Quinta parte da história. Recomendo para entender a sequência ler as partes anteriores que vocês encontram aqui:http://www.poringa.net/posts/relatos/6149967/Me-reencontre-con-una-milf-reputa-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/6150043/Me-reencontre-con-una-milf-reputa-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/6150484/Me-reencontre-con-una-milf-reputa-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/6151202/Me-reencontre-con-una-milf-reputa-4.html
Importante: Este relato é completamente real.
Dessa vez consegui (com muito esforço) gerar alguns gifs, então tenham paciência até eles carregarem.Tenho poucos contos publicados, me ajudaria muito se deixassem comentários pra eu ir melhorando meu estilo.
Um intervalo forçado
Depois do que contei nos episódios anteriores, ficou meio difícil de cruzar de novo com a milf gostosa. Ela viajava pra caramba por causa do trampo dela, e eu também tava enrrolado com outras paradas. Quando fui ver, um chinês teve a brilhante ideia de jantar sopa de morcego e o que veio depois todo mundo conhece: covid, isolamento social, preventivo, obrigatório e a puta que pariu.
Quando as coisas começaram a abrir, devagarzinho, a milf gostosa tinha reformulado o jeito dela de ganhar a vida. Não, seus mal pensados, ela não começou a fazer por dinheiro o que antes fazia de graça por ser puta. Ela montou um showroom pra atender as clientes dela com umas garantias pra evitar a porra do covid.
Apesar de não termos nos visto pessoalmente desde a foda, de vez em quando trocávamos WhatsApp ou direct em alguma rede social. E foi assim que a parada começou naquela época.
— Não, mano, tu não faz ideia. Tive que montar um showroom, álcool em gel, atender as gatinhas de máscara, uma bagunça!
— É, ninguém ia entrar, se não…
— Pois é, esquece. Pelo menos tá tudo tão parado que me jogaram esse apartamento de presente. Aluguel barato, bem localizado, marco os horários um por um, pra não juntar as clientes…
— Bom, é mais do que muita gente conseguiu, que teve tudo cortado com essa quarentena do caralho.
— Nem me fala. Mas também não vende porra nenhuma. Que gatinha vai vir comprar roupa importada se o povo tá em casa de pijama?
— É, verdade.
— Você deve ter alguém pra dar um presente, podia passar aqui que eu te mostro.
— Hahaha, não tenho namorada, e minha mãe não combina com o que tu vende…
— Não duvida, hein? Tu não sabe a quantidade de senhoras que vêm e levam alguma coisa. Tenho acessórios, de tudo…
A verdade é que com a quarentena meus ganhos também caíram, não tava a fim de comprar uma besteira que minha mãe provavelmente nem ia querer usar depois. Mas pelo visto, o que ela tinha de puta, tinha de boa vendedora.
— Hmm, sei não…
— Vai lá, vem que tu vai ver que alguma coisa vamos nos encontrar. Amanhã, por exemplo, tenho uma cliente às 2 da tarde e depois nada. Você pode vir.
—Beleza, vou pra conhecer teu showroom e te dar uma moral, mas acho que não…
—Pronto, te mando o endereço pelo Google Maps.
—Ok
—Vou deixar você, porque tá chegando uma cliente agora e tenho que abrir tudo pra ventilação cruzada e a porra toda.
—Haha, beijos.
—Tchau.
Quebrando o isolamento
No dia seguinte, no horário combinado, mandei um WhatsApp avisando que já tava lá embaixo. No prédio não viam com bons olhos o uso profissional, alguns apartamentos eram residenciais, e tinham medo de que o vírus ficasse grudado nos elevadores se subisse e descesse muita gente, sei lá, as merdinhas daquela época. Mesmo assim subimos pela escada, eram só dois andares até o apartamento da Vale.
— Bem-vindo! — ela disse quando entramos e tiramos as máscaras.
A verdade é que tava bem montado. Num cômodo tinha uns sofás de um lugar e um provador. No outro, cabideiros com roupa feminina. À primeira vista, não tinha nada pra uma senhora da idade da minha mãe.
— Nossa, você montou tudo muito lindo!
— Viu? Só que só pode fumar na cozinha. Te incomoda?
— Não, de boa.
— Vem comigo tomar uma cervejinha?
Fomos pra cozinha e sentamos um de frente pro outro nuns banquinhos, umas banquetas altas que ela tinha lá. Ela fechou a porta que ligava com o resto do showroom, ligou o exaustor e abriu uma janela.
— Ah, só me sobrou uma latinha — disse a Vale.
— Sem problema, dividimos. Não me faz mal relaxar, desde que começou a pandemia tô bebendo muita cerveja.
— Ai, nem me fala, eu também!
— Então a pandemia não mudou nada em você.
— Kkkk, não seja otário.
— Eu gosto das artesanais, algumas entregam em casa.
— Eu, de estresse, só comi e bebi, me sinto super gorda — disse ela levantando um pouco a regata que tava usando e deixando eu ver a cintura da calça jeans.
— Para de encher o saco, nada disso. Eu que tô mais barrigudo.
— Mas pra vocês, barriguinha fica sexy.
— Você não tem barriga nenhuma — falei esticando a mão e acariciando a pequena faixa de pele que tinha descoberto entre o jeans e a regata que ainda não tinha soltado.
— Kkkk, para. Toma — ela disse me passando um copo com cerveja. — Vamos brindar.
— Pelo seu showroom!
— Pelo meu showroom!
A gente deu uns goles e trocou umas besteiras sobre como tinha passado o período mais restrito. da quarentena. Não mostrava pressa nenhuma pra me vender nada. A camiseta dela tinha o colo solto, mostrando um baita decote. Por ser tão branquinha, dava pra ver que já tinha começado a pegar sol.
- E aí, onde você tá indo pegar sol agora?
- Vou na praça, mas de vez em quando…
- Mas já tem um bronzeado - falei, apontando pra clavícula dela com a mesma mão que segurava meu copo.
- Nada, eu me acho super branca.
- Isso aqui que é ser super branco - falei, apertando a pele do meu braço com a ponta do polegar.
Quando você aperta a pele e solta de repente, ela fica branca, destacando o contraste com a pele ao redor se estiver bronzeada. Que não era o meu caso.
- Já você…
Apertei do mesmo jeito, mas no peito dela, bem abaixo da clavícula.
- Olha como você tá bronzeada…
Ela baixou o olhar pro próprio peito e eu, em vez de tirar a mão, enfiei dentro do decote e levei até o peito dela, acariciando de uma vez.
- Ah, pronto - ela disse.
Quando levantou o olhar, me beijou de boca aberta. Que se foda tudo, se fosse pra pegar covid, que fosse chupando essas tetas maravilhosas.
- Uff, filho da puta!
Não sei se era pelo isolamento ou pela abstinência da quarentena, mas eu chupava e apalpava como quando era adolescente. Sem tirar a boca dos peitos dela, desabotoei o cinto e a calça jeans pra enfiar a mão dentro da calcinha fio dental dela.
- Ah, então, não perde tempo.
- Você não sabe a porra de gozo que tenho pra te dar.
- Ainda bem que continuo tomando pílula.
- Quer dizer que quer que eu coma no pelo, puta?
- Óbvio! Mas vamos pra outro lugar.
Sem abotoar a calça jeans, ela me pegou pela mão e me levou pro hall do showroom. Tinha um sofá de um lugar e ela sentou num dos braços, mas não sem antes terminar de se despir.
- Vamos ver, vagabundo, se você continua chupando igual chupou da outra vez…
Na hora, me ajoelhei diante dessa deusa. Como é gostoso chupar uma buceta! Pra torturar um pouquinho, comecei a dar chupadinhas no púbis dela, que continuava depilado, impecável, sem um pelito. Depois lambi suas virilhas, a dobra entre a barriga e a perna. Sentia como ela se contorcia de antecipação e ansiedade.
- Que filho da puta que você é!
Olha, eu lembrava dela ansiosa, mas ela estava desenfreada. Ela agarrou minha cabeça para levar direto na buceta quente dela. Não tive escolha a não ser dar um belo chupão no clitóris e começar a lamber com força. Chupei a pussy dela, não tem outro jeito de contar, e comecei a meter dois dedos porque achei que com um só não ia satisfazer ela.
- Ai, sim!
Coloquei os dois dedos juntinhos, com a ponta pra cima, e comecei a acariciar o ponto G dela fazendo o movimento de "vem" dentro da boceta dela. Meus lábios não davam descanso ao clitóris dela e em pouco tempo a pussy dessa puta era um verdadeiro charco. O tremor das pernas dela me avisou que ela ia gozar.
- Não para! Não para! Isso!
Ela apertou minha cabeça com as pernas pra garantir que eu não parasse de chupar. Coisa que eu não pretendia fazer, claro.
- Vou gozar! Vou gozar!
O fluxo dela encharcou todo o meu queixo enquanto ela chegava ao orgasmo. Quando levantei o olhar, vi ela ofegante, tentando recuperar o ar, com a cabeça jogada pra trás. Aproveitei pra me levantar e tirar o tênis, a calça jeans e toda a roupa. Quando tirei a cueca, ela pareceu reagir.
- Vem pra cá, você.
Ela pegou minha cock, já quase dura, e tratou de terminar de endurecer apertando com uma mão e chupando com vontade.
- Mete em mim, não aguento mais!
Assim como ela estava aberta sobre o apoio de braço do sofá, me inclinei um pouco e meti a cock. Queria ir devagar, mas ela estava tão molhada que a cabeça entrou de uma vez, depois foi alargando aos poucos até que consegui meter até o saco.
- Aaaah, que cock grossa que você tem!
- Era isso que você queria, puta?
Comecei a meter e tirar devagar, bem lento. A posição não era a mais confortável pra mim, mas compensava ter à vista e ao alcance aqueles peitos que tinham me rendido tanta punheta. arrancado durante a quarentena. Passei o polegar no clitóris e comecei a masturbá-la pra ela ficar bem apertadinha e, de quebra, gozar antes que eu tivesse uma cãibra.
- Filho da puta!
- Você gosta, né? Gosta, putinha…
- Sim!
- Queria pau?
- Queria sua piroca grossa na minha pussy.
- Você tá toda molhada, putinha…
- Ah, ah… Vou gozar!
Porra, que tesão que ela tava! Começou a se sacudir, ali em cima do sofá, apertando tanto a pussy que eu quase fui cuspido pra fora. Bem na hora que ela deu o último suspiro, virei a cabeça porque achei que vi um movimento. Será que tinha um olheiro?
Mas não, era o espelho. E aí caiu a ficha de que eu ia realizar uma das minhas fantasias: transar num provador.
- Sabia que sempre quis transar num provador?
- Ah, é?
- Sim. Não vamos ter a adrenalina de estar numa loja e alguém nos pegar, mas sabe de uma coisa…
- O quê?
- Amanhã, quando você estiver com uma cliente se trocando e ela te pedir uma saia de outro tamanho, você vai olhar pra esse espelho e lembrar das picas que comeu aqui.
- Ufff!
Fomos até o provador e ficamos de lado pro espelho. Virei ela, as mãos dela na parede, e por trás comecei a esfregar a pica na racha da bunda. O que me deixava com tesão era a marca da fio dental que ela usou pra pegar sol!
- Me come, filho da puta! Me come toda!
- Me mostra como você se toca na pussy, putinha.
- Ahhh, que tesão que você me dá!
Fiz ela implorar um pouquinho enquanto me esticava e, sem soltar a pica, com a outra mão pegava o celular.
- O que cê tá fazendo?
- Uma lembrancinha, não seja má.
- Não deixa aparecer meu rosto!
- A carinha de putinha que você tem?
Comecei a gravar enquanto batia a pica na bunda dela.
- Mostra essa buceta, puta…
- Me fode!
- Mostra como você se masturba.
Ela me deu atenção. Era lindo ver os dedos dela com as unhas pintadas de madame chique esfregando a buceta.
Não aguentei muito e comecei a esfregar a pica nela.
- Aaah, sim!
- Você se faz de madame fina, que vende roupa fashion pras outras madames finas, e aqui tá rebolando a bunda pra eu encher sua buceta de pau.
- Eu sou uma puta!
- O que você é?
- EU SOU UMA SUPER PUTA!
Aí comecei a comer ela um pouquinho, batendo uma com metade do pau na mão e enfiando a outra metade na boceta dela.
Já tava complicado pra caralho comer ela, filmar e tudo, então larguei o celular de lado e resolvi dar o gosto pra ela: deixei toda a pica ir pra dentro.
- Quem te disse pra parar de se tocar, puta?
- Eu me toco! Continuo batendo uma, mas não para de me comer!
- Toma, puta, toma!
Segurei ela pela cintura com uma mão e continuei dando pirocadas fortes, metendo a pica pra dentro.
- Ai, filho da puta! Você vai me fazer gozar de novo!
- Goza em mim, puta, goza em mim!
Ela começou a bater uma no clitóris a toda velocidade e a buceta dela começou a se apertar ainda mais. Ela apertava minha pica e era impossível atrasar muito mais meu próprio orgasmo.
- Você vai querer a porra, puta?
- Sim!
- Pede.
- Me dá a porra! Enche minha buceta de porra!
As pernas dela ficaram tensas, o corpo tremia e ela começou a gozar, mas apertou tanto que, numa metida, minha pica saiu toda e não conseguiu mais entrar de tão fechada que a buceta ficou. Eu tava gozando na hora, então, em vez de deixar a porra dentro, espalhei os lábios da vulva com meu gozo.
- Aaaaaah! Toma!
A putinha continuava se tocando e espirrava pra todo lado o gozo dela, o meu gozo, fazendo uma mistura de fluidos que chegou até o espelho do provador. Fantasia realizada e desbloqueada.
Me afastei dela, que tinha ficado com as pernas apertadas como se quisesse prolongar o orgasmo. Quando se endireitou e se virou, me deu um beijo de língua, quase com gratidão.
- Você não sabe como eu tava precisando de uma foda assim, mano.
Sem eu falar nada, ela se inclinou, pegou minha pica e deu um baita chupão.
- Assim você leva ela limpinha – disse e deu um último beijinho estalado. – Vamos fumar um baseado? Tenho que ir.
- Beleza, mas vamos nos vestir, porque se fumarmos pelados vou querer te comer de novo.
- Tá bom. Além disso, quero colocar a tanga agora que tô toda leitada pra guardar seu cheirinho. Você não sabe a punheta que vou bater hoje à noite pensando em você!
Nos vestimos. Toquei e voltamos pra cozinha fumar o baseado do "depois de". Aí percebi que a quarentena tinha me cobrado o preço, sentia as pernas cansadas depois de foder em pé, não sei se teria aguentado uma segunda transa se tivesse tempo.
- Me dar o cu um dia, nem pensar, né?
- Não, mano. Olha, não sou tão fã de anal, ainda mais com uma rola tão grossa.
- Também não é que me enlouqueça. Se rolar...
- Já te deram muito?
- Algumas vezes...
- Estreou algum cu?
- Haha, alguns...
- Deve ter arrebentado todas, coitadinhas.
- Com paciência...
- Sim, sim, claro.
- E você? Tem alguma pendência?
- Nunca entrei numa suruba.
- Tá me zoando.
- Não, mano, não tô zoando. Antes da pandemia tava meio que com uma mina que pega sol comigo e um cara, mas o cara não me atraía muito.
- Seu primeiro menage seria com uma gostosa e um cara?
- Se for pra pensar, não. Eu preferia comer duas picas juntas.
- Não me surpreende, haha.
Tirei umas histórias dela que me fizeram morrer de rir e também me excitar. Quando num velório de um ex-colega de trabalho ela foi pra um motel com um cara. Quando uma empresa que ela trabalhava mandava só entregadores caras e, coitadinha, não teve jeito, foi fodendo os 4 um por um (imagino as conversas dos caras depois de levar encomendas pro escritório da MILF PUTA). Ou quando num dia de muito calor ela deixou um evangélico que tocou a campainha entrar e o desvirginou.
Depois do baseado saímos pra rua e acompanhei ela umas quadras até um supermercado. Ela precisava comprar coisa pra fazer o jantar pros filhos. Como já estávamos no bairro dela e alguém podia reconhecê-la, nos despedimos como amigos, com um beijo no rosto. Não dava pra saber, mas foi a última vez que a vi, pelo menos pessoalmente.O que vem por aí da milf gostosa?
Nos próximos capítulos vou contar pra vocês as aventuras dela na Espanha e, espero, convencê-la a deixar eu postar aqui um pouco do que ela me mandou. Além disso, tem uma parada que ela não tá me contando e deve ser muito pornô pra ela não querer me falar, considerando tudo o que ela já me contou, né?
http://www.poringa.net/posts/relatos/6150043/Me-reencontre-con-una-milf-reputa-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/6150484/Me-reencontre-con-una-milf-reputa-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/6151202/Me-reencontre-con-una-milf-reputa-4.html
Importante: Este relato é completamente real.
Dessa vez consegui (com muito esforço) gerar alguns gifs, então tenham paciência até eles carregarem.Tenho poucos contos publicados, me ajudaria muito se deixassem comentários pra eu ir melhorando meu estilo.
Um intervalo forçado
Depois do que contei nos episódios anteriores, ficou meio difícil de cruzar de novo com a milf gostosa. Ela viajava pra caramba por causa do trampo dela, e eu também tava enrrolado com outras paradas. Quando fui ver, um chinês teve a brilhante ideia de jantar sopa de morcego e o que veio depois todo mundo conhece: covid, isolamento social, preventivo, obrigatório e a puta que pariu.
Quando as coisas começaram a abrir, devagarzinho, a milf gostosa tinha reformulado o jeito dela de ganhar a vida. Não, seus mal pensados, ela não começou a fazer por dinheiro o que antes fazia de graça por ser puta. Ela montou um showroom pra atender as clientes dela com umas garantias pra evitar a porra do covid.
Apesar de não termos nos visto pessoalmente desde a foda, de vez em quando trocávamos WhatsApp ou direct em alguma rede social. E foi assim que a parada começou naquela época.
— Não, mano, tu não faz ideia. Tive que montar um showroom, álcool em gel, atender as gatinhas de máscara, uma bagunça!
— É, ninguém ia entrar, se não…
— Pois é, esquece. Pelo menos tá tudo tão parado que me jogaram esse apartamento de presente. Aluguel barato, bem localizado, marco os horários um por um, pra não juntar as clientes…
— Bom, é mais do que muita gente conseguiu, que teve tudo cortado com essa quarentena do caralho.
— Nem me fala. Mas também não vende porra nenhuma. Que gatinha vai vir comprar roupa importada se o povo tá em casa de pijama?
— É, verdade.
— Você deve ter alguém pra dar um presente, podia passar aqui que eu te mostro.
— Hahaha, não tenho namorada, e minha mãe não combina com o que tu vende…
— Não duvida, hein? Tu não sabe a quantidade de senhoras que vêm e levam alguma coisa. Tenho acessórios, de tudo…
A verdade é que com a quarentena meus ganhos também caíram, não tava a fim de comprar uma besteira que minha mãe provavelmente nem ia querer usar depois. Mas pelo visto, o que ela tinha de puta, tinha de boa vendedora.
— Hmm, sei não…
— Vai lá, vem que tu vai ver que alguma coisa vamos nos encontrar. Amanhã, por exemplo, tenho uma cliente às 2 da tarde e depois nada. Você pode vir.
—Beleza, vou pra conhecer teu showroom e te dar uma moral, mas acho que não…
—Pronto, te mando o endereço pelo Google Maps.
—Ok
—Vou deixar você, porque tá chegando uma cliente agora e tenho que abrir tudo pra ventilação cruzada e a porra toda.
—Haha, beijos.
—Tchau.
Quebrando o isolamento
No dia seguinte, no horário combinado, mandei um WhatsApp avisando que já tava lá embaixo. No prédio não viam com bons olhos o uso profissional, alguns apartamentos eram residenciais, e tinham medo de que o vírus ficasse grudado nos elevadores se subisse e descesse muita gente, sei lá, as merdinhas daquela época. Mesmo assim subimos pela escada, eram só dois andares até o apartamento da Vale.
— Bem-vindo! — ela disse quando entramos e tiramos as máscaras.
A verdade é que tava bem montado. Num cômodo tinha uns sofás de um lugar e um provador. No outro, cabideiros com roupa feminina. À primeira vista, não tinha nada pra uma senhora da idade da minha mãe.
— Nossa, você montou tudo muito lindo!
— Viu? Só que só pode fumar na cozinha. Te incomoda?
— Não, de boa.
— Vem comigo tomar uma cervejinha?
Fomos pra cozinha e sentamos um de frente pro outro nuns banquinhos, umas banquetas altas que ela tinha lá. Ela fechou a porta que ligava com o resto do showroom, ligou o exaustor e abriu uma janela.
— Ah, só me sobrou uma latinha — disse a Vale.
— Sem problema, dividimos. Não me faz mal relaxar, desde que começou a pandemia tô bebendo muita cerveja.
— Ai, nem me fala, eu também!
— Então a pandemia não mudou nada em você.
— Kkkk, não seja otário.
— Eu gosto das artesanais, algumas entregam em casa.
— Eu, de estresse, só comi e bebi, me sinto super gorda — disse ela levantando um pouco a regata que tava usando e deixando eu ver a cintura da calça jeans.
— Para de encher o saco, nada disso. Eu que tô mais barrigudo.
— Mas pra vocês, barriguinha fica sexy.
— Você não tem barriga nenhuma — falei esticando a mão e acariciando a pequena faixa de pele que tinha descoberto entre o jeans e a regata que ainda não tinha soltado.
— Kkkk, para. Toma — ela disse me passando um copo com cerveja. — Vamos brindar.
— Pelo seu showroom!
— Pelo meu showroom!
A gente deu uns goles e trocou umas besteiras sobre como tinha passado o período mais restrito. da quarentena. Não mostrava pressa nenhuma pra me vender nada. A camiseta dela tinha o colo solto, mostrando um baita decote. Por ser tão branquinha, dava pra ver que já tinha começado a pegar sol.
- E aí, onde você tá indo pegar sol agora?
- Vou na praça, mas de vez em quando…
- Mas já tem um bronzeado - falei, apontando pra clavícula dela com a mesma mão que segurava meu copo.
- Nada, eu me acho super branca.
- Isso aqui que é ser super branco - falei, apertando a pele do meu braço com a ponta do polegar.
Quando você aperta a pele e solta de repente, ela fica branca, destacando o contraste com a pele ao redor se estiver bronzeada. Que não era o meu caso.
- Já você…
Apertei do mesmo jeito, mas no peito dela, bem abaixo da clavícula.
- Olha como você tá bronzeada…
Ela baixou o olhar pro próprio peito e eu, em vez de tirar a mão, enfiei dentro do decote e levei até o peito dela, acariciando de uma vez.
- Ah, pronto - ela disse.
Quando levantou o olhar, me beijou de boca aberta. Que se foda tudo, se fosse pra pegar covid, que fosse chupando essas tetas maravilhosas.
- Uff, filho da puta!
Não sei se era pelo isolamento ou pela abstinência da quarentena, mas eu chupava e apalpava como quando era adolescente. Sem tirar a boca dos peitos dela, desabotoei o cinto e a calça jeans pra enfiar a mão dentro da calcinha fio dental dela.
- Ah, então, não perde tempo.
- Você não sabe a porra de gozo que tenho pra te dar.
- Ainda bem que continuo tomando pílula.
- Quer dizer que quer que eu coma no pelo, puta?
- Óbvio! Mas vamos pra outro lugar.
Sem abotoar a calça jeans, ela me pegou pela mão e me levou pro hall do showroom. Tinha um sofá de um lugar e ela sentou num dos braços, mas não sem antes terminar de se despir.
- Vamos ver, vagabundo, se você continua chupando igual chupou da outra vez…
Na hora, me ajoelhei diante dessa deusa. Como é gostoso chupar uma buceta! Pra torturar um pouquinho, comecei a dar chupadinhas no púbis dela, que continuava depilado, impecável, sem um pelito. Depois lambi suas virilhas, a dobra entre a barriga e a perna. Sentia como ela se contorcia de antecipação e ansiedade.
- Que filho da puta que você é!
Olha, eu lembrava dela ansiosa, mas ela estava desenfreada. Ela agarrou minha cabeça para levar direto na buceta quente dela. Não tive escolha a não ser dar um belo chupão no clitóris e começar a lamber com força. Chupei a pussy dela, não tem outro jeito de contar, e comecei a meter dois dedos porque achei que com um só não ia satisfazer ela.
- Ai, sim!
Coloquei os dois dedos juntinhos, com a ponta pra cima, e comecei a acariciar o ponto G dela fazendo o movimento de "vem" dentro da boceta dela. Meus lábios não davam descanso ao clitóris dela e em pouco tempo a pussy dessa puta era um verdadeiro charco. O tremor das pernas dela me avisou que ela ia gozar.
- Não para! Não para! Isso!
Ela apertou minha cabeça com as pernas pra garantir que eu não parasse de chupar. Coisa que eu não pretendia fazer, claro.
- Vou gozar! Vou gozar!
O fluxo dela encharcou todo o meu queixo enquanto ela chegava ao orgasmo. Quando levantei o olhar, vi ela ofegante, tentando recuperar o ar, com a cabeça jogada pra trás. Aproveitei pra me levantar e tirar o tênis, a calça jeans e toda a roupa. Quando tirei a cueca, ela pareceu reagir.
- Vem pra cá, você.
Ela pegou minha cock, já quase dura, e tratou de terminar de endurecer apertando com uma mão e chupando com vontade.
- Mete em mim, não aguento mais!
Assim como ela estava aberta sobre o apoio de braço do sofá, me inclinei um pouco e meti a cock. Queria ir devagar, mas ela estava tão molhada que a cabeça entrou de uma vez, depois foi alargando aos poucos até que consegui meter até o saco.
- Aaaah, que cock grossa que você tem!
- Era isso que você queria, puta?
Comecei a meter e tirar devagar, bem lento. A posição não era a mais confortável pra mim, mas compensava ter à vista e ao alcance aqueles peitos que tinham me rendido tanta punheta. arrancado durante a quarentena. Passei o polegar no clitóris e comecei a masturbá-la pra ela ficar bem apertadinha e, de quebra, gozar antes que eu tivesse uma cãibra.
- Filho da puta!
- Você gosta, né? Gosta, putinha…
- Sim!
- Queria pau?
- Queria sua piroca grossa na minha pussy.
- Você tá toda molhada, putinha…
- Ah, ah… Vou gozar!
Porra, que tesão que ela tava! Começou a se sacudir, ali em cima do sofá, apertando tanto a pussy que eu quase fui cuspido pra fora. Bem na hora que ela deu o último suspiro, virei a cabeça porque achei que vi um movimento. Será que tinha um olheiro?
Mas não, era o espelho. E aí caiu a ficha de que eu ia realizar uma das minhas fantasias: transar num provador.
- Sabia que sempre quis transar num provador?
- Ah, é?
- Sim. Não vamos ter a adrenalina de estar numa loja e alguém nos pegar, mas sabe de uma coisa…
- O quê?
- Amanhã, quando você estiver com uma cliente se trocando e ela te pedir uma saia de outro tamanho, você vai olhar pra esse espelho e lembrar das picas que comeu aqui.
- Ufff!
Fomos até o provador e ficamos de lado pro espelho. Virei ela, as mãos dela na parede, e por trás comecei a esfregar a pica na racha da bunda. O que me deixava com tesão era a marca da fio dental que ela usou pra pegar sol!
- Me come, filho da puta! Me come toda!
- Me mostra como você se toca na pussy, putinha.
- Ahhh, que tesão que você me dá!
Fiz ela implorar um pouquinho enquanto me esticava e, sem soltar a pica, com a outra mão pegava o celular.
- O que cê tá fazendo?
- Uma lembrancinha, não seja má.
- Não deixa aparecer meu rosto!
- A carinha de putinha que você tem?
Comecei a gravar enquanto batia a pica na bunda dela.
- Mostra essa buceta, puta… - Me fode!
- Mostra como você se masturba.
Ela me deu atenção. Era lindo ver os dedos dela com as unhas pintadas de madame chique esfregando a buceta.
Não aguentei muito e comecei a esfregar a pica nela.
- Aaah, sim! - Você se faz de madame fina, que vende roupa fashion pras outras madames finas, e aqui tá rebolando a bunda pra eu encher sua buceta de pau.
- Eu sou uma puta!
- O que você é?
- EU SOU UMA SUPER PUTA!
Aí comecei a comer ela um pouquinho, batendo uma com metade do pau na mão e enfiando a outra metade na boceta dela.
Já tava complicado pra caralho comer ela, filmar e tudo, então larguei o celular de lado e resolvi dar o gosto pra ela: deixei toda a pica ir pra dentro.- Quem te disse pra parar de se tocar, puta?
- Eu me toco! Continuo batendo uma, mas não para de me comer!
- Toma, puta, toma!
Segurei ela pela cintura com uma mão e continuei dando pirocadas fortes, metendo a pica pra dentro.
- Ai, filho da puta! Você vai me fazer gozar de novo!
- Goza em mim, puta, goza em mim!
Ela começou a bater uma no clitóris a toda velocidade e a buceta dela começou a se apertar ainda mais. Ela apertava minha pica e era impossível atrasar muito mais meu próprio orgasmo.
- Você vai querer a porra, puta?
- Sim!
- Pede.
- Me dá a porra! Enche minha buceta de porra!
As pernas dela ficaram tensas, o corpo tremia e ela começou a gozar, mas apertou tanto que, numa metida, minha pica saiu toda e não conseguiu mais entrar de tão fechada que a buceta ficou. Eu tava gozando na hora, então, em vez de deixar a porra dentro, espalhei os lábios da vulva com meu gozo.
- Aaaaaah! Toma!
A putinha continuava se tocando e espirrava pra todo lado o gozo dela, o meu gozo, fazendo uma mistura de fluidos que chegou até o espelho do provador. Fantasia realizada e desbloqueada.
Me afastei dela, que tinha ficado com as pernas apertadas como se quisesse prolongar o orgasmo. Quando se endireitou e se virou, me deu um beijo de língua, quase com gratidão.
- Você não sabe como eu tava precisando de uma foda assim, mano.
Sem eu falar nada, ela se inclinou, pegou minha pica e deu um baita chupão.
- Assim você leva ela limpinha – disse e deu um último beijinho estalado. – Vamos fumar um baseado? Tenho que ir.
- Beleza, mas vamos nos vestir, porque se fumarmos pelados vou querer te comer de novo.
- Tá bom. Além disso, quero colocar a tanga agora que tô toda leitada pra guardar seu cheirinho. Você não sabe a punheta que vou bater hoje à noite pensando em você!
Nos vestimos. Toquei e voltamos pra cozinha fumar o baseado do "depois de". Aí percebi que a quarentena tinha me cobrado o preço, sentia as pernas cansadas depois de foder em pé, não sei se teria aguentado uma segunda transa se tivesse tempo.
- Me dar o cu um dia, nem pensar, né?
- Não, mano. Olha, não sou tão fã de anal, ainda mais com uma rola tão grossa.
- Também não é que me enlouqueça. Se rolar...
- Já te deram muito?
- Algumas vezes...
- Estreou algum cu?
- Haha, alguns...
- Deve ter arrebentado todas, coitadinhas.
- Com paciência...
- Sim, sim, claro.
- E você? Tem alguma pendência?
- Nunca entrei numa suruba.
- Tá me zoando.
- Não, mano, não tô zoando. Antes da pandemia tava meio que com uma mina que pega sol comigo e um cara, mas o cara não me atraía muito.
- Seu primeiro menage seria com uma gostosa e um cara?
- Se for pra pensar, não. Eu preferia comer duas picas juntas.
- Não me surpreende, haha.
Tirei umas histórias dela que me fizeram morrer de rir e também me excitar. Quando num velório de um ex-colega de trabalho ela foi pra um motel com um cara. Quando uma empresa que ela trabalhava mandava só entregadores caras e, coitadinha, não teve jeito, foi fodendo os 4 um por um (imagino as conversas dos caras depois de levar encomendas pro escritório da MILF PUTA). Ou quando num dia de muito calor ela deixou um evangélico que tocou a campainha entrar e o desvirginou.
Depois do baseado saímos pra rua e acompanhei ela umas quadras até um supermercado. Ela precisava comprar coisa pra fazer o jantar pros filhos. Como já estávamos no bairro dela e alguém podia reconhecê-la, nos despedimos como amigos, com um beijo no rosto. Não dava pra saber, mas foi a última vez que a vi, pelo menos pessoalmente.O que vem por aí da milf gostosa?
Nos próximos capítulos vou contar pra vocês as aventuras dela na Espanha e, espero, convencê-la a deixar eu postar aqui um pouco do que ela me mandou. Além disso, tem uma parada que ela não tá me contando e deve ser muito pornô pra ela não querer me falar, considerando tudo o que ela já me contou, né?
2 comentários - Reencontrei uma milf gostosa (5) com gifs