Beleza! Como sempre, deixo primeiro os links da parte 1 e 2 pra quem não viu, assim vocês têm a história completa!http://www.poringa.net/posts/relatos/6149053/Relato-100-real---enfermera-puta-de-cordoba.html
http://m.poringa.net/posts/relatos/6149571/Relato-100-real-enfermera-puta-de-cordoba---Parte-2.htmlAgora sim, vamos pra última parte:
Como eu tinha dito antes, assim que terminei de foder aquele cuzão gostoso e encher aqueles peitos perfeitos de porra, bateu a preocupação. Lembrei que antes de colocar toda aquela bunda e tetas à disposição pra saciar minha pica, ela disse que essa seria a última vez.
Enquanto eu me limpava e vestia a calça de novo, ela ainda estava ajoelhada me olhando, com a cara e os peitos cheios de porra, um sorriso safado e de puro tesão, típico da ocasião. Eu sorri e perguntei se ela tinha gostado, e ela respondeu com um firme "sim", que tinha amado... e aí me deu a deixa pra sutilmente dizer: "Imagino que se gostou tanto, não é verdade que foi a última vez", e lembro de ter falado com toda certeza de que a resposta dela, pelo menos, deixaria a porta aberta pra um próximo encontro, mas não. Infelizmente, ela confirmou o que disse e falou que não, que já era o suficiente.
Tentando disfarçar um pouco minha agonia, perguntei por que, já que eu não queria nada sério, e ela me deu uma resposta que me surpreendeu: "Tenho namorado, faço o que faço porque não consigo evitar, adoro sentir como me usam, adoro a adrenalina de sermos pegos, adoro a experiência de engolir picas que não conheço, que não vão me cobrar nada, que curtem me tratar como uma puta porque não me conhecem além disso"; juro pra vocês, amigos, que não acreditei no que tava ouvindo. Incrédulo, perguntei sobre o namorado, se ele sabia disso, ela disse que não, que não poderia contar porque com certeza magoaria ele, mas que era mais forte que ela, que não conseguia evitar por mais que tentasse. Acreditei em tudo quando percebi que ela até falava com um pouco de pena e vergonha, típico de quem não tem orgulho do que faz, mas também sabe que curte o prazer do proibido. Pedi pra continuarmos conversando, mesmo sem nos vermos, e ela topou. Por um tempo, a gente continuou se falando pelo Telegram. Juro que tentei várias vezes conseguir rever ela, mas não consegui. Só consegui as fotos dela, que até hoje me servem pra algum momento de solidão. Mas, como eu tava dizendo, o assunto voltou várias vezes, e as histórias dela me deixavam tão surpreso quanto excitado. Ela me contou que até deu pra amigos do parceiro dela que encontrou por acaso no Telegram. Me contou que, além de mim, só mais duas vezes deixou fazerem a booty nela, e disse que não tem nada que ela curta mais do que sentir como homens de diferentes lugares, corpos diferentes e jeitos diferentes de tratar ela sempre acabavam dando aquela gozada certeira no fundo da garganta dela, como se marcassem que ela também foi propriedade deles. Finalmente, um dia entrei no Telegram e vi que o número dela tinha se conectado pela última vez "há muito tempo" e nunca mais ativou. Perdi o contato telefônico dela e, mesmo tentando encontrá-la no hospital várias vezes, nunca consegui.
Não sei o que aconteceu com ela, se mudou, se cansou dessa vida, ou se só me deu a chance de ter mais uns dias da companhia dela, mesmo que virtual, até o benefício acabar. Mas juro que foi a melhor experiência sexual da minha vida, e tenho certeza que ela continua procurando homens que saciem essa necessidade de ser usada como a puta que ela gosta de ser. Espero um dia encontrar ela de novo!
Muito obrigado a todos por lerem, qualquer coisa que quiserem saber é só me chamar no privado!
PS: Muito obrigado por todos os pontos que foram deixando nos posts!
http://m.poringa.net/posts/relatos/6149571/Relato-100-real-enfermera-puta-de-cordoba---Parte-2.htmlAgora sim, vamos pra última parte:
Como eu tinha dito antes, assim que terminei de foder aquele cuzão gostoso e encher aqueles peitos perfeitos de porra, bateu a preocupação. Lembrei que antes de colocar toda aquela bunda e tetas à disposição pra saciar minha pica, ela disse que essa seria a última vez.
Enquanto eu me limpava e vestia a calça de novo, ela ainda estava ajoelhada me olhando, com a cara e os peitos cheios de porra, um sorriso safado e de puro tesão, típico da ocasião. Eu sorri e perguntei se ela tinha gostado, e ela respondeu com um firme "sim", que tinha amado... e aí me deu a deixa pra sutilmente dizer: "Imagino que se gostou tanto, não é verdade que foi a última vez", e lembro de ter falado com toda certeza de que a resposta dela, pelo menos, deixaria a porta aberta pra um próximo encontro, mas não. Infelizmente, ela confirmou o que disse e falou que não, que já era o suficiente.
Tentando disfarçar um pouco minha agonia, perguntei por que, já que eu não queria nada sério, e ela me deu uma resposta que me surpreendeu: "Tenho namorado, faço o que faço porque não consigo evitar, adoro sentir como me usam, adoro a adrenalina de sermos pegos, adoro a experiência de engolir picas que não conheço, que não vão me cobrar nada, que curtem me tratar como uma puta porque não me conhecem além disso"; juro pra vocês, amigos, que não acreditei no que tava ouvindo. Incrédulo, perguntei sobre o namorado, se ele sabia disso, ela disse que não, que não poderia contar porque com certeza magoaria ele, mas que era mais forte que ela, que não conseguia evitar por mais que tentasse. Acreditei em tudo quando percebi que ela até falava com um pouco de pena e vergonha, típico de quem não tem orgulho do que faz, mas também sabe que curte o prazer do proibido. Pedi pra continuarmos conversando, mesmo sem nos vermos, e ela topou. Por um tempo, a gente continuou se falando pelo Telegram. Juro que tentei várias vezes conseguir rever ela, mas não consegui. Só consegui as fotos dela, que até hoje me servem pra algum momento de solidão. Mas, como eu tava dizendo, o assunto voltou várias vezes, e as histórias dela me deixavam tão surpreso quanto excitado. Ela me contou que até deu pra amigos do parceiro dela que encontrou por acaso no Telegram. Me contou que, além de mim, só mais duas vezes deixou fazerem a booty nela, e disse que não tem nada que ela curta mais do que sentir como homens de diferentes lugares, corpos diferentes e jeitos diferentes de tratar ela sempre acabavam dando aquela gozada certeira no fundo da garganta dela, como se marcassem que ela também foi propriedade deles. Finalmente, um dia entrei no Telegram e vi que o número dela tinha se conectado pela última vez "há muito tempo" e nunca mais ativou. Perdi o contato telefônico dela e, mesmo tentando encontrá-la no hospital várias vezes, nunca consegui.
Não sei o que aconteceu com ela, se mudou, se cansou dessa vida, ou se só me deu a chance de ter mais uns dias da companhia dela, mesmo que virtual, até o benefício acabar. Mas juro que foi a melhor experiência sexual da minha vida, e tenho certeza que ela continua procurando homens que saciem essa necessidade de ser usada como a puta que ela gosta de ser. Espero um dia encontrar ela de novo!
Muito obrigado a todos por lerem, qualquer coisa que quiserem saber é só me chamar no privado!
PS: Muito obrigado por todos os pontos que foram deixando nos posts!
4 comentários - Relato real: enfermeira gostosa de Córdoba - Parte 3
Impresionante maestro. Van 10 pts.