Quase gozei no trem de novo

Como de costume de manhã, o trem Sarmiento tá lotado de gente. Quando subi, fiquei espremido no meio da multidão, mal conseguia me mexer. Quando chegou na estação Ramos Mejía, uma porrada de gente subiu e a gente ficou ainda mais apertado. Como não dava pra fechar as portas, o trem não seguia viagem. Então o povo descia e subia de novo pra se arrumar melhor e conseguir fechar a porta. Nesse vai e vem, uma mulher de uns 35 anos ficou bem colada de lado no meu corpo. Meu cotovelo enfiou entre os peitos dela. E minha perna também se meteu entre as pernas dela. Quando o trem começou a andar, meu corpo roçava mais no dela. Eu não queria olhar pra ela, porque com o atrito da minha perna com a dela, meu pau começou a endurecer. Quando chegou na próxima estação, com o movimento da galera tentando subir, tentei mudar de posição, mas parecia que ela se mexia pra eu ficar daquele jeito. Assim que o trem partiu de novo, sem querer apoiei mais meu braço nos peitos dela. Aí olhei pra ela como quem pede desculpa. Foi quando vi que um cara atrás também tava bem encostado nela. O balanço do trem continuava fazendo meu pau ficar mais duro. Tava tão duro que já não sabia como disfarçar. De repente, sinto as pernas dela se fecharem e apertarem a minha. Quando senti isso, me arrisquei e, enquanto olhava pra ela, enfiei mais minha perna entre as dela, e minha coxa encostou na virilha dela. Minha perna também sentia a perna do cara que tava apoiando por trás. Depois da próxima estação, já sentia ela pressionando a virilha contra a minha. Logo comecei a ficar com medo, porque nas próximas estações o povo começava a descer e iam notar minha ereção na bermuda que eu tava usando. E pra piorar, sinto ela começar a passar a mão no meu pau. Olhei pra todo lado pra ver se ninguém tava percebendo. Quando vi que a gente ainda tava apertado, junto com o balanço do trem e do tipo que tava apoiando ela por trás, fazendo movimentos como se tivesse comendo ela, aproveitei e meti a mão entre as pernas dela e fiquei roçando a pussy dela. Meu braço sentia o peito dela acelerando. Bem na estação antes de chegar na terminal Once, desceu muita gente, então a gente não tava mais tão apertado, paramos de nos tocar e o cara atrás parou de apoiar ela porque provavelmente já tinha gozado na calça dele. Aí criei coragem e puxei papo. Perguntei o nome dela e ela, com um sotaque bem correntino, falou que se chamava Ramona. Depois pedi o número, mas ela não tinha celular — naquela época nem todo mundo tinha um. Então ela me contou que tava fazendo uma substituição na portaria de um prédio, me passou o endereço e disse que ficava lá até as 15h. Falei que antes das 15h eu passava pra terminar o que a gente começou no trem. Nessa hora a gente chegou na terminal, e quando a porta abriu, a multidão nos empurrou pra fora do vagão e perdi ela de vista. Mais tarde, depois de almoçar e terminar os trampos que fui fazer, em vez de voltar pra casa, andei umas quadras até o endereço que ela tinha me dado. Chegando na porta, apertei a campainha da portaria e ninguém aparecia. Depois de uns minutos, já ia embora achando que ela tinha me passado qualquer endereço de propósito. Quando tava saindo, vejo a Ramona vindo pela calçada com uma garrafa de cerveja de litro bem gelada. Não tinha reconhecido ela com o avental de trabalho e uma touca na cabeça. Quando me viu, chegou perto e pediu pra eu esperar um pouco, pra ninguém me ver entrando. Minutos depois, ela abriu a porta e fomos direto pra uma salinha que tava escrito "conserjaria". Lá dentro, o quarto era bem pequeno, sem janelas, cheiro forte de mofo e lotado de coisas. Tinha colchões, mesas, cadeiras e outras tralhas empilhadas por todo lado. Numa mesinha, ela tinha deixado a cerveja gelada com dois copos. Enquanto trancava a porta com chave, Ramona falava que não achava que eu ia aparecer. Enquanto eu... me deu um copo de cerveja, pegou na minha pica por cima da bermuda e me beijou de boca aberta. Enfiou a língua com gosto de cerveja e cigarro bem lá no fundo da minha boca. Depois começou a desabotoar o jaleco, tirou a touca e soltou o cabelo enquanto jogava um colchão no chão. Ela subiu no colchão e ficou me esperando, tomando cerveja. Eu tirei a roupa rapidinho e fiquei só de cueca. Cheguei perto dela, ela pegou na minha cabeça e me beijou de novo enquanto eu desabotoava o sutiã dela pra soltar aqueles peitões enormes. Ela tava meio suada por causa do calor naquele quartinho. Abaixei a cara e comecei a chupar os peitos dela, salgados do suor. Ela me pegou pelos ombros e me guiou pra descer até a buceta dela. Eu me ajoelhei no colchão e ela, de pé, abriu as pernas enquanto eu tirava a calcinha dela. Aí enfiei a cara na buceta dela, que tinha só um tufinho de pelo no púbis. Ela mexia o púbis pra frente como se tivesse uma pica e tivesse comendo minha boca. Cada vez que eu enfiava a língua na buceta dela, ficava mais salgada do suor. Minha cara tava toda molhada da buceta suada dela, e o cheiro não era lá muito agradável. De repente, ela tremeu e gozou, apertando minha cara com as mãos contra a buceta dela. Quando ela deixou eu tirar um pouco a cara pra respirar, fiz ela se ajoelhar e virar de costas. Assim, de quatro, continuei chupando a buceta dela por trás, e quando ia começar a chupar o cu dela, fui tirar a calcinha de vez. Como ela tava com as pernas bem abertas, vi bem a calcinha dela. Tinha uma mancha de menstruação na parte do cu. Ela abria as nádegas pra eu chupar a buceta e o cu dela. Mas vendo a mancha na calcinha e aquele cheiro de suor misturado com outra coisa, não tive coragem de chupar o cu dela. Nessa hora, ela com aquele sotaque correntino lindo me pediu pra comer ela. Peguei uma camisinha, coloquei e agarrei ela. Suas nalgas e eu apoiei a pica na entrada da buceta úmida dela. Uma vez que a cabeça da minha pica estava bem apontada, enfiei de uma vez. Quando Ramona sentiu que eu tinha minhas bolas na porta da buceta dela, começou a se mexer pra frente e pra trás. Eu comecei a comê-la um pouco mais forte e ela rebolava os quadris. Ela movia os quadris devorando minha pica enquanto me dizia pra não fazermos barulho, mas ela gemia cada vez mais alto. Ramona gozou várias vezes antes de eu gozar. Depois disso, continuamos tomando cerveja em silêncio. Quando acabamos a cerveja, me joguei de costas no colchão e comecei a bater uma. Quando endureceu, ela se meteu entre minhas pernas, se inclinou sobre meu púbis e começou a me fazer um boquete bem molhado. A saliva dela escorria pelas minhas bolas. Então ela começou a girar o corpo pra ficar por cima de mim e fazer um 69. Ela não me deixava respirar com a buceta molhada e cheirosa dela. Eu tentava aproveitar a buceta dela na minha boca, mas vinha na mente a calcinha molhada. Quando ela sentiu que eu ia gozar na boca dela, pegou uma camisinha e colocou em mim. Depois continuou passando a buceta dela pela minha boca, depois pelo meu peito. E assim foi até chegar na minha pica. Ela enfiou bem devagar e depois começou a subir e descer na minha pica. Depois começou a cavalgar mais forte e dominava o ritmo quando sentia que meu corpo indicava que eu ia gozar. De repente, vejo o corpo dela se esticar e percebo que ela teve um orgasmo. Assim, do nada, tirou minha pica da buceta dela e se levantou. Sem dizer nada, acendeu um cigarro e me ofereceu um. Eu não fumo. Ela sentou e fumava enquanto minha pica murchava ainda com a camisinha. Enquanto fumava, me contava que aquele era um trabalho temporário, que o porteiro estava de férias. Quando ela foi na metade do cigarro, minha pica já tinha dormido completamente. Então, bem na hora que tirei a camisinha, ela voltou pra cama e começou a chupar ela assim, mole. continuava fumando. Alternava uma tragada e depois me chupava a pica e soltava a fumaça com a pica enfiada até o saco na boca dela. Quando terminou de fumar, me chupou mais um pouco e, quando sentiu que tava bem dura, colocou uma camisinha e se deitou de barriga pra cima no colchão. Subi e meti de novo de uma vez. Ela abria bem as pernas pra minha pica entrar mais fundo. Enquanto eu comia ela, me agarrava no rosto pra me beijar. De novo enfiava a língua com cheiro de cigarro e muita saliva. Enquanto me beijava, as pernas dela envolviam meu corpo. Ela acompanhava o meu ritmo com a bacia. As tetonas dela balançavam no ritmo das minhas metidas. De repente, ela levantou mais a bacia e tirou minha pica da buceta e apontou pro cu dela. Aos poucos fui enfiando a cabeça da pica, mas como ela tava bem suada, entrou fácil. Ela mexia a cintura pra entrar mais fácil. Ver as tetas dela balançando e ela segurando com os braços me deixou com muito tesão e gozei no cu dela. Ela continuou se mexendo por mais um tempo depois que minha pica foi amolecendo dentro do cu dela. Quando tirei, senti um cheirão de merda. Quando levantei, vi que o colchão tava sujo com resto de merda. Ela pegou a calcinha e limpou o cu enquanto dizia que ia ter que voltar pra casa sem calcinha e esperava que o marido não percebesse. Aí eu descobri que ela era casada. Depois disso, me vesti, sem poder me lavar porque não tinha banheiro. Antes de ir, combinamos que outro dia eu voltaria. A verdade é que foi uma boa foda, mas alguns problemas de higiene, cheiros e os beijos com gosto de cigarro me broxavam, então não voltei. Quase 2 meses depois, tava passando perto do prédio e comecei a ficar com tesão e pensei: não seria ruim uma boa transa, talvez num hotel e fazia ela tomar um banho antes. Mas ela já não trabalhava mais lá. Infelizmente nunca mais a encontrei no trem. Essa é a terceira vez que tive uma experiência no trem. A primeira foi com uma trava. A segunda eu gozei em cima. E depois essa aqui.

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