Vingança 2: Quebrar para Recomeçar

Mariano estava tendo dificuldade para processar tudo. De estar sozinho no mundo com a mãe, agora ele tinha um avô, e o pai havia morrido há pouco tempo. Milhares de dúvidas passavam pela sua mente, e a última coisa que o preocupava naquele momento era o fato de o avô ser um cara mafioso. Eles comeram enquanto conversavam sobre a vida difícil que o garoto havia tido, passaram o dia inteiro juntos. A verdade é que ele não via o avô como alguém intimidante, como todo mundo via. Talvez o velho estivesse vendo naquele jovem sua chance de ter alguém do seu sangue para herdar todo o seu império.Mariano:Vovô, adorei te conhecer, mas preciso voltar pro meu trampo, acho que não vão ficar felizes se eu faltar. - O rapaz voltou à realidade e pensou que precisava retomar sua vida. Carmen deu uma risadinha.Roberto:Olha, neto, se você aceitar ser meu herdeiro, nunca mais vai ter que trabalhar pra ninguém, nunca mais vai passar aperto financeiro, e eu juro que quem te olhar torto vai se arrepender.

Claro que o garoto não hesitou muito. Ele vinha de uma vida de merda, qualquer coisa que oferecessem pra ele era melhor do que aquilo. Primeiro, ele tinha que colocar a vida em ordem: falar com a mãe. Não pensava em contar nada por enquanto, só diria que tinha conseguido um emprego. A mãe dele odiava o pai e tudo que vinha dele, então ele esperaria ela terminar o tratamento pra contar a verdade. Segundo, pediria demissão do trabalho. Terceiro, teria que passar por um treinamento físico e mental pra assumir os negócios da família.

Foi difícil dormir naquele luxo todo, ele não conseguia, se sentia estranho, sentia que tinha que renascer. Talvez a lenda da fênix, aquela ave mítica que renasce das cinzas, fosse o que o representava naquele momento. Mariano se levantou cedo como de costume. Ao chegar na sala de jantar, seu avô e Carmen estavam tomando café da manhã, Roberto estava com um tablet. Eles o cumprimentaram ao vê-lo. O que seu avô estava fazendo, ele respondeu.Roberto:Estou jogando no maior cassino do mundo, a bolsa de valores. Você vai aprender a fazer tudo isso.

Depois do café da manhã com o avô e Carmen, ele viajou para sua cidade natal para resolver suas coisas. No helicóptero, duas pessoas os esperavam: uma garota com traços asiáticos chamada Tai, que seria sua futura assistente pessoal — bonita, magra e baixinha, de vinte e cinco anos. A danada parecia que nunca tinha matado nem uma mosca, mas era expert em Kali e no uso de facas, além de ser formada em Administração de Empresas. Do outro lado, estava uma pessoa de um metro e setenta, Arturo, de compleição normal mas com o corpo bem definido. Ex-militar, como se cansou daquela vida e precisava de adrenalina, cruzou meio mundo e se alistou na Legião Estrangeira Francesa. Com seus trinta e sete anos, você olhava pra ele e sabia que não devia arrumar briga. Algumas cicatrizes no rosto, orelhas de couve-flor de tanto praticar MMA e Krav Maga. Durante a viagem, ele não aguentou mais e perguntou.Mariano:Por que você não é a herdeira do vovô, se vocês são tão próximos?Carmen:Eu. - sorriu e largou o que estava fazendo no celular. - Seu avô é minha única família, mas não tô interessada no dinheiro dele. - tomou seu tempo. - Ele me deu muito mais do que isso nesse tempo, a maioria de nós que tá com ele tá por algo além da grana, mesmo ele sendo mais que generoso. Pra mim, há um tempo ele transferiu ações de uma empresa e algumas propriedades pro meu nome.Mariano:Entendo, e eles, pra que eu preciso deles? Ninguém me conhece mesmo.Carmen:Deixa eu te dar um exemplo: o mundo dele era uma selva, e ele se tornou o Rei, o leão alfa dominante. Todos deviam respeito e submissão a ele, mas ficavam de olho, esperando um momento de fraqueza, uma brecha para atacar.Mariano:Mas isso ficou pra trás, né?

Carmen: Sim, mas tudo se mantém num equilíbrio tenso, seu avô decidiu sair do jogo e ser neutro. E ninguém mexe com ele porque seu avô sabe demais sobre todo mundo, sobre os políticos e as famílias. Quando nos anos noventa os cartéis entraram no governo foi um sinal vermelho, depois a máfia Russa fez o mesmo, a violência e técnicas deles não convinham aos políticos que ficavam mal na frente da opinião pública, uma aliança liderada pelo seu avô os combateu e acabou. Depois disso ele negociou sua saída, num pacto de cavalheiros. Suas casas de empréstimo viraram um banco, que mesmo não tendo muitas agências, seus clientes são seus ex-colegas. Seus cassinos ilegais, agora são hotéis e cassinos cinco estrelas, e sua construtora ficou cem por cento legal.Mariano:O avô é Michael Corleone.Carmen:mais ou menos.- todos riram.- o que sim, ele nunca vai aparecer em nenhuma notícia, ou lista de ricos e famosos, mas ele sempre está, nas sombras vendo tudo. Não pode ser fraco, não pode parecer fraco, nem você também.

O garoto ficou pensando em tudo que estava por vir, ele achava que havia um único caminho e era pra frente. Chegaram na sua cidade natal, a princípio Tai levaria sua carta de demissão, mas Mariano não queria perder a satisfação de entregá-la pessoalmente. No estacionamento do aeroporto havia dois Mercedes Benz Classe G, e Marco e outro rapaz esperavam, era o homem que o tinha seguido esses dias atrás. Dirigiram-se à empresa onde Mariano trabalhava, desceram o garoto, Tai e Arturo, foram direto ao RH, quando entregou o dinheiro que devia e a carta de demissão o diretor ficou olhando, sabia que Mariano era um escravo que por centavos fazia a maior parte do trabalho. Enquanto esperava seus papéis apareceram suas amigas.Carolina:Olha só, o faxineiro quer vazar, e nem pediu permissão pra gente.Vanesa:Você sabe tudo o que aquele lixeiro nos deve.

Pela primeira vez, Marino não sentiu medo, não pensou no seu trabalho, na sua mãe, no aluguel. Simplesmente ignorou essas duas pessoas e pegou os papéis. Elas ficaram irritadas com a indiferença do garoto, até a Vanesa continuou insultando-o e tentando humilhá-lo, as outras pessoas do RH só observavam. Na desespero, Carolina agarrou uma caneca de uma mesa e quis jogar nele, mas o Tai e o Arturo se colocaram entre ela e o garoto. Essas mal-educadas que o haviam ignorado ou tratado mal o olhavam com ódio. Marino levou a mão à boca e mandou um beijo pra elas.Mariano:Até logo.

O rapaz saiu exultante, tinha mais de mil por cento em aur, estava tão reprimido que nunca tinha feito algo tão ousado. Carmen percebeu a diferença, mas não disse nada, porém escreveu para o avô, com quem mantinha comunicação permanente. O rapaz, Carmen e Arturo foram ao hospital visitar a mãe dele, enquanto Marco, seu assistente e Tai cuidariam da mudança de Mariano — sim, porque Carmen tinha comprado uma casa para ele nos arredores da cidade. Mariano não se importou; ele não queria ver a senhoria, então delegou o trabalho.

Tudo relacionado à mãe de Mariano foi emocionante. Só de saber que não teria problemas para pagar o tratamento, ela sentiu uma paz e segurança enormes. Ela estava perfeitamente atendida no setor VIP. Mariano contou uma história para a mãe: disse que tinha sido contratado para um ótimo emprego numa grande empresa, que o seguro médico cobriria todas as despesas e que ele poderia visitá-la nos fins de semana. Também contou sobre a casa — que a empresa fornecia uma —, então ela não precisaria se preocupar em voltar para o humilde apartamento. O rapaz ficou quase a tarde toda com a mãe e se despediu com muito carinho.

Foram para a nova casa. Na verdade, era uma velha casa enorme, não chegava a ser uma mansão, mas ficava nos arredores da cidade, numa propriedade de dez hectares. Na entrada, havia duas casas para os funcionários. A casa principal ficava no meio da propriedade, sem vizinhos por perto: um bosque no fundo, um campo de golfe de um lado e, do outro, uma propriedade enorme com casa de fim de semana. A casa tinha dois andares: seis quartos no primeiro andar, cada um com banheiro; no térreo, uma cozinha enorme, dois banheiros, sala de jantar, sala de estar, sala de TV, um escritório e lavanderia. Atrás da casa, a uns trinta metros de distância, ficava a garagem e, em seguida, umas velhas cavalariças que, com uma... A reforma havia se transformado em uma academia. O que mais surpreendeu a todos, exceto Carmen, foi que embaixo da casa, com uma entrada oculta, havia um porão com um túnel que levava a um bunker antinuclear. Pela profundidade e reforços, até as portas eram herméticas e blindadas. A casa mostrava bastante potencial, estava mobiliada e rapidamente todos escolheram um quarto. Pelo menos nos primeiros meses, a casa serviria para os fins de semana, já que ele viveria com o avô – o velho queria moldá-lo. Perceberam que não havia comida na casa. Carmen revirava os móveis e nada. O rapaz não conseguiu evitar dirigir o olhar para aquelas nádegas imponentes – duas massas de carne perfeitamente moldadas. A mulher percebeu e esboçou um sorriso.Carmen:Sou muita mulher para você, concentre-se em crescer como homem, e você conseguirá uma boa mulher.

O garoto não levou a mal, ela apenas disse que não era mulher para ele. O que ele pensou foi que aquele rabo agradaria a qualquer homem que respirasse. E era que Carmen tinha um corpaço debaixo daqueles ternos elegantes, não conseguia esconder seu corpo, além disso seu rosto sério e seus olhos cor de mel davam um ar de professora rigorosa que deixava o garoto louco. Mas ele não quis pensar mais no assunto, não sabia como eram as coisas. Marco e seu marido foram comprar comida, o homem que o acompanhava era seu marido, eles ocupariam uma das casas da entrada, a outra seria ocupada por uma família que cuidaria da limpeza e da jardinagem da casa, também seriam parte da proteção, até a assistente pessoal estava armada.

Na manhã seguinte se prepararam e voltaram junto ao seu avô, este o colocou em seu escritório e falou sobre a preparação que exigia para ser seu herdeiro e poder se mover efetivamente em seu mundo, Roberto não queria que acontecesse o mesmo que com seu filho, embora em caráter fossem totalmente diferentes. Roberto falou com seu neto e o convenceu a fazer um treinamento duro e selvagem para torná-lo um líder, o garoto entendia tudo e sabia suas falhas, portanto aceitou.

O treinamento ao qual iriam submeter Mariano praticamente era para quebrá-lo e montá-lo de novo, eliminar todo rastro de fraqueza, fazer uma pessoa mais forte mental e fisicamente. Para isso seu avô havia recorrido a um antigo amigo seu, um Sargento aposentado do exército, daqueles tipos sombrios e obscuros que depois de se aposentar aos quarenta anos se dedicou a negócios pouco legais ou voltou a se dedicar ao seu antigo trabalho, ingressou no exército porque a outra opção que o Juiz de menores lhe deu aos dezessete anos era uma correcional. De adolescente o avô o conhecia, das gangues. Esse velho era como seu avô da velha escola, e iria levá-lo a uma casa que tinham preparada numa floresta próxima.

Mariano estava acostumado a aguentar e seguir em frente, viver com o mínimo, mas isso o colocaria à prova porque seria ainda mais extremo. Porém, ele sabia que havia um objetivo claro, uma luz no fim do túnel.

No domingo à noite, depois das apresentações, foram morar na cabana com Nicolás, seu instrutor. O lugar era simples, só o básico: dois quartos, um banheiro e cozinha com sala de jantar, nada mais. O quarto do garoto tinha uma cama, um criado-mudo, um armário com duas mudas de roupa, um par de tênis extra e seu kit de higiene pessoal.

A primeira noite foi difícil para dormir, mas quando conseguiu, dormiu profundamente — tanto que não ouviu quando Nicolás entrou no seu quarto às cinco da manhã. O instrutor colocou uma sirene quase no ouvido dele, e o garoto deu um pulo da cama, apavorado. Enquanto isso, Nicolás o empurrava para fora, enfiou a cabeça dele num balde de água gelada e deu cinco minutos para ele se trocar.

Dia um do treinamento: correr. O garoto não estava em forma, e o velho instrutor, com mais de cinquenta anos, deixava ele para trás como se nada fosse. Uma hora correndo; Mariano levou duas horas, chegou caminhando, quase arrastando os pés. Sentia fome, cansaço e dor. Mas era só o começo. Depois de xingá-lo e gritar com ele, começaram os exercícios de tipo militar. Mariano mal conseguia fazer uma flexão de braço, mas tentava. Já exausto, ordenaram que entrasse. Café da manhã simples: uma tigela de aveia e uma banana. Depois, aulas de anatomia e o corpo humano — ele não entendia muito bem para que servia, mas obedecia. Almoço: frango grelhado e legumes. Em seguida, mandou ele ir para a casa do avô, uma hora e meia a pé. Só avisou: tinha que estar lá antes das oito, senão dormiria do lado de fora.

O garoto levou pouco mais de duas horas para chegar à Mansão. Lá, tomou banho e se trocou, conversou com o avô, principalmente sobre seus negócios — como funcionavam, onde investia e por quê. Teve tempo para mais, já que... Às seis da tarde ele tinha que ir embora. Voltou às oito e dez, o velho não disse nada, mas dava pra ver no olhar dele que não gostou. Jogou um par de luvas de boxe e começou a mostrar os movimentos básicos, depois levou ele pra fora onde tinha um saco pendurado numa árvore e executou lá. Mas o melhor ainda estava por vir, a aula prática, onde o velho agarrou Mariano como um saco de pancada, o moleque apanhou feio. Como castigo por chegar atrasado não jantou, só foi permitido comer uma fruta.

O dia seguinte foi igual, a mesma coisa a semana toda, embora o garoto fosse se adaptando rápido a tudo, ele era um sobrevivente, foi ver a mãe no fim de semana, teve que passar maquiagem que o Tai forneceu pra disfarçar as marcas. A semana começou do mesmo jeito, mesma rotina, o garoto não pensava em desistir, nunca tinha feito isso.

Mas mudou uma coisa, na sexta o Nicolás em vez de fazer ele correr mandou caminhar por uma trilha na mata, devia andar por duas horas naquela trilha e voltar com uma pedra de tom rosa do riacho que passava pela floresta, Mariano achou que seria fácil, a caminhada levou três horas, era mais complicado do que pensou, depois percebeu que estava perdido, tinha várias trilhas e ele não sabia reconhecer por qual tinha vindo, ficou dando voltas em círculos até voltar pro mesmo lugar, era um garoto de cidade e isso era mais que evidente aqui. Já de tarde, cansado, com fome sem ter provado um bocado o dia todo, percebeu uma coisa, o riacho saía na estrada principal, o caminho que levava pra casa do avô, dali podia voltar pra cabana e fez isso, embora chegasse às nove da noite.

Nicolás estava esperando por ele, assim que viu Mariano jogou as luvas de boxe, e começou a mesma rotina, terminando com Mariano todo arrebentado, porém num dos últimos cruzamentos com as poucas forças que restaram ele deu um soco na cara do Nicolás que o fez recuar, o velho recuou, Ele sorriu e atacou novamente. Quando entrou, ele deu carne grelhada para ela e disse que hoje ela tinha merecido, era a primeira vez em duas semanas que ela jantava na cabana.

Mariano entendeu as lições que Nicolás lhe dava, porque foram avançando e mostrando seu propósito. Ele aprendeu anatomia, como cuidar do corpo, o que comer, como curar feridas, como realizar primeiros socorros, quais partes do corpo precisam ser protegidas e quais devem ser atacadas. Também foi aprendendo sobre sobrevivência, armas brancas, armas de fogo. O exercício físico já não era tão pesado. Aos seis meses exatos, Mariano havia perdido quinze quilos, fazia os exercícios perfeitamente, e lhe deram sua graduação. Levaram-no para o fundo da floresta e lhe forneceram uma faca e um rifle com cinco balas. Ele deveria caçar um javali, algo para o qual vinham preparando-o no último mês.

Embora o garoto não soubesse, pela floresta estavam espalhados franco-atiradores, além de dois drones que o mantinham sempre à vista. Era uma das condições de seu avô, ele não queria arriscar a vida do neto.

Mariano fez tudo perfeitamente. Usou os conhecimentos aprendidos sobre a floresta, o terreno, os possíveis lugares onde a manada de javalis poderia beber água, e começou a rastrear a área. Ao meio-dia já tinha a pista, começou a seguir as pegadas e escolheu o melhor lugar, um bebedouro. Posicionou-se contra o vento e subiu em uma árvore. Passou a tarde toda, a paciência teve seus resultados quando, ao anoitecer, a manada apareceu: um grande macho, três fêmeas de tamanho médio e cerca de dez filhotes. O garoto mirou no mais perigoso, a distância era de quase cinquenta metros, o estrondo do disparo e depois o macho caiu. A manada começou a correr e ele direcionou seu rifle para um dos filhotes, outro disparo e também derrubou um. Disparou novamente em uma das mães, mas errou. Observou que não havia perigo e se aproximou, deu o tiro de misericórdia, não quis se arriscar com a faca, eram animais perigosos. Naquela noite teve festa no pátio da Mansão, foram buscar o prêmio do Mariano, trinta pessoas foram ao grande churrasco, todos trabalhavam para o avô. Era gente de diferentes níveis e coisas, homens de confiança que lhe foram apresentando nesses seis meses, estavam desde seus guarda-costas até gerentes das empresas, foi algo de campo, tudo informal onde não havia distinção, era algo para se divertir, mas também para conhecer gente e que o Mariano fosse se posicionando como o herdeiro, o garoto conversou com todos, inclusive com a Carmen que não via há muito tempo.

Naquele fim de semana Mariano foi ver sua mãe, era notável a melhora dela, praticamente já estavam falando de um tratamento mais ambulatorial, ou seja, que poderia ser retirada para casa, Mariano escolheu alugar um apartamento para sua mãe, a uma quadra do hospital, para que ela tivesse que se mover o mínimo possível.

De volta na mansão do Roberto, seu neto ia começar sua outra etapa de preparação, uma mais refinada, onde ia ter que aprender a atuar em sociedade, como se mover, como negociar, como se vestir, como conquistar uma mulher, como analisá-la e que ela não se aproveitasse dele, e até como dançar. Tudo isso ele ia poder fazer na mansão, sem esquecer o treinamento físico e de combate, embora este último ficaria a cargo do seu guarda-costas Arturo.

Pelas manhãs correr e exercícios com o Nicolás, depois do almoço o avô lhe ensinava os negócios inclusive visitavam alguns, à tarde artes marciais mistas com o Arturo, e à noite o avô lhe ensinava etiqueta. Naquela sexta-feira praticaria algo do que foi conversado, saíram Mariano, seu avô, e três guarda-costas, incluindo o Arturo. Foram a um restaurante conhecido por ser muito exclusivo, aliás muitos políticos que estavam lá se aproximaram para cumprimentar o Roberto e este lhes apresentou seu neto. Quando terminaram foram a um bar, também caro mas este era mais frequentado por turistas, deixaram o Maybach S680 e a caminhoneta. De apoio a um quarteirão do local, queria que seu neto seduzisse não pelo que trouxesse ou por ser gostoso, mas pela sua técnica.

Pedir uma mesa e drinques no mesmo lugar, não era um local que Roberto frequentasse, mas não destoava, a garçonete era jovem e muito bonita, o velho com um par de sorrisos e palavras suaves no ouvido arrancou um sorriso da garota, era uma raposa velha, um galã, a garota foi embora sorrindo, os cinco estavam bem vestidos, mas com sobriedade, não chamavam atenção, aí o velho disse ao neto que não devia parecer desesperado, devia ser seguro, ser original e diferente de todos. A garçonete voltou com uma garrafa de champanhe, continuou conversando com o avô. Mariano foi ao banheiro, de longe Arturo o seguiu. Ao voltar, uma morena baixinha estava tentando tirar uma parte do vestido que havia ficado preso na madeira do balcão, uma lasquinha, ao fazer isso rasgou o vestido e empurrou Mariano.morena:Desculpa. - Ao tentar ir embora, percebeu que seu vestido havia rasgado e suas costas estavam à mostra, tendo que segurá-lo para não cair e deixá-la nua.

Mariano encontrou uma solução: passou o braço pelas costas dela e a levou para o pátio. Lá começaram a conversar enquanto buscavam uma solução. Segundo ela, suas amigas tinham desaparecido com alguns caras e ela não as encontrava. A morena era uma garota de vinte e dois anos, bem simpática, bonita sem ser uma beleza deslumbrante, estava muito bem. Mariano respondia com piadas que ela achava engraçadas, notou que Arturo o observava de longe. Pediram alguns drinks e, depois de uns vinte minutos de conversa, o rapaz achou que era hora de ver se podia avançar, e a beijou. Ela correspondeu e começaram a se beijar e a se apalpar. Ele ouviu seu avô dizer que o primeiro andar daquele lugar era bem discreto.

Mariano e a jovem foram para o andar de cima. Lá havia várias cabines com poltronas e a luz era bem baixa. Sentaram-se em uma e continuaram com o que estavam fazendo, se beijando. Em certo momento, Mariano quis demonstrar sua habilidade, forjada em tantos anos como garoto de programa. Meteu as mãos sob o vestido dela, encontrando sua calcinha fio dental molhada, e começou a masturbá-la. Ela não conseguiu continuar beijando-o e enterrou o rosto em seu pescoço enquanto gemía e tinha um excelente orgasmo, surpresa com a habilidade digital do jovem. Ela se ajoelhou e puxou seu pau para fora, gostou do que viu e começou a chupá-lo, fazendo bem fundo. Mariano há muito tempo não ficava com uma mulher e não aguentou mais, gozando, mas quando estava prestes a gozar, pressionou a cabeça da garota contra ele para que engolisse tudo. Ela acabou cuspindo todo o sêmen, pegou seu drink e enxaguou a boca.morena:Isso não se faz.

Mariano a beijou, a levantou e, aproveitando que ainda estava duro, sentou-a sobre seu pênis. Com uma mão, guiou-o até sua buceta, penetrou-a, agarrou suas duas nádegas e começou a movê-la. A garota já colaborava enquanto tinha todo o pênis dele dentro. Não demorou muito para ele gozar. Mariano a tirou e ela, se recuperando no sofá, viu ele balançando o pênis a centímetros de seu rosto e descarregando outra rajada de sêmen sobre ela. Depois, pegou seu drink e a deixou ali.

1 comentários - Vingança 2: Quebrar para Recomeçar

Excelente como siempre y en espera de la siguiente parte