Minha irmã e eu

Espero que curtam essa primeira parte da história!


Sou a Ariel, e como vocês sabem, Argentina é um país foda pra viver, a instabilidade da economia e as mudanças loucas de preço que todo dia lembram a gente que chegar no fim do mês é sempre um parto. Os trampos normais nunca dão conta, nem pra uns, nem pra outros. E é aí que começa a minha, ou melhor, a nossa história.




A história se passa em 2020, alguns meses depois do início da pandemia. Como a grande maioria, eu tinha um emprego normal, salário normal e obrigações normais. E é aí que, na busca constante por empreender algo novo, me veio a ideia de juntar um tesão antigo com um negócio em alta. Sim, tô falando do OnlyFans.


Tenho a sorte de ter como irmã a Ludmila, que só tem um ano de diferença de mim, e que com o passar dos anos sempre se esforçou pra se destacar, sempre produzida, exibindo aquele belo par de peitos e, principalmente, aquele rabo grande e lindo. Também tenho que admitir que entre eu e a Ludmila sempre rolou algo, silencioso e meio fofo em algum ponto, mas algo, sim. Sempre tivemos claro que éramos irmãos, e que se por acaso a gente se pegasse a gostar um do outro, algo entre nós seria impossível.


Já no meio do ano pandêmico, e nós dois sem poder fazer nada além das nossas atividades, aconteceu o que eu vinha pensando há muito tempo, tudo graças a uma conversa no WhatsApp.

Ludmila, como sempre, postou uma foto estreando sua nova aquisição, um par de peitos novos, típicos de uma modelo de um programa muito famoso na nossa TV, e numa noite em que eu estava entretido vendo um pouco de pornô, não resisti e resolvi arriscar.

-         Ariel: Já que você vai exibir o novo, devia aprender a tirar fotos.         Ludmila: Faço o que posso, porra, me dá vergonha.         Ariel: Cala a boca, par de peitos inúteis.         Ludmila: E aí, me mostra.         Ariel: hahaha já de cara, muita roupa, tira a camiseta e faz a foto de quatro
Tenho que admitir que nessa altura eu revelei todos os anos de punheta, mas o que me encheu de tesão foi que ela me deu bola.
-         Ludmila: Assim? – MANDA A FOTO –


E ali estava, um sutiã que mal aguentava aquele par de peitos número 100 novinhos, com os bicos duros e prontos pro ataque.
-         Ariel: Sim, tá melhor, mas na cara tu tá meio perdida, bota no modo puta kkkk         Ludmila: Olha, vê assim. – E de novo, mandou a foto.


Admito que quase desmaiei, tava batendo uma boa punheta enquanto ajudava minha irmã a tirar fotos quase pelada, e o único crítico era eu. Em algum momento, os dois sabíamos que a gente tava se esquentando. Óbvio que, no meu caso, tava mais do que claro.
Ludmila aparecia naquela foto quase pelada, tinha tirado o sutiã, e com um braço tapava os biquinhos, tinha inclinado a cabeça enquanto sorria e mostrava a língua enquanto olhava no espelho. Agradecia a resolução daquele celular.


-         Ariel: Agora sim, muito melhor, sua burra, tá pronta pra abrir um onlyfans. Dava pra gente fazer uma grana boa, se quiser eu te ajudo.         Ludmila: Não me desagrada a ideia, de quanto estamos falando?         Ariel: e olha, basicamente o que você quiser fazer, mas é isso, vai ter que tirar fotos pelada, se você topar, a gente faz.         Ludmila: Bom, mas quem tira elas?         Ariel: Eu tenho a câmera na minha casa, se quiser, a gente se junta um dia e faz, a não ser que você tenha vergonha de eu te ver pelada.         Ludmila: Ah, vou ficar com vergonha, não vai ser nada diferente do que você já viu antes.
E claro, por dentro eu pensava: você não faz ideia dos anos que esperei pra te ver de quatro posando pra mim.
         Ariel: Beleza, até nisso a gente vai treinando as fotos e vou te mandando uns exemplos.
Depois daquele momento, tudo mudou, meu chat com ela virou um chat pornô. Eu mandava exemplos de gostosas posando e ela dava opinião, me enviava fotos todo dia e começamos a montar a estratégia pro only.
Começamos criando um twitter pra gerar um pouco de movimento, e eu soltei a ideia de que a temática de incesto rendia muito, ela, por algum motivo, achou legal e topou.

Imagina só, dois irmãos que trocavam pornô todo santo dia criaram uma conta onde viviam postando papos de incesto. E sim, eu ficava de cabeça virada imaginando minha irmã caçando os gifs e criando os diálogos. Tudo ia melhorar mais pra frente, duas semanas depois de começar essa parada toda.
Numa sexta-feira, antes de me livrar das minhas coisas, me deu na telha de entrar no Twitter e ver as mensagens. Claro, depois de várias semanas, já tínhamos interação, homens e mulheres contando suas experiências e desejos que a gente supostamente já tinha realizado. Foi aí que vi uma mensagem bem estranha, em inglês, basicamente dizendo que tava muito interessado, que queria comprar o material, que ele comia a própria irmã e que ficava excitado sabendo de outros casos reais. Quase na hora, mandei uma mensagem pra Ludmi.


-         Ariel: Boluda, viu a mensagem?         Ludmila: não, tô vendo ele aqui, tava vendo TV         Ariel: Dá uma olhada e me diz o que você acha.
Depois de alguns minutos, ele me manda mensagem de novo…
         Ludmila: kkkkk que abuso, será que é verdade?         Ariel: E pode ser, vários já deram em cima.         Ariel: Já tá na hora de tirar essas fotos, acho eu.         Ludmila: Bom, se eu quiser, por quanto a gente vende elas?         Ariel: Não, já vamos ver, já falo pra ela que a gente monta um pack.         Ludmila: Pronto, fala pra ele, escuta, eu posso na quinta da semana que vem, tô de bobeira.         Ariel: Beleza, nesse dia eu já organizo.         Ludmila: Na sua casa?         Ariel: Vamos pra um hotel, sua puta, assim as fotos ficam melhores         Ludmila: Vaiiiii


Tinha chegado no ponto que eu queria, isso tava ficando muito melhor, os dois estamos prontos pra ir pra um hotel, tirar a roupa e fazer umas fotos…



Prometo que a segunda parte tá chegando!! Comentem e mandem DM se tiverem perguntas ou quiserem compartilhar experiências parecidas!

5 comentários - Minha irmã e eu

alguna foto , aunque sea ilustrativa , mejora muucho el relato, saludoss ..!