O que é incesto, irmã?

QUERIDA IRMÃ, O QUE É INCESTO?

Nota do autor

Espero que vocês estejam muito bem!
Sou o JJQUILMES — embora muitos me conheçam pelos meus outros apelidos: José, JJQuilmes, Sexcritor ou Exxxcritor. Nos últimos 18 anos, publiquei sob diferentes nomes, e hoje quero começar uma nova etapa junto com vocês e com o apoio da comunidade do Poringa.
Adoraria que me adicionassem no Facebook, que me escrevessem, me contassem o que gostam, o que não gostam e também o que gostariam de ler no futuro.
Minha intenção é continuar publicando de graça, mas também oferecer conteúdo especial a um preço baixo, como histórias em quadrinhos no formato de bolso.
Por enquanto, vou retomar muitos dos meus contos clássicos, dando a eles novas versões e uma visão mais atual.
É um prazer verdadeiro dividir esse espaço com vocês novamente nessa nova fase.— JJQUILMES


O que é incesto, irmã?



O ar úmido do banheiro se misturava com o calor do secador no quarto de Alicia. Sentada em frente ao espelho, seus dedos percorriam a melena molhada no ritmo de "Cruel Summer" da Taylor Swift, uma música perfeita para seus dezoito anos e a tensão quente que parecia impregnar a casa. De vez em quando, seus olhos, verdes e cheios de uma curiosidade que já não conseguia disfarçar, deslizavam para o reflexo do corredor. De lá, o som constante do chuveiro era um lembrete úmido e persistente de que seu irmão Jimmy ainda estava ali, lavando o corpo… e talvez, imaginando ela.

O ritual, porque já era isso, um ritual proibido e excitante, tinha começado semanas atrás. Tudo surgiu de uma maneira tácita, não falada, um jogo de olhares furtivos e portas entreabertas. Dois irmãos, curiosos por natureza, começaram a se intrigar com a forma do corpo do outro. Uma olhadinha roubada quando um saía do banheiro, a silhueta através do tecido de um pijama folgado, até que um dia, sem trocar uma palavra, se permitiram ficar parados, se observar, se expondo sem pudor. Foi um pacto silencioso, selado com a cumplicidade de quem descobre um prazer que não deveria nomear.

Assim vinham fazendo há um tempo, se contendo nesse limite precário. Só se olhavam, pelados, absorvendo cada detalhe do corpo do outro, alimentando um fogo que crescia em segredo. Em uma ocasião, Jimmy, com a voz embargada pela confusão e pela excitação, tinha perguntado:

— Ei, Ali… isso não é… incesto?

Alicia não hesitou. Sua resposta foi um sussurro doce e perverso, uma justificativa absurda que os dois ansiavam acreditar.

— Não, Jimmy. De jeito nenhum. Isso é… natural. É curiosidade. Aprender a ver o corpo humano sem tabus, sabe? É bonito. Só seria incesto se… — ela fez uma pausa dramática, mordiscando o lábio inferior — se a gente se beijasse na boca. Então, fica tranquilo.

A desculpa era tão fofa quanto furada, mas servia para manter a frágil ilusão de inocência. enquanto ultrapassavam todos os limites.
A porta do quarto se abriu, interrompendo seus pensamentos. Jimmy apareceu no vão da porta, ofegante, com o cabelo escuro grudado na testa e o torso brilhando pelas gotas de água que escorriam pela sua pele. A toalha, branca e fofa, era o único obstáculo entre ele e a nudez total, amarrada com precariedade nos seus quadris. Sem dizer uma palavra, ele fechou a porta atrás de si com um clique surdo. O ambiente ficou carregado imediatamente. Com um movimento deliberado, ele deixou a toalha cair no chão.

Alicia prendeu a respiração. Seu olhar, imantado, se deslocou imediatamente para a sua virilha, para aquela parte dele que ela já conhecia, mas que desta vez parecia diferente. Mais tensa, mais urgente. O pau do Jimmy, latejante e duro, se erguia com uma ferocidade que ela não lembrava. Na ponta, inchada e avermelhada, uma gota grossa de líquido pré-gozo se formava, um brilho translúcido que a fez engolir em seco.

— Alicia… — ele a chamou com uma voz rouca, carregada de uma urgência que não podia conter.
— Sim? — respondeu ela, sem conseguir desgrudar os olhos daquele espetáculo. Sua atenção estava completamente fixa no membro do seu irmão, que parecia ter crescido, ficado mais grosso e ameaçador.
— Você sabe que eu te amo muito, né? — murmurou Jimmy, suas palavras trêmulas.
— Claro que sei, bobo. Você já me disse um milhão de vezes… — sussurrou Alicia, hipnotizada pela lenta descida de outra gota pelo comprido e tenso vértice.
— É que… não sei como explicar. Eu estava tomando banho… tentei água fria pra isso baixar, mas não adiantou. Aí tentei água quente e foi pior… — confessou, e um estremecimento percorreu seu corpo nu — Então fechei os olhos e lembrei de você. Você é… linda demais, Ali. Lembrei do seu rosto, dos seus olhos, dos seus lábios… e foi aí que… que me deu um desejo tão forte de… de te beijar.

A última palavra caiu no quarto como uma bomba. Jimmy tremia, consciente de que havia nomeado o ato proibido, a linha que sua A irmã havia traçado o verdadeiro abismo.
Alicia, lentamente, desligou o zumbido da secadora. O silêncio foi instantâneo, quebrado apenas pelas batidas de seus corações. Com movimentos deliberados, baixou o volume de Taylor Swift até torná-la um eco distante. Levantou-se, sua própria figura esbelta e pálida refletida no espelho, e o encarou pensativa. Seus olhos já não mostravam apenas curiosidade, mas um desejo obscuro e uma perversão que ambos vinham cultivando em segredo. O jogo havia mudado.
Jimmy ainda pingava água, pois não havia se secado completamente com a toalha. As gotas escorriam por seu torso, seguindo o caminho de seus músculos adolescentes.
Na mente de Alicia, um turbilhão.É meu irmão. Isso tá errado, muito errado. Mas os lábios dele... Meu Deus, eu já fantasiei com isso. Aquele medo nos olhos dele... E se for só um beijo?
Um beijo só não muda nada. Podemos parar por aí. Sempre podemos parar...
—Tá bom — disse ela, quebrando o silêncio carregado de tensão.
Jimmy achou que não tinha ouvido direito.
—Como?
—Eu disse que tá bom. Você pode me beijar — repetiu Alicia e, num ato de ousadia que acelerou seu coração, deixou o roupão escorregar dos ombros e cair no chão, expondo completamente sua nudez diante dele.
—Mas… isso não seria incesto? — perguntou Jimmy, quase ofegante, seu olhar devorando o corpo agora visível da irmã. Seus olhos cravaram-se naquele par de tetas juvenis, firmes e perfeitas, que tanto o obcecavam. Eram redondas, de uma palidez aveludada, coroadas por mamilos rosados e grandes, eretos e palpáveis, que o deixavam louco. Sua figura era um relógio de areia bem definido, com uma cintura fina que se abria para quadris generosos e uma bunda com formato de pêssego maduro, suculenta e firme, que prometia um toque celestial.
—Não… bem, só é se você enfiar a língua na minha boca — respondeu Alicia, tentando justificar o que estava prestes a acontecer com uma lógica torta e deliberadamente vaga.
Mas ele não levou na brincadeira. Mesmo assim, prendendo a respiração, deu um passo em direção a ela. Depois outro. O espaço entre eles evaporou. Com uma coragem que brotou das entranhas, Jimmy envolveu a cintura de Alicia com os braços, sentindo a pele macia e fresca sob suas palmas úmidas, e puxou-a para perto com firmeza, selando seu destino com um beijo.
Seus lábios se encontraram famintos por prazer. Para Jimmy, era seu primeiro beijo de verdade, e isso era perceptível na desajeitade inicial, no jeito inseguro como seus lábios pressionavam os dela. Mas o que faltava em técnica sobrava em desejo puro e voraz. Ele ansiava por provar o sabor dos lábios da irmã e os beijava com uma paixão tão avassaladora que era quase violenta em sua intensidade.
Alicia foi pega de surpresa pelo ímpeto selvagem com que seu irmão a beijava. Mas tantas vezes seus namorados a haviam beijado daquela forma, que a resposta foi automática, muscular. Em segundos, Foi ela quem, com uma perícia que Jimmy achou arrasadora, deslizou sua língua dentro da boca dele, ensinando um novo nível de intimidade. Para Jimmy, era como se cada nervo do seu corpo estivesse amarrado naquele beijo. A sensação da língua dela se entrelaçando com a sua, o sabor, o calor, roubaram toda a sua energia. O atrito da pele nua dela contra a sua, o roçar dos seios dela no seu torso, foi demais. Com um gemido abafado, a explosão foi inevitável. Ele sentiu o êxtase percorrendo ele como uma descarga elétrica e, com os olhos fechados e o corpo rígido, começou a gozar.

Alicia se surpreendeu ao sentir seu abdômen e parte dos pelos pubianos serem inundados pelo sêmen grosso e morno do irmão. Jatos e jatos saíam do membro ainda pulsante dele, manchando ela. Paralisada, ela se afastou dele e olhou para baixo. Viu uma gota grossa e branca escorrer pela curva da sua barriga, traçando um caminho lento e obsceno até se perder nos lábios da sua vagina. Até aquele dia, nenhum pênis tinha estado tão perto da sua buceta, muito menos a porra dele.

Ver aquilo escorrendo pela sua pele, sabendo o que era, sabendo o poder daquele líquido viscoso se entrasse na sua matriz, fez sua cabeça dar mil voltas. Uma mistura de repulsa e excitação aguda percorreu ela. Levou uma mão trêmula ao rastro viscoso, impedindo que seguisse seu caminho até sua xotinha já sensível. Sentiu os joelhos tão fracos que teve que se sentar na beirada da cama para não desmaiar.

Naquele exato instante, ela levantou o olhar. Lá estava, o pau do irmão, já meio ereto, que ainda deixava pingar da cabeça vermelha uma última e grossa gota de porra. Depois olhou para o rosto de Jimmy. Ele parecia estar em outro planeta. A pele dele estava pálida e os olhos, arregalados, refletiam puro pânico.

— Oh, caralho… — murmurou Jimmy —. Eu não quis fazer isso… Sinto muito… — ele continuou balbuciando enquanto as mãos faziam gestos nervosos e estranhos no ar.

Quando Alicia sentiu que a força voltava a suas pernas, ela se levantou e se aproximou dele novamente. Suavemente, pegou seu rosto entre as mãos e beijou seus lábios com uma ternura que contrastava com a crueza do momento.

— Não há nada a temer… Você não causou nenhum dano — sussurrou ao terminar o beijo.

— Que não causei nenhum dano? — perguntou Jimmy, com a voz embargada. — Acaso não… acabamos de cometer incesto?

— Não… não cometemos — respondeu Alicia com uma firmeza que não admitia réplica.

— Mas você disse que…

— Eu sei o que disse, mas isso não é incesto. Só é incesto se nos beijarmos "E" tivermos relações sexuais ao mesmo tempo, Jimmy. E mesmo assim, mesmo se fizéssemos, teria que ser de propósito. Por exemplo, teria sido incesto se eu tivesse agarrado seu pau enquanto nos beijávamos… de propósito… até fazer você gozar.

Jimmy não era burro, mas vocês conhecem o velho ditado:Quem não ouve conselho não chega a velho,
mas quem faz de surdo consegue o tesouro.
O que, traduzido na hora, significava que, mesmo sabendo que a lógica da irmã era um castelo de cartas, ele preferiu fazer de "burro" e aceitar a definição torta dela. A recompensa — continuar beijando-a, tocando-a — valia qualquer justificativa absurda.

— Então podemos continuar fazendo sem ser incesto? — perguntou, um lampejo de esperança na voz. — Posso continuar te beijando quantas vezes eu quiser?

Alicia fechou os olhos, como se lutasse contra a própria consciência, e então sussurrou:

— Sim, Jimmy. Quantas vezes você quiser.Duas noites depois.Os pais deles trabalhariam até tarde.
Alicia parou na entrada do quarto do irmão e, com uma voz carregada de intenção, disse:
— Vou tomar um banho, Jimmy…
Sem uma palavra a mais, Jimmy entendeu perfeitamente o que aquilo significava. Deixando de lado seu livro, levantou-se e a seguiu com o coração acelerado.

Dentro do banheiro, sentou-se na borda do vaso enquanto ela se despia com movimentos deliberadamente lentos. Alicia entrou no chuveiro e não demorou quase nada. Quando saiu, envolta em vapor e com a pele avermelhada, seu irmão já estava nu e a esperava, pronto para tomar banho também.

Jimmy também não demorou muito debaixo d’água. Quando saiu, plantou-se diante da irmã, cara a cara, gotas de água presas em seus cílios. Ela, prendendo a respiração, disse:
— Se quiser… pode me acariciar. Mas só nas minhas costas ou ombros…

Jimmy assentiu, e imediatamente os dois se abraçaram, seus corpos nus e molhados encontrando-se em um contato eletrizante. Os braços de Jimmy eram fortes e a apertavam com um desejo adolescente desenfreado contra seu corpo. Ele já era mais alto, e sua figura começava a eclipsar a dela.

Seus rostros ficaram a centímetros de distância e, sem conseguir resistir, se beijaram. Naquele momento, o pau duro de Jimmy posicionou-se instintivamente entre as pernas de Alicia, que sentiu a pressão firme e latejante contra seu púbis. A tentação de sentar-se nele, de deixar que a penetrasse, foi tão intensa que, por instinto, ela fechou as coxas, prendendo o membro do irmão em um espaço estreito e quente entre suas pernas.

O beijo continuou, cada vez mais profundo, mais molhado, enquanto suas mãos percorriam e acariciavam costas e ombros. Mas Jimmy não conseguiu se conter. Suas mãos desceram, desobedecendo à regra. Que macio, suave e ao mesmo tempo firme era a bunda de sua irmã Alicia! No início, um lampejo de culpa o percorreu, mas logo ele se viu incapaz de separar as palmas daquela maravilha. Um par de bundas com formato de pêssego. Ele continuou amassando, apertando com um fervor crescente.
Alicia sentiu seu irmão apertar suas nádegas com força e maravilhou-se com a sensação, tão íntima e possessiva. Nem mesmo aos seus namorados ela havia permitido um contato tão vulgar e direto, mas, justificou-se, aos namorados ela não tinha a mesma confiança cega que tinha no seu irmãozinho. Ou era algo mais?
Logo, Jimmy sentiu a familiar tensão em seus testículos. Com um gemido rouco, ele explodiu novamente, jorrando e jorrando sêmen quente que manchou as pernas, o abdômen e a própria entrada da vagina de sua irmã.
Alicia, sentindo aquele líquido morno se espalhando sobre sua pele enquanto as mãos de seu irmão continuavam agarradas às suas nádegas com força, não pôde evitar que um orgasmo inesperado e violento a sacudisse.
— Hmmmm… — gemeu com força, um som gutural e profundo, ao se sentir marcada, possuída por tanto sêmen.
Eles permaneceram abraçados por vários segundos, ofegantes, antes de se separarem.
— Eu acariciei sua bunda… — disse Jimmy, com um arrependimento que soava falso —. Agora sim cometemos incesto…
— Não seja bobo, Jimmy — interrompeu Alicia, ainda ofegante —. Só é incesto se você tocar na parte da frente… A bunda não importa. Não conta.
Naquele momento, ambos estavam tão melados de sêmen e suor que precisavam de outro banho imediatamente. E desta vez, não entraram um por um, mas sim os dois ao mesmo tempo.
Sob o jato de água quente, não paravam de se beijar. Beijavam-se com uma paixão devoradora, esquecidos do mundo, dos parentescos, das consequências. Suas mãos percorriam cada centímetro do corpo do outro com uma urgência louca; ele voltava a acariciar e apertar aquelas nádegas que já considerava suas, ela explorava as costas e os ombros de Jimmy, descendo até a curva firme de seus glúteos. O vapor envolvia seus corpos entrelaçados, a água escorria por suas peles enquanto suas línguas travavam uma batalha úmida e sem trégua. Já não eram irmão e irmã
brincando de um jogo proibido. Na intimidade anônima daquele chuveiro, com os sentidos turvados pelo desejo e pela cumplicidade, pareciam mesmo dois amantes na fase mais ardente de sua paixão. Irmão e irmã poderiam ser amantes? Naquele momento, sob a água quente e o peso de suas bocas unidas, a pergunta parecia não ter importância. Só existia a pele, o calor, o gosto do outro e a promessa tácita de que isso era só o começo.

Sob o vapor do chuveiro, com a água escorrendo por seus corpos entrelaçados, Alicia pegou a barra de sabão. Suas mãos, ágeis e curiosas, começaram a deslizar pelo torso de Jimmy, criando uma espuma branca que contrastava com sua pele corada. Mas não era o próprio corpo que lhe interessava limpar. Sua atenção, e seus dedos, desceram com deliberada lentidão, passando por seu abdômen, até chegar aos pelos púbicos e além. Ali, o pau de Jimmy, que apenas alguns minutos antes havia derramado sua semente, erguia-se de novo, incrivelmente duro e latejante, como se o simples fato de estar perto dela o reanimasse por completo.

Alicia ensaboou o pau com dedicação obscena. Com uma mão, acariciou e amassou suavemente os sacos, sentindo seu peso e textura sob a espuma. Depois, seu punho fechou-se em torno do tronco, deslizando da base à ponta com um movimento lento e rítmico, limpando cada centímetro da pele sensível. O pau de Jimmy parecia brilhar sob a luz do banheiro, não só pela água, mas pela forma como ela o esfregava, como se estivesse lustrando um troféu preciado. Ela mesma percebeu a imagem e mordeu o lábio inferior, uma pontada de excitação percorrendo sua barriga.

Naquele momento, um pensamento visceral e sujo cruzou sua mente:Qual será o gosto?Mesmo sendo virgem, ela não era ingênua. Já tinha visto vídeos, sabia o que algumas garotas faziam. A imagem de se ajoelhar e engolir aquela parte do irmão a estremeceu de puro tesão.É o seu irmão",Uma vozinha na consciência dele sussurrou, carregada de culpa.«Isso já foi longe demais. É nojento».Mas outra voz, mais forte, mais persuasiva e perversa, se impôs.Ninguém precisa saber... Ninguém. E ele parece tão... delicioso. Quero saber como ele se sente na minha boca. Quero ouvir ele gemer por mim.O desejo, aumentado pelo toque da pele quente e úmida sob suas mãos, venceu a batalha.
Sem dizer uma palavra, com uma determinação que nasceu das entranhas, Alice se ajoelhou diante dele. Olhou para cima, encontrando seus olhos cheios de surpresa e antecipação, e então, abrindo a boca o máximo que pôde, levou a glande inchada e avermelhada aos lábios, engolindo-a.

A sensação foi avassaladora. Sua boca se encheu de uma textura firme mas aveludada, de um sabor salgado e único que só podia ser dele. A pele estava tão tensa que ela conseguia sentir cada pulsação contra sua língua.

— Alice! — Jimmy quase gritou, sua voz um gemido abafado ao sentir o calor úmido e envolvente da boca de sua irmã. Era uma sensação completamente nova, mil vezes mais intensa do que qualquer toque de mãos, uma umidade viva que o sugava para um abismo de prazer.

Ela, embora desajeitada em sua inexperiência, começou a mover a cabeça para frente e para trás, chupando-o com a avidez de quem descobre um manjar proibido. Não sabia muito bem o que fazer com a língua, mas fazia seu melhor esforço, lambendo a parte inferior da glande e explorando o pequeno orifício da ponta.

Desprendeu-se de seu pau com um som úmido epope ela o encarou nos olhos, seu próprio rosto ruborizado e seus lábios brilhantes de saliva.
—Vou te contar a verdade, Jimmy… —sussurrou, ofegando levemente— só é incesto se você gozar dentro da minha buceta.

Antes que ele pudesse responder, sua boca voltou a engolir o pau, mais decidida desta vez, ansiosa para sentir novamente aquela masculinidade poderosa entre seus lábios.
—Aaahhhh hmmmmm! —bufou Jimmy, e desta vez não conseguiu se conter. O êxtase o percorreu como um choque elétrico e, com as mãos agarradas ao cabelo úmido de sua irmã, soltou um jorro grosso e quente direto em sua garganta.

Ao saírem do banheiro, se abraçaram e beijaram com uma ternura que contrastava com a crueza do que havia acontecido. Caminharam até o quarto dela e, após uma curta despedida e um beijo de boa noite, Alicia, com um sorriso malicioso, confessou:
—Gosto do gosto do seu pau, Jimmy…
—Precisamos ter cuidado… —respondeu ele, com um lampejo de sanidade que lembrava a gravidade de seus atos. Eles estavam brincando com fogo e sabiam.
—Eu sei —murmurou ela, se aproximando para beijá-lo novamente— Vamos ter, meu amor… —este "meu amor" o surpreendeu, mas encantou Jimmy. Alicia o beijou de novo, mais profundamente— Só precisamos tomar cuidado para que o sêmen nunca entre na minha buceta… só é incesto se entrar… lembre-se bem disso.
—Tudo bem, Alicia… como você disser…

Ele estava prestes a se retirar para seu quarto quando ela segurou seu braço.
—Espera… —disse, com uma centelha brincalhona no olhar—. Você ainda não me provou…

Os olhos de Jimmy se arregalaram. Eles entraram novamente no quarto e Alicia, com um movimento que era ao mesmo tempo gracioso e terrivelmente sensual, deitou-se de costas na cama e abriu as pernas, expondo-se completamente diante dele.

Jimmy, a princípio, apenas a observou, encantado pela beleza e pelo erotismo do momento. Então, impulsionado por um instinto primal, se aproximou e enterrou o rosto entre suas coxas. O resto foi história. Lambeu e bebeu os mares de mel que emanavam da irmã dele, enquanto ela se contorcia na cama, perdida em um mar de sensações.
— Ohhhh, Jimmy! Hmmmmm, assim, hmmm!

Finalmente, Alicia sentiu um orgasmo tomá-la, mas Jimmy não parou. Sua língua incansável encontrou um ritmo que logo lhe provocou um segundo, e depois um terceiro espasmo de prazer.
— Aaahhhhhhhhhh! Hmmmmmm!

Sua irmã era capaz de ter multiorgasmos, e Jimmy acabara de fazer essa descoberta maravilhosa. Finalmente, foi ela quem, exausta e superestimulada, teve que empurrá-lo suavemente para que parasse.

Para então, Jimmy já estava com o pau duro como uma pedra de novo, e a necessidade de que sua irmã o chupasse novamente era mútua e urgente.

Mal terminaram, ouviram o carro dos pais chegando. Jimmy correu para seu quarto e, naquela noite, por enquanto, não houve nenhum problema.

Nos dias seguintes, eles tomaram banho juntos repetidamente, e Alicia se ajoelhava diante dele para chupá-lo com uma devoção crescente. Ela estava encantada com o sexo oral, com a sensação de poder e submissão que ter o pau do irmão na boca lhe dava, e com o êxtase que a língua dele em sua buceta lhe provocava.

Vários dias depois, enquanto Jimmy lambia com gosto sua vagina, ela teve uma ideia ousada. Começou a deslizar um dedo em direção à entrada, introduzindo-o apenas um centímetro. Alicia, ao senti-lo, fez uma careta de dor e se encolheu.
— O que foi? — perguntou Jimmy, assustado.
— Não é nada… — disse ela, afastando sua buceta da mão dele —. Acho que seu dedo entrou um pouco mais do que devia… só isso. Meu hímen está lá no fundo… se você enfiar muito, pode acabar rompendo. Precisa ter cuidado, Jimmy.
— Se eu enfiar só um pouquinho do meu dedo, não tem problema? — perguntou Jimmy, e sua mente imediatamente voou mais longe —. E quanto ao meu pau? Será que eu poderia enfiar, mesmo que seja só um pouquinho? Prometo não gozar dentro…
— Acho que não, Jimmy… — respondeu Alicia, respirando ofegante só de pensar na ideia —. Tenho certeza de que você me desvirginaria…
— Ah… — respondeu ele, com visível decepção.

Mas em Nos dias seguintes,
Alicia não conseguiu parar de pensar no assunto. A curiosidade e o desejo tomaram conta dela até que chegou a uma conclusão perigosa: talvez, se ele fosse extremamente cuidadoso, pudesse enfiar só um pouquinho…

Na sexta-feira à noite, com os pais fora em uma festa, Alicia foi até o quarto do irmão.
— Vai tomar banho? — perguntou ele, animado.
— Não — respondeu ela, entrando e fechando a porta atrás de si.

Depois, com movimentos deliberados, tirou a blusa, ficando só de sutiã, e disse:
— Eu tenho praticado… — inclinou-se para tirar a calça —. Acho que… talvez… se você fizer com cuidado… pode enfiar mesmo que seja só um pouquinho.

Jimmy entendeu na hora do que ela estava falando. Como não entenderia, se tinha fantasiado com aquilo todas as noites?
— Só um pouquinho… — repetiu, e então, buscando desesperadamente sua aprovação moral, perguntou —: A gente não vai estar cometendo incesto, né?

— Bom… — a irmã ficou pensativa por um momento, tecendo mais uma mentira conveniente — Não, se você enfiar só a cabecinha… e, claro, tem que tirar antes de gozar. Desse jeito não tem perigo e a gente não comete incesto.

Logo, Jimmy estava em cima dela, prestes a viver sua primeira vez. Já tinha lambido a buceta dela até deixar encharcada, e ela tinha lubrificado o pau dele com a boca. Tudo estava pronto.

— Espera… — disse Alicia, justo quando ele alinhava a cabeça do pau com a entrada dela. Ela baixou a mão e agarrou firme a base do pênis —. Eu seguro… assim você empurra só a cabeça e eu paro se você passar do ponto.

Jimmy olhou para o rosto dela: nervoso, assustado, mas também cheio de desejo. Beijou-a nos lábios.
— Tá pronta?
— Sim, mas vai devagar, por favor…

A cabeça do pau dele deslizou com uma facilidade assustadora, encontrando um caminho mais úmido e quente do que ele jamais tinha imaginado.
— Tá tão quentinho… — gemeu Jimmy, sentindo a ponta sendo engolida por aquela estreiteza virginal.

Alicia prendeu a respiração. Não sabia o que sentir. Olhou para baixo: não havia sangue.
—Enfia mais um pouquinho, Jimmy…
Jimmy empurrou suavemente, e de repente um gemido gutural escapou de sua garganta. Alicia soube que ele estava à beira.
—Tira, Jimmy! Tira! —gritou ela.
Ele obedeceu imediatamente, e após alguns segundos de tensão, ao ver que ele tinha conseguido segurar a ejaculação, ela sussurrou:
—Pronto? Enfia de novo…
—Aaahhhh! —gemeu Jimmy com força ao sentir como a cabeça do seu pau voltava a ser recebida por aquele paraíso do qual ele não queria sair nunca. E Alicia soube, pela profundidade da sensação, que dessa vez ele tinha enfiado rápido demais.
—ALICIA, EU JURO QUE QUERO MORRER COM MEU PAU AQUI DENTRO! VOCÊ É UMA GOSTOSA! NINGUÉM ME FEZ SENTIR TÃO BEM ASSIM! AAHHH!
—TIRA, JIMMY, TIRA! —gritou ela, ao sentir como seu pênis engrossava e pulsava violentamente. Jimmy o tirou bem na hora de começar a soltar jatos e jatos de sêmen sobre os lábios da buceta de sua irmã.
Alicia olhou para baixo de novo. Não havia sinal de sangue. Ela se apalpou suavemente com os dedos, certificando-se mentalmente de que a fina membrana, embora talvez esticada, ainda estava intacta. Só havia sêmen espalhado. Ela ainda era virgem… tecnicamente.
Depois disso, eles tomaram banho juntos no meio de carícias e beijos, jantaram em uma noite que fingia ser romântica, declarando um amor que sabiam ser proibido. Seus pais chegaram quando eles já fingiam dormir, cada um em seu quarto. Mas Alicia não conseguiu pegar no sono; a sensação fantasma da ponta do pau do seu irmão dentro dela era um eco persistente e excitante que percorria seu corpo.
Na manhã seguinte, sábado, depois do café da manhã em família, aproveitando que seu pai se trancou para ler o jornal e sua mãe estava na cozinha, Alicia se aproximou de Jimmy.
—Vamos pro seu quarto, Jimmy… —disse ela, pegando-o pela mão e levando-o escondido.
—Vamos repetir de novo? É que eu quase não…?
—Eu sei, Jimmy, mas quanto mais a gente praticar, melhor a gente consegue controlar —argumentou ela, se despindo diante dele com uma urgência nova — Ainda sou virgem. Além disso, você conseguiu se sair muito bem ontem à noite… acho que vai continuar conseguindo e com prática vai ficar cada vez melhor.

Se beijaram com uma pressa febril, se despindo na maior velocidade. Jimmy se posicionou entre as pernas dela e começou a pressionar a ponta do seu pau, já duro e ameaçador, contra a entrada virginal da irmã.

Dessa vez, Jimmy não estava preocupado. Já tinham feito e tudo tinha corrido bem. O que poderia dar errado?

Ouviu a irmã gemer: "Empurra…" e, obedecendo, começou a penetrá-la com a cabeça do pênis. A sensação era tão deliciosa, tão envolvente e quente, que ele achou que tinha chegado ao céu.

O problema foi que, nesse exato instante, ele tinha um dos mamilos dela na boca, chupando com avidez. O prazer duplo foi intenso demais. Ao ouvir a ordem, e levado por um impulso animal, lançou os quadris para frente com uma força involuntária. Em questão de milésimos de segundo, não só a cabeça, mas facilmente metade do seu pau longo e grosso, deslizou até o fundo da buceta da Alicia. Não houve resistência significativa; foi como se uma espada afiada cortasse uma seda fina. Um rompimento surdo, interno e definitivo, rasgou o hímen com uma facilidade assustadora.

— AAAAAHHHHHHHHHHHH…! AAUUGGGGHHHH! — O grito da Alicia foi um som agudo, carregado de uma mistura de dor, surpresa e uma pontada de prazer proibido. Foi tão dilacerante que o pai dela, na sala, abaixou o jornal e franziu a testa, se concentrando no eco daquele gemido que parecia vir do corredor.

Alicia olhou para o rosto do Jimmy, cheio de um amor possessivo mas também de um pânico absoluto.Brincamos com fogo e acabei de me queimar, pensou, com uma lucidez fugaz. Mas não havia volta. O sangue que começava a escorrer era a testemunha silenciosa. E, no fundo de sua confusão, um pensamento emergiu:E quem melhor do que meu irmão para ser o meu primeiro?—Aaahh… Tá bom, tá bom, Jimmy… a gente ainda não cometeu incesto… —mentiu, olhando para baixo e vendo que, de fato, ainda tinha parte do pau dele fora, embora ela já soubesse a verdade. Sua virgindade era coisa do passado.

Jimmy relaxou levemente com suas palavras e, seguindo suas instruções, começou a mover os quadris, tirando e colocando devagar a metade do pau que estava dentro.

Uma sensação maravilhosa e nova começou a substituir a dor em Alicia. Ela se sentia cheia, possuída, mais mulher do que nunca.Agora sou mulher…, pensou, embriagada pela sensação.Sou toda uma mulherNão conseguia acreditar no quão bom era sentir seu irmão a foder, mesmo que fosse apenas com metade do seu membro.
Jimmy estava em êxtase. A sensação era tão avassaladoramente boa que ele perdeu todo o controle que ainda lhe restava. Pouco a pouco, quase sem perceber, começou a introduzir centímetro após centímetro, até sentir seus ossos púbicos colidirem com as nádegas dela. Ele estava com o pau todo dentro, seus sacos batendo suavemente em seu traseiro. Aquilo o enlouqueceu. Começou a mover os quadris com um ritmo frenético, perfurando a gruta recém-inaugurada com uma ferocidade animal.
—¡AAAAHHHHHHHH! ¡HMMMMMMMMMMMMM!
Em apenas quatro ou cinco minutos, seu orgasmo foi imparável. Possuído por um instinto primal, ele cravou seu pênis até o fundo e, com um rugido abafado, explodiu dentro dela, esvaziando seu sêmen quente no mais profundo de seu útero.
—Nãooooo!!! Jimmy, não!!!! — gritou Alicia, agonizando de um prazer culpado ao sentir o pau de seu irmão pulsar e ejacular dentro dela. Embora ele, em um último ato de consciência, tenha se retirado antes de terminar, pelo menos três ou quatro jatos potentes já haviam chegado ao seu destino.
Jimmy caiu sobre ela, coberto de suor, sentindo-se profundamente culpado.
Alicia não conseguia acreditar. Estava cheia de seu irmão, por dentro e por fora. Ainda assim, falou com suavidade e, quando ele a olhou nos olhos, beijou-o nos lábios.
—Você não precisa se preocupar, Jimmy…
—Mas cometemos incesto, irmã!
—Não, não diga isso — ela o interrompeu, tecendo a mentira final com um sorriso tranquilizador —. Ainda não. Só cometemos incesto se você tivesse derramadotudoSeu leite dentro, e você conseguiu tirar antes que acontecesse… Foi só um pouquinho…
—Mas e se você engravidar?
—Não vou engravidar… —respondeu ela, com uma segurança que não sentia.
—Como você sabe?
—Eu só sei, Jimmy… não se preocupa —mentiu, já pensando em onde poderia conseguir desesperadamente uma pílula do dia seguinte.
Beijou-o de novo, e logo, sob o feitiço da pele e da cumplicidade, começaram a se acariciar de novo.
—Quero que enfie de novo… —sussurrou ela, ao ver como o pau do Jimmy, milagrosamente, começava a recuperar a rigidez.
—Tem certeza?
—Sim… já te falei que não é incesto a menos que você goze dentro…tudoseu sêmen... Não vamos deixar isso acontecer, ou vamos?
Mais uma vez, Jimmy a penetrou. Dessa vez ele durou mais, explorando com maior confiança o corpo que agora sentia completamente seu. Alicia se sentia completa, feliz e profundamente apaixonada pelo irmão e pelo prazer proibido que só ele podia dar a ela.

Quando Jimmy sentiu que a ejaculação era iminente, tentou ser cuidadoso e tentou sair. Mas Alicia, que percebeu a descarga iminente, envolveu suas pernas nas costas dele, prendendo-o contra ela com uma força surpreendente, impossibilitando sua retirada. E mais uma vez, ele, vencido pelo prazer, a encheu completamente, até a última gota.

— Aaahhhhhhhhhh!

Quando o último espasmo cessou, ela soltou as pernas.

— O que você fez? — perguntou ele, com a voz entrecortada pelo prazer e pela culpa.

— Nada...

— Mas você disse que só assim seria incesto!

— Não se preocupe, Jimmy — sussurrou ela, acariciando seu rosto —. Só é incesto se nossos pais ou alguém descobrir... Agora vem e me faz o amor mais uma vez antes que eles parem de ficar ocupados.

Mas o que ambos ignoravam, absortos em seu mundo de mentiras e luxúria, era que o Doutor Manríquez, seu pai, estava com o ouvido colado na porta, ouvindo cada palavra, cada gemido, cada suspiro com uma atenção doentia.

No início, a raiva o cegou. Pensou em arrombar a porta, agarrá-los à força e expulsá-los de casa. Mas então, como um raio em sua mente, surgiu a imagem de Alicia na praia do verão passado, com aquele biquíni minúsculo que tanto lhe custou ignorar. Ele havia se repreendido por aqueles pensamentos, os havia enterrado com força. Mas agora, ao ouvir como sua filha...Oiprincesa, ela se entregava com tanta paixão ao irmão, que um sentimento muito mais sombrio e possessivo nasceu em seu peito.Por que ele pode… e eu não?(Vai continuar?)

1 comentários - O que é incesto, irmã?

Me gusto mucho tu relato, espero que lo continues con toda la familia...