Tudo começou uns anos atrás, quando fui pra uma capacitação do trabalho. Lá conheci a María, uma transexual que era extremamente gostosa. Comecei a dar em cima dela sempre que podia, mandava mensagens safadas e fotos da minha rola. Ela dizia que a dela era maior, mas isso não me interessava. No fim da capacitação, fui com a María pra um motel e a gente finalmente fez o que a gente queria. Reforço que ela era muito feminina, mas carregava uma ferramenta enorme. Depois disso, a gente continuou conversando como amigos. Ela ficou sabendo que eu tinha mulher e tal. Um dia, cheguei cansado em casa e fui direto dormir. De manhã, notei que minha mulher estava estranha. Peguei meu celular e vi que tinha umas mensagens da María abertas, tudo normal, mas o que eu não esperava era que a conversa inteira tava ali desde o primeiro dia. Fodeu, já sabia o que vinha pela frente. Só tava esperando a porrada: ser expulso de casa ou ela ir embora. Os dias passaram, minha mulher continuava estranha. Consegui transar com ela, mas tava muito sem vontade. Dormi umas meia-noite, acordei e não vi ela do meu lado. Fui pra sala e vi ela lá, pelada de roupão, se gravando e se tocando toda. Eu sabia que ela tava se vingando, mas não sabia como ou com quem. Voltei pra cama e não sabia o que fazer: confrontar ou o quê, até que dormi. O despertador tocou, acordei e minha mulher ainda tava dormindo, nem se mexia. Procurei o celular dela em tudo quanto é canto e nada. Enquanto me arrumava pro trabalho, mandei uma mensagem com uma desculpa de que não tinha água quente, pra ela ver quando acordasse. E ouvi uma vibração leve debaixo da mesa da sala. "Aí, seu filho da puta". Peguei o celular, desbloqueei e fui fuçar. Bum, nos recentes tava o chat da María, a transexual. E eu, seguro, fui reclamar. Entrei no chat e vi que ela tava trocando mensagens quentes com ela. E eu: "que porra é essa?". Li a conversa toda e dizia que ela ia se vingar de mim com a María. Que não ia me deixar, mas que eu ia... aguentar
Fiquei com muito tesão e olhei as fotos que a Maria mandava do pau dela e tudo. Fiquei calado, deixei o celular como estava pra ela não desconfiar.
Uns dias depois, ela disse que ia pra casa dos pais e que voltaria tarde. Naquela noite, fui deitar pra ver TV até ela chegar, e ela veio direto dormir. No quarto, tinha um cheiro que me era familiar, mas não da minha esposa. Até que me caiu a ficha: era o perfume da Maria.
Peguei o celular dela e, pronto, lá estava a conversa de onde se encontraram, como foi e como foi gostoso. Não aguentei e bati uma punheta ali mesmo. Depois, bateu o arrependimento. Me senti mal, até que de madrugada minha esposa acordou primeiro e eu falei: "Temos que conversar". Contei o que fiz e o que sabia que ela tinha feito.
Ela só disse: "E daí? O que você quer fazer? Eu não vou te dever nada, a menos que você queira." Abaixei o olhar e senti meu pau endurecer. Até que ela se aproximou, se abaixou e começou a me chupar, e disse: "Acho que você gostou que eu tenha feito isso." E eu: "Ahã, ahã", não aguentava de tesão. Até que ela mudou, se jogou em cima de mim e me fez chupar a buceta dela, e dizia: "Prova, prova a porra da traição." E eu sugava como bezerro na vaca. Depois, peguei ela e tivemos um dos melhores sexos em muito tempo. Voltamos a nos abraçar e continuamos dormindo.
Uns dias depois, ela me perguntou o que eu queria fazer, e eu: "Do quê?" Aí ela disse que queria transar mais com a Maria. Eu: "Tá bom, mas aqui em casa, comigo presente." A Maria aceitou continuar com minha esposa, desde que eu não estivesse.
Uma noite, ela veio em casa e eu me escondi pra vê-las. Foi algo muito excitante, ver uma mulher de peitão arrebentando a buceta da minha mulher. As semanas passaram e minha esposa ainda falava com a Maria, até que eu meti na cabeça dela a ideia de me dar um filho dela.
Fiquei com muito tesão e olhei as fotos que a Maria mandava do pau dela e tudo. Fiquei calado, deixei o celular como estava pra ela não desconfiar.
Uns dias depois, ela disse que ia pra casa dos pais e que voltaria tarde. Naquela noite, fui deitar pra ver TV até ela chegar, e ela veio direto dormir. No quarto, tinha um cheiro que me era familiar, mas não da minha esposa. Até que me caiu a ficha: era o perfume da Maria.
Peguei o celular dela e, pronto, lá estava a conversa de onde se encontraram, como foi e como foi gostoso. Não aguentei e bati uma punheta ali mesmo. Depois, bateu o arrependimento. Me senti mal, até que de madrugada minha esposa acordou primeiro e eu falei: "Temos que conversar". Contei o que fiz e o que sabia que ela tinha feito.
Ela só disse: "E daí? O que você quer fazer? Eu não vou te dever nada, a menos que você queira." Abaixei o olhar e senti meu pau endurecer. Até que ela se aproximou, se abaixou e começou a me chupar, e disse: "Acho que você gostou que eu tenha feito isso." E eu: "Ahã, ahã", não aguentava de tesão. Até que ela mudou, se jogou em cima de mim e me fez chupar a buceta dela, e dizia: "Prova, prova a porra da traição." E eu sugava como bezerro na vaca. Depois, peguei ela e tivemos um dos melhores sexos em muito tempo. Voltamos a nos abraçar e continuamos dormindo.
Uns dias depois, ela me perguntou o que eu queria fazer, e eu: "Do quê?" Aí ela disse que queria transar mais com a Maria. Eu: "Tá bom, mas aqui em casa, comigo presente." A Maria aceitou continuar com minha esposa, desde que eu não estivesse.
Uma noite, ela veio em casa e eu me escondi pra vê-las. Foi algo muito excitante, ver uma mulher de peitão arrebentando a buceta da minha mulher. As semanas passaram e minha esposa ainda falava com a Maria, até que eu meti na cabeça dela a ideia de me dar um filho dela.
2 comentários - Vingança da minha esposa