Vecina tetona me calienta la pava a cambio de wifi

Minha vizinha é uma mina de 19 anos, a típica gata que adora se arrumar, sempre bem vestida, perfumadinha, até pra ir comprar pão na esquina ela se veste bem, se maquia, sempre bem penteada. Uma mistura incrível de patricinha com novinha de quebrada, porque às vezes também veste uma camiseta da seleção argentina quando vai pro estádio. 1,65 de altura, bem branquinha, carinha redonda, olhos cor de mel, bem grandes que se destacam. Nariz pequeno, lábios bem grossos que despertam qualquer fantasia se você cruzar com ela na rua ou no ônibus, você já imagina o que gostaria que ela fizesse com esses lábios. Muito simpática, com um sorriso lindo, sempre com franja, cabelo bem escuro. Umas tetas enormes do caralho, tamanho 130, daquelas peitudas que você não consegue evitar de olhar e fica babando pra chupar elas. Sempre com roupa decotada pra deixar os homens olharem. Uma bunda bem redondinha, daquelas que não são tão grandes, mas quando ela se abaixa dá pra ver que é treinada, dá vontade de meter a mão. Minha vizinha mora sozinha, aluga do lado da minha casa, se mudou faz uns meses. Aparentemente trabalha de casa, porque nunca vi ela sair cedo nem voltar do trampo. Às vezes se reúne com as amigas pra conversar, tomar mate, ou no fim de semana pra sair pra balada. Um par de vezes vi ela vestida com uma regata super decotada, quase com os dois peitos de fora, uma saia curta pra caralho, quase dava pra ver a bunda. Dava pra apreciar as pernas lindas que ela tinha. Nessas vezes, ela saía pra dançar com as amigas. Eu espiava ela da janela da minha casa e depois me acabava na punheta no banheiro, lembrando dela, e na minha fantasia eu colocava ela com as mãozinhas no pátio da minha casa e comia ela, enchia ela de porra. Gozava pra caralho batendo punheta pensando na minha vizinha. Uma vez eu tava podando os galhos da árvore da minha casa, bem lá em cima, e enquanto isso ela foi tomar sol no pátio. Ela tava de shortinho, não chegou a ser fio dental, mas em cima tava só com De sutiã por cima, ela passava bronzeador no corpo todo, de óculos escuros pra disfarçar que não percebia que eu tava derretendo ela com o olhar. Naquele dia, eu me acabei na punheta no banheiro pensando nela também. Nunca vi ela trazer um homem pra casa dela; os únicos que entraram lá que eu vi foram o pai, o irmão mais novo, o primo e os tios. Como ela mora do lado da minha casa, não precisa ser detetive particular pra sacar como é a vida pessoal dela e quem vai visitá-la. Conforme os meses passaram, percebi que era uma mina super educada, cumprimentava todo mundo no bairro, até pra mim dava um sorrisinho que me esquentava. Eu procurava cruzar com ela no supermercado pra ela me cumprimentar e eu poder dar uma olhada naquelas tetas enormes. Meu vizinho da frente, um cara de uns cinquenta e poucos anos, não disfarçava nada que tava fervendo de tesão pela guria; sempre cumprimentava ela com um beijo no rosto, fazia piadas, dava móveis de presente já que é marceneiro. Uma vez, ouvi do pátio da minha casa que ele levou um criado-mudo pra ela e pediu pra entrar na casa dela pra envernizar, com essa desculpa, com certeza ia tentar comer ela, o punheteiro. Mas ela agradeceu e disse que não, que tinha coisas pra fazer em casa. Apesar do marceneiro, que com certeza vivia batendo punheta pensando na vizinha, e de mais uns caras que tavam afim dela, eu me considerava o fã número um da minha linda vizinha peituda, o que tinha mais chance de um dia ter algo com ela, porque moro do lado da casa dela e porque nunca passei do ponto com ela, exceto daquelas vezes que ela me pegava olhando pro decote ou percebia que eu tava vendo ela pegar sol. Uma vez, o velho punheteiro do marceneiro veio bater na minha casa com uma cerveja na mão, achei estranho. Punheteiro: — E aí, vizinho!! Queria te perguntar se você quer tomar uma cerveja e bater um papo. Eu: — Beleza, entra aí, que tenho um pouco de frios na geladeira pra petiscar. Punheteiro: — Show!! Eu: — Senta aí. Vizinho. Como é que é? Então você é marceneiro?
Masturbação- Isso mesmo!! Já tem 30 anos, tenho muitos clientes, felizmente tô indo muito bem, tenho muito trabalho.
Eu- Que bom!
Masturbação- Queria te perguntar, vizinho, cê não sabe se a gostosa do lado tem namorado?

Como era de se esperar, o marceneiro não queria fazer amizade comigo, e sim arrancar informação sobre a minha vizinha peituda. Queria comer ela com certeza, a porra da punheta queimou os neurônios dele ao pensar que uma mulher tão linda daria bola pra ele.

Eu- Hmm, sim, sim, tem um namorado que não vem muito seguido. É um homem mais velho que ela, boxeador, pelo que vi, porque uma vez ouvi ela dizer que ele ia lutar com um cara da vila Soldati. (Uma grande mentira pra fazer ele recuar na investida)
Masturbação- Ahhh, é mesmo? Hmm, bom, eu tenho que ir também, preciso terminar de fazer uma galinha de madeira pra enfeite. Bom, vou indo. Ahhh, sobre a gostosa, falei isso porque tenho uma netinha que chamo assim também, porque essa menina, por mais desenvolvida que seja fisicamente, com aquele par de... bom, ela é uma criança, então vejo ela como mais uma netinha. Até mais, vizinho.

O velho tarado do caralho queria me fazer acreditar que olhava pra vizinha que dá madeirinhas pra ele todo dia com olhos de avô, hahaha. Com meus 39 anos, ninguém vai acreditar nisso.

Os dias eram sempre iguais, nada fora do comum acontecia, até que um dia, eram 15h, e ouço alguém bater na porta. Pensei que era o velho vindo com outra história, provavelmente ia dizer que queria levar a netinha de 19 anos dele pro parque.

Quando saí, me deparei com a surpresa incrível: era minha vizinha que estava batendo na porta. Toda linda, vestindo um shortinho preto bem curtinho e justo, marcando toda a buceta. Tava com uma regata branca, deixando ver aquelas tetas enormes. Ela estava parada na calçada com um sorriso divino e provocador. Minha alegria por dentro era indescritível.

Eu- Oi. Vizinha, como cê tá?
Vizinha – Oi, tudo bem? Ah, desculpa te incomodar, tenho um probleminha, haha
Eu – É a primeira vez que a gente se fala, então pra mim é um prazer você ligar na minha casa, ainda mais se eu puder ser sua solução
Vizinha – Hahaha, bom, muito prazer, obrigada. Precisava te pedir uma coisa
Eu – Fala aí, o que você quiser, pode pedir
Vizinha – Cê não teria um Wi-Fi pra me passar? É só por hoje! Precisava terminar um trabalho no computador e cortaram porque não paguei
Eu – Claro, bora. Quer que eu vá aí e configure?
Vizinha – Melhor ditar pra mim, que eu vou anotando
Eu – acm1ptput1ta
Vizinha – Show, peguei aqui!!!! Aí, muito obrigada, me salvou demais, você é um amor!!
Eu – Imagina, quando quiser pode me pedir o que for, ou se um dia tiver a fim de bater um papo, tomar um mate aqui no quintal de casa
Vizinha – Claro, bora!! Bom, vou indo, tenho que continuar trabalhando, valeu!
Eu – Quando ela foi embora, vi como ela caminhava rápido pra casa dela, com os peitos quicando e a bunda rebolando. Fiquei com umas vontades guardadas, tipo de ter aproveitado pra dar um beijo no canto da boca ou mandar ela entrar sem fazer pergunta. Ou pegar o número de telefone dela. Bom, tudo a seu tempo.
Naquela noite, eu ia bater uma punheta pra comemorar que ela, depois de muito tempo, veio bater na minha porta. Não precisei tomar a iniciativa de puxar conversa com ela, e aquela barreira de ser um estranho já tinha se quebrado completamente, porque eu dei uma baita ajuda passando o Wi-Fi. Era noite de me aliviar com uma fantasia nova na cabeça: a de comer ela em cima do computador dela.
De repente, escuto ela dando risada, falando no telefone dentro do banheiro dela. Como o banheiro dela faz eco no meu, porque divide uma parede bem fina, se alguém fala alto dá pra ouvir tudo. Então encostei meu ouvido na parede do banheiro pra ver do que ela ria tanto.
Vizinha – Hahahaha, sério que você quer? Tá me apressando, hein?? A gente tá indo muito rápido, acho, haha..... mmmmm, isso não, nem fodendo que eu faço isso...... olha só você Traz isso amanhã e a gente vê depois. Pelo que ficou combinado hoje, já te falei: meio-dia em ponto, me olha... nessa hora eu tô na janela, se não me viu, se fodeu, véio. Tchau. Quando terminou a ligação, eu não conseguia acreditar. Minha vizinha aparentemente prometeu alguma coisa pro punheteiro da frente. Como pôde acontecer isso? Eu precisava ver o que ia rolar à meia-noite. Ela prometeu algo pra ele, mas o que seria? Chegou meia-noite, eu apaguei as luzes de casa, fingindo que já tava dormindo, e me escondi no quintal pra observar o vizinho da frente. De repente, vejo a persiana da casa dele se abrir e ele apaga a luz do quarto. Aí vejo uma cabeça careca aparecer, a do meu vizinho carpinteiro punheteiro, que tinha uns binóculos nos olhos. Ele tava olhando pro lado da minha casa. De repente, escuto a porta da casa da minha vizinha se abrindo devagar e ouço que ela ficou parada perto da porta. Eu não conseguia ver o que ela tava fazendo, mas dava pra sentir que ela tava ali. Depois de dois minutos, ela entrou rapidinho pra dentro e soltou uma gargalhada. Essa história continua...

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