Oiii, faz uns 3 meses, eu tava com uma amiga alongando num salão da academia quando dois senhores mais velhos começaram a falar com a gente, Daniel e Javier. Dani era bem alto, já tinha muitos cabelos brancos, tinha 49 anos, e contou que trabalhava muito e usava a academia pra desestressar. Ele perguntou se a gente era namorados, e minha amiga respondeu que eu era gay (ela me entregou de bandeja, kkkk). Nós duas vimos como o Dani me comeu com os olhos, kkkk. Depois ele ainda disse que meu short era muito bonito, e tava na cara, tudoooo. Eles pegaram nosso Instagram e foram embora. Eu e minha amiga só começamos a rir, achamos muito engraçado como o Dani tava afim de mim, sendo que ele podia ser meu pai, e foi super educado.
Dois dias depois, a gente cruzou com o Dani de novo no mesmo horário. Minha amiga aproveitou pra me fazer passar vergonha: ficava batendo na minha bunda enquanto eu fazia agachamento e peso morto. Todo mundo ria, e ele não se desrespeitou em nenhum momento, só ria até ir embora. Quando a gente também tava indo embora, encontrei ele no banheiro pelado, saindo do banho (não é tão estranho os homens andarem nus nessa academia). Ele chegou perto pra falar comigo, e óbvio que eu vi a pica dele, kkkk. Ele disse que tinha gostado do momento, e perguntou se eu queria ir comer no apartamento dele, que era perto.
Eu falei que ia pensar, passei meu WhatsApp e ele foi embora. Aí falei pra minha amiga não me esperar, mas não contei nada. Comecei a tomar banho, lavei a boca, deixei a buceta limpinha, vi que ele me mandou mensagem e falou com mais confiança: "Vem, Sweetie, que tenho uma surpresa". Aproveitei pra brincar e trocar umas putarias enquanto fui provar roupa. No provador, mandei uma foto da bunda e parei de responder, kkkk. Adoro deixar ele excitado, e ele é tão bonzinho, não me desrespeita e é super carinhoso.
Ao chegar no prédio dele, chamei ele e ele desceu pra me abrir. A gente se cumprimentou e no elevador ele já se jogou em cima de mim, falou que tava com muita vontade e começou a me beijar de língua enquanto me despia. Eu, com a calça no chão, falava pra gente entrar, mas ele não queria. Travou o elevador e começou a chupar minha buceta, mas eu insisti pra entrar e ele me obedeceu.
Quando fechou a porta, eu me ajoelhei e chupei a pica dele só um pouquinho porque ele goza rápido, muito gozo na minha boca. Ele gemeu bem gostoso, adoro ouvir ele gozar. A gente sentou no sofá e enquanto conversava, ele foi se aproximando de mansinho, então eu subi em cima dele. Ele mordeu meus mamilos e começou a enfiar os dedos em mim. Quando a pica dele ficou dura, ele quis me comer, mas a gente parou porque eu não ia deixar ele me comer sem camisinha. Fui sentando devagar (doeu, mas eu fecho os olhos e foco nas sensações pra relaxar a buceta). Quando me acostumei com a grossura, a gente foi transando mais rápido até que, sem tirar a pica, ele me levantou e me levou assim até a cama dele, onde colocou minhas perninhas no ombro. Enquanto gemia, ele pedia pra eu olhar na cara dele, que queria ver minha cara enquanto me penetrava (o olho no olho, hahaha). Nessa posição, eu sentia ele entrando muito fundo. Agora era ele quem marcava o ritmo da penetração e me comeu assim até gozar. A gente ficou na cama um tempinho enquanto ele me beijava e fazia carinho.
Quando fui pro banheiro, minhas pernas tremiam, e eu falei que ele foi bruto, e ele só ria. Ele foi pra cozinha, a gente comeu na mesa e se deu super bem. Ele queria ser só ativo comigo e ver se a gente podia ser algo além do sexo. Entre conversa e elogios, fui pedindo o Uber porque já era meia-noite de quinta-feira. Ele se jogou em cima de mim de novo e começou a me beijar, queria transar de novo, então comecei a brincar com ele. Entre beijos, eu passava a mão na pica dele e falava que ele podia ser meu pai, que eu era a neném dele. No elevador, chupei a pica dele enquanto avisava o Uber que já tava saindo, então mandei ele subir a calça com a pica toda dura e enquanto Saio no corredor, vou mostrando a bunda pra ele kkkk. No corredor, ele me pega pelo pescoço e me encurrala na parede, e me dá duas palmadas que ecoaram bem alto. Ele fala que eu tô me comportando muito mal, e eu sorrio, pedindo desculpa, papai, entrando na brincadeira. Quando entramos no elevador, vejo o porteiro olhando de longe, mas não falo nada. Também tinha esquecido do Uber, então cancelei a viagem. No apartamento dele, ele me vira de costas contra a parede e diz que vai ter que me castigar porque sou muito desobediente, então começa a palmadar minha bunda. Era muito excitante, me sentia tão indefeso enquanto ele me chamava de puta, de piranha, de vadiazinha que vai pra academia mostrar a raba, que eu mereço por ter essa bunda (bem machista tudo, kkkk, mas era excitante, eu entrava na onda e falava: sim, papai, desculpa, papai). A gente vai pro quarto e vejo as cortinas abertas (a parede é um vidrão gigante pra rua), e penso que alguém pode ter nos visto enquanto ele me comia com as pernas no ombro antes. Fecho as cortinas e fico de quatro. Nessa posição, ele castigou muito minha bunda com palmadas enquanto me comia. Eu só me agarrava nos lençóis e gemia, kkkk, porque ele era bruto, mas adoro ver ele assim, tão homem, me fazendo sentir que era mais forte enquanto me sodomizava. Aos poucos, ele foi me empurrando até terminar deitado em cima de mim. Pelo peso e pelos braços dele, eu não conseguia sair (nem queria, rs). Ele termina me comendo nessa posição, mas quando tira o pau, começa a enfiar os dedos em mim, pedindo pra eu gozar também. Então, enquanto me masturbo, solto muita porra, e ele vai levando até a boca dela, me fazendo tomar meu próprio leite. Foi muito romântico e safado ao mesmo tempo. Enquanto a gente se veste, me vejo no espelho: os mamilos todos vermelhos, a bunda bem vermelhinha, kkkk, e o cu aberto. Ele chega com o creme e, entre beijos, passa no meu cu pra não doer, dizendo que era um analgésico ou algo assim. Ele se oferece pra me levar em casa porque já era mais de... 1 da manhã, quando descemos, cumprimentei o porteiro normalmente, enquanto eu só abaixava a cabeça de vergonha. No carro dele (com vidros escuros), passei a mão na pica dele, a ponto de que, quando chegamos na minha casa, ele passou pro banco de trás pra eu fazer um boquete nele. Enquanto eu chupava, ele dizia que eu era a putinha dele, que tava chupando a pica dele a metros dos meus pais dormindo, que eu era a garotinha dele e que ia me comer em vários lugares, até que ele gozou na minha boca. Engoli tudo, olhando pra ele com cara de puta, e fiquei rindo porque adoro provocar ele. A gente se despediu e, quando entrei em casa, vi meus pais e falei que já tinha comido e que tava muito cansada. Tomei banho e dormi bem rápido. Espero que tenham gostado, tchauuuu!!!
Dois dias depois, a gente cruzou com o Dani de novo no mesmo horário. Minha amiga aproveitou pra me fazer passar vergonha: ficava batendo na minha bunda enquanto eu fazia agachamento e peso morto. Todo mundo ria, e ele não se desrespeitou em nenhum momento, só ria até ir embora. Quando a gente também tava indo embora, encontrei ele no banheiro pelado, saindo do banho (não é tão estranho os homens andarem nus nessa academia). Ele chegou perto pra falar comigo, e óbvio que eu vi a pica dele, kkkk. Ele disse que tinha gostado do momento, e perguntou se eu queria ir comer no apartamento dele, que era perto.
Eu falei que ia pensar, passei meu WhatsApp e ele foi embora. Aí falei pra minha amiga não me esperar, mas não contei nada. Comecei a tomar banho, lavei a boca, deixei a buceta limpinha, vi que ele me mandou mensagem e falou com mais confiança: "Vem, Sweetie, que tenho uma surpresa". Aproveitei pra brincar e trocar umas putarias enquanto fui provar roupa. No provador, mandei uma foto da bunda e parei de responder, kkkk. Adoro deixar ele excitado, e ele é tão bonzinho, não me desrespeita e é super carinhoso.
Ao chegar no prédio dele, chamei ele e ele desceu pra me abrir. A gente se cumprimentou e no elevador ele já se jogou em cima de mim, falou que tava com muita vontade e começou a me beijar de língua enquanto me despia. Eu, com a calça no chão, falava pra gente entrar, mas ele não queria. Travou o elevador e começou a chupar minha buceta, mas eu insisti pra entrar e ele me obedeceu.Quando fechou a porta, eu me ajoelhei e chupei a pica dele só um pouquinho porque ele goza rápido, muito gozo na minha boca. Ele gemeu bem gostoso, adoro ouvir ele gozar. A gente sentou no sofá e enquanto conversava, ele foi se aproximando de mansinho, então eu subi em cima dele. Ele mordeu meus mamilos e começou a enfiar os dedos em mim. Quando a pica dele ficou dura, ele quis me comer, mas a gente parou porque eu não ia deixar ele me comer sem camisinha. Fui sentando devagar (doeu, mas eu fecho os olhos e foco nas sensações pra relaxar a buceta). Quando me acostumei com a grossura, a gente foi transando mais rápido até que, sem tirar a pica, ele me levantou e me levou assim até a cama dele, onde colocou minhas perninhas no ombro. Enquanto gemia, ele pedia pra eu olhar na cara dele, que queria ver minha cara enquanto me penetrava (o olho no olho, hahaha). Nessa posição, eu sentia ele entrando muito fundo. Agora era ele quem marcava o ritmo da penetração e me comeu assim até gozar. A gente ficou na cama um tempinho enquanto ele me beijava e fazia carinho.
Quando fui pro banheiro, minhas pernas tremiam, e eu falei que ele foi bruto, e ele só ria. Ele foi pra cozinha, a gente comeu na mesa e se deu super bem. Ele queria ser só ativo comigo e ver se a gente podia ser algo além do sexo. Entre conversa e elogios, fui pedindo o Uber porque já era meia-noite de quinta-feira. Ele se jogou em cima de mim de novo e começou a me beijar, queria transar de novo, então comecei a brincar com ele. Entre beijos, eu passava a mão na pica dele e falava que ele podia ser meu pai, que eu era a neném dele. No elevador, chupei a pica dele enquanto avisava o Uber que já tava saindo, então mandei ele subir a calça com a pica toda dura e enquanto Saio no corredor, vou mostrando a bunda pra ele kkkk. No corredor, ele me pega pelo pescoço e me encurrala na parede, e me dá duas palmadas que ecoaram bem alto. Ele fala que eu tô me comportando muito mal, e eu sorrio, pedindo desculpa, papai, entrando na brincadeira. Quando entramos no elevador, vejo o porteiro olhando de longe, mas não falo nada. Também tinha esquecido do Uber, então cancelei a viagem. No apartamento dele, ele me vira de costas contra a parede e diz que vai ter que me castigar porque sou muito desobediente, então começa a palmadar minha bunda. Era muito excitante, me sentia tão indefeso enquanto ele me chamava de puta, de piranha, de vadiazinha que vai pra academia mostrar a raba, que eu mereço por ter essa bunda (bem machista tudo, kkkk, mas era excitante, eu entrava na onda e falava: sim, papai, desculpa, papai). A gente vai pro quarto e vejo as cortinas abertas (a parede é um vidrão gigante pra rua), e penso que alguém pode ter nos visto enquanto ele me comia com as pernas no ombro antes. Fecho as cortinas e fico de quatro. Nessa posição, ele castigou muito minha bunda com palmadas enquanto me comia. Eu só me agarrava nos lençóis e gemia, kkkk, porque ele era bruto, mas adoro ver ele assim, tão homem, me fazendo sentir que era mais forte enquanto me sodomizava. Aos poucos, ele foi me empurrando até terminar deitado em cima de mim. Pelo peso e pelos braços dele, eu não conseguia sair (nem queria, rs). Ele termina me comendo nessa posição, mas quando tira o pau, começa a enfiar os dedos em mim, pedindo pra eu gozar também. Então, enquanto me masturbo, solto muita porra, e ele vai levando até a boca dela, me fazendo tomar meu próprio leite. Foi muito romântico e safado ao mesmo tempo. Enquanto a gente se veste, me vejo no espelho: os mamilos todos vermelhos, a bunda bem vermelhinha, kkkk, e o cu aberto. Ele chega com o creme e, entre beijos, passa no meu cu pra não doer, dizendo que era um analgésico ou algo assim. Ele se oferece pra me levar em casa porque já era mais de... 1 da manhã, quando descemos, cumprimentei o porteiro normalmente, enquanto eu só abaixava a cabeça de vergonha. No carro dele (com vidros escuros), passei a mão na pica dele, a ponto de que, quando chegamos na minha casa, ele passou pro banco de trás pra eu fazer um boquete nele. Enquanto eu chupava, ele dizia que eu era a putinha dele, que tava chupando a pica dele a metros dos meus pais dormindo, que eu era a garotinha dele e que ia me comer em vários lugares, até que ele gozou na minha boca. Engoli tudo, olhando pra ele com cara de puta, e fiquei rindo porque adoro provocar ele. A gente se despediu e, quando entrei em casa, vi meus pais e falei que já tinha comido e que tava muito cansada. Tomei banho e dormi bem rápido. Espero que tenham gostado, tchauuuu!!!
5 comentários - Relato gay: Gostosão da academia