Pau:- mmmmmmmmmmm
Pau tava adorando pra caralho, completamente soltinha por causa da cachaça que tinha tomado… mesmo assim, minha buceta continuava toda molhada….
Cesar:- mmmmm paulita que delícia, usa a palavra: buceta gostosa (enquanto a língua dele passeava pelos lábios da minha mulher)
Pau:- mmmmmm
Cesar:- cê tá com a boquinha ocupada?
Pau:- um pouquinho (enquanto dava uns chupões na cabeça da pica do Fede)
Cesar:- mmm que putinha você é hein, que delícia esses chupões, vai dar pra mim depois?
Pau:- mm sei não (embriagada)
Cesar:- mmm que filha da puta (voltava a chupar ela, mas dessa vez na bunda, apertando as nádegas)
Fede, por sua vez, curtia em silêncio os beijos que Pau tava dando na pica dele…
Pau:- mmm cê gosta, Fede? (enquanto olhava nos olhos dele)
Fede:- sim, adoro
Ela sorriu e abriu a boca de novo pra tentar enfiar o máximo que podia, porque a pica era realmente grande, as mãos acompanhavam com um ritmo suave a punheta…
A língua dela percorria o tronco e coroava com uns chupões gostosos na cabeça…
Cesar:- que buceta gostosa você tem, gata (a língua ia e vinha no cu e na buceta)
Pau:- mmm viu?
Cesar:- sim, garota, fico louco
Um tapa forte estourou na cena, só um gemido da Pau que continuava beijando a pica do Fede…
Cesar:- mm não aguento mais, garota (enquanto se levantava)
Ela continuava brincando com a boca, enquanto Cesar se ajeitava e segurava os quadris dela, umas pinceladas com a pica grossa dele e aos poucos a cabeça foi se encaixando… ela tava ensopada, nem ligou que ele não tinha colocado camisinha…
Cesar:- mmm cê tá bem molhadinha, Paulita (movimentos circulares do quadril acompanhavam as palavras dele, só tinha enfiado a cabeça) cê gosta de sentir assim, bebê?
Pau:- (entre chupões e bem bebada) sim, papai…
Sim, papai? Ela não sabia se tinha escapado, já que os últimos relacionamentos dela tinham sido com o Osvaldo, ou se ela adorava o jogo de fazer a “menininha” com homens mais velhos, mas o que eu sei com certeza é que isso provocou o Cesar de um jeito foda…
Cesar:- sim, meu amor?? Cê gosta que o papai te coma? (tinha levado o quadril pra frente, enterrando toda a pica dele) Pau:- sim, papai, adoro
Ele tinha ido de 0 a 100 em um segundo, começou a meter nela num ritmo constante enquanto segurava seus quadris e observava as bundinhas da bunda da Pau quicando…
Cesar:- como você é linda, garota, como você gosta da pica…
Pau:- mmmmm sim, papai, sim… Ahhhhh
Por momentos ela esquecia da pica que tinha na boca pra aproveitar a fodida que tava levando… Fede parecia curtir vendo o Cesar comendo ela…
Cesar:- vai, gata, continua chupando ela enquanto eu te fodo.. (ele comandava tudo) abre a boquinha pra ele enfiar…
Pau:- sim, papai…
Obedeceu direitinho, Pau abriu a boca esperando o Fede tomar a iniciativa e marcar o ritmo…
Ele aproximou a pica dela e de uma vez enfiou até o fundo…
Pau:- aghhhhhhhhhh
Uma ânsia forte sacudiu ela, era demais pra ela…
Cesar:- vai, Fede, come a boca dela que essa putinha gosta de tudo…
Umas lágrimas tinham caído dos olhinhos da Pau, que abria a boca de novo…
Cesar:- viu que ela gosta? (enquanto continuava metendo nela) olha como ela abre a boquinha…
Fede pegou a cabeça da Pau e enfiou a pica devagar, sem chegar até o fundo, sem causar ânsia, tinha começado a meter devagar na boca dela…
A imagem era sublime, ela apoiada no encosto do sofá, de um lado o Cesar comendo ela enquanto segurava seus quadris e do outro o Fede metendo suavemente na boca dela… ela só gemia…
Pau:- mmmmmmm.. (fazia contato visual com o Fede, enquanto umas lagriminhas escorriam dos olhos dela)
Cesar:- que putinha você acabou sendo, Paulita, que gostosa você é (as estocadas estavam cada vez mais fortes)
As bundinhas da bunda quicavam contra a pélvis cada vez mais violentamente
Cesar:- ahhh.. filha da puta, que rabo lindo você tem, não aguento muito mais não, garota, vou encher você de porra…
Pau:- mmm sim, me dêem a porra (enquanto chupava a cabeça com gosto, tava solta)
Cesar se agarrou firme nos quadris dela e começou a bombar rápido…
Cesar:- ahhhhhhhhhhhhhhhhhh….. seeeeeeeeeeeeee…. Ahhhhhhhhh
Pau:- mmmmmmmmmmmm siiiiiiii (enquanto batia uma pra ele, colocando a língua pra fora… a porra não demorou a jorrar)
Fede:- ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Um jato enorme encheu a boca da Pau, ela não conseguiu segurar tudo na boquinha… um pouco até caiu no sofá…
Ficou alguns segundos de boca aberta, o gozo do Fede escorrendo pelo queixo dela. Tava completamente solta, os olhos vidrados de álcool e prazer, a calcinha fio dental puxada pro lado e a buceta ainda pulsando da sentada que o Cesar deu nela. Ele, ofegante atrás dela, tinha ficado com a piroca melada encostada na raba dela, deixando os últimos fios de porra escorrerem pelas nádegas.
Cesar: — Ufffff, olha só o que você é, Paulita... Gostou do gozo dos chefes?
Pau: — Mmmm... sim, papai... (babona, lambendo os lábios com a língua, catando o que dava do gozo). Me deixaram um pouco sujinha... (totalmente sem vergonha, pronta pra continuar brincando).
Fede, ainda recuperando o fôlego, passou a mão na bochecha dela, limpando uma lágrima.
Fede: — Ufff, que delícia que foi isso...
Cesar riu, dando um tapinha leve na raba dela que fez as nádegas balançarem.
Cesar: — Vai, não seja tímido, Fede. A menina quer mais, né? Olha como ela tá de buceta... com vontade de mais piroca...
Pau se levantou um pouco, apoiando as mãos no encosto do sofá, arqueando as costas pra mostrar mais raba. Tava ensopada, a mistura dos fluidos dela com o gozo do Cesar escorrendo pelas pernas. Virou a cabeça, olhando pra eles com aquela carinha de menina safada que me deixava louco.
Pau: — Vão me deixar assim, chefes? Tô quentinha ainda... (enquanto se tocava no clitóris com uma mão, esfregando devagar, gemendo baixinho).
Pau mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando com aquela mistura de álcool e luxúria que a tornava irresistível. Se virou devagar no sofá, invertendo a posição de antes, a calcinha fio dental ainda puxada e pendurada de um lado como um troféu esquecido. A buceta rosada e molhada pulsava visivelmente, convidando, enquanto gotas da mistura do Cesar continuavam escorrendo pela parte interna das coxas dela...
Pau: — Vem, Fede... agora é sua vez. (Lambeu os dedos que tinha esfregado no clitóris, saboreando a si mesma).
Fede engoliu seco, a O pau dele endurecendo de novo ao vê-la assim, tão exposta e suja. Ele se aproximou por trás dela e agarrou seus quadris com mãos trêmulas de tesão. A cabeça do pau roçou a entrada da buceta da Pau, escorregadia dos fluidos anteriores, e ela empurrou pra trás com um gritinho impaciente.
Fede: —Uffff, o que você é... (Ele enfiou de uma vez, enterrando-se até o fundo num movimento só, fluido. Pau arqueou as costas e não conseguiu segurar os gritos de prazer)
Pau: —Aaaahhh, sim! Assim... me come forte, não para... (Os peitinhos dela balançavam a cada estocada, os bicos duros como pedra).
Ao mesmo tempo, Cesar ficou na frente dela, o pau borrachudo e ainda meio duro balançando pesado. Ele agarrou a nuca dela, guiando-a até ele.
Cesar: —Abre essa boquinha, sua putinha. Agora você vai me limpar enquanto o Fede arrebenta sua buceta. (Pau obedeceu na hora, abrindo os lábios vermelhos e inchados, esticando a língua pra lamber a ponta salgada do Cesar. Ela engoliu ele inteiro na boca, chupando com gula, os olhos fechados em êxtase enquanto o Fede martelava ela por trás).
Os sons enchiam o ar: os clap clap dos quadris do Fede batendo na bunda voluptuosa dela, os gemidos abafados da Pau em volta do pau do Cesar, e os grunhidos de prazer dos dois caras. Pau era o centro perfeito, perdida na troca, o corpo tremendo entre estocadas e chupões profundos.
Fede enfiava com força, cada estocada um golpe seco que fazia tremer a carne redonda da Pau. As mãos dele apertavam os quadris dela como se fossem alças, deixando marcas vermelhas na pele clara.
Fede: —Mmmmmmm, como você é gostosa...
Pau soltou um gemido abafado em volta do pau do Cesar, saliva e porra velha escorrendo pelo canto dos lábios. Ela tirou a língua por um segundo pra falar, a voz rouca e entrecortada.
Pau: —Sim, papai, me come assim! Sou sua putinha... (Ela engoliu o Cesar de novo até a garganta, engasgando e arrancando lágrimas).
Cesar agarrou o cabelo dela num punho, jogando a cabeça pra trás pra olhar nos olhos dela.
Cesar: —Olha que cara de putinha que tu tem, Paulita. Cê gosta de ser o brinquedo dos chefões, né?
Pau cuspiu a rola por um instante, ofegante, fios de saliva escorrendo do queixo.
Pau: —Sim, adoro, me comam toda!
Nunca tinha visto ela assim, meu tesão tava no limite, a porra jorrava sozinha…
Fede acelerou o ritmo. Deu um tapa na bunda que estalou igual um chicote.
Pau empurrou a raba pra trás, encontrando cada estocada, as coxas tremendo. Ela se esfregava o clitóris com raiva, os dedos escorregadios.
Pau: —Continua, sim, tô muito quentinha! ahhhhhhhhhhhhhhhh
Cesar enfiou a rola de novo na boca dela, dessa vez sem pena, comendo a garganta como se fosse outra buceta.
Cesar: —Chupa, filha da puta…
Fede grunhiu, as bolas batendo no clitóris inchado da Pau a cada metida.
Pau gritou em volta da rola do Cesar, o corpo se contorcendo. Um jorro quente saiu disparado da buceta dela, encharcando as bolas do Fede e o sofá. As pernas dela fraquejaram, mas o Fede segurou ela pela cintura, sem parar de bombar.
Pau (entre engasgos e gemidos): —Ahhhhhhhh, siiiiiiiiiii, mmmmmmmmmmmmmmmmm!
Cesar foi o primeiro a gozar. Agarrou a nuca da Pau e se enterrou até o fundo, descarregando jorro atrás de jorro direto na garganta dela.
Cesar: —Siiiiiiii, toma a porra, filha da puta!
Pau engoliu com gula, os olhos virados, a garganta trabalhando em volta da rola pulsando. Fede, no limite, tirou de repente e gozou na raba dela, pintando listras brancas grossas na pele suada.
Fede: —Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Cesar: — que puta gostosa você se mostrou, paulita….
Pau desabou no sofá, tremendo, a buceta ainda se contraindo em espasmos. Virou a cabeça, lambendo os lábios, a voz quase um sussurro rouco.
Pau: — mmmmmmmmmm não aguento mais.. (disse com a boca e a buceta coberta de porra)....Olá! Por enquanto é só essa parte da história, agradeço pelas mensagens que vocês mandam nos comentários e no privado. Com certeza vou continuar a história da Pau, já que acho que é a que vocês mais curtem. Também queria contar que vou criar um Patr3on (com contos exclusivos) pra quem quiser me apoiar a continuar criando histórias desse tipo — tenho um montão pra contar. Como não sou muito familiarizado com a plataforma e o esquema de publicação, agradeceria se alguém me explicasse no privado como fazer isso!
Pau tava adorando pra caralho, completamente soltinha por causa da cachaça que tinha tomado… mesmo assim, minha buceta continuava toda molhada….
Cesar:- mmmmm paulita que delícia, usa a palavra: buceta gostosa (enquanto a língua dele passeava pelos lábios da minha mulher)

Pau:- mmmmmm Cesar:- cê tá com a boquinha ocupada?
Pau:- um pouquinho (enquanto dava uns chupões na cabeça da pica do Fede)
Cesar:- mmm que putinha você é hein, que delícia esses chupões, vai dar pra mim depois?
Pau:- mm sei não (embriagada)
Cesar:- mmm que filha da puta (voltava a chupar ela, mas dessa vez na bunda, apertando as nádegas)
Fede, por sua vez, curtia em silêncio os beijos que Pau tava dando na pica dele…
Pau:- mmm cê gosta, Fede? (enquanto olhava nos olhos dele)
Fede:- sim, adoro
Ela sorriu e abriu a boca de novo pra tentar enfiar o máximo que podia, porque a pica era realmente grande, as mãos acompanhavam com um ritmo suave a punheta…
A língua dela percorria o tronco e coroava com uns chupões gostosos na cabeça…
Cesar:- que buceta gostosa você tem, gata (a língua ia e vinha no cu e na buceta)
Pau:- mmm viu?
Cesar:- sim, garota, fico louco
Um tapa forte estourou na cena, só um gemido da Pau que continuava beijando a pica do Fede…
Cesar:- mm não aguento mais, garota (enquanto se levantava)
Ela continuava brincando com a boca, enquanto Cesar se ajeitava e segurava os quadris dela, umas pinceladas com a pica grossa dele e aos poucos a cabeça foi se encaixando… ela tava ensopada, nem ligou que ele não tinha colocado camisinha…
Cesar:- mmm cê tá bem molhadinha, Paulita (movimentos circulares do quadril acompanhavam as palavras dele, só tinha enfiado a cabeça) cê gosta de sentir assim, bebê?
Pau:- (entre chupões e bem bebada) sim, papai…
Sim, papai? Ela não sabia se tinha escapado, já que os últimos relacionamentos dela tinham sido com o Osvaldo, ou se ela adorava o jogo de fazer a “menininha” com homens mais velhos, mas o que eu sei com certeza é que isso provocou o Cesar de um jeito foda…
Cesar:- sim, meu amor?? Cê gosta que o papai te coma? (tinha levado o quadril pra frente, enterrando toda a pica dele) Pau:- sim, papai, adoro
Ele tinha ido de 0 a 100 em um segundo, começou a meter nela num ritmo constante enquanto segurava seus quadris e observava as bundinhas da bunda da Pau quicando…
Cesar:- como você é linda, garota, como você gosta da pica…
Pau:- mmmmm sim, papai, sim… Ahhhhh
Por momentos ela esquecia da pica que tinha na boca pra aproveitar a fodida que tava levando… Fede parecia curtir vendo o Cesar comendo ela…
Cesar:- vai, gata, continua chupando ela enquanto eu te fodo.. (ele comandava tudo) abre a boquinha pra ele enfiar…
Pau:- sim, papai…
Obedeceu direitinho, Pau abriu a boca esperando o Fede tomar a iniciativa e marcar o ritmo…
Ele aproximou a pica dela e de uma vez enfiou até o fundo…
Pau:- aghhhhhhhhhh
Uma ânsia forte sacudiu ela, era demais pra ela…
Cesar:- vai, Fede, come a boca dela que essa putinha gosta de tudo…
Umas lágrimas tinham caído dos olhinhos da Pau, que abria a boca de novo…
Cesar:- viu que ela gosta? (enquanto continuava metendo nela) olha como ela abre a boquinha…
Fede pegou a cabeça da Pau e enfiou a pica devagar, sem chegar até o fundo, sem causar ânsia, tinha começado a meter devagar na boca dela…
A imagem era sublime, ela apoiada no encosto do sofá, de um lado o Cesar comendo ela enquanto segurava seus quadris e do outro o Fede metendo suavemente na boca dela… ela só gemia…
Pau:- mmmmmmm.. (fazia contato visual com o Fede, enquanto umas lagriminhas escorriam dos olhos dela)
Cesar:- que putinha você acabou sendo, Paulita, que gostosa você é (as estocadas estavam cada vez mais fortes)
As bundinhas da bunda quicavam contra a pélvis cada vez mais violentamente
Cesar:- ahhh.. filha da puta, que rabo lindo você tem, não aguento muito mais não, garota, vou encher você de porra…
Pau:- mmm sim, me dêem a porra (enquanto chupava a cabeça com gosto, tava solta)
Cesar se agarrou firme nos quadris dela e começou a bombar rápido…
Cesar:- ahhhhhhhhhhhhhhhhhh….. seeeeeeeeeeeeee…. Ahhhhhhhhh
Pau:- mmmmmmmmmmmm siiiiiiii (enquanto batia uma pra ele, colocando a língua pra fora… a porra não demorou a jorrar)
Fede:- ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Um jato enorme encheu a boca da Pau, ela não conseguiu segurar tudo na boquinha… um pouco até caiu no sofá…
Ficou alguns segundos de boca aberta, o gozo do Fede escorrendo pelo queixo dela. Tava completamente solta, os olhos vidrados de álcool e prazer, a calcinha fio dental puxada pro lado e a buceta ainda pulsando da sentada que o Cesar deu nela. Ele, ofegante atrás dela, tinha ficado com a piroca melada encostada na raba dela, deixando os últimos fios de porra escorrerem pelas nádegas.Cesar: — Ufffff, olha só o que você é, Paulita... Gostou do gozo dos chefes?
Pau: — Mmmm... sim, papai... (babona, lambendo os lábios com a língua, catando o que dava do gozo). Me deixaram um pouco sujinha... (totalmente sem vergonha, pronta pra continuar brincando).
Fede, ainda recuperando o fôlego, passou a mão na bochecha dela, limpando uma lágrima.
Fede: — Ufff, que delícia que foi isso...
Cesar riu, dando um tapinha leve na raba dela que fez as nádegas balançarem.
Cesar: — Vai, não seja tímido, Fede. A menina quer mais, né? Olha como ela tá de buceta... com vontade de mais piroca...
Pau se levantou um pouco, apoiando as mãos no encosto do sofá, arqueando as costas pra mostrar mais raba. Tava ensopada, a mistura dos fluidos dela com o gozo do Cesar escorrendo pelas pernas. Virou a cabeça, olhando pra eles com aquela carinha de menina safada que me deixava louco.
Pau: — Vão me deixar assim, chefes? Tô quentinha ainda... (enquanto se tocava no clitóris com uma mão, esfregando devagar, gemendo baixinho).
Pau mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando com aquela mistura de álcool e luxúria que a tornava irresistível. Se virou devagar no sofá, invertendo a posição de antes, a calcinha fio dental ainda puxada e pendurada de um lado como um troféu esquecido. A buceta rosada e molhada pulsava visivelmente, convidando, enquanto gotas da mistura do Cesar continuavam escorrendo pela parte interna das coxas dela...
Pau: — Vem, Fede... agora é sua vez. (Lambeu os dedos que tinha esfregado no clitóris, saboreando a si mesma).
Fede engoliu seco, a O pau dele endurecendo de novo ao vê-la assim, tão exposta e suja. Ele se aproximou por trás dela e agarrou seus quadris com mãos trêmulas de tesão. A cabeça do pau roçou a entrada da buceta da Pau, escorregadia dos fluidos anteriores, e ela empurrou pra trás com um gritinho impaciente.
Fede: —Uffff, o que você é... (Ele enfiou de uma vez, enterrando-se até o fundo num movimento só, fluido. Pau arqueou as costas e não conseguiu segurar os gritos de prazer)
Pau: —Aaaahhh, sim! Assim... me come forte, não para... (Os peitinhos dela balançavam a cada estocada, os bicos duros como pedra).
Ao mesmo tempo, Cesar ficou na frente dela, o pau borrachudo e ainda meio duro balançando pesado. Ele agarrou a nuca dela, guiando-a até ele.
Cesar: —Abre essa boquinha, sua putinha. Agora você vai me limpar enquanto o Fede arrebenta sua buceta. (Pau obedeceu na hora, abrindo os lábios vermelhos e inchados, esticando a língua pra lamber a ponta salgada do Cesar. Ela engoliu ele inteiro na boca, chupando com gula, os olhos fechados em êxtase enquanto o Fede martelava ela por trás).
Os sons enchiam o ar: os clap clap dos quadris do Fede batendo na bunda voluptuosa dela, os gemidos abafados da Pau em volta do pau do Cesar, e os grunhidos de prazer dos dois caras. Pau era o centro perfeito, perdida na troca, o corpo tremendo entre estocadas e chupões profundos.
Fede enfiava com força, cada estocada um golpe seco que fazia tremer a carne redonda da Pau. As mãos dele apertavam os quadris dela como se fossem alças, deixando marcas vermelhas na pele clara.
Fede: —Mmmmmmm, como você é gostosa...
Pau soltou um gemido abafado em volta do pau do Cesar, saliva e porra velha escorrendo pelo canto dos lábios. Ela tirou a língua por um segundo pra falar, a voz rouca e entrecortada.
Pau: —Sim, papai, me come assim! Sou sua putinha... (Ela engoliu o Cesar de novo até a garganta, engasgando e arrancando lágrimas).
Cesar agarrou o cabelo dela num punho, jogando a cabeça pra trás pra olhar nos olhos dela.
Cesar: —Olha que cara de putinha que tu tem, Paulita. Cê gosta de ser o brinquedo dos chefões, né?
Pau cuspiu a rola por um instante, ofegante, fios de saliva escorrendo do queixo.
Pau: —Sim, adoro, me comam toda!
Nunca tinha visto ela assim, meu tesão tava no limite, a porra jorrava sozinha…
Fede acelerou o ritmo. Deu um tapa na bunda que estalou igual um chicote.
Pau empurrou a raba pra trás, encontrando cada estocada, as coxas tremendo. Ela se esfregava o clitóris com raiva, os dedos escorregadios.
Pau: —Continua, sim, tô muito quentinha! ahhhhhhhhhhhhhhhh
Cesar enfiou a rola de novo na boca dela, dessa vez sem pena, comendo a garganta como se fosse outra buceta.
Cesar: —Chupa, filha da puta…
Fede grunhiu, as bolas batendo no clitóris inchado da Pau a cada metida.
Pau gritou em volta da rola do Cesar, o corpo se contorcendo. Um jorro quente saiu disparado da buceta dela, encharcando as bolas do Fede e o sofá. As pernas dela fraquejaram, mas o Fede segurou ela pela cintura, sem parar de bombar.
Pau (entre engasgos e gemidos): —Ahhhhhhhh, siiiiiiiiiii, mmmmmmmmmmmmmmmmm!
Cesar foi o primeiro a gozar. Agarrou a nuca da Pau e se enterrou até o fundo, descarregando jorro atrás de jorro direto na garganta dela.
Cesar: —Siiiiiiii, toma a porra, filha da puta!
Pau engoliu com gula, os olhos virados, a garganta trabalhando em volta da rola pulsando. Fede, no limite, tirou de repente e gozou na raba dela, pintando listras brancas grossas na pele suada.
Fede: —Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Cesar: — que puta gostosa você se mostrou, paulita….Pau desabou no sofá, tremendo, a buceta ainda se contraindo em espasmos. Virou a cabeça, lambendo os lábios, a voz quase um sussurro rouco.
Pau: — mmmmmmmmmm não aguento mais.. (disse com a boca e a buceta coberta de porra)....Olá! Por enquanto é só essa parte da história, agradeço pelas mensagens que vocês mandam nos comentários e no privado. Com certeza vou continuar a história da Pau, já que acho que é a que vocês mais curtem. Também queria contar que vou criar um Patr3on (com contos exclusivos) pra quem quiser me apoiar a continuar criando histórias desse tipo — tenho um montão pra contar. Como não sou muito familiarizado com a plataforma e o esquema de publicação, agradeceria se alguém me explicasse no privado como fazer isso!
14 comentários - Pedreiros em Casa (XIII) - Distância
Muy buen relato como siempre 👏🏽👏🏽👏🏽
Saludos