Cuckold: amante apresenta amigo pra minha esposa

Desde que meu amigo virou o amante fixo da minha esposa, ela começou a marcar os encontros sexuais, que ficaram mais frequentes. Dia sim, dia não, o Diego vinha em casa, e alguns fins de semana ele dormia aqui. Isso fez com que ele cancelasse os encontros com a namorada, que desconfiou que tinha outra e terminou com ele. Era mais que óbvio que, desde que Diego começou a transar com a Silvia, ele não ligava mais pra namorada. Só se importava em cumprir o trabalho e vir montar na minha esposa. Ficou claro pra mim que ele já a desejava antes e, se não tinha avançado, foi por causa da nossa amizade. Mas quando propus incluí-lo na nossa intimidade e ele teve carta branca pra possuir ela, se libertou das amarras éticas e deu vazão aos instintos, transformando toda a vontade reprimida em pura paixão e safadeza, que ele mostrava nas constantes fodas que dava nela.

Ela não ficou atrás. É outra, mais puta, mais tarada. Toda hora quer transar, não só com ele, mas também com meu irmão mais novo toda vez que vem visitar. Nem era mais visita, ele vinha pra meter na cunhada favorita dele! Ela até faz coisas que antes, comigo, a incomodavam, tipo: continuar sendo comida depois que já gozou. Ela falava que a buceta ficava sensível e não queria que eu ficasse bombando muito mais depois que ela gozava. Agora, mesmo com a pica do Diego sendo mais comprida e grossa, causando mais atrito, ela não tem problema em deixar ele continuar, trocar de posição e meter de novo, trocar de posição outra vez e meter mais uma vez, ou eu penetrar ela depois que ele termina de foder com ela. Nas vezes que eu participo, é sempre depois que ela está com ele.

Isso a gente combinou no começo: ela transava com o amante e, quando terminava com ele, fazia comigo. Segundo ela, comigo podia ser a qualquer hora, já o macho dela vinha naquele momento pra ficar com ela, e ela não queria deixar ele por último. O que ela não sabia é que... Combinamos que ele seria o macho fixo dela, e que ela ia passar debaixo dele, em cima dele, ou na frente dele três ou quatro dias por semana. Não falo isso como reclamação ou queixa, mas como anedota. Quanto mais vejo ela dando pro amante, mais fico louco de amor por ela. Não pensei que daquela mulher monogâmica, presa dos preconceitos sociorreligiosos, não ia sobrar nada. Agora é uma slut consumada, que só pensa em receber e dar prazer.

A gente tava nesse ritmo de três, quatro dias por semana há três meses. Diego toma Tadalafila, com 32 anos não é que precise, mas assim fica sempre duro e mete como se o mundo fosse acabar amanhã. Eu comecei a tomar também, embora só coma ela uns 25% do que ele come. Eu não queria que isso virasse rotina, porque já era tipo um casamento de três. A única coisa que quebrava essa nova rotina era quando, algum sábado, meu irmão mais novo vinha e dormia com ela. Com 16 anos, numa tarde dava três ou quatro fodas. Às vezes meu irmãozinho ia embora e à noite chegava o Diego, e ela começava outra maratona de sexo até o dia seguinte. Óbvio que ele não sabia que horas antes ela tinha recebido sêmen do meu irmão, nem meu irmão sabia que ela tinha outro macho.

Pra aumentar o tesão e pra ela continuar experimentando, sugeri que saísse de casa, que fosse pro apartamento dele e voltasse no dia seguinte, ou que fosse pra um motel. A ideia pareceu excitante pra ela, topou na hora. Embora antes ela dissesse "Tamanho não importa, o seu me satisfaz", pude comprovar como uma pica grande deixou ela maluca e vidrada, sempre na expectativa do momento de estar com ele e sentir ele dentro dela.

Assim a gente entrou numa nova fase. Ela saiu de casa e ficou com o amante em outro ambiente. A primeira vez foi numa sexta à noite, foram pra um motel por hora. Essa também foi minha primeira noite sozinho, me masturbando pensando em como ela devia estar gozando com essa nova aventura. Sair da zona de conforto e ir a um motel com outro cara, esperei ansioso pela volta dela pra me contar não só o que ela fez, que já era sabido, "Entregou a buceta e o cu", mas o que mais me intrigava era saber as sensações dela, as experiências, porque o que pra muitas é proibido, pra ela era permitido, o que outras vivem com incerteza e medo de serem descobertas, ela vivia sabendo que me excitava ela fazer aquilo. Me intrigava saber o que passava na cabeça dela, porque o que passava lá embaixo e atrás tava bem claro.

As confissões e comentários foram muito quentes, aproveitei aquele momento de tesão e excitação pra propor que ela ficasse com dois, sem eu me incluir. Falei: Diego e um amigo dele, mostrei quem era. Sabia que ela ia gostar, é um loiro de olhos verdes, tinha sido meu colega no ensino fundamental e, pelas voltas da vida, colega do Diego no ensino médio. Ela não ficou muito convencida, hesitou, deu a desculpa de que "Não conheço ele". Respondi que:

- Essa é a graça, ficar com um desconhecido, porque com Diego foi mais fácil porque tinha confiança e convivência de muito tempo. Seu novo desafio é esse, se entregar pra alguém que você acabou de ver.

Quando estávamos transando e ela tava no auge do tesão, ela aceitou. Antes dessa conversa com minha esposa, eu já tinha dito ao Diego que não queria que a relação caísse na rotina e pensava em levá-la mais longe nessa forma livre de viver o sexo, e que tinha pensado em ele enfiá-la numa festa com algum amigo. Se ela recusasse, acabava tudo, porque queria dizer que tinha algo mais que desejo sexual. Ele aceitou com cumplicidade, propôs o Adrian. Eu dei o sinal verde, com a condição de que ele não soubesse que quem ele ia comer era minha esposa, e combinamos que ele propusesse enfiar a casada que ele tava comendo numa festa.Cuckold: amante apresenta amigo pra minha esposaNo sábado à noite, acompanhei ela até o apartamento do Diego, deixei ela lá e fui embora. Eles passaram a noite e o dia seguinte num trisal contínuo, segundo ela me contou, ficou o tempo todo com os dois, mal dormiu umas quatro horas. Foi possuída várias vezes por cada um, teve a primeira dupla penetração, e depois uma segunda com eles trocando de posição. Não sabia quantos orgasmos teve, mas achava que umas dez. Quando esteve comigo e com o amante, não conseguimos fazer DP porque eu fiquei tão excitado que gozei assim que ela se mexia, ou antes mesmo de meter. Ficaram os três até o fim da noite de domingo. Ela voltou pra casa exausta, com olheiras, feliz por continuar se animando pra coisas novas, e grata por eu incentivá-la a viver todas essas experiências. Muito grata! Mas não quis transar comigo, só me chupou pra me fazer gozar e baixar minha rola.

4 comentários - Cuckold: amante apresenta amigo pra minha esposa

Que excitante , y que envidia. Felicitaciones
Gracias, no se queden con las ganas, haganlo .
Me encanta tú libertad sexual y cada vez ir sumando mas a las situaciones....saludos
Gracias, Si, siempre le voy corriendo el limite, para generar nuevas experiencias.
Marxlor +1
Felicidades lo que importa es que ella sea feliz