Fala galera, sou o Martin, tenho 29 anos e o que vou contar aconteceu há 8 anos. Meu irmão apresentou a namorada dele pra gente, e ele, sem saber da vida dela nem nada, arrumou uma mina 2 anos mais velha que ele. A mina era uma ex-amiga minha com benefícios, conheci ela uns anos antes, mas já era uma putinha. A garota se chamava Agustina, metida, meio patricinha. Conheci ela numa prévia, detonamos a buceta dela junto com outros amigos, e sim, tinha outras minas, mas a Agustina era a mais gostosa e, além disso, deu mole na hora. Depois continuei em contato com ela e comi ela por um bom tempo. Depois perdi o rastro dela até que ela apareceu na minha casa como namorada do meu irmãozinho. Meu irmão tinha 16 na época e ela 18, e eu a conhecia há 3 anos. Bom, tudo normal, óbvio que foi estranho estar naquela merda e ver ela conversando com meu irmão e meus pais como se nada, na minha frente (eu já tinha visto ela de vários jeitos, mas sempre achei ela linda, mas era difícil acreditar que ela tinha mudado). Por 2 meses foi tudo normal, ela sempre que podia ficava em casa e, claro, dormia com meu irmão. Mas nesses 2 meses, a gostosa sempre andava pela casa de shorts, camiseta, dava pra ver que não usava sutiã, saia curta, com o uniforme da escola. Muitas vezes cruzei com ela no banheiro de fio dental e mais de uma vez com os peitos de fora, e ela nunca falou nada (sendo sincero, fiquei de pau duro e desconfiando dessa mina, se era pura coincidência ou se ela tava me provocando). Aqui vou ser breve: um dia passei pra buscar ela e meu irmão de carro, aí ela pediu pra deixar a namorada na casa dela depois de levar ele pro campo do clube. Deixei ele e fui pra casa dela, no caminho ela passou pro banco do carona. Não conversamos muito, mas eu paquerei ela o máximo que pude. Ela tava de uniforme da escola, mas mesmo assim aquelas pernas branquinhas eram difíceis de ignorar, além da carinha de menina, muito linda. Chegamos, nos despedimos, mas quando fui embora percebi que ela deixou a mochila no banco. Me virei... Virei, toquei a campainha e ela saiu pra abrir o portão de regata, descalça (pensei: será que ela tá levando algo por baixo dessa regata?). Quando cheguei bem perto, notei que não tava de sutiã. Entreguei a mochila dela e ela rapidinho me perguntou se eu queria entrar (aqui eu não me fiz de rogado, tava mesmo esperando essa oportunidade). Fui atrás dela, e quando ela fechou a porta, encurralei ela contra a porta e comecei a beijar ela. Naquele beijo, comecei a tocar e acariciar ela, e aí percebi que ela tava só de fio dental por baixo. Ela não me parou nem falou nada (acho que essa mina me deixou louco). Entre beijos e carícias, ela mesma levantou a regata, deixando os peitinhos dela aparecerem. Eu não me fiz de rogado e comecei a chupar eles. A gatinha não dizia nada, mas comecei a notar que ela tava ofegante (eu, pessoalmente, esqueci que ela era minha cunhada). E tranquilo, curtindo aqueles peitinhos branquinhos e com os mamilos rosados, comecei a sentir que ela queria me fazer descer (eu não pensava nem em chegar perto daquela pussy, não porque tivesse pelos ou algo assim, pelo contrário, ela tinha uma pussy linda, pequenininha e rosadinha, mas eu conheço bem essa pussy e sei que meu irmão não é o único que entra lá). Eu não dei o gosto pra ela, e aí soltei os peitos dela, peguei na mão dela e com força coloquei as mãos dela nas costas. Ela me olhou séria e disse: "O que você tá fazendo e por que tá me tratando assim?" Eu não falei nada, só encostei ela contra mim — ela era bem pequenininha (ela tem 1,58m, eu tenho 1,78m). Quando encostei ela em mim, ela não fez nada, só ficou quietinha. Comecei a acariciar aquelas nadegas branquinhas e dava pra ver que meu irmão tinha comido ela antes, porque tavam meio vermelhas. Aí aproveitei e dei umas palmadas bem fortes nela, bati tão forte que deixei a bunda dela vermelha (eu antes já deixava a bunda dela vermelha, adorava ouvir ela e ver como a bunda ficava). Ela começou a dizer pra eu não bater mais, que meu irmão ia perceber depois, mas eu mandei ela calar a boca e bati mais forte. E aí parece que passei do ponto, porque ela se virou e me pediu desculpas (não sei por que você pede desculpas). (desculpa) Eu fiz ela se apoiar contra a porta, empinando a raba, e ver aquela bucetinha toda vermelha me deu um tesão tão grande que não aguentei, puxei a calcinha dela (queria meter logo, não dava mais, mas mudei de planos). Ela se virou e falou que ali não dava, que os pais dela podiam chegar a qualquer momento (eu tinha esquecido que a gente tava na entrada). Então mandei ela tirar tudo e levei ela pro quarto dela (ver aquela bundinha minúscula rebolando enquanto ela andava era uma coisa linda). Já no quarto, ela se ajoelhou sozinha e eu tirei tudo na frente dela (a gente conversou um pouco, nada importante, mas ela dizia que queria que eu comesse ela como antes). Eu fiquei bem na frente dela.
Ela, entre risas e com uma carinha de menina má, me diz: "Hum, que grande, será que vai caber tudo?" Eu ri, e ela, por conta própria, pegou minha pica e começou a chupar (Agustina era um luxo quando fazia boquete. Minha pica tem uns 18 cm e 6 cm de largura, mas já vi ela engolir paus maiores. Quando a conheci, um dos meus amigos que tinha uma terceira perna fez ela engasgar, fez ela comer tudo, e quando pegou ela pelo cu, puta merda, me deu até impressão). Ela chupava tudo sem problema nenhum. O melhor era quando ela lambia minhas bolas e me batia uma (as mãos dela eram tão macias que quase me fez gozar, e com aquela língua, ela sacudia minhas bolas dentro da boca dela). Comecei a confessar: "Saudades dos seus boquetes, nunca pensei que ia ter você de novo." Ela só respondeu: "Olha só, eu pensei que você tinha se cansado de mim." (Naquela época, eu tinha começado a namorar uma idiota, e ela bloqueou e apagou a mina de todos os lugares, por isso perdi todo contato com ela). Contei isso, e ela pareceu ficar feliz, me disse que eu fui o único que tratou ela do jeito que ela gostava e que pensou que ela tinha feito algo errado. Eu falei: "Não, Sweetie, você me deixava louco e me aguentava bem quando eu te pegava." Ela só riu e, enquanto dava beijos na minha pica, disse: "Aquela gorda não aguentava uma foda bem pesada, ou era pica demais pra aquela buceta?" Eu disse que não, que a cutie não aguentava nem pela buceta (a verdade é que minha ex vivia me dando o cu, não era tão linda quanto a Agustina, mas me deixava fazer de tudo, só não ia falar isso). Agustina disse que sempre gostou da minha pica e que adorava como eu detonava e deixava o cu dela (eu, pessoalmente, achava difícil de acreditar). Falei, meio na brincadeira: "Outros não te detonaram igual eu?" Ela: "Não, você tinha um jeito de fazer que eu gostava." Eu: "Mas se minha pica não é tão grande?" Ela: "Tamanho não importa, além do mais, pica muito grande não dá pra aproveitar, e a sua tem o tamanho perfeito." Eu: "E meu irmão? Não é suficiente?" Ela: "Não vai contar pra ele, mas a dele é de bom tamanho, só que ele não sabe fazer. Porra... (a gente continuou conversando, ela me contou que outros amigos meus também comeram ela, inclusive o de pau grande, mas ela disse que todos meio que se apaixonaram e ela não queria isso, e outras coisas que não vêm ao caso). Depois de conversar, fiz ela ficar de quatro em cima da cama e comecei a meter nela.
(sei que não sou bom exemplo, mas não usei camisinha, decidi confiar nela) comecei a enterrar nela, do jeito que sei que ela gostava, devagar, tirando rápido quase até sair tudo e meter de novo devagar. Fiquei assim um tempo, ela começou a falar: "ai sim, você não sabe como sinto falta de ser comida assim, continua assim, quero que você me faça sua puta de novo, arrebenta meu cu se quiser, sou toda sua, sou sua puta e mais" (Agustina era nota 10 na minha opinião, menina branquinha, uma cinturinha linda e uma bunda bem redondinha, eu pessoalmente teria feito dela minha namorada se tivesse conhecido de outro jeito). Continuei fodendo ela assim e ela não parava de gemer e falar que tava gostando. Na verdade, eu só queria comer ela mesmo, mas ela perguntou se eu queria que ela montasse em mim. Deixei ela ser feliz, me deitei e ela sozinha pegou minha pica toda molhada com a porra dela e chupou, lambeu tudo (Agustina era uma atriz pornô quando ficava assim). Depois de limpar minha pica, ela subiu e começou (Agustina gostava de brincar, enfiava devagar minha pica e tirava, se mexia de um lado pro outro e até deixava escapar de propósito). E assim ela ficou, brincando como uma criança com seus brinquedos, mas eu queria ter o controle. Peguei as duas mãos dela e mandei ela ficar quieta como uma menina boazinha. Ela caladinha, mordendo os lábios, olhando pra trás (ela sabia o que ia rolar). Peguei minha vara e fiz ela mesma deixar escapar da buceta dela e coloquei na bunda dela, e mandei ela descer pra ir enfiando devagar (ela era dessas que gosta de ser mandada e encurralada).
Fui enfiando devagar (não vou mentir, aquela buceta era tão molinha que, pra ser sincero, me decepcionou um pouco). Quando entrou toda, não soltei as mãos dela e fiz ela esperar um pouco. Ela não ia se mexer sem eu mandar, e eu também não me mexia. Quando ela abriu a boca pra perguntar, eu mandei ela calar a boca com um "sssss" e calei mais duas vezes. Quando ela foi falar de novo, dei um tapa na cara dela e uma palmada forte na bunda que deixou ela sorrindo e rindo baixinho. Aí dei permissão pra ela se mexer, e ela começou. Eu ia dando palmadas nela toda vez que algo não me agradava (sinceramente, fazia isso porque sabia que ela tava adorando). E assim fiquei com ela por um tempão: dava palmadas, xingava ela e mandava ela se mexer de jeitos diferentes. Até que coloquei ela de frente pra mim, e enquanto ela me olhava, tirei a rola e fiz ela enfiar de novo várias vezes. Assim, forte, devagar, e mandando ela reboladar aquela bunda com meu pau bem dentro (era uma mina de luxo, qualquer um casava com uma dessas). E assim fiquei até ela não aguentar mais. Ela sentou em cima de mim e começou a tremer. Eu xinguei e mandei ela parar, mas ela já tinha chegado no limite. Então decidi terminar. Deitei ela no meu peito e comecei a meter. Tava quase gozando, mas ela me pediu por favor pra não gozar dentro, porque meu irmão ia perceber que alguém encheu a bunda dela de porra. Aí perguntei onde ela queria a porra, e ela só falou: "Para, me solta!". Soltei ela, e, ofegante e cansada, ela começou a chupar meu pau de novo (isso era novidade, algo que eu só via em pornô). Ela não teve nojo, sabia onde tinha estado e mesmo assim tava engolindo meu pau inteiro. E assim, só com os lábios dela na cabeça da minha rola e a mão dela batendo uma, eu gozei (vocês não imaginam como eu tremi quando senti aquela língua passar na cabeça e aquela mãozinha subir até o final pra tirar toda a porra). No fim, tomamos banho juntos e eu vazei o mais rápido possível. Por sorte, os pais dela nunca contaram pro meu irmão que eu estive lá. Depois continuei comendo ela, até muito depois de ela ter contado pro meu irmão. Depois, ela mesma se afastou de mim. Fim. agora, em outra história, contamos como ele a conheceu. obrigado por ler e agradeço os pontos.

Ela, entre risas e com uma carinha de menina má, me diz: "Hum, que grande, será que vai caber tudo?" Eu ri, e ela, por conta própria, pegou minha pica e começou a chupar (Agustina era um luxo quando fazia boquete. Minha pica tem uns 18 cm e 6 cm de largura, mas já vi ela engolir paus maiores. Quando a conheci, um dos meus amigos que tinha uma terceira perna fez ela engasgar, fez ela comer tudo, e quando pegou ela pelo cu, puta merda, me deu até impressão). Ela chupava tudo sem problema nenhum. O melhor era quando ela lambia minhas bolas e me batia uma (as mãos dela eram tão macias que quase me fez gozar, e com aquela língua, ela sacudia minhas bolas dentro da boca dela). Comecei a confessar: "Saudades dos seus boquetes, nunca pensei que ia ter você de novo." Ela só respondeu: "Olha só, eu pensei que você tinha se cansado de mim." (Naquela época, eu tinha começado a namorar uma idiota, e ela bloqueou e apagou a mina de todos os lugares, por isso perdi todo contato com ela). Contei isso, e ela pareceu ficar feliz, me disse que eu fui o único que tratou ela do jeito que ela gostava e que pensou que ela tinha feito algo errado. Eu falei: "Não, Sweetie, você me deixava louco e me aguentava bem quando eu te pegava." Ela só riu e, enquanto dava beijos na minha pica, disse: "Aquela gorda não aguentava uma foda bem pesada, ou era pica demais pra aquela buceta?" Eu disse que não, que a cutie não aguentava nem pela buceta (a verdade é que minha ex vivia me dando o cu, não era tão linda quanto a Agustina, mas me deixava fazer de tudo, só não ia falar isso). Agustina disse que sempre gostou da minha pica e que adorava como eu detonava e deixava o cu dela (eu, pessoalmente, achava difícil de acreditar). Falei, meio na brincadeira: "Outros não te detonaram igual eu?" Ela: "Não, você tinha um jeito de fazer que eu gostava." Eu: "Mas se minha pica não é tão grande?" Ela: "Tamanho não importa, além do mais, pica muito grande não dá pra aproveitar, e a sua tem o tamanho perfeito." Eu: "E meu irmão? Não é suficiente?" Ela: "Não vai contar pra ele, mas a dele é de bom tamanho, só que ele não sabe fazer. Porra... (a gente continuou conversando, ela me contou que outros amigos meus também comeram ela, inclusive o de pau grande, mas ela disse que todos meio que se apaixonaram e ela não queria isso, e outras coisas que não vêm ao caso). Depois de conversar, fiz ela ficar de quatro em cima da cama e comecei a meter nela.
(sei que não sou bom exemplo, mas não usei camisinha, decidi confiar nela) comecei a enterrar nela, do jeito que sei que ela gostava, devagar, tirando rápido quase até sair tudo e meter de novo devagar. Fiquei assim um tempo, ela começou a falar: "ai sim, você não sabe como sinto falta de ser comida assim, continua assim, quero que você me faça sua puta de novo, arrebenta meu cu se quiser, sou toda sua, sou sua puta e mais" (Agustina era nota 10 na minha opinião, menina branquinha, uma cinturinha linda e uma bunda bem redondinha, eu pessoalmente teria feito dela minha namorada se tivesse conhecido de outro jeito). Continuei fodendo ela assim e ela não parava de gemer e falar que tava gostando. Na verdade, eu só queria comer ela mesmo, mas ela perguntou se eu queria que ela montasse em mim. Deixei ela ser feliz, me deitei e ela sozinha pegou minha pica toda molhada com a porra dela e chupou, lambeu tudo (Agustina era uma atriz pornô quando ficava assim). Depois de limpar minha pica, ela subiu e começou (Agustina gostava de brincar, enfiava devagar minha pica e tirava, se mexia de um lado pro outro e até deixava escapar de propósito). E assim ela ficou, brincando como uma criança com seus brinquedos, mas eu queria ter o controle. Peguei as duas mãos dela e mandei ela ficar quieta como uma menina boazinha. Ela caladinha, mordendo os lábios, olhando pra trás (ela sabia o que ia rolar). Peguei minha vara e fiz ela mesma deixar escapar da buceta dela e coloquei na bunda dela, e mandei ela descer pra ir enfiando devagar (ela era dessas que gosta de ser mandada e encurralada).
Fui enfiando devagar (não vou mentir, aquela buceta era tão molinha que, pra ser sincero, me decepcionou um pouco). Quando entrou toda, não soltei as mãos dela e fiz ela esperar um pouco. Ela não ia se mexer sem eu mandar, e eu também não me mexia. Quando ela abriu a boca pra perguntar, eu mandei ela calar a boca com um "sssss" e calei mais duas vezes. Quando ela foi falar de novo, dei um tapa na cara dela e uma palmada forte na bunda que deixou ela sorrindo e rindo baixinho. Aí dei permissão pra ela se mexer, e ela começou. Eu ia dando palmadas nela toda vez que algo não me agradava (sinceramente, fazia isso porque sabia que ela tava adorando). E assim fiquei com ela por um tempão: dava palmadas, xingava ela e mandava ela se mexer de jeitos diferentes. Até que coloquei ela de frente pra mim, e enquanto ela me olhava, tirei a rola e fiz ela enfiar de novo várias vezes. Assim, forte, devagar, e mandando ela reboladar aquela bunda com meu pau bem dentro (era uma mina de luxo, qualquer um casava com uma dessas). E assim fiquei até ela não aguentar mais. Ela sentou em cima de mim e começou a tremer. Eu xinguei e mandei ela parar, mas ela já tinha chegado no limite. Então decidi terminar. Deitei ela no meu peito e comecei a meter. Tava quase gozando, mas ela me pediu por favor pra não gozar dentro, porque meu irmão ia perceber que alguém encheu a bunda dela de porra. Aí perguntei onde ela queria a porra, e ela só falou: "Para, me solta!". Soltei ela, e, ofegante e cansada, ela começou a chupar meu pau de novo (isso era novidade, algo que eu só via em pornô). Ela não teve nojo, sabia onde tinha estado e mesmo assim tava engolindo meu pau inteiro. E assim, só com os lábios dela na cabeça da minha rola e a mão dela batendo uma, eu gozei (vocês não imaginam como eu tremi quando senti aquela língua passar na cabeça e aquela mãozinha subir até o final pra tirar toda a porra). No fim, tomamos banho juntos e eu vazei o mais rápido possível. Por sorte, os pais dela nunca contaram pro meu irmão que eu estive lá. Depois continuei comendo ela, até muito depois de ela ter contado pro meu irmão. Depois, ela mesma se afastou de mim. Fim. agora, em outra história, contamos como ele a conheceu. obrigado por ler e agradeço os pontos.
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