Continuando o relato, no meio do sexo, no auge da excitação, ela começou a pedir mais e isso só podia significar uma coisa: a bunda. Aquela última entrega que uma mulher pode oferecer quando sabe que está sendo bem comida e curte isso. Não hesitei. Tirei meu pau da buceta dela e comecei a estimular o cu dela com a ponta. Os gemidos dela eram de puro prazer, a cada vez que eu ameaçava finalmente enfiar, ela soltava um "ai" quase sussurrado, que era dor misturada com prazer. Não precisei lubrificar nada porque a buceta dela já tinha feito o trabalho de forma excelente e suficiente pros dois, e finalmente enfiei. Meti devagar, mas com firmeza, até o fundo, ela conseguiu dizer que sim, que queria tudo lá dentro, e eu senti a cintura dela se apertar contra mim, curtindo o momento. Automaticamente, enquanto eu metia cada vez mais rápido, ela começou a falar coisas tipo "come essa puta", "cê gosta da minha bunda?" E eu explodia de vontade de comer ela pelo resto da vida. Depois de várias investidas na bunda dela, quase sem aguentar mais a dor, ela virou e chupou meu pau de novo, mas dessa vez usou mais os peitos, o que pra mim foi um puta prazer, eram tão grandes e firmes que a punheta era uma delícia, e a língua dela no final, brincando com a ponta do meu pau, era a combinação perfeita. Mas ela ainda tinha um trunfo na manga e, quando viu que o final tava chegando, falou "enche minha boca de porra" e pegou minha mão pra colocar na cabeça dela, como se quisesse que eu enfiasse de goela abaixo, e foi o que eu fiz. Gozei pra caralho, mas isso não foi problema pra ela, que engoliu tudo sem dificuldade, até curtindo. O mais lindo? Isso foi só o primeiro round daquele dia... __________ Valeu pra todos que pediram a parte 2 na hora. Se continuar curtindo, vou com a parte 3. Se algum outro sortudo conheceu ela, me chama no privado.
3 comentários - Com uma peituda nas serras[relato][Parte 2][/relato]