(Relato compartido por uma seguidora) Já fazia um ano que eu morava com minha irmã e meu cunhado, depois que meus pais deixaram eu ficar com eles o tempo que quisesse. Nós três tínhamos uma relação muito boa, eu ajudava minha irmã nas tarefas dela e nas coisas de casa, mas, vale mencionar, ela só fazia os serviços à noite, já que durante o dia ela trabalhava, e meu cunhado trabalhava só à noite. (Não vou mencionar locais de trabalho, nem nomes, nem onde a gente morava) Minha irmã tinha começado a trabalhar uns 3 meses atrás, fazia pouco tempo, e era só por um período porque eles estavam juntando dinheiro para os planos pessoais deles. Enfim... (Naquela época eu era uma menina, *14* Pele clara, 1,44m, bundinha redonda bem formada e firme, peitos tipo tangerina, redondinhos e bem firmes, olhos castanhos e cabelo liso claro) Quando minha irmã saía de manhã (7:00 da manhã), eu ficava sozinha em casa por pelo menos 30 ou 40 minutos até meu cunhado chegar. Ele nunca precisava que eu abrisse a porta porque sempre trazia a chave dele. Na maioria das vezes, assim que minha irmã ia embora, eu voltava pro meu quarto e me trancava; só de vez em quando meu cunhado me pegava na sala vendo TV, só passava, me dava bom dia e ia direto pro quarto dele. Como vocês sabem, nessa idade que eu tinha, a gente começa a descobrir coisas novas no corpo, ou a experimentar coisas novas, digamos assim. Com tudo o que passa na TV, além do que você encontra na internet. Já fazia algumas semanas que eu sentia uma sensação de calor no corpo, tipo desejo, e já tinha começado a me tocar sexualmente. (Eu nunca tinha tido namorado, nem nenhum relacionamento desse tipo, ainda era virgem) A rotina do meu cunhado, porque ele trabalhava à noite, era... Chegava, entrava no quarto dele, tomava banho, e depois de algumas horas, saía pra tomar café da manhã junto comigo na mesa, claro, café que eu preparava. Ele sempre todo o No começo, ele foi muito respeitoso comigo, a gente relaxava numa boa, conversava sobre coisas saudáveis, e tudo certo. Depois que a gente terminava, ele esperava uns 30 minutos pra fazer a digestão, e aí voltava pra se trancar no quarto dele pra dormir até a hora da próxima refeição. (Porque durante o dia é difícil pegar no sono, ele se ajudava com soníferos pra poder descansar.) Eu tinha só uma regra: quando ele entrava no quarto dele pra dormir, "NÃO ENTRAR DE JEITO NENHUM NO QUARTO DELE", isso porque ele dormia completamente pelado. (Não, não foi ele que me disse, foi minha irmã.) Sempre obedeci essa regra sem problema. Mas por causa do que tava rolando comigo, meus hormônios à flor da pele, às vezes eu me perguntava na minha cabeça: como é que é um homem pelado? (Claro que já tinha visto alguns, mas só em uns vídeos que achei na internet, mas minha curiosidade era ver ao vivo.) Quando pensava nisso, a vontade de me tocar era mais forte, aí eu ia pro meu quarto e, sozinha lá, me enfiava na cama e tocava minha bucetinha, brincava sozinha com meus peitos, e às vezes até tocava meu cuzinho. Eu me tocava por um tempo. Depois, era melhor entrar no banho pra esfriar a cabeça. Preciso dizer que essa sensação tava cada vez mais forte e difícil de controlar. Aquela curiosidade safada de querer ver meu cunhado pelado não saía da minha cabeça. Assim se passaram mais alguns dias. Minha irmã chegava no fim da tarde (5 da tarde) e meu cunhado ia embora às 7 da noite. Eles só se viam por 2 horas, a gente comia junto, conversava, e zoava. Depois que meu cunhado ia pro trabalho, eu e minha irmã dividíamos as tarefas de casa, porque ela nunca gostou que eu fizesse tudo sozinha. Aí, quando chegava a hora de dormir, a gente dormia juntas no quarto dela ou no meu, ela pegava no sono rápido. (Eles dois descansavam nos fins de semana, sábado e domingo, eram os únicos dias que passavam juntos, na intimidade.) (Claro) Tinha noites em que, enquanto minha irmã dormia profundamente, eu ficava de boa vendo umas imagens ou uns vídeos da internet X, e dava uma vontade de me tocar. Aí, pra não fazer barulho ou movimento que acordasse minha irmã do meu lado, eu levantava bem devagar e ia pro banheiro. Lá, sentava de pernas abertas no vaso e começava a massagear minha bucetinha. Depois, brincava com meu cuzinho e, com a babinha que minha buceta soltava, molhava um dos meus dedos e levava de volta pro meu cuzinho. Assim, molhadinho com aquele líquido escorregadio, eu enfiava o dedo aos poucos no meu cuzinho. Isso aumentava a sensação de luxúria em mim, meu corpo todo ficava num calor imenso, minhas batidas do coração aceleravam cada vez mais. Eu brincava com meu cuzinho até a vontade passar. Depois de alguns minutos, me lavava bem, saía do banheiro como se nada tivesse acontecido, voltava pra cama e dormia, até a hora de me levantar pra me despedir da minha irmã. (Deixo claro que, de todas as vezes que me toquei antes, nunca enfiei os dedos na minha bucetinha, só no meu cuzinho. Minha bucetinha continuava completamente virgem.) Um dia, depois de ter dormido muito bem com minha irmã, acordei com uma vontade imensa de me tocar, mas não podia, porque precisava ficar sozinha, e minha irmã ainda não tinha ido embora. Além disso, tinha que esperar meu cunhado. Naquele dia, sentia um calor e uma sensação quase incontrolável em mim. Então, desesperada, esperava a hora de minha irmã ir embora e meu cunhado chegar e se trancar como de costume, pra eu poder ficar à vontade sozinha no meu quarto. Foram umas duas horas quase eternas, mas, apesar do tempo que passou, minha vontade não diminuía. Quando minha irmã saiu de casa, fiquei na sala com a TV ligada, mas sem ver nada, quase me tocando por cima da roupa, esperando o outro chegar. Quando finalmente ouvi a porta, ele entrou. Parecia mais cansado que o normal, então só me Ele cumprimentou e foi direto pro seu quarto, e enquanto passava, me deu na telha perguntar... Eu: — Que horas a gente vai tomar café?
Cunhado: — Hoje acho que não vou tomar café não, neném, desculpa, acho que vai ter que se virar sozinha. Vou tomar um banho, engolir um remédio e capotar por umas horas, tô exausto.
Eu: — Entendi!!... Sem problema, descansa.
Ele seguiu, entrou no quarto dele, enquanto eu me levantava pra ir pro meu também, já não aguentava mais de vontade de me tocar. Então, assim que entrei, comecei a me acariciar sozinha. (Nesse ponto, apesar de todas as esfregadas que eu dava em mim, nunca tinha chegado a gozar de verdade... Só me tocava e enfiava meu dedinho no meu cu até a vontade passar, depois me lavava bem e saía pra fazer alguma coisa.) Então, depois de terminar minha brincadeira, saí do quarto, preparei meu café, sentei na mesa e fui saboreando o que tinha feito, quando do nada um pensamento inesperado e fora do comum invadiu minha mente... "E se eu der uma espiada no meu cunhado pra ver como é um homem pelado?" Esse pensamento do nada causou um auê danado na minha cabeça. Parecia que minha parte consciente tava brigando com o que minha parte fogosa e safada tava sugerindo... Terminei de comer, lavei a louça, mas aquela ideia não saía da minha cabeça, até que conseguiu me deixar com mais tesão de me tocar de novo. Aquele calor que eu falei antes só fortalecia esse pensamento doido. (Nessa altura, já tinha passado quase uma hora e quarenta minutos, talvez.) Achei que nesse tempo meu cunhado já tava dormindo, então me joguei pra tentar realizar meu plano. Caminhei até a entrada do quarto dele, o calor no meu corpo tava cada vez mais forte... Bem devagar e suave, fui girando e abrindo a porta. Tinha aberto só uns dez centímetros quando olhei por aquela fresta e vi a cama... Meu coração disparou, uma sensação de desespero tomou conta. e o calor que ele trazia era ainda mais intenso. Mas lá estava ele, deitado de barriga pra cima, sem roupa nenhuma... Só de olhar, sentia meu coração quase saindo pela boca, era uma sensação meio de aflição, mas ao mesmo tempo a curiosidade só aumentava. (E se eu tocar?) Já tinha conseguido ver ele, e minha curiosidade pedia pra ir mais longe, até onde desse. Então tive uma ideia. Puxei a porta até quase fechar ela de vez, deixando só um espacinho minúsculo, depois bati umas duas vezes pra ver se ele mexia, se levantava ou algo, mas nada, nem se mexeu. Aí abri a porta só o suficiente pra passar o corpo, entrei e fechei o máximo que pude sem travar a fechadura. Caminhei bem devagar até onde ele tava deitado. Nessa altura, já tava até suando de tanta adrenalina e safadeza que tava dentro de mim. Cheguei o mais perto possível da cama e toquei ele bem de leve no braço pra ver se sentia algo, mas pra minha surpresa, nada. Tava tão profundamente dormido que dava pra ouvir uns roncos leves. Aí desci um pouco mais pras pernas dele. (Sempre fiquei de pé, nunca subi na cama.) Lá estava ele, o pau mole, depilado, ao vivo e a cores. Meu coração batia cada vez mais forte. Tava suando, tremendo quase de tanta adrenalina, as pernas bambas. Nesse ponto, já era uma mistura de tesão e medo, mas medo de ele acordar e me pegar ali olhando ele pelado. Ficava admirando como o pau dele era lindo ali deitado, mesmo dormindo, dava pra ver que era meio grande e um pouco grosso. Uns ovos grandes, eu diria, caídos. A curiosidade de tocar tava me matando, mas o medo de ele acordar me segurava, então cutuquei ele de novo com o dedo, mas dessa vez na perna, pra ver se reagia, e nada. Aí, com toda aquela loucura dentro de mim, me joguei no que desse. Bem de leve, fui tocando o pau dele, sempre virando de vez em quando pra ver a cara dele. Se ele acordasse, eu acariciava ele bem de leve, depois com a minha outra mão, bem suave e devagar, eu acariciava as bolas dele. Uff... Meu corpo queria explodir de tanto tesão que tava em mim. Depois de uns minutos acariciando o pau dele, criei coragem pra aproximar meu rosto, coloquei a língua pra fora e dei duas lambidas na cabeça. Não tinha gosto de nada. E como não vi reação nenhuma, me joguei pra colocar ele bem devagarinho na minha boca. O pau dele continuava mole, talvez porque ele tivesse completamente apagado ou sei lá. Mas eu continuei colocando mais do pau dele na minha boca, que mesmo molinho já ocupava um baita espaço na minha boca, nem imaginava como ia ficar quando ficasse duro. (Se vocês tão se perguntando como eu tava chupando ele sendo que era virgem, é porque eu já tinha visto vídeos, e lá eu vi que as mulheres fazem isso, e eu queria descobrir essas coisas.) Continuei chupando o pau dele, depois de uns minutos ele foi crescendo e ficando duro... Meu Deus... Ficou enorme, mal cabia a cabeça na minha boca, tava morrendo de vontade de chupar as bolas dele, mas como não tava numa posição confortável, tinha que fazer movimentos que não acordassem meu cunhado, então me segurei. Lembrava de tudo que tinha visto nos vídeos. Então segurei bem o pau dele na minha mão e comecei a descer e subir a mão pra masturbar ele bem de leve, ao mesmo tempo que deixava cair minha saliva pra manter a fricção lubrificada. Caramba!!!... O que eu tava fazendo? Não sei!! Mas tava adorando aquilo... Meu corpo sentia que ia explodir de tanta pulsação. Tentei colocar o máximo que dava na minha boca, mas era um pau grande demais pra minha boquinha, então não fazia força pra não raspar com os dentes e causar alguma dor que pudesse acordar ele. Tentei que toda a saliva que eu colocava não escorresse pelas bolas dele até a bunda e manchasse ou molhasse a cama, pra quando ele acordasse não desconfiar de nada. Fiz a masturbação nele assim dormindo, bem de leve... Fiquei vários minutos. esfregando até que começou a sair um líquido meio branco do pau dele, não sabia como ele tinha conseguido isso dormindo daquele jeito, mas eu tava 100% excitada, então quando começou a cair na minha mão e na pele dele, levei minha boca até aqueles sucos e comecei a lamber, e puxar pra dentro da minha boca toda aquela delícia, que longe de ter um gosto ruim, me deparei com a surpresa de que não... Não era doce nem salgado, era um gosto neutro, tipo água. Depois de limpar com a boca o máximo que pude, entre minha saliva e o sêmen dele, saí de lá sem fazer barulho nenhum, e fui pro meu quarto, entrei no banheiro, e quando olhei minha roupa, surpresa!! Tava toda molhada, minha calcinha fio dental tava toda encharcada de baba da minha bucetinha. Não conseguia parar de pensar no que tinha acabado de fazer, e entre esses pensamentos sujos, entrei no chuveiro, lavei a boca e fiquei no quarto, até que chegou a hora do almoço. Como eu tinha que preparar pra gente comer, tava muito nervosa de que ele desconfiasse de algo. Mas pelo visto não. Tudo fluiu normal. Durante o resto do dia não parava de pensar no que tinha acontecido. No que eu tinha feito. Minha irmã chegou, chegou a hora do meu cunhado ir embora, e a rotina de sempre, limpar a casa e depois dormir. No dia seguinte, quando meu cunhado chegou, perguntei de novo se agora a gente ia tomar café junto? Aí ele respondeu que hoje já se sentia mais descansado, e só tomava banho e saía. Me preparei pra fazer tudo. Depois a gente tomou café, conversou um pouco, e depois de um tempo ele disse que agora ia descansar... Eu: -vai tomar remédio hoje? Perguntei... Aí meio surpreso ele respondeu... Cunhado: -ééé... Sim... Preciso estar bem descansado. Depois foi direto pro quarto dele. Fiquei um tempo lavando a louça e pensando... Aí sentei um pouco na sala pra ver TV, mas não conseguia parar de pensar nas coisas que tinha feito. Tanto que, depois de ficar pensando e pensando, criei coragem e Repetir de novo, mas dessa vez eu ia com a intenção de tentar algo a mais. Então fui pro meu quarto, tirei tudo que tava vestindo e coloquei um pijaminha de seda tipo camisola, decotado e curto. Umas mão pra cima do joelho. Não tava de sutiã, nem de calcinha fio dental, fiquei só com o vestido mesmo. Prendi o cabelo de um jeito que não atrapalhasse nada e saí do meu quarto direto pro do meu cunhado. Fiz a mesma coisa do dia anterior: abri a porta só uma fresta e bati. Como não vi reação, resolvi entrar e fechar a porta sem trancar. Cheguei perto dele, que tava deitado, cutuquei pra ver se mexia, mas também não reagiu. Aí me preparei pra lamber e chupar de novo o pau dele inteiro, até conseguir deixar ele duro. Dessa vez, com uma mão babada no pau dele, comecei a punhetar bem devagar, e com a outra mão eu acariciava meus peitos. Depois desci a mão até minha bucetinha e comecei a massagear todo o meu clitóris. A sensação era realmente deliciosa, de verdade, eu já tava morrendo de vontade de experimentar transar com um homem. Ali, eu queria montar e tentar enfiar o pau dele na minha buceta, mas pensei que se tentasse subir, faria muito movimento e ele acabaria acordando, estragando tudo. Então continuei punhetando nós dois. Depois de alguns minutos, consegui tirar todo o leite dele de novo, minha mãozinha toda melada, e tudo que tinha caído na pele dele, eu chupava tudo, lambia igual as putinhas que eu via nos vídeos. Depois de deixar o pau dele limpinho e brilhando, com todo cuidado peguei a mão dele e tentei colocar numa posição que desse pra ele tocar minha bucetinha. Coloquei a mão dele na beirada da cama e, com muito cuidado, levei minha bucetinha até a ponta dos dedos dele. "Mmmmmm... que gostoso!!" Dessa vez, tocar minha buceta com uma mão que não era a minha parecia diferente. Minha bucetinha já tava toda molhadinha, quase escorrendo, os dedos dele ficaram encharcados de tanto mel. Comecei a me mexer bem devagar... Suavemente, nos dedos dela, fazendo esfregadas de vai e vem, fiquei assim até sentir meu corpo todo percorrido por uma sensação de arrepio, minhas pernas começaram a bambear, e meu corpo todo a tremer. Oooh surpresa, da minha bucetinha saía mais melzinho gostoso, meu corpo inteiro se estremeceu, consegui ter meu primeiro orgasmo. Senti que minha mente tinha se desconectado da realidade por um instante. Quando me toquei, notei que minha mão estava bem molhada dos meus sucos, então limpei com meu vestido o máximo que pude, embora não completamente por causa do tipo de tecido.. depois disso, saí de lá com cuidado, mas apressada, porque todo o mel da minha bucetinha estava escorrendo pelas minhas pernas. Saí do quarto, mas percebi que no criado-mudo ao lado da cama estavam os comprimidos dele, então peguei 3 com cuidado e levei comigo. Entrei no meu quarto, escondi os comprimidos e depois tomei banho. Quando chegou a hora do almoço, sentamos na mesa, e notei que ele me olhava estranho, e então perguntou... cunhado: -Tudo bem? Eu: -Sim!!... Por que a pergunta? cunhado: -Não, por nada... Só perguntando. Depois conversamos sobre outras coisas, fofocas do trabalho dele e tal. Depois do almoço fomos para a sala, vimos TV, relaxamos, minha irmã chegou, conversamos mais ainda e já chegou a hora dele ir embora. Tinha dias que não limpávamos nada, e esse foi um desses dias. Conversamos com minha irmã, vimos TV, e já chegou a hora de dormir. Enquanto minha irmã dormia, fui pesquisar umas coisas sobre os comprimidos que tinha roubado do meu cunhado. Depois do que li, descartei um pensamento doentio que tive na mente. Haha diabos, meu tesão estava me deixando louca. Como é que tive a ideia de pensar besteiras. No dia seguinte, depois que minha irmã foi embora, esperei meu cunhado na sala de novo, quando ele chegou e passou na minha frente, perguntei... Eu: -Tudo bem?... Hoje vamos tomar café juntos? cunhado: -Claro Nena... Só me arrumo e volto. Fiquei toda animada preparando tudo. Depois de um tempo, ele sentou comigo na mesa, a gente tomou café, conversou sobre o trabalho dele... Aí vimos TV por uns minutos e ele disse que ia descansar. Eu: — E hoje é dia da pílula? Brother in law: — Infelizmente sim... Senão, não descanso direito e não rendo no trabalho. Eu: — Mmm... pois é, fazer o quê... Descansa então. Ele foi pro quarto dele... Eu, como sempre, lavei os pratos e depois me tranquei no meu quarto. Já sozinha, remoendo aquelas lembranças do que tinha feito, fiquei com tesão de novo. Fiquei me apalpando toda. Fechava os olhos e imaginava que eram os dedos do meu brother in law tocando minha bucetinha, enquanto com a outra mão eu acariciava e apertava meus peitos. Só de imaginar sendo comida por ele, me excitava ainda mais. Queria muito experimentar ser penetrada pela pica dele. Mas tinha medo de que, na tentativa de enfiar enquanto ele tava dormindo, eu fosse acordá-lo e arrumar uma confusão. Mas, sério, eu tava dominada pelo tesão, quase cega, sem me importar com nada, só queria mais. Então coloquei um vestido pijama sem calcinha nem sutiã por baixo e saí do quarto indo até onde ele tava dormindo. Com muito cuidado, entrei no quarto, fechei a porta de novo sem trancar. Lá estava ele, de novo, submisso ao que eu planejava... Comecei a chupar toda a pica dele bem devagar, até que foi endurecendo aos poucos. Como já sabia que meu brother in law tava completamente dormindo e não sentia nada do que eu fazia, virei um pouco de costas pra ficar numa posição melhor e conseguir enfiar a pica dele bem fundo na minha boca, deixando minha bunda virada pro rosto dele. Continuei chupando a pica dele por vários minutos, e com a outra mão acariciava as bolas dele. Queria enfiar a pica toda na minha boca, mas sem apertar muito pra não machucar ou... fazer algo que fizesse ele acordar, enquanto eu batia uma pra ele bem devagar e suave. Depois de alguns minutos chupando o pau dele, levei o maior susto da minha vida. Tava tão concentrada chupando aquela buceta gostosa que quando senti a mão dele agarrar uma das minhas nádegas, pulei pra trás na hora, apavorada, deixando o pau dele cair de uma vez na barriga dele. Quando pulei pra trás, virei rápido pro rosto dele e vi!!... Meu Deus!! Ele tava acordado, olhando o que eu tava fazendo. Minha cara de pavor, e meu corpo duro de susto, com os peitos de fora porque as alças do decote do meu vestido tinham caído pros lados, encostada de costas na porta, completamente paralisada. Aí ele se levantou e veio andando na minha direção. Parou na minha frente e a ponta do pau dele bateu no meu umbigo. Eu ainda não conseguia me mexer. Ele se abaixou pra falar no meu ouvido. cunhado: -fica tranquila, gata... Tava te esperando!! Enquanto falava, passou uma das mãos nas minhas coxas e a outra nas minhas costas pra me carregar e me levar pra cama. Me sentou e falou... cunhado: -sabia que você ia voltar. Eu: -que? Ele pegou o celular dele na mesinha, procurou na galeria e me mostrou um vídeo... Fiquei quase gelada ao ver que ele tinha me gravado fazendo tudo que eu fiz no dia anterior... Eu quase chorava de susto... cunhado: -Não,,, não se preocupa, gata... A verdade é que sempre te respeitei, mas no fundo você me atrai pra caralho. Eu mantinha distância porque você é minha cunhada, mas agora que vejo isso, poxa, você não faz ideia de como me deixa feliz. Ele aproximou o rosto do meu e começou a beijar meus lábios bem devagar e suave. Eu ainda tava gelada, imóvel pelo susto do momento. cunhado: -vamos, gata!!... Vamos continuar o que você deixou pendente. E continuava beijando meus lábios pra ajudar meu corpo a relaxar, então aos poucos fui saindo da paralisia do susto. Eu ainda não falava nada, mas não vou negar que já na ação que ele está realizando meu corpo entrou no clima e eu voltei à consciência, mas consciente do meu tesão. Então comecei a corresponder bem aos beijos dele, e a cada segundo que passava meu corpo elevava um calor de excitação quase incontrolável. Depois de vários minutos de beijos e carícias, ele me deitou na cama e ficou por cima de mim sem parar de me beijar, e então mudou os beijos para o meu pescoço. Comecei a sentir uma sensação muito gostosa. Sentia como se todo o meu corpo pulsasse ou vibrasse com cada beijo que ele dava no meu pescoço. Depois, aos poucos e bem devagar, ele desceu para meus peitos sem parar de me beijar. Ao chegar nos meus mamilos, começou a lamber bem suavemente, e depois a chupar com muita delicadeza, era uma sensação muito agradável e excitante. Meus peitos ficaram meio durinhos por causa da ação do meu cunhado. Depois de alguns minutos chupando meus mamilos, ele se levantou e me disse para subir bem na cama, mas tirar o vestido completamente, e eu, sem dizer nada, fiz isso. Fiquei completamente nua, meus peitos molhados pela saliva recente das lambidas que tinham recebido, minha bucetinha quase escorrendo de tão molhada que já estava pela excitação do momento. Então ele se acomodou entre minhas pernas, deixando o rosto bem na frente da minha bucetinha, e começou a lamber todo o néctar da minha vagina. Ele lambia tão gostoso todo aquele néctar que fazia meu corpo inteiro tremer a cada roçada da língua dele na minha vagina. Eu, jogada ali na cama, só apertava os lençóis com as mãos para não soltar meus gemidos. Assim continuou por vários minutos lambendo toda a minha ppk até que de repente meu corpo inteiro começou a tremer, sentia minhas pernas bambas ao mesmo tempo que tentava fechá-las, mas a única coisa que eu fazia era apertar a cabeça do meu cunhado, que em nenhum momento tirou a boquinha da minha xereca, comendo todo o suco que minha vagina tinha derramado. Depois de uns dois minutos, ele subiu o corpo em cima de mim para sussurrar bem baixinho no meu ouvido... cunhado cunhado: -ahira, vamos ver como você faz, gatinha! Com o corpo todo bambo, me levantei pra ele se acomodar no meu lugar e eu pegar a posição que ele tava. Ali tinha o pau enorme dele na minha frente, escorrendo néctar, comecei a lamber de cima a baixo todo esse pau gostoso, depois tentei enfiar o máximo que dava na boca, mas não cabia mais que um quarto dele na minha boca, era um pedaço de carne enorme pra mim, igual fazia quando ele tava dormindo, comecei a bater uma com a saliva que minha boca deixava enquanto eu chupava o pau dele... cunhado: -nada mal, gatinha!.. você é espetacular. Ele falava enquanto gemia um pouco por causa da sensação gostosa que eu tava causando no pau dele com minha boquinha pequena. Depois de vários minutos ali chupando o pau inteiro dele, ele disse que queria me foder direito, mas só se eu quisesse. Tirei o pedaço dele da minha boca e falei que ainda era virgem. cunhado: -tá bem, gatinha... Vamos fazer o seguinte. Na sequência, ele se deitou e mandou eu montar em cima dele, aí rapidinho me acomodei sobre o pau dele, ficando bem na entrada da minha buceta. cunhado: -se mexe bem devagar, esfrega, e quando você quiser vai enfiando no seu ritmo. Então comecei a fazer o que ele tinha falado. Comecei a mexer meus quadris pra frente e pra trás, bem devagar, esfregando toda minha bucetinha no pau dele. Enquanto isso, eu ia ficando ainda mais molhada e molhava o pau todo dele com a baba da minha xereca. Me esfregava bem devagar e gostoso enquanto ele levava as mãos até meus peitos e começava a apertar eles. "Aaah,,, aaah,,," começaram a sair uns gemidos leves e suspiros da minha boca. Mas eu já não aguentava mais, minha excitação era tanta que me levantei um pouco, com a mão ajustei o pau dele que já tava bem molhado com meus sucos, e encostei a ponta na entrada ainda fechada da minha bucetinha. Nós dois estamos bem lubrificados por causa do néctar da minha buceta. Bem devagar e bem suave, fui deixando o peso do meu corpo cair, enfiando um pouco de pressão pra baixo, pra enfiar essa yummy cock eu mesma. Deus!!!... Era muito grande, mas eu não queria desistir, queria saber como era ter uma cock dentro da minha bucetinha. Então comecei a colocar mais peso e pressão, e senti como aos poucos ela começava a abrir caminho entre minhas paredes vaginais... Sentia minha bucetinha quente, e uma dor muito forte, mas não queria parar, me levantei um pouco, e movi a cock esfregando na minha rachinha, depois coloquei de novo na minha entradinha, e comecei a tentar enfiar de novo, bem devagar. Aos poucos foi entrando mais em mim, aquele calor na minha xereca se intensificava, era uma mistura de ardor, calor e dor, quando senti com a mão que quase tinha entrado metade daquela cock ainda, levantei o corpo de novo, olhei e vi que tinha um pouco de sangue tanto na minha buceta quanto na cock dele, naquele momento soube que minha virgindade tinha ido embora, mas não dava pra parar, então esfreguei pra molhar de novo com meu néctar a cock dele, coloquei a cock de novo na minha rachinha, comecei a enfiar de novo até que toda a cock dele sumiu dentro da minha bucetinha. "Aaaaaaaaaaahh" saiu um gemido enorme lá do fundo de mim. Toda a cock dele estava dentro de mim. Fiquei empalada sem me mexer por um minuto ou dois talvez, podia sentir as paredes da minha buceta pulsando. Depois, bem devagar, comecei a subir e descer, com movimentos bem suaves, fiquei assim uns minutos até que ele disse que agora queria me comer. Então ele sentou e me abraçou pela cintura, e sem tirar a cock de mim em nenhum momento, ficou de pé, e eu grudada nele igual um sapo. Depois me colocou deitada na beirada de um dos cantos da cama, enquanto ele ficava de pé, aí levantou minhas pernas e colocou uma em cada ombro, tudo isso sem tirar a cock de mim. Depois começou a me comer bem devagar, sentia aquela cock enorme entrando e saindo da minha buceta ainda apertada. Ele me comia igual aqueles caras nos vídeos comiam as mulheres. E eu tava adorando, do jeito mais gostoso. Suspiros, gemidos, Sons de uma rola bem molhada entrando e saindo de uma buceta bem molhada, e o barulho das bolas dele batendo na minha bunda ecoavam no quarto. Nunca imaginei até onde isso tudo ia chegar. Mas não me arrependia nada. Depois de alguns minutos me comendo assim naquela posição, as investidas dele aceleraram o ritmo. "Plac, plac, plac, plac", se ouvia no quarto enquanto ele me comia e as bolas dele quicavam no meu rabo. "Aaah, aaah, aaah, aaah" meus gemidos também ficaram mais altos, misturados com o ofegar do prazer que minha xereca tava dando pra ele. "Ooooh sim,, ooooh" ecoou, enquanto ele abraçava minhas pernas e enfiava com força toda a rola dele dentro de mim, e jorrava tudo o que tinha de porra dentro da minha buceta. Eu sentia o pau dele pulsando dentro da minha cavidade vaginal, e o calor do leite dele enchendo todo o meu interior. Enquanto ele se esvaziava dentro de mim, meu corpo todo tremia, tendo outro orgasmo delicioso causado por aquelas estocadas brutais de rola que ele tinha dado. Nós dois tínhamos alcançado a glória do prazer máximo do sexo ao mesmo tempo. Depois de um minuto, talvez, e de ter jorrado até a última gota de porra na minha cavidade vaginal, bem devagar ele tirou a rola da minha xereca, que ainda tava bem dura. Senti que, ao sair, jorros de porra escorriam da minha buceta até o meu cu, minha bunda e a cama. A gente tava meio cansado, então ele se deitou do meu lado, colocou o braço no meu peito e me beijou com muita paixão. Cunhado: — Que gostoso que foi tudo, meu amor!... Você é espetacular... Eu te adoro. Eu: — Valeu... Nunca pensei que isso ia rolar... Mas gostei pra caralho. Cunhado: — A gente pode repetir quantas vezes você quiser. Depois de alguns minutos conversando, a gente se beijou de novo com muita intensidade, e na hora esquentamos de novo, e voltamos a transar, mas dessa vez ele queria me carregar e me comer de pé. Então ele saiu da cama e ficou de pé, depois eu me seguro com as mãos de jeito que a curva das minhas pernas fica apoiada na dobra dos cotovelos dele. Com uma das minhas mãos, me segurava no pescoço dele, enquanto com a outra colocava o pau dele ereto na entrada da minha bucetinha, que ainda estava lubrificada pelo excesso de porra que a refeição anterior tinha deixado. Agora sim, o pau gostoso e enorme entrava mais fácil no meu tunnel vaginal apertado. E comecei a me mexer do jeito que ele queria, enquanto eu curtia cada metida de pau que ele tava me dando. A foda toda foi nessa posição, sentia o pau dele chegando até o fundo da minha buceta, batendo no talo. Ele me comeu do jeito mais gostoso, pendurada nos braços dele, até que conseguiu me fazer gozar de novo, um orgasmo delicioso. Todo o mel que minha xereca escorria molhava o pau dele e as bolas dele, sentia meu corpo todo bambo, e mesmo tremendo inteira enquanto gozava em cima do pau dele, não parei de me esfregar em nenhum momento. E aí, numa arrancada, ele me deixou cair em cima do pau dele ao mesmo tempo que empurrava o quadril pra cima, fazendo o pau dele inteiro entrar com uma agressividade única e gostosa, enfiando até o fundo, e ao mesmo tempo enchendo minha cavidade com o esperma quente dele. "Aaah,, aaah,, aaaaaah" a gente gemeu junto no momento do clímax daquela porra gostosa. Depois de esperar toda a porra dele sair bem devagar, eu desci pra ficar de pé, deixando o pau dele já mole sair sozinho da minha buceta com o movimento, fazendo o esperma escorrer pelas minhas pernas todas. Minhas pernas bambas por causa do orgasmo delicioso que eu tinha acabado de ter, e ainda mais fracas pela posição em que eu tinha sido comida, mal me seguravam de pé. Depois de mais uns beijões, e dele chupar meus peitos ainda umas duas vezes, a gente foi limpar tudo... Assim, do jeito que a gente tava, completamente pelados. Ele só teve que tirar os lençóis manchados e esconder pra minha irmã não ver. Fui encontrá-las. Não deixamos nenhuma evidência, e depois de ter deixado tudo em ordem, ele me propôs irmos tomar banho juntos, o que aceitei sem problema algum. Entramos no banheiro, começamos a tomar banho, mas no meio do banho o pau dele ficou duro de novo, firme como aço, e me tendo ali, nua, à disposição dele, ele não resistiu e resolveu me comer de novo. Então ele me levou até o vaso, abaixou a tampa, sentou-se nele recostando-se para trás, abriu um pouco as pernas para que eu pudesse ficar entre elas, e me disse que dessa vez queria que, de costas para ele, eu sentasse no pau dele. Sem pensar, obedeci cada palavra que ele mandava, porque eu estava mais do que feliz por ele estar me comendo uma vez atrás da outra, já que, apesar de ser a primeira vez que eu experimentava sexo, tinha achado a coisa mais deliciosa do mundo. Então sentei bem devagar no pau dele, fazendo com que ele entrasse mais fácil porque minha buceta ainda estava lubrificada pelo gozo que ele tinha descarregado em mim. E comecei a dar uns sentões gostosos no pau dele. "Plooc, plooc, plooc, plooc" minhas nádegas ecoavam ao quicar contra a pélvis dele. Continuei dando sentões bem gostosos até que nós dois gozamos de novo. Depois de terminar de transar, acabamos de tomar banho, demos mais um beijo, e ele só me disse que no dia seguinte a gente conversaria, porque ele estava muito cansado com tudo o que tinha acontecido. Eu não falei mais nada e fui para o meu quarto, satisfeita com as putas transas que ele tinha me dado. Com as pernas e o corpo tremendo. Já no meu quarto, dormi até minha irmã chegar. O resto do dia e da noite foi normal, na mesma rotina com minha irmã... Depois compartilho a parte 2...
Cunhado: — Hoje acho que não vou tomar café não, neném, desculpa, acho que vai ter que se virar sozinha. Vou tomar um banho, engolir um remédio e capotar por umas horas, tô exausto.
Eu: — Entendi!!... Sem problema, descansa.
Ele seguiu, entrou no quarto dele, enquanto eu me levantava pra ir pro meu também, já não aguentava mais de vontade de me tocar. Então, assim que entrei, comecei a me acariciar sozinha. (Nesse ponto, apesar de todas as esfregadas que eu dava em mim, nunca tinha chegado a gozar de verdade... Só me tocava e enfiava meu dedinho no meu cu até a vontade passar, depois me lavava bem e saía pra fazer alguma coisa.) Então, depois de terminar minha brincadeira, saí do quarto, preparei meu café, sentei na mesa e fui saboreando o que tinha feito, quando do nada um pensamento inesperado e fora do comum invadiu minha mente... "E se eu der uma espiada no meu cunhado pra ver como é um homem pelado?" Esse pensamento do nada causou um auê danado na minha cabeça. Parecia que minha parte consciente tava brigando com o que minha parte fogosa e safada tava sugerindo... Terminei de comer, lavei a louça, mas aquela ideia não saía da minha cabeça, até que conseguiu me deixar com mais tesão de me tocar de novo. Aquele calor que eu falei antes só fortalecia esse pensamento doido. (Nessa altura, já tinha passado quase uma hora e quarenta minutos, talvez.) Achei que nesse tempo meu cunhado já tava dormindo, então me joguei pra tentar realizar meu plano. Caminhei até a entrada do quarto dele, o calor no meu corpo tava cada vez mais forte... Bem devagar e suave, fui girando e abrindo a porta. Tinha aberto só uns dez centímetros quando olhei por aquela fresta e vi a cama... Meu coração disparou, uma sensação de desespero tomou conta. e o calor que ele trazia era ainda mais intenso. Mas lá estava ele, deitado de barriga pra cima, sem roupa nenhuma... Só de olhar, sentia meu coração quase saindo pela boca, era uma sensação meio de aflição, mas ao mesmo tempo a curiosidade só aumentava. (E se eu tocar?) Já tinha conseguido ver ele, e minha curiosidade pedia pra ir mais longe, até onde desse. Então tive uma ideia. Puxei a porta até quase fechar ela de vez, deixando só um espacinho minúsculo, depois bati umas duas vezes pra ver se ele mexia, se levantava ou algo, mas nada, nem se mexeu. Aí abri a porta só o suficiente pra passar o corpo, entrei e fechei o máximo que pude sem travar a fechadura. Caminhei bem devagar até onde ele tava deitado. Nessa altura, já tava até suando de tanta adrenalina e safadeza que tava dentro de mim. Cheguei o mais perto possível da cama e toquei ele bem de leve no braço pra ver se sentia algo, mas pra minha surpresa, nada. Tava tão profundamente dormido que dava pra ouvir uns roncos leves. Aí desci um pouco mais pras pernas dele. (Sempre fiquei de pé, nunca subi na cama.) Lá estava ele, o pau mole, depilado, ao vivo e a cores. Meu coração batia cada vez mais forte. Tava suando, tremendo quase de tanta adrenalina, as pernas bambas. Nesse ponto, já era uma mistura de tesão e medo, mas medo de ele acordar e me pegar ali olhando ele pelado. Ficava admirando como o pau dele era lindo ali deitado, mesmo dormindo, dava pra ver que era meio grande e um pouco grosso. Uns ovos grandes, eu diria, caídos. A curiosidade de tocar tava me matando, mas o medo de ele acordar me segurava, então cutuquei ele de novo com o dedo, mas dessa vez na perna, pra ver se reagia, e nada. Aí, com toda aquela loucura dentro de mim, me joguei no que desse. Bem de leve, fui tocando o pau dele, sempre virando de vez em quando pra ver a cara dele. Se ele acordasse, eu acariciava ele bem de leve, depois com a minha outra mão, bem suave e devagar, eu acariciava as bolas dele. Uff... Meu corpo queria explodir de tanto tesão que tava em mim. Depois de uns minutos acariciando o pau dele, criei coragem pra aproximar meu rosto, coloquei a língua pra fora e dei duas lambidas na cabeça. Não tinha gosto de nada. E como não vi reação nenhuma, me joguei pra colocar ele bem devagarinho na minha boca. O pau dele continuava mole, talvez porque ele tivesse completamente apagado ou sei lá. Mas eu continuei colocando mais do pau dele na minha boca, que mesmo molinho já ocupava um baita espaço na minha boca, nem imaginava como ia ficar quando ficasse duro. (Se vocês tão se perguntando como eu tava chupando ele sendo que era virgem, é porque eu já tinha visto vídeos, e lá eu vi que as mulheres fazem isso, e eu queria descobrir essas coisas.) Continuei chupando o pau dele, depois de uns minutos ele foi crescendo e ficando duro... Meu Deus... Ficou enorme, mal cabia a cabeça na minha boca, tava morrendo de vontade de chupar as bolas dele, mas como não tava numa posição confortável, tinha que fazer movimentos que não acordassem meu cunhado, então me segurei. Lembrava de tudo que tinha visto nos vídeos. Então segurei bem o pau dele na minha mão e comecei a descer e subir a mão pra masturbar ele bem de leve, ao mesmo tempo que deixava cair minha saliva pra manter a fricção lubrificada. Caramba!!!... O que eu tava fazendo? Não sei!! Mas tava adorando aquilo... Meu corpo sentia que ia explodir de tanta pulsação. Tentei colocar o máximo que dava na minha boca, mas era um pau grande demais pra minha boquinha, então não fazia força pra não raspar com os dentes e causar alguma dor que pudesse acordar ele. Tentei que toda a saliva que eu colocava não escorresse pelas bolas dele até a bunda e manchasse ou molhasse a cama, pra quando ele acordasse não desconfiar de nada. Fiz a masturbação nele assim dormindo, bem de leve... Fiquei vários minutos. esfregando até que começou a sair um líquido meio branco do pau dele, não sabia como ele tinha conseguido isso dormindo daquele jeito, mas eu tava 100% excitada, então quando começou a cair na minha mão e na pele dele, levei minha boca até aqueles sucos e comecei a lamber, e puxar pra dentro da minha boca toda aquela delícia, que longe de ter um gosto ruim, me deparei com a surpresa de que não... Não era doce nem salgado, era um gosto neutro, tipo água. Depois de limpar com a boca o máximo que pude, entre minha saliva e o sêmen dele, saí de lá sem fazer barulho nenhum, e fui pro meu quarto, entrei no banheiro, e quando olhei minha roupa, surpresa!! Tava toda molhada, minha calcinha fio dental tava toda encharcada de baba da minha bucetinha. Não conseguia parar de pensar no que tinha acabado de fazer, e entre esses pensamentos sujos, entrei no chuveiro, lavei a boca e fiquei no quarto, até que chegou a hora do almoço. Como eu tinha que preparar pra gente comer, tava muito nervosa de que ele desconfiasse de algo. Mas pelo visto não. Tudo fluiu normal. Durante o resto do dia não parava de pensar no que tinha acontecido. No que eu tinha feito. Minha irmã chegou, chegou a hora do meu cunhado ir embora, e a rotina de sempre, limpar a casa e depois dormir. No dia seguinte, quando meu cunhado chegou, perguntei de novo se agora a gente ia tomar café junto? Aí ele respondeu que hoje já se sentia mais descansado, e só tomava banho e saía. Me preparei pra fazer tudo. Depois a gente tomou café, conversou um pouco, e depois de um tempo ele disse que agora ia descansar... Eu: -vai tomar remédio hoje? Perguntei... Aí meio surpreso ele respondeu... Cunhado: -ééé... Sim... Preciso estar bem descansado. Depois foi direto pro quarto dele. Fiquei um tempo lavando a louça e pensando... Aí sentei um pouco na sala pra ver TV, mas não conseguia parar de pensar nas coisas que tinha feito. Tanto que, depois de ficar pensando e pensando, criei coragem e Repetir de novo, mas dessa vez eu ia com a intenção de tentar algo a mais. Então fui pro meu quarto, tirei tudo que tava vestindo e coloquei um pijaminha de seda tipo camisola, decotado e curto. Umas mão pra cima do joelho. Não tava de sutiã, nem de calcinha fio dental, fiquei só com o vestido mesmo. Prendi o cabelo de um jeito que não atrapalhasse nada e saí do meu quarto direto pro do meu cunhado. Fiz a mesma coisa do dia anterior: abri a porta só uma fresta e bati. Como não vi reação, resolvi entrar e fechar a porta sem trancar. Cheguei perto dele, que tava deitado, cutuquei pra ver se mexia, mas também não reagiu. Aí me preparei pra lamber e chupar de novo o pau dele inteiro, até conseguir deixar ele duro. Dessa vez, com uma mão babada no pau dele, comecei a punhetar bem devagar, e com a outra mão eu acariciava meus peitos. Depois desci a mão até minha bucetinha e comecei a massagear todo o meu clitóris. A sensação era realmente deliciosa, de verdade, eu já tava morrendo de vontade de experimentar transar com um homem. Ali, eu queria montar e tentar enfiar o pau dele na minha buceta, mas pensei que se tentasse subir, faria muito movimento e ele acabaria acordando, estragando tudo. Então continuei punhetando nós dois. Depois de alguns minutos, consegui tirar todo o leite dele de novo, minha mãozinha toda melada, e tudo que tinha caído na pele dele, eu chupava tudo, lambia igual as putinhas que eu via nos vídeos. Depois de deixar o pau dele limpinho e brilhando, com todo cuidado peguei a mão dele e tentei colocar numa posição que desse pra ele tocar minha bucetinha. Coloquei a mão dele na beirada da cama e, com muito cuidado, levei minha bucetinha até a ponta dos dedos dele. "Mmmmmm... que gostoso!!" Dessa vez, tocar minha buceta com uma mão que não era a minha parecia diferente. Minha bucetinha já tava toda molhadinha, quase escorrendo, os dedos dele ficaram encharcados de tanto mel. Comecei a me mexer bem devagar... Suavemente, nos dedos dela, fazendo esfregadas de vai e vem, fiquei assim até sentir meu corpo todo percorrido por uma sensação de arrepio, minhas pernas começaram a bambear, e meu corpo todo a tremer. Oooh surpresa, da minha bucetinha saía mais melzinho gostoso, meu corpo inteiro se estremeceu, consegui ter meu primeiro orgasmo. Senti que minha mente tinha se desconectado da realidade por um instante. Quando me toquei, notei que minha mão estava bem molhada dos meus sucos, então limpei com meu vestido o máximo que pude, embora não completamente por causa do tipo de tecido.. depois disso, saí de lá com cuidado, mas apressada, porque todo o mel da minha bucetinha estava escorrendo pelas minhas pernas. Saí do quarto, mas percebi que no criado-mudo ao lado da cama estavam os comprimidos dele, então peguei 3 com cuidado e levei comigo. Entrei no meu quarto, escondi os comprimidos e depois tomei banho. Quando chegou a hora do almoço, sentamos na mesa, e notei que ele me olhava estranho, e então perguntou... cunhado: -Tudo bem? Eu: -Sim!!... Por que a pergunta? cunhado: -Não, por nada... Só perguntando. Depois conversamos sobre outras coisas, fofocas do trabalho dele e tal. Depois do almoço fomos para a sala, vimos TV, relaxamos, minha irmã chegou, conversamos mais ainda e já chegou a hora dele ir embora. Tinha dias que não limpávamos nada, e esse foi um desses dias. Conversamos com minha irmã, vimos TV, e já chegou a hora de dormir. Enquanto minha irmã dormia, fui pesquisar umas coisas sobre os comprimidos que tinha roubado do meu cunhado. Depois do que li, descartei um pensamento doentio que tive na mente. Haha diabos, meu tesão estava me deixando louca. Como é que tive a ideia de pensar besteiras. No dia seguinte, depois que minha irmã foi embora, esperei meu cunhado na sala de novo, quando ele chegou e passou na minha frente, perguntei... Eu: -Tudo bem?... Hoje vamos tomar café juntos? cunhado: -Claro Nena... Só me arrumo e volto. Fiquei toda animada preparando tudo. Depois de um tempo, ele sentou comigo na mesa, a gente tomou café, conversou sobre o trabalho dele... Aí vimos TV por uns minutos e ele disse que ia descansar. Eu: — E hoje é dia da pílula? Brother in law: — Infelizmente sim... Senão, não descanso direito e não rendo no trabalho. Eu: — Mmm... pois é, fazer o quê... Descansa então. Ele foi pro quarto dele... Eu, como sempre, lavei os pratos e depois me tranquei no meu quarto. Já sozinha, remoendo aquelas lembranças do que tinha feito, fiquei com tesão de novo. Fiquei me apalpando toda. Fechava os olhos e imaginava que eram os dedos do meu brother in law tocando minha bucetinha, enquanto com a outra mão eu acariciava e apertava meus peitos. Só de imaginar sendo comida por ele, me excitava ainda mais. Queria muito experimentar ser penetrada pela pica dele. Mas tinha medo de que, na tentativa de enfiar enquanto ele tava dormindo, eu fosse acordá-lo e arrumar uma confusão. Mas, sério, eu tava dominada pelo tesão, quase cega, sem me importar com nada, só queria mais. Então coloquei um vestido pijama sem calcinha nem sutiã por baixo e saí do quarto indo até onde ele tava dormindo. Com muito cuidado, entrei no quarto, fechei a porta de novo sem trancar. Lá estava ele, de novo, submisso ao que eu planejava... Comecei a chupar toda a pica dele bem devagar, até que foi endurecendo aos poucos. Como já sabia que meu brother in law tava completamente dormindo e não sentia nada do que eu fazia, virei um pouco de costas pra ficar numa posição melhor e conseguir enfiar a pica dele bem fundo na minha boca, deixando minha bunda virada pro rosto dele. Continuei chupando a pica dele por vários minutos, e com a outra mão acariciava as bolas dele. Queria enfiar a pica toda na minha boca, mas sem apertar muito pra não machucar ou... fazer algo que fizesse ele acordar, enquanto eu batia uma pra ele bem devagar e suave. Depois de alguns minutos chupando o pau dele, levei o maior susto da minha vida. Tava tão concentrada chupando aquela buceta gostosa que quando senti a mão dele agarrar uma das minhas nádegas, pulei pra trás na hora, apavorada, deixando o pau dele cair de uma vez na barriga dele. Quando pulei pra trás, virei rápido pro rosto dele e vi!!... Meu Deus!! Ele tava acordado, olhando o que eu tava fazendo. Minha cara de pavor, e meu corpo duro de susto, com os peitos de fora porque as alças do decote do meu vestido tinham caído pros lados, encostada de costas na porta, completamente paralisada. Aí ele se levantou e veio andando na minha direção. Parou na minha frente e a ponta do pau dele bateu no meu umbigo. Eu ainda não conseguia me mexer. Ele se abaixou pra falar no meu ouvido. cunhado: -fica tranquila, gata... Tava te esperando!! Enquanto falava, passou uma das mãos nas minhas coxas e a outra nas minhas costas pra me carregar e me levar pra cama. Me sentou e falou... cunhado: -sabia que você ia voltar. Eu: -que? Ele pegou o celular dele na mesinha, procurou na galeria e me mostrou um vídeo... Fiquei quase gelada ao ver que ele tinha me gravado fazendo tudo que eu fiz no dia anterior... Eu quase chorava de susto... cunhado: -Não,,, não se preocupa, gata... A verdade é que sempre te respeitei, mas no fundo você me atrai pra caralho. Eu mantinha distância porque você é minha cunhada, mas agora que vejo isso, poxa, você não faz ideia de como me deixa feliz. Ele aproximou o rosto do meu e começou a beijar meus lábios bem devagar e suave. Eu ainda tava gelada, imóvel pelo susto do momento. cunhado: -vamos, gata!!... Vamos continuar o que você deixou pendente. E continuava beijando meus lábios pra ajudar meu corpo a relaxar, então aos poucos fui saindo da paralisia do susto. Eu ainda não falava nada, mas não vou negar que já na ação que ele está realizando meu corpo entrou no clima e eu voltei à consciência, mas consciente do meu tesão. Então comecei a corresponder bem aos beijos dele, e a cada segundo que passava meu corpo elevava um calor de excitação quase incontrolável. Depois de vários minutos de beijos e carícias, ele me deitou na cama e ficou por cima de mim sem parar de me beijar, e então mudou os beijos para o meu pescoço. Comecei a sentir uma sensação muito gostosa. Sentia como se todo o meu corpo pulsasse ou vibrasse com cada beijo que ele dava no meu pescoço. Depois, aos poucos e bem devagar, ele desceu para meus peitos sem parar de me beijar. Ao chegar nos meus mamilos, começou a lamber bem suavemente, e depois a chupar com muita delicadeza, era uma sensação muito agradável e excitante. Meus peitos ficaram meio durinhos por causa da ação do meu cunhado. Depois de alguns minutos chupando meus mamilos, ele se levantou e me disse para subir bem na cama, mas tirar o vestido completamente, e eu, sem dizer nada, fiz isso. Fiquei completamente nua, meus peitos molhados pela saliva recente das lambidas que tinham recebido, minha bucetinha quase escorrendo de tão molhada que já estava pela excitação do momento. Então ele se acomodou entre minhas pernas, deixando o rosto bem na frente da minha bucetinha, e começou a lamber todo o néctar da minha vagina. Ele lambia tão gostoso todo aquele néctar que fazia meu corpo inteiro tremer a cada roçada da língua dele na minha vagina. Eu, jogada ali na cama, só apertava os lençóis com as mãos para não soltar meus gemidos. Assim continuou por vários minutos lambendo toda a minha ppk até que de repente meu corpo inteiro começou a tremer, sentia minhas pernas bambas ao mesmo tempo que tentava fechá-las, mas a única coisa que eu fazia era apertar a cabeça do meu cunhado, que em nenhum momento tirou a boquinha da minha xereca, comendo todo o suco que minha vagina tinha derramado. Depois de uns dois minutos, ele subiu o corpo em cima de mim para sussurrar bem baixinho no meu ouvido... cunhado cunhado: -ahira, vamos ver como você faz, gatinha! Com o corpo todo bambo, me levantei pra ele se acomodar no meu lugar e eu pegar a posição que ele tava. Ali tinha o pau enorme dele na minha frente, escorrendo néctar, comecei a lamber de cima a baixo todo esse pau gostoso, depois tentei enfiar o máximo que dava na boca, mas não cabia mais que um quarto dele na minha boca, era um pedaço de carne enorme pra mim, igual fazia quando ele tava dormindo, comecei a bater uma com a saliva que minha boca deixava enquanto eu chupava o pau dele... cunhado: -nada mal, gatinha!.. você é espetacular. Ele falava enquanto gemia um pouco por causa da sensação gostosa que eu tava causando no pau dele com minha boquinha pequena. Depois de vários minutos ali chupando o pau inteiro dele, ele disse que queria me foder direito, mas só se eu quisesse. Tirei o pedaço dele da minha boca e falei que ainda era virgem. cunhado: -tá bem, gatinha... Vamos fazer o seguinte. Na sequência, ele se deitou e mandou eu montar em cima dele, aí rapidinho me acomodei sobre o pau dele, ficando bem na entrada da minha buceta. cunhado: -se mexe bem devagar, esfrega, e quando você quiser vai enfiando no seu ritmo. Então comecei a fazer o que ele tinha falado. Comecei a mexer meus quadris pra frente e pra trás, bem devagar, esfregando toda minha bucetinha no pau dele. Enquanto isso, eu ia ficando ainda mais molhada e molhava o pau todo dele com a baba da minha xereca. Me esfregava bem devagar e gostoso enquanto ele levava as mãos até meus peitos e começava a apertar eles. "Aaah,,, aaah,,," começaram a sair uns gemidos leves e suspiros da minha boca. Mas eu já não aguentava mais, minha excitação era tanta que me levantei um pouco, com a mão ajustei o pau dele que já tava bem molhado com meus sucos, e encostei a ponta na entrada ainda fechada da minha bucetinha. Nós dois estamos bem lubrificados por causa do néctar da minha buceta. Bem devagar e bem suave, fui deixando o peso do meu corpo cair, enfiando um pouco de pressão pra baixo, pra enfiar essa yummy cock eu mesma. Deus!!!... Era muito grande, mas eu não queria desistir, queria saber como era ter uma cock dentro da minha bucetinha. Então comecei a colocar mais peso e pressão, e senti como aos poucos ela começava a abrir caminho entre minhas paredes vaginais... Sentia minha bucetinha quente, e uma dor muito forte, mas não queria parar, me levantei um pouco, e movi a cock esfregando na minha rachinha, depois coloquei de novo na minha entradinha, e comecei a tentar enfiar de novo, bem devagar. Aos poucos foi entrando mais em mim, aquele calor na minha xereca se intensificava, era uma mistura de ardor, calor e dor, quando senti com a mão que quase tinha entrado metade daquela cock ainda, levantei o corpo de novo, olhei e vi que tinha um pouco de sangue tanto na minha buceta quanto na cock dele, naquele momento soube que minha virgindade tinha ido embora, mas não dava pra parar, então esfreguei pra molhar de novo com meu néctar a cock dele, coloquei a cock de novo na minha rachinha, comecei a enfiar de novo até que toda a cock dele sumiu dentro da minha bucetinha. "Aaaaaaaaaaahh" saiu um gemido enorme lá do fundo de mim. Toda a cock dele estava dentro de mim. Fiquei empalada sem me mexer por um minuto ou dois talvez, podia sentir as paredes da minha buceta pulsando. Depois, bem devagar, comecei a subir e descer, com movimentos bem suaves, fiquei assim uns minutos até que ele disse que agora queria me comer. Então ele sentou e me abraçou pela cintura, e sem tirar a cock de mim em nenhum momento, ficou de pé, e eu grudada nele igual um sapo. Depois me colocou deitada na beirada de um dos cantos da cama, enquanto ele ficava de pé, aí levantou minhas pernas e colocou uma em cada ombro, tudo isso sem tirar a cock de mim. Depois começou a me comer bem devagar, sentia aquela cock enorme entrando e saindo da minha buceta ainda apertada. Ele me comia igual aqueles caras nos vídeos comiam as mulheres. E eu tava adorando, do jeito mais gostoso. Suspiros, gemidos, Sons de uma rola bem molhada entrando e saindo de uma buceta bem molhada, e o barulho das bolas dele batendo na minha bunda ecoavam no quarto. Nunca imaginei até onde isso tudo ia chegar. Mas não me arrependia nada. Depois de alguns minutos me comendo assim naquela posição, as investidas dele aceleraram o ritmo. "Plac, plac, plac, plac", se ouvia no quarto enquanto ele me comia e as bolas dele quicavam no meu rabo. "Aaah, aaah, aaah, aaah" meus gemidos também ficaram mais altos, misturados com o ofegar do prazer que minha xereca tava dando pra ele. "Ooooh sim,, ooooh" ecoou, enquanto ele abraçava minhas pernas e enfiava com força toda a rola dele dentro de mim, e jorrava tudo o que tinha de porra dentro da minha buceta. Eu sentia o pau dele pulsando dentro da minha cavidade vaginal, e o calor do leite dele enchendo todo o meu interior. Enquanto ele se esvaziava dentro de mim, meu corpo todo tremia, tendo outro orgasmo delicioso causado por aquelas estocadas brutais de rola que ele tinha dado. Nós dois tínhamos alcançado a glória do prazer máximo do sexo ao mesmo tempo. Depois de um minuto, talvez, e de ter jorrado até a última gota de porra na minha cavidade vaginal, bem devagar ele tirou a rola da minha xereca, que ainda tava bem dura. Senti que, ao sair, jorros de porra escorriam da minha buceta até o meu cu, minha bunda e a cama. A gente tava meio cansado, então ele se deitou do meu lado, colocou o braço no meu peito e me beijou com muita paixão. Cunhado: — Que gostoso que foi tudo, meu amor!... Você é espetacular... Eu te adoro. Eu: — Valeu... Nunca pensei que isso ia rolar... Mas gostei pra caralho. Cunhado: — A gente pode repetir quantas vezes você quiser. Depois de alguns minutos conversando, a gente se beijou de novo com muita intensidade, e na hora esquentamos de novo, e voltamos a transar, mas dessa vez ele queria me carregar e me comer de pé. Então ele saiu da cama e ficou de pé, depois eu me seguro com as mãos de jeito que a curva das minhas pernas fica apoiada na dobra dos cotovelos dele. Com uma das minhas mãos, me segurava no pescoço dele, enquanto com a outra colocava o pau dele ereto na entrada da minha bucetinha, que ainda estava lubrificada pelo excesso de porra que a refeição anterior tinha deixado. Agora sim, o pau gostoso e enorme entrava mais fácil no meu tunnel vaginal apertado. E comecei a me mexer do jeito que ele queria, enquanto eu curtia cada metida de pau que ele tava me dando. A foda toda foi nessa posição, sentia o pau dele chegando até o fundo da minha buceta, batendo no talo. Ele me comeu do jeito mais gostoso, pendurada nos braços dele, até que conseguiu me fazer gozar de novo, um orgasmo delicioso. Todo o mel que minha xereca escorria molhava o pau dele e as bolas dele, sentia meu corpo todo bambo, e mesmo tremendo inteira enquanto gozava em cima do pau dele, não parei de me esfregar em nenhum momento. E aí, numa arrancada, ele me deixou cair em cima do pau dele ao mesmo tempo que empurrava o quadril pra cima, fazendo o pau dele inteiro entrar com uma agressividade única e gostosa, enfiando até o fundo, e ao mesmo tempo enchendo minha cavidade com o esperma quente dele. "Aaah,, aaah,, aaaaaah" a gente gemeu junto no momento do clímax daquela porra gostosa. Depois de esperar toda a porra dele sair bem devagar, eu desci pra ficar de pé, deixando o pau dele já mole sair sozinho da minha buceta com o movimento, fazendo o esperma escorrer pelas minhas pernas todas. Minhas pernas bambas por causa do orgasmo delicioso que eu tinha acabado de ter, e ainda mais fracas pela posição em que eu tinha sido comida, mal me seguravam de pé. Depois de mais uns beijões, e dele chupar meus peitos ainda umas duas vezes, a gente foi limpar tudo... Assim, do jeito que a gente tava, completamente pelados. Ele só teve que tirar os lençóis manchados e esconder pra minha irmã não ver. Fui encontrá-las. Não deixamos nenhuma evidência, e depois de ter deixado tudo em ordem, ele me propôs irmos tomar banho juntos, o que aceitei sem problema algum. Entramos no banheiro, começamos a tomar banho, mas no meio do banho o pau dele ficou duro de novo, firme como aço, e me tendo ali, nua, à disposição dele, ele não resistiu e resolveu me comer de novo. Então ele me levou até o vaso, abaixou a tampa, sentou-se nele recostando-se para trás, abriu um pouco as pernas para que eu pudesse ficar entre elas, e me disse que dessa vez queria que, de costas para ele, eu sentasse no pau dele. Sem pensar, obedeci cada palavra que ele mandava, porque eu estava mais do que feliz por ele estar me comendo uma vez atrás da outra, já que, apesar de ser a primeira vez que eu experimentava sexo, tinha achado a coisa mais deliciosa do mundo. Então sentei bem devagar no pau dele, fazendo com que ele entrasse mais fácil porque minha buceta ainda estava lubrificada pelo gozo que ele tinha descarregado em mim. E comecei a dar uns sentões gostosos no pau dele. "Plooc, plooc, plooc, plooc" minhas nádegas ecoavam ao quicar contra a pélvis dele. Continuei dando sentões bem gostosos até que nós dois gozamos de novo. Depois de terminar de transar, acabamos de tomar banho, demos mais um beijo, e ele só me disse que no dia seguinte a gente conversaria, porque ele estava muito cansado com tudo o que tinha acontecido. Eu não falei mais nada e fui para o meu quarto, satisfeita com as putas transas que ele tinha me dado. Com as pernas e o corpo tremendo. Já no meu quarto, dormi até minha irmã chegar. O resto do dia e da noite foi normal, na mesma rotina com minha irmã... Depois compartilho a parte 2...
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