Depois de chegar do jantar de ano novo na casa da minha mãe, eu e a Gina ficamos na loja, claro, já fechada, mas lá tinha a TV e um home theater com DVD. Aí coloquei música e continuamos bebendo cerveja. Perguntei pra ela: "Ô Gina, o que o Memo falou quando te abraçou?" "Nada, por quê?" "É que vi ele pegar na sua bunda." Ela disse: "Tá doido, não peguei não." "Ah, pensei que tinha visto, mas tudo bem, é que você sabe como ele é filho da puta, só fica de olho pra ver o que pega." Nisso, bateram na cortina da loja. Espiei pela janelinha da porta e era o seu Memo. Falei: "E aí, o que foi?" Ele respondeu: "Abre aí, güero." Abri e ele entrou: "E aí, tão bebendo ou o quê?" Falei: "É, com minha esposa." "Ah, legal. E aí, não quer um pózinho? Vai, manda ver." Ele tirou um saquinho e me deu uma carreira. Minha esposa olhou. Perguntei: "E aí?" Ela falou: "Me dá." E o Memo disse: "Dá pra sua patroa se ela quiser." Falei: "Beleza, então." Na real, a gente já tinha cheirado várias vezes mais cedo, então tanto faz. Sentamos no fundo da loja, eu e o Memo em cadeiras, e a Gina numa cadeira na nossa frente, com um vestido de oncinha tomara que caia e por baixo uma mini de pele sintética bem colada na bunda. Marcava a cintura dela. Aí falei: "Gina, coloca um filme." Coloquei um mexicano chamado *La Bolita*. E num momento em que toca uma música chamada *Banana*, a Gina falou: "Essa é a música que você dançava com sua amiguinha, né?" Falei: "É sim." "Ah, é? E como é que dançam isso?" Falei: "É assim." Aí a branca disse que sabia dançar e nos colocou pra dançar. Levantei, puxei ela, virei ela de costas pra mim, fiquei atrás. E quando a música falava "me sobe e me desce", eu subia e descia a bunda da Gina com a minha cintura. Ela falou: "Para, não enche o saco." Falei: "É assim que dançam, olha ou não?" "É sim, mas você tá levantando meu vestido, não enche." "Ah, é que prende no jeans da calça." E ela perguntou: "E a saia daquela velha levantava assim ou o quê?" Falei: "Não, é que... andávamos de calcinha eu, ela e o irmão dela, e o Memo falou "do que cê tá falando, güero?" "ah, nada, Memo, de quando eu era moleque, tinha uns nove anos, acho, uma vizinha dançava essa música pra gente e tirava a calça e ficava de calcinha, e pra gente era normal, a gente brincava de luta eu e o irmão dela, e de calcinha igual os lutadores, e aí nesse dia a gente dançou assim, mas não, emperrava, escorregava bem pelas bundas todas, e a gente de pinto duro escorregava, é que ela tava de calcinha de lycra ou nylon, e a gente também naquela época usava desse tecido" "Que tecido?" perguntou minha esposa Gina. "Desse, ah, não sei se é lycra ou o quê, ah, já sei, igual as calcinhas que cê tá usando agora, dessas macias" "ahhh" ela disse. E o Memo perguntou "vê aí, de que tecido é, me mostra a orla só, senhora, pra comprar uma dessas pra minha mulher, porque ela é mó fodona, só usa umas de véia, e esse tecido é macio, vai, me mostra" e ela disse "anda, güero, só de um lado, tiro pra ver, ou por cima da saia, não" e a Gina falou "não dá, olha, vem grudado, a blusa e a saia são um vestido" e ele disse "ah, não, então sim" e o Memo falou "por um lado, levanta um pouquinho só e se tapa, e aí só a orla, não, ou o quê? Vai" e eu falei "vê se cê levanta a saia e com a outra mão se tapa na frente, e eu abaixo por trás, acho que não aparece nada, ou sim? Vai, pra não encher o saco do Memo" e a gente fez assim. E minha mulher levantou a saia do lado da perna, de um lado, eu abaixava a saia da parte da bunda e ela da parte da frente até chegar na calcinha branca dela, de cetim transparente, e ela disse "já, contente? Já viu, pronto" e o Memo falou "deixa eu tocar o tecido" tocou com dois dedos e disse "é, é bem macia e bonita" e quando ele, segundo ele, tirava a mão, ele deslizou ela por dentro da parte da frente, e a Gina pulou segurando a mão dele pra ele não tocar na bucetinha dela, e se afastou, ajeitou a saia e sentou "já, já" e o Memo disse "depois me mostra direito, não? Bom, agora que ela tirar pra... Vê como são pra comprar uns assim pra minha velha. Falei pro Memo: "Depois você leva e fala: 'vou te mostrar os da minha velha', e a gente nem usa os nossos". Aí a Gina falou: "Como assim? Ele levou uns meus ou o quê?" Falei: "É, ele me perguntou quais você usava, e ele me mostrou os da velha dele também, só mostrar. Mas aí chegou o filho dele, guardou tudo e foi embora, falou: 'Já volto'. Por isso que tô te falando." Ela: "Não fode, e você mostrou as minhas calcinhas?" Falei: "Não, ele arrancou da minha mão, cheirou e falou: 'Hummm, cheiram gostoso, de novinha ainda. As da minha mulher cheiram a mijo velho.'" A Gina: "Não fode, e ainda sujas? Que vergonha, por que ele fez isso, caralho?" Falei: "E eu ainda tô esperando ele trazer de volta." O Memo falou: "Já vou lá em casa e mostro as da minha velha, já que ela não tá. Só vou e volto." Ele saiu da loja, fechou e foi. A Gina falou: "E aí, ele te mostrou?" Falei: "Tô aqui esperando." O Memo voltou: "Olha aqui." Eram umas calcinhas pretas com bolinhas brancas, normais. Peguei e cheirei. A Gina: "O que cê tá fazendo? Não fode, por que cê tá cheirando, porco?" Falei: "Não cheiram nada, tão limpas, né Memo?" Ele: "Não, tão sujas, mas essa velha é bem nojenta, nem cheira. Não faz nada o dia inteiro, vai cheirar a quê?" Falei: "Mas ela não fica puta se o César cheirar as calcinhas dela? Não fica noiada?" Ele: "Não, porque isso é normal." A Gina: "Normal? Vocês gostam de cheirar calcinha das velhas de vocês, é?" Falei: "Ah, sim, vocês gostam, né? Até tiram, igual da velha da esquina. Ó, é verdade que você tirou umas calcinhas daquela velha?" O Memo: "Qual velha?" Falei: "Aquele dia que você tirou as calcinhas da Mary e a mãe dela chegou, e você jogou tudo debaixo da mesa." Ele: "Ah, sim, sim, já lembrei." A Gina: "Não é verdade, ele só tá enrolando esse aqui." E falou pro Memo: "Por que cê tá falando 'senhora'?" Ele: "Porque olha só, essa aqui pegando na própria coisa dela e cheirando essas porcarias de calcinha fedida daquela velha." O Memo: "Não, se eu tirei elas. E cê não tem nojo? Tavam bem porcas." Ele: "Não, é assim que uma mulher deve cheirar, não igual a nada. Minha velha, não, porco, disse Gina, todos são iguais, uns porcos. Aí falei pra Gina: "tá frio, vamos pra casa melhor". Ela disse: "bom, se você quiser". Eu já queria ficar a sós com ela, e o Memo falou: "então vamos". Fiquei olhando pra Gina, mas ela não disse mais nada, só: "leva o DVD pra lá então, e a tela". Como tava só a uns passos na frente, fui levando as coisas quando tava em casa e quando na loja eu levava pra lá. Desconectei, falei: "abre a porta pra mim, Gina". Ela saiu, abriu a porta e voltou pra loja, e eu fiquei arrumando a TV primeiro. Ela entrou na loja, o Memo ainda tava sentado atrás, e ela foi pegar o controle e os filmes. Nisso, o Memo falou pra ela: "como a senhora tá bonita, dona, não me mostra a calcinha pra eu comprar uma igual pra minha velha? Vai, só um pouquinho". Gina respondia: "não, como assim, don Memo". "Vai, só um pouquinho, já que o loiro não tá vendo, vai". Não sei como ele convenceu ela, se foi pela bebedeira que meu marido já tava ou pelos passes. Ela disse: "então tá, olha só". Levantou a saia e mostrou toda a calcinha com a carinha da Kitty nas nádegas, que se enfiava no meio da bunda dela. O Memo esticou a mão, mas ela se afastou e arrumou a saia. "Já, já, sai daí, vamos, senão o César vai ficar bravo". Saíram da loja, chegaram em casa e sentamos no sofá que tava na frente da tela. Continuamos bebendo e fazendo carreiras de pó, e ficávamos mais alegres cada vez mais. Minha esposa sentada na ponta do sofá, eu no meio e o Memo na outra ponta. Falei: "vou botar uma música, ou não?" Ela disse: "sim". Peguei um CD e coloquei, mas oh surpresa, era um pornô de trio, tava uma mulher com dois homens e eles tavam comendo ela. "Ai, tira isso", disse Gina. "Não, mds, desculpa, essa não era". O Memo só deu risada: "que isso, homem, deixa". "Não", disse Gina. "Bota a que tava antes, melhor". "Anda". Coloquei a mexicana de antes e ficava olhando como a Gina já tava com as pernas abertas, dava pra ver de vez em quando a calcinha branca dela, e o Memo todo babão. Levantei pra mijar e nisso ouvi risadas, mas não conseguia parar de fazer. Quando voltei, vi como se o Memo tirasse a mão da perna da Gina, os dois estavam nervosos e ela levantou pra ir no banheiro. Depois eu descobri o que tinha rolado. O Memo falou de novo: "mostra sua calcinha pra mim, não é bonitinha? Vai lá". E a Gina respondia: "não, como é que pode, seu Memo, não, o César tá aí". E ele: "vai, só um pouquinho". A Gina, toda alterada, abriu as pernas, mostrou e falou: "já mostrei, pronto". E o Memo, todo satisfeito, esticou a mão e tocou na pepita da Gina por cima da calcinha e disse: "ai, mamãe, tem uma bucetinha bem gostosa, olha só, hummmm". Ela se tapou quando eu tava voltando, ele tirou a mão, mas o filho da puta ficou cheirando a mão. Eu vi que ele não tirava a mão da boca. Nunca pensei que ele tinha pegado na buceta da minha esposa. Ela levantou e foi pro banheiro, eu segui ela depois de um tempo e vi ela limpando a buceta. Quando me viu, levantou, subiu a calcinha e eu toquei na pepita dela e falei: "não fode, que bucetinha gostosa, tá bem quentinha, tá com calor ou o quê?" Ela disse: "é, um pouco". Senti ela molhada, mas não falei nada. A gente saiu pra sala e o Memo falou: "e aí, güero, vai trabalhar na empresa ou o quê?" Eu falei: "não, acho que não". E o Memo disse: "então aproveita que eu posso te colocar". Eu falei: "depois você vai querer que eu pague com a minha mulher, igual o cara daqui, né?" "Não, como é que é, güero", disse o Memo. "Qual?", perguntou a Gina. "Aquele da esquina, a mulher gringa que o marido é um moreno baixinho". "Ah, sei quem é", disse a Gina. "Pois é, arrumei pra ele e falei pra ele me mandar a mulher dele pra conseguir o trampo". O Memo disse: "não, não foi assim. Eu falei pra ele mandar a mulher pra eu conseguir trabalho, ela que pensou mal e disse que eu me aproveitava de quem tá precisando. Eu falei: se ela tá precisando, eu ajudo com dinheiro sem nenhum benefício. Eu queria arrumar trampo pra ela, mas se ela pensa mal, então não. E ela me disse: 'pois é, meu marido falou que se você pedisse uma troca, era pra eu deixar'. Eu falei: 'ah, não sei, eu não falei isso. Eu falei pra ele perguntar se queria trabalho e ele disse que não acredita'. Eu falei: 'se eu quisesse falar, teria falado com você, não com aquele filho da puta'. precisa do que precisar, me fala que eu consigo, e aí sim te peço outra coisa, mas só entre a gente, porque vou falar pra aquele? E ela disse: "ah, e o que vai me dar, homem? Uma moto ou um carro ou o quê?" Eu falei: "pois uma moto, se eu der." E ela disse: "jura? Não acredito, mas sim, não fala pra aquele." E se ele deu? A Gina disse, e o Memo falou: "pois sim, mas depois não queria mais porque tava doendo muito, e aí depois acostumou, a loirinha." Kkkk, mas sim, foi assim. E a Gina disse, igual me falou da outra vez, pra falar pro César entrar no trampo então. E eu falei: "sim, Memo, não, mas contigo é diferente, loirinho, não." Eu falei pra tua senhora pra não acreditar num filho da puta se ele falar bonito e te enganar, porque é fácil convencer elas quando tão precisando, e pois eu falei pra ela não acreditar. "Ahhh, bom." Eu falei: "sim, Gina, não te falou mais nada, não é como o Cres?" E nisso começou a música do Banana, e eu falei pra Gina: "olha, aqui tem espaço, deixa eu te mostrar como dançava." E ela levantou quando a música dizia "bovinama, bovine", mexia os quadris de um lado pro outro, e quem tava atrás fazia o contrário de quem tava na frente. E quando diz "eu tenho uma bolinha que sobe e desce", ele falava "abaixa e levanta devagar" mexendo o quadril, e eu fiquei atrás, colado, subindo e descendo junto com a bunda dela, naquela saia sexy de couro preto. Mas ela levantou e eu falei: "é que gruda, deixa eu vestir um shorts." Coloquei um shorts de um time daqueles brilhantes, e voltei o filme onde eles dançam, e subi e desci de novo, mas aí deslizava, não travava mais. E quando a música diz "sobe, sobe, sobe que sobe" e as mulheres falam "aí, aí, aí" bem safadas, levantando a bunda pra trás, e quem tava atrás colava de novo. E eu falei: "levanta pra trás." Mas a Gina disse: "vou cair de cara, kkk, não fode." "Ah sim, é que elas se apoiam nos ombros de quem tá na frente, olha." Apontei pra TV e ela disse: "não consigo." E eu olhei pro Memo, hipnotizado vendo minha mulher se mexer, e falei: "fica na frente, Memo, pra ela se segurar em ti." E ele disse: "eu não sei dançar, só pra ver se consigo fazer esse passo." E ele levantou. Eu via ela com um baita tesão e a calça social marrom dela toda molhada, e a Gina se segurou quando falavam "ali, ali, ali" e ela empurrou a bunda em mim. Eu esfregava de um lado pro outro, a pica quente que eu tava com ela bem dura, e falei: "Deixa eu cheirar uma carreira", mas já não tinha. Aí falei: "Saca o memo, não, já não tenho, umm". Então, já bem doidão, falei: "Deixa que vou pedir mais". Saí pra falar no telefone na frente do bulevar e deixei eles sozinhos, sem pensar nada de mal. Depois fiquei sabendo, claro, o memo voltou ao ataque. "Deixa eu te ver", e a Gina falava: "Não, já chega". Depois ele meteu a mão, ela falou "não", e ela abriu as pernas. O memo viu: "Ai, mamacita, que delícia, dá pra ver sua bucetinha, olha, umm, bem transparente e bem molhada, olha, umm". E ele tocou nela, falou: "Que bucetinha gostosa você tem, mamacita, pra dar uns chupões, umm, já". E o memo tirou a pica e falou: "Olha como você me deixou, mamacita", e pegou a mão dela e falou: "Olha, pega em mim". E ela, sem querer, tocou, falou: "Ai, tá bem quente", e ela tava escorrendo. Nisso, abri a porta e eles se soltaram como se nada. Falei: "Já já vem". E falei pro memo: "Mas já não tenho grana". E ele falou: "Eu pago, cara", e tirou, me deu dinheiro e falou: "Já sabe". E falei pra Gina: "Vamos continuar dançando". "Ah, não, já deu", ela falou. "Pois ainda falta", falei. "Mas olha, memo, tira a calça pra você se mexer melhor, não é? Ou não? Sei lá, senhora." E a Gina falou: "Não sei, vocês". E ele tirou. Tava de cueca tipo fio dental dos lados, destacando os ovos, e atrás parecia um biquíni. Eu ia rir, parecia um stripper, mas gordo, kkkkk. E falei: "E essa?" "É que minha namorada comprou pra mim, kkkk." "Ah, ótimo", falou a Gina. E falei: "Vão se virar". Mas quando tava tocando a música, falei: "Quando fala 'wake up' é pra virar e falar o nome de um, tem que virar". E a gente tava assim. Falei pra minha esposa: "Vira". Depois eu, depois o memo, e de novo. E quando começou o "me sobe e me desce", o alce lamini na Gina. Ela falou: "Não, espera, o que é isso?" Falei no ouvido: "Não vê o memo?" E ela se deixou. Eu subia e descia, mas continuava enganchando. Falei: "Tenta com ele". Memo trouxe a sunga de nylon dela. "Vai, memo, tenta aí." E ela entrou na brincadeira. Quando ele falava "sobe e desce", memo segurava ela pela cintura e apertava ela contra ele, com as pernas abertas, enfiando a pica por cima da calcinha. Mas ficava grudando, e ela puxava ele e falava no ouvido: "Tá bem dura, dá pra sentir." E eu falei: "Cê gosta que eu encoste, né?" Ela só sorria. Aí começou um clipe na TV, uma dança tipo trenzinho, todo mundo pulando e se esfregando a cada pulo. Eu tava na frente, depois a Gina, e depois o memo. A música dizia "chucuchucuchu, chucuchucuchu, chucuchucuchu", e dava pra sentir o memo enfiando tudo nela. Gina resfolegava e falava pra mim: "Ele tá enfiando muito." Eu olhei de canto e ele já tinha tirado pra fora, enfiando na bunda dela. Quando a música acabou, olhei pra Gina: a bunda dela tava molhada, imagino que do líquido da pica do memo. Falei: "Molhou a bunda, Gina, ou o quê?" "Ah, sim", disse memo, "a cerveja entornou." "Ah, então foi por isso", falei. E assim, quando chegou o que eu esperava, coloquei umas bem grandes, e eles também. Mas fiquei tonto e tive que deitar na cama que tava atrás do sofá. Falei: "Só um pouquinho, de boa." Fiquei de olhos fechados e ouvi o memo falar: "O que a senhora quiser, o que precisar." E a Gina respondeu: "Tô parecendo muito necessitada, ou o quê?" "Pô, não, mas cê tá uma gostosa. Uma mulher assim faz o que quiser, mas meu marido tá aí." E eu falei que não traía ele, e até você falou pra eu não cair na mão de um filho da puta. E olha, você mesmo disse. O memo falou: "É que cê é bem gostosa, e adoro o cheiro da sua xota, bem gostoso, de novinha. Dá pra ver que ainda é apertadinha e bem suculenta. Olha como marca, como incha, bem gostoso, sinal de que cê tá precisando." "Ah, não me diga. Foi meu marido que me esquentou." "Não, você, ahh, sim, ohh, olha, você me esquentou." E a Gina falou: "Guarda isso, porra. Cê não gosta?" O memo disse: "Fica quieta." E acho que ela obedeceu, porque ficou mais calma e falou: "E por isso que cê falou pra eu botar ele pra trabalhar, né? Fala pra ele. Fora com você, nome, quem diria. Por isso ela me dizia que o que eu precisasse ou o quê, e vamos ver o que me daria. Pois não sei, o Memo disse: "Uma moto, se ela quiser." Ela disse: "Não sei andar." "Bom, olha, tenho uns dois mil pesos, vou te dar, olha." E ela disse: "Nome, depois vai ficar falando pra todo mundo, igual falou da vizinha." "Não, como cê acha? Não diria nada. Desde quando eu tenho vontade, senhora?" Ela disse: "Se eu percebia como você ficava me olhando, igual naquele dia que eu trouxe sua calcinha fio dental, que tava de legging branca." "Ah sim, o dia que você me dizia que uma rainha como eu merece ganhar o que pedir, e que você me dava o que eu pedisse. Naquele dia você me deixou bem excitada, de verdade, eu queria te pegar, abrir suas pernas e dar umas lambidas na sua xereca. Hummm, deve ser bem gostosa. Marcava toda a xereca, e aí o loiro me mostrou, eu bati uma e levei ela. E pra quê levou? Cheguei, me tranquei no banheiro e bati uma. Cheirava bem gostoso a xereca dela, de novinha. Hummm, igual agora que peguei ela, cheira bem gostoso. Pois o que mais vai dizer? Cê gosta da suja da esquina, né? Pois sou bem tarado, gosto de mulher, mas o que posso fazer? E mesmo que meu marido seja seu amigo, eu faria. Fala, pois se não fala nada, por que não? Que não descubra, igual não falei que quando me abraçou, você pegou minha bunda, ou que me viu, mas eu falei que não. Ah sim, hummm, tava bem gostosa, queria te empinar ali mesmo e chupar suas nádegas, mamacita. Jajaja, não fala essas coisas. E sim, igual naquele dia que te vi pela janela com as pernas abertas se dedando, só pra eu ter entrado e metido a pica, do jeito que tava. Hummm, que gostosa. E eu levantei, falei pro Memo: "Não, mano, por que cê tá com o pau pra fora?" "Ah, escapou." "Não, mano, não é verdade." "Sim, cê tá convencendo minha esposa a se soltar, mano." E ela disse: "Olha, será que ele te deu esse dinheiro ou não?" A Gina não colocou lá, mas não, se você falou pra ele que sim, não se faz, me deixa dar uns pegas, loiro, não conto pra ninguém. Fala sim." E olha, a Gina não dizia nada, e ela disse: "Anda logo, então, porra, fala pra mim. Pra mim, não, pra ele você não dá, boneca gostosa. Então vai me dar mesmo? Olha, dinheiro, o que você quiser. Ah, sim, olha, me oferece dinheiro. Se você me deixaria ser comida por dinheiro? Não, eu falei, ah, mas se eu quero é pra tirar uma grana extra, não dura nada, Memo, né, don? E é que coitado, tá morrendo de vontade de me pegar, não viu? Não viu como ele deixou minha bunda toda molhada? Bota a música, güero, pra dançar. Aí botou a música e quando falava "sobe a bolinha", ele pegava ela pela cintura e colava na pica. Tava bem dura, grossa e babando, deixava toda a bunda molhada da Gina. A cara da Kitti já tava transparente e babando, e a Gina falou: "Como ele queria me agarrar, don Memo, com as pernas abertas". Ele empurrou ela no sofá de costas, falou: "Assim, Memo", e ela abriu as pernas. E o Memo disse: "Ummmm, mamita, que buceta gostosa, olha, ummmm, chupa ela se quiser". E marcava a rachinha dela toda molhada e os lábios bem inchados por dentro do cetim transparente da calcinha gostosa dela, que escorria até a bunda. Falei: "Porra, Gina, bem que você quer, né?" Ela disse: "Sim, desde ontem à noite que ele encostou a pica em mim, senti ela bem grossa e grande. Depois ficou falando e falando que queria ver minha calcinha, e quando ele disse: 'Que bucetinha gostosa, cheira delicioso', e cheirou os dedos, eu me molhei toda. Não viu? No banheiro, ahhh sim, mjummm, ele me esquentou, don Memo. Você vai me deixar ser comida, meu amor? Quero dar pra ele, porque parece que ele quer me comer, me vê precisada, né, don Memo?" E ele disse: "Sim, mamita, você precisa disso", e encostou na racha dela e ela falava: "Mete logo", e o Memo passava a cabecinha por toda a rachadura já. "Já é bronca, não? Você não queria me dar? Anda logo." Ele começou a lamber a buceta dela e saboreava: "Ummm, mamita, você tem um gosto bom, gostosa, mami, a menina, ummmm, ainda tem gosto de mijo sua bucetinha". E levantou ela pela bunda e ficou rebocando ela com as pernas abertas. Quando a música falava "sobe e desce", ela se enfiava quando dizia "aí que me sobe e me desce, aí", e tirava e metia no ritmo da música, falando: "Aí, aí, aí, sobe a bundinha". Sobe a bunda pequena, disse Nemo. Apertava com as mãos no pau dela e mordia o pescoço, chupava, fazia chupões no pescoço. Não parava de chupar os peitos, fazia chupões enquanto comia ela, e ela gozava, dizia: "Seu velho tarado, você é depravado, quer me deixar toda chupada, sim, pra todo mundo ver que te marcaram bem e por todos os lados. Ahhh sim, sim, filho da puta, assim, seu Nemo, assim, comam, comam minha boceta, comam. Ah, sim, mamãe, você aperta pra caralho, tem bem fechado, até chupa o pau." "Pois é", disse Gina, "que pica grossa do caralho, me abre toda." E agarrou ele, grudou na parede e meteu, chupava as costas dele e dava tapas na bunda enquanto batia a barrigona. Jogou ele na cama, montou nele, e de costas colocou um travesseiro debaixo da barriga dela e começou a meter. Ahhh, aí, aí, aíii. Abriu as pernas e esfregava o pau, ela gemia e dizia: "Assim, seu Nemo, assim, me dá, me dá. Tava com vontade ou não? Ummm, sim, mamãe, quero comer essa boceta, ummm que gostosa." Deixava a barrigona cair nas costas dela e disse: "Fica de puta." Ela ficou, e ele de cócoras metia fundo até que disse: "Monta em mim como uma puta." "Sim, seu Nemo, sim." Montou nele, segurando nos ombros de Gina e se balançando, sim, segurando na bunda e nos ombros dela. Ela aguentava o peso do Nemo até que ele se mexia pros lados e gozou dentro dela. Desmontou, não conseguia nem tirar, ela tinha sugado, e fez um "ploc" quando tirou. Disse: "Vou embora, minha mulher vai chegar. Não vou contar nada, juro." "Bom, espero que sim, Nemo." E assim terminou aquele dia e noite.
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