Quase enlouqueci...

Fotos que tomamos mi esposa y yo, tratando de darle un toque erotico
Total libertad para comentar lo que quieran
Espero sean de vuestro agrado

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A pedido de muchos... arrancamos en color



CASI ENLOQUECER...


Creí tener todo en la vida, todo bajo control, creí poder tener el dominio de la situación, que todo sería pasajero, y que nada podría cambiar mi presente, y sin embargo, cuando menos lo esperé, ella apareció en mi vida para poner mi mundo de cabezas

Atrás en el tiempo, después de una relación tóxica con mi primera pareja con la cual no llegaríamos a los dos años de convivencia, aparecería Noelia en mi vida, ella es actualmente docente de grados inferiores, nos enamoramos y formamos esa familia que siempre había deseado tener
Mientras ella seguía con su profesión, yo hacía lo propio con la mía, trabajando en un laboratorio farmacéutico internacional, donde iría pasando por distintos puestos, conociendo un poco de todo, pero siempre aferrado a mi otro amor, la química

Llegaría Ludmila, nuestra primera hija, y un par de años mas tarde, Kevin, el segundo
Y así todo mi entorno rayaba la perfección, tenía el empleo soñado, una esposa muy compañera y unos pequeños maravillosos que me llenaban como padre
El principio del fin empezaría una par de años atrás, cuando desde la cúpula del laboratorio habían decidido hacer algunas restructuraciones lógicas de compañías que deben actualizarse a los tiempos para no sucumbir en el letargo
Fueron días muy convulsionados, rumores, chimentos, un día que cerraban todo para centralizar todo en Brasil, otro día que habría una restructuración general, otro día que todo estaba bien, que dejáramos de confabular, y otro día, lo que realmente sucedería, seríamos absorbidos por otro laboratorio de mayor escala

El cambio de firma se haría relativamente rápido, y vimos con nuestros propios ojos llegar como paracaidistas quienes tomarían los nuevos puestos gerenciales en una transición que duraría seis meses.
También vimos un 'mezclar y repartir de nuevo', empresa nueva, pensamientos nuevos
Muchos de mis pares fueron cesanteados, otros por el contrario ascendidos, muchos cargos desaparecieron y muchos nuevos se crearon
Cuando a mi me llamaron esa mañana al departamento de RRHH, pensé que sería mi último día, sin embargo solo fue para comunicarme mi nuevo rol, lo que esperaban de mi, donde desarrollaría mis obligaciones y algo que no esperaba, una mejora salarial que me dejó sin saber que decir

En mi caso, las cosas parecían cambiar para bien, mas trabajo, mas responsabilidades, más poder de decisión y mas monedas en el bolsillo, y lo que vendría por delante, poder tener un asistente para que fuera mi sostén y alguien a quien poder formar
Llegarían los días de entrevistas, parte de proceso normal de selección y en el que naturalmente participaría, con una opinión parcial por ser alguien con quien compartiría mis jornadas en un futuro que ya era presente
Luego de charlar con una decena de postulantes, di mis impresiones, tres posibles, Carlos, en especial, un chico que me pareció muy formado para el puesto. Pero claro, lo mío era solo una parte del todo
Casi un mes después me llamarían nuevamente a RRHH para presentarme quien sería mi nueva compañera de ruta, Delfina, la elegida
Yo me quedaría con cara de no entender, Delfina? justo Delfina?

Delfina no había estado entre mis posibles elecciones, a ver, tenía ya treinta y dos años y estaba a medio camino en la facultad, en mis preguntas técnicas me había resultado de mediocre para abajo, y su dominio de ingles era paupérrimo, me sentí fatal y creo que le expresión de mi rostro había hablado por mi
Claro, luego me harían saber algunas cosas que para mi no eran importantes pero para la imagen del laboratorio si, era mujer, tenía buenas recomendaciones de otros empleos previos, tenía disponibilidad horaria y hasta intenciones de hacer carrera en otros laboratorios, fuera del país
Y así empezaría mi convivencia laboral con ella, Delfina, la mujer que marcaría un antes y después en mi vida


Quase enlouqueci...Delfina era uma mina chamativa, pra dizer o mínimo, quase da minha altura, chegando a um metro e oitenta. Tinha uns peitões que mal dava pra disfarçar por baixo do jaleco branco, além de um quadril largo e uma raba boa. Não era meu tipo de mulher, mas sendo tão grande de proporções, era impossível não dar uma olhada.

Ela sempre vinha com os cabelos pretíssimos perfeitamente presos num rabo de cavalo que batia na cintura. Sempre impecável no uniforme de trabalho, com os óculos de segurança e as luvas de laboratório.

Admito que não começamos bem. Meu preconceito inicial me levou a tentar expor ela em toda oportunidade, deixá-la no ridículo e rir dela. Transformei ela no meu palhaço. Foi demais, a ponto de ela logo me confrontar, muito séria, muito direta, cara a cara.

O tempo foi aparando as arestas, e os rancores do passado ficaram guardados. Começaram as conversas normais entre colegas de trabalho: a vida dela, a minha vida, a família dela, a minha família, os projetos dela, os meus projetos, os gostos dela, os meus gostos. E assim, aos poucos, nossos dias se entrelaçaram.

Uma tarde ela me convidou pra um after office. Naquela tarde eu não podia, mas na seguinte sim.

Tinha passado em casa. A Noélia sabia e tava por dentro das reuniões de trabalho. Cheguei no lugar combinado, já tinham chegado uns colegas. Pedimos umas cervejas. Aí ela chegou. Dessa vez, sem jaleco branco, sem óculos de segurança, sem luvas de laboratório. A Lorena tava de jeans comum, justo, marcando o quadril largo e as pernas compridas, e uma camiseta apertada que desenhava os peitos nada desprezíveis dela.

Mas o que mais me chamou a atenção, como homem, foram os cabelos longos dela, agora soltos, que ela, sem perceber, arrumava de um lado pro outro com as mãos. Aquilo me deixou com muito tesão. Acho que foi a primeira vez que não olhei pra ela como minha assistente.

Já tinha escurecido, e eu me ofereci pra levar ela. Até a casa dela. Quando chegamos, ela me convidou pra entrar e tomar uma dose ou um café. Não soube distinguir se era só uma cortesia normal ou se eu estava interpretando errado, achando que tinha algo a mais. Deixei pra lá, tinha que voltar pra casa, onde minha esposa me esperava.

Pouco depois, a história se repetiria, só que dessa vez eu cometi o erro de aceitar o convite dela. As coisas entre a gente estavam muito quentes, era óbvio.

Subimos no apartamento dela só pra umas doses, mas ela veio pra cima de mim e de repente se agarrou, enrolando as pernas e os braços em volta de mim. Segurei ela suspensa no ar e ela me deu um beijo profundo. Senti uma ereção contida, porque ela devorava minha boca com beijos intermináveis enquanto eu enchia as mãos com aquela bunda linda dela. Foi tudo repentino, efusivo, selvagem, animal.

Aí ela deu um passo em falso. No calor do momento, me mordeu com muita força, com muita vontade, no pescoço, puxando pro lado do ombro, a ponto de me fazer doer pra caralho.

Isso me enfureceu, mexeu com meus nervos e esfriou meu tesão. Afastei ela de repente e reclamei bem alto.vadiaQue cê tá fazendo? Tá louca? Que porra é essa?

Ela me olhou com cara de quem não tava entendendo, então continuei enquanto me massageava e tentava achar um espelho pra me ver.

Cê sabe que eu sou casado! O que vou falar pra minha mulher? Cê tem que pensar um pouco!

Aí ela mostrou o lado tóxico dela, começou a me esculachar aos berros, que eu era um medíocre, um homem pela metade, um cagão, e que eu voltasse rápido pra debaixo das saias da minha mulherzinha. As coisas pioraram e eu só bati a porta na cara dela.

Ia ter uns quinze dias de merda pela frente. Minha esposa, claro, notou a marca e, claro, não engoliu minhas desculpas, minhas respostas, nem minha indiferença. Ela não era burra. Depois de várias perguntas afiadas, só deixou passar, mas isso era algo que uma esposa jamais esqueceria.

Com a Delfina também não ia ser melhor. A gente tinha voltado ao ponto de partida, feito cão e gato, quase não se falava, e até fiquei feliz que as coisas estivessem assim. Ela era uma mulher ciclotímica que passava do amor ao ódio num piscar de olhos.

Mas o homem costuma ser bem básico, e o cheiro de buceta costuma ser tentador demais...

Quando as coisas já tinham sido esquecidas, mandaram a gente do laboratório pra uma visita protocolar de uns colegas. Era coisa normal. A gente se encontrou num hotel, tinha uma convenção com palestra e almoço, assunto de rotina.

Lembro que a Delfina tinha ido com uma saia longa até o tornozelo, de animal print, mas tão justa que desenhava aquele rabo perfeito que ela carregava. Era impossível não olhar, e eu senti uma vontade danada de comer ela o dia inteiro. Ela tava exultante, e me deixava saber, em cada olhar, que sabia o que tava me provocando.

Terminada a reunião, o almoço, ainda sobrava muito tempo, então a gente só aproveitou pra pedir um quarto.

Eu sabia que não devia, mas a tentação era mais forte.

Já no quarto, ela voltou com tudo, igual da primeira vez, só que agora eu tinha... Avisado como eram as coisas, pegar ou largar...
Começamos com os beijos loucos e apaixonados daquela primeira vez, ela apertava minha rola por cima da calça com muita veemência, e eu sentia a respiração dela ofegante ao meu redor. Ela tirou a camiseta e o sutiã, e me guiou até os peitos dela, pra eu lamber. Os bicos dos peitos dela, durinhos, pareciam machucar minha língua, e o momento ficava cada vez mais quente.

Então ela se afastou um pouco pra se jogar na cama, pra tirar a saia. Foi engraçado porque estava tão justa que ela não conseguia e precisou da minha ajuda pra conseguir.

Fui entre as pernas dela pra chupar aquela buceta, rosadinha, suculenta, lisinha que nem bebê. Ela me puxou pelos cabelos, me apertando contra a intimidade dela, gemendo, gritando.

Ela me desequilibrava, me sufocava, fazia meu couro cabeludo doer, eu não aguentava...

Mudamos de posição, eu me deitei e ela veio por cima de mim, montou em mim, engoliu minha rola toda e começou a rebolar como se estivesse possuída, como nenhuma mulher jamais tinha feito. Gritava, estava fora de si, e eu senti as unhas afiadas dela cravando devagar no meu peito, me fazendo sangrar.

Ela pegou minha mão e começou a chupar meus dedos, por um bom tempo, bem fundo. Depois se inclinou e me disse:empregadaDale, filho da puta! Enfia no meu cu!

Foi assim que eu fiz, ela me dominava, eu comia ela, enfiava os dedos por trás, e ela gritava no meu ouvido, me mordia o pescoço, me chupava, me machucava, eu não conseguia evitar

Coloquei ela de quatro, só enfiei no cu de uma vez, ela pareceu gostar

Dale, me dá um tapa na bunda, dale, puxa meu cabelo, dale, filho da puta!

Só metia por trás, com uma mão puxava o cabelo dela pra mim, com a outra dava tapão na bunda com força, parecia que eu tava domando uma égua, meus olhos se enchiam das curvas dela e eu via no corpo dela umas marcas roxas de encontros anteriores, Delfina gemia e gritava

Filho da puta!!! Tá rasgando meu cu!!!

Era tudo muito doido, era um amor selvagem, ela ficava louca com o jogo e eu me deixava levar

Ela pediu pra chupar, trocamos de posição e ela começou, eu olhava o rosto oval dela, os olhos castanhos, a pele branca e os lábios finos que engoliam meu pau uma vez e outra

Meus olhos iam mais longe, pros peitos dela, eram perfeitos, esferas perfeitas, no lugar perfeito, com umas auréolas enormes que grudavam meu olhar neles

Ela ia me surpreender de novo, do jeito que fazia, me devorava, e ainda ia nas minhas bolas, e mais, foi chupar e beijar meu cu, brincava com a língua no meu esfíncter e percorria até a ponta da minha glande

Quando sentiu que eu ia gozar, me olhou nos olhos pra eu descarregar todo o leite nos peitos dela, como se adivinhasse meus desejos, e quando comecei a perder a ereção, ela se deixou cair, apoiando os peitos no meu pau pra descansar e escorregar no meu próprio gozo

Pra ela era o começo, pra mim o fim, ela teve que entender mais uma vez que eu tinha uma vida, uma esposa

Fui no banheiro me lavar um pouco, a imagem que o espelho ia me devolver não ia me agradar, tinha arranhões sangrando, hematomas já marcados aqui e ali, tinha sido demais, impossível de esconder

Noelia, obviamente, sacou minha traição, e apontou todos os dardos pra 'minha colega de trabalho' e seria a primeira de muitas noites em que eu dormiria no sofá da sala

As coisas no futuro iam se complicando cada vez mais, Delfina se tornaria o centro da minha vida, era como um ímã que me arrastava junto, a loucura dela, o quanto ela era puta comigo, as coisas que a gente fazia, tava me enlouquecendo

Me acostumei a dormir no sofá de casa, com minha esposa tava tudo errado, não me importava, nem com ela, nem com os filhos, nem com minha família, nem com nada

Mas eu nunca terminava de conhecer a Delfina...

Numa segunda-feira de trabalho, ela tava irritada, distante, com uma puta ressaca do fim de semana, não queria conversar, vi ela tomar algum analgésico até que no meio da manhã, numa pausa, entre chimarrão e facturas, ela me contou resumidamente

A melhor amiga dela tinha namorado - algo que ela sempre me contava sobre a história - e bom, que essa amiga tinha viajado com a família, e que o namorado sempre tinha dado em cima dela, e que a tinha convidado pro apartamento porque tava sozinho, e que ela achava interessante e que bom, resumindo, palavras textuais, ele tinha comido ela de todas as maneiras possíveis e ela só tava acabada, cansada, sem saco pra ter os ovários quebrados, como eu disse, palavras textuais

E eu fiquei com cara de nada, que porra é essa? se eu tava largando tudo por ela, e ela tava se rolando com outro?

Claramente não estávamos na mesma sintonia, com os mesmos pensamentos, e a situação me levou a confrontar ela, porque minha cabeça tava fervendo, mas ela, sem cerimônia, com uma frieza honesta, me deixou saber que adorava homens e que adorava sexo, que tava bem comigo, mas que nunca tinha jurado exclusividade no jogo

Segui em frente, aceitei, mas não me importou, estar com ela era tocar o céu e o inferno ao mesmo tempo, eu tava perdendo a vida nisso, cada vez que eu comia a Delfina era um jogo que parecia nunca ter fim, ela era direta e se eu não comesse ela direito, ela me fazia saber, tinha na cabeça dela o abecedário que Pode enlouquecer um homem
Com minha esposa, a gente já tinha começado os trâmites do divórcio, eu tava procurando um lugar pra morar e já tinha meio que me acostumado com a ideia de que minha colega de trabalho não só transava comigo, mas com quem ela quisesse
Eu tava ficando cego por essa mina, muito rápido ela virou meu tudo, mesmo que eu fosse só uma parte pra ela, doía saber que ela dividia os lábios dela, dividia as mentiras dela, mas era assim que as coisas eramPerversaPouco depois, as coisas iam piorar. Mais um golpe de realidade: fora de casa, eu procurava um lugar pra morar e implorei quase de joelhos pra poder construir minha vida junto com a dela, dormir abraçados, acordar com o nascer do sol. Mas ela riu na minha cara, quase como se eu fosse maluco. É que ela não tava pensando em um relacionamento sério por enquanto. Tinha muita rola pra esquentar e ela queria provar todas. Sim, direta desse jeito.

Ela também me disse algo que eu já sabia: tavam apressando ela no emprego pra terminar a faculdade. Só faltava uma matéria e precisavam de uma profissional formada.

Ela me convidou pra uma festa na casinha dela, algo sem motivo, só amigos, conhecidos, pra se divertir, tomar uns drinks e ouvir um som.

Fui um dos primeiros a chegar. Delfina tava um arraso, com uma saia branca bem curta e justa, que desenhava as curvas dela e marcava a tanguinha minúscula que ela usava, deixando pouco pra imaginação, e um top combinando que destacava os peitos dela de um jeito provocante. Era demais pra mim. Ela era gostosa de frente e de costas, e com aquele cabelão preto preso num rabo de cavalo quase na cintura, dava vontade de montar nela igual uma égua.

Foram chegando uns caras e umas minas da idade dela, e eu só me desesperei ao ver com meus próprios olhos quantos candidatos pululavam em volta dela. Caras jovens, com quem eu não conseguia competir.

Só me apresentaram pra alguém da minha idade. Me chamou a atenção quando ele chegou: Marcos Escalada, o professor da faculdade dela, o que tinha que aprovar a matéria que faltava pra ela se formar. Um cara bonitão, que apertou minha mão com força. Por sua vez, Delfina me apresentou só como colega de trabalho, meu chefe. Aquilo doeu, porque eu esperava algo mais dela.

O cara grudou em mim, talvez por causa da idade. Perguntei sobre o trabalho dele, o meu, como ela era como aluna, como funcionária, essas coisas do dia a dia.

Ela continuava... sendo a rainha da festa, e nós dois, entre um copo e outro, só falávamos dela
Marcos me disse que ela o enlouquecia, que não ia parar até comer ela, e se não comesse ela, então nunca a aprovaria
Não teria coragem de falar nada pra ela, porque não teria como defender Delfina, se ela mesma tivesse dado pra ele, se soubesse

Às três da manhã, tudo começava a acabar, os caras começaram a ir embora, eu não pensava em fazer o mesmo, mas pelo visto o professor também não, meio que eu empurrava ele pra fazer isso, mas ele se mantinha firme, até que só ficamos nós três
Me aproximei discretamente de Delfina pra sugerir que já tava bom disso, ela tirou os saltos altos e voltou a ficar na minha altura, só me respondeu com um sorriso cúmplice, eu só queria ficar a sós com ela

Ela começou a dançar devagar, rebolando o quadril de um lado pro outro, ouvindo uma música que só existia na cabeça dela, já que tinha desligado o som, de olhos fechados, e os saltos altos enroscados nos dedos, ela tava provocando a gente, era óbvio, os fetiches dela de chefe assistente, professor e aluna, e eu só soube que ia rolar

Ela se aproximou de nós dois, no seu papel dominante, e me deu um beijo tão profundo que senti gosto de sangue, dos lábios dela ou dos meus, depois fez o mesmo com o professor e pediu pra gente rodeá-la, pra ficar como o recheio de um sanduíche, esfregando o corpo dela contra os nossos, beijando um e outro, com a voracidade de um incêndio e a força de um tornado, assim era ela, e aos poucos nossas roupas foram caindo no chão, ela fez a gente lamber os peitos dela, um de cada lado, uns peitos lindos com uns bicos enormes que iam clareando conforme se afastavam do mamilo, eu tava com a pica dura, só queria meter logo...

Percebi que Marcos já tinha as marcas das unhas afiadas dela no peito, e sentia no meu pescoço a mordida que ela tinha me dado, então ela fez ele se ajoelhar Sentou de um lado, eu do outro, e voltou àquela dança de feiticeira, só que agora estava completamente nua, era mulher demais pra mim, pra nós dois.
Abriu uma gavetinha que tinha sobre um aparador ao lado, e tirou um pau de brinquedo de tamanho moderado, e diante dos nossos olhos começou a lamber, bem sugestivo, enfiando bem fundo na boca.

Veio em cima de mim, gemendo, na mesma poltrona, e começou a me cavalgar, meu pau entrou todinho de uma vez na sua caverna molhada, ela começou a gemer, os peitos dela estavam no meu rosto e eu enchia as mãos com eles, beijei ela, e a putinha começou a enfiar o brinquedo no cu, devagar, bem devagar, a ponto de sentir ele pressionar meu próprio pau que tava duro na frente.

Olhei o rosto dela com desejo, mas notei que não era correspondido, ela olhava pra outra poltrona, onde o professor se masturbava devagar, entendi que era parte do show, um palhaço de circo, era o fetiche pra aquele espectador de luxo.

Delfina então disse entre ofegos:

— Vem, Marcos! me come, tô molhada e quero teu pau!

O que viria depois ainda hoje não consigo acreditar, porque eu tava comendo ela, e o cu dela tava ocupado com o brinquedo, Marcos, no entanto, se ajeitou por trás entre nossas pernas, e procurou um lugar na pussy, senti a glande dele no meu tronco, empurrando e empurrando até enfiar tudo, e a cara de puta da Delfina era indescritível.

Fiquei como preso, quase sem conseguir me mexer, e foi Marcos quem começou a esfregar o pau dele no meu, e as bolas dele batendo nas minhas, estávamos os dois dentro do buraco dela, comecei a ofegar porque era muito gostoso e ela, ao notar, ficou ainda mais excitada, parecia convulsionar os quadris em orgasmos eternos e só gozei, o esperma quente invadiu a intimidade dela e banhou tudo que tava ali, senti até escorrer pelas minhas bolas e o estalo das batidas do professor que continuava empurrando ficaram mais fortes.

Então ele tirou, tava duro e cheio do meu gozo e ele disse

Você vai ter que me dar uma boa chupada se quiser que eu te aprove

E Delfina queria ser aprovada...

Ela fez ele sentar de novo, e se ajoelhou entre as pernas dele, garantindo que eu agora visse, tirou o brinquedo da bunda dela pra se concentrar só numa coisa, e começou a fazer aquilo muito gostoso, enquanto ele reclamava porque agora ela machucava as pernas dele com as unhas, mas ela era assim...

Não ia durar muito, ela masturbava ele desde a base e passava a língua na cabeça, uma e outra vez, buscando o final

Marcos se contraiu e um primeiro jato escapou no vazio, e na penumbra eu pude ver como o tiro acertava de lado a bochecha dele e um pouco nos lábios dela, pegando ela de surpresa, mas assim que percebeu a situação, num empurrão ela comeu o pau inteiro dele, chegando com os lábios no púbis do professor, ficando imóvel, enquanto as contrações dos colhões de Marcos deixavam claro como aos poucos ele enchia a boca dela de porra

Depois ela se afastou o suficiente, agora olhando pra nós dois, deixou escorrer tudo pelo peito dela, pelos peitos, brincando nos mamilos, bem puta por sinal

Continuamos brincando, onde previsivelmente o professor e eu terminamos com nossos corpos marcados pelas batalhas travadas, exaustos, enquanto Delfina ainda queria e pedia pra gente continuar comendo ela

A história marcaria que Delfina nunca seria minha e eu só teria um pedaço dela, fizesse o que fizesse

Logo a gente ia comemorar no trabalho ter uma nova licenciada em química, um título bem conquistado e merecido, e como ela mesma dizia, tinha tido que arrebentar a bunda pra conseguir

O que estava fora do meu alcance seria aquela semana de abril, quando me chamaram pra me anunciar oficialmente que eu deveria procurar um novo assistente, Delfina, agora com o diploma debaixo do braço, tinha aceitado uma proposta de crescimento pessoal e ia se mudar pra filial da Itália, eu fiquei petrificado, a ponto de a interlocutora que me atualizava, vendo meu rosto, perguntar Como? Você não sabia de nada, faz meses que a gente vem falando sobre isso

Ela era assim, em vão foram meus pedidos de explicação, não adiantou me fazer de durão, nem implorar, eu disse

Mas... como assim você vai embora? E a gente, hein?

A gente? – respondeu de forma seca – esse é o seu problema, eu nunca te prometi um 'a gente'

Ela partiu há tempos, estou sozinho, feito idiota tentei reconstruir minha família com meus filhos e com a Noelia, mas descobri que meus filhos me odiavam, como se eu tivesse esquecido deles, e a Noelia – suspirei – a Noelia tinha reencontrado o Marcelo, um amor perdido que rolou antes de me conhecer, e as coisas agora iam muito bem entre eles...

Voltamos a contatar o Carlos, o cara que eu tinha escolhido tempos atrás, e agora ele teria a chance dele, um homem, melhor, menos problema

Escrevo de vez em quando pra Delfina, a mina que agora tá na Itália, fazendo carreira, mas as respostas dela são curtas, quase por obrigação, e eu continuo sentindo falta dela, pode crer que sinto...

Se você curtiu essa história, pode me escrever com o título QUASE ENLOUQUECER... para dulces.placeres@live.com

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