Casada gostosa

Olá! Quero contar pra vocês minha primeira vez. Por razões óbvias, os nomes das pessoas (incluindo o meu) e dos lugares são falsos, afinal, preciso proteger a mulher que me tirou a virgindade, porque ela é casada, e não é agora, quase 15 anos depois dela ter dormido comigo, que o marido vai descobrir. "Era uma tarde no fim de julho, fazia um calor infernal e eu fui buscar meu amigo Carlos pra andar de moto na serra. Meu amigo e a família dele moravam nos arredores da cidade, numa espécie de condomínio ainda em construção, com poucas famílias morando lá. Quando cheguei, não vi a moto do Carlos na entrada, mas como eles tinham garagem e ele tinha falado que queria dar uma olhada não sei no que do motor, achei que ele tivesse lá dentro. Desci da moto e entrei no pátio interno da casa, cheguei na porta e bati. Quem abriu foi a Luísa, a mãe dele, uma mulher na casa dos quarenta e poucos (45, 46), altura média, pele morena, queimada de sol, cabelo comprido e ruivo, olhos pretos como carvão e lábios carnudos. Ela vestia uma calça jeans justa e uma camisa salmão, meio transparente, que deixava ver os bicos dos peitos, grandes e durinhos. Os peitos dela não eram muito grandes, mas eram firmes, e a bunda dela, pequena e empinada. – Oi, Javier! – ela falou assim que abriu a porta – Oi, Luísa, o Carlos tá? A gente tinha combinado de ir de moto – Ele não te ligou? – ela disse, estranhando – Teve que ir com o pai pro apartamento na praia, vão pintar ele esse fim de semana – ela explicou, vendo minha cara de choque – Não, não me ligou, nem falou nada ontem, que sacanagem! – respondi, puto – Bom, então vou embora, fazer o quê, né? – Espera, Javier – ela falou quando eu já ia saindo – Sim? Fala – fiquei sem entender por que ela me chamou… – Preciso de uma ajuda sua, cê tem algo pra fazer? – Não, o que a senhora precisa? – Quer ganhar mil conto? – Por Claro! O que eu preciso fazer? – Nada de outro mundo – respondeu sorrindo, enquanto me fazia entrar na sala – preciso descer uns móveis velhos do sótão, e sozinha não consigo, preciso de um baita de um homem forte como você. Me fez sentar no sofá e perguntou se eu queria um café, quando respondi que sim, foi pra cozinha, rebolando a bunda enquanto se afastava. Não consegui nem quis tirar os olhos daquela bunda, que se distanciava de mim lenta e insinuante. Pra ser sincero, já tinha me masturbado centenas de vezes pensando na Luísa, mas com meus 18 anos ainda era virgem. Ela voltou em poucos minutos com uma bandejinha e dois copos de café. Quando se abaixou pra deixar na mesinha na frente do sofá, me deixou entrever os peitos, já que tava sem sutiã. Pude admirar aqueles peitos, pequenos, mas muito provocantes, e imediatamente senti meu pau endurecer dentro da calça jeans. Ela deve ter percebido, porque me deu um sorriso, bem ali na minha frente, mas não fez nada pra esconder. Tomamos o café e conversamos um pouco enquanto isso, nada interessante. Ela perguntou como era que eu não tinha namorada, um cara como eu, alto e gostoso. Fiquei sem graça e respondi com evasivas, ela sorria ao ver que me deixava sem jeito com as perguntas. Depois do café, ela disse pra eu acompanhá-la até o sótão, pra me mostrar os móveis que queria tirar de lá. Ficou na minha frente e foi subindo as escadas, balançando a bunda diante dos meus olhos. Eu tava ficando cada vez mais excitado com a visão daquela bunda insinuante se mexendo na minha frente. Meu pau tava completamente duro e comecei a imaginar o que faria com uma mulher daquela nos meus braços, sem saber o que aconteceria um par de horas depois. Chegamos ao sótão e ela me mostrou uns armários desmontados, com as madeiras jogadas no chão. Me abaixei e peguei uma, pesava pra caralho, era madeira de boa qualidade. – Viu por que preciso de alguém pra me ajudar? – disse quando me levantei. depois de largar a madeira no chão de novo – sim, pesa pra caralho, e como é que o Carlos e o Emílio não fazem isso? – – Ah, filho!, eles tão sempre ocupados, nunca têm tempo pra essas coisas, já sabe, em casa de ferreiro… – Sim, sim, na minha casa é a mesma merda! – falei eu com um sorriso – Bom, vamos meter a mão na massa, que você deve ter o que fazer! – – Deixa, deixa! eu dou conta sozinho, me deixa cuidar disso e se você tiver algo pra fazer, vai lá – – Sério? – ela me disse, com uma cara de alívio – na verdade não tenho nada pra fazer, mas se você prefere fazer sozinho… ela falou, como se esperasse que eu a livrasse daquela tarefa pesada que tínhamos pela frente – Claro que eu faço sozinho – falei eu, todo cavalheiro – Então… se você vai fazer sozinho, vou tomar um sol! – ela anunciou, divertida – Olha só, olha só, eu vou levar os móveis pra garagem, depois, quando terminar, te aviso – falei. Ela me deixou sozinho e sumiu, eu fiquei um instante olhando pros pedaços de madeira e comecei a empilhá-los. Depois meti a cara no serviço. A verdade é que as madeiras pesavam como chumbo e não demorei pra começar a suar pra caramba enquanto subia e descia as escadas, carregando madeira. Quando só faltava uma viagem, olhei pela janela do sótão pro quintal dos fundos, onde a Luísa estava deitada no sol, se torrando igual lagarto, fiquei de boca aberta. Ela tava completamente imóvel, com as pernas meio abertas e os olhos fechados, enquanto o sol esquentava a pele dela, fiquei maravilhado vendo os peitos dela, morenos e durinhos, apontando pras nuvens, desafiadores, tive outra ereção de cavalo e soltei um bufado, me agachei e peguei toda a madeira de uma vez, levando pra garagem. Quando saí de lá, trombei com ela de frente, ela tava com um roupão curto, que deixava todas as pernas à mostra, amarrado na cintura, com a parte da frente aberta, mostrando os peitos quase por completo, era uma imagem muito sugestiva e erótica. – Nossa, Javi, — Como você está suado! — exclamou ela. — Fez um bom trabalho — disse me parabenizando. — Obrigado — respondi eu, bufando, sem conseguir tirar os olhos daqueles peitos, que estavam me deixando louco de tesão. Ela percebeu e sorriu pra mim, afastou o cabelo do rosto e deixou a mão cair descuidadamente na gola do roupão, abrindo um pouco mais pra eu admirar melhor a vista. — Vai, toma um banho, que você tá fedendo! — disse ela dando uma gargalhada. — É, verdade, tô precisando mesmo! — falei eu rindo também. Ela me acompanhou até o banheiro, dizendo pra eu não trancar a porta, que ia me trazer uma toalha. Obedeci, não sem um certo constrangimento, ela percebeu, riu e soltou: — Ei, fica tranquilo, que você não vai ser o primeiro homem que eu vejo pelado! Afinal, somos adultos, né? — ela me olhava de um jeito divertido — Vai, entra no chuveiro, que vou pegar a toalha — virou-se e saiu, rebolando a bunda. Me despi, entrei na banheira, uma banheira grande e comprida, que me deixava completamente esticado, abri as torneiras e regulei, deixando a água refrescar meu corpo, fechei os olhos e comecei a me ensaboar. Quando passei a esponja no meu pau, ele reagiu ficando duro. Não ouvi a porta abrir, nem a vi entrar, porque o banheiro estava todo tomado pelo vapor. Abri os olhos quando senti ela entrar na banheira. A buceta dela estava na minha frente, a moita de pelos pubianos, escura e bem aparada, a poucos centímetros do meu nariz. Levei um susto e fiquei vermelho que nem um tomate. Ela me olhou e sorriu, sabendo que era ela quem mandava na situação. Foi se ajoelhando devagar, me deixando admirar o corpo dela. Colocou os joelhos dos dois lados das minhas pernas e apoiou as mãos nos meus ombros, aproximando o tronco do meu. A respiração dela estava acelerada, e a minha nem se fala. Senti a buceta dela, quente, em cima do meu pau. A boca dela começou a me beijar enquanto eu tremia de excitação e nervosismo. Ela desceu o quadril e a buceta dela prendeu o meu pau. Engolindo devagar, ela soltou um gemido e seus lábios selaram os meus, a língua dela entrou na minha boca, tomando posse dela, e as mãos começaram a percorrer meu peito enquanto ela se movia lentamente pra cima e pra baixo no meu pau, cravou as unhas no meu peito e soltou um gemido, antes de começar a rebolar rápido em cima de mim, eu comecei a ofegar pesado quando a boca dela soltou a minha. – Oooohhhhhh, Ahhhhhh… tô… tô quase… – dizia a Luísa – vou gozar! Eu também tava prestes a gozar e falei pra ela, entre ofegos, ela parou de se mexer rápido, arqueando as costas, eu aproveitei pra pegar os peitos dela com as mãos. Ela agradeceu o gesto e voltou a quicar que nem uma louca no meu pau enquanto pedia pra eu lamber os bicos dos peitos dela, eu fiz, minha língua inexperiente começou a brincar com os bicos enquanto ela apertava minha cabeça contra o peito dela. A Luísa deu um grito e balançou a cabeça de um lado pro outro enquanto anunciava entre ofegos que tava gozando, parou de repente, com meu pau dentro dela, e me olhou direto nos olhos, desafiadora. – Quero seu gozo – ela disse – e quero agora. Ela saiu de cima e agarrou meu pau com a mão direita, mandou eu levantar e ela ficou de joelhos na minha frente, começou a bater uma pra mim, enquanto passava a língua nos lábios. Eu tava cada vez mais excitado, e secretamente queria que ela colocasse na boca, me apoiei na parede e fechei os olhos, esperando. Ela leu meu pensamento e levou meu pau à boca, começou a chupar que nem uma possessa, enquanto as mãos dela apertavam minhas bolas, que estavam cheias de porra, esperando pra jorrar. Ela passou as mãos por trás e me agarrou pelas nádegas, empurrando pra frente, pra que meu pau entrasse na garganta dela até o fundo. Eu não aguentava mais e falei: – Vou gozar, por favor, para! – Ela tirou meu pau da boca por um instante e disse: – Quero que goze na minha boca, quero comer seu gozo – na mesma hora, colocou de novo na boca e, pressionando com os lábios dela, começou a se mover pra frente e pra trás. Gozei dando uns gritão, enchendo a boca dela de porra, ela engoliu tudo que conseguiu, e lambeu o que ficou nos lábios dela, depois se levantou e me olhou nos olhos: – Gostou? era sua primeira vez, né? – Sim – respondi, desviando o olhar do dela, me sentindo envergonhado e confuso. Ela sorriu e me beijou na testa, me acalmando – Relaxa, foi mal ter te »violentado», mas tava precisando de sexo há vários dias, e como o Emilio não me tocava, tive que fazer isso, não fica bravo – Ficar bravo? Pelo contrário! Foi foda! – falei – Que bom que curtiu, afinal, sou uma coroa e… – Coroa? Qual é, Luísa!, se você soubesse quantas vezes eu bati uma pensando em você, esperando por esse momento – É mesmo? – disse ela rindo – Poxa, nem sabia… – Sim, e mais, fico de pau duro toda vez que venho na sua casa! pra você saber… e se um dia precisar desestressar de novo, saiba que tô pronto pra te comer sempre que quiser – Assim que falei isso, fiquei vermelho de novo, e pensei: mas que porra que eu tô falando, mano? – Ah é? Mmmm é bom saber, o Emilio não me dá a rola que eu preciso, e ter um novinho na cama de vez em quando… é muito, muito interessante! – Tá falando sério? – perguntei incrédulo – Claro!, além disso, você tem muitas «possibilidades» – Possibilidades? – perguntei – O que quer dizer com isso? – Bom, você é novo, virgem, e muito potente, outro, provavelmente teria gozado na hora que me penetrasse, é normal – comentou ela, com ar de entendida – Sério? – Sim, tô falando por experiência – disse ela, acariciando meu peito e se encostando de novo em mim, me beijou delicadamente nos lábios e me mandou sair do banheiro, tava ficando tarde, logo os poucos vizinhos que moravam no condomínio iam voltar e eu tinha que vazar antes. Me vesti correndo e depois de beijar ela de novo na boca, Fui embora, mas não sem antes ouvir dos lábios dela que eu voltasse no dia seguinte, que tinha outros "trabalhos" pra mim, e que eu seria recompensado pelo meu esforço. Fui até o posto pra abastecer a moto e, na hora de pagar, em vez das 500 paus que eu tinha, encontrei uma nota de 10.000 no bolso da calça. Naquela noite dormi como um anjo, e na manhã seguinte, acordei com um puta tesão, tinha sonhado com a Luísa e não precisei de muito pra gozar pensando no que tinha rolado na tarde anterior na banheira dela. Depois de tomar banho, me vesti, peguei a bolsa de esporte e fui pra piscina. Tinha combinado de encontrar o resto dos amigos lá. No caminho, uma porrada de remorso começou a me atacar. A Luísa era uma mulher casada, mãe de um dos meus melhores amigos, uma mulher respeitável. Não dava pra continuar com ela, a gente morava numa cidade pequena, e um escândalo daqueles podia destruir a família dela, além da reputação. Quando cheguei na piscina, já tinha decidido que ia dizer pra Luísa que o nosso negócio era impossível, que não dava pra repetir, que tinha sido foda e que eu era muito grato por ela ter me mostrado os prazeres do sexo, mas que não podíamos fazer de novo. Meus colegas me cumprimentaram quando me viram chegar, fiquei com eles tomando sol. Mais ou menos uma hora depois, uma sombra se interpôs entre os raios de sol e eu. Abri um olho e me deparei com ela ali, de pé, meus colegas estavam na água. Levei um susto e me levantei de um pulo, ficando de frente pra ela. Olhei pra ela, a Luísa tava usando um biquíni azul elétrico com um decote discreto que deixava imaginar os peitos dela, sorria como o que se esperava que ela fosse: uma senhora respeitável, amante do marido e da família. — Javi, ontem o Carlos me ligou… — ela disse — sim… e o que ele disse? — perguntei, ficando na defensiva — ele disse que só vão voltar amanhã à tarde, então se você puder fazer um favor… — que favor? — me acalmei um pouco, depois de Tudo bem, só queria te passar um recado do meu amigo – então… ele quer que você pegue a moto dele e leve no mecânico, que ele passa pra buscar depois – – Ah! Tá bom- respondi eu, inocente -vou buscar ela hoje à tarde, se for tranquilo pra ele- – Pra mim? Pra mim é de boa… não tenho nada pra fazer hoje à tarde- ele disse enquanto se afastava. Meus olhos grudaram na bunda dele enquanto ele se distanciava, rebolando levemente. Fui pra água com meus colegas, além deles, tinha duas minas junto: Lorena e Ana, duas colegas da escola, que iam começar a faculdade no outono. Lorena era (e é) uma patricinha gostosa, loira e com um corpão perfeito, enquanto Ana era mais baixinha, uma mina de curvas mediterrâneas, exuberante e com um olhar safado. Me juntei a eles e começamos a brincar, num dado momento, Goyo, outro amigo do grupo, me pegou pelo braço e falou no meu ouvido: – Cara, você viu como a Ana tá te olhando? Por que não chega nela?- – Mas o que você tá falando? Você é louco?- falei, olhando pra ele como se tivesse visto um fantasma – além disso… ela já tá saindo com alguém, não?- – E daí? Cara, a Ana quer te pegar, pode crer! Olha, assim que a gente entrou na água, as duas vieram e a Ana perguntou de você. Ela quer te pegar, mano- – Que nada!, o que acontece é que a gente estudava junto e somos bons amigos- – Ah é? Então por que ela perguntou pra onde a gente vai hoje à noite e se você ia vir com a gente, hein espertinho? Tô te falando que ela quer te pegar!- – Para, cara, deixa de besteira!- cortei ele seco. Saí de onde estávamos e fui pra piscina maior, com a intenção de nadar uns lances. A Luisa tava lá, nadando de boa, o corpo dela em perfeita harmonia com o azul da água da piscina. Eu fingi que não tava vendo ela, não queria olhar, na minha cabeça ainda estavam as recriminações e remorsos que eu tinha feito de manhã, e sabia que, se olhasse pra ela, o tesão ia transparecer nos meus olhos. Parei num dos cantos e ela se aproximou de mim. – Oi de novo!- – Oi- respondi secamente – a propósito, Javi… – ela me disse, olhando nos meus olhos – ontem à tarde foi maravilhoso, espero que a gente possa repetir… logo, muito logo – falou, enquanto a mão esquerda dela acariciava minha coxa direita, e com a direita se apoiava no muro – Luísa… eu… queria falar com você sobre isso, exatamente – falei com a voz embargada, sentindo a mão dela na minha coxa, subindo em direção à minha virilha – é mesmo? você não se divertiu? – ela disse com um olhar safado nos olhos – sim, claro que me diverti, mais que bem, foi fantástico… mas… – tô morrendo de vontade de chupar sua piroca de novo – ela sussurrou no meu ouvido, a voz dela tinha ficado rouca – quêêêê? – falei, surpreso – olha… eu… – A gente conversa mais tarde, tomando um café, até logo – Ela me cortou de seco e voltou a nadar, me deixando ali, completamente bestificado e com um tesão danado, sorte que eu tava na água, senão meu pau já tinha subido. Me despedi dos meus amigos e fui almoçar, ainda pensando no que a Luísa tinha me dito na piscina. Enquanto minha família conversava na mesa, eu fiquei calado. Depois do almoço, peguei a moto e fui pra casa da Luísa, com o firme propósito de acabar com aquilo. Luísa abriu a porta, e naquele exato momento eu soube que todos os meus planos de cortar aquilo pela raiz tinham ido pro saco. Na minha frente, vestindo um robe curto de seda, estilo oriental, tinha uma mulher, com letra maiúscula. Luísa tinha prendido o cabelo e se maquiado pesado, dando ao rosto dela, já lindo por si só, um aspecto agressivo, parecia uma tigresa. O robe, aberto até a cintura, só cobria o básico, deixando à mostra toda a parte central do torso, coberto por um sutiã roxo, que empinava os peitos dela. As pernas, enfiadas numa meia-calça preta, sapatos de salto agulha de mais de dez centímetros, fazendo o rosto dela ficar na altura do meu (tenho 1,80). Ela me olhou Lascivamente, ela passou a língua nos lábios, devagar, insinuante e provocadora, e me fez entrar, fechando a porta e passando o ferrolho. Passou por mim, roçando na minha entreperna, que já tava dura, e sorrindo pra mim como a puta que vai comer o canário, deixou a mão direita de propósito pra trás, passando na altura da minha entreperna e apertando de leve. – Hummmmm, sinto uma coisa dura por aqui, que interessante – eu suava feito um porco. Ahhhh, mas como aquela mulher era gostosa! Esqueci completamente dos meus remorsos, e minha mente foi tomada por um desejo selvagem de possuir aquela mulher na hora. Ela andava na minha frente, rebolando a bunda lascivamente, sabendo que tava sendo observada. Meus olhos estavam fixos na raba dela. Ela me mandou sentar no sofá e foi pegar a bandeja do café. Quando voltou, o roupão tinha sumido e o corpo dela, enfiado num corpinho, se exibia pra mim. Os peitos dela, empinados, se mostravam completamente diante dos meus olhos. A buceta dela, coberta por uma calcinha fio dental da mesma cor, se insinuava gostosamente. Uma cinta-liga segurava as meias que cobriam as pernas dela. Ela parou na minha frente e, flexionando o quadril, mas mantendo as pernas retas, deixou a bandeja na mesa, enquanto me olhava e sorria. Ela sabia que era a dona da situação e tava se aproveitando disso. Deu a volta na mesa, se movendo igual uma pantera, e sentou do meu lado. Eu tava como se fosse de pedra, meus olhos mostravam a luxúria que me dominava. Já não lembrava mais que ela era a mãe do meu amigo, nem que era uma mulher casada, nem da reputação dela, nem de nada, nada. Só pensava em possuir ela, sentir a língua dela brincando com a minha, sentir a buceta quente dela prendendo a minha, sentir o corpo dela vibrando com meus carinhos… Ela serviu o café e me passou uma xícara. – Então, Javi, o que era aquilo que você queria me dizer? – ela falou num sussurro, enquanto a mão direita dela pousava delicadamente na minha coxa. – Ehhhh… bom, é que… – minhas mãos suavam, eu tava no limite, tentava não olhar pra ela. mas meus olhos, voltavam uma e outra vez a se encontrar com os dela, vendo no seu olhar a luxúria que seus movimentos exalavam. A mão dela subia lentamente pela minha coxa, se aproximando cada vez mais da minha virilha, eu sentia meu pau duro lutando pra romper o jeans e sair. – Luísa… eu… eu acho… – eu não conseguia articular uma palavra. – É? O que você acha, Javi? – o tom dela, lânguido e sedutor, era como aquela música de efeitos hipnóticos, não me deixava falar nada. A mão dela tinha chegado na minha virilha e estava apalpando a dureza do meu pau. – Olha… eu acho… que você e eu… tipo… – Siiiiim? – a mão dela tinha encontrado o zíper e tinha baixado, entrando na minha virilha e massageando devagar meu membro, senti o botão da calça jeans prestes a estourar de pressão. Ela desabotoou com a outra mão, de um jeito experiente. – Ufffffffff… Ooohh Luísa! – eu exclamei. Minha calça jeans estava solta, meu pau duro aparecendo pela ponta da cueca, a mão dela subia e descia devagar pelo tronco. – Me diz, Javi, o que você queria me falar? Somos adultos – ela falava com um sorriso cheio de tesão, a cara dela mostrava bem que era uma safada, que tinha decidido me ter como amante e que não ia me deixar escapar fácil. Os olhos dela cravaram nos meus como os de uma cobra antes de atacar e me deixaram completamente hipnotizado, senti a cueca soltar meu pau – olha… eu acho que isso que a gente faz… você é… Não consegui continuar, ela abaixou a cabeça e enfiou meu pau na boca dela, chupando devagar, enfiando cada vez mais um pouco, lenta, mas sem parar, até o fundo da garganta. – Buffffffffff – eu soltei um suspiro ao sentir o carinho dela. – Oooohhhhhh, siiiim, que gostoso! – Ela continuava chupando meu pau, enquanto com a mão esquerda, acariciava meu peito por cima da camiseta. Eu não fiquei parado por muito tempo, seguindo meu instinto, passei minha mão pelo pescoço da Luísa e comecei a guiar o ritmo do boquete dela, enquanto com a outra mão, acariciava a Nádegas. Encontrei a tira da tanga e puxei pra um lado, procurando, com meus dedos inexperientes, a buceta dela. Ela percebeu e, com uma das mãos, me mostrou o caminho até a entrada. Empurrou levemente os quadris e um dos meus dedos encontrou os lábios maiores dela, quentes e abertos. Acariciei eles sem jeito, antes de enfiar o dedo na racha. Ela soltou um gemido e aumentou o ritmo do boquete. — Não, por favor, Luísa! Se continuar assim, vou gozar rapidinho! — Faz isso, quero seu gozo na minha cara! — ela disse, com a cara de uma fera selvagem. Voltou a se agarrar no meu pau, engolindo ele inteiro de uma vez e, fazendo pressão com os lábios carnudos, começou a mexer a cabeça pra cima e pra baixo rapidão. Eu enfiei o dedo mais fundo e comecei a mexer como se fosse um pau lá dentro. Ela deu um grito e se mexeu mais rápido ainda, possuída por uma loucura sexual. Senti o orgasmo chegando, não queria gozar, mas não dava pra segurar. Soltei um berro e meu gozo inundou a boca da Luísa, enquanto ela não parava de chupar. Meu pau não perdeu nada da dureza. Luísa levantou a cabeça e, olhando nos meus olhos, disse: — Me fode, me fode como uma puta! — Arrancou a tanga, mais do que tirou, e ficou de quatro no sofá. Eu me virei e me coloquei atrás dela, apontando a ponta do meu pau na entrada da buceta dela. Ela guiou ele pra dentro, acariciando, e quando a cabeça do meu pau entrou, me apressou: — Vai, moleque! Enfia de uma vez, me fode, me fode! — gritou. Dei uma enfiada de quadril e meti meu pau inteiro de uma vez. Ela arqueou as costas e soltou um grito de prazer, se mexendo no meu ritmo. Luísa rebolava os quadris e não parava de soltar frases obscenas, me incentivando a foder mais e mais rápido. Gozou em poucos minutos, mas eu não parei, ela não me deixava parar. Meu corpo suava e minha mente viajava no prazer que aquela mulher me dava. Senti a buceta dela se contraindo e agarrava o meu, como sugando pra dentro, eu me segurei nas nádegas da Luísa e comecei a me mexer rápido, pra fazer ela gozar de novo. Um dos meus dedos entrou na fresta entre as nádegas dela. – Vai, filho da puta!, enfia o dedo no meu cu, vai, faz isso! – ela gritava. Eu fiz, e ela gozou na hora. Eu também tava quase gozando pela segunda vez, mas ela, com um movimento da cintura, se soltou do meu pau, evitando. Me olhou, parecia uma fera, era uma fera desenfreada, faminta de sexo, possuída pela luxúria e pelo vício, e eu era a vítima dela. – Quero que você me coma pelo cu, me fode o cu, moleque! – ela gritou. – Pelo cu?, você quer que eu meta no seu cu? – eu tava alucinado. – SIM! Vai, não pensa, e enfia de uma vez, mete de uma só tacada! – Abri as nádegas dela e apoiei a cabeça do meu pau no cu dela, maravilhado que aquela mulher tava me pedindo isso, eu só tinha visto em filme pornô. Empurrei devagar e minha glande entrou no cu dela, não sem dificuldade. A Luísa soltou um grito de dor, mas quando percebeu que eu tava recuando, gritou pra eu continuar. – Continua, filho da puta!, não para agora! Vai, me fode o cu, enfia até o fundo de uma vez, vai, moleque! – Mas, achei que tinha te machucado! – falei. – Eu gosto da dor!, sou uma puta! Me come pelo cu de uma vez, moleque, viado! – Quando ela me chamou de viado, minha mente deu um estalo, a raiva tomou conta e eu dei uma estocada selvagem com a cintura, enterrando meu pau no cu dela. – Você gosta de dor, puta? Eu vou te ensinar a me chamar de viado! – comecei a me mexer com fúria no cu dela, enquanto as lágrimas escorriam de dor, mas eu continuei animado com as frases obscenas e os insultos dela. Eu sentia meu pau engrossar a cada frase, a cada estocada que eu dava, a cada grito, a cada soluço que ela soltava, eu ficava mais e mais excitado. Agarrei as nádegas dela e cravei minhas unhas, me remexendo com força no cu dela. A Luísa começou a gemer e uivar de prazer. mais do que de dor, agarrei ela pelas coxas e me joguei nas costas dela, mordendo a nuca enquanto bombava meu pau no cu dela, apertado, mas cada vez mais quente. Luisa se deixou cair pra frente, pra se masturbar o clitóris com uma mão, enquanto meu pau perfurava sem piedade o cu dela, e eu aproveitei pra agarrar os peitos dela. – Torce meus mamilos! – fiz sem hesitar, de leve no começo, mas com os insultos e obscenidades que ela soltava, apertei mais forte, me vinguei neles, fazendo Luisa gozar de novo. – Tô quase estourando, foxy! Dá tua boca! – gritei completamente fora de mim, tirei meu pau do cu dela, e puxando ela pelo cabelo, guiei pra dentro da boca dela, ela abriu e me recebeu, bem na hora de despejar toda a carga que eu tinha pra ela. Me deixei cair no sofá, bufando e grunhindo, ela ficou abraçada nas minhas pernas, com meu pau, mole do lado da bochecha dela, os olhos dela mostravam uma satisfação danada, igual os meus. – Porra, Luisa – falei quando consegui respirar – você é uma fera! Foi sensacional! – É mesmo? Gostou? – Se gostei? Buceta se gostei! Quando você ia me xingando e falando o que falava, eu ficava cada vez mais tesudo! Fiquei alucinado! – Com o Emilio não consigo fazer isso, ele é muito tradicional e não curte essas coisas, além disso, ele transa pouco e mal, faz anos que não tenho um orgasmo com ele, preciso realizar minhas fantasias, preciso me sentir viva! – Porra, se você está! Você é uma fera! – Comecei a pegar minha roupa, que tava espalhada pela sala, quando Luisa soltou: – Quer ficar essa noite? O Emilio e o Carlos só voltam amanhã à tarde, bem tarde – Adoraria, mas e os vizinhos? Veriam minha moto na rua, ou poderiam me ver saindo amanhã – É verdade – ela reconheceu – além disso, eu sou só uma foxy, que serve pra descarregar porra, né? – Nãaaaaaaaaao! Não fala isso! – Não, se eu não ligo – disse ela, sorrindo divertida – é isso que eu quero ser pra você, quero ser sua puta! quero que me use, que me foda como faria com uma qualquer, não quero um relacionamento romântico e amoroso, valeu, mas não, quero ser fodida, comida como uma vadia toda vez que estiver nos seus braços. Quero ser uma foxy! Quero ser sua foxy! – Eu tava alucinado com aquela mulher. Ela continuava falando. – Quero que me xingue, que me humilhe, que me use do jeito que quiser, que quando tiver uma fantasia, realize comigo, que me machuque, se tiver vontade, sou sua foxy! – – porra! – falei eu, cada vez mais assustado de ver aquela fera sexual na minha frente, ela continuava – não ligo de ser segundo prato, aquele que você recorre quando seus planos com outras mulheres derem errado, não me importo nem um pouco que me despreze por ser quem sou, uma foxy, só quero te satisfazer em tudo! – – tá bom, tá bom, entendi, para com isso – falei, tentando acalmá-la… – Se quiser me xingar, xinga, se quiser me bater, bate, se quiser me oferecer pros seus amigos, pra me comerem como a puta que sou, faz, não tô nem aí, mas o Emilio não pode saber, é a única condição que eu peço, que meu marido não descubra nada disso, farei o que você quiser sempre, nunca vou negar seus desejos, mas o Emilio nunca pode saber – – claro! – – Agora se manda, vai curtir a festa com suas amigas, que me parece que tem uma aí de olho em você, aproveita ela, mas vem de vez em quando foder com sua foxy, ok? – Me vesti e saí de casa, subi na moto e fui pra minha casa, no caminho, encontrei os vizinhos da Luísa, que voltavam da cidade. Minha «relação» com a Luísa durou mais de três anos, desde o verão de 88 até o começo de 92. Não foi uma relação no sentido formal da palavra. Simplesmente, eu a comia quando queria, sem amarras, e mesmo depois de pararmos de nos ver, transei com a Luísa umas duas vezes, só pra relembrar os velhos tempos. Enquanto Estive com a Luisa, tive mais relações, algumas com garotas da minha idade, outras com mulheres milf que nem ela. Acho que foi aí que percebi que nunca ia conseguir ser fiel a uma parceira, embora a Luisa nunca tenha exigido que eu só transasse com ela. Na verdade, ela vivia me incentivando a pegar outras mulheres, especialmente garotas da minha idade. No começo, eu não ligava, ela me preenchia por completo e realizava todos os meus desejos, muitas vezes até se adiantando a eles. Já fazia umas semanas que eu tava transando com a Luisa, e olha, eu adorava fazer aquilo, e ela também adorava. Além disso, eu aprendia rápido como me comportar na cama com uma mulher como ela. A Luisa queria que o homem que comesse ela fosse dominante, quase brutal, que a tomasse sem limites. Ela dizia que romance era coisa de namorados, que o que ela queria era pica, sexo, vício e luxúria, que os "eu te amo" já eram dedicados pelo marido dela. Lembro que um dia, lá pra meados de outubro, a gente tava na cama, depois de foder, ela acariciando meu peito, completamente nua, enquanto me dava beijinhos suaves nas coxas, como quase sempre. Eu tinha acabado de gozar na boca dela. Eu acariciava o cabelo dela, fumando com um ar distraído, minha mente viajando, pensando no que tinha acabado de rolar, em como eu me sentia bem por fazer aquela mulher gozar nos meus braços uma vez atrás da outra. Senti a carícia familiar da língua dela na minha bolsa escrotal, enquanto as mãos dela acariciavam meu pau com suavidade. — O que cê tá fazendo? — perguntei. — Ainda quer mais, raposinha? — Eu tinha me acostumado a chamar ela de raposinha quando a gente tava junto na casa dela. — Quero o que você quiser. Se quiser que eu pare, eu paro, mas tô com vontade de chupar você. — Como sempre, a Luisa falou com clareza, expressando os desejos mais íntimos dela. — Tô muito carente de vara, e você me dá o que eu preciso, então é normal que eu te procure que nem uma puta. Afinal, é isso que eu sou, não é? — ela disse enquanto passava a língua pelo tronco do meu pau. do meu sexo, lambendo ele – Que foxy você fica! – falei sorrindo – Sim, né? – ela disse antes de engolir meu pau entre os lábios e começar a mexer a cabeça pra cima e pra baixo. Coloquei minha mão direita na cabeça dela e comecei a guiar o boquete. Luísa fechou os olhos e soltou um gemido abafado, enquanto a língua dela se enrolava no meu pau, me dando um prazer imenso. – Continua assim, foxy, adoro quando você chupa meu rabo – falei, enquanto soltava a cabeça dela e levava minha mão direita até as nádegas dela, dando um tapa nelas, fazendo com que Luísa, diligente e aplicada, aumentasse o ritmo do boquete. Enfiei minha mão entre os globos das nádegas dela e acariciei o cu dela, onde minutos antes meu pau tinha se alojado, já tinha voltado ao tamanho normal, enfiei um dedo e tirei, seguindo minha exploração até a buceta dela. Luísa mudou de posição sem parar de chupar meu pau, variando o ritmo pra atrasar meu orgasmo. Meus dedos chegaram na racha dela, encontrando ela toda molhada, procurei o clitóris dela e acariciei com a ponta do meu dedo do meio, excitando ele. Luísa respondeu na hora ao meu carinho, soltando um gemido gutural e engolindo meu pau até a raiz, minha mão esquerda pegou no cabelo dela, enquanto os dedos da direita entravam na buceta dela, ao mesmo tempo que apertavam o clitóris. – Você é uma verdadeira Promíscua, acabei de te foder e você já quer de novo. Você é uma verdadeira foxy – eu falava enquanto minha mão empurrava a cabeça dela pra baixo. Coloquei minha mão de lado pra penetrar melhor a buceta dela com meus dedos, e de quebra, apertar o cu dela com meu polegar, não demorando pra enfiar ele, aquilo fez Luísa enlouquecer. Ela começou a lamber minhas bolas enquanto com a mão me masturbava furiosamente, querendo tirar até a última gota do meu esperma, puxei o cabelo dela e olhei com ar ameaçador, enquanto mexia mais rápido meus dedos na buceta dela, com o objetivo de fazer ela gozar na minha mão, ela tentava não gozar, mas pela cara dela, sabia que o orgasmo dela Tava perto, que não ia conseguir resistir por muito mais tempo. Tirei os dedos e peguei o clitóris entre o polegar e o indicador, torcendo ele. Aquilo foi demais pra ela, gozou dando uns gritão e enfiou meu pau de novo na boca, chupando com vontade, enquanto, com olhos de súplica, pedia pra eu gozar. Mas eu já tinha gozado duas vezes antes, e nós dois sabíamos por experiência que ia dar trabalho tirar de mim o prêmio que ela tanto queria. Voltei a brincar com o cu dela, enfiando dois dedos e mexendo ritmado lá dentro como se fosse meu pau penetrando. A Luisa gemia e suspirava com meu pau na boca, me dando muito prazer. Estiquei a mão esquerda e acariciei os peitos dela, me distraí brincando com os bicos, enquanto meus dedos continuavam entrando e saindo do cu. A Luisa seguia no trabalho dela, lambendo e chupando meu pau, me fazendo gozar. Apertei um dos bicos do peito dela e a Luisa deu um pulo, soltando meu pau da armadilha que eram os lábios dela. Me sentei, encostando as costas no encosto, e puxei o cabelo dela pra trás. – Agora quero que você monte em mim, raposinha, quero aproveitar sua buceta – ordenei com voz firme, enquanto lambia a orelha dela – quero ver sua cara quando gozar com meu pau dentro de você. A Luisa passou uma perna por cima do meu corpo e se sentou em cima do meu pau, enfiando ele inteiro. Deixou a bunda cair e meu pau sumiu debaixo do tufo peludo que cobria a gruta do prazer dela. Começou a se mexer pra frente e pra trás, devagar, aproveitando cada centímetro do meu pau enterrado no dela. As mãos dela, apoiadas nos meus ombros, os peitos subindo e descendo no ritmo, os olhos semicerrados, a boca entreaberta, soltando uns gemido gutural, enquanto eu segurava a cintura dela tentando guiar os movimentos, que aos poucos iam acelerando. Comecei a suar, sentindo o orgasmo chegando, sem conseguir evitar. Com a Luisa era a mesma coisa, os movimentos da bunda dela tinham ficado circulares, e muito rápidos, sinal inequívoco de que estava prestes a gozar. Notei as mãos dela se crispando nos meus ombros e as unhas se cravando na minha pele, vi ela morder o lábio inferior, tentando reprimir o grito que anunciaria o orgasmo dela. Eu bufava e grunhia enquanto fazia meus quadris baterem em busca da buceta molhada e quente dela. Gozamos os dois ao mesmo tempo, ela, entre uivos de prazer, sentindo a buceta ser preenchida pelo meu leite. Eu, entre grunhidos e bufadas, enchendo a buceta dela de porra. Caímos exaustos em cima da cama, abraçados, bufando, sentindo as ondas de prazer percorrerem nosso corpo. Aos poucos, fomos recuperando a compostura, me mexi levemente e a Luisa percebeu, se afastou um pouco de mim pra me dar liberdade de movimento. Não sei por que fiz aquilo, mas levantei da cama como se tivesse levado uma picada de agulha, e fui direto pra banheira, tomei banho e saí rápido, começando a me vestir. A Luisa me olhou: – Já vai? – perguntou com ansiedade – Sim, vou agora, a gente se vê logo – – Você me trata como uma puta qualquer – disse ela com um toque de tristeza na voz – É o que você é, não é? – falei, olhando de lado pra ela – você não dizia que queria que eu te tratasse como uma vadia? então é isso que tô fazendo. – – Tá bom. Afinal, o Emílio e o Carlos estão quase chegando – – por isso mesmo, ou você quer que eles nos peguem aqui? eu tô vestido, mas você tá pelada, e ainda por cima, o quarto inteiro cheira a sexo, dá pra ver que você foi comida, então é melhor você tomar uma ducha e arejar o quarto, pra não dar chance pro seu marido descobrir – – Mas que porra! Vai me dizer o que eu tenho que fazer? – A Luisa tava ficando puta de verdade – Vou te dizer o que eu bem entender, e você vai obedecer, sua puta, é pra isso que você serve, pra me dar prazer e me obedecer – – Ei… – A Luisa levantou da cama – vou nessa – falei seco – te ligo quando tiver afim de te comer, falou – abri a porta e saí do quarto, desci as escadas, abri a porta da rua e saí. calei a boca e fui pra minha casa.

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