Como toda boa história, essa começou sem ser planejada. Era um sábado no fim do verão, já março pra ser mais exato, e como todo sábado a gente se juntava com os amigos pra prévia e depois sair. Não tava muito a fim, sem motivação, mas a insistência de dar uma volta pelo menos 'pra ver uma buceta' tava lá... A gente foi tudo pra balada e mal entramos, cada um foi pro seu lado. Eu me instalei com um fernet no balcão, olhando pra pista. De repente, como se um holofote iluminasse só ela, vi uma morena do caralho, com um corpo descomunal que me hipnotizava com os movimentos no ritmo da música. Ela me olhou... e eu fiquei nervoso. Ela percebeu e se aproximou. 'Como você se chama?' perguntou na lata. 'Pepu', falei, e quase sem terminar ela disse: 'Eu sou Maca'. A gente conversou um tempão, ofereci um drink, ela era gente boa, espirituosa e safada, mas tava com as amigas, então a gente se despediu e ela foi. Mas antes de ir, pedi o Instagram. '@maca2511, mas me procura no Poringa', ela disse. Quando cheguei em casa, procurei na hora. Não acreditei no que via... uns peitos impressionantes e uma raba de explodir. Roupas de renda que caíam perfeitamente, nenhum detalhe deixado ao acaso. Mandei uma mensagem pra ela. No dia seguinte, ela respondeu, e foi mensagem vai, mensagem vem, até que marcamos de nos ver na sexta. Convidei ela pra jantar. Quando fui buscá-la, o que saiu pela porta era uma bomba atômica: roupa justa e umas curvas que nem o Colapinto conseguiria controlar. Ela entrou no carro e disse: 'Oi, bebê'. Depois do jantar, ela me levou pro bar de um amigo. Tinha pouca luz e dava pra dançar. A gente dançou um pouco. O clima foi esquentando, e o roçar dos peitos dela deixava minha pica cada vez mais dura. Ela percebeu. E enquanto a gente se rebolava, ela se esfregava mais e eu chegava o pacote... 'Vamos', ela disse, 'vou te comer'. Não precisei nem pensar. Pegamos o carro e fomos pro meu apê. Era tarde e não tinha ninguém. Quando entramos no elevador, ela me empurrou contra o espelho, se abaixou, baixou minha calça e me chupou. começou a chupar. A força da sucção, a velocidade do movimento e o jeito que ela amassava minha rola me deixavam perto de gozar, mas ela sabia a hora de parar e recomeçava. Não sei se foram 7 ou 30 andares, não queria que acabasse nunca! Antes de sair, levantei ela devagar, subi a blusa dela e comecei a chupar os peitos dela, comecei a acariciar ela e senti o calor e a umidade da buceta dela, tava pegando fogo. Levantei a saia dela e desci a calcinha fio dental, comecei a comer a buceta dela como se não houvesse amanhã, ouvia ela gemer. Divina, língua pra cima e pra baixo, sugando o lábio e enfiando um dedinho. Virei ela e chupei o cu dela, meu nariz entre aquelas nádegas duras e minhas mãos abrindo as bandas; "mete em mim", ela disse, "aguenta", eu falei, e eu com a calça arriada e ela com a saia levantada, demos uma corrida até minha porta. Ela me jogou no sofá e colocou a rola na boca de novo, eu ia gozar seco, quando eu ameacei beber do elixir de novo, ela disse: "te falei que ia te comer" e montou em mim como uma louca. Cada sentada era um grito de tesão, minhas mãos não davam conta daqueles peitos enormes, eu agarrava, apertava e chupava, sentia o jorro escorrer pela minha rola. Depois de muita bombada, ela fala: "para, não goza", se vira e me entrega o cu... primeiro chupei ele de novo, língua entra e sai, vendo como ele se abria e relaxava, encostei a pontinha e pra dentro. Apertado, quente, foram uns movimentos suaves, mas eu gozei seco de uma vez, não aguentei mais.... Fomos tomar banho juntos, não podia acreditar no que tinha na minha frente, não conseguia parar de chupar os peitos dela. Metemos mais duas gozadas na cama e dormimos. Quando acordei, ela já não estava, só tinha o cheiro do perfume dela... embora por um momento eu duvidei se tudo isso tinha acontecido ou se eu tinha sonhado... @maca2511 que bomba!
Como toda boa história, essa começou sem ser planejada. Era um sábado no fim do verão, já março pra ser mais exato, e como todo sábado a gente se juntava com os amigos pra prévia e depois sair. Não tava muito a fim, sem motivação, mas a insistência de dar uma volta pelo menos 'pra ver uma buceta' tava lá... A gente foi tudo pra balada e mal entramos, cada um foi pro seu lado. Eu me instalei com um fernet no balcão, olhando pra pista. De repente, como se um holofote iluminasse só ela, vi uma morena do caralho, com um corpo descomunal que me hipnotizava com os movimentos no ritmo da música. Ela me olhou... e eu fiquei nervoso. Ela percebeu e se aproximou. 'Como você se chama?' perguntou na lata. 'Pepu', falei, e quase sem terminar ela disse: 'Eu sou Maca'. A gente conversou um tempão, ofereci um drink, ela era gente boa, espirituosa e safada, mas tava com as amigas, então a gente se despediu e ela foi. Mas antes de ir, pedi o Instagram. '@maca2511, mas me procura no Poringa', ela disse. Quando cheguei em casa, procurei na hora. Não acreditei no que via... uns peitos impressionantes e uma raba de explodir. Roupas de renda que caíam perfeitamente, nenhum detalhe deixado ao acaso. Mandei uma mensagem pra ela. No dia seguinte, ela respondeu, e foi mensagem vai, mensagem vem, até que marcamos de nos ver na sexta. Convidei ela pra jantar. Quando fui buscá-la, o que saiu pela porta era uma bomba atômica: roupa justa e umas curvas que nem o Colapinto conseguiria controlar. Ela entrou no carro e disse: 'Oi, bebê'. Depois do jantar, ela me levou pro bar de um amigo. Tinha pouca luz e dava pra dançar. A gente dançou um pouco. O clima foi esquentando, e o roçar dos peitos dela deixava minha pica cada vez mais dura. Ela percebeu. E enquanto a gente se rebolava, ela se esfregava mais e eu chegava o pacote... 'Vamos', ela disse, 'vou te comer'. Não precisei nem pensar. Pegamos o carro e fomos pro meu apê. Era tarde e não tinha ninguém. Quando entramos no elevador, ela me empurrou contra o espelho, se abaixou, baixou minha calça e me chupou. começou a chupar. A força da sucção, a velocidade do movimento e o jeito que ela amassava minha rola me deixavam perto de gozar, mas ela sabia a hora de parar e recomeçava. Não sei se foram 7 ou 30 andares, não queria que acabasse nunca! Antes de sair, levantei ela devagar, subi a blusa dela e comecei a chupar os peitos dela, comecei a acariciar ela e senti o calor e a umidade da buceta dela, tava pegando fogo. Levantei a saia dela e desci a calcinha fio dental, comecei a comer a buceta dela como se não houvesse amanhã, ouvia ela gemer. Divina, língua pra cima e pra baixo, sugando o lábio e enfiando um dedinho. Virei ela e chupei o cu dela, meu nariz entre aquelas nádegas duras e minhas mãos abrindo as bandas; "mete em mim", ela disse, "aguenta", eu falei, e eu com a calça arriada e ela com a saia levantada, demos uma corrida até minha porta. Ela me jogou no sofá e colocou a rola na boca de novo, eu ia gozar seco, quando eu ameacei beber do elixir de novo, ela disse: "te falei que ia te comer" e montou em mim como uma louca. Cada sentada era um grito de tesão, minhas mãos não davam conta daqueles peitos enormes, eu agarrava, apertava e chupava, sentia o jorro escorrer pela minha rola. Depois de muita bombada, ela fala: "para, não goza", se vira e me entrega o cu... primeiro chupei ele de novo, língua entra e sai, vendo como ele se abria e relaxava, encostei a pontinha e pra dentro. Apertado, quente, foram uns movimentos suaves, mas eu gozei seco de uma vez, não aguentei mais.... Fomos tomar banho juntos, não podia acreditar no que tinha na minha frente, não conseguia parar de chupar os peitos dela. Metemos mais duas gozadas na cama e dormimos. Quando acordei, ela já não estava, só tinha o cheiro do perfume dela... embora por um momento eu duvidei se tudo isso tinha acontecido ou se eu tinha sonhado... @maca2511 que bomba!
3 comentários - Una noche con Maca
gracias por la dedicatoria!!