Transar com meu sobrinho, transar com meu marido ou transar com outros é diferente. Basicamente, a mecânica da relação é parecida, mas a intensidade, o desejo, o tesão mudam. Estar com Matías, meu sobrinho, tem o adicional dos sentimentos que tenho por ele. Ou seja, transar por prazer, transar por diversão, transar por tesão se soma a transar com alguém por quem sinto coisas muito profundas (amor e tesão). De sobrinho, fui transformando ele no meu homenzinho, e agora desejo que ele seja meu macho. Não sou feminista nem fã do patriarcado, mas se nasci com rosca e eles com parafuso, então é lógico que me enrosquem. Como não posso ter filhos com ele, não quero ter filhos com outro. E meu marido sabe e entende. As relações humanas são mutáveis; esclarecido esse ponto, a relação que hoje tenho com Maty é que sou sua mulher incondicional. Mas só isso: sua mulher, sua amante, sua puta, sua puta. Aquela que o escuta e talvez continue guiando ele, mas nunca sua parceira. Custou muito chegar até aqui, porque minha fantasia no início incluía engravidar dele e criar os filhos dele com meu marido. As mulheres, como todos sabem, se mostram de forma competitiva, seja na frente de outras gostosas ou na frente dos nossos homens para que nos comparem. Estou focada nisso: quero ser a melhor e a mais puta de todas as gostosas. Por isso, surpreendo ele todo dia, chupo a pica dele até espremer, me visto de putona. Quero que ele entenda que já deixei de ser sua madrinha, isso ficou no passado. Sou a gostosa que morre de vontade de ser macetada por ele.
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