Hoje vou contar pra vocês a vez que a gente foi passar uns dias no verão com uns amigos na casa que os pais de um deles tinham em Villa El Chocón, pra quem não conhece é uma cidade que fica a uma hora e pouco de Neuquén capital e tem um lago bem grande. A casa dos pais do meu amigo ficava na costa, mas afastada da vila. A ideia era ir um grupo bem grande, tipo umas 10/12 amigas e amigos, mas muitos não conseguiam ficar vários dias. No começo, fomos só o dono da casa, um amigo e eu. Nós três éramos super amigos, e de vez em quando eu já tinha tido uns rolos com eles separadamente.
Era uma segunda-feira, 19h, o ônibus saía da minha cidade pra ir pra outra. Tava um dia muito quente, eu tava vestida com um short esportivo e uma camiseta do time de futebol que meu irmão jogava, dei um nó na lateral pra deixar um pouco da barriga de fora (porque eu tinha um piercing novo no umbigo, haha) e também ajudava a destacar meus peitos. Nessa época, eu tava gordinha como sempre, tinha o cabelo bem comprido e tinha pintado de morena. Eles também estavam vestidos bem esportivos. Milton (o dono da casa) tinha uns 1,70m mais ou menos e era um gringuinho bonito, enquanto Lucas era um moreno com um físico muito gostoso. Os dois jogavam.
Enquanto a gente tava na rodoviária esperando, a gente tomou umas latinhas de cerveja, tava muito calor. A conversa já foi ficando picante desde esse momento, comecei a suspeitar do que ia ser esse fim de semana e fiquei com tesão na ideia que passou pela minha cabeça. Quando o ônibus chegou, nós três já távamos bem quentes. Subimos e fomos sentar no fundo (os assentos não eram numerados nesses ônibus intermunicipais).
Não deu nem tempo do ônibus começar a andar, e o Milton, que tinha sentado do meu lado, já começou a me apalpar. O Lucas ficava olhando tudo do assento do outro lado do corredor. Eu fingia que não queria, mas óbvio que queria pra caralho. Então Discretamente, comecei a tocar ele também e percebi que o pau dele já tava a mil. Por sorte, não tinha subido muita gente no ônibus. A pessoa mais perto era uma senhora de fones de ouvido, uns cinco assentos na frente. O resto do pessoal ficou na parte da frente, provavelmente pra descer mais rápido quando o ônibus parasse.
O fundo era todo nosso. Comecei a beijar Milton e a meter a mão um no outro. De repente, ele abaixa a calça e, sem falar nada, eu me inclinei pra chupar ele. Ele tava sentado do lado da janela. O pau dele tinha um comprimento normal (uns 15 cm), mas era bem grosso. Eu nunca tinha transado com ele, mas já tinha chupado umas duas vezes, e ele tinha chupado minha buceta (ele é muito bom nisso, sempre me fazia gozar bem forte). Num momento, olho pro Lucas e vejo que ele tava batendo uma, o que me deixou ainda mais excitada.
Milton: Mili, quero te foder.
Mili: O quê? Aqui?
Milton: Sim, aqui. Vira de ladinho.
Mili: Não, aqui não. E se alguém nos ver?
Milton: Quem vai nos ver? Não tem ninguém no ônibus.
Mili: Sei lá, não tô com coragem.
Milton: Vai, Mili! Além do mais, com o boquete que você fez, já tô quase gozando.
Mili: Ah, sei lá, haha, tô nervosa.
Milton: Relaxa, Mili. A gente começa e, se você não se sentir confortável, a gente para. Quer?
Mili: Tá bom, vamos. Qualquer coisa a gente para.
Me aproximei do pau dele e deixei cair um bom jato de cuspe na cabeça. Eu tava toda molhada, mas aquele pau era grosso e ia custar a entrar, ainda mais com a posição meio desconfortável. Virei de lado no assento, meio que olhando pro Lucas e, de quebra, vigiando o corredor. Já tava bem escuro e não tinha nenhuma luz dentro do ônibus. Abaixei o short e a calcinha fio dental e me inclinei, empinando a bunda pra trás.
Sinto ele apoiar a cabeça e começar a entrar devagar. Dava pra sentir aquele pau grosso abrindo minha buceta aos poucos. Era uma sensação maravilhosa. Ele foi metendo e tirando devagar. Eu pensei que já tava Toda, mas de repente a força foi embora e entrou tudo que faltava. Me fez dar um gritinho e fiquei com medo de alguém ter ouvido. Mas olhei pro corredor e ninguém parecia ter percebido. Ele, enquanto isso, continuava me comendo gostoso. Num momento senti que ia gozar e agarrei a alça da bolsa pra morder, que era o que tinha à mão, pra não gemer. Tive um orgasmo lindo e quase não gritei. Logo depois disso, sinto ele meter até o fundo e começo a sentir ele despejando todo o leite dentro de mim. Adorei.
Como já estávamos chegando, subi a calcinha fio dental rápido e fiquei com todo o leite dentro, que aos poucos sentia descendo e inundando a calcinha. Eu morrendo de medo de vazar e manchar a calça. Que vergonha. De repente olho pro Lucas e vejo que o filho da puta também tinha gozado e tava limpando a mão no banco.
Mili: Nossa, que nojo, filho da puta, hahaha
Lucas: E aí, o que você quer que eu faça?
M: Hahaha, sei lá, com um papel ou algo assim
L: Então limpa você, já que a culpa foi sua...
M: Hahaha, quem dera
L: Além disso, não se faz de limpinha não, que você tá toda cheia aí dentro, haha
M: Shhh
Descemos do ônibus e fomos pra casa da tia do Milton. Porque a casa onde íamos ficar só dava pra chegar de barco, já que ficava na beira do lago e não tinha estrada terrestre, digamos. As três quadras que caminhei, sentia cada vez mais leite na minha calcinha. Ficava me tocando toda hora pra ver se tava manchando a calça, mas parecia que a calcinha segurava tudo por enquanto. Chegamos na casa da tia e eu já pedi pra ir no banheiro. Quando sentei no vaso, caiu todo o leite que tinha sobrado e ficou escorrendo por um tempo. O filho da puta tinha me enchido de porra.
Depois comemos com os tios do Milton e fomos dormir logo, porque no outro dia queríamos sair cedo pra casa onde íamos ficar. Naquela noite, quando me deitei, só conseguia pensar em tudo que esses dois iam fazer comigo até sábado, quando os outros chegavam. Galera. A gente tinha quase 5 dias pela frente pra ficar só com dois caras que ainda por cima tavam com a pica a mil. Eu também tava super excitada, óbvio.
No outro dia a gente acordou cedinho, preparou o mate, passou no mercado pra comprar tudo que precisava e fomos pro estacionamento náutico. Pegamos a lancha e partimos rumo à cabana. Depois de uns 30 minutos chegamos e descarregamos tudo.
Se quiserem, eu conto como foi o resto daqueles dias...
Era uma segunda-feira, 19h, o ônibus saía da minha cidade pra ir pra outra. Tava um dia muito quente, eu tava vestida com um short esportivo e uma camiseta do time de futebol que meu irmão jogava, dei um nó na lateral pra deixar um pouco da barriga de fora (porque eu tinha um piercing novo no umbigo, haha) e também ajudava a destacar meus peitos. Nessa época, eu tava gordinha como sempre, tinha o cabelo bem comprido e tinha pintado de morena. Eles também estavam vestidos bem esportivos. Milton (o dono da casa) tinha uns 1,70m mais ou menos e era um gringuinho bonito, enquanto Lucas era um moreno com um físico muito gostoso. Os dois jogavam.
Enquanto a gente tava na rodoviária esperando, a gente tomou umas latinhas de cerveja, tava muito calor. A conversa já foi ficando picante desde esse momento, comecei a suspeitar do que ia ser esse fim de semana e fiquei com tesão na ideia que passou pela minha cabeça. Quando o ônibus chegou, nós três já távamos bem quentes. Subimos e fomos sentar no fundo (os assentos não eram numerados nesses ônibus intermunicipais).
Não deu nem tempo do ônibus começar a andar, e o Milton, que tinha sentado do meu lado, já começou a me apalpar. O Lucas ficava olhando tudo do assento do outro lado do corredor. Eu fingia que não queria, mas óbvio que queria pra caralho. Então Discretamente, comecei a tocar ele também e percebi que o pau dele já tava a mil. Por sorte, não tinha subido muita gente no ônibus. A pessoa mais perto era uma senhora de fones de ouvido, uns cinco assentos na frente. O resto do pessoal ficou na parte da frente, provavelmente pra descer mais rápido quando o ônibus parasse.
O fundo era todo nosso. Comecei a beijar Milton e a meter a mão um no outro. De repente, ele abaixa a calça e, sem falar nada, eu me inclinei pra chupar ele. Ele tava sentado do lado da janela. O pau dele tinha um comprimento normal (uns 15 cm), mas era bem grosso. Eu nunca tinha transado com ele, mas já tinha chupado umas duas vezes, e ele tinha chupado minha buceta (ele é muito bom nisso, sempre me fazia gozar bem forte). Num momento, olho pro Lucas e vejo que ele tava batendo uma, o que me deixou ainda mais excitada.
Milton: Mili, quero te foder.
Mili: O quê? Aqui?
Milton: Sim, aqui. Vira de ladinho.
Mili: Não, aqui não. E se alguém nos ver?
Milton: Quem vai nos ver? Não tem ninguém no ônibus.
Mili: Sei lá, não tô com coragem.
Milton: Vai, Mili! Além do mais, com o boquete que você fez, já tô quase gozando.
Mili: Ah, sei lá, haha, tô nervosa.
Milton: Relaxa, Mili. A gente começa e, se você não se sentir confortável, a gente para. Quer?
Mili: Tá bom, vamos. Qualquer coisa a gente para.
Me aproximei do pau dele e deixei cair um bom jato de cuspe na cabeça. Eu tava toda molhada, mas aquele pau era grosso e ia custar a entrar, ainda mais com a posição meio desconfortável. Virei de lado no assento, meio que olhando pro Lucas e, de quebra, vigiando o corredor. Já tava bem escuro e não tinha nenhuma luz dentro do ônibus. Abaixei o short e a calcinha fio dental e me inclinei, empinando a bunda pra trás.
Sinto ele apoiar a cabeça e começar a entrar devagar. Dava pra sentir aquele pau grosso abrindo minha buceta aos poucos. Era uma sensação maravilhosa. Ele foi metendo e tirando devagar. Eu pensei que já tava Toda, mas de repente a força foi embora e entrou tudo que faltava. Me fez dar um gritinho e fiquei com medo de alguém ter ouvido. Mas olhei pro corredor e ninguém parecia ter percebido. Ele, enquanto isso, continuava me comendo gostoso. Num momento senti que ia gozar e agarrei a alça da bolsa pra morder, que era o que tinha à mão, pra não gemer. Tive um orgasmo lindo e quase não gritei. Logo depois disso, sinto ele meter até o fundo e começo a sentir ele despejando todo o leite dentro de mim. Adorei.
Como já estávamos chegando, subi a calcinha fio dental rápido e fiquei com todo o leite dentro, que aos poucos sentia descendo e inundando a calcinha. Eu morrendo de medo de vazar e manchar a calça. Que vergonha. De repente olho pro Lucas e vejo que o filho da puta também tinha gozado e tava limpando a mão no banco.
Mili: Nossa, que nojo, filho da puta, hahaha
Lucas: E aí, o que você quer que eu faça?
M: Hahaha, sei lá, com um papel ou algo assim
L: Então limpa você, já que a culpa foi sua...
M: Hahaha, quem dera
L: Além disso, não se faz de limpinha não, que você tá toda cheia aí dentro, haha
M: Shhh
Descemos do ônibus e fomos pra casa da tia do Milton. Porque a casa onde íamos ficar só dava pra chegar de barco, já que ficava na beira do lago e não tinha estrada terrestre, digamos. As três quadras que caminhei, sentia cada vez mais leite na minha calcinha. Ficava me tocando toda hora pra ver se tava manchando a calça, mas parecia que a calcinha segurava tudo por enquanto. Chegamos na casa da tia e eu já pedi pra ir no banheiro. Quando sentei no vaso, caiu todo o leite que tinha sobrado e ficou escorrendo por um tempo. O filho da puta tinha me enchido de porra.
Depois comemos com os tios do Milton e fomos dormir logo, porque no outro dia queríamos sair cedo pra casa onde íamos ficar. Naquela noite, quando me deitei, só conseguia pensar em tudo que esses dois iam fazer comigo até sábado, quando os outros chegavam. Galera. A gente tinha quase 5 dias pela frente pra ficar só com dois caras que ainda por cima tavam com a pica a mil. Eu também tava super excitada, óbvio.
No outro dia a gente acordou cedinho, preparou o mate, passou no mercado pra comprar tudo que precisava e fomos pro estacionamento náutico. Pegamos a lancha e partimos rumo à cabana. Depois de uns 30 minutos chegamos e descarregamos tudo.
Se quiserem, eu conto como foi o resto daqueles dias...
8 comentários - Fui surtada numa viagem