Na noite passada, fiquei sozinho em casa e aproveitei pra fumar um baseado de boa, como eu sempre faço, Mati. Mas do nada, enquanto tava viajando na brisa do beck, me deu um calorão de repente, mas não normal — foi como se a Sissy que mora dentro de mim, a Sofi, tivesse tomado conta de mim e da minha mente. Ela assumiu o controle do meu corpo e da minha mente, mas minha consciência ainda tava ali, sentindo como se o Mati estivesse preso debaixo do domínio da Sofi. O tesão ficou mais intenso, minha pica tava dura e eu não conseguia me mexer. A Sofi sabia o que tava fazendo ao me excitar e me deixar imóvel, me deixando na mão dela. Do nada, sinto a voz dela na minha mente perguntando: — Por que você se deixa dominar assim? — Sério, tão rápido assim você se entregou? — Achei que você ia aguentar mais tempo, achei que você era homem, não é? — Você é patético, deixa eu assumir o controle. Você quer isso — Sabe que você adora ser uma putinha. Eu continuava sem conseguir me mexer, mas cada vez mais excitado. Sentia a voz da Sofi dizendo: — Você sabe onde eles estão guardados (se referindo aos plugs, ao meu dildo e ao lubrificante) — Pega eles, você tá sozinho, aproveita como a putinha que você é. Aí eu já não aguentei mais comigo mesmo, me rendi. A Sofi assumiu o controle total de mim, me levantei e fui direto pro armário pegar a caixa onde guardava meus brinquedos. Peguei o plug de metal, o lubrificante e o dildo. Sentia como se estivesse tremendo um pouco, mas não conseguia me segurar — não era eu quem controlava meu corpo. Deixei os brinquedos na cama e fui pegar minha lingerie de mulher, me despi e me vesti feito uma puta.
Depois de me vestir, me aproximei da cama e peguei o plug. Fiquei de quatro e comecei a chupar meus dedos, como se fossem uma rola, ou o dildo que eu morria de vontade de ter na minha boca. Não me apressei, puxei minha calcinha fio dental para o lado e comecei a me dilatar com os dedos. Depois, peguei o lubrificante e passei no plug, fui enfiando devagar enquanto sentia ele me abrindo, me sentindo uma puta completa — e isso era só o começo. O plug foi me abrindo e preenchendo aos poucos, até que a outra metade entrou de uma vez e bateu no cabo; não consegui segurar o gemido. Relaxei ao me sentir cheia por alguns minutos, até começar a acariciar o plug, movendo ele dentro de mim. Enquanto com uma mão eu mexia o plug que nem uma puta se tocando, use a palavra: buceta, minha outra mão pegou o dildo e coloquei na frente da minha boca. Comecei a passar a língua nele, da base até beijar a pontinha e voltando pra baixo, até chupar as bolas dele. Nesse ponto, com o cu cheio e uma rola de borracha entre meus lábios, eu já não era mais um homem — não restava nenhum traço daquilo. Eu já era uma puta por completo, pronta pra entregar o rabo praquela rola de borracha que eu não via a hora de ter enfiada inteira dentro de mim, me preenchendo toda.
De novo fui uma putinha bem fácil, me rendendo completamente ao desejo. A Sofi tinha razão, eu não conseguia resistir, sabia que adorava estar totalmente entregue, então comecei a tirar o plug lentamente, parando um pouco na parte mais larga pra ela dilatar bem minha entrada. Terminei de tirar e troquei as posições: o plug foi parar na minha boca e o Dildo... A ponta do Dildo estava abrindo caminho na entrada do meu cu e eu sentia ele me abrindo mais fundo, diferente do plug que era mais estreito. Tirei a pontinha e passei lubrificante, batendo uma pra ele, coloquei de novo e ele deslizou um pouco mais pra dentro com facilidade. Fui enfiando e tirando devagar até que entrou até o fundo, com as bolas fazendo batente. Sentia muito gostoso quando a rola saía do meu cu, quando voltava a entrar era estranho e esquisito, às vezes doía, mas a sensação de sentir ela saindo era ainda mais deliciosa. Não conseguia me segurar e comecei a me foder cada vez mais rápido, as bolas do dildo batiam como palmas no meu corpo.
De tão puta que eu me sentia, comecei a gemer sem controle e o pouco que sentia da minha rola eram descargas de prazer intenso do dildo que não parava de me comer. Cada vez que sentia aquele prazer, sentia como me corrompia, cada estocada me deixava mais puta e eu amava. Não demorei muito pra gozar sozinha, sem me tocar, derramando toda a porra na minha mão. Nem pensei, sozinha coloquei a mão debaixo da minha rola, assim que encheu de porra, inconscientemente levei até meus lábios e sem hesitar ou questionar, comecei a tomar toda a minha porra como uma boa puta, não desperdicei nem uma gota. Sem tirar o dildo de dentro do meu cu, me virei e me deitei na cama, sentindo como ele entrou bem fundo até o talo. Enquanto me recuperava do orgasmo, me mexia devagar em cima da rola e não queria tirar de jeito nenhum. Tava possuída, hipnotizada, mas aos poucos comecei a sair do transe como podia, porque quando me mexia pra tirar o dildo, eu sentia prazer de novo e o prazer me deixava fraca. Depois de algumas tentativas, saiu e me senti vazia... lentamente me sentindo vazio, a Sofi já tava satisfeita, mas eu — o Mati — ainda tava vestido de lingerie preta de renda, entre um plug e um dildo, com o cu aberto e satisfeito por um orgasmo que, embora não fosse meu primeiro sissygasm, foi melhor e até mais intenso que da primeira vez. E é com isso que eu convivo, com essa sensação, essa outra personalidade de puta que toma conta de mim sempre que posso me permitir gozar do jeito mais intenso que eu gosto. Espero que tenham gostado da minha viagem, me contem se alguma vez se sentiram assim sozinhas ou se eu sou puta demais. Se gostaram, não esqueçam de deixar pontos. Aceito críticas, correções, (ordens 😅) e mensagens de qualquer sissy ou dominatrix que queira falar comigo. Muito obrigado por me lerem.
Depois de me vestir, me aproximei da cama e peguei o plug. Fiquei de quatro e comecei a chupar meus dedos, como se fossem uma rola, ou o dildo que eu morria de vontade de ter na minha boca. Não me apressei, puxei minha calcinha fio dental para o lado e comecei a me dilatar com os dedos. Depois, peguei o lubrificante e passei no plug, fui enfiando devagar enquanto sentia ele me abrindo, me sentindo uma puta completa — e isso era só o começo. O plug foi me abrindo e preenchendo aos poucos, até que a outra metade entrou de uma vez e bateu no cabo; não consegui segurar o gemido. Relaxei ao me sentir cheia por alguns minutos, até começar a acariciar o plug, movendo ele dentro de mim. Enquanto com uma mão eu mexia o plug que nem uma puta se tocando, use a palavra: buceta, minha outra mão pegou o dildo e coloquei na frente da minha boca. Comecei a passar a língua nele, da base até beijar a pontinha e voltando pra baixo, até chupar as bolas dele. Nesse ponto, com o cu cheio e uma rola de borracha entre meus lábios, eu já não era mais um homem — não restava nenhum traço daquilo. Eu já era uma puta por completo, pronta pra entregar o rabo praquela rola de borracha que eu não via a hora de ter enfiada inteira dentro de mim, me preenchendo toda.
De novo fui uma putinha bem fácil, me rendendo completamente ao desejo. A Sofi tinha razão, eu não conseguia resistir, sabia que adorava estar totalmente entregue, então comecei a tirar o plug lentamente, parando um pouco na parte mais larga pra ela dilatar bem minha entrada. Terminei de tirar e troquei as posições: o plug foi parar na minha boca e o Dildo... A ponta do Dildo estava abrindo caminho na entrada do meu cu e eu sentia ele me abrindo mais fundo, diferente do plug que era mais estreito. Tirei a pontinha e passei lubrificante, batendo uma pra ele, coloquei de novo e ele deslizou um pouco mais pra dentro com facilidade. Fui enfiando e tirando devagar até que entrou até o fundo, com as bolas fazendo batente. Sentia muito gostoso quando a rola saía do meu cu, quando voltava a entrar era estranho e esquisito, às vezes doía, mas a sensação de sentir ela saindo era ainda mais deliciosa. Não conseguia me segurar e comecei a me foder cada vez mais rápido, as bolas do dildo batiam como palmas no meu corpo.
De tão puta que eu me sentia, comecei a gemer sem controle e o pouco que sentia da minha rola eram descargas de prazer intenso do dildo que não parava de me comer. Cada vez que sentia aquele prazer, sentia como me corrompia, cada estocada me deixava mais puta e eu amava. Não demorei muito pra gozar sozinha, sem me tocar, derramando toda a porra na minha mão. Nem pensei, sozinha coloquei a mão debaixo da minha rola, assim que encheu de porra, inconscientemente levei até meus lábios e sem hesitar ou questionar, comecei a tomar toda a minha porra como uma boa puta, não desperdicei nem uma gota. Sem tirar o dildo de dentro do meu cu, me virei e me deitei na cama, sentindo como ele entrou bem fundo até o talo. Enquanto me recuperava do orgasmo, me mexia devagar em cima da rola e não queria tirar de jeito nenhum. Tava possuída, hipnotizada, mas aos poucos comecei a sair do transe como podia, porque quando me mexia pra tirar o dildo, eu sentia prazer de novo e o prazer me deixava fraca. Depois de algumas tentativas, saiu e me senti vazia... lentamente me sentindo vazio, a Sofi já tava satisfeita, mas eu — o Mati — ainda tava vestido de lingerie preta de renda, entre um plug e um dildo, com o cu aberto e satisfeito por um orgasmo que, embora não fosse meu primeiro sissygasm, foi melhor e até mais intenso que da primeira vez. E é com isso que eu convivo, com essa sensação, essa outra personalidade de puta que toma conta de mim sempre que posso me permitir gozar do jeito mais intenso que eu gosto. Espero que tenham gostado da minha viagem, me contem se alguma vez se sentiram assim sozinhas ou se eu sou puta demais. Se gostaram, não esqueçam de deixar pontos. Aceito críticas, correções, (ordens 😅) e mensagens de qualquer sissy ou dominatrix que queira falar comigo. Muito obrigado por me lerem.
1 comentários - A Sissy que tem em mim