Minha esposa e o vizinho coroa II corno e voyeur

Depois do relato que ela contou, a noite continuou sendo de sexo, nossa tesão tava no talo, igualzinho na primeira vez que ficamos juntos, a gente tava com uma sede difícil de saciar. Mas tudo tem um fim, a gente dormiu e no dia seguinte acordamos muito tarde, atordoados pela noite em claro, o cansaço e o álcool que a gente tinha bebido. Naquele dia não tocamos no assunto, estávamos exaustos física e emocionalmente pra isso, então deixamos pra amanhã, nos preparamos como de costume pro trabalho, cada um na sua rotina normal. De volta à noite, já mais relaxados, retomamos o assunto.

K: e aí, como você tá se sentindo?
Y: bem, tranquila, e você?
K: igual, mais calmo
Y: o que você acha do que rolou?
K: pô, difícil de assimilar, mas acho que foi o que a gente quis, e você, como encarou?
Y: bem, admito que sinto um pouco de culpa, me deixei levar pelo jogo e acabei sozinha com ele
K: é verdade que não achei certo, mas entendo que não deu pra combinar, acho que você não podia deixar a oportunidade passar
Y: isso mesmo, ele já tinha insistido muito e as coisas se encaixaram
K: e aí, você curtiu, foi como imaginava?
Y: sim, curti pra caralho, foi mais do que eu pensava, não que ele fosse um puta amante, mas o jogo dele me deixou com tesão e quando a gente transou, minha sensibilidade jogou a favor dele
K: entendi, você ficou satisfeita com a experiência
Y: acho que sim, e você, curtiu?
K: bom, foi algo bem diferente do que a gente já experimentou, te ver tão excitada foi o que mais curti, mas a verdade é que me sinto meio mal
Y: é, percebi, por isso me sinto culpada, você acha que alguma coisa muda?
K: entre nós? não sei, acho que é normal me sentir assim, também não acho que você seja culpada de nada, além do mais, já passou
Y: é, já passou

Passaram-se os primeiros dias do ano quase na normalidade, mesmo sendo período de férias tivemos que cumprir outros compromissos de família, então ficamos ocupados, o O que aconteceu naquela noite de Ano Novo começava a ficar para trás. Voltamos a transar, mas de forma mais tradicional, sem jogos nem fantasias. De volta ao trabalho e à rotina, mantivemos o ocorrido fora de pauta. A conversa girava em torno do que rolava no serviço, então eu nem sabia se ela tinha visto o Dom José de novo, mas preferi não perguntar.

Numa sexta, antes do fim de janeiro, enquanto tava no trampo, recebi uma mensagem da Yes. Ela me disse que ia ter uma reunião com os colegas pra comemorar o Ano Novo, então chegaria tarde. Era algo normal, então não tive problema nenhum. Ao sair do trabalho, fui direto pra casa. Passando pela rua, encontro o Dom José saindo. Ele, de um jeito atípico, me cumprimentou, já que não era algo que ele costumava fazer. Conversamos só um instante. Ele tava com pressa pra ir embora, dava pra perceber, porque tava vestido com uma camisa e jeans, algo modesto, mas com intenção de sair pra algum lugar.

DJ: E aí, rapaz, como vai a noite?
K: E aí, Dom José, nada, só trampando.
DJ: Tem que relaxar um pouco, rapaz, nem tudo é trabalho.
K: É claro, já vai ter oportunidade. E o senhor? Parece que vai sair pra farra.
DJ: Nada demais, uma reuniãozinha com amigos.
K: Caçando solteiras?
DJ: Qual nada, prefiro as casadas.
K: Sem compromisso.
DJ: Isso aí, além do mais, essas são as mais putas.

Ele se despediu e subiu na caminhonete dele. As palavras dele, com certeza, foram uma indireta pra mim, uma provocação. Admito que me irritaram, mas não podia dar sinais de que sabia por que ele tava falando aquilo. Então levei na boa e fui pro apartamento. Entrei e comecei a preparar algo pra jantar. Uns trinta minutos depois, recebo a mensagem da minha esposa, dizendo que já tinha saído do trabalho e tavam indo pra um bar perto dali se divertir. Foi assim que passei a noite no meu apê. A espera não me deixou dormir. Lá pelas 3 da manhã, subi no terraço dos apartamentos pra fumar e me distrair. De lá, pude ver... Sim, eu já vinha andando pela rua em direção ao apartamento, mas também notei que seu José estava estacionando a caminhonete dele na rua (típico de gente de bairro que acha que tudo é deles). Não pude confirmar se ela vinha com ele, mas naquela hora duvido que tivesse outra opção. Desci pra recebê-la.

K: Oi, amor, como foi sua noite?
Y: Muito boa, acho que exageramos na hora.
K: Nada disso, pra uma festa até que é cedo.
Y: Era só uma reunião do trabalho.
K: Só foram colegas?
Y: Sim, só o pessoal do trabalho.
K: Imaginei, algo mais íntimo.
Y: Não é pra tanto, foi só uma confraternização pequena.

Não tinha como puxar esse assunto na conversa. Ser direto não me traria benefício nenhum, era só uma suspeita e pronto. O que posso garantir é que ela vinha com tesão, porque o sexo naquela noite foi intenso de novo, embora eu possa culpar um pouco as bebidas que ela tinha tomado. No sábado de manhã, ela acordou meio de ressaca. Saímos pra comer fora, buscando remédios tradicionais e com a desculpa de não cozinhar. Na volta, encontramos seu José. Ele estava saindo do nosso prédio, me cumprimentou do mesmo jeito caloroso da noite anterior e deu um beijo no rosto da minha esposa. Sem trocar muitas palavras, ele nos deixou. No entanto, notei uma certa irritação na Yes, como se ela não tivesse gostado que ele tivesse vindo do apartamento da minha tia. Ciúmes, talvez?

Eu não gostava de admitir, mas algo estava rolando com a Yes. Se não era algo muito drástico, tinha um certo distanciamento emocional, como se ela tivesse outra coisa na cabeça que a deixava viajando nos pensamentos. Diante dessa situação e juntando com o que tinha visto na madrugada de sábado, minha suspeita de que seu José estava assediando ela só aumentava. Então, durante a semana, do nada, perguntei de novo.

K: Ei, amor, e aí, como estão suas manhãs? Ainda tão te levando pro trabalho?
Y: Como assim?
K: Qual é, você sabe bem do que estou falando.
Y: Ah, chega. É que não tenho encontrado ele com tanta frequência. K: Ela não tá mais te esperando lá fora de manhã?
Y: Não, talvez ela perdeu o interesse.
K: Depois do que aconteceu, é estranho. Eu pensei que ela continuaria te procurando.
Y: Nem fala, não quero mais problemas.
K: Bom, comigo você não teve.
Y: Não, mas com ele... ele me intimida um pouco.
K: Imagino que sim, ele impõe respeito com a presença dele.
Y: É...
K: Além disso, parece que ele ainda sai com minha tia.
Y: Bom, isso também.

Pouco consegui tirar da conversa, embora ela tenha admitido que o viu de novo, não confessou o que aconteceu naquela noite. Ela parecia não se sentir à vontade com ele, mas eu quase tinha certeza de que naquela noite ela veio na caminhonete dele. Já nos primeiros dias de fevereiro, ela saiu de novo com os colegas. A curiosidade estava chegando a um ponto incontrolável, então pedi permissão para sair mais cedo do trabalho e fui até o emprego dela. Esperei do lado de fora e, de repente, vejo a caminhonete do Seu José chegar. Ele estacionou fora da vista, e eu me escondi entre os carros para não ser visto.

Depois das 6 da tarde, Yes e os colegas de escritório saíram. Conversaram em grupo por um momento e se prepararam para ir para outro lugar. Yes falava ao telefone quando, de repente, Seu José se aproximou, entrou na caminhonete dele e foram embora. Perdi eles de vista e não consegui segui-los. Com muita raiva, tive que voltar para o nosso apartamento e esperar. Também não quis mandar mensagens; com certeza ela ignoraria e eu me sentiria ainda pior.

Repeti o que fiz naquela noite: esperei na laje a chegada dela. Era 1 da manhã quando a caminhonete do Seu José estacionou e minha esposa desceu. Ela se afastou sem dizer muito para ele, parecia meio irritada. Desci de novo correndo. Quando ela entrou, notei que estava meio bêbada, mas já parecia mais calma. Me cumprimentou normalmente. No meu rosto, ela podia ver a dúvida, então, sem eu perguntar nada, ela começou a me contar o que aconteceu.

Y: Você não imagina a noite que foi.
K: Não sei, amor, me conta.
Y: Saímos pra dançar e estava tudo bem. até que começaram a brigar
K: quem?
Y: olha, eu tava dançando com uns caras, um deles, o Marcelo, que parece que tá afim de mim, quis passar da conta comigo, descendo as mãos demais durante a dança
K: que idiota!
Y: mas esse não foi o maior problema, foi que outro dos nossos acompanhantes viu e foi encarar ele
K: não é pra tanto, essas coisas acontecem
Y: foi sim pra tanto, eles se estranharam feio e acabaram na porrada, o Marcelo se deu mal
K: e o que aconteceu com o outro?
Y: eu tive que separar eles e saímos de lá, você não tem ideia do barraco que eles armaram, não vou ter cara de aparecer na segunda

Pelo que ela tava contando, as coisas saíram do controle, mas ela não tinha me dito quem era a outra pessoa. Não demorei pra fazer suposições, o outro acompanhante só podia ser o Seu José, do jeito que ele é, não tinha dúvida que podia arrumar uma briga daquelas. A Yes acabou separando eles e teve que tirar ele de lá, acho que por isso desceu puta da caminhonete dela. O pior é que ela ainda tava se segurando pra me contar a verdade, até certo ponto dava pra entender, mas se continuasse assim, as coisas podiam escapar das mãos dela.

Na semana seguinte chegou uma data importante pros apaixonados, o Dia dos Namorados. Mesmo já sendo casados, eu não perdia chance de mostrar o carinho que sinto por ela, então já tinha planejado sair pra jantar e preparar o quarto pra ocasião. Ela já tava sabendo do plano, a gente ia sair do trabalho e ir direto pra reserva do jantar, mas no meio do dia ela me mandou uma mensagem, pedindo desculpas mas ia sair mais tarde e não podia ir na janta, me pediu pra ir pra casa e esperar ela, que de qualquer forma a noite ia terminar bem.

O de menos era a reserva perdida, não me desanimei, então voltei pra casa e pedi a janta por delivery, arrumei a mesa e fui preparar o quarto, lençol limpo, vela aromática e, mesmo sendo um clichê, tinha Comprei rosas e espalhei as pétalas na cama, parecia o cenário perfeito e só faltava ela. Com tudo pronto, a espera se arrastou, bateu 10 horas e depois 11 da noite, nem sequer recebi uma mensagem se ela já tinha saído do trabalho. Fiquei desesperado e comecei a ligar pra ela, nas primeiras vezes não atendeu e depois, as chamadas nem entravam mais. Mandei mensagens e também não apareciam como entregues, todos aqueles sinais que quem desconfia que o parceiro tá traindo conhece bem, estavam aparecendo logo numa noite de São Valentim.

Movido pela mesma inquietação dos dias anteriores, subi no terraço. Dessa vez, a caminhonete do Seu José tava no lugar, não parecia ter ninguém na entrada, então me aventurei pela dúvida. Saí do prédio e fui até a entrada do cortiço. Eles não costumavam fechar o portão nos fins de semana até tarde, porque era costume dos inquilinos usar essas noites pra confraternizar com a vizinhança. Cruzei a entrada sem problema nenhum, e de fato, em alguns quartos dava pra ouvir música alta e gente rindo. Qualquer um que entrasse passaria despercebido, até porque ninguém ia se meter com eles. Era a boca do lobo, e nenhum estranho ousaria entrar ali.

De novo o destino me colocou ali, debaixo daquelas escadas. Subi com cautela, quase com toda certeza do que ia encontrar. Através daquela janela na beirada, me espiei de novo. O pouco que consegui ouvir confirmou minhas suspeitas: a voz da minha esposa atravessava aquelas paredes, era inconfundível. Respondia a voz grossa do Seu José, seguida de um estalo como de um tapa e acompanhada de um gemido leve. A dúvida fervia na minha cabeça, o que eu devia fazer? Sabia muito bem que fazer um escândalo ali não ia me trazer nada de bom. Os vizinhos podiam se aproximar e me arrumar um problema maior. O cortiço inteiro ia ficar sabendo dos meus chifres, se é que já não sabiam, embora... Se não houvesse vizinhos por perto, nem saberia se conseguiria encarar o Dom José. Quem podia se dar mal era eu. Por um momento, fiquei sentado de costas pra janela, escutando o mínimo que dava.

Eles cochichavam coisas intensas, tinham tido algum problema, mas logo passaram pra outra coisa. As vozes se apagaram e as respirações reinavam no ambiente. Fiquei na minha posição, de olhos fechados, me concentrando em dar imagem aos sons. Percebi que tinha ficado de pau duro. A ideia de entrar já tava ficando pra trás e virou interesse em ver quando os sons passaram a ser puramente de sexo. Levantei daquele lugar e procurei uma fresta na janela que me deixasse ver. Não achando, caminhei um pouco com o mesmo cuidado até chegar na porta, que tava entreaberta. Devagar, entrei naquele cômodo que usavam de cozinha. Dali, os sons já eram legíveis. Não foi difícil achar o quarto que dava pra janela, porque só uma cortina separava ele de onde eu tava.

Me aproximei aos poucos pra não chamar atenção. Quando cheguei do lado da cortina, os gemidos deles ecoavam pelo apartamento inteiro. Eram muito altos, dava pra ver que os dois tavam soltões. O rangido da cama se misturava, parecia um colchão de molas já meio velho. Era humilhante. Em casa, uma cama limpa cheia de pétalas esperava por ela pra ficar comigo, e minha mulher tinha preferido passar a noite num colchão véio com aquele velho filho da puta. Quase por instinto, minha mão foi pro meu pacote. Eu me acariciava por cima da calça, me estimulando devagar enquanto, atrás daquela cortina amarelada, minha esposa tava sendo usada como uma qualquer pelo Dom José. Arriscando, me preparei pra puxar um pouco a cortina pra ver o que tava rolando, mas um barulho de passos na escada me fez desistir. Rápido, mas em silêncio, voltei pra porta. pra ver quem era, a esposa do Dom José tava subindo, mas parou de repente, com certeza por causa do barulho lá dentro, já que naquela altura tava bem evidente, com certeza dava pra ouvir claramente lá fora.

De novo fiquei sem saber o que fazer, podia me enfiar em outro quarto, mas a esposa dele com certeza ia fazer o escândalo que eu queria evitar antes, duvido muito que conseguisse sair dali depois, mais cedo ou mais tarde iam me achar e aí sim as coisas não podiam ficar piores, no entanto, a esposa dele tinha ficado igual a mim, parada sem saber exatamente o que fazer. Depois de uns momentos parada, ela resolveu voltar atrás, deixei ela sumir um pouco de vista, decidi deixar as coisas como estavam e sair, não podia me arriscar a ser visto naquela situação, de corno e voyeur.

Saí e comecei a descer as escadas, mas de novo ouvi passos vindo, a esposa do Dom José tava voltando, voltei pra cima e fui pela beirada, de novo pra janela, pelo menos assim não me veriam, ela entrou no apartamento, eu esperava ouvir a discussão pra poder sair e escapar, mas passaram uns momentos e essa discussão não veio, na verdade, o som lá dentro não parava de se ouvir. Esperei mais uns momentos, já na dúvida se a senhora tinha realmente entrado ou não, imaginei que não, então de novo me aproximei das escadas, mas bem na hora que passei pela porta, lá estava ela prestes a sair de novo, me olhou com os olhos arregalados, retribuí com um olhar de medo total, mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela fez sinal pra eu ficar quieto e me acalmar, ao me ver paralisado sem entender bem o que ela pedia, me pegou pela mão e me guiou pra descer as escadas, fazendo os mesmos sinais pra eu fazer isso em silêncio.

Passamos pelos corredores quase chegando na saída, ela me soltou e, já mais calma, falou comigo.

M: O que você tava fazendo aí, garoto? Quer se meter em encrenca, é?
K: Do que a senhora tá falando? Senhora?, o problema não é pra mim
M: Você tá invadindo nossa privacidade
K: Agora vai defender seu marido? A senhora também não tá irritada?
M: Olha, moço, essa é minha vida particular, eu sei o que fazer ou não com ela
K: Entendo que nessa altura do casamento a senhora não queira problemas, mas pra mim não tá certo o que tá rolando
M: Olha, moço, vou te dar um conselho de tantos anos de casamento: deixa eles fazerem
K: Que tipo de conselho é esse?
M: Você é novo, vê isso como um baita problema. Quando eu era nova, pensava igual. Não faz ideia das desgraças que o José me fez passar por eu ficar atrás dele tentando evitar o que ele já fazia pelas minhas costas. Um dia eu simplesmente entendi e deixei ele em paz, e essa paz também veio pra mim
K: Tá falando sério? A senhora se sente bem com o que tá acontecendo na sua casa?
M: Não é que eu me sinta bem, mas prefiro evitar briga com ele. Além disso, sei onde ele tá e com quem
K: Ha, com certeza!
M: Por mais que você não acredite, eu sabia que ele tava saindo com a Carmela, embora admita que me surpreendeu a parte da sua esposa
K: Sério que sabia da minha tia?
M: E de muitas outras. A da sua tia é recente, sei que ele vai até o apartamento dela, até começou a convidar ela pros eventos da vizinhança. Foi lá que vi vocês, mas achava que era só com ela
K: Então, na noite de ano novo que a gente se encontrou lá fora…
M: Naquela noite, o José me pediu pra não chegar perto do apartamento por um tempo, mas precisei ir pegar uma coisa e entrei sem fazer barulho. Imaginava que ele tivesse com sua tia, mas me surpreendi muito ao ver que era com sua esposa
K: E por que não me contou nada na hora?
M: Não tinha certeza se você sabia, nem saberia o que te dizer. Só decidi te tirar de lá. Depois voltei e bati na porta pra ele sair e não serem pegos. Depois não soube pra onde foram, mas agora que te vi de novo, imaginei que você já soubesse
K: E então, por que me tirou de novo?
M: Já te falei, moço, evite problemas. Vai pra sua casa e fica na sua, eu Não vou dizer nada.
Após as palavras dela, obedeci e me retirei dali. Não fiquei satisfeito com o que ela me disse, porque não era pouca coisa, mas pelo menos por enquanto, era melhor não arrumar problema e pensar melhor. Voltei pro nosso apartamento e esperei por ela, disposto a discutir, sabendo que ela tentaria mentir de novo. No entanto, aconteceu diferente do que imaginei. Yes voltou pra casa e, ao ver a cara de satisfação dela e o brilho que irradiava, perdi a vontade de brigar. Ela viu o que eu tinha preparado e ficou feliz que nem uma criança. Foi pro banheiro se lavar um pouco e jantar comigo. Assim, o plano continuou como foi pensado originalmente.

Era estranho. Seria uma das noites mais românticas das nossas vidas, se não fosse porque eu sabia que, há poucos momentos, ela estava na casa de outro homem me botando chifre. Entre beijos e carícias, agora fomos pro quarto, que já estava arrumado pra ocasião. Ela me agradeceu pelo detalhe de novo, dizendo que era a coisa mais fofa e romântica que já tinham feito por ela. Quando a despi, ela estava usando roupa apropriada pra ocasião por baixo: um babydoll simples vermelho. Ficava muito gostoso nela. Quando toquei, a umidade dela era evidente, mas no fundo eu sabia que não era por mim — era o Dom José que deixava ela assim.

Enquanto transávamos, tudo o que aconteceu antes naquela noite veio à minha mente. Longe de me incomodar ou me impedir de continuar, me deu uma excitação enorme que me fez gozar rápido numa das melhores gozadas da minha vida. Ela não reclamou do tempo, mas comentou que eu parecia mais excitado que o normal. Senti que era a hora de falar o porquê, mas antes que eu pudesse questionar, ela mesma confessou.

4 comentários - Minha esposa e o vizinho coroa II corno e voyeur

a los cornudos le encanta pero todos esos relatos terminan mal , la mujer los termina abandonado y humillando, nunca hubo placer compartido solo hay placer individual y el cornudo se conforma con la idea del poder, lo cual es patetico porque no tienen poder alguno y poco a poco se van a encontrar menos mujeres asi,