Já fazia quase uma semana desde o que aconteceu com o maluco. Nessa semana ele não apareceu, e era algo estranho, assim como minha mãe não saía de casa. De repente, vi algumas mensagens de texto no celular dela — era o maluco mandando. Fiquei surpreso que ele conseguisse ter um telefone. Aliás, minha mãe estava tomando banho e deixou o celular na mesa, então eu dei uma olhada nas mensagens. O maluco tinha mandado um endereço pra ela ir buscá-lo, e minha mãe, pelo visto, não queria ir, porque disse que tava ocupada e precisava ficar com a família. Mas parecia que Manuel (o maluco) já tava muito bem informado, e isso é porque contei pra ele da primeira vez sobre meu pai.
E minha mãe não tinha respondido, então deixei o celular lá e fui pro meu quarto pensar pra onde aquele lugar levaria. Depois de um tempo, ela veio no meu quarto e disse: "Já volto, filho, vou comprar comida aqui perto, não demoro". Me beijou e saiu. Aí eu me troquei, coloquei um boné e óculos escuros pra ninguém me reconhecer. O endereço que o maluco deu não era tão longe, era na frente do supermercado que ficava a uns 20 minutos. Então fui de ônibus, que parava perto de lá. Quando cheguei, tinha uma loja de roupas, especialmente femininas, lingerie e roupas eróticas. Entrei no depósito — uff, meu coração tava batendo forte pensando no que ia rolar ali. Engoli seco. O vendedor tava distraído, então me escondi entre as roupas. Depois de alguns minutos, vejo minha mãe chegando com o maluco. Não podia acreditar: estavam de mãos dadas como se fossem namorados. Aliás, minha mãe tava com a roupa normal dela. Escutei o que ele disse:
Manuel (o maluco):
— Pronto, chegamos.
— Vamos entrar, que tem algo nos esperando.
Ao entrar, Manuel, todo sujo, cumprimentou o encarregado da loja. Era uma loja meio pequena, então só tinha um rapaz e uma moça como funcionários, e quase não tinha clientes. Manuel se referiu ao jovem encarregado como... Willson.
Willson:
Uau, quem é a gostosa que tá com o tio?
Parece que Willson era sobrinho do Manuel e a loja era dos parentes dele, então ele deixava o cara entrar na loja assim, vestido com aqueles trapos.
Manuel:
É a Violeta, minha amante.
Willson:
- Caramba, tio, respeito. Uma milf dessas como sua amante.
- É sério, tio?
Manuel:
É como você ouviu, sobrinho.
Willson:
Uau, tio, tô sem palavras.
Manuel:
- Pois é, confirma pra ele, Viole.
O maluco do Manuel queria que minha mãe confirmasse pessoalmente pro Willson... "Pois é", minha mãe confirmou, olhando pro lado, e ninguém ouviu, exceto eu, que tava quase perto deles, mas não me viram, então continuaram.
Manuel:
Até agora só comi ela na casa dela.
- A Viole é uma senhora casada.
Willson:
- Uau, tio!
- E com essa cara boa e esse corpo, já imagino como você se divertiu.
Manuel:
- Jeje, é isso aí, sobrinho.
Bom, tenho uma lista das coisas que quero.
Manuel:
- Vou ficar com a minha gata nos provadores, e você vai passando as coisas pra mim.
Willson:
- Ok, tio, daqui a pouco levo tudo.
- Podem entrar.
Manuel:
- Então, Viole, vamos antes que fique tarde.
Na hora que ouvi isso, fui até um balcão e me tranquei; era um cômodo pequeno, tinha uns buraquinhos que dava pra ver o balcão lá fora, então consegui ver.
O maluco pegou na mão da minha mãe e levou ela pros provadores, e entraram exatamente no provador ao lado do que eu tava. Quando chegaram, Manuel fechou a porta; os provadores eram fechados só com cortinas, então Manuel entrou com a minha mãe e comecei a ouvir eles.
Manuel:
Então, Viole, começa a tirar a roupa.
Tira tudo.
Fica pelada.
Minha mãe implorava pra ele não, mas foi em vão... "Manuel, por favor, sou felizmente casada, você não pode abusar de mim toda vez que quiser..."
Manuel:
- Para de dar desculpa.
- Você aceitou ser minha puta.
- Se quiser, pode ir embora, mas amanhã as coisas não Seriam iguais pra você e sua família.
- Se você quer ver seu filho mal, depende de você.
O maluco tinha minha mãe presa, dava pra ver a cara de maldade do Manuel, então minha mãe deixou a bolsa dela no banco do provador onde o Manuel sentou e começou a tirar a roupa. Tirou os colares do pescoço e das mãos, afrouxou a cinta que segurava o anaco, tirou, puxou a camisa comprida, ficando só de calcinha e sutiã.
Manuel
- Assim que eu gosto, puta.
- Pra você entender e ser obediente.
Minha mãe pegou a roupa dela e dobrou no pequeno banco acolchoado que também estava no provador, minha mãe só estava de lingerie. Manuel se olhava feliz e quase babando de novo ao vê-la.
Manuel
- Vem cá, gostosa.
Ele fez um sinal pra minha mãe se aproximar com o dedo, e ela chegou bem na frente dele. Ele pegou a calcinha dela dos dois lados com as mãos pervertidas e puxou pra baixo completamente, tirando por debaixo dos pés da minha mãe e deixando a buceta dela exposta. Ele cheirou a calcinha e jogou onde minha mãe tinha deixado o resto da roupa, virou ela, girando e segurando pela cintura, levou as mãos ao fecho do sutiã dela e deslizou as alças pelos ombros da minha mãe, arrancando tudo de uma vez. Eu vi ele esfregar o sutiã no rosto e cheirar com paixão, pra jogar com força também onde tava o resto da roupa da minha mãe, como se fosse uma cesta. Depois, deu um tapa forte na bunda da minha mãe com a mão suja, fazendo um barulhão… Zazz! Minha mãe deu um pulinho.
Manuel
- Que rabo que você tem, vagabunda.
- Sua bunda treme igual gelatina toda vez que eu bato, que delícia!
- Você tem uma bunda grande, nada caída e bem empinada.
- Mas acima de tudo, extremamente enorme e gigante, temos que levar pro próximo nível agora mesmo, Violeta.
- Porra, por que o Willson tá demorando tanto com o que pedi?
- Coloca as alpargatas de novo, vagabunda, não quero você pisando no chão, não te vai ficar doente.
Os peitos da minha mãe ficaram expostos, mas ela nem se deu ao trabalho de cobri-los de novo com os braços, porque sabia que isso podia irritar o Manuel. Então ela pegou as alpargatas e calçou na hora. Dava pra ver que as alpargatas era a única coisa que ela estava vestindo.
Manuel
- Willson já tá demorando.
- Bom, vamos fazer alguma coisa.
- Coloca um pé na poltrona e deixa o outro no chão, abre bem as pernas pra eu ter uma visão melhor da sua buceta.
Manuel sentou na poltrona e minha mãe fez o que ele pediu, ficando bem na frente dela. Nessa posição que ele colocou, com ele sentado, ficou bem perto da minha mãe e a vista dele bem perto da vagina. Ele aproximou o nariz da virilha dela, cheirou os pelos pubianos e começou a lamber a buceta da minha mãe.
Manuel
- Vou chupar sua buceta enquanto trazem nosso pedido.
O maluco enroscou o braço na perna que minha mãe tinha levantado e com a outra mão brincava com a bunda dela, amassando as duas nádegas, apertando e esfregando tudo enquanto não parava de chupar e comer a buceta da minha mãe... Os sons da boca da minha mãe começaram a ficar evidentes, ela teve que morder os lábios pra evitar os gemidos que escapavam... -Mmm-
As lambidas e as chupadas do Manuel também se ouviam, e de repente o celular da minha mãe começou a vibrar na bolsa dela, estavam chegando mensagens.
Manuel:
- Quem é? ... caralho, quem é que tá interrompendo.
- Olha quem é, Viole, ou desliga.
Minha mãe pegou o celular e eram mensagens do meu marido, ela disse pro Manuel.
Manuel:
- Jeje, vamos continuar comendo sua buceta enquanto você responde.
- Diz que você tá com seu filho fazendo compras.
Manuel colocou ela na mesma posição, chupando a buceta dela e fazendo de tudo com a bunda dela, enquanto minha mãe respondia as mensagens do meu pai e mentia pra ele. Meu pai, acho que continuava perguntando e conversando coisas, enquanto o Manuel continuava comendo e lambendo a buceta dela. Foram quase Um minuto e meio nessa situação até que minha mãe disse pro meu pai que já ia arrumar as coisas pra voltar pra casa, se despediu e falou que a gente se via em casa. Na mesma hora, Willson foi ouvido do lado de fora do vestiário.
Willson:
- Já chegou o que o tio pediu.
- Desculpa a demora, tio, demorei pra escolher e chegaram clientes e fornecedores que me interromperam.
Disse Willson ao mesmo tempo que Manuel soltou ela e minha mãe se levantou de novo, engasgando e abafando os sons que escapavam da boca dela… -Mmm- … enquanto Manuel se divertia com a buceta e as nádegas da minha mãe, ela guardou o celular de novo na bolsa e os dois se levantaram e ficaram completamente de pé do outro lado da cortina.
Manuel:
- Tá bem, sobrinho.
- A gente tava passando um tempão bom aqui de qualquer jeito.
- A Viole tá completamente pelada.
- Então só passa as coisas pela cortina.
Willson:
- Jeje tá bem, tio.
- São 3 sacolas, já volto com o resto.
Willson deu pra Manuel três sacolas grandes pela cortina e disse que voltava logo com o resto.
Manuel:
- Muito bem, vamos ver o que tem aqui.
O maluco sentou de novo na poltrona e minha mãe ficou de pé olhando ele de frente enquanto ele conferia o conteúdo da primeira sacola. Ela ficou admirada e tremendo ao ver a primeira coisa… eram tangas, calcinhas que valorizam a bunda e roupas íntimas bem provocantes e sexy de renda e fio dental. Os olhos da minha mãe se arregalaram de surpresa, eram cores bem provocantes como preto, rosa e roxo, além de algumas peças floridas bem elegantes e eróticas.
Manuel:
- Muito bem, Viole, com isso vamos dar uma mudança total no guarda-roupa da sua roupa íntima.
- Vou passar cada peça e você vai experimentar uma por uma.
- Tem que dar uma volta completa e se inclinar levantando a bunda pra eu poder te observar e dar minhas aprovações.
Minha mãe começou a experimentar as tangas, fez o que Manuel mandou… vira e empina a bunda dela pra Manuel ver bem as nádegas dela com a nova peça vestida.
Manuel
- Que rabão gostosa.
- Teu marido e teu filho devem ser gratos pela gostosa que têm em casa.
- Essas tangas ficam incríveis em você, com isso não vai precisar usar aquela calcinha de velha que você tem em casa.
Minha mãe experimentou todas as tangas até que Manuel sugeriu testar os shorts, então minha mãe vestiu eles com a mesma rotina de dar uma volta completa e empinar a bunda pra Manuel ver bem o cu dela...
Manuel
- Ver teu cuzão assim em todo esplendor tá fazendo a minha rola ficar dura, Violetica.
Quando ele disse isso, vi que o maluco tava se tocando no volume dele por cima da calça com a mão... como consequência, minha mãe passou a experimentar as peças fio-dental, que eram tipo de praia ou pra nadar, e outras tinham um extra nas bordas como uma saia... ela vestiu e teve que amarrar porque essas não têm fecho... Manuel se levantou e foi até minha mãe pra dar mais umas palmadas nas duas nádegas com as mãos pervertidas dele, quando fez isso, minha mãe tava empinada e rebolando a bunda como ele mandou, então o som que saiu foi mais forte... Zazz! Minha mãe teve que morder os lábios pra não soltar nenhum som da boca dela... Manuel levantou minha mãe e, por trás, passou a levar as mãos pros peitos dela pra apalpar bem, apertando e amassando tudo enquanto o maluco dava beijos nas costas, no pescoço e no ombro da minha mãe.
Manuel:
- Muito bem, minha putinha.
- Vamos experimentar o resto da roupa.
Manuel sentou de novo e, se afastando da minha mãe, passou pro próximo saco... começou a tirar sutiãs das mesmas cores rosa, preto e roxo, acho que eram as cores favoritas do Manuel e ele mesmo tinha escolhido e colocado na lista, eram igualmente eróticos, floridos e alguns bem curtos, decotados e bem provocantes, incluindo alguns também fio-dental que Só se amarram e são bem fininhos... Minha mãe ainda não tinha experimentado nenhum, quando de repente a voz do Willson ecoou de novo do outro lado da cortina do provador.
Willson:
- Aqui está o resto que você me pediu, tio.
- São várias coisas.
Um sorriso se estampou de novo no rosto do Manuel.
Manuel:
- Ok, vamos ver o que você trouxe, filho.
Tudo o que você me trouxe vai servir pra esse rabão enorme e gordo e pras tetonas da Violeta.
Manuel colocou tudo dentro do provador e se despediu do Willson com um toque de punho.
Willson:
- Beleza, se precisar de mais alguma coisa, é só me avisar, tio.
Willson se mandou e, com as coisas já dentro do provador, Manuel fechou a cortina de novo... Manuel sentou outra vez e minha mãe baixou os braços, deixando os peitos livres de novo.
Manuel:
- Bom, vamos ver o que o Willson trouxe.
Olhando o Manuel revirar as coisas, pude ver o que o Willson trouxe: eram 4 baby dolls, das mesmas cores de antes: preto, rosa, roxo e um dourado muito bonito, todos transparentes, que deixavam ver bem as partes íntimas da minha mãe ou a calcinha por baixo. Entre o resto, tinha um vestido lindo de noite preto, uns saltos pretos de agulha bem altos, dignos da puta mais vagabunda da esquina, que se minha mãe vestisse, realçariam as pernas deliciosas dela e aquele rabo, fazendo a bunda dela parecer ainda mais empinada. Por último, umas minissaias bem curtas que, se minha mãe vestisse e se abaixasse, dava pra ver a calcinha dela fácil. Esse maluco queria vestir minha mãe como uma verdadeira puta de esquina.
Manuel:
- Vamos continuar experimentando os sutiãs.
Minha mãe respondeu:
- Manuel, por favor, o que é isso tudo? Eu não posso pagar por isso agora...
Manuel:
- Hehe, não se preocupa, Violetinha, isso não vai te custar um centavo.
- Essa loja é da minha irmã, ela não vai reclamar se isso sumir. Além disso, o Willson me deve favores, e essa roupa vai ser paga pra ele. Loja de pouco em pouco, então não vai ter perda de dinheiro, o único custo vai ser sua buceta e tudo que eu quiser de você, e em troca vou te proteger e você vai ser feliz. - Agora experimenta os sutiãs, coloca eles virando de frente pra mim e balança as tetas de um lado pro outro pra eu ver direitinho como seus melões se mexem com o sutiã vestido. Então minha mãe continuou com o que ele pediu, Manuel era dominante e minha mãe não conseguia vencer ele naquele momento, não fez ele esperar mais e começou a experimentar os sutiãs um por um, fazendo o movimento de tetas que ele pediu. Ele não parava de olhar pra ela com os olhos bem abertos, babando e se tocando no pacote por cima da calça, o maluco... Quando minha mãe experimentou todos, ele decidiu que ela devia experimentar os baby dolls. Manuel - Experimenta os baby dolls, sua putinha. - Com o mesmo movimento das calcinhas, vira de costas e empina a raba. Naquele momento, minha mãe experimentou exatamente como ele mandou, e eu pude ver que tudo ficava transparente por baixo dos baby dolls, tanto a calcinha quanto as partes íntimas dela dava pra ver bem por baixo deles... Por último, minha mãe experimentou o vestido de noite e os saltos, deixando Manuel satisfeito com o que ele pedia naquela hora. Manuel - Que melões lindos. - Você balançou muito bem as tetas como eu pedi, de um lado pro outro, fico fascinado como elas se mexem. - Tanto os sutiãs quanto os baby dolls ficaram lindos em você, principalmente o baby doll dourado. - É assim mesmo, minha putinha tem que ser a mais gostosa do mundo. - E com esse vestido e esses saltos, você tá linda, Maria Violeta. - Muito bem, tira tudo de novo e vamos guardar tudo de volta nas sacolas e nas caixas. Minha mãe tirou tudo de novo, e eu pensei que Manuel ia deixar ela vestir a roupa dela, mas não foi assim, ele pediu de novo o que minha mãe menos queria fazer. Manuel - Espera, Viole, não veste a roupa ainda. - Fica assim pelada mais um pouco. - Ver você experimentar tanta roupa me deixou Muito tesuda, quero gozar tudo que tô sentindo.
- Quero que você chupe meu pau, quero gozar.
- Mas não quero que você se ajoelhe, não quero que estrague seus joelhos lindos.
- Coloca sua roupa na poltrona, vou puxar o banquinho pra você sentar e chupar meu pau.
Manuel moveu o banquinho do provador pro centro, fez minha mãe sentar nele e ficou de pé na frente dela, com a cabeça e o rosto dela bem na altura do pacote dele.
Manuel:
- Você já sabe o que eu quero, Viole.
Minha mãe começou a desabotoar a calça dele e abaixar o zíper, puxando a calça e a cueca até os joelhos. Quando liberou o pau da cueca suja, um fedor forte saiu, o pau dele pulou e quase bateu na cara da minha mãe.
Manuel:
- Assim que eu gosto, Violetica, você sozinha já entende o que tem que fazer.
- Você é uma putinha casada de respeito.
Então minha mãe pegou o pau dele com a mão e levou até a boca, começou a chupar e bater uma punheta ao mesmo tempo. Ela chupava e sugava com a boca, e os olhos do louco se fecharam de prazer, fazendo ele colocar as mãos na cabeça da minha mãe e segurar o cabelo dela enquanto ela chupava e sugava, além de masturbar ele com a mão. Ficaram assim por uns minutos, até que ele começou a apalpar os peitos dela enquanto ela chupava.
Manuel:
- Como você chupa bem, Viole.
- Seu marido deve ser feliz com você.
- Você chupa muito bem, igual uma puta experiente.
- Lambe meu tronco inteiro e chupa minhas bolas.
Ele falava todo tipo de coisa pra minha mãe com aquela cara de satisfação e glória. Minha mãe levantou o pau dele e lambeu o tronco inteiro de cima pra baixo, e depois foi chupar as bolas, chupando e sugando… Eu pensei que nem com meu pai ela era tão porca assim, mas agora tava sendo com o louco.
Manuel:
- Como você chupa bem minhas bolas, putinha.
- Agora quero tentar algo diferente antes de eu faz eu gozar na sua cara ou na sua boca.
- Quero que você me faça um espanhol.
- Você tem os peitões perfeitos pra isso.
- Se não sabe o que é, quero que você me bata uma, mas usando seus dois melões.
Maldito louco, pensei na hora, ele era realmente um vagabundo louco e muito pervertido, e queria obrigar minha mãe a fazer de tudo naquele espaço público.
Sem mais demora, o louco colocou o pau dele no meio dos peitos da minha mãe.
Manuel
- Agora mexe eles, puta.
Ela apertou os seios e começou a masturbar ele com eles, sem deixar o pau escapar. A ponta do pau dele aparecia e sumia entre os peitos dela.
Manuel
- Lambe a ponta do meu pau, puta.
Minha mãe teve que abaixar um pouco a cabeça pra conseguir, e conseguiu. Lambeu a ponta do pau dele sem parar de masturbar ele com os peitos.
Manuel
- Que bem que você faz isso, puta. Você é uma puta gloriosa.
Assim ficaram por vários minutos, masturbando ele pra cima e pra baixo com os peitos da minha mãe e lambendo a ponta do pau dele ao mesmo tempo.
Manuel
- Você é excelente no espanhol, puta.
- Mas para antes que eu goze com seus peitões.
- Ainda temos tempo pra mais.
Manuel soltou o pau dos peitos da minha mãe e sentou de novo na poltrona, balançando o pau na frente dela.
Aliás, o pau dele fedorento, mas isso não impediu minha mãe.
Manuel:
- Continua sendo uma boa puta e vem aqui.
- Senta no meu pau sujo.
- Quero comer sua buceta aqui mesmo.
Minha mãe respondeu: Manuel, por favor, você não acha que já foi o suficiente? Não podemos fazer isso, estamos num lugar público, sou felizmente casada, você não pode abusar de mim toda vez que quiser e onde quiser.
Manuel
- Hehe, não me faça rir, puta.
- Isso nunca vai acontecer. Quero sentir você como deve ser.
- Você vai ter que usar outros métodos, tomar pílula anticoncepcional ou injeção, mas você vai me sentir como deve ser, puta.
- Agora, ou você vem até mim e senta no meu pau sujo, ou eu te tiro daqui nua e te levo assim. Até no ônibus, e você vai ter que me levar pra casa, do jeito que você tá agora, completamente sem roupa.
Então não teve jeito, minha mãe se levantou, foi até ele, segurou na cintura dele e virou ele.
Manuel:
- Muito bem, Violetinha, abre bem as pernas e senta no meu pau.
- Deixa cair essa bunda gostosa.
Não teve escolha, minha mãe pegou o pau dele e apontou bem onde queria enfiar, deixou o rabo cair e fez o pau dele entrar de uma vez na buceta dela. Não deu pra evitar um grito - Aaahh! - ele segurou firme na cintura e nos braços dela e começou a meter com força, as estocadas faziam ela quicar nele, e a trepada ecoava dentro e fora do provador, as partes deles batendo na bunda da minha mãe e na buceta dela - plap, plap, plap! - minha mãe tentava segurar os gemidos, mas escapavam - Mmm, Aaahh, Mmm! -.
Manuel:
- Essas tetonas balançam muito gostoso quando eu enfio em você, Viole.
- Você é melhor que qualquer puta de filme pornô.
Eu vi mesmo os peitos da mamãe pulando pra cima e pra baixo a cada estocada que o Manuel dava. Minha mãe sentada nas pernas dele, com o pau dele dentro, e ele metendo forte... aí alguém entrou nos provadores do lado de baixo e começaram a ouvir vozes.
Manuel:
- Parece que tem passarinho no arame.
- Mas não importa, vamos continuar gozando.
Manuel colocou ela de pé, ficou atrás da minha mãe, segurou firme na cintura e nos dois braços dela de novo, enfiou com força de uma só estocada e recomeçou as metidas fortes. As pernas da minha mãe começaram a tremer, ela se inclinou um pouco pra frente, abaixando a parte de cima, os peitos balançando pra cima e pra baixo... e além disso, o som dos gemidos dela, que já era impossível esconder, e o barulho das estocadas do Manuel, não tinha como não ouvir batendo. a bunda da minha mãe -Plap, plap, Aahh, Aahh-
Vozes misteriosas:
- V1 Você ouviu isso?
- V2 Sim, parece que alguém tá provando mais que roupa no provador.
- V1 e V2 Jejejeje
Uau, fiquei surpreso que elas falaram isso, foi humilhante pra minha mãe, mas bem gostoso... eu fiquei me masturbando... Parecia que eram vozes de garotas.
Manuel
- Parece que temos espectadoras, Violeta
- Jejeje
- Mas não importa, agora só consigo pensar na sua bunda e em como suas nalgas enormes ficam quando eu meto, tremendo igual gelatina.
Vozes:
- V1 Parece que tão comendo alguém.
- V2 Sério, tem gente transando do outro lado.
- V1 e V2 Jejeje
- V1 Acho que o dono não faz ideia jeje do que rola nos provadores dele agora.
Nisso elas se enganaram, porque ele sabia muito bem. Minha mãe falou pro maluco: termina logo, por favor... implorou pro Manuel com a voz trêmula.
Manuel
- Pois é, Violetinha, vou terminar agora.
Manuel parou as estocadas e tirou o pau de dentro da buceta da minha mãe -Mmm Aahh!- ela não conseguiu evitar os gemidos, e o maluco gritou quando tirou de dentro.
O corpo da minha mãe não conseguia evitar a sensação de chegar ao clímax com alguém que não era o marido dela, e com um vagabundo sujo.
Consegui ver jatos de sêmen do Manuel acertando a bunda toda da mamãe, enchendo as duas nádegas com a porra dele, que parecia gostosa quando batia e escorria pela bunda dela. O maluco deu uns tapas com o pau nas duas nádegas, limpando e espalhando as últimas gotas da gozada na bunda dela... Minha mãe caiu de joelhos no sofazinho, exausta e derrotada de novo.
Manuel
- Foi incrível, Viole, você é uma puta incrível.
- Adorei ver suas tetas batendo quando te fodo com sexo bruto.
Vozes:
- V1 Acho que já deram o gran finale.
- V1 e V2 jejeje
Manuel
- Espero que nossas espectadoras tenham curtiu o show.
O doido subiu as calças de novo e já tava vestido, já a minha mãe tava toda pelada, com a porra escorrendo ainda pela bunda dela, pelas coxas e caindo resto no chão. Ela ficou descansando na poltroninha, ainda de joelhos, se recuperando, enquanto o Manuel saiu do provador. Daí as gargalhadas dos meninos ecoaram.
Manuel:
— Veste de novo, Viole, e coloca sua calcinha normal de volta, e não limpa minha porra da sua bunda. Quero que você chegue em casa assim, com minha porra lambuzada nas suas nalgas e na sua calcinha.
As risadas dos meninos e das meninas ecoaram pela cortina quando ouviram o Manuel... Minha mãe fez o que ele pediu, por sorte a porra dele já tinha secado um pouco. Ela vestiu toda a roupa normal de novo: colocou o sutiã, a camisa, o anaco, a faga, os colares e as alpargatas. Limpou o chão com álcool da bolsa dela. Mami não queria deixar rastro de que transou com o Manuel naquele lugar público. Pegou a bolsa e as sacolas de roupa íntima nova e abriu a cortina do provador de novo, já com a roupa no corpo e sem deixar evidência do que rolou. Os meninos e as meninas esperavam ela do lado de fora do provador pra ver ela, trocando olhares, risadinhas e gargalhadas entre si. Minha mãe baixou a cabeça, corada e morrendo de vergonha pelo que aconteceu.
Manuel:
— Como demora, Maria Violeta.
Manuel entrou no provador de novo e ajudou minha mãe com o vestido, os baby dolls, os saltos e as saias, enquanto ela carregava as sacolas de roupa íntima nova.
Manuel:
— Beleza, vamos sair daqui, Viole.
— Jejeje
Pelo menos dessa vez o Manuel não pegou na mão dela como se fosse a namorada dele, já que tavam carregados de mercadoria. Eles saíram direto pra loja, onde estavam o Willson e a moça do caixa, que também trocavam olhares e sorrisos safados com o Willson.
Manuel: Nós vazamos, sobrinho.
- Valeu por tudo.
Willson:
- De nada, tio.
Saíram rápido da loja de roupa, foram pro ponto de ônibus.
Enquanto isso, esperei eles irem embora. Depois de um tempo, a loja encheu de gente, consegui sair de lá, fui pegar o busão pra casa. No caminho de volta, fiquei impactado de ter presenciado aquilo, ver minha mãe daquele jeito... também fiquei excitado.
Cheguei em casa, minha mãe ainda não tinha chegado. Então troquei de roupa e esperei por ela. Daí, depois de um tempo, ela chegou em casa com a bolsa dela e as três sacolas. Quando vi ela chegando, me apressei pra ajudar a carregar o resto das coisas. Tava tudo bem embalado, não dava pra ver o que era. Perguntei onde ela tinha ido, e ela respondeu: "No supermercado, já te falei."
"Ah, já falou mesmo." Guardei toda a roupa no quarto dela. Ela tomou banho quando chegou e lavou a roupa que tava usando na hora. Preparei algo pra ela comer, mas minha mãe não comeu nada pelo resto do dia. Ela só guardou a roupa nova e caiu na cama, exausta...
No dia seguinte, a gente empacotou a roupa. Meu pai ligou falando que vinha nos buscar, e voltamos pra casa. Minha mãe tava agindo estranho.
E minha mãe não tinha respondido, então deixei o celular lá e fui pro meu quarto pensar pra onde aquele lugar levaria. Depois de um tempo, ela veio no meu quarto e disse: "Já volto, filho, vou comprar comida aqui perto, não demoro". Me beijou e saiu. Aí eu me troquei, coloquei um boné e óculos escuros pra ninguém me reconhecer. O endereço que o maluco deu não era tão longe, era na frente do supermercado que ficava a uns 20 minutos. Então fui de ônibus, que parava perto de lá. Quando cheguei, tinha uma loja de roupas, especialmente femininas, lingerie e roupas eróticas. Entrei no depósito — uff, meu coração tava batendo forte pensando no que ia rolar ali. Engoli seco. O vendedor tava distraído, então me escondi entre as roupas. Depois de alguns minutos, vejo minha mãe chegando com o maluco. Não podia acreditar: estavam de mãos dadas como se fossem namorados. Aliás, minha mãe tava com a roupa normal dela. Escutei o que ele disse:
Manuel (o maluco):
— Pronto, chegamos.
— Vamos entrar, que tem algo nos esperando.
Ao entrar, Manuel, todo sujo, cumprimentou o encarregado da loja. Era uma loja meio pequena, então só tinha um rapaz e uma moça como funcionários, e quase não tinha clientes. Manuel se referiu ao jovem encarregado como... Willson.
Willson:
Uau, quem é a gostosa que tá com o tio?
Parece que Willson era sobrinho do Manuel e a loja era dos parentes dele, então ele deixava o cara entrar na loja assim, vestido com aqueles trapos.
Manuel:
É a Violeta, minha amante.
Willson:
- Caramba, tio, respeito. Uma milf dessas como sua amante.
- É sério, tio?
Manuel:
É como você ouviu, sobrinho.
Willson:
Uau, tio, tô sem palavras.
Manuel:
- Pois é, confirma pra ele, Viole.
O maluco do Manuel queria que minha mãe confirmasse pessoalmente pro Willson... "Pois é", minha mãe confirmou, olhando pro lado, e ninguém ouviu, exceto eu, que tava quase perto deles, mas não me viram, então continuaram.
Manuel:
Até agora só comi ela na casa dela.
- A Viole é uma senhora casada.
Willson:
- Uau, tio!
- E com essa cara boa e esse corpo, já imagino como você se divertiu.
Manuel:
- Jeje, é isso aí, sobrinho.
Bom, tenho uma lista das coisas que quero.
Manuel:
- Vou ficar com a minha gata nos provadores, e você vai passando as coisas pra mim.
Willson:
- Ok, tio, daqui a pouco levo tudo.
- Podem entrar.
Manuel:
- Então, Viole, vamos antes que fique tarde.
Na hora que ouvi isso, fui até um balcão e me tranquei; era um cômodo pequeno, tinha uns buraquinhos que dava pra ver o balcão lá fora, então consegui ver.
O maluco pegou na mão da minha mãe e levou ela pros provadores, e entraram exatamente no provador ao lado do que eu tava. Quando chegaram, Manuel fechou a porta; os provadores eram fechados só com cortinas, então Manuel entrou com a minha mãe e comecei a ouvir eles.
Manuel:
Então, Viole, começa a tirar a roupa.
Tira tudo.
Fica pelada.
Minha mãe implorava pra ele não, mas foi em vão... "Manuel, por favor, sou felizmente casada, você não pode abusar de mim toda vez que quiser..."
Manuel:
- Para de dar desculpa.
- Você aceitou ser minha puta.
- Se quiser, pode ir embora, mas amanhã as coisas não Seriam iguais pra você e sua família.
- Se você quer ver seu filho mal, depende de você.
O maluco tinha minha mãe presa, dava pra ver a cara de maldade do Manuel, então minha mãe deixou a bolsa dela no banco do provador onde o Manuel sentou e começou a tirar a roupa. Tirou os colares do pescoço e das mãos, afrouxou a cinta que segurava o anaco, tirou, puxou a camisa comprida, ficando só de calcinha e sutiã.
Manuel
- Assim que eu gosto, puta.
- Pra você entender e ser obediente.
Minha mãe pegou a roupa dela e dobrou no pequeno banco acolchoado que também estava no provador, minha mãe só estava de lingerie. Manuel se olhava feliz e quase babando de novo ao vê-la.
Manuel
- Vem cá, gostosa.
Ele fez um sinal pra minha mãe se aproximar com o dedo, e ela chegou bem na frente dele. Ele pegou a calcinha dela dos dois lados com as mãos pervertidas e puxou pra baixo completamente, tirando por debaixo dos pés da minha mãe e deixando a buceta dela exposta. Ele cheirou a calcinha e jogou onde minha mãe tinha deixado o resto da roupa, virou ela, girando e segurando pela cintura, levou as mãos ao fecho do sutiã dela e deslizou as alças pelos ombros da minha mãe, arrancando tudo de uma vez. Eu vi ele esfregar o sutiã no rosto e cheirar com paixão, pra jogar com força também onde tava o resto da roupa da minha mãe, como se fosse uma cesta. Depois, deu um tapa forte na bunda da minha mãe com a mão suja, fazendo um barulhão… Zazz! Minha mãe deu um pulinho.
Manuel
- Que rabo que você tem, vagabunda.
- Sua bunda treme igual gelatina toda vez que eu bato, que delícia!
- Você tem uma bunda grande, nada caída e bem empinada.
- Mas acima de tudo, extremamente enorme e gigante, temos que levar pro próximo nível agora mesmo, Violeta.
- Porra, por que o Willson tá demorando tanto com o que pedi?
- Coloca as alpargatas de novo, vagabunda, não quero você pisando no chão, não te vai ficar doente.
Os peitos da minha mãe ficaram expostos, mas ela nem se deu ao trabalho de cobri-los de novo com os braços, porque sabia que isso podia irritar o Manuel. Então ela pegou as alpargatas e calçou na hora. Dava pra ver que as alpargatas era a única coisa que ela estava vestindo.
Manuel
- Willson já tá demorando.
- Bom, vamos fazer alguma coisa.
- Coloca um pé na poltrona e deixa o outro no chão, abre bem as pernas pra eu ter uma visão melhor da sua buceta.
Manuel sentou na poltrona e minha mãe fez o que ele pediu, ficando bem na frente dela. Nessa posição que ele colocou, com ele sentado, ficou bem perto da minha mãe e a vista dele bem perto da vagina. Ele aproximou o nariz da virilha dela, cheirou os pelos pubianos e começou a lamber a buceta da minha mãe.
Manuel
- Vou chupar sua buceta enquanto trazem nosso pedido.
O maluco enroscou o braço na perna que minha mãe tinha levantado e com a outra mão brincava com a bunda dela, amassando as duas nádegas, apertando e esfregando tudo enquanto não parava de chupar e comer a buceta da minha mãe... Os sons da boca da minha mãe começaram a ficar evidentes, ela teve que morder os lábios pra evitar os gemidos que escapavam... -Mmm-
As lambidas e as chupadas do Manuel também se ouviam, e de repente o celular da minha mãe começou a vibrar na bolsa dela, estavam chegando mensagens.
Manuel:
- Quem é? ... caralho, quem é que tá interrompendo.
- Olha quem é, Viole, ou desliga.
Minha mãe pegou o celular e eram mensagens do meu marido, ela disse pro Manuel.
Manuel:
- Jeje, vamos continuar comendo sua buceta enquanto você responde.
- Diz que você tá com seu filho fazendo compras.
Manuel colocou ela na mesma posição, chupando a buceta dela e fazendo de tudo com a bunda dela, enquanto minha mãe respondia as mensagens do meu pai e mentia pra ele. Meu pai, acho que continuava perguntando e conversando coisas, enquanto o Manuel continuava comendo e lambendo a buceta dela. Foram quase Um minuto e meio nessa situação até que minha mãe disse pro meu pai que já ia arrumar as coisas pra voltar pra casa, se despediu e falou que a gente se via em casa. Na mesma hora, Willson foi ouvido do lado de fora do vestiário.
Willson:
- Já chegou o que o tio pediu.
- Desculpa a demora, tio, demorei pra escolher e chegaram clientes e fornecedores que me interromperam.
Disse Willson ao mesmo tempo que Manuel soltou ela e minha mãe se levantou de novo, engasgando e abafando os sons que escapavam da boca dela… -Mmm- … enquanto Manuel se divertia com a buceta e as nádegas da minha mãe, ela guardou o celular de novo na bolsa e os dois se levantaram e ficaram completamente de pé do outro lado da cortina.
Manuel:
- Tá bem, sobrinho.
- A gente tava passando um tempão bom aqui de qualquer jeito.
- A Viole tá completamente pelada.
- Então só passa as coisas pela cortina.
Willson:
- Jeje tá bem, tio.
- São 3 sacolas, já volto com o resto.
Willson deu pra Manuel três sacolas grandes pela cortina e disse que voltava logo com o resto.
Manuel:
- Muito bem, vamos ver o que tem aqui.
O maluco sentou de novo na poltrona e minha mãe ficou de pé olhando ele de frente enquanto ele conferia o conteúdo da primeira sacola. Ela ficou admirada e tremendo ao ver a primeira coisa… eram tangas, calcinhas que valorizam a bunda e roupas íntimas bem provocantes e sexy de renda e fio dental. Os olhos da minha mãe se arregalaram de surpresa, eram cores bem provocantes como preto, rosa e roxo, além de algumas peças floridas bem elegantes e eróticas.
Manuel:
- Muito bem, Viole, com isso vamos dar uma mudança total no guarda-roupa da sua roupa íntima.
- Vou passar cada peça e você vai experimentar uma por uma.
- Tem que dar uma volta completa e se inclinar levantando a bunda pra eu poder te observar e dar minhas aprovações.
Minha mãe começou a experimentar as tangas, fez o que Manuel mandou… vira e empina a bunda dela pra Manuel ver bem as nádegas dela com a nova peça vestida.
Manuel
- Que rabão gostosa.
- Teu marido e teu filho devem ser gratos pela gostosa que têm em casa.
- Essas tangas ficam incríveis em você, com isso não vai precisar usar aquela calcinha de velha que você tem em casa.
Minha mãe experimentou todas as tangas até que Manuel sugeriu testar os shorts, então minha mãe vestiu eles com a mesma rotina de dar uma volta completa e empinar a bunda pra Manuel ver bem o cu dela...
Manuel
- Ver teu cuzão assim em todo esplendor tá fazendo a minha rola ficar dura, Violetica.
Quando ele disse isso, vi que o maluco tava se tocando no volume dele por cima da calça com a mão... como consequência, minha mãe passou a experimentar as peças fio-dental, que eram tipo de praia ou pra nadar, e outras tinham um extra nas bordas como uma saia... ela vestiu e teve que amarrar porque essas não têm fecho... Manuel se levantou e foi até minha mãe pra dar mais umas palmadas nas duas nádegas com as mãos pervertidas dele, quando fez isso, minha mãe tava empinada e rebolando a bunda como ele mandou, então o som que saiu foi mais forte... Zazz! Minha mãe teve que morder os lábios pra não soltar nenhum som da boca dela... Manuel levantou minha mãe e, por trás, passou a levar as mãos pros peitos dela pra apalpar bem, apertando e amassando tudo enquanto o maluco dava beijos nas costas, no pescoço e no ombro da minha mãe.
Manuel:
- Muito bem, minha putinha.
- Vamos experimentar o resto da roupa.
Manuel sentou de novo e, se afastando da minha mãe, passou pro próximo saco... começou a tirar sutiãs das mesmas cores rosa, preto e roxo, acho que eram as cores favoritas do Manuel e ele mesmo tinha escolhido e colocado na lista, eram igualmente eróticos, floridos e alguns bem curtos, decotados e bem provocantes, incluindo alguns também fio-dental que Só se amarram e são bem fininhos... Minha mãe ainda não tinha experimentado nenhum, quando de repente a voz do Willson ecoou de novo do outro lado da cortina do provador.
Willson:
- Aqui está o resto que você me pediu, tio.
- São várias coisas.
Um sorriso se estampou de novo no rosto do Manuel.
Manuel:
- Ok, vamos ver o que você trouxe, filho.
Tudo o que você me trouxe vai servir pra esse rabão enorme e gordo e pras tetonas da Violeta.
Manuel colocou tudo dentro do provador e se despediu do Willson com um toque de punho.
Willson:
- Beleza, se precisar de mais alguma coisa, é só me avisar, tio.
Willson se mandou e, com as coisas já dentro do provador, Manuel fechou a cortina de novo... Manuel sentou outra vez e minha mãe baixou os braços, deixando os peitos livres de novo.
Manuel:
- Bom, vamos ver o que o Willson trouxe.
Olhando o Manuel revirar as coisas, pude ver o que o Willson trouxe: eram 4 baby dolls, das mesmas cores de antes: preto, rosa, roxo e um dourado muito bonito, todos transparentes, que deixavam ver bem as partes íntimas da minha mãe ou a calcinha por baixo. Entre o resto, tinha um vestido lindo de noite preto, uns saltos pretos de agulha bem altos, dignos da puta mais vagabunda da esquina, que se minha mãe vestisse, realçariam as pernas deliciosas dela e aquele rabo, fazendo a bunda dela parecer ainda mais empinada. Por último, umas minissaias bem curtas que, se minha mãe vestisse e se abaixasse, dava pra ver a calcinha dela fácil. Esse maluco queria vestir minha mãe como uma verdadeira puta de esquina.
Manuel:
- Vamos continuar experimentando os sutiãs.
Minha mãe respondeu:
- Manuel, por favor, o que é isso tudo? Eu não posso pagar por isso agora...
Manuel:
- Hehe, não se preocupa, Violetinha, isso não vai te custar um centavo.
- Essa loja é da minha irmã, ela não vai reclamar se isso sumir. Além disso, o Willson me deve favores, e essa roupa vai ser paga pra ele. Loja de pouco em pouco, então não vai ter perda de dinheiro, o único custo vai ser sua buceta e tudo que eu quiser de você, e em troca vou te proteger e você vai ser feliz. - Agora experimenta os sutiãs, coloca eles virando de frente pra mim e balança as tetas de um lado pro outro pra eu ver direitinho como seus melões se mexem com o sutiã vestido. Então minha mãe continuou com o que ele pediu, Manuel era dominante e minha mãe não conseguia vencer ele naquele momento, não fez ele esperar mais e começou a experimentar os sutiãs um por um, fazendo o movimento de tetas que ele pediu. Ele não parava de olhar pra ela com os olhos bem abertos, babando e se tocando no pacote por cima da calça, o maluco... Quando minha mãe experimentou todos, ele decidiu que ela devia experimentar os baby dolls. Manuel - Experimenta os baby dolls, sua putinha. - Com o mesmo movimento das calcinhas, vira de costas e empina a raba. Naquele momento, minha mãe experimentou exatamente como ele mandou, e eu pude ver que tudo ficava transparente por baixo dos baby dolls, tanto a calcinha quanto as partes íntimas dela dava pra ver bem por baixo deles... Por último, minha mãe experimentou o vestido de noite e os saltos, deixando Manuel satisfeito com o que ele pedia naquela hora. Manuel - Que melões lindos. - Você balançou muito bem as tetas como eu pedi, de um lado pro outro, fico fascinado como elas se mexem. - Tanto os sutiãs quanto os baby dolls ficaram lindos em você, principalmente o baby doll dourado. - É assim mesmo, minha putinha tem que ser a mais gostosa do mundo. - E com esse vestido e esses saltos, você tá linda, Maria Violeta. - Muito bem, tira tudo de novo e vamos guardar tudo de volta nas sacolas e nas caixas. Minha mãe tirou tudo de novo, e eu pensei que Manuel ia deixar ela vestir a roupa dela, mas não foi assim, ele pediu de novo o que minha mãe menos queria fazer. Manuel - Espera, Viole, não veste a roupa ainda. - Fica assim pelada mais um pouco. - Ver você experimentar tanta roupa me deixou Muito tesuda, quero gozar tudo que tô sentindo.
- Quero que você chupe meu pau, quero gozar.
- Mas não quero que você se ajoelhe, não quero que estrague seus joelhos lindos.
- Coloca sua roupa na poltrona, vou puxar o banquinho pra você sentar e chupar meu pau.
Manuel moveu o banquinho do provador pro centro, fez minha mãe sentar nele e ficou de pé na frente dela, com a cabeça e o rosto dela bem na altura do pacote dele.
Manuel:
- Você já sabe o que eu quero, Viole.
Minha mãe começou a desabotoar a calça dele e abaixar o zíper, puxando a calça e a cueca até os joelhos. Quando liberou o pau da cueca suja, um fedor forte saiu, o pau dele pulou e quase bateu na cara da minha mãe.
Manuel:
- Assim que eu gosto, Violetica, você sozinha já entende o que tem que fazer.
- Você é uma putinha casada de respeito.
Então minha mãe pegou o pau dele com a mão e levou até a boca, começou a chupar e bater uma punheta ao mesmo tempo. Ela chupava e sugava com a boca, e os olhos do louco se fecharam de prazer, fazendo ele colocar as mãos na cabeça da minha mãe e segurar o cabelo dela enquanto ela chupava e sugava, além de masturbar ele com a mão. Ficaram assim por uns minutos, até que ele começou a apalpar os peitos dela enquanto ela chupava.
Manuel:
- Como você chupa bem, Viole.
- Seu marido deve ser feliz com você.
- Você chupa muito bem, igual uma puta experiente.
- Lambe meu tronco inteiro e chupa minhas bolas.
Ele falava todo tipo de coisa pra minha mãe com aquela cara de satisfação e glória. Minha mãe levantou o pau dele e lambeu o tronco inteiro de cima pra baixo, e depois foi chupar as bolas, chupando e sugando… Eu pensei que nem com meu pai ela era tão porca assim, mas agora tava sendo com o louco.
Manuel:
- Como você chupa bem minhas bolas, putinha.
- Agora quero tentar algo diferente antes de eu faz eu gozar na sua cara ou na sua boca.
- Quero que você me faça um espanhol.
- Você tem os peitões perfeitos pra isso.
- Se não sabe o que é, quero que você me bata uma, mas usando seus dois melões.
Maldito louco, pensei na hora, ele era realmente um vagabundo louco e muito pervertido, e queria obrigar minha mãe a fazer de tudo naquele espaço público.
Sem mais demora, o louco colocou o pau dele no meio dos peitos da minha mãe.
Manuel
- Agora mexe eles, puta.
Ela apertou os seios e começou a masturbar ele com eles, sem deixar o pau escapar. A ponta do pau dele aparecia e sumia entre os peitos dela.
Manuel
- Lambe a ponta do meu pau, puta.
Minha mãe teve que abaixar um pouco a cabeça pra conseguir, e conseguiu. Lambeu a ponta do pau dele sem parar de masturbar ele com os peitos.
Manuel
- Que bem que você faz isso, puta. Você é uma puta gloriosa.
Assim ficaram por vários minutos, masturbando ele pra cima e pra baixo com os peitos da minha mãe e lambendo a ponta do pau dele ao mesmo tempo.
Manuel
- Você é excelente no espanhol, puta.
- Mas para antes que eu goze com seus peitões.
- Ainda temos tempo pra mais.
Manuel soltou o pau dos peitos da minha mãe e sentou de novo na poltrona, balançando o pau na frente dela.
Aliás, o pau dele fedorento, mas isso não impediu minha mãe.
Manuel:
- Continua sendo uma boa puta e vem aqui.
- Senta no meu pau sujo.
- Quero comer sua buceta aqui mesmo.
Minha mãe respondeu: Manuel, por favor, você não acha que já foi o suficiente? Não podemos fazer isso, estamos num lugar público, sou felizmente casada, você não pode abusar de mim toda vez que quiser e onde quiser.
Manuel
- Hehe, não me faça rir, puta.
- Isso nunca vai acontecer. Quero sentir você como deve ser.
- Você vai ter que usar outros métodos, tomar pílula anticoncepcional ou injeção, mas você vai me sentir como deve ser, puta.
- Agora, ou você vem até mim e senta no meu pau sujo, ou eu te tiro daqui nua e te levo assim. Até no ônibus, e você vai ter que me levar pra casa, do jeito que você tá agora, completamente sem roupa.
Então não teve jeito, minha mãe se levantou, foi até ele, segurou na cintura dele e virou ele.
Manuel:
- Muito bem, Violetinha, abre bem as pernas e senta no meu pau.
- Deixa cair essa bunda gostosa.
Não teve escolha, minha mãe pegou o pau dele e apontou bem onde queria enfiar, deixou o rabo cair e fez o pau dele entrar de uma vez na buceta dela. Não deu pra evitar um grito - Aaahh! - ele segurou firme na cintura e nos braços dela e começou a meter com força, as estocadas faziam ela quicar nele, e a trepada ecoava dentro e fora do provador, as partes deles batendo na bunda da minha mãe e na buceta dela - plap, plap, plap! - minha mãe tentava segurar os gemidos, mas escapavam - Mmm, Aaahh, Mmm! -.
Manuel:
- Essas tetonas balançam muito gostoso quando eu enfio em você, Viole.
- Você é melhor que qualquer puta de filme pornô.
Eu vi mesmo os peitos da mamãe pulando pra cima e pra baixo a cada estocada que o Manuel dava. Minha mãe sentada nas pernas dele, com o pau dele dentro, e ele metendo forte... aí alguém entrou nos provadores do lado de baixo e começaram a ouvir vozes.
Manuel:
- Parece que tem passarinho no arame.
- Mas não importa, vamos continuar gozando.
Manuel colocou ela de pé, ficou atrás da minha mãe, segurou firme na cintura e nos dois braços dela de novo, enfiou com força de uma só estocada e recomeçou as metidas fortes. As pernas da minha mãe começaram a tremer, ela se inclinou um pouco pra frente, abaixando a parte de cima, os peitos balançando pra cima e pra baixo... e além disso, o som dos gemidos dela, que já era impossível esconder, e o barulho das estocadas do Manuel, não tinha como não ouvir batendo. a bunda da minha mãe -Plap, plap, Aahh, Aahh-
Vozes misteriosas:
- V1 Você ouviu isso?
- V2 Sim, parece que alguém tá provando mais que roupa no provador.
- V1 e V2 Jejejeje
Uau, fiquei surpreso que elas falaram isso, foi humilhante pra minha mãe, mas bem gostoso... eu fiquei me masturbando... Parecia que eram vozes de garotas.
Manuel
- Parece que temos espectadoras, Violeta
- Jejeje
- Mas não importa, agora só consigo pensar na sua bunda e em como suas nalgas enormes ficam quando eu meto, tremendo igual gelatina.
Vozes:
- V1 Parece que tão comendo alguém.
- V2 Sério, tem gente transando do outro lado.
- V1 e V2 Jejeje
- V1 Acho que o dono não faz ideia jeje do que rola nos provadores dele agora.
Nisso elas se enganaram, porque ele sabia muito bem. Minha mãe falou pro maluco: termina logo, por favor... implorou pro Manuel com a voz trêmula.
Manuel
- Pois é, Violetinha, vou terminar agora.
Manuel parou as estocadas e tirou o pau de dentro da buceta da minha mãe -Mmm Aahh!- ela não conseguiu evitar os gemidos, e o maluco gritou quando tirou de dentro.
O corpo da minha mãe não conseguia evitar a sensação de chegar ao clímax com alguém que não era o marido dela, e com um vagabundo sujo.
Consegui ver jatos de sêmen do Manuel acertando a bunda toda da mamãe, enchendo as duas nádegas com a porra dele, que parecia gostosa quando batia e escorria pela bunda dela. O maluco deu uns tapas com o pau nas duas nádegas, limpando e espalhando as últimas gotas da gozada na bunda dela... Minha mãe caiu de joelhos no sofazinho, exausta e derrotada de novo.
Manuel
- Foi incrível, Viole, você é uma puta incrível.
- Adorei ver suas tetas batendo quando te fodo com sexo bruto.
Vozes:
- V1 Acho que já deram o gran finale.
- V1 e V2 jejeje
Manuel
- Espero que nossas espectadoras tenham curtiu o show.
O doido subiu as calças de novo e já tava vestido, já a minha mãe tava toda pelada, com a porra escorrendo ainda pela bunda dela, pelas coxas e caindo resto no chão. Ela ficou descansando na poltroninha, ainda de joelhos, se recuperando, enquanto o Manuel saiu do provador. Daí as gargalhadas dos meninos ecoaram.
Manuel:
— Veste de novo, Viole, e coloca sua calcinha normal de volta, e não limpa minha porra da sua bunda. Quero que você chegue em casa assim, com minha porra lambuzada nas suas nalgas e na sua calcinha.
As risadas dos meninos e das meninas ecoaram pela cortina quando ouviram o Manuel... Minha mãe fez o que ele pediu, por sorte a porra dele já tinha secado um pouco. Ela vestiu toda a roupa normal de novo: colocou o sutiã, a camisa, o anaco, a faga, os colares e as alpargatas. Limpou o chão com álcool da bolsa dela. Mami não queria deixar rastro de que transou com o Manuel naquele lugar público. Pegou a bolsa e as sacolas de roupa íntima nova e abriu a cortina do provador de novo, já com a roupa no corpo e sem deixar evidência do que rolou. Os meninos e as meninas esperavam ela do lado de fora do provador pra ver ela, trocando olhares, risadinhas e gargalhadas entre si. Minha mãe baixou a cabeça, corada e morrendo de vergonha pelo que aconteceu.
Manuel:
— Como demora, Maria Violeta.
Manuel entrou no provador de novo e ajudou minha mãe com o vestido, os baby dolls, os saltos e as saias, enquanto ela carregava as sacolas de roupa íntima nova.
Manuel:
— Beleza, vamos sair daqui, Viole.
— Jejeje
Pelo menos dessa vez o Manuel não pegou na mão dela como se fosse a namorada dele, já que tavam carregados de mercadoria. Eles saíram direto pra loja, onde estavam o Willson e a moça do caixa, que também trocavam olhares e sorrisos safados com o Willson.
Manuel: Nós vazamos, sobrinho.
- Valeu por tudo.
Willson:
- De nada, tio.
Saíram rápido da loja de roupa, foram pro ponto de ônibus.
Enquanto isso, esperei eles irem embora. Depois de um tempo, a loja encheu de gente, consegui sair de lá, fui pegar o busão pra casa. No caminho de volta, fiquei impactado de ter presenciado aquilo, ver minha mãe daquele jeito... também fiquei excitado.
Cheguei em casa, minha mãe ainda não tinha chegado. Então troquei de roupa e esperei por ela. Daí, depois de um tempo, ela chegou em casa com a bolsa dela e as três sacolas. Quando vi ela chegando, me apressei pra ajudar a carregar o resto das coisas. Tava tudo bem embalado, não dava pra ver o que era. Perguntei onde ela tinha ido, e ela respondeu: "No supermercado, já te falei."
"Ah, já falou mesmo." Guardei toda a roupa no quarto dela. Ela tomou banho quando chegou e lavou a roupa que tava usando na hora. Preparei algo pra ela comer, mas minha mãe não comeu nada pelo resto do dia. Ela só guardou a roupa nova e caiu na cama, exausta...
No dia seguinte, a gente empacotou a roupa. Meu pai ligou falando que vinha nos buscar, e voltamos pra casa. Minha mãe tava agindo estranho.
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