A chuva batia com fĂșria nos vidros do motel solitĂĄrio Ă beira da estrada. Os trovĂ”es ecoavam e a luz dos relĂąmpagos desenhava sombras que dançavam pelas paredes. Sofia entrou, encharcada pela chuva, e foi atĂ© a recepção mal iluminada. âSĂł por uma noite âdisse, enquanto a recepcionista entregava a chaveâ. A tempestade lĂĄ fora nĂŁo parece querer parar.
O quarto era pequeno, com cheiro de mofo e uma lĂąmpada que piscava. Sofia foi para o banheiro. Debaixo do jato de ĂĄgua quente, deixou cada gota percorrer sua pele, relaxando a tensĂŁo do dia. A roupa molhada ficou numa cadeira, enquanto o corpo dela secava devagar.
Ao sair, o quarto estava escuro, sĂł com a luz da rua entrando pela janela. Ela se deitou nua na cama, abraçando o travesseiro, tentando dormir. O silĂȘncio era absoluto, quebrado sĂł pela chuva e pelo vento.
LĂĄ pelas 3 da madrugada, um peso repentino na cama a acordou. Um arrepio percorreu sua espinha enquanto um corpo invisĂvel se acomodava ao lado dela. A respiração acelerou, e um calor intenso subiu das coxas atĂ© a barriga.
Ela sentiu uma ereção, uma pica que pressionava sua buceta, um toque que não podia ver, mas que a fazia tremer de desejo e medo.
âQuem⊠tĂĄ aĂ? âsussurrou, tremendo.
O ente respondeu com carĂcias fantasmagĂłricas, percorrendo seus peitos, seu pescoço e sua buceta, cada roçada incendiando seu corpo. Sofia arqueou as costas, presa entre terror e tesĂŁo, enquanto seu corpo reagia a cada movimento invisĂvel.
O contato se intensificou: o ente penetrava sua buceta com movimentos sentidos, embora invisĂveis, cada estocada um tremor que a deixava sem fĂŽlego. Sua umidade e calor respondiam ao desejo, ela sentia algo chupando seus peitos e sua respiração se entrecortava entre gemidos e suspiros.
âAh⊠Deus⊠isso⊠nĂŁo pode ser real âofegou, incapaz de resistir.
Cada Naquele instante, era um jogo de pura dominação e sedução paranormal, alternando empurrĂ”es invisĂveis com pausas que aumentavam a expectativa. Sofia se mexia instintivamente, arqueando as costas e se oferecendo, enquanto o ente brincava com ela, fazendo-a gemer de prazer e medo.
Quando ela atingiu o primeiro orgasmo, um gemido longo e profundo escapou da garganta dela. Sua buceta pulsava, o corpo tremia, suado e exausto, mas entĂŁo a cama se mexeu de novo. Sofia decidiu se levantar para pegar a roupa, ainda molhada. Ela andou nua atĂ© a cadeira, mas a roupa nĂŁo estava lĂĄ. Ao olhar em volta, encontrou do outro lado da cama. Subiu na cama de quatro, esticando o corpo, arqueando as costas e deixando os glĂșteos Ă mostra enquanto tentava alcançå-la. E entĂŁo sentiu: de novo, algo invadindo o cu dela, a entidade a pegou por trĂĄs, guiando os quadris com movimentos precisos. Um arrepio percorreu ela enquanto a respiração acelerava e sua buceta respondia Ă s carĂcias do contato invisĂvel. âNĂŁo⊠de novo â ela ofegou, presa entre incredulidade e desejoâ. Isso⊠nĂŁo pode ser real. O toque invisĂvel se intensificou, cada empurrĂŁo e roçada fazendo o corpo dela responder por completo. Sofia atingiu um segundo orgasmo, tremendo em cima da cama, a mente e o corpo totalmente entregues ao prazer e ao terror. Finalmente, a entidade desapareceu devagar. O quarto voltou ao silĂȘncio, sĂł com a chuva batendo nos vidros. Sofia ficou nua, exausta, com o coração disparado e uma sensação de vĂcio absoluto no contato paranormal. A buceta e o cu dela continuavam ardendo, lembrando cada carĂcia, cada empurrĂŁo invisĂvel.
âFeliz⊠contato paranormal âsussurrou, tremendo e com um sorriso nervosoâ. Jamais vou esquecer isso. Naquela noite, entre prazer extremo e terror absoluto, Sofia entendeu que algo daquele ente tinha ficado marcado na pele dela, e que nenhum sonho ou explicação racional poderia apagar.


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