De corno a viadinho

aqui vai a terceira parte dessa história


Espero que vocês aproveitem.


obrigado por me ler


e por comentar ela












De certa forma, minha velha tem razão, cada vez tenho menos saco, mas não me considero viado, nem afeminado, embora às vezes fantasia com isso. Quando acordaram da soneca curta, fomos pra casa, foi aí que percebi como tinham deixado minha amada. As leggings dela denunciavam o quanto tinham comido ela, a calça enfiada na bunda, toda manchada de porra, não deixava dúvida de que tinham arrombado ela do jeito que queriam, e isso deixou minha rola muito dura. Chegamos em casa e aí conversamos, já que no caminho quase não falamos nada.


Você se divertiu muito com meus pais, amor? Mas acho que devia tomar um bom banho, essa legging pelo menos precisa lavar.


Andrea, sem love agora, só quero descansar um pouco. A legging não me incomoda, pelo contrário, adoro ela tanto quanto você, corno.


Quero saber o que rolou no quincho, mas quero saber tudo, sem esconder nada.


Andrea, meu corno manso, como eu queria que você estivesse lá pra ver como seu papai e os amigos dele me arrebentaram toda. Você não faz ideia de como aqueles três filhos da puta me fizeram gozar, nenhum deles ficou sem meter a cara na minha bunda pequena, céu. Por isso que perdi a calcinha fio dental que você tanto ama, amor. Me perdoa, mas seu velho quis ficar com ela. Sorte que quando fomos tirar um cochilo, consegui pegar de volta, mas tive que entregar a rabeta mais uma vez. Você não sabe como doeu. Só que ele me devolveu com a condição de que fosse você a usar. Então aqui está, coloca em você, meu amor. Morro de vontade de ver como fica em você, céu.


Mas, bebê, ela tá toda melada.


Andrea sim, minha vida, com o cheiro de verdadeiros machos, olha, cheira, você vai ver que cheiro gostoso de macho que tem, cheira, eu falei, vai corno, isso é o cheiro de macho que eu tanto amo, sim, sim, sim, chupa essa buceta, bebê, vamos, pega, veste minha legging


Ah não, para, para, eu não sou viado, sua puta.


Andrea, não meu amor, você só é cuck, olha como teu pintinho fica duro, céu, vamos pra cama pra você chupar minha buceta, tô com ela toda arrebentada, igualzinho sua bundinha minúscula.


Uff, bebê, como esses caras te deixaram, tu não sabe que arrombada que tua buceta tá, as picas deles são tão grandes assim?


Andrea, dale cockhold, chupa que assim você ganha seu prêmio.


Não me arrependo de ter dado ouvidos a ele, o gosto de porra dele era delicioso, não conseguia parar de chupar a buceta e o cu arrombado dele.


Andrea, como você adora a porra dos outros, seu corno manso, ahhhh, ahhhh, toma tudo, céu, ahhhh ahhhh ahhhh, nas férias eu prometo que você vai ter muito mais, minha vida, fiquei um tempão chupando a pussy e o cu dela e acabei dormindo, só acordei quando senti os dedos dela entrando no meu cu.


Aiiii, o que cê tá fazendo, meu amorrrr, aiiii, aiiii, aiiii, nãooo, que dóiii  ahhh ahhh ahhhh


Andrea, tô preparando isso aqui pros meus males, céu. Assim eu me fodo e você toma o cum dele, corno.


Aiiiiii, nãoooo, tira ela daíiiii, ahhh ahhh ahhh


Andrea, vi que você tá gostando desse cuckold, vai, continua gemendo, maricona


Já tava entregue nos dedos da Andrea e, como tava me dando tanto prazer, deixei ela fazer. Ela não parou até ver como me fez gozar. Aí tirou os dedos do meu cu, juntou minha porra e me fez chupar.


Andrea, assim meu cuckold, assim você vai chupar a pica dos meus machos, céu, você não sabe como te amooo


Sim, sim, meu amor, o que você quiser, minha putinha, eu faço.


Andrea, assim que eu gosto, meu bebê.


Naquela noite, mal consegui comer ela, porque segundo ela tava dolorida, mas a verdade é que eu já não sentia meu pau, tava convencido de que na frente daqueles três paus enormes o meu não fazia nem cócegas. Mesmo assim, depois que gozei, a Andrea mandou eu chupar a pussy dela, comi minha própria porra de novo e, com aquele gosto na boca, dormi. Essa história de chupar a pussy dela já virou rotina, e mal chegava do trabalho era a primeira coisa que eu fazia, e depois vinha uma punheta que normalmente terminava comigo tomando minha própria porra da mesma mão que eu usava pra bater uma. Um mês depois, minha mãe me avisou a data das nossas férias, e fomos pro sítio no nosso próprio carro. Quando chegamos, um moreno grandão abriu a porteira pra gente. A verdade é que aquele gordo me deu um pouco de medo, e nem preciso falar dos outros dois. Do lado deles, eu parecia um bebê de colo, e olha que nem tinha visto quando a Andrea desceu do carro. Os olhos deles, injetados de sangue, se cravaram na bunda dela. Na hora, já sabia que tava ferrado. Não sei por que, mas me imaginei aqueles três morenos com seus paus enormes dominando minha mulher, e isso me fazia sentir uma maricona no cio. Quando entramos em casa, meu pai nos recebeu e já abraçou minha mulher, me mandando levar as malas enquanto ele acompanhava a Andrea, pegando na bunda dela por baixo da saia.


Velho, larga as malas no quarto e depois vai ver a tua mãe.


Cumpri sua ordem à risca, larguei as malas e fui buscar minha velha, que já estava com Fernando na varanda.


Fer  fala aí Oscar, beleza? Quanto tempo, e tua mina, cadê ela?


Tá com o meu pai.


Velha, tem amor, tu não sabe como eu tava esperando essa buceta.


Fer, eu também quero conhecer ela.


Quando meu coroa largar ela, eu te apresento, espero que minha coroa não fique muito ciumenta.


Velha pra nada, amor, preciso de um bom descanso agora mesmo. Vem, senta aqui, pega uma coisa, céu. Deixa a Andrea, aqui tem muita coisa pra se entreter.


Já vi esses três morenos na porta.


Fer vai ter muito tempo pra elas, primeiro quero conhecer ela, segundo sua mãe Andrea ela é muito gostosa.


A verdade é que é um bombom ou não, véia?


Velha, uma gostosa que se deixa devorar, e eu sei que o Fer vai comer ela como ninguém, os outros só vão comer as sobras, não é verdade, meu céu?


Fer, se vocês dizem, amor, deve ser assim.


Isso eu não quero perder.


Foi nessa que a Andrea chegou sem o meu velho.


Do que tão falando? Quem vão comer? Você deve ser o Fernando, não é mesmo?


Fer a putinha, tua namorada é uma gostosa mesmo, Oscarcito


Véia, vão te comer todinha, bebê, hoje mesmo você vira a sobremesa do Fernando.


Andrea, sério? E você, o que acha disso, amorzinho? Sério que quer ver o Fernando comer sua mulher como se fosse uma sobremesa gostosa?


Quase não consegui responder, já queria que eu fizesse dela minha por causa da fama que, segundo minha véia, ela tinha.


Sim, amor, morro de vontade de ver como ela te come.


Andrea, então hoje à noite depois do jantar você vai ver ele. Agora vou me trocar. Segundo seu pai, tem uma piscina linda. Vocês vêm?


Não, não, amor, vai tu com meu velho e aproveita.


Véia, tem filhinho, tu sabe o que vai rolar nessa piscina, não é verdade?


Sim, véia, deixa ela, que é por causa dela que a gente tá aqui, senão o véio nem fodendo que alugava esse terreno.


Fer, e aí, não quer olhar?


Não, só quero ver como você, além de comer a minha velha, também come a minha mulher. Saúde pra vocês duas.


Continuamos bebendo, e depois os dois me deixaram sozinho na varanda. Quando escureceu, me chamaram pra jantar. Lá vi a Andrea ainda de biquíni, era um convite pra meter sem parar. Na hora imaginei como meu velho tinha comido ela gostoso naquela tarde, e ainda por cima minha putinha queria mais. Não via a hora de terminar a janta enquanto ficava vendo aqueles dois malditos devorando minha namorada com os olhos. E nem preciso falar quando a Andrea levantou e pegou os pratos: minha mãe agarrou meu pai e levou ele pro quarto. Quando ficamos sozinhos, eu falei pros dois.


Bom, acho que chegou a hora da sobremesa, não é mesmo, meu docinho?


Andrea, se você diz, amor, por mim já tô pronta há um tempão.


Fer, como aqui ou no quarto?


No quarto, acho que vamos ficar mais à vontade.


Quando a gente chegou no quarto, o Fer já tinha dominado a mulher dele. Em segundos, ele tirou a calça e foi aí que eu percebi que minha velha tinha razão. Assim que a Andrea viu a pica dele, ela engasgou toda e, ajoelhada na frente do novo macho, implorou pra ele devorar ela toda sem pena nenhuma. E era uma pica poderosa mesmo. A coitada tentou enfiar na boca e, depois de várias tentativas, pediu minha ajuda.


Andrea, dá um cockhold aqui, me ajuda, não tá vendo que não consigo sozinha?


Correndo, fui até o lado dela e me ajoelhei pra ajudar minha amada, o cheiro de pica tomava conta do ambiente. Só abri a boca e ela colocou aquela pica entre meus lábios, a experiência era majestosa. Andrea segurou minha nuca e me fez engolir até as bolas, eu me sufocava com aquela pica na minha boca, mas o gosto era delicioso. Quando Andrea soltou minha nuca, comecei a chupar, só metendo e tirando da minha boca.


Andrea, sua vadia, é assim que se faz, assim, assim, cê gosta, não é mesmo? Daqui a pouco você vai tomar todo o leite igual quando toma o seu.


Fer não dizia nada, só gemia, parecia que estava adorando, até que senti algo tremendo: o pauzão dele começou a pulsar dentro da minha boca, senti bem na hora antes de me inundar por completo com umas gozadas enormes que pareciam chicotadas. Eu sabia que tinha que engolir tudo, mas era tanta porra que não consegui, acho que por ser tanta até saiu jato pelo meu nariz, que a Andrea juntou com a língua dela. O machão soltou um rugido, era um rugido de triunfo, o triunfo do macho sobre o cuck fraco e submisso. Esse cuck era eu, e percebi que aquela submissão tinha deixado minha piquinha dura que nem pedra. Eu amava ser o perdedor nessa história.


Andrea, agora tem que deixar ela dura de novo.


Andrea colocou na boca dela e enfiou minha cara nas bolas dela, abri minha boca e chupei elas, depois de um tempo trocamos, eu voltei a chupar aquela piroca enorme e minha mulher a lamber as bolas dela, não demorou muito pra ficar dura de novo e então Andrea me puxou pra cima da cama.


Andrea, o cuckold é todo seu, dá o prazer que você vai me dar depois, tenho certeza de que ele deseja tanto quanto eu e por nos deixar, ele merece esse prêmio.


Não sei por que me pus de quatro e abri minhas pernas, os lábios da Andrea molharam completamente meu buraco, senti aquela pica enorme forçando contra meu cu, por dentro não via a hora de ter ela toda lá dentro, aquele macho era superior a mim, me invadia o sentimento de ser dominado e de tanto me entregar ao poder dele, senti aquela pica destruindo o pouco de homem que ainda restava em mim. Me agarrei nos lençóis e mordi o travesseiro, finalmente estava completamente vencido, o macho da minha velha e da minha mulher tinha me vencido e ali estava eu, gozando cada picaço.


Fer, era isso que você queria, sua puta? Queria ver eu arrebentar o cu do perdedor do seu namorado? Tá aí o viadinho, olha como ele gosta de ter o cu arrebentado, olha como geme a bichona. Agora deixa ele feliz: enquanto eu arrebento o cu dele, você chupa a pica dele.


Andrea ficou por baixo de mim e cumpriu a ordem do macho, isso me deixou extremamente feliz, apesar de estar sendo rasgado por aquela arrombada que eu estava sofrendo. A dor e o prazer se misturavam em mim; talvez meu destino sempre tivesse sido o de um perdedor. Assim, consegui gozar na boca de Andrea e, naquele momento, o Fer tirou a pica dele do meu cu e me jogou de lado como se eu fosse uma boneca desprezível. Em segundos, ele estava comendo a minha amada pela sua buceta deliciosa e, depois, se deu o grande prazer de arrombar aquele cu tão desejado por todos, enquanto eu estava no chão deitado, olhando eles aproveitarem uma linda noite de sexo, enquanto eu só batia uma punheta. Mas já não era mais a mesma coisa; minha visão tinha mudado. Agora, eu não sentia mais tesão em ver minha mulher sendo penetrada; queria estar no lugar dela, mesmo que doesse pra caralho. Eram as consequências que um perdedor como eu devia pagar, e naquele momento era o que eu mais desejava. A putaria tinha infestado minha cabeça por completo.

5 comentários - De corno a viadinho

Gracias....ya esperaba este nuevo capitulo!!! Ojala queden mas aun