Terminei de criado da minha patroa (11): Engravidar minha pa

A orgia se estendeu até de madrugada, transei com todas as mulheres, sempre gozei dentro da Susana ou da Clara. Fomos dormir, o estranho foi que a Susana nos convidou pra dormir com ela, o que surpreendeu a Valentina. Juli e Clara dividiram outro quarto, e o Hernán e o marido dela, outro. Acordamos perto das dez, tanto a Vale quanto a Susana estavam dormindo no meu peito. Depois de uns beijos entre nós três, levantamos. Não liguei muito pra chegar atrasado no trabalho, acho que se os donos não se importavam, eu também não. Depois do almoço, tínhamos uma reunião de diretoria na empresa. Começamos a tomar café da manhã e o Hernán falou mais ou menos sobre o que seria a reunião.Clara:A reunião da gerência ontem à noite foi mais divertida.

Todo mundo riu da sacada, e seguimos com o assunto, dá pra dizer que foi um café da manhã de trabalho. Já quando a gente tava se preparando pra ir embora, minha mina me consultou.Vale:Querido, você me falou que neste fim de semana é o aniversário da sua mãe.

Alberto: Ela está doida com isso, porque chegam parentes da Espanha e ela não acha adequado comemorar em casa, e com tão pouco tempo não consegue lugar.

A verdade é que ela estava com pena. No fundo da casa dos meus pais tem um quincho, um lugar pra gente se reunir entre familiares ou fazer um churrasco. Mas não era muito grande, apertado cabiam umas vinte pessoas, e minha mãe não queria passar vergonha com as irmãs dela, que tinham uma vida melhor no velho continente. A questão é que minhas tias sempre esfregavam na cara os empregos dos filhos delas em grandes empresas, e agora iam vir as duas irmãs com os maridos e alguns filhos e netos. E há dois dias avisaram que iam aparecer no aniversário dela. Se a isso somássemos a gente que sempre ia cumprimentá-la, como eu disse, minha mãe era um ser muito especial, aquela que todo mundo gostava e onde quer que fosse tinha um amigo ou conhecido.Vale:Querido, deixa eu te ajudar, até porque já tá na hora de você me apresentar pros sogrão.

Eu queria falar pra ela não se preocupar, que ela ia dar um jeito. Mas ela pegou o celular e ligou pra secretária, mandou encontrar um lugar bom pra fazer um aniversário em San Nicolás. Eu fui com a Valentina embora da mansão, enquanto ela na caminhonete falava com a secretária, eu pensava como minha mãe ia lidar com essa situação toda. Cheguei em casa e entrei pra trocar de roupa rápido, a Vale já tinha se trocado na mansão, aproveitando que tinha roupa nas malas de viagem. Enquanto eu me arrumava no banheiro pensando na reunião, a Vale falou comigo.Vale:Querido, vou passar o contato da sua mãe pra pessoa que vai cuidar do evento.
- Na real, não tava nem aí se ela mexesse no meu celular, então compartilhei o contato da minha mãe e mandei pra secretária dela.

Já na caminhonete, minha namorada me contou o salão que tinha alugado pra minha mãe. Era um salão de eventos dos mais chiques e caros da cidade, daqueles lugares que você vai e só senta, com comida, bebida e até show ao vivo, onde as empresas fazem reuniões ou os ricos casam. A gente tava quase chegando na empresa quando meu celular tocou. Era minha santa mãe. Conectei no viva-voz da caminhonete.

Ela tava histérica. O organizador de eventos do salão tinha acabado de ligar pra ela escolher o serviço, o cardápio, o show e até o bolo. Mais ou menos, contei uma meia verdade: que, como era aniversário dela e ela devia ficar tranquila e aproveitar, minha namorada tinha escolhido dar a festa de presente, pra ela não se preocupar com nada. Claro que a Valéria tava ouvindo tudo.Mãe:Namorada, que namorada?. A mina gostosa da outra vez, Julieta chamava.Vale:— Oi, sogra — falei, interrompendo. — Me chamo Valentina, e não sabia que seu filho tinha trazido outra namorada. — Ri com malícia, enquanto minha mãe gaguejava, sem saber onde se enfiar.

Alberto: Calma, mãe, não tem nada pra esconder. A Valentina tá te fazendo uma piada, amanhã você vai conhecê-la. — Já imaginava ela inventando uma história pra se livrar do problema. — Foca no seu aniversário, em ficar linda e aproveitar tudo. A gente vai amanhã. Agora tô indo pra uma reunião importante. Tchau, te amo.

Nos despedimos e a Vale continuava rindo. Já via as histórias que minha mãe devia estar imaginando na cabeça dela.

Chegamos na reunião e todo mundo já estava lá. Cada gerente com seus respectivos diretores. Os cinco diretores da minha área se surpreenderam quando ocupei a cadeira de gerente. Depois, a CEO, dona Susana, começou a contar nos mínimos detalhes toda a investigação feita contra os cinco diretores. O advogado da empresa destacou as penas que eles podiam pegar — só com a de contrabando já arriscavam de doze a quinze anos, e com todas as outras causas, dava um belo número.

Em seguida, me apresentou como o novo gerente, e minha missão principal era corrigir os erros que permitiram que uma área-chave da empresa se envolvesse em tantos crimes. Vale frisar que isso não vazou pra lugar nenhum, foi tudo muito discreto e não teve escândalo na mídia. O poder do dinheiro, eu diria.

A reunião se estendeu por mais algumas horas. Quando terminou, fui pro meu andar, onde comecei uma nova reunião com os diretores. Lá, minha secretária já estava me esperando. Mercedes era uma das mais antigas da empresa e uma das mais espertas — tinha sido secretária do Miguel Ángel por muitos anos. A reunião foi rápida.Alberto:Escolhi vocês porque são os mais adequados pro cargo, além de serem pessoas honestas, isso pesa muito. A ordem que tenho é colocar toda a gerência nos eixos, tirar os elementos ruins e fazer a área toda funcionar como um relógio suíço.

Não quis me alongar muito, dei total liberdade de ação, mas também disse que teriam que arcar com as consequências de cada erro. Uma coisa que a chefe me falou: que todo mundo pensasse que fui eu quem escolhi vocês, assim seriam meus homens. Mercedes me deixou a par de quase tudo, acho que ela mesma teria sido uma boa gerente, conhecia quase todos os esquemas. Também tinha um relatório destacando todos os erros que foram cometidos depois da morte do Miguel Ángel, e que possibilitaram o trabalho dos bandidos. Muito disso eu já tinha visto e reportado na minha investigação, de outras coisas não tinha me ligado, ia ter bastante trabalho pela frente.

Na saída, meus amigos me cercaram, me abraçaram, estavam rindo, de verdade estavam felizes por mim. Era algo fascinante alguém celebrar seus sucessos com você.Lautaro:O que é ter namorada com influências, talvez a gente também consiga pegar alguma das outras Gerentes, ou a CEO.Alberto:Hernán me perguntou se eles eram passivos, e eu disse que achava que sim. - Eles pularam pra me bater.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Um jantar e uma saída pra beber, no mínimo tu tem que pagar.Lautaro:Vamos, amigão, tua mina te deixou de coleira curta, hein?
- Se eles soubessem, eu tava rindo sozinho.

Seguimos caminhando, fazendo nossas piadas, enquanto eu encontrava conhecidos que me cumprimentavam e parabenizavam. Notei a distância que alguns colocavam e o respeito. Os únicos que continuavam iguais eram meus amigos. A Vale tinha me falado que ia se encontrar com a Juli e umas amigas naquela noite, não sabia que ela tinha amigas tão íntimas fora do grupo, aliás, achava que ela não tinha ninguém fora do grupo.

Então fui jantar e tomar uns drinks com meus amigos, de vez em quando a Vale mandava mensagem. Foi aí que descobri que era uma reunião de ex-alunas do colégio, daqueles super exclusivos e elitistas, onde todas são amigas e, quando uma sai, já tão falando mal pelas costas, aquelas amigas da alta sociedade, onde a inveja e o rancor reinam. Bom, tudo isso ela me contou enquanto eu tava com a galera, já tínhamos jantado e fomos pra um bar perto.

Eles ficavam me zoando por responder minha mina, a gente tava se divertindo pra caralho, soltões, e foi aí que a Maria entrou no bar, com as amigas e colegas de trabalho. Os caras me fizeram um sinal, mas ela nos viu e veio reto na nossa direção.María:Fala, galera, aí estão. Parabéns, Alberto, ninguém merecia mais esse cargo do que você.
Parecia que ela tava meio bebida e vinha de outro lugar, como a área era cheia de bares, era o mais provável.Alberto:Valeu, Maria. E aí, meninas, tudo bem? — fiz um cumprimento geral.

Enquanto isso, Maria sentou direto na nossa mesa e ficou falando de tudo um pouco, até soltava cada coisa sem querer. Não parava de me olhar e mandar indiretas, eu só sorria. Já eram onze e meia da noite, eu tava desconfortável com a situação, até que chegou uma mensagem da Clara.Clara:Olá, selvagem, não sei o que você tá fazendo, mas tem duas fêmeas no cio aqui, ovulando, a gente precisa de você.

Pra ser sincero, já não tava mais a fim de ficar lá, desde que a Maria e as amigas dela chegaram, eu me sentia desconfortável. Então me despedi e saí, a Maria tentou me convencer a dar uma carona, mas falei que não dava porque tinha que buscar alguém. A cara dela foi de decepção, mas não liguei, como eu disse, de um tempo pra cá ela tava estranha comigo, e era óbvio que queria alguma coisa, mas eu tava na minha, até porque com quatro mulheres gostosas nem dava pra olhar pra outra. Os caras ficaram com o grupo da Maria por mais um tempo e depois foram embora acompanhados por duas amigas dela.

Cheguei em poucos minutos na mansão da Susana, quando subi no quarto dela, as duas estavam de lingerie, rendada, a loira com um conjunto vermelho e cinta-liga, com transparências, a morena com um conjunto branco que destacava o corpo dela, e uma camisola transparente pequena, dava pra ver que estavam brincando, porque a Clara ajeitou a dela enquanto eu entrava, tinham um pouco de batom borrado, e ambas já estavam com os bicos dos peitos duros.Susana:Lá vai nosso garanhão querer nos engravidar, vamos ver se ele acerta. – Aí eu entendi que iam me ordenhar.

Clara se aproximou de mim e começou a me despir, enquanto a chefe passou um cinto atrás da minha nuca e me puxou para ela, me dando um beijo pornô, não tem outra definição, com muita língua e saliva. Nos enroscamos num beijo quase sem nos separar, enquanto Clara terminava de me despir e cuidava oralmente do meu pau.

As garotas estavam tesudas, porque nem o boquete nem o beijo eram calmos. Enquanto isso, eu tinha enfiado uma das minhas mãos entre as nádegas da chefe e masturbava a buceta dela por trás. O calor e a umidade eram um termômetro para saber o nível de tesão dela. Eu continuei brincando na entrada da buceta dela sem penetrar, até que Susana se desesperou, me empurrou na cama, tirou a calcinha fio dental e veio para cima de mim.Susana:Chega de joguinhos. Os olhos dela estavam brilhando, ela estava ofegante, no cio.

Ela me empurrou na cama e subiu em cima de mim, pegou meu pau e se deixou cair, soltou um gemido e ficou uns segundos parada, enquanto a Clara tinha subido na cama com a gente e começou a beijar ela, puxou os peitos dela pra fora do sutiã e chupou um deles. A Susana começou a se mexer, na verdade ela levantava e caía, tava me montando que nem uma amazona, enquanto eu enfiei uma mão na buceta da Clara, tive que puxar a calcinha fio dental dela, e a outra mão no peito livre da Susana. A verdade é que não consegui me concentrar muito porque minha chefe tava caindo com tudo e tinha pegado um ritmo bem acelerado, e no vai e vem, às vezes meu pau dobrava um pouco, me dando dor e prazer ao mesmo tempo.

A gente percebeu que ela tava perto de gozar, parecia possuída pulando no meu pau.Alberto:Clara, o cu dela. - não precisei de mais nada, eu também tava perto de gozar.

Clara enfiou dois dedos no cu dela, e minha chefe começou a gozar forte, não parou por aí e se jogou no meu peito e ficou imóvel, aproveitei e agarrei as bundas dela e comecei a fazer força com minhas pernas e levantei ela um pouco, comecei uma metida e tirada brutal que levou minha chefe a mais um orgasmo, enquanto Clara continuava furando o cu dela com os dedos, eu não aguentei mais e gozei dentro dela.

Clara terminou de se despir, foi e voltou com algo pra beber, nos deu dois copos, enquanto bebia se meteu entre as pernas da Susana que tava do meu lado e começou a lamber a buceta dela e o meu gozo que saía de lá, não satisfeita com isso Clara levou uma mão pro meu pau e começou a acariciar ele, meu pau ainda tava sensível e ver uma mulher tão gostosa comendo a buceta de outra com a bunda pra cima é um estímulo que levanta qualquer morto, vírus zumbi nada, show lésbico levantou meu morto.Clara:Acho que é minha vez — disse ela, se lambendo, mas não conseguiu fazer muito porque Susana a obrigou a continuar com o que estava fazendo.

Fiquei atrás da Clara e a penetrei, que sensação gostosa, que raba mais preciosa, redondinha, malhada na academia, abri bem e enquanto a penetrava comecei a brincar com o cu dela, enquanto a chefe a xingava, chamava de puta safada, puta, que se quando engravidasse ia continuar sendo a mesma puta, tudo coisa que esquentava ainda mais as duas vadias, porque a verdade é que a Clarita também estava igual, soltando bastante líquido. Quando percebi que o cu dela tinha dilatado bem, enfiei meu polegar lá dentro, Clara explodiu num orgasmo magnífico, bem na hora que Susana também teve um orgasmo. Essa última se recuperou mais rápido e foi direto chupar meu pau.Clara:— Não, raposinha, agora é minha vez, ainda não recebi o leite dela — disse ela, falando entrecortado.

Era óbvio que tinha regras entre elas. Susana me largou e foi pegar alguma coisa, enquanto Clara me fez deitar e subiu em cima de mim. Ela mal conseguia respirar, ainda não tinha se recuperado, e mexia os quadris bem devagar. Quando vi que a chefa voltava do vestiário, ela tinha colocado um arnês com um pau de borracha, e trazia um pote de lubrificante na mão, que passava no brinquedo como se estivesse masturbando ele. O olhar dela estava fixo na bunda da amante. Subiu na cama e agarrou Clara por trás, abrindo suas nádegas. Eu vi o rosto dela se desfigurar enquanto a chefa a penetrava, uma careta de dor.

Ela começou a xingar em todas as línguas conhecidas, apoiou a cabeça no meu ombro, deixando uma posição melhor para a amiga meter nela, enquanto Susana tinha um sorriso diabólico. Eu sentia o pau de plástico dentro do cu.Susana:Então a putinha queria pica, hoje ela se cansou de comer pica por todo lado.

A chefe estava possessa e bombava o cu da amiga até detonar ele. Enquanto a Clara gemia no meu pescoço, verdade seja dita, eu percebia que a dor já tinha passado e ela tava gemendo de prazer. Eu peguei as nádegas dela e abri mais pra penetração ser mais funda. A Susana sorriu pra mim e começou a meter com tudo, enquanto batia nas nádegas dela onde minhas mãos permitiam. A Clara, uns minutos depois, gozou de novo com força. As contrações da buceta dela, mais a pressão do pau de plástico, fizeram eu gozar dentro dela também, e por último a Susana também gozou. Ainda fizemos isso por mais um tempo naquela noite, embora a intensidade tenha caído claramente.

Dormimos até depois do meio-dia. Dessa vez eu queria descansar bem, porque era meu sábado de folga. Levantamos direto pra almoçar. A boa vibe entre nós três era algo que eu curtia. Acho que consegui quebrar a casca da Susana, que, embora seja a mais distante das quatro mulheres, já me tratava como mais um do grupo. Ela conversava, e até quando eu empurrava ela ou dava um tapão na bunda dela na cozinha, ela só me dava um sorriso. As meninas queriam que eu tirasse um cochilo com elas, mas sinceramente, acho que não ia rolar. Eu tinha passado duas noites bem agitadas, e além disso, não ia descansar. Daí fui pro meu apartamento tirar uma soneca, depois tomei banho e me troquei pra ir pra casa da minha namorada.

Uma coisa que não contei foi que na sexta à tarde e no sábado, recebi um monte de mensagens do meu irmão, da minha mãe e do meu pai, perguntando sobre minha namorada, o salão de festas, a Julieta e tudo mais. Eu respondi com evasivas e falei que explicaria no aniversário. Só no sábado à tarde consegui falar com meu irmão. Ele me disse que minha mãe estava eufórica porque no sábado ao meio-dia foram ver o salão, e até apresentaram a banda que ia tocar ao vivo e o DJ. Também provei o menu, ela me disse que pra ficar à altura, os três tinham ido comprar roupa nova.

Também me contou que a namorada dele ia, eu conhecia ela, era a Elena, a melhor amiga da minha ex, e meio arpia e interesseira, tavam juntos há uns meses, fisicamente era uma gata, eu sempre desconfiei que ela aconselhou minha ex a terminar comigo, mas bom, se foi assim, foi pra melhor.

Quando minha mãe me contou outro dia que meu irmão tava namorando a Elena, pensei que ela não era mulher pra ele. Olha, ela sempre saiu com caras de grana, bem mais velhos que ela, e sempre me via como pouca coisa pra melhor amiga dela, até vi uma mensagem que ela mandou pra minha ex uma vez, dizendo: "Amiga, você merece o melhor, você merece mais na sua vida." Mas como eu disse, se ela ajudou a eu estar onde estou agora, eu era grato.

Eu esperei na casa da minha namorada, a Juli e a Vale que tinham ido no salão, também foram fazer compras pra comprar um vestido e um presente pra minha mãe, que ela me deu, era um relógio da Bulgari com detalhes em ouro dourado e branco, quando vi a nota quase tive um treco, 25.500 dólares, não consegui interromper porque chegou o maquiador dela, essas mulheres não deixavam nada ao acaso, a Juli me tirou dali e me levou pra tomar um café na cozinha, conversamos animadamente, até me contou a noite dela com as ex-colegas, me disse que a Vale passou mal, mas pelo jeito dela, ela não tava nem aí e tudo escorregava.

E como se nada fosse, fez referência à minha noite com as minas, com um sorriso maroto, me disse que eu tinha que começar a montar meu time de futebol com meus filhos.

Quando a Valentina desceu, a verdade é que valeu a pena esperar, os cabelos loiros, os olhos verdes, tudo se destacava pelo penteado e maquiagem, ela tava enfiada num vestido cinza com brilhos que colavam no corpo dela, tava amarrado no pescoço, as costas de fora, e uns sapatos combinando, era a elegância em pessoa, destacava as curvas dela sem ser vulgar. A verdade é que meu coração bateu mais rápido quando eu vi ela.

Saímos quase juntos, ela queria que a gente fosse no helicóptero da empresa, eu não vi necessidade pra 150 km, aliás já ia ser difícil explicar tudo isso, imagina se eu chego de helicóptero. Uma coisa que eu tinha percebido neles é que não ligavam pra se exibir, me explico: alguns ricos que eu já tinha visto compravam os superesportivos mais caros, limusines ou iates ultra luxuosos, pra eles ostentação não era prioridade. Até tinham carros bons ou casas legais, a maioria era casas luxuosas em bairros caros, mas que não destoavam da casa do vizinho. A única exceção era a mansão da Susana.

A Valentina quis que a gente fosse no Mercedes Benz AMG GT C Roadster dela, em alguma coisa eu tinha que ceder, então dirigi o carrinho da minha mina. Quando peguei a estrada, me dei ao luxo de acelerar e testar a potência, é uma adrenalina única.

O caminho foi divertido, porque a gente foi conversando sobre o que podia falar pros meus pais. Como não nos decidíamos, fizemos uma videoconferência com o círculo todo. A gente foi rindo de cada ideia, a Juli falou pra dizer que eu tinha um harém, a Clara falou pra dizer que tava num relacionamento poli amoroso, a Susana insistia que a gente tinha que falar a verdade e não ligar pro que os outros iam dizer, e o Hernán era o mais sensato: falar uma verdade pela metade. Bom, os meninos nos acompanharam parte do caminho conversando com a gente.

Chegamos no salão, era ao lado de um hotel cassino cinco estrelas, o único da minha cidade. A gente tava chegando atrasado, meu irmão já tinha me mandado umas mensagens. Estacionamos e entramos no salão, tava tudo lindo, a entrada cheia de flores, do jeito que minha mãe gosta.

A gente entrava no salão e tinha um pátio interno com uma fonte e muitas flores, a música tava suave e todo mundo tava em pé conversando enquanto os garçons serviam bebidas e canapés. Quando entrei com minha mina, todo mundo ficou olhando pra gente, claramente a Valentina era O centro das atenções, todos os olhares se voltaram pra ela, e não é à toa — a juventude dela, dez anos mais nova que eu, a beleza: uma loira de olhos verdes com cara de santinha. O rosto dela era pura doçura e ternura, vestida com muito estilo e com um andar que parecia o de uma gazela. Consegui ver meus parentes da Espanha, minha ex com a namorada do meu irmão, e minha família que vinha me receber. Essa noite estava ficando cada vez mais interessante.Os outros capítulos:






Parte 10:

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Parte 9:

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Parte 8:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6137960/Termine-de-criado-de-mi-jefa-8-encule-a-mi-jefa.html


Parte 7:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6123873/El-criado-de-mi-jefa-7-Primer-intento-de-prenar-a-Clara.html


Parte 6:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6115704/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-6.html


Parte 5:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6108175/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-5.html


Parte 4:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6100261/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-4.html


Parte 3:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6091894/Termine-de-criado-de-mi-jefa-el-semental-3.html


Parte 2:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6091885/Termine-de-criado-de-mi-jefa-el-semental-2.html


Parte 1:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6083789/Termine-de-criado-de-mi-jefa.html

3 comentários - Terminei de criado da minha patroa (11): Engravidar minha pa

Exelente relatooo cuando más capítulos de esta historia no puede acabar asiii.. Y sigo esperando más relatos de me pagaron una deuda
Hola, buenas. Gracias por pasar, para la semana que viene sale ese relato
Excelente relato y en espera de los demás relatos, ya que están muy buenos,
Saludos
Broh para cuando la continuación de este relato?