Mesma coisa. Vou repostar de novo porque não apareceu. Tinha acontecido. Não sabia como. Não sabíamos como. Minha doce cunhada, agora uma mulher. Bem puta. Tão puta a ponto de tomar o leite do cunhado. O cara que fez dela tia pela primeira vez. Não era fácil de assimilar. E até parecia, de novo, irreal. Como se tentando processar, tudo seguiu normal, como antes. Eu suspendi minha rotina de punheta por uns dias. E ela começou a trazer o namorado pra dormir. Vinha quase toda noite. Fiquei alarmado. Mas os dias foram passando. Com o tempo, como se nada disso fosse real, comecei de novo com minha rotina. Pensando, como fiz com as punhetas da minha sogra, que tudo tinha sido um sonho de um punheteiro. Talvez com isso, mais recente, fosse mais difícil de acreditar. Porque ainda lembrava das sensações. Aquela bunda que me enlouqueceu batendo na minha pélvis. E aquela boquinha tomando meu leite. Um dia, enquanto eu via xvideos, sempre com meu cobertor, ela saiu do quarto e foi direto pro sofá. Se ajoelhou e pegou na minha pica. Inacreditável. De novo… Sem aviso prévio, nem premeditação. Eu: O que cê tá fazendo? E se seu namorado vier? Leo: Meu namorado não vem hoje. Só quero leite, cê me dá? Enquanto abria a boca e me chupava a pica, colocando sua melhor cara de puta. Deixei ela fazer… Começou a lamber, a passar a língua… Me punhetava… E chupava por um bom tempo. Repetia. Tinha uma carinha pequena que a fazia parecer ainda mais nova e isso me fazia viajar. Porque me lembrava que era minha cunhada, a menina que vi crescer… Explodi na boca dela e ela segurou todo o leite, engoliu e continuou chupando. Me deixou como novo, limpinho. Levantou e foi embora. Aconteceu só mais umas duas vezes, quase do mesmo jeito. Na última vez, a gente transou. Ela virou de costas e sentou na minha pica, naquele sofá… Eu: Ufff, sim. Como eu gosto dessa sua bunda, garota. Leo: É? Cê gosta muito? Colocando a cara de lado, como se quisesse olhar pra trás. Que cara de puta linda!!! Eu: Siiim. Sempre gostei. Cê não sabe as punhetas que eu bati. Olhando pra você. Léo: Que filho da puta você é!!! Ahhh. Ahhhhhh…. AAAAAYYY… Não posso ser tão puta!!... Entre gemidos, e gozo… Muito. Pra caralho mesmo…. Ele me olha. Léo: Então cê gosta da minha bunda?? Continuou cavalgando…. Até me fazer explodir de porra… Quando sentiu, deu um pulinho, pegou a pica, assim. Nessa posição, e bateu uma pra sair toda a porra que tinha, enquanto esfregava na bunda dela…. Banhei aquela bunda de porra… Era um sonho realizado…. (Continua)
3 comentários - Mi cuñadita - Re contra real 2