Depois de chegar do jantar de ano novo na casa da minha mãe, eu e a Gina ficamos na loja, claro, já fechada, mas lá tinha a TV e um home theater, e aí coloquei música e continuamos bebendo cerveja. Perguntei pra ela: "Ô Gina, o que o Memo falou quando te abraçou?" "Nada, por quê?" "É que vi que ele pegou na sua bunda." Ela disse: "Tá maluco, não pegou não." "Ah, pensei que tinha visto, mas beleza, é que você sabe como ele é filho da puta, só fica de olho pra ver o que pega." Nisso, bateram na cortina da loja. Espiei pela janelinha da porta e era o seu Memo. Falei: "E aí, o que foi?" Ele respondeu: "Abre aí, güero." Abri e ele entrou: "E aí, tão bebendo ou o quê?" Falei: "É, com minha esposa." "Ah, legal. E não quer um pózinho? Toma aqui." Ele tirou um saquinho e me deu uma carreira, e minha esposa olhou. Perguntei: "E aí?" Ela disse: "Me dá." E o Memo falou: "Dá pra sua mulher se ela quiser." Falei: "Beleza, então." Na real, a gente já tinha cheirado várias vezes mais cedo, então tanto faz. Sentamos no fundo da loja, eu e o Memo em cadeiras, e minha esposa numa cadeira na nossa frente, com um vestido de oncinha tomara que caia e por baixo uma minissaia de pele sintética bem colada na bunda, marcando a cintura dela. Aí falei: "Gina, bota um filme." Coloquei um mexicano chamado "La Bolita", e a Gina falou num momento em que toca uma música chamada "Banana": "Essa música é a que você dançava com sua amiguinha, né?" Falei: "É sim." "Ah, é? E como eles dançam?" Falei: "É assim." Aí a branca disse que sabia dançar, e ela nos mandou dançar. Levantei, puxei ela, virei ela de bunda pra mim, fiquei atrás, e quando a música falava "me sobe e me desce", eu subia e descia a bunda da Gina com a minha cintura. Ela falou: "Para, não enche." Falei: "É assim que dançam, olha ou não?" "É sim, mas você tá levantando meu vestido, não enche." "Ah, é que prende no jeans da calça." Ela disse: "E assim levantava a saia daquela velha ou o quê?" Falei: "Não, é que... andávamos de calcinha eu, ela e o irmão dela, e o Memo falou "do que cê tá falando, güero?" "ahh, nada, Memo, de quando eu era moleque, tinha uns nove anos, acho, uma vizinha dançava essa música pra gente e tirava a calça e ficava só de calcinha, e pra gente era normal, a gente brincava de luta eu e o irmão dela, e de calcinha igual os lutadores, e aí nesse dia a gente dançou assim, mas não, emperrava, escorregava bem pelas bundas todas, e a gente de pau duro escorregava, é que ela tava de calcinha de lycra ou nylon, e a gente também naquela época usava desse tecido" "Que tecido?" perguntou minha esposa Gina. "Desse, ah, não sei se é lycra ou o quê, ahh, já sei, igual as calcinhas que cê tá usando agora, dessas macias" "ahhh" ela disse. E o Memo perguntou "vamos ver, de que tecido é? Me mostra, senhora, só pela beirada, pra comprar uma dessas pra minha mulher, porque ela é muito fodona, só usa umas de velha, e esse tecido é macio, vamos, anda" e ela disse "anda, güero, só de um lado, tiro pra ver, ou por cima da saia, não?" e a Gina disse "não pode, olha, vem grudado, a blusa e a saia são um vestido" e ele disse "ahh, não, pois é", e o Memo falou "por um lado, levanta um pouquinho só e se tapa, e aí só a beirada, não? ou o quê? Vamos" e eu falei "vê se tu levanta a saia e com a outra mão se tapa na frente, e eu abaixo por trás, acho que não aparece nada, não é? vamos, pra não encher o saco o Memo" e a gente fez assim. E minha mulher levantou a saia do lado da perna, de um lado, eu abaixava a saia da parte da bunda e ela da parte da frente até chegar na calcinha branca de cetim transparente, e ela disse "já, contente? já viu, pronto" e o Memo disse "deixa eu tocar o tecido", tocou com dois dedos e disse "é, é bem macia e bonita", e quando ele, segundo ele, tava tirando a mão, deslizou ela por dentro da parte da frente, e a Gina pulou segurando a mão dele pra não tocar na bocetinha dela, e se afastou, ajeitou a saia e sentou "já, já", e o Memo disse "depois me mostra direito, não? bom, agora quando ela tirar, pra ver como são pra comprar uns assim pra minha mãe. Falei pro Memo, depois você leva e fala "vou te mostrar os da minha mãe" e nem os nossos, e a Gina falou "como assim, ele levou uns meus ou o quê?" Falei "sim, ele me perguntou quais você usava e me mostrou os da mãe dele também, só mostrar, mas chegou o filho dele e guardou e foi embora, falou 'já volto' por isso que tô falando". Ela: "não fode, e você mostrou as minhas calcinhas?" Falei "não, ele arrancou da minha mão, cheirou e falou 'hummm, cheiram gostoso de novinha ainda, não igual as da minha mulher que cheiram a mijo velho' hehe". A Gina falou "não fode, e ainda sujas, que vergonha, por que ele fez isso, caralho?" Falei "e ainda tô esperando ele trazer de volta". O Memo falou "já vou na minha casa e mostro as da minha mulher, já que ela não tá, sai daí, vou e volto". Ele saiu da loja, fechou e a Gina falou "e assim ele te falou?" Falei "não, véi, espera". Ele voltou: "Memo, olha aí". Eram umas calcinhas pretas com bolinhas brancas, normais. Peguei e cheirei. A Gina falou "o que cê tá fazendo, não fode, por que cê cheira, porco?" Falei "não cheiram nada, tão limpas, não é, Memo?" Ele falou "não, tão sujas, mas essa mulher é muito nojenta, nem cheira, não faz nada o dia todo, vai cheirar a quê?" Falei "mas ela não fica brava se o César cheirar as calcinhas dela? Não fica com nojo ou o quê?" "Não, porque isso é normal, não é?" A Gina falou "que, cheirar as calcinhas das mulheres de vocês ou o quê? Ahhh sim, vocês gostam, né, até tiram, igual da mulher da esquina. Ó, é verdade que você tirou umas calcinhas daquela mulher?" "Qual mulher?" falou o Memo. Falei "o dia que você tirou as calcinhas da Mary e chegou a mãe dela e você jogou debaixo da mesa". "Ahhh sim, sim, já lembrei". "Não é verdade, só tô enrolando esse aqui, né?" falou a Gina, e o Memo falou "por que cê tá falando, senhora?" "Porque olha esse aqui se pegando na coisa dele e cheirando essas porcarias de calcinhas fedidas daquela mulher". O Memo falou "não, se eu tirei, e cê não tem nojo? Tavam bem porcas". E o Memo falou "não, é assim que uma mulher deve cheirar, não igual a nada". Minha véia, não, porco, disse a Gina, tudo é igual, tudo porcaria. Aí falei pra Gina: "tá frio, bora pra casa, melhor". Ela disse: "bom, se você quiser". Eu já queria ficar a sós com ela, e o Memo falou: "então bora". Fiquei olhando pra Gina, mas ela não disse mais nada, só: "leva o DVD pra lá então, e a tela". Como tava só a uns passos na frente, fui levando as coisas. Quando tava em casa, e quando na loja, eu levava tudo pra lá. Desconectei, falei: "abre a porta pra mim, Gina". Ela saiu, abriu a porta e voltou pra loja. Eu fiquei arrumando a TV primeiro. Ela entrou na loja, o Memo ainda tava sentado atrás, e ela foi pegar o controle e os filmes. Nisso, o Memo falou pra ela: "como a senhora tá gostosa, dona, não me mostra a calcinha pra eu comprar uma igual pra minha véia? Vai, só um pouquinho". Gina respondia: "não, como assim, don Memo". "Vai, só um pouquinho, já que o loiro não tá vendo, vai". Não sei como ele convenceu ela, se foi pela bebedeira que meu marido já tava, ou pelos passes. Ela falou: "então tá, olha". Levantou a saia e mostrou toda a calcinha, com a carinha da Kitty nas nádegas, que se enfiava no meio da bunda dela. O Memo esticou a mão, mas ela se afastou e arrumou a saia. "Já, já, sai daqui, vamos, senão o César vai ficar bravo". Saíram da loja, chegaram em casa e sentamos no sofá que tava na frente da tela. Continuamos bebendo e fazendo carreiras de pó, ficando mais alegres cada vez mais. Minha esposa sentada na ponta do sofá, eu no meio e o Memo na outra ponta. Falei: "ponho uma música, não?" Ela disse: "sim". Peguei um CD e coloquei, mas oh surpresa, era um pornô de trio. Tava uma mulher com dois homens, e eles tavam comendo ela. "Ah, tira isso", disse a Gina. "Não, mds, foi mal, essa não era". O Memo só deu risada: "que tem, homem, deixa". "Não", disse a Gina. "Põe a que tava, melhor, vai". Coloquei a mexicana de antes, e ficava olhando como a Gina já tinha as pernas abertas, dava pra ver de vez em quando a calcinha branca dela, e o Memo todo babão. Levantei pra mijar, e nisso ouvi risadas, mas não conseguia parar de fazer. Quando voltei, vi. como se o Memo tirasse a mão da perna da Gina, os dois estavam nervosos e ela foi pro banheiro, claro, depois eu soube o que tinha acontecido. O Memo falou de novo: "me mostra sua calcinha, não é bonitinha? Vai lá", e a Gina respondia: "não, como é que é, seu Memo, não, o César tá ali". "Vai, só um pouquinho". E a Gina, tão alterada que tava, abriu as pernas, mostrou e falou: "já, pronto, já". E o Memo, sem jeito, esticou a mão e tocou na pepita da Gina por cima da calcinha, claro, e disse: "ai, mamãe, tem uma bucetinha gostosa, olha só, hummmm", e ela se tapou. Quando eu tava voltando, ele tirou a mão, mas o filho da puta ficou cheirando a mão, eu vi que ele não tirava da boca. Nunca pensei que ele tinha pegado na buceta da minha esposa. Ela foi pro banheiro, eu segui ela depois de um tempo e vi ela se limpando a buceta. Quando me viu, levantou, subiu a calcinha, e eu toquei na pepa dela e falei: "não fode, que bucetinha gostosa, tá bem quentinha, tá com calor ou o quê?" Ela disse: "é, um pouco". E eu senti ela molhada, mas não falei nada. Saímos pra sala, o Memo disse: "e aí, gringo, vai trabalhar na empresa ou o quê?" Eu falei: "não, acho que não". E o Memo disse: "então aproveita que posso te colocar". Eu falei: "depois você vai querer que eu pague com a minha mulher, igual o cara daqui, né?" "Não, como é que é, gringo", disse o Memo. "Qual?" disse a Gina. "O da esquina, a mulher gringa que o marido é um moreno baixinho". "Ah, sei quem é", disse a Gina. "Pois pra esse eu arrumei e falei pra ele me mandar a mulher dele pra conseguir trabalho". E o Memo disse: "não, não foi assim. Eu falei pra ele mandar a mulher pra conseguir emprego, ela foi quem pensou mal e disse que eu me aproveitava de quem precisa. Eu falei: 'se ela tá precisando, eu ajudo com dinheiro sem nenhum benefício, eu queria arrumar trampo pra ela, mas se ela pensa mal, então não'. E ela me disse: 'pois é, meu marido falou que se você pedisse uma micharia, eu deixasse'. Eu falei: 'ah, não sei, eu não falei assim. Eu falei pra ele perguntar se queria trabalho'. Ela disse: 'acho que não'. Eu falei: 'se eu quisesse falar, teria falado com você, melhor do que com aquele filho da puta'. precisa do que precisar, me fala que eu consigo pra você e aí sim eu te pediria outra coisa, mas entre eu e você, pra que vou falar pra aquele? E ela disse: "ah, e o que vai me dar, homem? Uma moto ou um carro ou o quê?" Eu falei: "pois uma moto, se eu der." E ela disse: "sério? Não acredito, mas sim, não fala pra aquele." E se ele deu? A Gina disse: "e o Memo?" Eu falei: "pois sim, mas depois não queria mais porque doía muito, e depois se acostumou, a loira." Hahaha, mas sim, foi assim. E a Gina disse, igual me falou da outra vez, pra falar pro César entrar no trampo então. E eu falei: "sim, Memo, mas não, com você é diferente, loiro, não. Eu falei pra sua senhora pra não acreditar num filho da puta se ele falar bonito e te enganar, depois é bem fácil convencer elas quando tão precisando." E pois eu falei pra ela não acreditar. "Ahhh, bom." Eu falei: "sim, Gina, não te falou mais nada, não como o Cres." E nisso começou a música do Banana e eu falei pra Gina: "olha, aqui tem espaço, deixa eu te mostrar como dançava." E ela se levantou quando a música dizia "bovinama bovine", mexia os quadris de um lado pro outro, e quem tava atrás fazia o contrário de quem tava na frente. E quando diz "eu tenho uma bolinha que sobe e desce", ele falava "abaixa e levanta devagar" mexendo o quadril, e eu fiquei atrás grudando nela, subindo e descendo colado na bunda dela, naquela saia sexy de couro preto. Mas ela se levantou e eu falei: "é que gruda, deixa eu vestir um shorts." Eu vesti um shorts de um time daqueles brilhantes e voltei o filme onde eles dançam, e subi e desci de novo, mas agora deslizava, não enroscava mais. E quando a música diz "sobe sobe sobe que sobe" e as mulheres falam "aí aí aí aí" bem safadas, levantavam a bunda pra trás e quem tava atrás colava de novo. E eu falei: "levanta pra trás", mas a Gina dizia: "vou cair de cara." Haha, não fode. "Ah sim, é que elas se apoiam nos ombros de quem tá na frente, olha", apontei pra TV e ela disse: "não consigo." E eu vi o Memo hipnotizado olhando minha esposa se mexer e falei: "fica na frente, Memo, pra ela se segurar em você." E ele disse: "eu não sei dançar, só pra ver se consigo fazer esse passo." E ele se levantou. Eu via um grande tesão nela e a calça social marrom dela tava toda molhada. A Gina se segurou quando eles falavam "ali, ali, ali" e ela empurrou a bunda em mim. Eu esfregava de um lado pro outro, a pica quente que eu tava com ela bem dura. E eu falei: "Deixa eu cheirar uma carreira", mas já não tinha mais. E falei: "Tira, Memo, não, já não tenho, umm". Então, já bem doidão, falei: "Deixa, vou pedir mais". Saí pra falar no telefone na frente do bulevar e deixei eles sozinhos, sem pensar nada de mal. Depois eu soube, claro, o Memo voltou ao ataque: "Deixa eu te ver de novo". A Gina falava: "Não, já não". Depois ele passou a mão: "Não". Ela abriu as pernas e o Memo viu: "Ai, mamacita, que delícia, dá pra ver sua bucetinha, olha, umm, bem transparente e bem molhada, olha, umm". E ele tocou nela, falou: "Que bucetinha gostosa você tem, mamacita, pra te dar umas chupadinhas, umm, já". E o Memo tirou a pica e falou: "Olha como você me deixou, mamacita". Pegou a mão dela e falou: "Olha, toca em mim". E ela, sem querer, tocou e falou: "Ai, tá bem quente". E tava escorrendo. Nisso, eu abri a porta e eles se soltaram como se nada. Falei: "Já, já vem". E falei pro Memo: "Mas já não tenho grana". E ele falou: "Eu pago, cara". Tirou e me deu dinheiro, falou: "Já sabe". E falei pra Gina: "Vamos continuar dançando". "Ah, não, já", ela falou. "Pois ainda falta". Falei: "Mas olha, Memo, tira a calça pra você se mexer melhor, não é? Ou não? Sei lá, senhora". E a Gina falou: "Não sei, vocês". E ele tirou. Tava de cueca fio dental, tipo fio nos lados, e destacava os ovos, e atrás parecia um biquíni. Eu ia rir, parecia um stripper, mas gordo, kkkk. E falei: "E isso?" "É que minha namorada comprou pra mim, kkk." "Ah, ótimo", falou a Gina. E falei: "Vão se virar". Mas quando tava tocando a música, falei: "Quando fala 'wake up' é virar, e quando fala o nome de um, tem que virar". E a gente tava assim. E falei pra minha esposa: "Vira". Depois eu, depois o Memo, e de novo. E quando começou o "me sobe e me desce", o alce lamini na Gina. Ela falou: "Não, espera, o que é isso?" Falei no ouvido: "Não vê o Memo?" E ela se deixou. Eu subia e descia, mas continuava enganchando. E falei: "Tenta com ele". Memo, ele tá de calção de nylon. Vai lá, tenta, Memo. E ela entrou na brincadeira: quando ele falava "sobe e desce", Memo pegava ela pela cintura e apertava contra ele, com as pernas abertas, enfiando a pica por cima do calção. Mas ficava grudando, e ela puxava ele e falava no ouvido: "Tá bem dura, dá pra sentir". E eu falei: "Cê gosta que eu encoste, né?". Ela sorria. Quando começou um na TV, tipo trenzinho, todo mundo pulava colado, e a cada pulo eu tava na frente, depois a Gina, depois o Memo. A música dizia "chucuchucuchu, chucuchucuchu, chucuchucuchu", e dava pra sentir o Memo enfiando tudo nela. Gina resfolegava e me falava: "Tá enfiando muito". Olhei de canto e ele já tinha tirado pra fora, enfiando na bunda dela. Quando a música acabou, olhei pra bunda da Gina: tava molhada, imagino que do líquido da pica do Memo. Falei: "Molhou a bunda, Gina, ou o quê?". "Ah, sim", disse Memo, "a cerveja derramou". "Ah, então foi por isso", falei. E assim, quando chegou o que eu esperava, coloquei umas bem grandes, e eles também. Mas fiquei tonto e tive que deitar na cama atrás do sofá. Falei: "Espera aí um pouco". Fiquei de olhos fechados e ouvi o Memo falando: "O que a senhora quiser, o que precisar". E Gina disse: "Tô parecendo muito necessitada, ou o quê? Pois não, mas se tá gostosa, e uma mulher assim faz o que quiser, mas meu marido tá aqui". E eu falei que não traía ele, e nem você, ela me disse, pra não cair com um filho da puta. E olha, você disse. Memo falou: "É que é bem gostosa, e adoro o cheiro da sua xota, bem gostoso, de novinha. Parece que ainda é apertadinha e bem suculenta. Olha como marca e incha, bem gostoso, sinal de que tá precisando". "Ah, não me diga nada, meu marido me esquentou." "Não, você, ah, sim, olha, você me esquentou, olha." E Gina disse: "Guarda isso, porra, não gosta?" "Já falei", disse Memo, "fica quieta". E acho que ela obedeceu, porque ficou mais calma e disse: "Por isso que você falava pra ele trabalhar, né? Fala pra ele. Fora com você, nome. Quem diria, por isso ela me dizia que o que eu precisasse ou o que fosse, e aí ver o que ela me daria. Pois não sei, o Memo disse: "Uma moto, se ela quiser". Ela disse: "Não sei andar". "Bom, olha, tenho uns dois mil pesos, vou te dar, olha". E ela disse: "Imagina, depois vai sair falando pra todo mundo, igual falou da vizinha". "Não, como cê acha, não diria nada, desde quando me dá vontade, senhora". Ela disse: "Se eu percebia como você ficava me olhando, igual naquele dia que eu trouxe sua calcinha fio dental, que tava de legging branca". "Ah sim, o dia que você me dizia que uma rainha como eu merece ganhar o que pedir, e que você me daria o que eu pedisse. Naquele dia você me deixou bem excitada, de verdade, eu queria te pegar, abrir suas pernas e dar umas lambidas na sua bucetinha. Hummm, deve ser bem gostosa, marcava toda a buceta. E aí o loiro me mostrou, eu bati uma e levei. E pra que levar? Cheguei, me tranquei no banheiro e bati uma. Sua buceta cheirava bem gostosa, de novinha. Hummm, igual agora que eu peguei ela, cheira bem gostosa". "Pois o que mais vai dizer? Cê gosta da suja da esquina, né? Pois sou bem tarado, gosto de mulher, mas o que posso fazer? E mesmo que meu marido seja seu amigo, eu faria. Diga, pois se ele não fala nada, por que não? Que ele não descubra, igual não falei que quando me abraçou, você pegou minha bunda, ou que se me viu, mas eu disse que não". "Ah sim, hummm, tava bem gostosa, queria te empinar ali mesmo e chupar suas nádegas, mamacita. Jajaja, não fala essas coisas". "E sim, igual no dia que te vi pela janela com as pernas abertas se dedando, só pra eu ter entrado e metido a pica do jeito que tava. Hummm, que gostosa". E eu levantei, falei pro Memo: "Não, mano, por que cê tá com o pau pra fora?" "Ah, escapou". "Não, mano, não é verdade. Cê tá convencendo minha esposa a se soltar, cara". E ele disse: "Olha, será que até te deu esse dinheiro ou não? A Gina não colocou ali, mas não, se você disse que sim, se não se tocar, me deixa dar uns pegas, loiro. Não conto pra ninguém, fala sim". E olha, a Gina não dizia nada. E ela disse: "Anda logo, então, porra, fala pra mim". Pra mim, não pra ele, você me dá, boneca gostosa, vai me dar sim, olha, dinheiro, o que você quiser, ah sim, olha, me oferece dinheiro, se você me deixaria ser comida por dinheiro, não, eu falei, ah, mas se eu quero, é pra tirar uma grana extra, não dura nada, memo, né, don, e é que coitado, ele tá muito afim de mim, não viu, não viu como ele deixou minha bunda toda molhada? Bota a música, güero, pra dançar, e aí tocou a música, e quando falava "sobe a bolinha", ele pegava ela pela cintura e colava na rola dele, tava bem dura, grossa e babando, deixava a bunda toda molhada da Gina, a cara da kitti já tava transparente e babenta, e a Gina falou: como ele queria me agarrar, don memo, com as pernas abertas, como ele empurrou ela no sofá de costas, falou assim memo, e ela abriu as pernas, e memo disse: hummm, mamita, que buceta gostosa, olha, hummm, chupa ela se quiser, e marcava a fenda dela toda molhada e os lábios bem inchados por dentro do cetim transparente da calcinha gostosa dela, que escorria até a bunda. Falei: porra, Gina, bem que você quer, né? Aí ela disse: desde ontem à noite que ele encostou a rola em mim, senti ela bem grossa e grande, depois ele ficou falando e falando que queria ver minha calcinha, e quando ele disse: que bucetinha gostosa, cheira delicioso, e cheirou os dedos, eu me molhei toda. Não viu? No banheiro, ah sim, hummm, ele me esquentou, don memo, vai me deixar ser comida, meu amor? Quero dar pra ele, se é que ele parece que quer me comer, me vê necessitada, né, don memo? E ele disse: sim, mamita, você precisa dessa, e encostou na racha dela e ela falava: enfia logo, e memo passava a cabeçona por toda a rachada, já tava tesuda, não, que você queria me dar? Anda logo, ele começou a lamber a buceta dela e saboreava: hummm, mamita, você tem um gosto gostoso, mami, hummm, ainda tem gosto de mijo sua bucetinha, e levantou ela pela bunda e ficou esfregando com as pernas abertas, quando a música falava "sobe e desce", ela enfiava quando dizia "aí que me sobe e me desce", aí e tirava e metia, e no ritmo da música ela falava: aí, aí, aí, sobe a bundinha. Sobe a bunda pequena, disse Nemo. Ele apertava ela com as mãos no pau dela e mordia o pescoço, chupava, fazia chupões no pescoço. Não parava de chupar os peitos dela, fazia chupões enquanto comia ela, e ela gozava, dizia: "Seu velho tarado, você é depravado, quer me deixar toda chupetada, sim, pra todo mundo ver que te marcaram bem e por todos os lados. Ahhh sim, sim, filho da puta, assim, don Memo, assim, me comam, me comam a boceta, me comam. Ah, sim, mamãe, você aperta pra caralho, tem bem fechado, até suga o pau." "Pois é", disse Gina, "que porra de pau grosso, me abre toda." E ele agarrou ela, colou na parede e meteu, chupava as costas dela e dava tapas na bunda enquanto batia a barriga grande. Jogou ela na cama, montou nela, colocou um travesseiro debaixo da barriga dela e começou a meter: "Ahhh, aí, aí, aíii." Ela abriu as pernas e esfregava o pau, ela gemia e dizia: "Assim, don Memo, assim, me dá, me dá. Tava com vontade ou não? Ummm, sim, mamãe, quero comer essa boceta, ummm que gostoso." Ele deixava a barriga cair nas costas dela e disse: "Fica de puta." Ela ficou, e ele de cócoras metia fundo até que disse: "Monta em mim como uma puta." "Sim, don Memo, sim." Ela montou nele, segurando nos ombros de Gina e se balançando, sim, segurando na bunda e nos ombros dela. Ela aguentava o peso do Memo até que ele se mexia pros lados e gozou dentro dela. Desmontou, não conseguia nem tirar, ela tinha sugado, e fez um "ploc" quando tirou. Ele disse: "Vou embora, minha mulher vai chegar. Não vou contar nada, juro." "Bom, espero que sim, Memo." E assim terminou aquele dia e noite.
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