Relato caseiro.. resumo do relato: Transei com um amigo meu e do meu namorado por pena e acabei gostando... Meu nome é Yaneli
Tenho 24 anos. Pele branca. Tenho 1,58m. Rosto e corpo magro. E atualmente estou em um relacionamento. Decidi ser sincera e contar esse acontecimento porque minha amiga achou interessante e acha que é bom eu compartilhar por aqui. Já contei em outro site uma vez, foi algo passageiro, mas enfim, vou contar. Estou em um relacionamento com o Samuel, meu namorado do ensino médio, há pouco mais de 3 anos.
A gente viveu uma relação meio tóxica esse tempo todo por causa de ciúmes ou problemas bestas, mas ainda continuamos juntos como casal, o amor ainda existe e é isso que importa pra caralho... Meu círculo social, além do meu namorado, inclui a Saori, minha amiga mais íntima e vizinha de anos, e o Javier, ou Javi como a gente chama. Conheci ele através do meu namorado, que é amigo dele, e a gente criou uma amizade muito boa nesses três anos, então achei uma boa incluí-lo no nosso círculo de amigos... O Javi é o único amigo do meu namorado, um cara alto, gordinho, moreninho e muito engraçado, além de ser gente boa e sincero.. A Saori sabe tudo sobre meu relacionamento com o Samuel, desde os mínimos detalhes das coisas fofas até as minhas brigas com ele, sendo minha amiga íntima e meu apoio em tudo.. Quanto ao Javi, ele sempre foi do grupo, mas com ele sempre foram brincadeiras e jogos na frente do meu namorado e coisas engraçadas, mas faz pouco mais de um ano, quando o Javi começou a namorar com quem a gente conhece como a primeira namorada dele, tudo mudou e ele virou meu amigo íntimo, igual a Saori era comigo, mas agora eu com ele, ajudando ou dando conselhos, e até meu namorado adorava que eu pudesse apoiar o amigo dele.. O Javi sempre foi uma pessoa linda, até me dava uma ternura pelo jeito e tratamento que ele tinha com a namorada, sendo a pessoa magnífica que é comigo, mas sempre que precisava ou se sentia mal, vinha falar comigo, mesmo quando eu estava com meu namorado, ele mesmo me dava liberdade para atender o celular do Javier e saber o que estava rolando, virando assunto de conversa com meu namorado e assim fortalecendo nosso namoro com os problemas do Javi.. No dia 16 de abril é nosso aniversário de namoro, completando 3 anos, e aquele dia foi maravilhoso, inclusive é o dia que eu mais lembro, não só pelo quanto foi lindo, mas pelo que aconteceu.. Naquele dia, me arrumei toda gostosa para o Samuel, um vestido cinza que eu tanto gostava
Presente da minha mãe, quis exibir ele.. Samuel me deu um buquê de rosas junto com outros presentes.
Naquele dia fomos comer, conversamos sobre tudo um pouco, feito dois apaixonados.
Aproveitamos a luz do luar pra nos dar carinho e ter tempo pra um jantar romântico cheio de uns petiscos de carne e uma taça de vinho 🍷, algo que eu nunca tinha bebido mas que valia a pena. Os drinks fizeram efeito em mim, me sentindo meio bêbada, mas sabia bem o que tava fazendo, só me senti leve pra me deixar ser amada..

No caminho pra minha casa, rolou uns beijos e uns amassos, a gente se deixando levar, mas já era hora de chegar em casa, onde meus pais estavam me esperando... A noite tinha sido foda e eu tava bem bêbada, desviando da minha família pra chegar no meu quarto e relaxar, pronta pra jantar com meus pais e contar tudo que aconteceu. Mas meu celular tava cheio de mensagens do Samuel, algumas da Saori e uma chamada do Javi, mas não dei muita bola, sentada na mesa enquanto meus irmãos jogavam no PlayStation e meu pai e minha mãe arrumavam a mesa sem perceber que eu tava meio tonta. Eles começaram a colocar a mesa pro jantar, mas uma chamada do Javi me fez levantar pra atender. Durante a ligação, me liguei que ele tava mal, até com a voz embargada, falando sobre o término com a namorada. Sabia que o Javi tava na merda e queria saber o que tinha rolado. Tentei acalmar ele, mas foi em vão, e pelo jeito que ele tava falando, senti que precisava vê-lo e dar apoio, igual ele sempre fazia comigo. Pedi pra sair, ainda era cedo e não tive problema, já que só ia pra rua esperar o Javi chegar. Me preparei com uma jaqueta e fui vê-lo. Quando vi ele chegar no carro e notei que ele tava super triste, a bebedeira passou na hora. Nunca tinha visto ele tão mal e destruído. Não parei de abraçar ele enquanto ele chorava desconsolado, igual um criança. Meus pais perceberam como ele tava e, por minha causa, contei que ele tinha terminado com a namorada, que não sabia direito o motivo. Minha mãe ficou chateada e deixaram a gente conversando no quintal, nos dando aquela privacidade, porque o Javi é bem conhecido pela minha família por causa do Samuel. O Javi me contou que terminaram por causa de uma traição. Apesar da dor, ele queria continuar com ela, mas ela parecia já ter tomado uma decisão, e era isso que parecia doer tanto. Tentei fazer ele entrar em casa ou até sair pra dar uma volta, sendo a segunda opção a mais viável pra ele.
lembro que eram 9 da noite e, sendo sábado, tinha um monte de coisa pra ele poder dar uma relaxada, talvez um café ou dar uma volta na praça como a gente fez. mas ver ele tão mal e na frente de todo mundo me fazia sentir um lixo, como se fosse minha culpa, então a gente decidiu entrar no cinema.
A sala tinha pouca gente, umas 20 pessoas no máximo, entre famílias e um ou outro desgarrado. A gente se enfiou lá no fundo, se escondendo do povo pra poder conversar em paz, além do frio do caralho que tava fazendo — e eu de vestido, tava morrendo de frio. Ele continuava chorando baixinho enquanto eu me encolhia, abraçando ele e acalmando. A gente falou sobre um monte de coisas, e ele, apesar do físico, parecia muito fofo. Meu corpo foi se grudando nele, e aos poucos ele foi se acalmando, criando um clima quentinho entre a gente, mas ele ficava remoendo os momentos lindos que tinham vivido, lembrando dos lábios dela e virando pra mim com uma cara de sofrimento e os olhos cheios de lágrimas. Eu sabia que era isso que tava doendo nele: os beijos e carícias dela. E num piscar de olhos, por causa do tesão que tinha ficado com meu namorado com as caricias que ele me deu, senti uma vontade de dar um beijo na bochecha dele. Ele não falava nada, só me olhava perdido com as lágrimas e chorava. Naquela hora, senti a necessidade de abraçar ele e beijar a bochecha dele, continuando enquanto as lágrimas salgadas se misturavam com meus lábios 👄. Parecia que ele se acalmava, até que, sem jeito, ele colocou a mão na minha perna esquerda nua. Não vi reação ruim nele por causa das lágrimas, mas senti naquele momento tão gostoso que deixei ele continuar tocando minhas pernas e beijei ele de novo na bochecha pra tranquilizar. Ele falava que meus lábios eram macios e parecia se acalmar, então continuei. Quando comecei a sentir a respiração dele mudar e ele parecia estar curtindo, enquanto pedia mais e mais, sem parar de tocar minhas pernas — agora subindo mais minha saia — eu comecei a ficar com tesão do jeito que ele me tocava e apertava minhas pernas a cada beijo que eu dava, mudando de um beijo suave pra beijar com mais força. O calor que a gente começou a soltar fez a gente se deixar levar. Devagar, comecei a sentir ele virando o rosto pra receber aqueles beijos na boca, e foi assim: comecei a beijar ele enquanto ele recebia meus beijos, me segurando firme pela cintura enquanto tocava minhas pernas. pernas por baixo da saia que já estava bem subida sobre parte das minhas nádegas, meus beijos pareciam agradar ela enquanto apertava agora minhas nádegas enfiando a língua na minha boca foi questão de momentos em que ele colocou minha mão na calça dele, na parte da braguilha, sentindo o pau dele começando a endurecer, fazendo movimentos fortes enquanto sentia o pau dele ficando cada vez mais duro, a língua dele na minha boca enquanto meus olhos se arregalaram feito pires vendo o rosto dele, enquanto ele estava de olhos fechados, curtindo e pegando com a outra mão parte das minhas nádegas que pareciam tenazes fortes, chegando no meio da minha calcinha fio dental que se desviava com a habilidade da mão dele, estando a centímetros do meu cu, curti cada segundo evitando que o dedo dele chegasse no meu cu enquanto minha mão brincava com o pau dele meio duro e ao sentir a mão dele se aproximando mais do meu cu, me joguei pra trás e tentei evitar enquanto ele parecia perder a cabeça... Tentei me acalmar respirando fundo enquanto tirava minha jaqueta pra cobrir minhas pernas nuas por causa do movimento que ele tinha feito em mim...
E aí pensei no meu namorado naquele momento, ele veio na minha cabeça enquanto eu tava mole e suada por causa daquela situação abafada. Foi aí que o Javi me pegou de novo e me beijou, enquanto eu tentava acalmá-lo, só pra ver que o pau dele já tava solto da calça. Fiquei com um tesão danado de ver ele daquele jeito.
Que os beijos dela e como ela chupava minha orelha me fizeram levar minha mão até o pau dela, pedindo pra eu chupar.
Enquanto eu pegava aquela rola toda dura e cheia de líquido pré-gozo, balançando pra todo lado.
Evitando que alguém pudesse nos ver diante da exigência dela e vendo ele bem tarado me agarrando na bunda, prossegui fazendo algo que nunca pensei que levaria ao limite...
Comecei a chupar aquela porra enorme e grossa dele, sentindo como as pernas dele se mexiam a cada investida, tentando evitar gritar. Isso me fez continuar no jogo e seguir chupando ele por um bom tempo. Me deixei levar e comecei a curtir o que eu faria com meu namorado, mas agora tava fazendo com o melhor amigo dele. Enquanto chupava e enfiava na boca, ele apertava minha bunda com força, chegando na minha buceta que tava toda molhada, como se quisesse receber ele, querendo me penetrar... Mas o tesão era algo que nos dominava, era arriscado pelo físico grande e gordo dele, poder fazer algo que me deu a visão.
Maior do que eu poderia imaginar, ver minha bunda no esplendor dela enquanto ele se masturbava com força e soltava todo o esperma dele.. Pensei que, além de tudo isso, seria difícil olhar na cara dele de novo, até sair dali com ele no carro e do que a gente ia conversar, seria estranho, mas só me arrumei igual ele pra sair no meio da função..
No caminho, minhas pernas tremiam, eu ainda tava com tesão, mas esperava chegar em casa e me acalmar. Só que dentro do carro e durante o trajeto, tudo ficou em silêncio — ninguém falou, ninguém disse nada. Quando cheguei em casa, o cavalheiro saiu, abriu minha porta e, sob a luz da lua, tudo escuro e a metros da porta da minha casa... Ele, longe de pedir desculpas ou se sentir envergonhado ou mal, me puxou pela cintura, me encostou nele e a gente se deu um beijo louco, enquanto eu tentava me afastar dele sem força. As mãos dele percorreram parte das minhas costas e cintura até me agarrar com força pelas nádegas e apertá-las.
Com força e sem dó, enquanto eu me sentia mais vulnerável pela ação e pela força dele, os desejos dele só aumentavam, pedindo por sexo enquanto ele não parava de me beijar loucamente e enfiar as mãos por baixo da minha saia, sentindo os dedos dele passarem pela minha buceta e meu cu. Isso foi tão gostoso que eu aceitei depois daqueles beijos e de ter sido tocada como nunca antes. Voltando pro carro dele, procurando qualquer motel de beira de estrada, enquanto ele passava a mão nas minhas pernas e eu só olhava pra rua escura, meus peitos à mostra pra ele se deliciar — era a coisa mais degenerada que ele fazia, me tocar com tanta força.




Pensando se isso tava certo e como eu podia parar aquilo, mas foi tudo tão rápido que a entrada no hotel e os olhares dos seguranças daquela área me encaravam com espanto, porque eu seria tocada e penetrada por alguém que não era bonito nem tinha chance como o Javi — depois ele me fez mencionar isso. Já no quarto...
E sabendo que já era tarde pra voltar atrás, o Javi voltou pra mim, me tomando como sua, me beijando igual um louco, me tocando como um desvairado, como se não houvesse amanhã, louco de desejo por mim, me prendendo naquele tesão..
Não teve um amanhã, teve um faz agora. O que meu namorado Javi não fez, eu já tinha na cabeça: chupar aquela piroca grossa e dura dele.

Como uma desesperada, eu atendia aos beijos dele, pra ser dominada pelo pau dele na minha boca e as mãos fortes dele tocando minha buceta sem medo, sem ninguém poder nos ver, só pra gente gozar. A imagem do meu namorado me mandando mensagens do dia a dia era ignorada pelo pau do amigo dele. Eu começava a curtir cada vez mais o jeito que ele me pegava e fazia de mim o que ele quisesse...
Me senti desejada, desencadeada, exposta e seduzida. Parei de pensar e comecei a modelar meu corpo, minhas nádegas para o Javi, enquanto o pau dele, inflado, cheio de saliva e brilhante, se movia no ritmo das mãos dele pegando na minha bunda e no meu vestido...

A primeira estocada do pau dele na minha buceta foi deliciosa, sentindo o vigor, o pinto quente, o jeito de me dar tapas na bunda, de me foder, de morder minha nuca e me penetrar com força e desejo. Isso soltou um cheiro forte de sexo pelo quarto todo, fazendo eu perceber que ele sempre me disse, e que hoje eu estava submissa, pelada de quatro pra ele, e não pro amigo dele. Não foi uma, nem duas, foram cinco vezes que ele me comeu, deixando minha bunda cheia de porra.
Claro que aproveitei, apesar dos presentes na minha casa por ter chegado de madrugada, ainda lembro do momento, mas fui bem séria e certinha, nunca fiz nada disso. Por outro lado, vivo minha vida tranquila apesar desse tropeço, e o Javi voltou com a namorada, nunca soube como nem por quê, mas foi o melhor para nós dois.
Tenho 24 anos. Pele branca. Tenho 1,58m. Rosto e corpo magro. E atualmente estou em um relacionamento. Decidi ser sincera e contar esse acontecimento porque minha amiga achou interessante e acha que é bom eu compartilhar por aqui. Já contei em outro site uma vez, foi algo passageiro, mas enfim, vou contar. Estou em um relacionamento com o Samuel, meu namorado do ensino médio, há pouco mais de 3 anos.
A gente viveu uma relação meio tóxica esse tempo todo por causa de ciúmes ou problemas bestas, mas ainda continuamos juntos como casal, o amor ainda existe e é isso que importa pra caralho... Meu círculo social, além do meu namorado, inclui a Saori, minha amiga mais íntima e vizinha de anos, e o Javier, ou Javi como a gente chama. Conheci ele através do meu namorado, que é amigo dele, e a gente criou uma amizade muito boa nesses três anos, então achei uma boa incluí-lo no nosso círculo de amigos... O Javi é o único amigo do meu namorado, um cara alto, gordinho, moreninho e muito engraçado, além de ser gente boa e sincero.. A Saori sabe tudo sobre meu relacionamento com o Samuel, desde os mínimos detalhes das coisas fofas até as minhas brigas com ele, sendo minha amiga íntima e meu apoio em tudo.. Quanto ao Javi, ele sempre foi do grupo, mas com ele sempre foram brincadeiras e jogos na frente do meu namorado e coisas engraçadas, mas faz pouco mais de um ano, quando o Javi começou a namorar com quem a gente conhece como a primeira namorada dele, tudo mudou e ele virou meu amigo íntimo, igual a Saori era comigo, mas agora eu com ele, ajudando ou dando conselhos, e até meu namorado adorava que eu pudesse apoiar o amigo dele.. O Javi sempre foi uma pessoa linda, até me dava uma ternura pelo jeito e tratamento que ele tinha com a namorada, sendo a pessoa magnífica que é comigo, mas sempre que precisava ou se sentia mal, vinha falar comigo, mesmo quando eu estava com meu namorado, ele mesmo me dava liberdade para atender o celular do Javier e saber o que estava rolando, virando assunto de conversa com meu namorado e assim fortalecendo nosso namoro com os problemas do Javi.. No dia 16 de abril é nosso aniversário de namoro, completando 3 anos, e aquele dia foi maravilhoso, inclusive é o dia que eu mais lembro, não só pelo quanto foi lindo, mas pelo que aconteceu.. Naquele dia, me arrumei toda gostosa para o Samuel, um vestido cinza que eu tanto gostava
Presente da minha mãe, quis exibir ele.. Samuel me deu um buquê de rosas junto com outros presentes.
Naquele dia fomos comer, conversamos sobre tudo um pouco, feito dois apaixonados.
Aproveitamos a luz do luar pra nos dar carinho e ter tempo pra um jantar romântico cheio de uns petiscos de carne e uma taça de vinho 🍷, algo que eu nunca tinha bebido mas que valia a pena. Os drinks fizeram efeito em mim, me sentindo meio bêbada, mas sabia bem o que tava fazendo, só me senti leve pra me deixar ser amada..

No caminho pra minha casa, rolou uns beijos e uns amassos, a gente se deixando levar, mas já era hora de chegar em casa, onde meus pais estavam me esperando... A noite tinha sido foda e eu tava bem bêbada, desviando da minha família pra chegar no meu quarto e relaxar, pronta pra jantar com meus pais e contar tudo que aconteceu. Mas meu celular tava cheio de mensagens do Samuel, algumas da Saori e uma chamada do Javi, mas não dei muita bola, sentada na mesa enquanto meus irmãos jogavam no PlayStation e meu pai e minha mãe arrumavam a mesa sem perceber que eu tava meio tonta. Eles começaram a colocar a mesa pro jantar, mas uma chamada do Javi me fez levantar pra atender. Durante a ligação, me liguei que ele tava mal, até com a voz embargada, falando sobre o término com a namorada. Sabia que o Javi tava na merda e queria saber o que tinha rolado. Tentei acalmar ele, mas foi em vão, e pelo jeito que ele tava falando, senti que precisava vê-lo e dar apoio, igual ele sempre fazia comigo. Pedi pra sair, ainda era cedo e não tive problema, já que só ia pra rua esperar o Javi chegar. Me preparei com uma jaqueta e fui vê-lo. Quando vi ele chegar no carro e notei que ele tava super triste, a bebedeira passou na hora. Nunca tinha visto ele tão mal e destruído. Não parei de abraçar ele enquanto ele chorava desconsolado, igual um criança. Meus pais perceberam como ele tava e, por minha causa, contei que ele tinha terminado com a namorada, que não sabia direito o motivo. Minha mãe ficou chateada e deixaram a gente conversando no quintal, nos dando aquela privacidade, porque o Javi é bem conhecido pela minha família por causa do Samuel. O Javi me contou que terminaram por causa de uma traição. Apesar da dor, ele queria continuar com ela, mas ela parecia já ter tomado uma decisão, e era isso que parecia doer tanto. Tentei fazer ele entrar em casa ou até sair pra dar uma volta, sendo a segunda opção a mais viável pra ele.
lembro que eram 9 da noite e, sendo sábado, tinha um monte de coisa pra ele poder dar uma relaxada, talvez um café ou dar uma volta na praça como a gente fez. mas ver ele tão mal e na frente de todo mundo me fazia sentir um lixo, como se fosse minha culpa, então a gente decidiu entrar no cinema.
A sala tinha pouca gente, umas 20 pessoas no máximo, entre famílias e um ou outro desgarrado. A gente se enfiou lá no fundo, se escondendo do povo pra poder conversar em paz, além do frio do caralho que tava fazendo — e eu de vestido, tava morrendo de frio. Ele continuava chorando baixinho enquanto eu me encolhia, abraçando ele e acalmando. A gente falou sobre um monte de coisas, e ele, apesar do físico, parecia muito fofo. Meu corpo foi se grudando nele, e aos poucos ele foi se acalmando, criando um clima quentinho entre a gente, mas ele ficava remoendo os momentos lindos que tinham vivido, lembrando dos lábios dela e virando pra mim com uma cara de sofrimento e os olhos cheios de lágrimas. Eu sabia que era isso que tava doendo nele: os beijos e carícias dela. E num piscar de olhos, por causa do tesão que tinha ficado com meu namorado com as caricias que ele me deu, senti uma vontade de dar um beijo na bochecha dele. Ele não falava nada, só me olhava perdido com as lágrimas e chorava. Naquela hora, senti a necessidade de abraçar ele e beijar a bochecha dele, continuando enquanto as lágrimas salgadas se misturavam com meus lábios 👄. Parecia que ele se acalmava, até que, sem jeito, ele colocou a mão na minha perna esquerda nua. Não vi reação ruim nele por causa das lágrimas, mas senti naquele momento tão gostoso que deixei ele continuar tocando minhas pernas e beijei ele de novo na bochecha pra tranquilizar. Ele falava que meus lábios eram macios e parecia se acalmar, então continuei. Quando comecei a sentir a respiração dele mudar e ele parecia estar curtindo, enquanto pedia mais e mais, sem parar de tocar minhas pernas — agora subindo mais minha saia — eu comecei a ficar com tesão do jeito que ele me tocava e apertava minhas pernas a cada beijo que eu dava, mudando de um beijo suave pra beijar com mais força. O calor que a gente começou a soltar fez a gente se deixar levar. Devagar, comecei a sentir ele virando o rosto pra receber aqueles beijos na boca, e foi assim: comecei a beijar ele enquanto ele recebia meus beijos, me segurando firme pela cintura enquanto tocava minhas pernas. pernas por baixo da saia que já estava bem subida sobre parte das minhas nádegas, meus beijos pareciam agradar ela enquanto apertava agora minhas nádegas enfiando a língua na minha boca foi questão de momentos em que ele colocou minha mão na calça dele, na parte da braguilha, sentindo o pau dele começando a endurecer, fazendo movimentos fortes enquanto sentia o pau dele ficando cada vez mais duro, a língua dele na minha boca enquanto meus olhos se arregalaram feito pires vendo o rosto dele, enquanto ele estava de olhos fechados, curtindo e pegando com a outra mão parte das minhas nádegas que pareciam tenazes fortes, chegando no meio da minha calcinha fio dental que se desviava com a habilidade da mão dele, estando a centímetros do meu cu, curti cada segundo evitando que o dedo dele chegasse no meu cu enquanto minha mão brincava com o pau dele meio duro e ao sentir a mão dele se aproximando mais do meu cu, me joguei pra trás e tentei evitar enquanto ele parecia perder a cabeça... Tentei me acalmar respirando fundo enquanto tirava minha jaqueta pra cobrir minhas pernas nuas por causa do movimento que ele tinha feito em mim...
E aí pensei no meu namorado naquele momento, ele veio na minha cabeça enquanto eu tava mole e suada por causa daquela situação abafada. Foi aí que o Javi me pegou de novo e me beijou, enquanto eu tentava acalmá-lo, só pra ver que o pau dele já tava solto da calça. Fiquei com um tesão danado de ver ele daquele jeito.
Que os beijos dela e como ela chupava minha orelha me fizeram levar minha mão até o pau dela, pedindo pra eu chupar.
Enquanto eu pegava aquela rola toda dura e cheia de líquido pré-gozo, balançando pra todo lado.
Evitando que alguém pudesse nos ver diante da exigência dela e vendo ele bem tarado me agarrando na bunda, prossegui fazendo algo que nunca pensei que levaria ao limite...
Comecei a chupar aquela porra enorme e grossa dele, sentindo como as pernas dele se mexiam a cada investida, tentando evitar gritar. Isso me fez continuar no jogo e seguir chupando ele por um bom tempo. Me deixei levar e comecei a curtir o que eu faria com meu namorado, mas agora tava fazendo com o melhor amigo dele. Enquanto chupava e enfiava na boca, ele apertava minha bunda com força, chegando na minha buceta que tava toda molhada, como se quisesse receber ele, querendo me penetrar... Mas o tesão era algo que nos dominava, era arriscado pelo físico grande e gordo dele, poder fazer algo que me deu a visão.
Maior do que eu poderia imaginar, ver minha bunda no esplendor dela enquanto ele se masturbava com força e soltava todo o esperma dele.. Pensei que, além de tudo isso, seria difícil olhar na cara dele de novo, até sair dali com ele no carro e do que a gente ia conversar, seria estranho, mas só me arrumei igual ele pra sair no meio da função..
No caminho, minhas pernas tremiam, eu ainda tava com tesão, mas esperava chegar em casa e me acalmar. Só que dentro do carro e durante o trajeto, tudo ficou em silêncio — ninguém falou, ninguém disse nada. Quando cheguei em casa, o cavalheiro saiu, abriu minha porta e, sob a luz da lua, tudo escuro e a metros da porta da minha casa... Ele, longe de pedir desculpas ou se sentir envergonhado ou mal, me puxou pela cintura, me encostou nele e a gente se deu um beijo louco, enquanto eu tentava me afastar dele sem força. As mãos dele percorreram parte das minhas costas e cintura até me agarrar com força pelas nádegas e apertá-las.
Com força e sem dó, enquanto eu me sentia mais vulnerável pela ação e pela força dele, os desejos dele só aumentavam, pedindo por sexo enquanto ele não parava de me beijar loucamente e enfiar as mãos por baixo da minha saia, sentindo os dedos dele passarem pela minha buceta e meu cu. Isso foi tão gostoso que eu aceitei depois daqueles beijos e de ter sido tocada como nunca antes. Voltando pro carro dele, procurando qualquer motel de beira de estrada, enquanto ele passava a mão nas minhas pernas e eu só olhava pra rua escura, meus peitos à mostra pra ele se deliciar — era a coisa mais degenerada que ele fazia, me tocar com tanta força.




Pensando se isso tava certo e como eu podia parar aquilo, mas foi tudo tão rápido que a entrada no hotel e os olhares dos seguranças daquela área me encaravam com espanto, porque eu seria tocada e penetrada por alguém que não era bonito nem tinha chance como o Javi — depois ele me fez mencionar isso. Já no quarto...
E sabendo que já era tarde pra voltar atrás, o Javi voltou pra mim, me tomando como sua, me beijando igual um louco, me tocando como um desvairado, como se não houvesse amanhã, louco de desejo por mim, me prendendo naquele tesão..
Não teve um amanhã, teve um faz agora. O que meu namorado Javi não fez, eu já tinha na cabeça: chupar aquela piroca grossa e dura dele.

Como uma desesperada, eu atendia aos beijos dele, pra ser dominada pelo pau dele na minha boca e as mãos fortes dele tocando minha buceta sem medo, sem ninguém poder nos ver, só pra gente gozar. A imagem do meu namorado me mandando mensagens do dia a dia era ignorada pelo pau do amigo dele. Eu começava a curtir cada vez mais o jeito que ele me pegava e fazia de mim o que ele quisesse...
Me senti desejada, desencadeada, exposta e seduzida. Parei de pensar e comecei a modelar meu corpo, minhas nádegas para o Javi, enquanto o pau dele, inflado, cheio de saliva e brilhante, se movia no ritmo das mãos dele pegando na minha bunda e no meu vestido...

A primeira estocada do pau dele na minha buceta foi deliciosa, sentindo o vigor, o pinto quente, o jeito de me dar tapas na bunda, de me foder, de morder minha nuca e me penetrar com força e desejo. Isso soltou um cheiro forte de sexo pelo quarto todo, fazendo eu perceber que ele sempre me disse, e que hoje eu estava submissa, pelada de quatro pra ele, e não pro amigo dele. Não foi uma, nem duas, foram cinco vezes que ele me comeu, deixando minha bunda cheia de porra.
Claro que aproveitei, apesar dos presentes na minha casa por ter chegado de madrugada, ainda lembro do momento, mas fui bem séria e certinha, nunca fiz nada disso. Por outro lado, vivo minha vida tranquila apesar desse tropeço, e o Javi voltou com a namorada, nunca soube como nem por quê, mas foi o melhor para nós dois.
2 comentários - Sexo por compaixão
Me gusto mucho
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