Esse relato é minha história com minha mãe, como começou o incesto e um pouco da minha vida diária com esse tipo de relação. Vou tentar dar detalhes e contexto pra deixar o relato o mais próximo da minha experiência. É a primeira vez que escrevo minha história, motivado por todos os posts que vi aqui sobre incesto, como o pessoal conta suas histórias, fantasias e até dá conselhos. Moro no México, num estado do norte. Meus pais se separaram desde que nasci, minha mãe me teve aos 18 anos — situação muito comum no México —, então meus pais são relativamente jovens. Fiquei com minha mãe e meu pai voltou pro estado dele de origem. Tenho uma boa relação com ele, porque sempre esteve presente, me visitando sempre que podia.
Minha mãe é uma mulher de 38 anos, mais ou menos 1,60m de altura, cabelo comprido, peitões, cintura fina, mas claro com uma barriguinha, quadril largo, coxas grossas e uma bunda grande e redonda. O rosto dela é muito bonito, ela é uma mulher linda em todos os sentidos. Sempre notei como os homens na rua viram pra olhar ela e desviam o olhar quando ela percebe, só pra depois grudar os olhos de novo no corpo dela. Meus colegas do ensino fundamental e médio faziam comentários sobre o corpo dela e como adorariam comer a minha mãe. Acho que todo mundo já viu essa situação, talvez não com a própria mãe, mas com certeza todo mundo já olhou pra mãe de algum amigo ou colega e pensou que ela era a mulher mais gostosa e linda. Os homens no geral sempre foram muito educados e prestativos com ela. Ela é carinhosa comigo sem ser melosa, embora seja rígida e durona na maior parte do tempo, uma pessoa séria e de personalidade forte.
O incesto começou quando eu tinha 16 anos. Tive uma complicação nos meus genitais e precisei ser operado, o que me deixou de cama por dois meses, precisando de ajuda para me levantar, andar, me vestir, basicamente tudo, porque fazer esforço na região do abdômen e na parte de baixo doía demais. Quando eu tomava banho, minha mãe esperava do lado de fora do chuveiro enquanto eu me lavava, mas na verdade era só deixar a água cair pra limpar o suor. Uma vez, quase caí, consegui me segurar, mas o esforço me fez soltar um grito que assustou minha mãe. Depois disso, ela insistiu em me dar banho e ficar comigo no chuveiro. Ela entrava no box de short ou calça legging, não era nada sexy, mas a figura voluptuosa dela fazia aquilo parecer incrível. Camisetas meio velhas que já não serviam direito, os peitos dela esticavam o tecido e balançavam pra caralho. Era literalmente uma roupa de fazer tarefa de casa, mas o corpo dela deixava tudo sexy — uma mulher madura em todos os sentidos. Foi nesses momentos que comecei a ver minha mãe como mulher.
Notei desde o início como minha mãe olhava meu corpo. Ela fixava o olhar no meu torso e braços (sempre pratiquei esportes, então tenho um corpo mais que decente), mas o que ela mais olhava era meu pau. Ela disfarçava, mas era óbvio pra mim como, em certos momentos, o olhar dela buscava meu pênis. Eu fazia o mesmo: olhava pra bunda dela, pras coxas e procurava os peitos dela, que até então eu nunca tinha visto tão de perto. Às vezes, ela encostava eles em mim pra lavar meu corpo, e foi aí que começaram minhas ereções pensando nela. Quando ela percebia, só continuava lavando meu corpo e olhava pra minha ereção com muita atenção, tentando disfarçar. Eu morria de vergonha, mas também ficava muito excitado. A ideia de que ela achava meu corpo atraente ou que ficava excitada comigo me deixava louco. Eu só lavava meu cabelo, esperando ela terminar de me lavar, fingindo que não notava nada. Ela terminava e me dizia: "Lava aí com cuidado, pra não se machucar." Pensei muito sobre aquilo. Os sentimentos que eu tinha pela minha mãe, óbvio que amo ela como mãe, mas já não conseguia evitar ter pensamentos sobre o corpo dela. Comecei a fantasiar transando com ela, vê-la todo dia no meu quarto, nas vezes que ela deitava comigo e a gente via filmes ou séries. Sempre fomos muito unidos, mas essa situação deixou os laços de mãe e filho ainda mais fortes, então meus desejos por ela faziam eu me odiar. O mais provável era que eu tava exagerando tudo numa fantasia de adolescente cheio de hormônio, e minha mãe realmente não tinha nenhum pensamento sobre o meu corpo, mas mesmo assim decidi começar a satisfazer minha safadeza. A primeira coisa era que ela costumava dormir logo depois de começar a ver algo na TV. Comecei a tocar ela primeiro no rosto, me certificando de que ela tivesse um sono pesado e não acordasse com meus toques, passando pro quadril e a lombar. Passeava meus dedos pelas coxas e pela bunda dela, levantava a camisola, a calça ou o que quer que ela tivesse pra ver a bunda dela, via a calcinha dela e acariciava um pouco. Ficava com um pau enorme ao tocar a bunda gorda e redonda da minha mãe. Repeti isso por uns dias, era o suficiente pra saciar minha curiosidade e minhas fantasias. Como minhas fantasias e desejos por ela eram mais fortes, pensei e me convenci a tentar ir o mais longe possível com minha mãe. Comecei a ser mais carinhoso, com a intenção de que o contato físico parecesse mais normal e que minhas intenções não parecessem tão exageradas do dia pra noite. E o fato de eu estar de cama e precisar dela todo o tempo livre que eu tinha facilitou tudo, já que o afeto que comecei a dar não pareceu estranho nem forçado, nem pra mim. Assim, cada dia, entre abraços e carinhos de mãe e filho, começaram leves toques ou apertões nos peitos dela. Quando ela me ajudava a levantar, eu segurava ela pelas costas e ela segurava meus ombros, comecei a deslizar minhas mãos pros peitos dela, apertando um pouco pra "não cair". No banheiro, comecei a mexer meus braços Me bañar, exagerando os movimentos, e batendo nas tetas dela vendo como balançavam, tinha uma vista perfeita do decote dela por causa da diferença de altura, também derrubando coisas de propósito pra ver aquela bunda, era sem vergonha, ela obviamente percebia isso, mas não me dizia nem proibia nada, talvez pensando que realmente eram só descuidos, ou que ela genuinamente curtia o que eu fazia, isso só me deu mais confiança pra continuar e ir ficando mais ousado, depois encostando meu pau duro nela quando me lavava, colocava na barriga dela e me esfregava de leve, ela não fazia nada pra se afastar, depois de algumas semanas fazendo isso e sabendo que faltava pouco pro meu repouso acabar e eu voltar à vida normal, queria ver se conseguia fazer ela tocar no meu pau, já que minhas fantasias de incesto começaram, pelo menos pra mim, a parecer uma possibilidade real, comentei uma vez na cama que tava doendo a costura nos meus genitais (sim, tinha uma costura nas bolas kkkk) e ela olhou genuinamente preocupada, claro, é minha mãe, quando senti ela me tocando, fiquei duro em questão de segundos, ela não parava de passar o olho no meu pau, da base até a ponta, disse que tava tudo bem, que se sentisse desconforto falasse pra ela dar uma olhada, no banheiro repeti a mesma coisa, dizendo que não conseguia me lavar direito porque doía, ela olhou e a resposta foi a mesma. "Tá tudo bem, lava com cuidado". Depois de repetir isso várias vezes, já era quase rotina minha mãe sempre olhar meu pau e eu ficar duro, ela ficava quase besta vendo como meu pau crescia, só tocava na área das minhas bolas e na base do meu pau, mas isso era tudo que eu precisava pra ficar excitado, quando tava completamente duro ela respirava mais pesado, dava pra sentir, tinha certeza que minha mãe não via um pau há muito tempo, nunca teve namorados ou relacionamentos depois do meu pai, não posso afirmar que não tinha vida sexual alguma, mas nunca saía Muito, quase sempre que podia vê-la, ela só estava em casa descansando e aproveitando o tempo livre, e a ideia de que minha mãe desejava o próprio filho me convenceu ainda mais de que eu podia ir mais longe com ela. Com a desculpa da dor, pedia para minha mãe me lavar ali, não foi uma negativa direta, era uma cara de vergonha e nervosismo: "Tá doendo muito? Mas se eu te lavar, também deve doer." Insisti que o esforço que eu fazia para me lavar forçava a área da minha cirurgia e abdômen, gerando dor (o que é verdade, aquela área doía com o mínimo esforço, até rir, mas claro que já conseguia me lavar sozinho). Ela aceitou me lavar depois dessa pequena explicação, não negou muito e, sinceramente, me surpreendeu que aceitasse tão rápido, embora eu já a tivesse acostumado a ver meu pau. Pensei que, para ela aceitar me tocar, eu teria que ser um pouco mais insistente e que levaria mais tempo. Ela parecia acreditar em tudo que eu dizia, e era algo razoável: o filho dela estava de cama, com uma cirurgia delicada, não questionava nada do que eu falava. Ela colocou sabão nas mãos e começou a passá-las no meu pau, tocava o tronco do meu pau com as duas mãos, eu podia sentir ela tocando as veias e cobrindo a cabeça, apertando um pouco. Quando terminou, ela não me olhava nos olhos, mas eu sabia que ela gostava de me tocar. Isso se tornou frequente, e cada vez ela mexia as mãos com mais confiança, começou a me olhar de soslaio. Eu comecei a tocar a bunda dela, passando minha mão levemente, eram mais roçadas nas nádegas, com a ponta dos meus dedos ou a parte externa da mão, mas era inconfundível que a intenção daqueles "roçados" era tocá-la. Ela já sabia o que eu queria, e o fato de ela não me negar nada ou me repreender me fazia acreditar que ela também queria. Fingíamos inocência, era só questão de um de nós tomar a iniciativa para escalar nossa relação. Depois que terminei meu tempo de recuperação, comecei a retomar minha vida normal. embora ainda precisasse de ajuda, era mínima. voltei pra escola, retomei as atividades e comecei a tomar banho sozinho de novo. por algumas semanas, tudo voltou ao "normal", mas com os olhares e silêncios da minha mãe quando estávamos sozinhos. ela me olhava diferente, parecia ficar nervosa quando a gente ficava junto sem nada pra fazer. me acostumei a passar a mão nela, a apertar a bunda dela. se eu abraçava ela, descia minhas mãos acariciando o quadril dela até a lombar e com a ponta dos dedos fazia pressão na bunda dela. abraçava ela por trás, tocava a barriga dela e, ao apertar o abraço, subia minhas mãos e apertava os peitos dela por baixo com o antebraço. era uma vista do caralho, ver os peitos dela apertados, parecendo que iam pular pra fora do sutiã e da blusa. encostava minha pica dura na bunda dela e apertava, como se quisesse furar a calça dela e meter. dava beijinhos na bochecha dela. isso tudo antes de querer minha mãe como mulher, mas agora, com minhas novas intenções, parecia diferente. era desejo. alguns beijos no pescoço enquanto tocava a cintura dela. ao passar por ela, dava um tapa na bunda dela ou, se encontrava ela de costas, colocava minha mão na bunda dela e abraçava, perguntando alguma coisa ou puxando assunto pra evitar que ela me questionasse. e era assim, ela não me xingava, nem parecia tentar se soltar de mim. parecia cada vez mais aceitar meus comportamentos. se no começo eram segundos raros que eu fazia isso, quando passava por ela ou a encontrava pela casa, fui estendendo cada vez mais. quando encontrava ela cozinhando, ficava assim por minutos. me segurava pra não arrancar a calça dela na hora, tirar a calcinha e fazer ela minha. me contentava em esfregar minha ereção na bunda dela por enquanto. não via a hora de levar ela pra cama. já sabia que podia fazer isso depois de tudo que fazia com ela, era questão de criar coragem. tinha acostumado ela a ser tratada assim pelo filho. na minha mente, tava cada vez mais perto. de fazer dela minha mulher, não parava de fantasiar cada minuto sobre ela de forma lasciva, comer ela todos os dias em casa, ficar com ela à noite, ter minha própria mãe como minha mulher. Na consulta médica depois de me recuperar, comentando sobre os cuidados com minha saúde, o doutor terminou dizendo que era preciso verificar a saúde dos meus testículos com uma amostra de sêmen, isso para descartar a presença de bactérias ou patógenos depois da operação. Ele nos disse que, para fazer o exame, a amostra deveria ser entregue no máximo duas horas depois de coletada. Lembro muito bem das palavras dele, porque até certo ponto agradeço, já que isso deu início à situação seguinte com minha mãe: "A coleta pode ser feita no hospital, mas se preferir, pode ser feita em casa ou no lugar onde se sentir mais seguro. A amostra de sêmen só é obtida através de uma masturbação, então seu filho terá que coletar a amostra dele." Depois de conversar comigo, minha mãe agendou a consulta. Marcada a data e após mais instruções, saímos do hospital. Os dias passaram, eu continuava com a mesma rotina em casa com ela, e minha mãe não se mostrava negativa com isso. Ela estava cada vez mais permissiva, já não só deixava eu tocar nela, ela começou a responder aos meus comportamentos. Me mimava muito mais, os abraços e beijos da parte dela se tornaram mais normais e frequentes, e eu respondia da mesma forma, mas sempre direcionando para um lado lascivo. Se ela vinha e me abraçava e falava sobre qualquer coisa, o dia dela, coisas do trabalho, etc... eu também retribuía o abraço e aos poucos começava a acariciar os quadris dela, passando minhas mãos na bunda dela, encostando minha cabeça nos peitos dela. Já era uma maneira muito doentia ou errada de tocar minha mãe, e da mesma forma ela. Definitivamente, a maneira como ela me abraçava e mimava não era da mesma intensidade ou descaramento que eu fazia, mas sem dúvida tratar assim seu filho de 16 anos (naquela época) para mais de um seria estranho, devia Me parar desde o início, mas ela me abraçava e mostrava carinho, sabendo que eu sempre tentaria transformar essas demonstrações de afeto em algo mais. Pensei nisso e, deixando de lado se estava errado, a relação que tínhamos já estava muito distorcida. Um filho não deveria tratar a mãe assim, e ela muito menos deveria permitir e incentivar o filho a continuar. Definitivamente, sou alguém muito doente.
Quando chegou o dia da consulta médica, acordei umas 4 da manhã. Tinha que estar no hospital às 8, sendo que o trajeto leva uma hora. Minha mãe me deu aqueles copos de amostra, entrei no banheiro e comecei, obviamente pensando nela. Já não conseguia mais me masturbar com outra coisa que não fosse ela. Depois de um tempo, não consegui gozar. Não sentia tesão suficiente e minha ereção durava muito pouco. Acho que todo mundo já sentiu isso. Minha mãe me perguntou como estava indo, e respondi que não conseguia. Discutimos um pouco, ela parecia envergonhada. Ela pediu para entrar, me perguntou o que estava acontecendo, que já precisávamos ir. Enrolando a situação, soltei sem pensar: "E se você me ajudar?". Ela não se surpreendeu totalmente, fez uma caretinha, me olhou e disse: "Senta no vaso". Eu sabia que ela também tinha pensamentos incestuosos comigo (ou talvez fosse tudo fruto da minha imaginação doentia. Até aquele momento, tudo foi um salto de fé. Não sabia até onde uma mãe pode ir com o filho em toda essa situação do relato. Não tinha como saber. Se vocês querem levar suas mães para a cama, têm que analisar todo o cenário. Não existe um caminho estabelecido, e cada passo que vocês derem é no escuro, com o risco de que a mulher que mais ama vocês no mundo os rejeite e nunca mais os veja da mesma forma. Talvez eu não tenha deixado isso claro, mas o terror, a insegurança e a possibilidade constante de estar cometendo um erro não me deixavam dormir às vezes. Embora já seja um erro querer transar com a minha mãe).
Ela ficou à minha direita, levemente inclinada, e começou a me masturbar, mas não era algo muito excitante. óbvio que ter minha mãe me masturbando era suficiente pra ter uma ereção dura, mas parecia mais algo apressado pra gente sair logo, quase como uma obrigação, dava pra ver na cara dela, não foi como eu fantasiava, mas já era alguma coisa. Passei minhas mãos pelas coxas e bunda dela, dei uns apertões leves, ela virou levemente a bunda na minha direção, tudo que eu tinha fantasiado, minha mãe tava disposta a deixar eu usar o corpo dela. Enfiei minha mão entre as nádegas dela e comecei a esfregar, ela soltou uns gemidos baixinhos, eu esfregava e apertava a bunda dela cada vez mais desesperado. Tentei enfiar a mão dentro da calça dela, pela posição não consegui, então tentei puxar pra baixo, ela me parou, mas consegui expor as nádegas dela até a metade. Segundos depois, eu gozei. Ela ajeitou a calça e saiu, eu nem tive tempo de reagir porque na hora ela gritou pra eu sair. Era tarde, o caminho foi horrível, meu coração batia rápido, eu tremendo e tiritando de medo. Minha mãe tinha me masturbado e eu me satisfiz com o corpo dela de um jeito nojento, desesperado, me sentia merecidamente um lixo. Chegamos no hospital e fizemos os trâmites necessários, saindo e já no carro foi a mesma coisa, silêncio. Chegando em casa, me apressei pro meu quarto e refleti sobre o que aconteceu, não consegui pensar em mais nada além do que eu fiz, não se foi errado, o que ia acontecer depois, não, só repetindo a cena na minha cabeça. Minha mãe entrou no meu quarto e eu me exaltei, como se ela tivesse me pego fazendo algo errado, já que eu só tava em choque deitado na minha cama. Ela sentou na minha cama e pediu pra conversar, o que a gente fez foi errado, ela parecia desnorteada, não parava de dizer como se sentia mal e como o que ela deixou eu fazer era impensável, mas não me xingava, era mais como se pedisse pra eu parar de tentar. Ela confessou que sabia que eu tocava ela de um jeito diferente do que um filho toca a mãe, desde os banhos juntos e depois, toda vez que eu tava perto dela, era real tudo que eu pensava, ela me deixava tocar ela sabendo que Eu deseava ela e, mesmo sabendo da minha intenção, ela não me impediu. "Não é normal como você me toca, um filho não deveria fazer isso" — lembro muito bem dessa frase. Preso, não pude mais bancar o inocente, já não fazia sentido, e além disso ela também queria. Não conseguia pensar em outra razão pela qual ela me deixava tocá-la tantas vezes, dar beijos que não eram de filho para mãe, ser permissiva e aceitar todos os pedidos indiretos ou diretos que eu fazia. Respeito e amo minha mãe profundamente, mas é inegável que ela também tinha pensamentos incestuosos. Essa conversa era uma tentativa de frear o que vínhamos fazendo, o que era a melhor opção, mas eu já estava decidido. Confirmei os pensamentos dela, confessei que tinha ideias sobre ela. Ela me abraçou e tentou me convencer a parar, pediu desculpas — na verdade, não sei ao certo pelo quê, só dizia "desculpa", uma e outra vez. Me senti de um jeito que nunca mais consegui sentir: uma pressão no peito e falta de ar. Abracei ela e, depois de um tempo, voltei a apalpar ela. Ela tirava minhas mãos e, pela primeira vez, ativamente tentou me "impedir". Ela já tinha me permitido tanta coisa, isso era só uma tentativa de parar por remorso, não um desejo genuíno de que eu não a desejasse. Continuei e deitei ela na beira da cama. Ela parou de lutar contra minhas mãos, agora virava o pescoço para evitar meus beijos. Depois de um tempo, a cabeça dela ficou parada, só dizia para eu parar enquanto escapavam gemidos entre cada pedido. Levantei a blusa dela, enfiei o rosto entre os peitos dela e me apressei em puxar a calça dela para baixo. Ela apertava as pernas, já era só fingimento de resistência. Depois de "resistir", cedia muito fácil. Cheguei a pensar que, pela diferença óbvia de força e tamanho, ela realmente se sentia impotente e queria parar — mas não, ela só fingia. Naqueles momentos, veio o pensamento mais horrível que já tive: estuprar ela. Se ela realmente quisesse resistir naquele momento, eu disse a mim mesmo: Tipo, eu estupraria ela, não importava, eu ia meter na minha mãe, é um pensamento doentio pra caralho e queria saber o que vocês acham nos comentários. Eu tava tão excitado que naquele momento aquela opção parecia viável só pra me satisfazer. Felizmente não foi essa a situação, com a calça arriada, eu tocava a buceta dela, beijava os peitos e o pescoço e, por mais ridículo que pareça depois de tudo que eu tinha feito e tava disposto a fazer, me atrevi a roubar um beijo. Arriei a calça e tirei a calcinha dela, ela resistia um pouco apertando os joelhos contra meu lado, mas depois abriu as pernas completamente. Ela cobria levemente a buceta com a mão e, depois de um tempo, eu arriei a cueca, ela viu meu pau duro, e comecei a esfregar contra a buceta dela. Ela tirou a mão e, procurando a entrada, eu meti. Finalmente tinha realizado minha fantasia. Eu me movia bruscamente, só queria enfiar o mais fundo que pudesse. Tirei um dos peitos dela do sutiã e comecei a chupar o mamilo, movia o quadril com força, chupava os peitos e sugava o mamilo. Minhas mãos estavam na cintura dela, puxando ela contra mim a cada estocada. Os gemidos dela eram curtos, como se o ar estivesse escapando. Gozei depois de uns minutos, tirei o pau e desci pra beijar e lamber a barriga dela e a região pubiana. Ela acariciava minha cabeça enquanto levantava levemente o quadril. Subi de novo e chupei os peitos dela. Quando olhei no rosto dela, a expressão era de incredulidade. Antes que ela pudesse dizer ou fazer algo, eu beijei ela, e ela correspondeu ao beijo. Ficou duro de novo, peguei ela pela cintura e virei de bruços. Ela entendeu e ficou de quatro. A bunda enorme e gorda da minha mãe tava de quatro na minha frente. Fiquei louco e comi ela com tanta desesperação, metia com todo meu peso. Ela tem 1,60 e eu uns 1,80. A diferença de tamanho é grande, parecia doer nela, mas ela gemia cada vez mais alto. Gozei dentro dela de novo, nos beijando novamente voltamos pra posição de missionário e comi ela. Mais umas duas vezes, não durou mais de 5 minutos. Ficamos deitados e ela começou a falar sobre o que a gente tinha feito, não prestei atenção e ficava interrompendo pra chupar os peitos dela. Ela se levantou sem dizer nada e fiquei umas meia hora deitado pensando no que tinha feito, deu vontade de chorar. Seguimos com o dia e na hora do almoço a gente conversou um pouco, eu me sentia mal, com vontade de vomitar, aquela sensação de ter o vômito entalado na garganta. Ela tocou no assunto do que a gente fez, pedi desculpas quase chorando e ela disse pra eu não me preocupar, que a gente não ia repetir e que aquilo foi um erro. Não falou mais nada e continuou conversando como se nada tivesse acontecido. De noite tomei banho e depois minha mãe entrou no chuveiro. Fiquei pensando no que a gente tinha feito e deu vontade de fazer de novo, a culpa tinha ido embora. Ela saiu e foi pro quarto dela. Pouco depois entrei e ela estava de calcinha e sutiã sentada na cama, pronta pra colocar o pijama. Cumprimentei e abracei ela, ela já sabia o que eu queria e tentou se afastar. Me joguei em cima dela e comecei a tocar, beijar de novo. Depois de alguns minutos, com uma ereção, puxei a calcinha dela, abaixei minha calça e a cueca e meti. Ela se esticou e soltou uns gemidos. Fodi ela repetindo a mesma coisa da primeira vez, comendo ela com força. Depois de gozar dentro dela de novo, ela me apertou forte. Fiquei deitado em cima dela, depois de uns minutos ela pediu pra eu sair do quarto. Levantei como se fosse embora, ela se enfiou debaixo dos lençóis e eu apaguei a luz, fechei a porta e me meti na cama com ela. Ela tava de costas pra mim, beijei o pescoço dela, as costas, a lombar e comecei a descer. Chupei a bunda dela, lambi e pensei em morder. Virei ela de bruços, esmagando ela completamente, procurei a entrada da buceta e comi ela naquela posição. A bunda dela ficava incrível assim, parece enorme comparada com o torso, e é uma bunda grande. Eu apertava os ombros dela com as mãos, só sobrou Gemendo e mexendo os pés a cada estocada que eu dava, penetrei ela até cair no sono, deviam ter sido uns 20 minutos e gozei umas 2 vezes. Ela acordou antes de mim pra ir trabalhar, depois eu fui pra escola, não conseguia parar de pensar nela. Assim que saí da escola, voltei pra casa de tarde, ela ainda não tinha chegado do trabalho, então comecei a fazer minhas tarefas, tudo do jeito que tinha planejado. Ela chegou, cumprimentei ela com um tapa na bunda e um beijo na bochecha. Depois de comer ela duas vezes num dia, minha confiança era diferente, não parecia mais estranho ou desconfortável como no começo. Tipo, não era mais "dei um tapa na bunda da minha mãe", era mais "dei um tapa na bunda da minha mulher". Ela correspondeu ao cumprimento, a gente comeu, terminei meus trabalhos da escola e lá pelas 12 eu tomei banho. Ela já tava no quarto dela com as luzes apagadas e a TV ligada. Saí do banho, me troquei e fui pro quarto dela. Ela me viu, fechei a porta, ela se mexeu pra eu entrar na cama, abracei ela e beijei o pescoço dela, me afundei nos peitos dela enquanto apalpava, levantei o rosto pra procurar a boca dela. Ela só tava de camiseta, tirei e ela não tava de sutiã, só uma calcinha fio dental. Beijei a barriga dela, por cima da calcinha, as coxas e as pernas, lambi a buceta dela por cima da calcinha, puxei pra um lado e fiquei fazendo um oral. Me ajeitei pra meter e segurei ela pelas costas, comi ela naquela posição até gozar dentro dela. Mais uma vez assim até cair no sono. Acordava no meio da noite e percebia que tava na cama com a minha mãe, me ajeitava e voltava a dormir. Depois disso, no dia seguinte, não via a hora de comer minha mãe sempre que tava com vontade. Ela colocava limites, mas não importava se ela tava chegando do trabalho, entrando no banho, eu fazia ela minha na sala, na cozinha, no quarto dela, nos corredores. Depois da empolgação, me controlei e esperava a noite pra ir com ela. Ela garantia de sempre ter camisinha ou métodos pra evitar qualquer problema. Quando ela me deixa e a gente consegue fazer sem Proteção não perdeu a oportunidade e encheu ela de todo o sêmen que podia. Começamos com uma rotina e uma série de mudanças: as roupas dela ficaram mais sexy, ela já tinha algumas peças desse estilo, mas a gaveta dela foi ficando mais ousada aos poucos. De todos os meus pedidos, poucos foram os que ela recusou, e nenhum foi definitivo. Eu quis experimentar coisas na cama, e ela topou; ela mesma quis tentar umas paradas. Comecei a vestir ela em casa com leggings ou shorts curtos — ver como a calcinha da sua mãe marca enquanto ela faz o dia normal dela é uma das melhores coisas que um filho pode vivenciar. Depois, em dias de folga ou quando a gente podia se dar ao luxo, pedia pra ela usar só uma tanga por baixo. Ver a bunda dela quicando pela casa me deixa louco. A gente trepa pela casa inteira, o dia todo, fazendo pausas e cada um voltando pros seus afazeres. Ela sabe que minutos depois vou meter ela de quatro de novo, não importa onde a gente esteja.
Na rua, ela se veste de um jeito que as tangas marcam ou transparentam, todos os outros homens só podem ver e fantasiar o que fariam com ela, enquanto a veem, ela tem a buceta e a bunda cheias do meu esperma, aquelas tangas que eles veem marcando, estão se sujando do esperma que escorre dela.
Já faz quase quatro anos que começamos nossa relação de incesto, tô quase fazendo 20 anos, e nenhum aspecto das nossas vidas mudou. Não deixamos de lado trabalho, responsabilidades ou compromissos por causa disso. A gente foca em manter uma vida e rotina normais. Eu continuo sendo um estudante dedicado — não o melhor, mas nunca dei nem dei problema nos estudos —, um atleta da escola, e ela continua sendo a mãe rígida, séria e batalhadora de sempre. Mas quando a gente tem nosso tempo juntos, ela vira minha putinha. Continuo amando e respeitando ela do mesmo jeito maternal que antes de tudo isso, talvez até mais. Nossa relação de mãe e filho não mudou fora do óbvio, mas quando as responsabilidades vão embora, a mesma mãe que me repreende usa aquela boca pra engolir todo o esperma que não joguei dentro dela. A mãe séria, que abre as pernas completamente pro filho penetrar ela, a mãe que muitos consideram exemplar, geme como uma puta o nome do filho. A mãe que não gosta que eu fale vulgarmente, abre as nádegas enquanto pede pra eu comer a bunda dela a noite toda. Minha mãe virou minha putinha. Nesses quatro anos, várias coisas rolaram, várias histórias que deixam a relação com ela sempre interessante, e as que vêm com esse estilo de vida que não vou largar, pelo menos num futuro próximo. Minha mãe é uma mulherão que tenho a sorte de ter só pra mim. Se alguém tiver a chance de perverter a própria mãe, não desperdice. É a melhor sensação chegar em casa sabendo que sua mãe te espera no quarto dela, com a bunda de fora, pronta pra você fazer ela toda sua.
E ter essa vista ao acordar
EDIT: TUDO O QUE CONTEI É SÓ O COMEÇO DO RELACIONAMENTO E DETALHES MÍNIMOS DE UM POUCO DEPOIS, TEM MAIS HISTÓRIA COM A MINHA MÃE. SE PUDER COMENTAR SE QUER QUE EU CONTINUE OS RELATOS, AGRADEÇO. A RECEPÇÃO FOI MELHOR DO QUE EU ESPERAVA, JÁ QUE, COMO DISSE, É MINHA PRIMEIRA VEZ CONTANDO O RELACIONAMENTO INCESTUOSO COM A MINHA MÃE, ENTÃO FICO ANIMADO EM COMPARTILHAR A HISTÓRIA, ANEDOTAS E FOTOS. OS COMENTÁRIOS ME AJUDARIAM A SABER SE O POVO QUER QUE EU CONTINUE ESCREVENDO. TAMBÉM RECEBI VÁRIAS MENSAGENS NO CHAT PERGUNTANDO SE TENHO MAIS PARA CONTAR OU SE A HISTÓRIA ACABA AQUI, POR ISSO FIZ ESSE EDIT. FIQUE À VONTADE PARA ME MANDAR MENSAGEM NO CHAT OU COMENTAR, POIS TENTO RESPONDER A TODO MUNDO.
Minha mãe é uma mulher de 38 anos, mais ou menos 1,60m de altura, cabelo comprido, peitões, cintura fina, mas claro com uma barriguinha, quadril largo, coxas grossas e uma bunda grande e redonda. O rosto dela é muito bonito, ela é uma mulher linda em todos os sentidos. Sempre notei como os homens na rua viram pra olhar ela e desviam o olhar quando ela percebe, só pra depois grudar os olhos de novo no corpo dela. Meus colegas do ensino fundamental e médio faziam comentários sobre o corpo dela e como adorariam comer a minha mãe. Acho que todo mundo já viu essa situação, talvez não com a própria mãe, mas com certeza todo mundo já olhou pra mãe de algum amigo ou colega e pensou que ela era a mulher mais gostosa e linda. Os homens no geral sempre foram muito educados e prestativos com ela. Ela é carinhosa comigo sem ser melosa, embora seja rígida e durona na maior parte do tempo, uma pessoa séria e de personalidade forte.
O incesto começou quando eu tinha 16 anos. Tive uma complicação nos meus genitais e precisei ser operado, o que me deixou de cama por dois meses, precisando de ajuda para me levantar, andar, me vestir, basicamente tudo, porque fazer esforço na região do abdômen e na parte de baixo doía demais. Quando eu tomava banho, minha mãe esperava do lado de fora do chuveiro enquanto eu me lavava, mas na verdade era só deixar a água cair pra limpar o suor. Uma vez, quase caí, consegui me segurar, mas o esforço me fez soltar um grito que assustou minha mãe. Depois disso, ela insistiu em me dar banho e ficar comigo no chuveiro. Ela entrava no box de short ou calça legging, não era nada sexy, mas a figura voluptuosa dela fazia aquilo parecer incrível. Camisetas meio velhas que já não serviam direito, os peitos dela esticavam o tecido e balançavam pra caralho. Era literalmente uma roupa de fazer tarefa de casa, mas o corpo dela deixava tudo sexy — uma mulher madura em todos os sentidos. Foi nesses momentos que comecei a ver minha mãe como mulher.Notei desde o início como minha mãe olhava meu corpo. Ela fixava o olhar no meu torso e braços (sempre pratiquei esportes, então tenho um corpo mais que decente), mas o que ela mais olhava era meu pau. Ela disfarçava, mas era óbvio pra mim como, em certos momentos, o olhar dela buscava meu pênis. Eu fazia o mesmo: olhava pra bunda dela, pras coxas e procurava os peitos dela, que até então eu nunca tinha visto tão de perto. Às vezes, ela encostava eles em mim pra lavar meu corpo, e foi aí que começaram minhas ereções pensando nela. Quando ela percebia, só continuava lavando meu corpo e olhava pra minha ereção com muita atenção, tentando disfarçar. Eu morria de vergonha, mas também ficava muito excitado. A ideia de que ela achava meu corpo atraente ou que ficava excitada comigo me deixava louco. Eu só lavava meu cabelo, esperando ela terminar de me lavar, fingindo que não notava nada. Ela terminava e me dizia: "Lava aí com cuidado, pra não se machucar." Pensei muito sobre aquilo. Os sentimentos que eu tinha pela minha mãe, óbvio que amo ela como mãe, mas já não conseguia evitar ter pensamentos sobre o corpo dela. Comecei a fantasiar transando com ela, vê-la todo dia no meu quarto, nas vezes que ela deitava comigo e a gente via filmes ou séries. Sempre fomos muito unidos, mas essa situação deixou os laços de mãe e filho ainda mais fortes, então meus desejos por ela faziam eu me odiar. O mais provável era que eu tava exagerando tudo numa fantasia de adolescente cheio de hormônio, e minha mãe realmente não tinha nenhum pensamento sobre o meu corpo, mas mesmo assim decidi começar a satisfazer minha safadeza. A primeira coisa era que ela costumava dormir logo depois de começar a ver algo na TV. Comecei a tocar ela primeiro no rosto, me certificando de que ela tivesse um sono pesado e não acordasse com meus toques, passando pro quadril e a lombar. Passeava meus dedos pelas coxas e pela bunda dela, levantava a camisola, a calça ou o que quer que ela tivesse pra ver a bunda dela, via a calcinha dela e acariciava um pouco. Ficava com um pau enorme ao tocar a bunda gorda e redonda da minha mãe. Repeti isso por uns dias, era o suficiente pra saciar minha curiosidade e minhas fantasias. Como minhas fantasias e desejos por ela eram mais fortes, pensei e me convenci a tentar ir o mais longe possível com minha mãe. Comecei a ser mais carinhoso, com a intenção de que o contato físico parecesse mais normal e que minhas intenções não parecessem tão exageradas do dia pra noite. E o fato de eu estar de cama e precisar dela todo o tempo livre que eu tinha facilitou tudo, já que o afeto que comecei a dar não pareceu estranho nem forçado, nem pra mim. Assim, cada dia, entre abraços e carinhos de mãe e filho, começaram leves toques ou apertões nos peitos dela. Quando ela me ajudava a levantar, eu segurava ela pelas costas e ela segurava meus ombros, comecei a deslizar minhas mãos pros peitos dela, apertando um pouco pra "não cair". No banheiro, comecei a mexer meus braços Me bañar, exagerando os movimentos, e batendo nas tetas dela vendo como balançavam, tinha uma vista perfeita do decote dela por causa da diferença de altura, também derrubando coisas de propósito pra ver aquela bunda, era sem vergonha, ela obviamente percebia isso, mas não me dizia nem proibia nada, talvez pensando que realmente eram só descuidos, ou que ela genuinamente curtia o que eu fazia, isso só me deu mais confiança pra continuar e ir ficando mais ousado, depois encostando meu pau duro nela quando me lavava, colocava na barriga dela e me esfregava de leve, ela não fazia nada pra se afastar, depois de algumas semanas fazendo isso e sabendo que faltava pouco pro meu repouso acabar e eu voltar à vida normal, queria ver se conseguia fazer ela tocar no meu pau, já que minhas fantasias de incesto começaram, pelo menos pra mim, a parecer uma possibilidade real, comentei uma vez na cama que tava doendo a costura nos meus genitais (sim, tinha uma costura nas bolas kkkk) e ela olhou genuinamente preocupada, claro, é minha mãe, quando senti ela me tocando, fiquei duro em questão de segundos, ela não parava de passar o olho no meu pau, da base até a ponta, disse que tava tudo bem, que se sentisse desconforto falasse pra ela dar uma olhada, no banheiro repeti a mesma coisa, dizendo que não conseguia me lavar direito porque doía, ela olhou e a resposta foi a mesma. "Tá tudo bem, lava com cuidado". Depois de repetir isso várias vezes, já era quase rotina minha mãe sempre olhar meu pau e eu ficar duro, ela ficava quase besta vendo como meu pau crescia, só tocava na área das minhas bolas e na base do meu pau, mas isso era tudo que eu precisava pra ficar excitado, quando tava completamente duro ela respirava mais pesado, dava pra sentir, tinha certeza que minha mãe não via um pau há muito tempo, nunca teve namorados ou relacionamentos depois do meu pai, não posso afirmar que não tinha vida sexual alguma, mas nunca saía Muito, quase sempre que podia vê-la, ela só estava em casa descansando e aproveitando o tempo livre, e a ideia de que minha mãe desejava o próprio filho me convenceu ainda mais de que eu podia ir mais longe com ela. Com a desculpa da dor, pedia para minha mãe me lavar ali, não foi uma negativa direta, era uma cara de vergonha e nervosismo: "Tá doendo muito? Mas se eu te lavar, também deve doer." Insisti que o esforço que eu fazia para me lavar forçava a área da minha cirurgia e abdômen, gerando dor (o que é verdade, aquela área doía com o mínimo esforço, até rir, mas claro que já conseguia me lavar sozinho). Ela aceitou me lavar depois dessa pequena explicação, não negou muito e, sinceramente, me surpreendeu que aceitasse tão rápido, embora eu já a tivesse acostumado a ver meu pau. Pensei que, para ela aceitar me tocar, eu teria que ser um pouco mais insistente e que levaria mais tempo. Ela parecia acreditar em tudo que eu dizia, e era algo razoável: o filho dela estava de cama, com uma cirurgia delicada, não questionava nada do que eu falava. Ela colocou sabão nas mãos e começou a passá-las no meu pau, tocava o tronco do meu pau com as duas mãos, eu podia sentir ela tocando as veias e cobrindo a cabeça, apertando um pouco. Quando terminou, ela não me olhava nos olhos, mas eu sabia que ela gostava de me tocar. Isso se tornou frequente, e cada vez ela mexia as mãos com mais confiança, começou a me olhar de soslaio. Eu comecei a tocar a bunda dela, passando minha mão levemente, eram mais roçadas nas nádegas, com a ponta dos meus dedos ou a parte externa da mão, mas era inconfundível que a intenção daqueles "roçados" era tocá-la. Ela já sabia o que eu queria, e o fato de ela não me negar nada ou me repreender me fazia acreditar que ela também queria. Fingíamos inocência, era só questão de um de nós tomar a iniciativa para escalar nossa relação. Depois que terminei meu tempo de recuperação, comecei a retomar minha vida normal. embora ainda precisasse de ajuda, era mínima. voltei pra escola, retomei as atividades e comecei a tomar banho sozinho de novo. por algumas semanas, tudo voltou ao "normal", mas com os olhares e silêncios da minha mãe quando estávamos sozinhos. ela me olhava diferente, parecia ficar nervosa quando a gente ficava junto sem nada pra fazer. me acostumei a passar a mão nela, a apertar a bunda dela. se eu abraçava ela, descia minhas mãos acariciando o quadril dela até a lombar e com a ponta dos dedos fazia pressão na bunda dela. abraçava ela por trás, tocava a barriga dela e, ao apertar o abraço, subia minhas mãos e apertava os peitos dela por baixo com o antebraço. era uma vista do caralho, ver os peitos dela apertados, parecendo que iam pular pra fora do sutiã e da blusa. encostava minha pica dura na bunda dela e apertava, como se quisesse furar a calça dela e meter. dava beijinhos na bochecha dela. isso tudo antes de querer minha mãe como mulher, mas agora, com minhas novas intenções, parecia diferente. era desejo. alguns beijos no pescoço enquanto tocava a cintura dela. ao passar por ela, dava um tapa na bunda dela ou, se encontrava ela de costas, colocava minha mão na bunda dela e abraçava, perguntando alguma coisa ou puxando assunto pra evitar que ela me questionasse. e era assim, ela não me xingava, nem parecia tentar se soltar de mim. parecia cada vez mais aceitar meus comportamentos. se no começo eram segundos raros que eu fazia isso, quando passava por ela ou a encontrava pela casa, fui estendendo cada vez mais. quando encontrava ela cozinhando, ficava assim por minutos. me segurava pra não arrancar a calça dela na hora, tirar a calcinha e fazer ela minha. me contentava em esfregar minha ereção na bunda dela por enquanto. não via a hora de levar ela pra cama. já sabia que podia fazer isso depois de tudo que fazia com ela, era questão de criar coragem. tinha acostumado ela a ser tratada assim pelo filho. na minha mente, tava cada vez mais perto. de fazer dela minha mulher, não parava de fantasiar cada minuto sobre ela de forma lasciva, comer ela todos os dias em casa, ficar com ela à noite, ter minha própria mãe como minha mulher. Na consulta médica depois de me recuperar, comentando sobre os cuidados com minha saúde, o doutor terminou dizendo que era preciso verificar a saúde dos meus testículos com uma amostra de sêmen, isso para descartar a presença de bactérias ou patógenos depois da operação. Ele nos disse que, para fazer o exame, a amostra deveria ser entregue no máximo duas horas depois de coletada. Lembro muito bem das palavras dele, porque até certo ponto agradeço, já que isso deu início à situação seguinte com minha mãe: "A coleta pode ser feita no hospital, mas se preferir, pode ser feita em casa ou no lugar onde se sentir mais seguro. A amostra de sêmen só é obtida através de uma masturbação, então seu filho terá que coletar a amostra dele." Depois de conversar comigo, minha mãe agendou a consulta. Marcada a data e após mais instruções, saímos do hospital. Os dias passaram, eu continuava com a mesma rotina em casa com ela, e minha mãe não se mostrava negativa com isso. Ela estava cada vez mais permissiva, já não só deixava eu tocar nela, ela começou a responder aos meus comportamentos. Me mimava muito mais, os abraços e beijos da parte dela se tornaram mais normais e frequentes, e eu respondia da mesma forma, mas sempre direcionando para um lado lascivo. Se ela vinha e me abraçava e falava sobre qualquer coisa, o dia dela, coisas do trabalho, etc... eu também retribuía o abraço e aos poucos começava a acariciar os quadris dela, passando minhas mãos na bunda dela, encostando minha cabeça nos peitos dela. Já era uma maneira muito doentia ou errada de tocar minha mãe, e da mesma forma ela. Definitivamente, a maneira como ela me abraçava e mimava não era da mesma intensidade ou descaramento que eu fazia, mas sem dúvida tratar assim seu filho de 16 anos (naquela época) para mais de um seria estranho, devia Me parar desde o início, mas ela me abraçava e mostrava carinho, sabendo que eu sempre tentaria transformar essas demonstrações de afeto em algo mais. Pensei nisso e, deixando de lado se estava errado, a relação que tínhamos já estava muito distorcida. Um filho não deveria tratar a mãe assim, e ela muito menos deveria permitir e incentivar o filho a continuar. Definitivamente, sou alguém muito doente.
Quando chegou o dia da consulta médica, acordei umas 4 da manhã. Tinha que estar no hospital às 8, sendo que o trajeto leva uma hora. Minha mãe me deu aqueles copos de amostra, entrei no banheiro e comecei, obviamente pensando nela. Já não conseguia mais me masturbar com outra coisa que não fosse ela. Depois de um tempo, não consegui gozar. Não sentia tesão suficiente e minha ereção durava muito pouco. Acho que todo mundo já sentiu isso. Minha mãe me perguntou como estava indo, e respondi que não conseguia. Discutimos um pouco, ela parecia envergonhada. Ela pediu para entrar, me perguntou o que estava acontecendo, que já precisávamos ir. Enrolando a situação, soltei sem pensar: "E se você me ajudar?". Ela não se surpreendeu totalmente, fez uma caretinha, me olhou e disse: "Senta no vaso". Eu sabia que ela também tinha pensamentos incestuosos comigo (ou talvez fosse tudo fruto da minha imaginação doentia. Até aquele momento, tudo foi um salto de fé. Não sabia até onde uma mãe pode ir com o filho em toda essa situação do relato. Não tinha como saber. Se vocês querem levar suas mães para a cama, têm que analisar todo o cenário. Não existe um caminho estabelecido, e cada passo que vocês derem é no escuro, com o risco de que a mulher que mais ama vocês no mundo os rejeite e nunca mais os veja da mesma forma. Talvez eu não tenha deixado isso claro, mas o terror, a insegurança e a possibilidade constante de estar cometendo um erro não me deixavam dormir às vezes. Embora já seja um erro querer transar com a minha mãe).
Ela ficou à minha direita, levemente inclinada, e começou a me masturbar, mas não era algo muito excitante. óbvio que ter minha mãe me masturbando era suficiente pra ter uma ereção dura, mas parecia mais algo apressado pra gente sair logo, quase como uma obrigação, dava pra ver na cara dela, não foi como eu fantasiava, mas já era alguma coisa. Passei minhas mãos pelas coxas e bunda dela, dei uns apertões leves, ela virou levemente a bunda na minha direção, tudo que eu tinha fantasiado, minha mãe tava disposta a deixar eu usar o corpo dela. Enfiei minha mão entre as nádegas dela e comecei a esfregar, ela soltou uns gemidos baixinhos, eu esfregava e apertava a bunda dela cada vez mais desesperado. Tentei enfiar a mão dentro da calça dela, pela posição não consegui, então tentei puxar pra baixo, ela me parou, mas consegui expor as nádegas dela até a metade. Segundos depois, eu gozei. Ela ajeitou a calça e saiu, eu nem tive tempo de reagir porque na hora ela gritou pra eu sair. Era tarde, o caminho foi horrível, meu coração batia rápido, eu tremendo e tiritando de medo. Minha mãe tinha me masturbado e eu me satisfiz com o corpo dela de um jeito nojento, desesperado, me sentia merecidamente um lixo. Chegamos no hospital e fizemos os trâmites necessários, saindo e já no carro foi a mesma coisa, silêncio. Chegando em casa, me apressei pro meu quarto e refleti sobre o que aconteceu, não consegui pensar em mais nada além do que eu fiz, não se foi errado, o que ia acontecer depois, não, só repetindo a cena na minha cabeça. Minha mãe entrou no meu quarto e eu me exaltei, como se ela tivesse me pego fazendo algo errado, já que eu só tava em choque deitado na minha cama. Ela sentou na minha cama e pediu pra conversar, o que a gente fez foi errado, ela parecia desnorteada, não parava de dizer como se sentia mal e como o que ela deixou eu fazer era impensável, mas não me xingava, era mais como se pedisse pra eu parar de tentar. Ela confessou que sabia que eu tocava ela de um jeito diferente do que um filho toca a mãe, desde os banhos juntos e depois, toda vez que eu tava perto dela, era real tudo que eu pensava, ela me deixava tocar ela sabendo que Eu deseava ela e, mesmo sabendo da minha intenção, ela não me impediu. "Não é normal como você me toca, um filho não deveria fazer isso" — lembro muito bem dessa frase. Preso, não pude mais bancar o inocente, já não fazia sentido, e além disso ela também queria. Não conseguia pensar em outra razão pela qual ela me deixava tocá-la tantas vezes, dar beijos que não eram de filho para mãe, ser permissiva e aceitar todos os pedidos indiretos ou diretos que eu fazia. Respeito e amo minha mãe profundamente, mas é inegável que ela também tinha pensamentos incestuosos. Essa conversa era uma tentativa de frear o que vínhamos fazendo, o que era a melhor opção, mas eu já estava decidido. Confirmei os pensamentos dela, confessei que tinha ideias sobre ela. Ela me abraçou e tentou me convencer a parar, pediu desculpas — na verdade, não sei ao certo pelo quê, só dizia "desculpa", uma e outra vez. Me senti de um jeito que nunca mais consegui sentir: uma pressão no peito e falta de ar. Abracei ela e, depois de um tempo, voltei a apalpar ela. Ela tirava minhas mãos e, pela primeira vez, ativamente tentou me "impedir". Ela já tinha me permitido tanta coisa, isso era só uma tentativa de parar por remorso, não um desejo genuíno de que eu não a desejasse. Continuei e deitei ela na beira da cama. Ela parou de lutar contra minhas mãos, agora virava o pescoço para evitar meus beijos. Depois de um tempo, a cabeça dela ficou parada, só dizia para eu parar enquanto escapavam gemidos entre cada pedido. Levantei a blusa dela, enfiei o rosto entre os peitos dela e me apressei em puxar a calça dela para baixo. Ela apertava as pernas, já era só fingimento de resistência. Depois de "resistir", cedia muito fácil. Cheguei a pensar que, pela diferença óbvia de força e tamanho, ela realmente se sentia impotente e queria parar — mas não, ela só fingia. Naqueles momentos, veio o pensamento mais horrível que já tive: estuprar ela. Se ela realmente quisesse resistir naquele momento, eu disse a mim mesmo: Tipo, eu estupraria ela, não importava, eu ia meter na minha mãe, é um pensamento doentio pra caralho e queria saber o que vocês acham nos comentários. Eu tava tão excitado que naquele momento aquela opção parecia viável só pra me satisfazer. Felizmente não foi essa a situação, com a calça arriada, eu tocava a buceta dela, beijava os peitos e o pescoço e, por mais ridículo que pareça depois de tudo que eu tinha feito e tava disposto a fazer, me atrevi a roubar um beijo. Arriei a calça e tirei a calcinha dela, ela resistia um pouco apertando os joelhos contra meu lado, mas depois abriu as pernas completamente. Ela cobria levemente a buceta com a mão e, depois de um tempo, eu arriei a cueca, ela viu meu pau duro, e comecei a esfregar contra a buceta dela. Ela tirou a mão e, procurando a entrada, eu meti. Finalmente tinha realizado minha fantasia. Eu me movia bruscamente, só queria enfiar o mais fundo que pudesse. Tirei um dos peitos dela do sutiã e comecei a chupar o mamilo, movia o quadril com força, chupava os peitos e sugava o mamilo. Minhas mãos estavam na cintura dela, puxando ela contra mim a cada estocada. Os gemidos dela eram curtos, como se o ar estivesse escapando. Gozei depois de uns minutos, tirei o pau e desci pra beijar e lamber a barriga dela e a região pubiana. Ela acariciava minha cabeça enquanto levantava levemente o quadril. Subi de novo e chupei os peitos dela. Quando olhei no rosto dela, a expressão era de incredulidade. Antes que ela pudesse dizer ou fazer algo, eu beijei ela, e ela correspondeu ao beijo. Ficou duro de novo, peguei ela pela cintura e virei de bruços. Ela entendeu e ficou de quatro. A bunda enorme e gorda da minha mãe tava de quatro na minha frente. Fiquei louco e comi ela com tanta desesperação, metia com todo meu peso. Ela tem 1,60 e eu uns 1,80. A diferença de tamanho é grande, parecia doer nela, mas ela gemia cada vez mais alto. Gozei dentro dela de novo, nos beijando novamente voltamos pra posição de missionário e comi ela. Mais umas duas vezes, não durou mais de 5 minutos. Ficamos deitados e ela começou a falar sobre o que a gente tinha feito, não prestei atenção e ficava interrompendo pra chupar os peitos dela. Ela se levantou sem dizer nada e fiquei umas meia hora deitado pensando no que tinha feito, deu vontade de chorar. Seguimos com o dia e na hora do almoço a gente conversou um pouco, eu me sentia mal, com vontade de vomitar, aquela sensação de ter o vômito entalado na garganta. Ela tocou no assunto do que a gente fez, pedi desculpas quase chorando e ela disse pra eu não me preocupar, que a gente não ia repetir e que aquilo foi um erro. Não falou mais nada e continuou conversando como se nada tivesse acontecido. De noite tomei banho e depois minha mãe entrou no chuveiro. Fiquei pensando no que a gente tinha feito e deu vontade de fazer de novo, a culpa tinha ido embora. Ela saiu e foi pro quarto dela. Pouco depois entrei e ela estava de calcinha e sutiã sentada na cama, pronta pra colocar o pijama. Cumprimentei e abracei ela, ela já sabia o que eu queria e tentou se afastar. Me joguei em cima dela e comecei a tocar, beijar de novo. Depois de alguns minutos, com uma ereção, puxei a calcinha dela, abaixei minha calça e a cueca e meti. Ela se esticou e soltou uns gemidos. Fodi ela repetindo a mesma coisa da primeira vez, comendo ela com força. Depois de gozar dentro dela de novo, ela me apertou forte. Fiquei deitado em cima dela, depois de uns minutos ela pediu pra eu sair do quarto. Levantei como se fosse embora, ela se enfiou debaixo dos lençóis e eu apaguei a luz, fechei a porta e me meti na cama com ela. Ela tava de costas pra mim, beijei o pescoço dela, as costas, a lombar e comecei a descer. Chupei a bunda dela, lambi e pensei em morder. Virei ela de bruços, esmagando ela completamente, procurei a entrada da buceta e comi ela naquela posição. A bunda dela ficava incrível assim, parece enorme comparada com o torso, e é uma bunda grande. Eu apertava os ombros dela com as mãos, só sobrou Gemendo e mexendo os pés a cada estocada que eu dava, penetrei ela até cair no sono, deviam ter sido uns 20 minutos e gozei umas 2 vezes. Ela acordou antes de mim pra ir trabalhar, depois eu fui pra escola, não conseguia parar de pensar nela. Assim que saí da escola, voltei pra casa de tarde, ela ainda não tinha chegado do trabalho, então comecei a fazer minhas tarefas, tudo do jeito que tinha planejado. Ela chegou, cumprimentei ela com um tapa na bunda e um beijo na bochecha. Depois de comer ela duas vezes num dia, minha confiança era diferente, não parecia mais estranho ou desconfortável como no começo. Tipo, não era mais "dei um tapa na bunda da minha mãe", era mais "dei um tapa na bunda da minha mulher". Ela correspondeu ao cumprimento, a gente comeu, terminei meus trabalhos da escola e lá pelas 12 eu tomei banho. Ela já tava no quarto dela com as luzes apagadas e a TV ligada. Saí do banho, me troquei e fui pro quarto dela. Ela me viu, fechei a porta, ela se mexeu pra eu entrar na cama, abracei ela e beijei o pescoço dela, me afundei nos peitos dela enquanto apalpava, levantei o rosto pra procurar a boca dela. Ela só tava de camiseta, tirei e ela não tava de sutiã, só uma calcinha fio dental. Beijei a barriga dela, por cima da calcinha, as coxas e as pernas, lambi a buceta dela por cima da calcinha, puxei pra um lado e fiquei fazendo um oral. Me ajeitei pra meter e segurei ela pelas costas, comi ela naquela posição até gozar dentro dela. Mais uma vez assim até cair no sono. Acordava no meio da noite e percebia que tava na cama com a minha mãe, me ajeitava e voltava a dormir. Depois disso, no dia seguinte, não via a hora de comer minha mãe sempre que tava com vontade. Ela colocava limites, mas não importava se ela tava chegando do trabalho, entrando no banho, eu fazia ela minha na sala, na cozinha, no quarto dela, nos corredores. Depois da empolgação, me controlei e esperava a noite pra ir com ela. Ela garantia de sempre ter camisinha ou métodos pra evitar qualquer problema. Quando ela me deixa e a gente consegue fazer sem Proteção não perdeu a oportunidade e encheu ela de todo o sêmen que podia. Começamos com uma rotina e uma série de mudanças: as roupas dela ficaram mais sexy, ela já tinha algumas peças desse estilo, mas a gaveta dela foi ficando mais ousada aos poucos. De todos os meus pedidos, poucos foram os que ela recusou, e nenhum foi definitivo. Eu quis experimentar coisas na cama, e ela topou; ela mesma quis tentar umas paradas. Comecei a vestir ela em casa com leggings ou shorts curtos — ver como a calcinha da sua mãe marca enquanto ela faz o dia normal dela é uma das melhores coisas que um filho pode vivenciar. Depois, em dias de folga ou quando a gente podia se dar ao luxo, pedia pra ela usar só uma tanga por baixo. Ver a bunda dela quicando pela casa me deixa louco. A gente trepa pela casa inteira, o dia todo, fazendo pausas e cada um voltando pros seus afazeres. Ela sabe que minutos depois vou meter ela de quatro de novo, não importa onde a gente esteja.
Na rua, ela se veste de um jeito que as tangas marcam ou transparentam, todos os outros homens só podem ver e fantasiar o que fariam com ela, enquanto a veem, ela tem a buceta e a bunda cheias do meu esperma, aquelas tangas que eles veem marcando, estão se sujando do esperma que escorre dela.
Já faz quase quatro anos que começamos nossa relação de incesto, tô quase fazendo 20 anos, e nenhum aspecto das nossas vidas mudou. Não deixamos de lado trabalho, responsabilidades ou compromissos por causa disso. A gente foca em manter uma vida e rotina normais. Eu continuo sendo um estudante dedicado — não o melhor, mas nunca dei nem dei problema nos estudos —, um atleta da escola, e ela continua sendo a mãe rígida, séria e batalhadora de sempre. Mas quando a gente tem nosso tempo juntos, ela vira minha putinha. Continuo amando e respeitando ela do mesmo jeito maternal que antes de tudo isso, talvez até mais. Nossa relação de mãe e filho não mudou fora do óbvio, mas quando as responsabilidades vão embora, a mesma mãe que me repreende usa aquela boca pra engolir todo o esperma que não joguei dentro dela. A mãe séria, que abre as pernas completamente pro filho penetrar ela, a mãe que muitos consideram exemplar, geme como uma puta o nome do filho. A mãe que não gosta que eu fale vulgarmente, abre as nádegas enquanto pede pra eu comer a bunda dela a noite toda. Minha mãe virou minha putinha. Nesses quatro anos, várias coisas rolaram, várias histórias que deixam a relação com ela sempre interessante, e as que vêm com esse estilo de vida que não vou largar, pelo menos num futuro próximo. Minha mãe é uma mulherão que tenho a sorte de ter só pra mim. Se alguém tiver a chance de perverter a própria mãe, não desperdice. É a melhor sensação chegar em casa sabendo que sua mãe te espera no quarto dela, com a bunda de fora, pronta pra você fazer ela toda sua.
E ter essa vista ao acordar EDIT: TUDO O QUE CONTEI É SÓ O COMEÇO DO RELACIONAMENTO E DETALHES MÍNIMOS DE UM POUCO DEPOIS, TEM MAIS HISTÓRIA COM A MINHA MÃE. SE PUDER COMENTAR SE QUER QUE EU CONTINUE OS RELATOS, AGRADEÇO. A RECEPÇÃO FOI MELHOR DO QUE EU ESPERAVA, JÁ QUE, COMO DISSE, É MINHA PRIMEIRA VEZ CONTANDO O RELACIONAMENTO INCESTUOSO COM A MINHA MÃE, ENTÃO FICO ANIMADO EM COMPARTILHAR A HISTÓRIA, ANEDOTAS E FOTOS. OS COMENTÁRIOS ME AJUDARIAM A SABER SE O POVO QUER QUE EU CONTINUE ESCREVENDO. TAMBÉM RECEBI VÁRIAS MENSAGENS NO CHAT PERGUNTANDO SE TENHO MAIS PARA CONTAR OU SE A HISTÓRIA ACABA AQUI, POR ISSO FIZ ESSE EDIT. FIQUE À VONTADE PARA ME MANDAR MENSAGEM NO CHAT OU COMENTAR, POIS TENTO RESPONDER A TODO MUNDO.
8 comentários - Minha mãe virou minha putinha
La historia aborda dos temas que me encantan y generan mucho morbo; el incesto y la corrupción.
Y todo detallado con eso de la exclusividad sin compartir lo tuyo. Me encanta.