e disse: — Olha, tá saindo líquido da sua pica, enquanto pegava uma gotinha com o dedo. Falei que aquilo não era gozo. Ele pegou aquela gotinha e colocou na boca. — É doce, ele disse, ainda ajoelhado na frente da minha pica. Eu já tinha outra gota saindo da ponta da minha pica. — Aí tem mais, se você gostou, falei, enquanto instintivamente levei minha pica até a boca dele. Sem perceber, ele se viu com minha pica dentro da boca. Eu segurei nas orelhas dele e comecei a comer a boca dele. — O que cê tá fazendo, idiota? ele balbuciava, enquanto continuava chupando. Ele não ofereceu muita resistência. De repente, soltei a cabeça dele, e ele continuou chupando a pica como se fosse um sorvete. Eu sentia que, além de chupar com os lábios, a língua dele brincava com a cabeça da minha pica e minha uretra. Não aguentei muito e, enquanto imaginava que uma das minas dos pôsteres tava me chupando, joguei toda a porra na boca dele sem avisar. Ele deu uns engasgos e de repente começou a vomitar. Vomitou toda a minha pica, as bolas, as pernas e minha calça que tava abaixada até os joelhos. — Filho da puta, você gozou na minha garganta, ele dizia enquanto continuava engasgando. Minha pica continuava balançando, toda suja de vômito e com uma gota de porra branca na ponta. — Agora é sua vez, ele dizia enquanto limpava a boca. Mas de repente caiu a ficha. A gente tinha que limpar todo o vômito do chão. E lavar minha calça que tava cheia de vômito. Depois que limpamos tudo, o cheiro de vômito não ia embora. E minha roupa tava molhada e fedendo também. A gente percebeu que já tinham passado... Várias horas e o velho podia chegar, entrar e me ver ali sem calças. Então eu vesti elas, mesmo molhadas, e fomos embora. Toda vez que a gente ia, já combinava outro dia de masturbação cruzada. Mas dessa vez não acertamos nada. Passaram umas semanas e um dia, enquanto jogávamos bola, meu parceiro de masturbação cruzada sussurra no meu ouvido: — Filho da puta, você ainda me deve essa. Na próxima, você chupa a minha. Naquela semana, fomos de novo pra nossa sessão de masturbação cruzada e, assim que a gente tava com o pau bem duro, ele fala: — Ajoelha e chupa. Eu falo que não. Ele se irrita e diz: — Seu idiota, você gozou na minha boca, agora é minha vez. Aí eu respondi: — Eu não pedi pra você chupar. Eu encostei na sua boca e você chupou. — Gozei na sua boca sem querer. Tamos quites, já que você me encheu de vômito. Eu tava tranquilo, porque não ia fazer. Não podia contar pra ninguém. Mas, mesmo assim, parecia injusto, mas eu não queria chupar a rola dele. Não queria que ele gozasse na minha boca. Então eu falo: — Vamos achar algo pra fazer e ficar quites. Aí ele diz: — Eu encosto a rola na sua bunda, me masturbo e gozo, e depois você faz o mesmo. Não achei uma ideia ruim. — Primeiro eu encosto — ele fala. Voltamos a nos masturbar um ao outro e, quando os paus tavam bem duros, ele diz: — Vira de costas e se apoia na cama. Fiz isso. Fiquei de pé com a bunda levantada e as pernas abertas, as mãos apoiadas na cama. Ele ficou atrás de mim e encostou a cabeça do pau bem no meu cu. Começou a se masturbar devagar, com pequenos movimentos pra frente. A cabeça do pau dele tentava abrir caminho no meu rabo. Até que, num desses movimentos, sinto a cabeça do pau entrar um pouco no meu cu. Fico ereto, me viro e reclamo do que ele fez. — Foi sem querer, já ia gozar — ele diz, enquanto o pau dele balançava igual louco. — Vamos de novo, que já acabou — ele fala. Volto à posição, e ele encosta de novo. a pica. De repente para de bater punheta e só faz os movimentos pra frente e pra trás, e de novo a cabeça da pica entra no meu cu. Dessa vez entrou toda até onde tem o desnível que começa o tronco. Mas eu tiro ela do cu, sem me virar, e falo: — Combinamos que assim não, só goza fora. Mas alguma coisa em mim tinha gostado do que aconteceu. Então dessa vez eu me ajoelhei na beira da cama e fiquei de quatro. Ele apoiou a pica de novo no meu ânus, bateu uma punheta um pouco, e aí sinto algo molhado no meu cu. Achei que tinha gozado, mas era que ele tinha cuspido um jato de saliva na minha racha do cu. Ele parou de bater punheta de novo e me agarrou pela cintura, fazendo o movimento pra frente e pra trás. A pica dele às vezes escorregava por causa da saliva. Até que ele apoiou de novo bem no centro do meu cu. E de repente, com um movimento só, enfiou até a metade. Ele ficou parado, mas não soltou minha cintura pra eu não sair. Eu mexi um pouco o cu tentando tirar, mas aquela sensação de dor/ardor me dava prazer, e meu cu pedia pra ele enfiar tudo. Quando tava dentro, a sensação era muito parecida com o prazer que a gente tem quando solta um belo cagão, aquela sensação gostosa de sentir o tolete saindo do cu. Como eu não falei nada, não fiz nada, ele agarrou minha cintura e puxou pro corpo dele pra pica dele, bem devagar, entrar até o fundo. Ele começou a mexer a pélvis bem devagar, mas só tirando e enfiando a pica no meu cu. Eu procurei uma posição mais confortável pra ele poder entrar e sair do meu cu. Aí ele começou a se mexer devagar e percorrer a pica inteira dentro do meu cu. Ia até quase sair e depois enfiava até as bolas dele baterem nas minhas. Depois de um tempo, já não doía mais. Com o tempo, descobri que tem gente que não sente muita dor quando é penetrada analmente e outras que veem estrelas; eu sou das primeiras. Depois de alguns minutos, ele começou a me comer forte e quicava no meu cu como se eu fosse uma boneca. Vadia, até que ele começou a fazer uns gemidos estranhos e gozou dentro do meu cu. Quando ele tirou a pica do meu cu, ela estava toda cheia de merda. Ele olhou pra pica dele e me disse:
— Filho da puta, vadia, você deixou minha pica cheia de merda.
Eu respondi:
— Filho da puta é você, que arrebentou meu cu.
Depois que ele limpou a pica, a gente conversou um pouco sobre o que tinha rolado.
Agora é minha vez de gozar no seu cu, eu falei.
— Não estamos quites, ele me disse.
Eu falei:
— Não é a mesma coisa um boquete e uma sentada no cu.
Então ele me disse: vou chupar de novo, mas me avisa quando for gozar.
Foi assim que eu peguei a boca dele de novo e gozei no chão, enquanto sentia algo escorrendo do meu cu. Eram restos de porra.
Fui pra casa tomar um banho, porque meu cu já tinha começado a doer um pouco e eu sentia porra e merda escorrendo pela minha perna. Meu cu ficou meio aberto o dia inteiro.
Depois daquele dia, a gente fez outras punhetas cruzadas até trocarem o velho do canteiro de obras e a gente não ter mais a chave do lugar. O verão passou e, um tempo depois, venderam os terrenos onde a gente tinha a quadrinha, então a gente foi se vendo cada vez menos.
Muitas vezes bati uma punheta lembrando como arrebentavam meu cu enquanto eu olhava pras tetas da Mônica Gonzaga num pôster.
Hoje, já adulto, também penso que a gente teve sorte, porque um homem mais velho se masturbou na nossa frente e tocou em alguns de nós pra ensinar como bater punheta direito.
Pelo menos que eu saiba, não passou disso.

1 comentários - Punheta cruzada

huevo28 +1
Yo también de chico recuerdo cuando nos juntábamos entre 3 a pajearnos.