Assim como tem encontro às cegas pra sair com alguém que você não conhece, também tem foda às cegas, ou seja, se encontrar pra transar com alguém sem nunca ter visto, sem saber quem é. Foi o que rolou comigo uma vez, tive a chance de ter uma foda às cegas. No outono depois da pandemia, quando liberaram a gente começar a viajar, minha família foi passar umas semanas visitando uns parentes e eu fiquei sozinho em Mendoza. Por sorte, naqueles dias eu tava atolado de trabalho, então chegava tarde em casa e no dia seguinte saía cedo de novo. Depois de 10 dias sozinho e sem fazer nada além de trampar, eu tava com as bolas cheias de porra. Pra piorar, às terças eu ia fazer serviço numa empresa onde tinha uma gostosa que eu já tinha comido fazia um tempo, mas depois ela arrumou um cara e a gente não transou mais. Então naquela terça eu tava fervendo de tanto olhar pra bunda que eu já tinha comido antes. Quando tava voltando pra casa, ficava pensando em como dar um jeito de esvaziar a porra que eu tinha acumulado. Pensei em sair pra putaria, mas não podia voltar muito tarde porque uma vizinha muito fofoqueira era amiga da minha esposa e com certeza ia contar pra ela depois. Mas naquela terça, a sorte me reservou um monte de surpresas. Bem quando parei pra abastecer, encontro no posto um cliente chamado Mario, que todo mundo chama de Mono Mario. Ele vendia carros, era ex-jogador de rugby, grandão e muito parecido com o personagem do Mono Mario, porque andava sempre com carros importados e com umas minas novas sentadas do lado dele. Era um putanheiro nato, pela lábia e pelo jeito. Mario, quando me viu, não parava de piscar o farol pra eu esperar ele. Então estacionei e a gente entrou no servicinho do posto. Quase sem se cumprimentar, ele me pediu se eu podia fazer um favor. Perguntou se eu tinha algo pra fazer naquela noite. Aí ele disse que queria sair com uma gostosa, mas que ela tava com uma amiga, e ele propôs fazer um menage, mas a amiga não quis. Ele não parava de repetir: que tava morrendo de vontade de sair com aquela mina, que ainda não tinha comido ela nunca. Enquanto ele me contava isso, tava mandando mensagem pra mina falando que tava com um amigo, pra outra mina. Depois de várias mensagens, ele convenceu ela a sairmos os 4 juntos, mas em quartos separados. Depois que combinamos lugar e hora, o Mario começou a me explicar como era a situação. Ele me contou que a mina com quem eu ia sair ele já tinha comido umas vezes, e foi assim que conheceu a mina que ele queria comer agora. Aí perguntei quanto ia me custar a brincadeira, e ele disse que não precisava pagar nada, só um pouco de comida e bebida no hotel já bastava. Aí lembrei que ia ter que dormir no hotel porque não podia voltar tarde pra casa, então não dava pra levar ela depois. Ele falou que não tinha problema porque elas iam na moto da mina que ia ficar comigo. Mesmo assim, falei pra ele avisar a minha mina que eu ia dormir no hotel. Ela respondeu que era melhor ainda, porque na casa dela tinha dito que ia dormir na casa de uma amiga, já que também não podia voltar tarde. Até aí, tudo perfeito, foder às cegas com uma mina e depois dormir junto. Foi assim que ficamos quase 2 horas esperando porque elas estavam jogando uma partida de futebol. Ele me contou que a mina que ia ficar comigo tinha entre 20 e 22 anos, meio baixinha mas com uma bunda perfeita, que comia como os deuses, que entregava o cu sem problema. Mas me avisou pra não deixar ela beber muito porque ficava meio bêbada e dormia. Quando já era quase 22h, partimos pro hotel, já que íamos esperar elas na esquina. O Mario tinha escolhido um hotel afastado e bem meia-boca. Depois de esperar um pouco na noite escura que começava a ter uma neblina, vimos chegar uma moto com duas minas em cima. Foi nessa hora que aproveitei pra tomar o Viagra, não queria tomar antes e as minas não virem. O Mario se desceu e falou com elas, depois veio até meu carro e me disse pra eu entrar primeiro e que ele viria atrás de mim, e as minas no final que elas deixariam a moto num estacionamento que tem lá e minha mina iria até a garagem onde veria o carro entrar. Assim que estacionei na garagem, fechei a cortina e entrei no quarto. Passaram vários minutos e minha mina não entrava, aí percebi que, como eu tinha fechado a cortina e entrado no quarto, a luz da garagem apagou, e a mina não sabia em que quarto eu estava. Justo quando eu ia buscar ela, abro um pouco a cortina da garagem e minha mina entra com o capacete na cabeça e vai direto pro quarto. Eu estava trancando a porta do quarto, que estava com meia-luz, e ela, de costas pra mim, deixava as coisas dela em cima de um sofá, ainda vestida com a roupa de futebol por baixo da jaqueta. No momento em que ela tirava o capacete e eu me aproximava pra cumprimentar e me apresentar, ela se virou e aí quase tivemos um treco os dois. Ela era a Tamara, a afilhada de um amigo. Fazia dois meses que eu tinha ido no aniversário de 18 anos dela, onde os pais tinham dado a moto que ela tava andando. Agora vou situar vocês sobre quem era essa mina. Um amigo meu tem como vizinhos e amigos um casal mais velho que nunca teve filhos. Problemas com droga de uns parentes fizeram um juiz tirar a filha deles. Como não tinha outros parentes próximos, deram a menina pros amigos do meu amigo. Foi assim que meu amigo acabou sendo padrinho dessa garota. Eu conheci ela quando já tinha 8 anos. Na maioria das vezes que a gente se reunia pra um churrasco, era provável que os pais dela e ela estivessem. Fazia pouco tempo que tinham comemorado os 18 dela, já que ela não quis festa de 15. A mãe adotiva dela é professora e trabalha em dois turnos, e o pai era um caminhoneiro que trabalha na colheita de uva. Então essa menina foi criada mais com o pai e era bem machona. Era muito comum ver ela vestida como um moleque e jogando bola com outros garotos. Aliás, o aniversário de 18 dela... voz, quase parece de homem, além do jeito de falar que parece um presidiário. Por isso os pais acharam que era mais óbvio fazer um aniversário de 18 anos em vez de um de 15. No fundo, muitos achavam que ela era sapatão. Não só se vestia como menino, mas também se comportava e falava igual. Também era comum vê-la bebendo igual um homem, então muitas vezes arrumava uma baita confusão. Vamos voltar para o hotel. Quase em uníssono, nos perguntamos o que ela estava fazendo ali. Eu estava chocado e com muito medo. Não só tinham me descoberto no flagra, mas eu estava num hotel com a afilhada de um amigo que também me chamava de padrinho. Automaticamente, enquanto colocava o capacete de volta, ela ligou pra amiga pra avisar que ia embora e contou quem eu era. Depois disso, meu celular tocou, era o Mario, me pedindo por favor pra segurar a Tamara por um tempo, senão a amiga dela ia embora. Então a Tamara ia ligar de novo pra amiga, e eu pedi pra ela não fazer isso, porque a gente precisava conversar e não envolver mais gente nessa enrascada em que estávamos. Eu, com o medo que tava, pedi pra ela tirar o capacete, sentar e a gente conversar, contar como chegamos naquela situação. Aí ela, sem muita enrolação, começou a contar que gostava de sair às cegas com caras mais velhos. Eu tentei explicar que tava fazendo um favor pro Mario e que nunca fazia isso. Enquanto isso, no quarto ao lado, onde o Mario tava com a outra mina, dava pra ouvir os barulhos da transa. Aí, pra abafar um pouco os gritos, liguei a TV. Era uma TV velha que só tinha um canal pornô, e pela qualidade do filme, era de VHS. Acendi as luzes e a gente conversou que nenhum dos dois podia ir embora, porque eu não podia voltar tão tarde e ela tinha dito pros pais que ia ficar na casa da amiga. Então a Tamara mandou uma mensagem pra amiga avisando que quando terminasse, ela avisasse pra irem embora juntas. A Tamara começou a tirar as chuteiras de futebol que ainda tava usando. Depois disso, ela me diz: — Padrinho, posso pedir uma coisa? Um pouco de comida e bebida enquanto espero minha amiga. Falei que sim e, enquanto eu respondia umas mensagens, ela ligou pra recepção e pediu uns hambúrgueres e algo pra beber. Não ouvi o que ela pediu. Enquanto isso, fui no banheiro pensar um pouco na situação. Quando saí do banheiro, os hambúrgueres já tinham chegado. Pra minha surpresa, ela também tinha pedido uma cerveja pra mim e uma jarra de Fernet, da qual ela já tinha tomado um quarto enquanto eu estava no banheiro. Enquanto comíamos, Tamara me contava que tinha estreado aos 11 anos com uma amiga e aos 13 com um vizinho. Que os pais dela não sabiam nada, que ela era sexualmente ativa. Cada vez que servia mais um copo de Fernet, ela se soltava mais e contava mais sobre suas atividades sexuais. Aí ela pegou a mochila e foi pro banheiro. Depois ouvi o chuveiro. Enquanto ela tomava banho, o medo me invadia. Se só com um pouco de bebida ela já me contou parte das aventuras sexuais dela, o que poderia acontecer numa reunião se ela ficasse meio bêbada e contasse sobre essa noite? Então Tamara saiu do banheiro xingando que as toalhas não secavam nada. Saiu vestida com um top esportivo e um shortinho amarelo apertado tipo boxer, e dava pra ver através porque ela estava molhada. Aí me surpreendi com o corpaço que ela tinha. Já que nunca tinha visto ela com outra roupa que não fosse esportiva, e no dia do aniversário de 18 anos dela, ela usava um vestido solto que não deixava ver muito o corpo. Enquanto Tamara penteava o cabelo, eu olhava pra ela e, sinceramente, ela tinha umas pernudas e uma bunda tremenda. Os peitos dela não eram enormes, mas eram bem empinados. Enquanto penteava o cabelo, ela começou a falar: — Padrinho, você é que nem o Mário, tá comendo umas novinhas por aí sem conhecer direito, chifrudaço que a madrinha tá. Eu continuei sentado no sofá enquanto ela se sentou na cama e, quando terminou de pentear o cabelo, pegou o celular e ficou mandando mensagens. Em nenhum momento ela pegou a roupa pra se vestir. Então pensei que ela fosse embora logo, mas da outra sala eles voltaram. ouvindo barulhos de que estavam transando. Fiquei surpreso como a garota gritava e então falei: "Parece que o Mario tá matando ela". Aí a Tamara me responde: "Com certeza, com a pica que ele tem". Então ela começou a me contar que o Mario tem uma pica igual a uma lata de refrigerante, bem grossa e não muito comprida. "Mario, você machuca muito com essa pica. A gente transou algumas vezes. Não gosto de transar com o Mario, ele é um pão-duro: ou te leva pra casa e te oferece um refri, ou te leva pra motéis meia-boca e não quer gastar nada. Quando falei pra minha amiga que queria ir embora, ela sugeriu trocar: ela viria transar com você e eu com o Mario, mas o Mario me machuca muito. Por isso não saio mais com ele", me contou a Tamara. "Pena que não conseguimos trocar com minha amiga, você não sabe como ela transa", ela disse. Enquanto ouvia a transa do lado, aproveitei pra pedir que ela nunca contasse pra ninguém sobre essa noite. E eu faria o mesmo. O segredo da vida que ela carregava comigo estava seguro. "Padrinho, fica tranquilo que nunca vou contar pra ninguém, a madrinha nunca vai saber de nada", ela me disse. Depois disso, serviu o que restava do fernet e, enquanto bebia, foi e apagou as luzes. O quarto ficou iluminado só pela TV e pela luz do banheiro. O silêncio do quarto só era quebrado pelos gritos da outra garota. Segundos depois, Tamara sentou do meu lado e começou a falar: "Essa puta tá me deixando com tesão com esses gritos, como eles tão transando". E então disse: "Padrinho, essa noite você veio pra transar com uma puta gostosa. Deixa a luz apagada e vamos fingir que não nos conhecemos". Como se fosse adivinha, ela também falou: "Padrinho, com certeza tomou um Viagra e vai fazer mal se não fizer nada". Nesse momento, começaram a se ouvir de novo os gritos do quarto ao lado. Então a Tamara aumentou um pouco o volume da TV pra abafar o barulho. Eu continuei sem dizer uma palavra sobre o que ela tinha falado. E quando eu estava prestes a dizer que era melhor deixar as coisas como estavam até que ela... Lá fora, ela se ajoelhou na minha frente e enquanto dizia: "Vamos ver o que meu padrinho tem aqui", desabotoou minha calça e enfiou a mão. Não me deu tempo pra nada, já tinha tirado meu pau dormido pra fora. Segundos depois, tava enfiando meu pau na boca dela. Começou a beijar e chupar devagar. Fiquei petrificado — essa mina que me chamava de padrinho, que eu via comer sorvete ou chupar pirulito como uma menina, agora com aquela boquinha tava chupando meu pau. Aos poucos, meu pau não obedecia minha cabeça e começou a crescer dentro da boca dela. Quando meu pau ficou bem duro, ela tirou o top esportivo e esfregou os peitos no meu pau. Eu baixei a calça até o joelho, agarrei ela pelos cabelos e segurei a cabeça dela enquanto ela enfiava meu pau até o fundo da garganta. Minha cabeça foi cedendo ao que meu pau mandava. Então, enquanto ela me chupava, estendi as mãos e agarrei os peitos duros dela. Aí, sem parar de chupar meu pau, ela tirou o shortinho. Depois de ficar nua, se levantou na minha frente, subiu no sofá e colocou a buceta na minha cara. Tamara pegou minha cabeça com as mãos e guiou até a buceta dela. Comecei a chupar a buceta dela enquanto ela apertava minha cabeça contra a pelve. O clitóris dela tinha inchado, aparecendo entre os pelos pubianos como se fosse um micropênis. Parecia do tamanho de um dedo mindinho. Eu chupava e mordia, e ela não parava de mexer a pelve, como se estivesse fodendo minha boca com o clitóris. Eu agarrava a bunda dela e apertava mais a buceta contra minha boca. Foi assim que ela gozou na minha boca. Depois disso, ela se ajoelhou de novo na minha frente e, enquanto me batia uma punheta, pegou uma camisinha da mochila e colocou em mim. Aí, ajoelhou uma perna do meu lado e flexionou a outra, e sem segurar meu pau com a mão, enfiou devagar na buceta. Depois, começou a me foder devagar enquanto eu enfiava o rosto nos peitos dela. Eu apertava as nádegas dela enquanto ela mexia a pelve. Pra frente e pra trás, metendo e tirando meu pau da buceta dela. Aí agarrei ela forte pelos braços da bunda e levantei, carreguei ela pra cama sem tirar meu pau da buceta dela. Deitei por cima e comia ela devagar enquanto ela enrolava o corpo nas minhas pernas. Enquanto eu comia ela, ela pedia pra não ser delicado, que gostava de transar bruto. Ela pegou minha cabeça e me beijava enquanto falava: "me come forte, padrinho". Aí encolheu um pouco o corpo e chupou meus mamilos enquanto apertava minhas nádegas com as mãos, seguindo o ritmo do meu corpo cada vez que eu entrava na buceta dela. Até que senti a mão dela descendo pro meu cu, e ela enfiou um dedo no meu cu no ritmo da transa. Quando percebeu que meu corpo respondeu ao dedo, perguntou se eu tava incomodado. Respondi beijando ela tão forte que quase deixei ela sem ar. Ela falava: "me dá sua saliva, padrinho, cuspi na minha boca". Foi assim que joguei jatos de saliva na boca dela e ela curtiu cada um. Depois viramos e ela começou a me montar enquanto também cuspia saliva na minha boca. Com o corpo dela em cima de mim, dava pra ver ela no espelho do teto enquanto cavalgava. Ela acelerou o ritmo e gritava como se eu tivesse matando ela, e não parava de falar: "padrinho, me come forte, me come como você come a madrinha, mais forte". Até que, sem perceber, gozei como se fosse o fim do mundo. Ela ficou um tempo deitada em cima de mim e eu sentia a respiração ofegante dela no meu peito. Nessa hora, o celular dela tocou e eu ouvi ela falar pra amiga que o Mario levasse ela pra casa, porque ela ia ficar. Depois disso, ela disse: "padrinho, tô com sede". Aí lembrei do que o Mario falou, que eu não deixasse ela beber muito. "Peço um refrigerante", falei. "Melhor uma cerveja", ela respondeu. Sentou apoiada na cabeceira da cama, olhando o celular. Quando as cervejas chegaram, sentei do lado dela. Bebemos a cerveja em silêncio, só com o áudio do filme ruim na TV. Eu olhava pra ela e não... Não podia acreditar que tinha comido uma mina que eu conhecia desde pequena. Terminei minha cerveja e fui no banheiro. Quando voltei pra cama, encontrei ela deitada de bruços. A bunda dela empinada, com as pernas só um pouco abertas. A pussy rosadinha aparecia entre as coxas e o escuro da racha do cu. Aumentei um pouco a luz pra ver melhor e, quando cheguei perto, percebi que ela tava dormindo. Não me importei, porque aquela posição tava pedindo "me come". Então abri mais as pernas dela e enfiei a cara no cu dela, comecei a chupar a pussy e passar a língua por todo o cu dela. Não demorou muito até ela acordar e começar a rebolar a bunda no ritmo da minha língua. Minha língua era acompanhada pelos gemidos. Não só chupava a pussy, mas também masturbava ela com meus dedos dentro da pussy dela. Quando parei com a língua no cu dela, ela esticou as mãos, abriu as nádegas e levantou a bunda. — Padrinho, que sujo você é. — Ela dizia enquanto eu enfiava a língua dentro do cu dela. O corpo dela tremeu de novo e ela gozou nos meus dedos. Meu cock tava explodindo contra os lençóis da cama. Peguei uma camisinha e coloquei. Me joguei na cama e falei: "Me come de novo". Ela subiu em cima de mim de costas e começou a descer devagar, apontou pro meu cock e, sem tocar com as mãos, enfiou na pussy. Depois esticou o corpo pra trás e rebolou a cintura com meu cock dentro da pussy. Eu segurava os peitos dela enquanto olhava no espelho do teto a imagem dela deitada de costas em cima de mim. Depois ela ergueu o corpo, se esticou pra frente, segurou meus pés e me montou, deixando na minha cara a visão da pussy dela comendo meu cock. Eu apertava a bunda dela e ela pediu pra eu bater no cu dela. Foi assim que, enquanto ela me montava, eu dava tapas nas nádegas dela. O suor escorria pelas costas dela e sumia na racha do cu. De repente, meu dedão ficou apoiado bem no cu dela. Ela abriu as nádegas como quem diz pra meter. Então, enquanto eu tava comendo ela, enfiei o polegar no cu dela. Eu mexia o dedo lá dentro e ela continuava me montando devagar. Meu polegar sentia umas bolinhas de merda lá dentro. —Padrinho, bota no meu cu, ela falou. Aí eu tirei a pica da buceta dela e enfiei devagar no cu. Acompanhei minha pica com o polegar sujo de merda pra entrar fácil no cu dela. Quando entrou, ela começou a subir e descer com o corpo. Ela gemia e não parava de falar —cê gosta da minha bunda, padrinho? Isso tava me esquentando pra caralho e, quando eu tava quase gozando, tirei a pica do cu dela e virei ela. Deitei ela de barriga pra cima e sentei nos peitos dela. Tirei a camisinha e enfiei a pica na boca dela. Peguei a boca dela na brutalidade, quase sem deixar ela respirar. O corpo dela tava esticado na cama e ela só conseguia chupar minha pica porque eu prendia os braços dela com minha perna. Estiquei a mão pra aumentar a luz pra ver como ela se engasgava com minha pica. Os olhos dela lacrimejando e a boca cheia de saliva me esquentavam mais. Até que não aguentei mais e joguei toda a porra na boca dela. Continuei fodendo a boca dela por mais um tempo até minha pica dormir. Quando desci do corpo dela, ela ainda tinha sêmen no canto dos lábios. —Padrinho, vamos dormir um pouco, ela falou. E sem se limpar, virou de lado e se cobriu. Fui no banheiro limpar o polegar que tava sujo de merda e depois fui deitar do lado dela. Antes, liguei pra recepção pedindo pra acordar a gente às 9, porque o turno terminava às 10. Quando me cobri na cama, ela pegou meu braço pra eu abraçar ela e ficar de conchinha atrás. Apaguei as luzes e a TV e dormi. Durante a noite, não sei a que horas, minha pica ficou dura e tava presa entre as coxas dela. Ela sentiu e meio que acordou, porque apertou mais as pernas e com a mão massageava minha pica na buceta dela. Gemia enquanto se tocava a buceta e esfregava meu pau na porta da buceta dela. Eu abracei ela mais forte e me agarrei nos peitos dela, beliscando os biquinhos pequenos. Ela acelerou os dedos no clitóris, o corpo tremeu e ela gozou. Automaticamente, como se tivesse um botão de desligar, ela dormiu de novo e me deixou com o pau duro, porque tirou ele de entre as pernas dela e ele ficou apoiado na bunda dela. Parece que meu pau balançando na bunda dela não era confortável, porque ela mudou de posição. Eu também, sem perceber, acabei dormindo de novo. De manhã, estávamos profundamente dormidos quando o telefone do quarto tocou. Pedimos o café da manhã e minutos depois levantamos. Quando vi o rosto da Tamara, ainda tinha restos de porra seca na cara dela. Ela foi para o banheiro e, de lá, ao se ver no espelho, me disse: —Padrinho, você deixou minha carinha cheia de porra. E aí entrou no chuveiro. Eu esperava ela terminar para tomar banho, quando ela, do banheiro, me chama: —Padrinho, por que não toma banho comigo? Assim a gente faz mais rápido. Então entrei no banheiro com ela e, enquanto nos lavávamos, meu pau começou a endurecer. Ela percebeu, pegou o sabonete pequeno e começou a lavar meu pau e as bolas. Brincava com meu pau ensaboado. Aí eu agarrei o rosto dela e comecei a beijá-la. A água caía nos nossos rostos, ela continuava batendo uma no meu pau ensaboado. De repente, ela olhou pro meu pau e enfiou a unha pequena na minha uretra. —Você gosta dessas coisas, padrinho? Não sou tão boazinha quanto você pensava — ela dizia enquanto mexia a unha no meu pau. Então eu peguei ela pelos ombros e guiei pra ela se abaixar. Ela se ajoelhou debaixo do jato d'água e começou a chupar meu pau feito uma louca. Eu juntei o cabelo dela, como se amarasse na minha mão, e guiava a cabeça dela. Comecei a comer a boca dela e fui levando ela pra trás até que a cabeça dela bateu na parede. Enfiava o pau bem até o fundo, e ela não conseguia escapar porque tava contra a parede. Às vezes eu engasgava porque tava me afogando com meu pau e a água que escorria pelo meu corpo e caía na boca dela. De repente, ela conseguiu se soltar da minha mão e ficou de pé. Virou as costas pra mim e apoiou meu pau na racha da bunda dela. Ela rebolava o rabo pra todo lado, pegou meu pau e, sem eu perceber, enfiou no cu dela assim, no pelo. Eu ia falar "que porra você tá fazendo, sem camisinha não", e ela me responde:
— Padrinho, quero seu gozo no meu cu.
O calor dentro do cu dela parecia devorar a pele do meu pau. Aí comecei a meter e tirar meu pau da ponta até o fundo. Passei o pau por todo o cu dela. Primeiro devagar e, aos poucos, mais rápido. As costas dela batiam na minha pélvis por causa da água do chuveiro. Peguei o cabelo dela de novo com a mão e quase enrolei ele nela. Puxei a cabeça dela pra trás e beijei ela, nos afogando na água morna que caía.
Aos poucos, fui levando ela pra frente até deixar ela apoiada nos azulejos. Ela esticava a bunda pra trás pra sentir mais meu pau. Os peitos dela estavam esmagados contra a parede. Eu puxava o cabelo dela com tanta força que acho que tava doendo. Ela não falava nada. Só gemia e tentava virar a cabeça pra me beijar e não se afogar com a água.
De repente, o cabelo dela escapou da minha mão e a cara dela bateu na parede. Ela continuou aguentando minha sentada com o cu dela enquanto esticava os braços pra trás pra me tocar. Não aguentei muito mais e enchi o cu dela de gozo, igual ela pediu. Quando me afastei pra tirar meu pau do cu dela, vi no chão, misturado com a água, resto de sangue. Tirei meu pau do cu dela e caiu um pouco de merda líquida e sêmen. Meu pau tava todo sujo da mesma coisa.
Achei que o sangue era do cu, mas quando virei ela pra beijar de novo, vi que o nariz dela tava sangrando. Quando ela se soltou da minha mão, bateu na parede e acertou o nariz. Ela não disse uma palavra enquanto limpava o rosto. Depois sentou no bidê enquanto eu terminava de lavar meu pau, que tava todo sujo. Depois tomamos café da manhã rápido e eu fiquei olhando o nariz inchado dela. Pedi desculpas pelo nariz. Ela disse que não tinha problema, que na verdade gosta assim, um pouco violento. Depois disso, pegou o capacete e se despediu com um beijo na bochecha. —Padrinho, valeu pelo fuck, fica tranquilo que isso fica entre nós, nunca vou contar pra ninguém. Ela disse. Eu respondi que igualmente, e quem sabe um dia a gente repete. Depois que ela foi embora, saí do hotel e fui pra casa. A vizinha fofoqueira não podia saber se eu saí cedo, já que de manhã ela vai pra academia e não fica em casa. Depois de algumas semanas, lembrei que tinha um encontro marcado e com certeza a Tamara estaria lá. E foi o que aconteceu. Tentei agir o mais normal possível, mas quando vi que ela começou a chupar, fiquei com um pouco de medo, mas não deu nada. Com o tempo, fiquei sabendo que ela saiu de casa pra morar com um cara casado que largou a família. Agora ela tá de volta em casa porque o cara batia nela e fez ela abortar. Depois de um tempo, percebi que ela já não era mais a menina que eu via anos atrás tomando sorvete ou comendo um pirulito. Agora era uma garota que curte sexo, e nem por isso é uma puta. É estranho porque muitas vezes tomo uma cerveja com o pai dela. Tô pensando em, quando tiver oportunidade, mandar uma mensagem pra ela e ver se rola um menage com a amiga. Mas quando penso muito, o medo de vazar algo e sermos descobertos me faz cair na real.
— Padrinho, quero seu gozo no meu cu.
O calor dentro do cu dela parecia devorar a pele do meu pau. Aí comecei a meter e tirar meu pau da ponta até o fundo. Passei o pau por todo o cu dela. Primeiro devagar e, aos poucos, mais rápido. As costas dela batiam na minha pélvis por causa da água do chuveiro. Peguei o cabelo dela de novo com a mão e quase enrolei ele nela. Puxei a cabeça dela pra trás e beijei ela, nos afogando na água morna que caía.
Aos poucos, fui levando ela pra frente até deixar ela apoiada nos azulejos. Ela esticava a bunda pra trás pra sentir mais meu pau. Os peitos dela estavam esmagados contra a parede. Eu puxava o cabelo dela com tanta força que acho que tava doendo. Ela não falava nada. Só gemia e tentava virar a cabeça pra me beijar e não se afogar com a água.
De repente, o cabelo dela escapou da minha mão e a cara dela bateu na parede. Ela continuou aguentando minha sentada com o cu dela enquanto esticava os braços pra trás pra me tocar. Não aguentei muito mais e enchi o cu dela de gozo, igual ela pediu. Quando me afastei pra tirar meu pau do cu dela, vi no chão, misturado com a água, resto de sangue. Tirei meu pau do cu dela e caiu um pouco de merda líquida e sêmen. Meu pau tava todo sujo da mesma coisa.
Achei que o sangue era do cu, mas quando virei ela pra beijar de novo, vi que o nariz dela tava sangrando. Quando ela se soltou da minha mão, bateu na parede e acertou o nariz. Ela não disse uma palavra enquanto limpava o rosto. Depois sentou no bidê enquanto eu terminava de lavar meu pau, que tava todo sujo. Depois tomamos café da manhã rápido e eu fiquei olhando o nariz inchado dela. Pedi desculpas pelo nariz. Ela disse que não tinha problema, que na verdade gosta assim, um pouco violento. Depois disso, pegou o capacete e se despediu com um beijo na bochecha. —Padrinho, valeu pelo fuck, fica tranquilo que isso fica entre nós, nunca vou contar pra ninguém. Ela disse. Eu respondi que igualmente, e quem sabe um dia a gente repete. Depois que ela foi embora, saí do hotel e fui pra casa. A vizinha fofoqueira não podia saber se eu saí cedo, já que de manhã ela vai pra academia e não fica em casa. Depois de algumas semanas, lembrei que tinha um encontro marcado e com certeza a Tamara estaria lá. E foi o que aconteceu. Tentei agir o mais normal possível, mas quando vi que ela começou a chupar, fiquei com um pouco de medo, mas não deu nada. Com o tempo, fiquei sabendo que ela saiu de casa pra morar com um cara casado que largou a família. Agora ela tá de volta em casa porque o cara batia nela e fez ela abortar. Depois de um tempo, percebi que ela já não era mais a menina que eu via anos atrás tomando sorvete ou comendo um pirulito. Agora era uma garota que curte sexo, e nem por isso é uma puta. É estranho porque muitas vezes tomo uma cerveja com o pai dela. Tô pensando em, quando tiver oportunidade, mandar uma mensagem pra ela e ver se rola um menage com a amiga. Mas quando penso muito, o medo de vazar algo e sermos descobertos me faz cair na real.
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