Oi! Quero contar pra vocês sobre a minha primeira vez. Por razões óbvias, os nomes das pessoas (incluindo o meu) e dos lugares foram alterados. Antes de tudo, preciso proteger a mulher que tirou minha virgindade, já que ela é casada, e não é questão do marido dela descobrir agora, quase 15 anos depois de ter transado comigo. "Era uma tarde do final de julho, fazia um calor do caralho e eu fui buscar meu amigo Carlos pra dar um rolê de moto na serra. Meu amigo e a família dele moravam na saída do povoado, numa espécie de condomínio ainda pela metade, e poucas famílias moravam lá. Quando cheguei, não vi a moto do Carlos na entrada, mas como eles tinham garagem e ele tinha comentado que queria dar uma olhada em sei lá o quê do motor, imaginei que ele tivesse lá dentro. Desci da moto e entrei no pátio interno da casa, cheguei até a porta e bati. Quem abriu foi Luisa, a mãe dele, uma mulher de quarenta e poucos (45, 46), altura média, pele morena, bronzeada pelo sol, cabelo comprido cor de cobre, olhos pretos como carvão e lábios carnudos. Ela vestia um jeans apertado e uma camisa salmão, semitransparente, que deixava entrever os mamilos, grandes e pontudos. Os peitos dela não eram muito grandes, mas estavam firmes, e a bunda, pequena e empinada. — Oi, Javier! — ela disse assim que abriu a porta. — Oi, Luisa, o Carlos tá? A gente tinha combinado de sair com as motos. — Ele não te ligou? — ela perguntou, surpresa. — Ele teve que ir com o pai pro apartamento da praia, vão pintar ele esse fim de semana — explicou, diante da minha cara de bobo. — Não, não me ligou, nem me disse nada ontem, que saco! — respondi, com cara de irritado. — Bom, então vou indo, o que a gente pode fazer? — Espera, Javier — ela me chamou quando eu já ia indo embora. — Sim? Diga — fiquei intrigado por ela me fazer esperar... — Preciso que você me dê uma mão, você tem algo pra fazer? — Bom, não, você manda, no que posso ajudar... — Quer ganhar um trocado? — Por Claro! O que eu tenho que fazer? – Nada demais – ela respondeu sorrindo, enquanto me fazia entrar na sala – preciso descer uns móveis velhos do sótão, e sozinha não consigo, preciso de um homem forte como você – Ela me fez sentar no sofá e perguntou se eu queria um café, ao responder que sim, ela foi até a cozinha, rebolando o bumbum enquanto se afastava. Não consegui e nem quis tirar meus olhos daquela bunda, que se afastava de mim lenta e insinuantemente, pra ser sincero, eu já tinha me masturbado centenas de vezes pensando na Luisa, mas com meus 18 anos ainda era virgem. Ela voltou poucos minutos depois com uma bandeja e duas xícaras de café, ao se abaixar para colocá-la na mesinha em frente ao sofá, me deixou entrever seus seios, como estava sem sutiã, pude admirar aqueles peitos, pequenos, mas muito sugestivos, e imediatamente, senti meu pau ficar duro dentro da minha calça jeans. Ela deve ter percebido, pois me dedicou um sorriso, ficando ali mesmo, na minha frente, sem fazer nada para escondê-los. Tomamos café e conversamos um pouco enquanto bebíamos, nada demais, ela me perguntou como eu não tinha namorada, um cara como eu, alto e bonito. Fiquei sem graça e respondi evasivamente, ela sorria ao ver que eu ficava constrangido com suas perguntas. Depois do café, ela disse para eu acompanhá-la ao sótão, para me mostrar os móveis que queria tirar de lá, ela foi na minha frente subindo as escadas, rebolando a bunda diante dos meus olhos. Eu estava ficando cada vez mais excitado, vendo aquele bumbum se mexendo de modo insinuante na minha frente, meu pau estava completamente duro e eu comecei a imaginar o que faria com uma mulher daquelas nos meus braços, sem saber o que aconteceria algumas horas depois. Chegamos ao sótão e ela me mostrou alguns armários desmontados, com as madeiras jogadas no chão, me abaixei e peguei uma, pra falar a verdade, era pesada mesmo, era madeira boa. – Tá vendo por que preciso de alguém pra me ajudar? – ela disse quando me levantei, Depois de colocar a madeira no chão de novo – sim, pesa um bocado, e como é que Carlos e Emilio não fazem isso? – Ai, meu filho! Eles sempre estão ocupados, nunca têm tempo pra essas coisas, sabe, em casa de ferreiro… – É, é, na minha casa é a mesma coisa! – eu disse com um sorriso – Bom, vamos botar a mão na massa, você deve ter coisas pra fazer! – Deixa, deixa! Eu me viro sozinho, você me deixa aqui e se tem coisas pra fazer, vá fazer – Sério? – ela me disse, com uma expressão de alívio no rosto – na verdade não tenho nada pra fazer, mas se você prefere fazer sozinho… – ela falou, como se esperasse que eu a livrasse da tarefa pesada que tínhamos pela frente – Claro que faço sozinho – eu disse, cavalheiresco – Então… se você faz sozinho, vou pegar um sol! – ela anunciou, divertida – Tá bom, tá bom, eu levo os móveis pra garagem, depois, quando terminar, te aviso – eu disse. Ela me deixou sozinho e sumiu, eu fiquei um momento olhando pros caibros e me dediquei a empilhá-los. Depois comecei a labuta. A verdade é que os caibros pesavam como se fossem chumbo e não demorei pra começar a suar feito um porco enquanto subia e descia as escadas, carregando madeira. Quando só faltava uma viagem, olhei pela janela do sótão pro quintal dos fundos, onde Luisa estava deitada ao sol, torrando igual lagarto, fiquei de queixo caído. Ela estava completamente imóvel com as pernas entreabertas e os olhos fechados, enquanto o sol esquentava sua pele, me maravilhei ao ver seus peitos, morenos e duros, apontando pras nuvens, desafiadores, tive uma ereção de cavalo de novo e soltei um bufido, me agachei e peguei toda a madeira de uma vez, levando pra garagem. Quando saí de lá, me deparei com ela de frente, ela estava com um roupão curto, que deixava todas as suas pernas à vista, amarrado na cintura, com o decote aberto, mostrando os peitos quase por completo, era uma imagem muito sugestiva e erótica. – Opa, Javi, Como você está suado! – exclamou. Fez um bom trabalho – disse ela, me parabenizando. – Obrigado – respondi, ofegante, sem conseguir desviar o olhar daqueles peitos, que estavam me deixando louco de desejo. Ela percebeu e sorriu, afastou o cabelo do rosto e deixou a mão deslizar descuidadamente pela lapela do roupão, abrindo-o um pouco mais, para que eu pudesse admirar melhor a vista. – Anda, tome um banho, que você está cheirando a gambá! – disse ela, soltando uma gargalhada. – É, realmente, estou precisando! – respondi, rindo também. Ela me acompanhou ao banheiro, dizendo para não trancar a porta, que me traria uma toalha. Obedeci, não sem certo constrangimento, ela percebeu, riu e soltou: – Ei, calma, você não vai ser o primeiro homem nu que eu vejo! Afinal, somos adultos, não é? – Ela me olhava de modo divertido. – Anda, entra no chuveiro, que vou buscar a toalha. – Virou-se e saiu, balançando o bumbum. Tirei a roupa, entrei na banheira, uma banheira ampla e comprida, que me permitia ficar completamente esticado, abri as torneiras e regulei a temperatura, deixando a água refrescar meu corpo. Fechei os olhos e comecei a me ensaboar. Ao passar a esponja pelo meu pau, ele reagiu, ficando ereto. Não ouvi a porta abrir, nem a vi entrar, porque o banheiro estava completamente tomado pelo vapor. Abri os olhos quando a senti entrar na banheira. Sua buceta estava diante de mim, a mata de pelos pubianos, escura e bem aparada, a poucos centímetros do meu nariz. Me assustei e fiquei vermelho como um tomate. Ela me olhou e sorriu, sabendo que era dona da situação. Foi se ajoelhando lentamente, deixando-me admirar seu corpo, colocou os joelhos de cada lado das minhas pernas e apoiou as mãos nos meus ombros, aproximando seu torso do meu. Sua respiração estava acelerada, e a minha nem se fala. Senti sua buceta, quente, sobre a minha. Sua boca começou a me beijar enquanto eu tremia de excitação e nervosismo. Ela baixou o quadril e sua buceta envolveu o meu pau. engolindo lentamente, soltou um gemido e seus lábios cobriram os meus, sua língua entrou na minha boca, tomando posse dela, e suas mãos começaram a percorrer meu peito enquanto ela se movia lentamente para cima e para baixo no meu pau. Ela cravou as unhas no meu peito e soltou um gemido, antes de se mover rapidamente em cima de mim. Eu comecei a respirar ofegante quando sua boca se soltou da minha. – Oooohhhhhh, Ahhhhhh… eu tô… eu tô quase… – dizia Luisa – vou gozar! Eu também estava quase gozando e anunciei isso para ela, entre ofegos. Ela parou de se mover rapidamente, arqueando as costas, e eu aproveitei para pegar seus peitos com minhas mãos. Ela agradeceu o gesto e voltou a cavalgar como uma louca no meu pau, enquanto pedia que eu lambesse seus mamilos. Eu fiz, minha língua, inexperiente, começou a brincar com seus mamilos enquanto ela apertava minha cabeça contra seu pecho. Luisa deu um grito e balançou a cabeça de um lado para o outro enquanto me anunciava, entre ofegos, que estava gozando. Ela parou de repente, com meu pau dentro dela, e me olhou diretamente nos olhos, desafiante. – Quero seu leite – ela me disse – e quero agora. Ela desmontou e pegou meu pau com a mão direita, me indicou para levantar e ficou de joelhos na minha frente. Começou a me masturbar enquanto lambia os lábios. Eu estava cada vez mais excitado e, secretamente, queria que ela colocasse na boca. Apoiei-me na parede e fechei os olhos, esperando. Ela leu meus pensamentos e levou meu pau à boca, começando a chupar como uma possessa, enquanto suas mãos apertavam minhas bolas, que estavam cheias de porra, prontas para descarregar. Ela passou as mãos por trás e agarrou minhas nádegas, empurrando para frente, para que meu pau entrasse fundo em sua garganta. Eu não aguentava mais e disse a ela: – Vou gozar, por favor, para! – Ela tirou meu pau da boca por um momento e disse: – Quero que você goze na minha boca, quero engolir sua porra – em seguida, colocou de volta na boca e, apertando com seus lábios ela começou a se mover para frente e para trás. Eu gozei entre grandes gritos, enchendo sua boca de porra, ela engoliu tudo que pôde, e lambeu o que ficou em seus lábios, depois se levantou e me olhou nos olhos: – Gostou? Foi sua primeira vez, né? – Sim – respondi, desviando meus olhos do seu olhar, me sentia envergonhado e confuso. Ela sorriu e me beijou na testa, me acalmando – Não tem problema, sinto ter te "violado", mas eu precisava de sexo há muitos dias, e como o Emilio não me tocava, bem, tive que fazer isso, não fique bravo – Bravo? Muito pelo contrário! Foi incrível! – eu disse – Fico feliz que tenha gostado, afinal, sou uma velha e… – Velha? Ah, para com isso, Luisa! Se você soubesse quantas vezes eu me masturbei pensando em você, desejando esse momento – É mesmo? – disse ela rindo – Nossa, eu não sabia… – Sim, e além disso, eu fico com muito tesão toda vez que venho na sua casa! Para você saber… e se alguma vez precisar se aliviar de novo, saiba que eu estou disposto a fazer com você sempre que quiser – Assim que disse isso, fiquei corado de novo, e pensei: mas que porra você está falando, cara? – Ah, é? Mmmmm, é bom saber, o Emilio não me dá tanta ação quanto eu preciso, e essa coisa de ter um garotinho na cama de vez em quando… é muito, muito interessante! – Está falando sério? – perguntei incrédulo – Claro! Além do mais, você tem muitas "possibilidades" – Possibilidades? – perguntei – O que quer dizer com isso? – Bem, você é jovem, virgem e muito potente, outro provavelmente teria gozado assim que me penetrasse, é o normal – ela comentou, com ar de experiente – Sério? – Sim, digo por experiência – ela me disse, acariciando meu peito e se colando em mim de novo, me beijou delicadamente nos lábios e indicou que saíssemos do banheiro, estava ficando tarde, logo os poucos vizinhos que habitavam o condomínio voltariam e eu tinha que ir embora antes. Me vesti às pressas e depois de beijá-la nos lábios novamente, Fui embora, mas não antes de ouvir de seus lábios que eu deveria voltar no dia seguinte, que ela tinha outros "trabalhos" para mim, e que eu seria recompensado pelo meu esforço. Fui até o posto de gasolina para abastecer a moto e, quando fui pagar, em vez das 500 pratas que eu tinha, encontrei uma nota de 10.000 na minha calça. Naquela noite, dormi como um anjo, e na manhã seguinte, acordei com um pau durasso. Tinha sonhado com Luisa e não precisei de muito para gozar pensando no que tinha acontecido na tarde anterior na banheira dela. Depois do banho, me vesti, peguei a bolsa de esporte e fui para a piscina. Tinha combinado de encontrar o resto dos amigos lá. No caminho, uma porrada de remorsos começou a me assaltar. Luisa era uma mulher casada, mãe de um dos meus melhores amigos, uma mulher respeitável. Não podia continuar com ela. Vivíamos numa cidade pequena, e um escândalo daqueles podia destruir a família dela, além da reputação. Quando cheguei na piscina, já tinha decidido dizer a Luisa que aquilo entre a gente era impossível, que não podia se repetir, que tinha sido foda e que eu era muito grato por ela ter me feito conhecer os prazeres do sexo, mas que a gente não podia fazer de novo. Meus colegas me cumprimentaram quando me viram entrar. Fiquei com eles tomando sol. Mais ou menos na hora, uma sombra se interpôs entre os raios de sol e eu. Abri um olho e a encontrei ali, de pé. Meus colegas estavam na água. Me assustei e me levantei de um salto, ficando de frente para ela. Olhei para ela. Luisa estava de maiô azul elétrico com um decote discreto que deixava imaginar os peitos. Ela sorria como o que supostamente era: uma senhora respeitável, amante do marido e da família. "Javi, o Carlos me ligou ontem..." ela disse. "Sim... e o que ele disse?" perguntei, já na defensiva. "Ele disse que não vão voltar até amanhã à tarde, então se você puder fazer um favor..." "Que favor?" me acalmei um pouco, depois de tudo, só queria te passar um recado do meu amigo – pois é… ele quer que você pegue a moto e leve no mecânico, que ele depois passa pra buscar – – Ah! beleza – respondi inocente – essa tarde eu vou buscar, se for bom pra você – – pra mim? Pra mim tá perfeito… não tenho nada pra fazer essa tarde – ela disse enquanto se afastava. Meus olhos cravaram na bunda dela enquanto ela se distanciava, rebolando levemente. Fui pra água com meus colegas, além deles, estavam com eles duas garotas: Lorena e Ana, duas colegas da escola, que iam começar a faculdade no outono. Lorena era (e é) uma beleza patrícia, loira e com medidas perfeitas, enquanto Ana era mais baixinha, uma garota de formas mediterrâneas, exuberante e com olhar safado. Me juntei a eles e começamos a brincar, em um dado momento, Goyo, outro amigo do grupo, me pegou pelo braço e disse no meu ouvido: – Cara, você viu como a Ana tá te olhando? Por que você não chega nela? – – mas o que você tá dizendo? Você tá louco? – eu disse olhando pra ele como se tivesse visto um fantasma – além do mais… ela já tá ficando com alguém, não tá? – – e daí? Cara, a Ana quer rolar com você, tô te falando! Olha, assim que nos viu na água, as duas se aproximaram e a Ana me perguntou por você. Ela quer rolar, mano – – Que nada! O que acontece é que a gente ia junto pra aula e somos bons amigos – – Ah é? E então, por que ela perguntou onde a gente ia hoje à noite e se você ia vir com a gente, hein, espertinho? Tô te dizendo que ela quer rolar! – – qual é, cara, para com essa bobagem! – cortei secamente. Saí de onde estávamos e fui pra piscina maior, com o objetivo de fazer umas braçadas. Luisa estava lá, nadando tranquilamente, seu corpo estava em perfeita harmonia com o azul da água da piscina. Eu fingi que não a via, não queria vê-la, na minha mente ainda estavam as recriminações e remorsos que eu tinha feito de manhã, e sabia que, se a olhasse, o desejo estaria estampado nos meus olhos. Parei em uma das extremidades e ela se aproximou de mim. – Oi de novo! – – oi – respondi eu secamente – a propósito, Javi… – ela me disse, olhando nos meus olhos – ontem à tarde foi maravilhoso, espero que possamos repetir… logo, muito logo – me disse, enquanto sua mão esquerda acariciava minha coxa direita, e ela se segurava na parede com a direita – Luisa… eu… queria falar com você sobre isso, justamente – falei com a voz embargada, sentia a mão dela na minha coxa, subindo em direção à minha virilha – É? Você não gostou? – ela disse com um olhar malicioso nos olhos – sim, claro que gostei, mais do que gostei, foi fantástico… mas… – Estou louca para chupar seu pau de novo – ela sussurrou no meu ouvido, a voz dela tinha ficado rouca – O quêêêê? – eu disse, surpreso – olha… eu… – Esta tarde a gente conversa, tomando um café, até logo – Ela me cortou de repente e voltou a nadar, me deixando ali, completamente estupefato e com um tesão da porra, sorte que eu estava na água, senão meu pau teria ficado duro. Me despedi dos meus amigos e fui almoçar, ainda pensando no que a Luisa tinha me dito na piscina. Enquanto os meus amigos conversavam na mesa, eu ficava quieto. Depois do almoço, peguei a moto e fui para a casa da Luisa, com o “firme” propósito de acabar com aquilo. Luisa abriu a porta, e naquele mesmo momento eu soube que todos os meus planos de cortar aquilo pela raiz tinham ido por água abaixo. Na minha frente, vestindo um roupão curto de seda, de corte oriental, estava uma mulher, com letras maiúsculas. Luisa tinha prendido o cabelo e se maquiado bastante, dando ao seu rosto, já bonito por natureza, um aspecto agressivo, parecia uma tigresa. O roupão, aberto até a cintura, só cobria o essencial, deixando à vista toda a parte central do seu torso, coberto por um corpete violeta, que elevava seus seios, as pernas, envoltas em meias pretas, sapatos de salto agulha de mais de dez centímetros de altura, fazendo com que seu rosto ficasse na altura do meu (tenho 1,80) Ela me olhou lascivamente, passou a língua pelos lábios, lentamente, insinuante e provocadora, e me fez passar, fechando a porta e passando a tranca. Passou ao meu lado, roçando-se na minha virilha, que já estava dura, e sorrindo como a puta que vai comer o canário, deixou sua mão direita propositalmente para trás, passando-a na altura da minha virilha e apertando levemente. – Ummmmm, sinto algo duro por aqui, que interessante – eu suava a mares. Ooohhh, mas que gostosa estava aquela mulher! meus remorsos foram completamente esquecidos, e minha mente foi invadida pelo desejo selvagem de possuir aquela mulher imediatamente. Ela caminhava à minha frente rebolando os quadris lascivamente, sabendo que estava sendo observada. Meus olhos estavam fixos na sua bunda. Ela me fez sentar no sofá e saiu para buscar a bandeja de café. Quando voltou, o roupão havia desaparecido e seu corpo, enfiado no corselet, se exibia diante de mim. Seus seios, elevados, se mostravam completamente aos meus olhos; sua buceta, coberta por uma calcinha fio-dental da mesma cor, se insinuava gulosamente. Uma liga segurava as meias que cobriam suas pernas. Ela se posou diante de mim e, flexionando o quadril, mas mantendo as pernas retas, deixou a bandeja na mesa enquanto me olhava e sorria. Sabia que era dona da situação e se aproveitava disso. Deu a volta na mesa, movendo-se como uma pantera, e sentou-se ao meu lado. Eu estava petrificado, meus olhos deixavam transparecer a luxúria que me dominava. Já não me lembrava de que ela era a mãe do meu amigo, nem de que era uma mulher casada, nem de sua reputação, nem de nada. Só pensava em possuí-la, sentir sua língua brincando com a minha, sentir sua buceta quente envolver a minha, perceber como seu corpo vibrava com minhas carícias… Ela serviu o café e me entregou uma xícara. – Bom, Javi, o que era aquilo que você queria me dizer? – disse-me sussurrando, enquanto sua mão direita pousava delicadamente na minha coxa. – Ehhhhh… bom, veja bem – minhas mãos suavam, eu estava à beira do colapso, tentava não olhar para ela, mas meus olhos voltavam uma e outra vez a encontrar os dela, vendo em seu olhar a luxúria que seus movimentos desprendiam. Sua mão subia lentamente pela minha coxa, se aproximando cada vez mais da minha virilha, eu sentia meu pau duro lutando para romper o jeans e sair. – Luisa… eu… eu acho… – não era capaz de articular palavra -É? O que você acha, Javi?- seu tom, lânguido e sedutor, era como aquela música de efeitos hipnóticos, não me deixava articular palavra. Sua mão havia chegado à minha virilha e estava apalpando a dureza do meu pau. – É que… eu acho… que você e eu… bem… – Éééé?- sua mão havia encontrado o zíper e o havia abaixado, entrando na minha virilha e massageando lentamente meu membro, senti o botão da calça jeans prestes a estourar com a pressão. Ela o desabotoou com maestria com a outra mão. – Ufffffffff… Oohh Luisa!- exclamou. Meu jeans estava desabotoado, meu pau, duro, já aparecia pela borda da cueca, sua mão subia e descia lentamente pelo tronco. – Fala, Javi, o que você queria me dizer? somos adultos- ela falou com um sorriso luxurioso, seu rosto deixava claro que ela era uma viciada, que havia decidido me ter como amante e que não me deixaria escapar fácil. Seus olhos se cravaram nos meus como os de uma cobra antes de atacar e me tinham completamente hipnotizado, senti a cueca liberar meu pau – é que… eu acho que isso que a gente tá fazendo… você é… Não pude continuar, ela abaixou a cabeça e enfiou meu pau na boca, chupando-o lentamente, introduzindo-o cada vez um pouco mais, lenta, mas inexoravelmente até o fundo de sua garganta. – Buffffffffff- suspirei ao sentir sua carícia. -Oooohhhhhh, siiiiiiii, que delícia!- Ela continuou a chupar meu pau, enquanto com a mão esquerda, acariciava meu peito por cima da camiseta. Eu não fiquei inativo por muito tempo, seguindo meu instinto, passei minha mão pela nuca de Luisa e comecei a ditar o ritmo de sua chupada, enquanto com a outra mão, acariciava sua nalgas, encontrei a tira do thong e puxei para o lado, buscando, com meus dedos inexperientes, sua boceta. Ela percebeu e, com uma das mãos, me mostrou o caminho até a entrada. Empurrou levemente os quadris e um dos meus dedos encontrou seus lábios maiores, quentes e abertos. Acariciei-os desajeitadamente antes de enfiar o dedo em sua fenda. Ela soltou um gemido e aumentou o ritmo da chupada.
– Não, por favor, Luisa! Se continuar assim, não vou demorar muito para gozar!
– Vai, quero sua porra na minha cara! – disse ela, com o rosto de uma fera selvagem.
Voltou a se agarrar ao meu pau, engolindo-o inteiro de uma só vez e, pressionando-o com seus lábios carnudos, começou a mover a cabeça para cima e para baixo rapidamente. Eu enfiei o dedo mais fundo e comecei a movê-lo como se fosse um pau dentro dela. Ela deu um grito e se moveu ainda mais rápido, possuída por uma loucura sexual.
Percebi que meu orgasmo se aproximava. Não queria gozar, mas era impossível me conter. Soltei um urro e minha porra inundou a boca da Luisa, enquanto ela não parava de me chupar. Meu pau não perdeu um pingo de dureza. Luisa ergueu a cabeça e, olhando nos meus olhos, disse:
– Me fode, me fode como se eu fosse uma puta!
Arrancou o thong – mais do que tirou – e se pôs de quatro no sofá. Virei e me posicionei atrás dela, alinhando a ponta do meu pau na entrada do seu. Ela o guiou para dentro, acariciando-o, e quando a cabeça do meu pau entrou, me pressionou:
– Vamos, novinho! Enfia de uma vez, me come, me come! – ela gritava.
Dei uma empurrada com o quadril e enfiei meu pau nela de uma só vez. Ela arqueou as costas e soltou um grito de prazer, movendo-se no meu ritmo. Luisa rebolava os quadris e não parava de soltar frases obscenas, me incentivando a comê-la mais e mais rápido. Ela gozou em poucos minutos, mas eu não parei – ela não me deixava parar. Meu corpo suava e minha mente vagava no prazer que aquela mulher me proporcionava. Senti sua boceta se contrair e... ela agarrava o meu, como se estivesse sugando para dentro, eu segurei as nádegas da Luisa e comecei a me mover rapidamente, com o objetivo de fazê-la gozar de novo, um dos meus dedos entrou no meio da racha das suas nádegas. – Vamos, cabrão!, mete o dedo no meu cu, vamos, faz isso! – ela gritou. Eu fiz, e ela gozou na hora, eu também estava prestes a gozar pela segunda vez, mas ela, fazendo um movimento com a cintura, se desencaixou, evitando, me olhou, parecia uma fera, era uma fera descontrolada, faminta de sexo, possuída pela luxúria e pelo vício, e eu era sua vítima. – Quero que me dê pelo cu, enfia no meu cu, moleque! – ela gritou – Pelo cu?, você quer que eu meta no seu cu? – eu estava alucinado – SIM! Vamos, não fica pensando, e me enfia de uma vez, mete de uma vez só! – Abri suas nádegas e encostei a cabeça do meu pau no seu ânus, maravilhado que aquela mulher estava me pedindo aquilo, eu só tinha visto isso nos filmes pornô, empurrei suavemente e minha glande entrou no seu ânus, não sem dificuldade. Luisa soltou um grito de dor, mas ao notar que eu ia recuar, gritou para eu continuar – Continua, cabrão!, não para agora! continua, enfia no meu cu, mete até o fundo de uma vez, vamos, moleque! – – Mas, achei que tinha te machucado! – eu disse – Eu gosto de dor!, sou uma foxy! Me dá pelo cu de uma vez, moleque, viadinho! – Quando ela me chamou de viadinho, minha mente disparou como uma mola, fiquei tomado pela raiva e dei uma enfiada selvagem com minha cintura, enterrando meu pau no seu ânus. – Gosta de dor, puta? Eu vou te ensinar a me chamar de viadinho! – comecei a me mover com fúria no seu ânus, enquanto as lágrimas de dor escorriam do rosto dela, mas continuei me animando com suas frases obscenas e seus insultos. Eu sentia meu pau engrossar a cada frase, com cada empurrão que dava, com cada grito, com cada soluço que ela soltava, eu ficava mais e mais excitado, agarrei suas nádegas e cravei minhas unhas nelas, me mexendo com força no seu ânus. Luisa começou a gemer e a uivar de prazer, Mais do que de dor, agarrei suas coxas e me joguei sobre suas costas, mordendo sua nuca enquanto bombeava meu pau em seu cú, apertado, mas cada vez mais quente. Luisa se deixou cair para frente, para acariciar seu clitóris com uma mão, enquanto meu pau perfurava sem compaixão seu ânus, o que eu aproveitei para agarrar seus seios. – Torce meus mamilos! – fiz sem hesitar, de leve no começo, mas diante dos insultos e obscenidades que ela soltava, fiz com mais força, me enfureci neles, fazendo Luisa gozar de novo. – Tô quase explodindo, foxy! Me dá sua boca! – gritei completamente fora de mim, tirei meu pau do seu cú e, pegando-a pelo cabelo, puxei em direção ao meu pau, ela abriu a boca e me recebeu dentro dela, bem na hora de receber toda a porra que eu tinha para ela. Me deixei cair no sofá, bufando e rosnando, ela ficou abraçada às minhas pernas, com meu pau, mole, ao lado de sua bochecha, seus olhos refletiam uma grande satisfação, o mesmo que os meus. – Porra, Luisa – disse quando consegui recuperar o fôlego – você é uma fera, foi incrível! – É, né? Você gostou? – Se eu gostei? Puta que pariu, se eu gostei! Quando você ia me insultando e falando o que falava, eu ficava cada vez mais com tesão! Alucinei! – Com o Emilio não dá, ele é muito tradicional e não gosta desse tipo de coisa, além do mais, ele me come pouco, e mal, faz anos que não tenho um orgasmo com ele, preciso realizar minhas fantasias, preciso me sentir viva! – Porra, e você tá! Você é uma fera! – comecei a pegar minhas roupas, que estavam espalhadas pela sala, quando Luisa soltou: – Quer ficar a noite? Emilio e Carlos não voltam até amanhã à tarde, tarde – Adoraria, mas e os vizinhos? Veriam minha moto na rua, ou poderiam me ver saindo amanhã – É verdade – reconheceu ela – além do mais, eu sou só uma foxy, que se usa pra descarregar porra, né? – Nãããããããããããão! Não fala isso! – Não, se não me importo – ela disse sorrindo divertida – é isso que eu quero ser pra você, quero ser sua puta!, quero que você me use, que me foda como faria com uma vagabunda, não quero um relacionamento romântico e amoroso, obrigada, mas não, quero ser comida, fodida como uma puta toda vez que estiver entre seus braços. Quero ser uma foxy! Quero ser sua foxy! – Eu estava alucinado com aquela mulher. Ela continuou falando. – Quero que você me insulte, que me humilhe, que me use ao seu bel-prazer, que quando tiver uma fantasia, realize comigo, que me machuque, se tiver vontade, sou sua foxy! – Caralho! – disse eu cada vez mais assustado de ver aquela fera sexual diante de mim, ela continuou – não me importo de ser um prato secundário, a quem se recorre quando seus planos com outras mulheres falharem, não me importo absolutamente que você me despreze por ser como sou, uma foxy, só quero te satisfazer em tudo! – Tá bom, tá bom, já entendi, para agora – disse eu, tentando acalmá-la… – Se quiser me insultar, insulte, se quiser me bater, bata, se quiser me oferecer aos seus amigos, pra que me fodam como a puta que sou, faça, eu não me importo, mas que o Emilio não fique sabendo, é a única condição que te peço, que meu marido não saiba nada disso, farei o que você quiser sempre, nunca vou recusar seus desejos, mas o Emilio nunca pode saber – Claro! – Agora vai, vai curtir com suas amigas, que me parece que tem uma que está atrás de você, aproveite ela, mas venha de vez em quando foder com sua foxy, tá? – Terminei de me vestir e saí de casa, subi na moto e fui pra minha casa, no caminho, encontrei os vizinhos da Luisa, que voltavam da cidade. Minha "relação" com a Luisa, se prolongou por mais de três anos, desde o verão de 88 até o começo de 92. Não foi uma relação no termo formal da palavra. Simplesmente, eu a comia quando queria, sem amarras, até mesmo depois de pararmos de nos ver, me dei com a Luisa em algumas ocasiões, só pra relembrar os velhos tempos. Enquanto Fiquei com a Luisa, tive mais relações, algumas com minas da minha idade, outras com mulheres milf como ela. Acho que assim percebi que nunca conseguiria ser fiel a uma parceira, embora a Luisa nunca tenha exigido que eu só transasse com ela. Na verdade, ela sempre me incentivava a fazer com outras mulheres, especialmente com garotas da minha idade. No começo, não dei bola, ela me preenchia completamente e satisfazia todos os meus desejos, antecipando eles em várias ocasiões.
Já estava há várias semanas transando com a Luisa, e a verdade é que eu adorava fazer isso, e ela também adorava. Além disso, eu aprendia rápido como devia me comportar com uma mulher como ela na cama. A Luisa queria que o homem que a comesse fosse dominante, quase brutal, que a pegasse sem restrições. Ela dizia que para romance já existiam os apaixonados, que o que ela queria era pica, sexo, vício e luxúria, que os "eu te amo" já eram dedicados pelo marido dela.
Lembro que um dia, em meados de outubro, estávamos na cama depois de foder, ela acariciando meu peito, completamente pelada, enquanto dava beijinhos suaves nas minhas coxas, como quase sempre, eu tinha acabado de gozar na boca dela. Eu acariciava o cabelo dela, enquanto fumava com ar distraído, minha mente vagava, pensando no que tinha acabado de acontecer, em como me sentia bem por fazer aquela mulher gozar nos meus braços de novo e de novo.
Senti a conhecida carícia da língua dela no meu saco, enquanto as mãos dela acariciavam meu pau com suavidade.
"O que você tá fazendo?" – perguntei.
"Ainda quer mais, foxy?" – eu tinha me acostumado a chamar ela de foxy quando estávamos juntos na casa dela.
"Quero o que você quiser. Se quiser que eu pare, eu paro, mas tô com vontade de chupar ele" – Como sempre, a Luisa falou com clareza total, expressando seus desejos mais íntimos. "Tô com muita falta de rola, e você me dá a que eu preciso, então é normal que eu te procure como uma puta. Afinal, é o que eu sou, não é verdade?" – ela disse enquanto passava a língua pelo meu pau. da minha buceta, lambendo ela – Que safada você fica! – eu disse sorrindo – É mesmo? – ela falou logo antes de engolir minha buceta entre seus lábios e começar a mover a cabeça para cima e para baixo. Coloquei minha mão direita na cabeça dela, e comecei a guiar o boquete com ela. Luisa fechou os olhos e soltou um gemido abafado, enquanto sua língua se enrolava na minha buceta, me dando um prazer imenso. – Continua assim, safada, eu adoro quando você chupa meu rabo – eu soltei, enquanto liberava a cabeça dela e levava minha mão direita até suas nádegas, dando um tapa nelas, fazendo com que Luisa, diligente e aplicada, aumentasse o ritmo do boquete. Meti minha mão entre os globos de suas nádegas, e acariciei seu cu, onde alguns minutos antes minha buceta tinha estado, já tinha voltado ao tamanho normal, meti um dedo e tirei, seguindo minha exploração até sua buceta. Luisa mudou de posição sem parar de chupar meu pau, variando o ritmo, para retardar meu orgasmo. Meus dedos chegaram à sua fenda, encontrando-a completamente molhada, procurei seu clitóris e o acariciei com a ponta do meu dedo médio, excitando-o. Luisa respondeu imediatamente à minha carícia, soltando um gemido gutural e engolindo meu pau até a raiz, minha mão esquerda agarrou seu cabelo, enquanto os dedos da direita entravam em sua buceta, ao mesmo tempo que pressionavam o clitóris. – Você é uma verdadeira Promíscua, acabei de te foder e você já está com vontade de novo. Você é uma verdadeira safada – eu dizia enquanto minha mão empurrava sua cabeça para baixo. Coloquei minha mão de lado, para penetrar melhor sua buceta com meus dedos, e de quebra, pressionar seu cu com meu polegar, não demorando a introduzi-lo, aquilo fez Luisa ficar louca. Ela começou a lamber minhas bolas enquanto com a mão me masturbava furiosamente, querendo tirar até a última gota do meu sêmen, puxei seu cabelo e a olhei com ar ameaçador, enquanto movia meus dedos mais rápido em sua buceta, com o objetivo de fazê-la gozar na minha mão, ela tentava não gozar, mas pelo rosto dela, eu sabia que seu orgasmo Ela estava perto, não conseguiria resistir por muito mais tempo, tirei os dedos e peguei o clitóris entre o polegar e o indicador, torcendo-o. Aquilo foi demais para ela, ela gozou dando grandes gritos e enfiou meu pau novamente na boca, chupando-o com avidez, enquanto, com olhos suplicantes, pedia que eu gozasse. Mas eu já tinha gozado duas vezes antes, e ambos sabíamos por experiência que ela teria que se esforçar bastante para conseguir o prêmio que tanto desejava. Voltei a brincar com seu ânus, introduzindo dois dedos nele e movendo-os ritmicamente dentro como se fosse meu pau a penetrá-la. Luisa gemía e suspirava com meu pau na boca, me dando muito prazer, estiquei a mão esquerda e acariciei seus seios, me diverti brincando com seus mamilos, enquanto meus dedos continuavam entrando e saindo do ânus. Luisa continuava com seu trabalho, lambendo e chupando meu pau, me fazendo gozar, belisquei um de seus mamilos e Luisa deu um salto, libertando meu pau da prisão que eram seus lábios. Me levantei apoiando as costas no encosto e puxei seus cabelos para trás. – Agora quero que você monte em mim, gostosa, quero aproveitar sua buceta – ordenei com voz imperiosa, enquanto lambia sua orelha – quero ver seu rosto ao gozar com meu pau dentro de você. Luisa passou uma de suas pernas por cima do meu corpo e se posicionou sobre meu pau, enfiando-se nele, deixou seus quadris caírem e meu pau desapareceu sob o tapete peludo que cobria sua gruta do prazer, ela começou a se mover para frente e para trás, suavemente, aproveitando cada centímetro do meu pau enterrado no dela, suas mãos apoiadas em meus ombros, seus seios subindo e descendo ritmicamente, seus olhos semicerrados, sua boca entreaberta, emitindo sons guturais, enquanto eu a agarrava pelos quadris tentando direcionar seus movimentos, que aos poucos iam acelerando, eu comecei a suar, sentindo o orgasmo se aproximar, sem poder evitá-lo, com Luisa acontecia o mesmo, seus movimentos de quadril tinham se tornado circulares e muito rápidos, sinal claro de que ela estava prestes a gozar. Percebi suas mãos se crisparem nos meus ombros e suas unhas cravarem na minha pele, vi como ela mordia o lábio inferior, tentando segurar o grito que anunciaria seu orgasmo. Eu bufava e grunhia enquanto fazia meus quadris baterem atrás da sua buceta molhada e quente. Gozamos os dois ao mesmo tempo, ela, entre uivos de prazer, sentindo sua buceta se encher de porra. Eu, entre grunhidos e bufadas, enchendo a buceta dela de leite. Caímos exaustos em cima da cama, abraçados, ofegantes, sentindo as ondas de prazer percorrerem nosso corpo. Aos poucos, fomos recuperando o fôlego, me mexi levemente e Luisa percebeu, se afastou um pouco para me dar liberdade de movimento. Não sei por que fiz isso, mas levantei da cama como se tivesse levado uma picada de agulha, e fui direto para o banheiro, tomei um banho e saí rápido, começando a me vestir. Luisa me olhou:
– Já vai embora? – me perguntou com ansiedade.
– Sim, vou indo, a gente se vê em breve.
– Você me trata como uma puta qualquer – disse com um tom de tristeza na voz.
– É o que você é, não é? – falei, olhando-a de lado. – Você não dizia que queria que eu te tratasse como uma promíscua? Então é isso que estou fazendo.
– Tudo bem. Até porque, afinal, Emílio e Carlos estão para chegar.
– Exatamente por isso, ou você quer que nos peguem aqui? Eu estou vestido, mas você está pelada, e ainda por cima, o quarto todo cheira a sexo, dá pra ver que você foi comida. Então é melhor você tomar um banho e arejar o quarto, para o seu marido não perceber.
– Mas qual é! Você vai me dizer o que eu tenho que fazer? – Luisa estava ficando brava de verdade.
– Vou dizer o que eu quiser, e você vai obedecer, sua vadia. Para isso que você serve, para me dar prazer e me obedecer.
– Olha… – Luisa se levantou da cama.
– Vou embora – disse secamente. – Te ligo quando tiver vontade de foder com você, até mais.
Abri a porta e saí do quarto, desci as escadas, abri a porta da Peguei a rua e fui pra casa.
– Não, por favor, Luisa! Se continuar assim, não vou demorar muito para gozar!
– Vai, quero sua porra na minha cara! – disse ela, com o rosto de uma fera selvagem.
Voltou a se agarrar ao meu pau, engolindo-o inteiro de uma só vez e, pressionando-o com seus lábios carnudos, começou a mover a cabeça para cima e para baixo rapidamente. Eu enfiei o dedo mais fundo e comecei a movê-lo como se fosse um pau dentro dela. Ela deu um grito e se moveu ainda mais rápido, possuída por uma loucura sexual.
Percebi que meu orgasmo se aproximava. Não queria gozar, mas era impossível me conter. Soltei um urro e minha porra inundou a boca da Luisa, enquanto ela não parava de me chupar. Meu pau não perdeu um pingo de dureza. Luisa ergueu a cabeça e, olhando nos meus olhos, disse:
– Me fode, me fode como se eu fosse uma puta!
Arrancou o thong – mais do que tirou – e se pôs de quatro no sofá. Virei e me posicionei atrás dela, alinhando a ponta do meu pau na entrada do seu. Ela o guiou para dentro, acariciando-o, e quando a cabeça do meu pau entrou, me pressionou:
– Vamos, novinho! Enfia de uma vez, me come, me come! – ela gritava.
Dei uma empurrada com o quadril e enfiei meu pau nela de uma só vez. Ela arqueou as costas e soltou um grito de prazer, movendo-se no meu ritmo. Luisa rebolava os quadris e não parava de soltar frases obscenas, me incentivando a comê-la mais e mais rápido. Ela gozou em poucos minutos, mas eu não parei – ela não me deixava parar. Meu corpo suava e minha mente vagava no prazer que aquela mulher me proporcionava. Senti sua boceta se contrair e... ela agarrava o meu, como se estivesse sugando para dentro, eu segurei as nádegas da Luisa e comecei a me mover rapidamente, com o objetivo de fazê-la gozar de novo, um dos meus dedos entrou no meio da racha das suas nádegas. – Vamos, cabrão!, mete o dedo no meu cu, vamos, faz isso! – ela gritou. Eu fiz, e ela gozou na hora, eu também estava prestes a gozar pela segunda vez, mas ela, fazendo um movimento com a cintura, se desencaixou, evitando, me olhou, parecia uma fera, era uma fera descontrolada, faminta de sexo, possuída pela luxúria e pelo vício, e eu era sua vítima. – Quero que me dê pelo cu, enfia no meu cu, moleque! – ela gritou – Pelo cu?, você quer que eu meta no seu cu? – eu estava alucinado – SIM! Vamos, não fica pensando, e me enfia de uma vez, mete de uma vez só! – Abri suas nádegas e encostei a cabeça do meu pau no seu ânus, maravilhado que aquela mulher estava me pedindo aquilo, eu só tinha visto isso nos filmes pornô, empurrei suavemente e minha glande entrou no seu ânus, não sem dificuldade. Luisa soltou um grito de dor, mas ao notar que eu ia recuar, gritou para eu continuar – Continua, cabrão!, não para agora! continua, enfia no meu cu, mete até o fundo de uma vez, vamos, moleque! – – Mas, achei que tinha te machucado! – eu disse – Eu gosto de dor!, sou uma foxy! Me dá pelo cu de uma vez, moleque, viadinho! – Quando ela me chamou de viadinho, minha mente disparou como uma mola, fiquei tomado pela raiva e dei uma enfiada selvagem com minha cintura, enterrando meu pau no seu ânus. – Gosta de dor, puta? Eu vou te ensinar a me chamar de viadinho! – comecei a me mover com fúria no seu ânus, enquanto as lágrimas de dor escorriam do rosto dela, mas continuei me animando com suas frases obscenas e seus insultos. Eu sentia meu pau engrossar a cada frase, com cada empurrão que dava, com cada grito, com cada soluço que ela soltava, eu ficava mais e mais excitado, agarrei suas nádegas e cravei minhas unhas nelas, me mexendo com força no seu ânus. Luisa começou a gemer e a uivar de prazer, Mais do que de dor, agarrei suas coxas e me joguei sobre suas costas, mordendo sua nuca enquanto bombeava meu pau em seu cú, apertado, mas cada vez mais quente. Luisa se deixou cair para frente, para acariciar seu clitóris com uma mão, enquanto meu pau perfurava sem compaixão seu ânus, o que eu aproveitei para agarrar seus seios. – Torce meus mamilos! – fiz sem hesitar, de leve no começo, mas diante dos insultos e obscenidades que ela soltava, fiz com mais força, me enfureci neles, fazendo Luisa gozar de novo. – Tô quase explodindo, foxy! Me dá sua boca! – gritei completamente fora de mim, tirei meu pau do seu cú e, pegando-a pelo cabelo, puxei em direção ao meu pau, ela abriu a boca e me recebeu dentro dela, bem na hora de receber toda a porra que eu tinha para ela. Me deixei cair no sofá, bufando e rosnando, ela ficou abraçada às minhas pernas, com meu pau, mole, ao lado de sua bochecha, seus olhos refletiam uma grande satisfação, o mesmo que os meus. – Porra, Luisa – disse quando consegui recuperar o fôlego – você é uma fera, foi incrível! – É, né? Você gostou? – Se eu gostei? Puta que pariu, se eu gostei! Quando você ia me insultando e falando o que falava, eu ficava cada vez mais com tesão! Alucinei! – Com o Emilio não dá, ele é muito tradicional e não gosta desse tipo de coisa, além do mais, ele me come pouco, e mal, faz anos que não tenho um orgasmo com ele, preciso realizar minhas fantasias, preciso me sentir viva! – Porra, e você tá! Você é uma fera! – comecei a pegar minhas roupas, que estavam espalhadas pela sala, quando Luisa soltou: – Quer ficar a noite? Emilio e Carlos não voltam até amanhã à tarde, tarde – Adoraria, mas e os vizinhos? Veriam minha moto na rua, ou poderiam me ver saindo amanhã – É verdade – reconheceu ela – além do mais, eu sou só uma foxy, que se usa pra descarregar porra, né? – Nãããããããããããão! Não fala isso! – Não, se não me importo – ela disse sorrindo divertida – é isso que eu quero ser pra você, quero ser sua puta!, quero que você me use, que me foda como faria com uma vagabunda, não quero um relacionamento romântico e amoroso, obrigada, mas não, quero ser comida, fodida como uma puta toda vez que estiver entre seus braços. Quero ser uma foxy! Quero ser sua foxy! – Eu estava alucinado com aquela mulher. Ela continuou falando. – Quero que você me insulte, que me humilhe, que me use ao seu bel-prazer, que quando tiver uma fantasia, realize comigo, que me machuque, se tiver vontade, sou sua foxy! – Caralho! – disse eu cada vez mais assustado de ver aquela fera sexual diante de mim, ela continuou – não me importo de ser um prato secundário, a quem se recorre quando seus planos com outras mulheres falharem, não me importo absolutamente que você me despreze por ser como sou, uma foxy, só quero te satisfazer em tudo! – Tá bom, tá bom, já entendi, para agora – disse eu, tentando acalmá-la… – Se quiser me insultar, insulte, se quiser me bater, bata, se quiser me oferecer aos seus amigos, pra que me fodam como a puta que sou, faça, eu não me importo, mas que o Emilio não fique sabendo, é a única condição que te peço, que meu marido não saiba nada disso, farei o que você quiser sempre, nunca vou recusar seus desejos, mas o Emilio nunca pode saber – Claro! – Agora vai, vai curtir com suas amigas, que me parece que tem uma que está atrás de você, aproveite ela, mas venha de vez em quando foder com sua foxy, tá? – Terminei de me vestir e saí de casa, subi na moto e fui pra minha casa, no caminho, encontrei os vizinhos da Luisa, que voltavam da cidade. Minha "relação" com a Luisa, se prolongou por mais de três anos, desde o verão de 88 até o começo de 92. Não foi uma relação no termo formal da palavra. Simplesmente, eu a comia quando queria, sem amarras, até mesmo depois de pararmos de nos ver, me dei com a Luisa em algumas ocasiões, só pra relembrar os velhos tempos. Enquanto Fiquei com a Luisa, tive mais relações, algumas com minas da minha idade, outras com mulheres milf como ela. Acho que assim percebi que nunca conseguiria ser fiel a uma parceira, embora a Luisa nunca tenha exigido que eu só transasse com ela. Na verdade, ela sempre me incentivava a fazer com outras mulheres, especialmente com garotas da minha idade. No começo, não dei bola, ela me preenchia completamente e satisfazia todos os meus desejos, antecipando eles em várias ocasiões.
Já estava há várias semanas transando com a Luisa, e a verdade é que eu adorava fazer isso, e ela também adorava. Além disso, eu aprendia rápido como devia me comportar com uma mulher como ela na cama. A Luisa queria que o homem que a comesse fosse dominante, quase brutal, que a pegasse sem restrições. Ela dizia que para romance já existiam os apaixonados, que o que ela queria era pica, sexo, vício e luxúria, que os "eu te amo" já eram dedicados pelo marido dela.
Lembro que um dia, em meados de outubro, estávamos na cama depois de foder, ela acariciando meu peito, completamente pelada, enquanto dava beijinhos suaves nas minhas coxas, como quase sempre, eu tinha acabado de gozar na boca dela. Eu acariciava o cabelo dela, enquanto fumava com ar distraído, minha mente vagava, pensando no que tinha acabado de acontecer, em como me sentia bem por fazer aquela mulher gozar nos meus braços de novo e de novo.
Senti a conhecida carícia da língua dela no meu saco, enquanto as mãos dela acariciavam meu pau com suavidade.
"O que você tá fazendo?" – perguntei.
"Ainda quer mais, foxy?" – eu tinha me acostumado a chamar ela de foxy quando estávamos juntos na casa dela.
"Quero o que você quiser. Se quiser que eu pare, eu paro, mas tô com vontade de chupar ele" – Como sempre, a Luisa falou com clareza total, expressando seus desejos mais íntimos. "Tô com muita falta de rola, e você me dá a que eu preciso, então é normal que eu te procure como uma puta. Afinal, é o que eu sou, não é verdade?" – ela disse enquanto passava a língua pelo meu pau. da minha buceta, lambendo ela – Que safada você fica! – eu disse sorrindo – É mesmo? – ela falou logo antes de engolir minha buceta entre seus lábios e começar a mover a cabeça para cima e para baixo. Coloquei minha mão direita na cabeça dela, e comecei a guiar o boquete com ela. Luisa fechou os olhos e soltou um gemido abafado, enquanto sua língua se enrolava na minha buceta, me dando um prazer imenso. – Continua assim, safada, eu adoro quando você chupa meu rabo – eu soltei, enquanto liberava a cabeça dela e levava minha mão direita até suas nádegas, dando um tapa nelas, fazendo com que Luisa, diligente e aplicada, aumentasse o ritmo do boquete. Meti minha mão entre os globos de suas nádegas, e acariciei seu cu, onde alguns minutos antes minha buceta tinha estado, já tinha voltado ao tamanho normal, meti um dedo e tirei, seguindo minha exploração até sua buceta. Luisa mudou de posição sem parar de chupar meu pau, variando o ritmo, para retardar meu orgasmo. Meus dedos chegaram à sua fenda, encontrando-a completamente molhada, procurei seu clitóris e o acariciei com a ponta do meu dedo médio, excitando-o. Luisa respondeu imediatamente à minha carícia, soltando um gemido gutural e engolindo meu pau até a raiz, minha mão esquerda agarrou seu cabelo, enquanto os dedos da direita entravam em sua buceta, ao mesmo tempo que pressionavam o clitóris. – Você é uma verdadeira Promíscua, acabei de te foder e você já está com vontade de novo. Você é uma verdadeira safada – eu dizia enquanto minha mão empurrava sua cabeça para baixo. Coloquei minha mão de lado, para penetrar melhor sua buceta com meus dedos, e de quebra, pressionar seu cu com meu polegar, não demorando a introduzi-lo, aquilo fez Luisa ficar louca. Ela começou a lamber minhas bolas enquanto com a mão me masturbava furiosamente, querendo tirar até a última gota do meu sêmen, puxei seu cabelo e a olhei com ar ameaçador, enquanto movia meus dedos mais rápido em sua buceta, com o objetivo de fazê-la gozar na minha mão, ela tentava não gozar, mas pelo rosto dela, eu sabia que seu orgasmo Ela estava perto, não conseguiria resistir por muito mais tempo, tirei os dedos e peguei o clitóris entre o polegar e o indicador, torcendo-o. Aquilo foi demais para ela, ela gozou dando grandes gritos e enfiou meu pau novamente na boca, chupando-o com avidez, enquanto, com olhos suplicantes, pedia que eu gozasse. Mas eu já tinha gozado duas vezes antes, e ambos sabíamos por experiência que ela teria que se esforçar bastante para conseguir o prêmio que tanto desejava. Voltei a brincar com seu ânus, introduzindo dois dedos nele e movendo-os ritmicamente dentro como se fosse meu pau a penetrá-la. Luisa gemía e suspirava com meu pau na boca, me dando muito prazer, estiquei a mão esquerda e acariciei seus seios, me diverti brincando com seus mamilos, enquanto meus dedos continuavam entrando e saindo do ânus. Luisa continuava com seu trabalho, lambendo e chupando meu pau, me fazendo gozar, belisquei um de seus mamilos e Luisa deu um salto, libertando meu pau da prisão que eram seus lábios. Me levantei apoiando as costas no encosto e puxei seus cabelos para trás. – Agora quero que você monte em mim, gostosa, quero aproveitar sua buceta – ordenei com voz imperiosa, enquanto lambia sua orelha – quero ver seu rosto ao gozar com meu pau dentro de você. Luisa passou uma de suas pernas por cima do meu corpo e se posicionou sobre meu pau, enfiando-se nele, deixou seus quadris caírem e meu pau desapareceu sob o tapete peludo que cobria sua gruta do prazer, ela começou a se mover para frente e para trás, suavemente, aproveitando cada centímetro do meu pau enterrado no dela, suas mãos apoiadas em meus ombros, seus seios subindo e descendo ritmicamente, seus olhos semicerrados, sua boca entreaberta, emitindo sons guturais, enquanto eu a agarrava pelos quadris tentando direcionar seus movimentos, que aos poucos iam acelerando, eu comecei a suar, sentindo o orgasmo se aproximar, sem poder evitá-lo, com Luisa acontecia o mesmo, seus movimentos de quadril tinham se tornado circulares e muito rápidos, sinal claro de que ela estava prestes a gozar. Percebi suas mãos se crisparem nos meus ombros e suas unhas cravarem na minha pele, vi como ela mordia o lábio inferior, tentando segurar o grito que anunciaria seu orgasmo. Eu bufava e grunhia enquanto fazia meus quadris baterem atrás da sua buceta molhada e quente. Gozamos os dois ao mesmo tempo, ela, entre uivos de prazer, sentindo sua buceta se encher de porra. Eu, entre grunhidos e bufadas, enchendo a buceta dela de leite. Caímos exaustos em cima da cama, abraçados, ofegantes, sentindo as ondas de prazer percorrerem nosso corpo. Aos poucos, fomos recuperando o fôlego, me mexi levemente e Luisa percebeu, se afastou um pouco para me dar liberdade de movimento. Não sei por que fiz isso, mas levantei da cama como se tivesse levado uma picada de agulha, e fui direto para o banheiro, tomei um banho e saí rápido, começando a me vestir. Luisa me olhou:
– Já vai embora? – me perguntou com ansiedade.
– Sim, vou indo, a gente se vê em breve.
– Você me trata como uma puta qualquer – disse com um tom de tristeza na voz.
– É o que você é, não é? – falei, olhando-a de lado. – Você não dizia que queria que eu te tratasse como uma promíscua? Então é isso que estou fazendo.
– Tudo bem. Até porque, afinal, Emílio e Carlos estão para chegar.
– Exatamente por isso, ou você quer que nos peguem aqui? Eu estou vestido, mas você está pelada, e ainda por cima, o quarto todo cheira a sexo, dá pra ver que você foi comida. Então é melhor você tomar um banho e arejar o quarto, para o seu marido não perceber.
– Mas qual é! Você vai me dizer o que eu tenho que fazer? – Luisa estava ficando brava de verdade.
– Vou dizer o que eu quiser, e você vai obedecer, sua vadia. Para isso que você serve, para me dar prazer e me obedecer.
– Olha… – Luisa se levantou da cama.
– Vou embora – disse secamente. – Te ligo quando tiver vontade de foder com você, até mais.
Abri a porta e saí do quarto, desci as escadas, abri a porta da Peguei a rua e fui pra casa.
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