A orgia se estendeu até de madrugada, transei com todas as mulheres, sempre gozei dentro da Susana ou da Clara. Fomos dormir, o estranho foi que a Susana nos convidou pra dormir com ela, o que surpreendeu a Valentina. A Juli e a Clara dividiram outro quarto, e o Hernán e o marido dela, outro. Acordamos perto das dez, tanto a Vale quanto a Susana estavam dormindo no meu peito. Depois de uns beijos entre nós três, levantamos. Não me importei muito de chegar atrasado no trabalho, acho que se os donos não ligavam, eu também não. Depois do almoço, tínhamos uma reunião de diretoria na empresa. Começamos a tomar café da manhã e o Hernán falou mais ou menos sobre o que seria a reunião.Clara:A reunião da gerência ontem à noite foi mais divertida.
Todo mundo riu da sacada, e seguimos com o assunto, dá pra dizer que foi um café da manhã de trabalho. Já quando a gente tava se preparando pra ir embora, minha mina me consultou.Vale:Querido, você me falou que neste fim de semana é o aniversário da sua mãe.
Alberto: Ela está doida com isso, porque chegam parentes da Espanha e ela não acha legal comemorar em casa, e com tão pouco tempo não consegue lugar.
A verdade é que ela estava meio triste. No fundo da casa dos meus pais tem um quincho, um lugar pra gente se reunir entre família ou fazer um churrasco. Mas não era muito grande, no aperto cabiam umas vinte pessoas, e minha mãe não queria passar vergonha na frente das irmãs dela, que tinham uma vida melhor no velho continente. A questão é que minhas tias sempre esfregavam na cara os empregos dos filhos delas em grandes empresas, e agora iam vir as duas irmãs com os maridos e alguns filhos e netos. E faz dois dias que avisaram que iam aparecer no aniversário dela. Se a isso a gente somasse a galera que sempre ia cumprimentá-la, como eu disse, minha mãe era uma pessoa muito especial, daquelas que todo mundo gosta e onde quer que fosse tinha um amigo ou conhecido.Vale:Querido, deixa eu te ajudar, até porque já tá na hora de você me apresentar pros sogrão.
Eu queria falar pra ela não se preocupar, que ela ia dar um jeito. Mas ela pegou o celular e ligou pra secretária, mandou ela achar um lugar bom pra fazer um aniversário na cidade de San Nicolás. Eu fui com a Valentina embora da mansão, enquanto ela na caminhonete falava com a secretária, eu ficava pensando como minha mãe ia lidar com toda essa situação. Cheguei em casa e entrei pra me trocar rápido, a Vale já tinha se trocado na mansão, aproveitando que tinha roupa nas malas de viagem. Enquanto eu me arrumava no banheiro pensando na reunião, a Vale falou comigo.Vale:Querido, vou passar o contato da sua mãe pra pessoa que vai cuidar do evento.
- Na real, não tava nem aí se ela mexesse no meu celular, então ela pegou o contato da minha mãe e mandou pra secretária dela.
Já dentro da caminhonete, minha namorada me contou o salão que tinha alugado pra minha mãe. Era um salão de eventos dos mais chiques e caros da cidade, daqueles lugares que você vai e só senta, com comida, bebida e até show ao vivo, onde as empresas fazem reuniões ou os ricos casam. A gente tava quase chegando na empresa quando meu celular tocou. Era minha santa mãe. Conectei no viva-voz da caminhonete.
Ela tava histérica, acabava de ser chamada pelo Organizador de Eventos do salão pra escolher o serviço, o menu, o show e até o bolo. Mais ou menos, eu contei uma meia verdade: que, como era aniversário dela e ela devia ficar tranquila e aproveitar, minha namorada tinha escolhido dar a festa de presente, pra ela não se preocupar com nada. Claro que a Val estava ouvindo tudo.Mãe:Namorada, que namorada?. A gostosa da outra vez, chamava Julieta.Vale:— Oi, sogra — falei, interrompendo. — Me chamo Valentina, e não sabia que seu filho tinha trazido outra namorada. — Ri com malícia, enquanto minha mãe gaguejava, sem saber onde se enfiar.
Alberto: Calma, mãe, não tem nada pra esconder. A Valentina tá te zoando, amanhã você vai conhecê-la. — Já imaginava ela inventando uma história pra se livrar do problema. — Foca no seu aniversário, em ficar linda e aproveitar tudo. A gente vai amanhã. Agora tô indo pra uma reunião importante. Tchau, te amo.
A gente se despediu e a Vale continuava rindo. Já via as histórias que minha mãe devia estar imaginando na cabeça dela.
Chegamos na reunião e todo mundo já tava lá, cada gerente com seus respectivos diretores. Os cinco diretores da minha área se surpreenderam quando ocupei a cadeira de gerente. Depois, a CEO, dona Susana, começou a contar nos mínimos detalhes toda a investigação feita contra os cinco diretores. O advogado da empresa destacou as penas que eles podiam pegar — só com a de contrabando já arriscavam de doze a quinze anos, e com todas as outras causas, dava um belo tempo.
Em seguida, me apresentou como o novo gerente, e minha missão principal era corrigir os erros que permitiram que uma área-chave da empresa se envolvesse em tantos crimes. Vale dizer que isso não vazou pra lugar nenhum, foi tudo muito discreto e não teve escândalo na mídia. O poder do dinheiro, eu diria.
A reunião se estendeu por mais algumas horas. Quando terminou, fui pro meu andar, onde comecei uma nova reunião com os diretores. Lá, minha secretária já me esperava. Mercedes era uma das mais antigas da empresa e uma das mais espertas — tinha sido secretária do Miguel Ángel por muitos anos. A reunião foi rápida.Alberto:Escolhi vocês porque são os mais adequados pro cargo, além de serem pessoas honestas, isso pesa muito. A ordem que tenho é colocar toda a gerência nos eixos, tirar os elementos ruins e fazer a área inteira funcionar como um relógio suíço.
Não quis me alongar muito, dei total liberdade de ação, mas também disse que teriam que arcar com as consequências de cada erro. Uma coisa que a chefa me falou: que todos pensassem que fui eu quem escolhi vocês, assim seriam meus homens. Mercedes me deixou a par de quase tudo, acho que ela mesma teria sido uma boa gerente, conhecia quase todos os esquemas. Também tinha um relatório destacando todos os erros que foram cometidos depois da morte do Miguel Ángel, e que possibilitaram o trabalho dos criminosos. Muito disso eu já tinha visto e reportado na minha investigação, outras coisas eu não tinha percebido — teria bastante trabalho pela frente.
Na saída, meus amigos me cercaram, me abraçaram, estavam rindo, de verdade estavam felizes por mim. Era algo fascinante alguém celebrar seus sucessos com você.Lautaro:O que é ter namorada com influências, talvez a gente também consiga pegar alguma das outras Gerentes, ou a CEO.Alberto:Hernán me perguntou se eles eram passivos, e eu disse que achava que sim. – Eles pularam pra me bater.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Um jantar e uma saída pra beber, no mínimo tu tem que pagar.Lautaro:Vamos, amigão, tua mina te deixou de coleira.
- Se eles soubessem, eu tava rindo sozinho.
Seguimos andando, fazendo nossas piadas, enquanto eu encontrava conhecidos que me cumprimentavam e parabenizavam. Notei a distância que alguns colocavam e o respeito. Os únicos que continuavam iguais eram meus amigos. A Vale tinha me falado que ia se encontrar com a Juli e umas amigas naquela noite, não sabia que ela tinha amigas tão íntimas fora do grupo, aliás, achava que ela não tinha ninguém fora do grupo.
Então fui jantar e tomar uns drinks com meus amigos, de vez em quando a Vale me mandava mensagem. Aí fiquei sabendo que era uma reunião de ex-alunas do colégio, daqueles super exclusivos e elitistas, onde são todas amigas e, quando uma sai, já tão falando mal pelas costas, aquelas amigas da alta sociedade, onde rola inveja e rancor. Bom, tudo isso ela me contou enquanto eu tava com a galera, já tínhamos jantado e fomos pra um bar perto.
Eles me zuavam por eu responder minha mina, estávamos nos divertindo pra caralho, soltões, e foi aí que a Maria entrou no bar, com as amigas e colegas de trabalho. Os caras me fizeram um sinal, mas ela nos viu e veio na nossa direção.María:Fala, galera, aqui estão. Parabéns, Alberto, ninguém merecia mais esse cargo do que você.
Parecia que ela tava meio bebada e vinha de outro lugar, como a área era toda de bares, era o mais provável.Alberto:Valeu, Maria. Como é que vocês tão, minas? — fiz um cumprimento geral.
Enquanto isso, a Maria sentou direto na nossa mesa e ficou falando de tudo um pouco, até soltava umas línguas a mais. Não parava de me olhar e mandar umas indiretas, eu só sorria. Já eram onze e meia da noite, eu tava desconfortável com a situação, até que chegou uma mensagem da Clara.Clara:E aí, selvagem, não sei o que você tá fazendo, mas tem duas fêmeas no cio aqui, ovulando, e a gente precisa de você.
A verdade é que já não tava mais afim de ficar lá, desde que a Maria e as amigas dela chegaram, eu me sentia desconfortável. Então me despedi e vazei, a Maria tentou me convencer a dar carona, mas falei que não dava porque tinha que buscar alguém. A cara dela foi de decepção, mas não liguei, como eu disse, de um tempo pra cá ela tava estranha comigo, e era óbvio que queria alguma coisa, mas eu tava na minha, até porque com quatro mulheres gostosas nem dava pra olhar pra outra. Os caras ficaram com o grupo da Maria por mais um tempo e depois foram embora acompanhados por duas amigas dela.
Cheguei em poucos minutos na mansão da Susana, quando subi no quarto dela, as duas estavam de lingerie, rendada, a loira com um conjunto vermelho e cinta-liga, com transparências, a morena com um conjunto branco que destacava o corpo dela, e uma camisolinha transparente, dava pra ver que estavam brincando, porque a Clara ajeitou a dela enquanto eu entrava, tinham um pouco de batom borrado, e as duas já estavam com os bicos dos peitos durinhos.Susana:Lá vai nosso garanhão querer nos engravidar, vamos ver se ele acerta. – Aí eu entendi que iam me ordenhar.
Clara se aproximou de mim e começou a me despir, enquanto a chefe passou um cinto atrás da minha nuca e me puxou para ela, me dando um beijo pornô, não tem outra definição, com muita língua e saliva. Nos enroscamos num beijo quase sem nos separar, enquanto Clara terminava de me despir e cuidava do meu pau com a boca.
As garotas estavam no fogo porque nem o boquete nem o beijo eram calmos. Enquanto isso, eu tinha enfiado uma das minhas mãos entre as nádegas da chefe e masturbava a buceta dela por trás. O calor e a umidade eram um termômetro para saber o nível de tesão dela. Eu continuei brincando na entrada da buceta dela sem penetrar. Susana ficou desesperada e acabou me empurrando na cama, tirou a calcinha fio dental e veio para cima de mim.Susana:Chega de joguinhos. Os olhos dela estavam brilhando, ela estava ofegante, no cio.
Ela me empurrou na cama e subiu em cima de mim, pegou meu pau e se deixou cair, soltou um gemido e ficou uns segundos parada, enquanto Clara tinha subido na cama com a gente e começou a beijá-la, tirou os peitos dela do sutiã e chupou um deles. Susana começou a se mexer, na verdade ela se levantava e se deixava cair, estava me montando que nem uma amazona, enquanto eu levei uma das minhas mãos na buceta de Clara, tive que puxar a calcinha fio dental dela, e a outra no peito livre de Susana. A verdade é que não consegui me concentrar muito porque minha chefe se deixava cair com violência e tinha pegado um ritmo bem acelerado, e entre as enfiadas e puxadas, às vezes meu pau dobrava um pouco, me dando dor e prazer ao mesmo tempo.
Percebemos que ela estava perto de gozar, parecia possessa pulando no meu pau.Alberto:Clara, o cu dela.- não precisei de mais nada, eu também tava perto de gozar.
Clara enfiou dois dedos no cu dela, e minha chefa começou a gozar forte, não parou por aí e se jogou no meu peito e ficou imóvel, aproveitei e agarrei as nádegas dela e comecei a fazer força com minhas pernas e levantei ela um pouco, comecei uma metida e tirada brutal que levou minha chefa a mais um orgasmo, enquanto Clara continuava furando a bunda dela com os dedos, eu não aguentei mais e gozei dentro dela.
Clara terminou de se despir, foi e voltou com algo pra beber, nos deu dois copos, enquanto bebia se meteu entre as pernas da Susana que tava do meu lado e começou a lamber a buceta dela e o meu esperma que saía de lá, não satisfeita com isso Clara levou uma mão pro meu pau e começou a acariciar ele, meu pau ainda tava sensível e ver uma mulher tão gostosa comendo a buceta de outra com a bunda levantada é um estímulo que levanta qualquer morto, vírus zumbi nada, show lésbico levantou meu defunto.Clara:Acho que é minha vez." — disse ela, se lambendo, mas não conseguiu fazer muito porque Susana a obrigou a continuar com o que estava fazendo.
Fiquei atrás da Clara e a penetrei, que sensação gostosa, que rabo mais lindo, redondinho, malhado na academia. Abri bem e, enquanto a penetrava, comecei a brincar com o cu dela, enquanto a chefe a xingava, chamando ela de puta gostosa, puta, perguntando se quando estivesse grávida ia continuar sendo a mesma puta, tudo coisas que esquentavam ainda mais as duas vadias, porque a verdade é que a Clarita também estava igual, soltando bastante líquido. Quando percebi que o cu dela tinha dilatado bem, enfiei meu polegar lá dentro, e Clara explodiu num orgasmo maravilhoso, bem na hora que Susana também gozou. Essa última se recuperou mais rápido e foi direto chupar meu pau.Clara:— Não, raposinha, agora é minha vez, ainda não recebi a porra dele — disse ela, falando entrecortado.
Era óbvio que tinha regras entre elas. Susana me largou e foi pegar alguma coisa, enquanto Clara me fez deitar e subiu em cima de mim. Ela mal conseguia respirar, ainda não tinha se recuperado, e mexia os quadris bem devagar. Quando vi que a chefa voltava do vestiário, ela tinha colocado um cinto e um pau de borracha nele, trazia um pote de lubrificante na mão que passava no pau como se estivesse masturbando ele, o olhar dela estava cravado na bunda da amante. Ela subiu na cama e pegou por trás, abrindo as nádegas de Clara. Eu vi o rosto dela se desfigurar enquanto a chefa a penetrava, teve uma careta de dor.
Ela começou a xingar ela em todas as línguas conhecidas, apoiou a cabeça no meu ombro, deixando uma posição melhor para a amiga penetrá-la, enquanto Susana tinha um sorriso diabólico. Eu sentia o pau de plástico dentro do cu.Susana:Então a putinha queria pica, hoje ela se cansou de comer pica por todo lado.
A chefe tava possessa e bombava o cu da amiga dela até detonar. Enquanto a Clara gemia no meu pescoço, verdade seja dita, eu percebi que a dor já tinha passado e ela tava gemendo de prazer. Eu peguei as nádegas dela e abri mais pra penetração ser mais funda. A Susana sorriu pra mim e começou a meter com tudo, enquanto batia nas nádegas dela onde minhas mãos permitiam. A Clara, uns minutos depois, gozou de novo com força. As contrações da buceta dela, mais a pressão do pau de plástico, fizeram eu gozar dentro dela também, e por último a Susana também acabou. Ainda fizemos mais um pouco naquela noite, embora a intensidade tenha caído claramente.
Dormimos até depois do meio-dia. Dessa vez eu queria descansar bem, porque era meu sábado de folga. Levantamos direto pra almoçar. A boa vibe entre nós três era algo que eu curtia. Acho que consegui quebrar a casca da Susana, que, mesmo sendo a mais distante das quatro mulheres, já me tratava como mais um do grupo. Ela conversava, e até quando eu empurrava ela ou dava um tapão na bunda dela na cozinha, ela só me dava um sorriso. As minas queriam que eu tirasse uma soneca com elas, mas sinceramente, acho que não ia rolar. Eu tava há duas noites bem agitadas, e além disso, não ia descansar. Daí fui pro meu apê tirar um cochilo, depois tomei banho e me troquei pra ir pra casa da minha namorada.
Uma coisa que não contei foi que na sexta à tarde e no sábado, recebi um monte de mensagens do meu irmão, da minha mãe e do meu pai, perguntando sobre minha namorada, o salão de festas, a Julieta e tudo mais. Eu respondi com evasivas e falei que explicaria no aniversário. Só no sábado à tarde consegui falar com meu irmão. Ele me disse que minha mãe tava eufórica porque no sábado ao meio-dia foram ver o salão, e ainda apresentaram a banda que ia tocar ao vivo e o DJ. Também provou do menu, me disse que pra estar à altura, os três foram comprar roupa nova.
Também comentou que a namorada dele ia, eu conhecia ela, era a Elena, melhor amiga da minha ex, e meio que uma arpia interesseira. Tavam juntos há uns meses, fisicamente era uma gata, mas eu sempre desconfiei que foi ela quem aconselhou minha ex a terminar comigo. Mas, se foi assim, foi pra melhor.
Quando minha mãe me contou, um tempo atrás, que meu irmão tava saindo com a Elena, pensei que ela não era mulher pra ele. Ora, ela sempre saiu com caras de grana, muito mais velhos, e sempre me via como um merda pra melhor amiga dela. Até vi uma vez uma mensagem que ela mandou pra minha ex: "Amiga, você merece o melhor, merece mais na vida." Mas, como eu disse, se ela ajudou a eu estar onde estou agora, sou grato.
Esperei na casa da minha namorada pela Juli e pela Vale, que tinham ido ao salão. Também foram fazer compras, comprar um vestido e um presente pra minha mãe, que ela me deu. Era um relógio da Bulgari com detalhes em ouro dourado e branco. Quando vi a nota, quase tive um treco: 25.500 dólares. Não consegui interromper porque a maquiadora chegou. Essas mulheres não deixavam nada ao acaso. Juli me tirou dali e me levou pra tomar um café na cozinha. Conversamos animadamente, ela até me contou a noite dela com as ex-colegas. Disse que a Vale passou mal, mas, pelo jeito dela, não ligava e tudo escorregava.
E, como se nada fosse, fez referência à minha noite com as gurias, com um sorriso maroto, e disse que eu tinha que começar a montar meu time de futebol com meus filhos.
Quando a Valentina desceu, a verdade é que valeu a pena esperar. Os cabelos loiros, os olhos verdes, tudo destacava pelo penteado e maquiagem. Ela tava enfiada num vestido cinza com brilhos que colavam no corpo dela. Tava amarrado no pescoço dela, as costas de fora, e uns sapatos combinando. Era a elegância personificada, realçando as curvas dela sem ser vulgar. A verdade é que meu coração bateu mais rápido quando vi ela.
Saímos quase juntos, ela queria que a gente fosse no helicóptero da empresa, eu não vi necessidade pra 150 km, aliás já ia ser difícil explicar tudo isso, imagina se eu chego de helicóptero. Uma coisa que eu tinha percebido neles é que não ligavam pra se exibir, me explico: alguns ricos que eu já tinha visto compravam os superesportivos mais caros, limusines ou iates ultra luxuosos, pra eles ostentação não era prioridade. Até tinham carros bons ou casas, a maioria era casas luxuosas em bairros caros, mas que não destoavam da do vizinho, a única exceção era a mansão da Susana.
Valentina quis que a gente viajasse no Mercedes Benz AMG GT C Roadster dela, em alguma coisa eu tinha que ceder, então dirigi o carrinho da minha mina. Quando peguei a estrada, me dei ao luxo de acelerar e testar a potência, é uma adrenalina única.
O caminho foi divertido, porque a gente foi conversando sobre o que podia falar pros meus pais, como não decidimos, fizemos uma videoconferência com o círculo todo. A gente foi rindo de cada ideia, a Juli disse pra falar que eu tinha um harém, a Clara disse pra falar que tava num relacionamento poli amoroso, a Susana insistia que a gente tinha que falar a verdade e não ligar pro que os outros iam dizer, e o Hernán era o mais sensato: falar uma verdade pela metade. Bom, os meninos nos acompanharam parte do caminho conversando com a gente.
Chegamos no salão, era ao lado de um hotel cassino cinco estrelas, o único da minha cidade. A gente tava chegando tarde, meu irmão já tinha me mandado umas mensagens. Estacionamos e entramos no salão, tava tudo lindo, a entrada com muitas flores, do jeito que minha mãe gosta.
A gente entrava no salão e tinha um pátio interno com uma fonte e muitas flores, a música tava suave e todo mundo tava em pé conversando enquanto os garçons serviam bebidas e canapés. Quando entrei com minha mina, todo mundo ficou olhando pra gente, claramente a Valentina era O centro das atenções, todos os olhares se viraram pra ela, e não é à toa: a juventude dela, dez anos mais nova que eu, a beleza — uma loira de olhos verdes com cara de santinha, pura doçura e ternura no rosto. Vestida de forma impecável e com um andar que parecia o de uma gazela. Consegui ver meus parentes da Espanha, minha ex com a namorada do meu irmão, e minha família que vinha me receber. Essa noite estava ficando cada vez mais interessante.Os outros capítulos:
Parte 10:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6156697/Termine-de-criado-de-mi-jefa-10-festejo-con-orgia.html
Parte 9:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6144950/Termine-de-criado-de-mi-jefa-9-domando-a-mi-jefa.html
Parte 8:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6137960/Termine-de-criado-de-mi-jefa-8-encule-a-mi-jefa.html
Parte 7:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6123873/El-criado-de-mi-jefa-7-Primer-intento-de-prenar-a-Clara.html
Parte 6:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6115704/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-6.html
Parte 5:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6108175/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-5.html
Parte 4:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6100261/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-4.html
Parte 3:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6091894/Termine-de-criado-de-mi-jefa-el-semental-3.html
Parte 2:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6091885/Termine-de-criado-de-mi-jefa-el-semental-2.html
Parte 1:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6083789/Termine-de-criado-de-mi-jefa.html
Todo mundo riu da sacada, e seguimos com o assunto, dá pra dizer que foi um café da manhã de trabalho. Já quando a gente tava se preparando pra ir embora, minha mina me consultou.Vale:Querido, você me falou que neste fim de semana é o aniversário da sua mãe.
Alberto: Ela está doida com isso, porque chegam parentes da Espanha e ela não acha legal comemorar em casa, e com tão pouco tempo não consegue lugar.
A verdade é que ela estava meio triste. No fundo da casa dos meus pais tem um quincho, um lugar pra gente se reunir entre família ou fazer um churrasco. Mas não era muito grande, no aperto cabiam umas vinte pessoas, e minha mãe não queria passar vergonha na frente das irmãs dela, que tinham uma vida melhor no velho continente. A questão é que minhas tias sempre esfregavam na cara os empregos dos filhos delas em grandes empresas, e agora iam vir as duas irmãs com os maridos e alguns filhos e netos. E faz dois dias que avisaram que iam aparecer no aniversário dela. Se a isso a gente somasse a galera que sempre ia cumprimentá-la, como eu disse, minha mãe era uma pessoa muito especial, daquelas que todo mundo gosta e onde quer que fosse tinha um amigo ou conhecido.Vale:Querido, deixa eu te ajudar, até porque já tá na hora de você me apresentar pros sogrão.
Eu queria falar pra ela não se preocupar, que ela ia dar um jeito. Mas ela pegou o celular e ligou pra secretária, mandou ela achar um lugar bom pra fazer um aniversário na cidade de San Nicolás. Eu fui com a Valentina embora da mansão, enquanto ela na caminhonete falava com a secretária, eu ficava pensando como minha mãe ia lidar com toda essa situação. Cheguei em casa e entrei pra me trocar rápido, a Vale já tinha se trocado na mansão, aproveitando que tinha roupa nas malas de viagem. Enquanto eu me arrumava no banheiro pensando na reunião, a Vale falou comigo.Vale:Querido, vou passar o contato da sua mãe pra pessoa que vai cuidar do evento.
- Na real, não tava nem aí se ela mexesse no meu celular, então ela pegou o contato da minha mãe e mandou pra secretária dela.
Já dentro da caminhonete, minha namorada me contou o salão que tinha alugado pra minha mãe. Era um salão de eventos dos mais chiques e caros da cidade, daqueles lugares que você vai e só senta, com comida, bebida e até show ao vivo, onde as empresas fazem reuniões ou os ricos casam. A gente tava quase chegando na empresa quando meu celular tocou. Era minha santa mãe. Conectei no viva-voz da caminhonete.
Ela tava histérica, acabava de ser chamada pelo Organizador de Eventos do salão pra escolher o serviço, o menu, o show e até o bolo. Mais ou menos, eu contei uma meia verdade: que, como era aniversário dela e ela devia ficar tranquila e aproveitar, minha namorada tinha escolhido dar a festa de presente, pra ela não se preocupar com nada. Claro que a Val estava ouvindo tudo.Mãe:Namorada, que namorada?. A gostosa da outra vez, chamava Julieta.Vale:— Oi, sogra — falei, interrompendo. — Me chamo Valentina, e não sabia que seu filho tinha trazido outra namorada. — Ri com malícia, enquanto minha mãe gaguejava, sem saber onde se enfiar.
Alberto: Calma, mãe, não tem nada pra esconder. A Valentina tá te zoando, amanhã você vai conhecê-la. — Já imaginava ela inventando uma história pra se livrar do problema. — Foca no seu aniversário, em ficar linda e aproveitar tudo. A gente vai amanhã. Agora tô indo pra uma reunião importante. Tchau, te amo.
A gente se despediu e a Vale continuava rindo. Já via as histórias que minha mãe devia estar imaginando na cabeça dela.
Chegamos na reunião e todo mundo já tava lá, cada gerente com seus respectivos diretores. Os cinco diretores da minha área se surpreenderam quando ocupei a cadeira de gerente. Depois, a CEO, dona Susana, começou a contar nos mínimos detalhes toda a investigação feita contra os cinco diretores. O advogado da empresa destacou as penas que eles podiam pegar — só com a de contrabando já arriscavam de doze a quinze anos, e com todas as outras causas, dava um belo tempo.
Em seguida, me apresentou como o novo gerente, e minha missão principal era corrigir os erros que permitiram que uma área-chave da empresa se envolvesse em tantos crimes. Vale dizer que isso não vazou pra lugar nenhum, foi tudo muito discreto e não teve escândalo na mídia. O poder do dinheiro, eu diria.
A reunião se estendeu por mais algumas horas. Quando terminou, fui pro meu andar, onde comecei uma nova reunião com os diretores. Lá, minha secretária já me esperava. Mercedes era uma das mais antigas da empresa e uma das mais espertas — tinha sido secretária do Miguel Ángel por muitos anos. A reunião foi rápida.Alberto:Escolhi vocês porque são os mais adequados pro cargo, além de serem pessoas honestas, isso pesa muito. A ordem que tenho é colocar toda a gerência nos eixos, tirar os elementos ruins e fazer a área inteira funcionar como um relógio suíço.
Não quis me alongar muito, dei total liberdade de ação, mas também disse que teriam que arcar com as consequências de cada erro. Uma coisa que a chefa me falou: que todos pensassem que fui eu quem escolhi vocês, assim seriam meus homens. Mercedes me deixou a par de quase tudo, acho que ela mesma teria sido uma boa gerente, conhecia quase todos os esquemas. Também tinha um relatório destacando todos os erros que foram cometidos depois da morte do Miguel Ángel, e que possibilitaram o trabalho dos criminosos. Muito disso eu já tinha visto e reportado na minha investigação, outras coisas eu não tinha percebido — teria bastante trabalho pela frente.
Na saída, meus amigos me cercaram, me abraçaram, estavam rindo, de verdade estavam felizes por mim. Era algo fascinante alguém celebrar seus sucessos com você.Lautaro:O que é ter namorada com influências, talvez a gente também consiga pegar alguma das outras Gerentes, ou a CEO.Alberto:Hernán me perguntou se eles eram passivos, e eu disse que achava que sim. – Eles pularam pra me bater.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Um jantar e uma saída pra beber, no mínimo tu tem que pagar.Lautaro:Vamos, amigão, tua mina te deixou de coleira.
- Se eles soubessem, eu tava rindo sozinho.
Seguimos andando, fazendo nossas piadas, enquanto eu encontrava conhecidos que me cumprimentavam e parabenizavam. Notei a distância que alguns colocavam e o respeito. Os únicos que continuavam iguais eram meus amigos. A Vale tinha me falado que ia se encontrar com a Juli e umas amigas naquela noite, não sabia que ela tinha amigas tão íntimas fora do grupo, aliás, achava que ela não tinha ninguém fora do grupo.
Então fui jantar e tomar uns drinks com meus amigos, de vez em quando a Vale me mandava mensagem. Aí fiquei sabendo que era uma reunião de ex-alunas do colégio, daqueles super exclusivos e elitistas, onde são todas amigas e, quando uma sai, já tão falando mal pelas costas, aquelas amigas da alta sociedade, onde rola inveja e rancor. Bom, tudo isso ela me contou enquanto eu tava com a galera, já tínhamos jantado e fomos pra um bar perto.
Eles me zuavam por eu responder minha mina, estávamos nos divertindo pra caralho, soltões, e foi aí que a Maria entrou no bar, com as amigas e colegas de trabalho. Os caras me fizeram um sinal, mas ela nos viu e veio na nossa direção.María:Fala, galera, aqui estão. Parabéns, Alberto, ninguém merecia mais esse cargo do que você.
Parecia que ela tava meio bebada e vinha de outro lugar, como a área era toda de bares, era o mais provável.Alberto:Valeu, Maria. Como é que vocês tão, minas? — fiz um cumprimento geral.
Enquanto isso, a Maria sentou direto na nossa mesa e ficou falando de tudo um pouco, até soltava umas línguas a mais. Não parava de me olhar e mandar umas indiretas, eu só sorria. Já eram onze e meia da noite, eu tava desconfortável com a situação, até que chegou uma mensagem da Clara.Clara:E aí, selvagem, não sei o que você tá fazendo, mas tem duas fêmeas no cio aqui, ovulando, e a gente precisa de você.
A verdade é que já não tava mais afim de ficar lá, desde que a Maria e as amigas dela chegaram, eu me sentia desconfortável. Então me despedi e vazei, a Maria tentou me convencer a dar carona, mas falei que não dava porque tinha que buscar alguém. A cara dela foi de decepção, mas não liguei, como eu disse, de um tempo pra cá ela tava estranha comigo, e era óbvio que queria alguma coisa, mas eu tava na minha, até porque com quatro mulheres gostosas nem dava pra olhar pra outra. Os caras ficaram com o grupo da Maria por mais um tempo e depois foram embora acompanhados por duas amigas dela.
Cheguei em poucos minutos na mansão da Susana, quando subi no quarto dela, as duas estavam de lingerie, rendada, a loira com um conjunto vermelho e cinta-liga, com transparências, a morena com um conjunto branco que destacava o corpo dela, e uma camisolinha transparente, dava pra ver que estavam brincando, porque a Clara ajeitou a dela enquanto eu entrava, tinham um pouco de batom borrado, e as duas já estavam com os bicos dos peitos durinhos.Susana:Lá vai nosso garanhão querer nos engravidar, vamos ver se ele acerta. – Aí eu entendi que iam me ordenhar.
Clara se aproximou de mim e começou a me despir, enquanto a chefe passou um cinto atrás da minha nuca e me puxou para ela, me dando um beijo pornô, não tem outra definição, com muita língua e saliva. Nos enroscamos num beijo quase sem nos separar, enquanto Clara terminava de me despir e cuidava do meu pau com a boca.
As garotas estavam no fogo porque nem o boquete nem o beijo eram calmos. Enquanto isso, eu tinha enfiado uma das minhas mãos entre as nádegas da chefe e masturbava a buceta dela por trás. O calor e a umidade eram um termômetro para saber o nível de tesão dela. Eu continuei brincando na entrada da buceta dela sem penetrar. Susana ficou desesperada e acabou me empurrando na cama, tirou a calcinha fio dental e veio para cima de mim.Susana:Chega de joguinhos. Os olhos dela estavam brilhando, ela estava ofegante, no cio.
Ela me empurrou na cama e subiu em cima de mim, pegou meu pau e se deixou cair, soltou um gemido e ficou uns segundos parada, enquanto Clara tinha subido na cama com a gente e começou a beijá-la, tirou os peitos dela do sutiã e chupou um deles. Susana começou a se mexer, na verdade ela se levantava e se deixava cair, estava me montando que nem uma amazona, enquanto eu levei uma das minhas mãos na buceta de Clara, tive que puxar a calcinha fio dental dela, e a outra no peito livre de Susana. A verdade é que não consegui me concentrar muito porque minha chefe se deixava cair com violência e tinha pegado um ritmo bem acelerado, e entre as enfiadas e puxadas, às vezes meu pau dobrava um pouco, me dando dor e prazer ao mesmo tempo.
Percebemos que ela estava perto de gozar, parecia possessa pulando no meu pau.Alberto:Clara, o cu dela.- não precisei de mais nada, eu também tava perto de gozar.
Clara enfiou dois dedos no cu dela, e minha chefa começou a gozar forte, não parou por aí e se jogou no meu peito e ficou imóvel, aproveitei e agarrei as nádegas dela e comecei a fazer força com minhas pernas e levantei ela um pouco, comecei uma metida e tirada brutal que levou minha chefa a mais um orgasmo, enquanto Clara continuava furando a bunda dela com os dedos, eu não aguentei mais e gozei dentro dela.
Clara terminou de se despir, foi e voltou com algo pra beber, nos deu dois copos, enquanto bebia se meteu entre as pernas da Susana que tava do meu lado e começou a lamber a buceta dela e o meu esperma que saía de lá, não satisfeita com isso Clara levou uma mão pro meu pau e começou a acariciar ele, meu pau ainda tava sensível e ver uma mulher tão gostosa comendo a buceta de outra com a bunda levantada é um estímulo que levanta qualquer morto, vírus zumbi nada, show lésbico levantou meu defunto.Clara:Acho que é minha vez." — disse ela, se lambendo, mas não conseguiu fazer muito porque Susana a obrigou a continuar com o que estava fazendo.
Fiquei atrás da Clara e a penetrei, que sensação gostosa, que rabo mais lindo, redondinho, malhado na academia. Abri bem e, enquanto a penetrava, comecei a brincar com o cu dela, enquanto a chefe a xingava, chamando ela de puta gostosa, puta, perguntando se quando estivesse grávida ia continuar sendo a mesma puta, tudo coisas que esquentavam ainda mais as duas vadias, porque a verdade é que a Clarita também estava igual, soltando bastante líquido. Quando percebi que o cu dela tinha dilatado bem, enfiei meu polegar lá dentro, e Clara explodiu num orgasmo maravilhoso, bem na hora que Susana também gozou. Essa última se recuperou mais rápido e foi direto chupar meu pau.Clara:— Não, raposinha, agora é minha vez, ainda não recebi a porra dele — disse ela, falando entrecortado.
Era óbvio que tinha regras entre elas. Susana me largou e foi pegar alguma coisa, enquanto Clara me fez deitar e subiu em cima de mim. Ela mal conseguia respirar, ainda não tinha se recuperado, e mexia os quadris bem devagar. Quando vi que a chefa voltava do vestiário, ela tinha colocado um cinto e um pau de borracha nele, trazia um pote de lubrificante na mão que passava no pau como se estivesse masturbando ele, o olhar dela estava cravado na bunda da amante. Ela subiu na cama e pegou por trás, abrindo as nádegas de Clara. Eu vi o rosto dela se desfigurar enquanto a chefa a penetrava, teve uma careta de dor.
Ela começou a xingar ela em todas as línguas conhecidas, apoiou a cabeça no meu ombro, deixando uma posição melhor para a amiga penetrá-la, enquanto Susana tinha um sorriso diabólico. Eu sentia o pau de plástico dentro do cu.Susana:Então a putinha queria pica, hoje ela se cansou de comer pica por todo lado.
A chefe tava possessa e bombava o cu da amiga dela até detonar. Enquanto a Clara gemia no meu pescoço, verdade seja dita, eu percebi que a dor já tinha passado e ela tava gemendo de prazer. Eu peguei as nádegas dela e abri mais pra penetração ser mais funda. A Susana sorriu pra mim e começou a meter com tudo, enquanto batia nas nádegas dela onde minhas mãos permitiam. A Clara, uns minutos depois, gozou de novo com força. As contrações da buceta dela, mais a pressão do pau de plástico, fizeram eu gozar dentro dela também, e por último a Susana também acabou. Ainda fizemos mais um pouco naquela noite, embora a intensidade tenha caído claramente.
Dormimos até depois do meio-dia. Dessa vez eu queria descansar bem, porque era meu sábado de folga. Levantamos direto pra almoçar. A boa vibe entre nós três era algo que eu curtia. Acho que consegui quebrar a casca da Susana, que, mesmo sendo a mais distante das quatro mulheres, já me tratava como mais um do grupo. Ela conversava, e até quando eu empurrava ela ou dava um tapão na bunda dela na cozinha, ela só me dava um sorriso. As minas queriam que eu tirasse uma soneca com elas, mas sinceramente, acho que não ia rolar. Eu tava há duas noites bem agitadas, e além disso, não ia descansar. Daí fui pro meu apê tirar um cochilo, depois tomei banho e me troquei pra ir pra casa da minha namorada.
Uma coisa que não contei foi que na sexta à tarde e no sábado, recebi um monte de mensagens do meu irmão, da minha mãe e do meu pai, perguntando sobre minha namorada, o salão de festas, a Julieta e tudo mais. Eu respondi com evasivas e falei que explicaria no aniversário. Só no sábado à tarde consegui falar com meu irmão. Ele me disse que minha mãe tava eufórica porque no sábado ao meio-dia foram ver o salão, e ainda apresentaram a banda que ia tocar ao vivo e o DJ. Também provou do menu, me disse que pra estar à altura, os três foram comprar roupa nova.
Também comentou que a namorada dele ia, eu conhecia ela, era a Elena, melhor amiga da minha ex, e meio que uma arpia interesseira. Tavam juntos há uns meses, fisicamente era uma gata, mas eu sempre desconfiei que foi ela quem aconselhou minha ex a terminar comigo. Mas, se foi assim, foi pra melhor.
Quando minha mãe me contou, um tempo atrás, que meu irmão tava saindo com a Elena, pensei que ela não era mulher pra ele. Ora, ela sempre saiu com caras de grana, muito mais velhos, e sempre me via como um merda pra melhor amiga dela. Até vi uma vez uma mensagem que ela mandou pra minha ex: "Amiga, você merece o melhor, merece mais na vida." Mas, como eu disse, se ela ajudou a eu estar onde estou agora, sou grato.
Esperei na casa da minha namorada pela Juli e pela Vale, que tinham ido ao salão. Também foram fazer compras, comprar um vestido e um presente pra minha mãe, que ela me deu. Era um relógio da Bulgari com detalhes em ouro dourado e branco. Quando vi a nota, quase tive um treco: 25.500 dólares. Não consegui interromper porque a maquiadora chegou. Essas mulheres não deixavam nada ao acaso. Juli me tirou dali e me levou pra tomar um café na cozinha. Conversamos animadamente, ela até me contou a noite dela com as ex-colegas. Disse que a Vale passou mal, mas, pelo jeito dela, não ligava e tudo escorregava.
E, como se nada fosse, fez referência à minha noite com as gurias, com um sorriso maroto, e disse que eu tinha que começar a montar meu time de futebol com meus filhos.
Quando a Valentina desceu, a verdade é que valeu a pena esperar. Os cabelos loiros, os olhos verdes, tudo destacava pelo penteado e maquiagem. Ela tava enfiada num vestido cinza com brilhos que colavam no corpo dela. Tava amarrado no pescoço dela, as costas de fora, e uns sapatos combinando. Era a elegância personificada, realçando as curvas dela sem ser vulgar. A verdade é que meu coração bateu mais rápido quando vi ela.
Saímos quase juntos, ela queria que a gente fosse no helicóptero da empresa, eu não vi necessidade pra 150 km, aliás já ia ser difícil explicar tudo isso, imagina se eu chego de helicóptero. Uma coisa que eu tinha percebido neles é que não ligavam pra se exibir, me explico: alguns ricos que eu já tinha visto compravam os superesportivos mais caros, limusines ou iates ultra luxuosos, pra eles ostentação não era prioridade. Até tinham carros bons ou casas, a maioria era casas luxuosas em bairros caros, mas que não destoavam da do vizinho, a única exceção era a mansão da Susana.
Valentina quis que a gente viajasse no Mercedes Benz AMG GT C Roadster dela, em alguma coisa eu tinha que ceder, então dirigi o carrinho da minha mina. Quando peguei a estrada, me dei ao luxo de acelerar e testar a potência, é uma adrenalina única.
O caminho foi divertido, porque a gente foi conversando sobre o que podia falar pros meus pais, como não decidimos, fizemos uma videoconferência com o círculo todo. A gente foi rindo de cada ideia, a Juli disse pra falar que eu tinha um harém, a Clara disse pra falar que tava num relacionamento poli amoroso, a Susana insistia que a gente tinha que falar a verdade e não ligar pro que os outros iam dizer, e o Hernán era o mais sensato: falar uma verdade pela metade. Bom, os meninos nos acompanharam parte do caminho conversando com a gente.
Chegamos no salão, era ao lado de um hotel cassino cinco estrelas, o único da minha cidade. A gente tava chegando tarde, meu irmão já tinha me mandado umas mensagens. Estacionamos e entramos no salão, tava tudo lindo, a entrada com muitas flores, do jeito que minha mãe gosta.
A gente entrava no salão e tinha um pátio interno com uma fonte e muitas flores, a música tava suave e todo mundo tava em pé conversando enquanto os garçons serviam bebidas e canapés. Quando entrei com minha mina, todo mundo ficou olhando pra gente, claramente a Valentina era O centro das atenções, todos os olhares se viraram pra ela, e não é à toa: a juventude dela, dez anos mais nova que eu, a beleza — uma loira de olhos verdes com cara de santinha, pura doçura e ternura no rosto. Vestida de forma impecável e com um andar que parecia o de uma gazela. Consegui ver meus parentes da Espanha, minha ex com a namorada do meu irmão, e minha família que vinha me receber. Essa noite estava ficando cada vez mais interessante.Os outros capítulos:
Parte 10:
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Parte 9:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6144950/Termine-de-criado-de-mi-jefa-9-domando-a-mi-jefa.html
Parte 8:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6137960/Termine-de-criado-de-mi-jefa-8-encule-a-mi-jefa.html
Parte 7:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6123873/El-criado-de-mi-jefa-7-Primer-intento-de-prenar-a-Clara.html
Parte 6:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6115704/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-6.html
Parte 5:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6108175/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-5.html
Parte 4:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6100261/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-4.html
Parte 3:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6091894/Termine-de-criado-de-mi-jefa-el-semental-3.html
Parte 2:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6091885/Termine-de-criado-de-mi-jefa-el-semental-2.html
Parte 1:
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3 comentários - Terminei de criado da minha patroa (11): Engravidar minha pa
Saludos