Estávamos na casa dos meus sogros, que estavam nos esperando.
Entramos na casa e lá estava minha sogra, que, assim como meu sogro, são pessoas excelentes. Ela já tinha posto a mesa com um delicioso prato de arroz com frango e outros petiscos.
E assim as horas passaram, a gente conversava sobre um assunto ou outro com meus sogros, já tinha caído a tarde quando foram chegando os dois irmãos da minha mulher. Eles eram o Juan, de 22 anos, e o Luis, de 21; além disso, vieram os dois primos dela, o Esteban, de 20 anos, e o Cesar, de 22, que eram como irmãos pra ela. Todos foram se aproximando pra nos cumprimentar...
As horas passaram e chegou a hora de descansar, e a gente precisava mesmo, porque com a viagem estávamos exaustos. Minha esposa e eu fomos pro nosso quarto, tomamos um banho antes e depois fomos deitar pra acordar de manhã bem cedo.
No dia seguinte, acordamos umas 6 da manhã, por causa do barulho da família toda, que acorda cedo. Fomos até o carro e lá estavam os primos e irmãos da minha esposa, já com as mochilas prontas e nos esperando. Colocamos tudo no veículo, todo mundo dentro, nos despedimos dos meus sogros e pegamos a estrada pro rio, que devia estar a uns 15 minutos de viagem.
No caminho, meus cunhados e os primos da minha esposa conversavam sobre várias coisas, sobre as aventuras com as namoradinhas deles e sobre a vida sexual, que parecia ser bem bagunçada, mas, pelo que dava pra ver, eles curtiam a vida, dando vazão ao sexo com quase todas as garotas da cidade onde moravam. Minha esposa, por sua vez, só falava que eles deviam sossegar e arrumar uma namorada fixa, e eles só riam.
Os minutos passaram e já estávamos no local, o rio estava lindo e o lugar onde íamos ficar era perfeito. Minha esposa entrou na barraca pra trocar de roupa, eu entrei com ela. e ela estava colocando o biquíni dela, eu só fiquei de boca aberta vendo como ficava bem nela, claro; era um pouco apertado porque pelas laterais do biquíni os lábios da buceta dela escapavam um pouco.
Eu me aproximei e comecei a beijar o pescoço e as costas dela enquanto descia minhas mãos até a buceta dela, tentando enfiar os dedos dentro…
— Meu amor, o que você tá fazendo? Não vê que lá fora estão todos eles e podem nos ver?
— Não vão nos ver, estamos aqui dentro, além do mais, que diferença faz se virem ou não? Você já ouviu tudo o que eles estavam contando…
— Sim, mas não, além disso eles são minha família…
— Então quer dizer que se não fossem família não teria problema, hehe
Eu saí primeiro, sorrindo com o que o irmão dela tinha dito, e atrás de mim vinha minha esposa… Todos ficaram olhando para ela de boca aberta, porque os peitos dela, que como eu disse são enormes, estavam escapando do biquíni, e nem se fala da tanga, que como eu disse, deixava parte da buceta dela aparecendo pelas laterais.
— O que foi com vocês? Nunca viram uma mulher?
— Aiii prima, mas com essa roupa como não olhar de novo? Mesmo sendo nossa prima, você continua sendo mulher… me desculpa com você, mas é quase impossível não olhar.
— Fica tranquilo Esteban, foi exatamente isso que eu falei quando saímos de casa e um pouco mais, né meu amor? Falo pra eles o que eu te disse?
— Você sempre assim, já cala a boca e vamos pro rio, além do mais você prometeu me ajudar a aprender a nadar…
— Sim, meu amor, verdade rapazes, vocês também estão dispostos a ajudar ela a aprender a nadar?
— Claro que sim, hoje você vai ser uma nadadora e tanto, priminha
Todos nós fomos para a água, os irmãos da minha mulher e os primos dela deixaram a gente passar na frente, com certeza era pra poder ver ela por trás, eu ouvi murmúrios e risadas, com certeza estavam comentando sobre o biquíni da minha esposa e o quão puta ela parecia…
Já dentro da água, fiz sinais pra minha esposa se aproximar, ela com medo foi chegando pela parte mais rasa, eu chamei o Esteban pra chegar perto e me ajudar com Os pés da minha esposa pra poder nivelar ela dentro da água entre nós dois.
— Meu amor, eu vou te segurar pelos braços e o Esteban vai te segurar pelos pés e pelo quadril, então tenta manter a postura pra começar com o teu equilíbrio.
Ela se aproximou e balançou a cabeça confirmando que tinha entendido. Eu segurei ela pelos ombros e o Esteban segurou pelos pés. A gente manteve ela nivelada por um bom tempo e, como vi que ela tava mandando bem, falei pro Esteban segurar ela sozinho. Aí ele se posicionou no centro pra segurar ela com as duas mãos.
Quando eu soltei, o Esteban pegou nas costas dela e, sem querer, tocou a bunda dela só pra ajustar. Eu percebi e ela também. Ficaram assim por um tempão. Eu, por minha vez, comecei a aproveitar pra nadar.
Num momento em que resolvi voltar pra minha esposa pra ver como ela tava indo, pude ver que já não era sem querer que o primo Esteban tava passando a mão na bunda dela. Dava pra ver debaixo d'água que ele tava com a mão segurando as duas nádegas dela inteirinhas, e minha esposa não fazia nada pra se soltar. Eu continuei na minha, mas o que tava rolando tava me deixando meio nervoso e também excitado.
Num dado momento, vi que junto com o Esteban e minha esposa agora também tava o outro primo, César, que parecia que ia ajudar também, porque ela já tinha mudado de posição e dessa vez tava de bruços. Dava pra ver que os dois seguravam ela pelos ombros e pelas pernas, mas não só isso… dava pra observar sem muito esforço como os dois tavam passando a mão, pegando nos peitos dela e parecia que os dedos deles também tavam bem perto da buceta dela. O que me impressionava é que ela não fazia nenhuma tentativa de tirar eles.
Falei pros meus cunhados que a gente fosse pegar umas cervejas. Aí gritei pra minha esposa e pros primos dela que a gente ia sair pra beber algo, e eles nos seguiram. Eu não queria dar bandeira do que tinha visto os primos da minha esposa fazerem com ela, então não fiz nenhum gesto pra ela, mesmo morrendo de vontade. Tô morrendo de vontade de fazer só pra ver a reação dela.
O tempo foi passando, a gente tava comendo e bebendo, e eu percebia que o Esteban e o Cesar não tiravam os olhos da minha esposa. Minha esposa já tava meio bêbada, porque todo mundo tava bebendo pra caralho, não sabia quanto ela tinha tomado porque eu tava na minha, mas pelo visto já tinha exagerado, e o mais provável é que os primos dela fossem os culpados por isso... Mas isso tava me dando vantagem, pro meu plano, eu tinha que continuar enchendo ela de bebida. Quando ela tá bêbada, é bem complacente, e eu ia ver se dessa vez rolava.
— Toma, meu amor, bebe.
— Valeu, meu bem, mas já bebi pra caramba kkk
O Juan, irmão mais velho da minha mulher, colocou música, e começaram a dançar. Pegaram minha esposa pelas mãos pra dançar, e ela aceitou. O outro irmão dela, o Luis, também se aproximou, junto com o Esteban e o Cesar. Todo mundo dançava em volta dela, e os mais agarrados eram os primos, que pareciam polvos, passando as mãos por todo lado, às vezes pegando demais nela, e os irmãos dela não ficavam atrás, cada um tava passando a mão o máximo que podia...
— E aí, Esteban, para de pegar na sua prima que o marido tá aqui e vai ficar puto.
Aí todo mundo virou pra me olhar, até minha esposa, e eu só falei:
— Relaxa, que a gente é família, isso sim... mas não vão fazer tudo que vocês disseram que faziam com as namoradas de vocês, hein kkkk
Minha esposa continuava dançando, e a gente continuava bebendo. Perdemos a noção do tempo, e já tinha caído a noite... Isso me fez pensar: será que meus cunhados e os primos deles iam mesmo dormir no meio do mato? E isso me fez pensar que eu devia aproveitar que todo mundo tava bêbado e que, pelos comentários, até meus cunhados poderiam comer minha esposa. Eu tinha que convidar eles pra dormir dentro da minha barraca.
— Bom, e agora, o que a gente vai fazer? Como vamos nos arrumar pra dormir? Minha barraca não é muito grande, mas acho que Bem acomodados, todo mundo cabe aqui. Além disso, acho que não é boa ideia vocês dormirem fora, né, meu amor.
Minha esposa virou pra mim e respondeu:
— Não vejo problema, a barraca é grande.
Nisso, o primo falou:
— Acho que hoje vocês não vão poder ter ação.
— Como assim? Por um dia que não der, não vai acontecer nada. A sorte é que a gente mata a vontade todo dia, kkk.
Eu ouvia toda essa conversa entre eles e minha esposa, e foi quando eu me toquei e falei:
— Bom, meu amor, que tal virar uma alma caridosa pros seus primos e irmãos e dar uma mãozinha ou uma ajudinha? Acho que seria justo, kkk.
Todo mundo ficou mudo. Minha esposa não sabia o que dizer… e nisso o João falou:
— De qualquer forma, ninguém vai contar o que rolou aqui. Vai ser tipo Vegas: “o que se faz em Vegas fica em Vegas”, kkk. Acho que todo mundo vai ficar calado como túmulos. O que você acha, irmãzinha?
Ela ficou em silêncio por uns instantes… E aí veio o inesperado:
— Tá bom, mas disso ninguém fala uma palavra. E você, meu amor, tem certeza? Isso não vai afetar nosso relacionamento?
— Fica tranquila, minha vida. Além do mais, você sabe que eu queria experimentar algo novo na nossa vida… e mais.
Todo mundo estava de acordo. Estávamos prontos pra começar a curtir minha esposa. Não tinha mais volta, e ela sabia disso. Minha esposa se agachou no chão, e cada um dos irmãos e primos, assim como eu, nos aproximamos dela. Em seguida, fomos tirando nossos paus.
Ela foi pegando um por um com as mãos. Os primeiros foram o do irmão dela, João, e o do primo Estêvão. Ela batia uma pra um enquanto enfiava o outro na boca. Eu não acreditava no que tava vendo. Soltava um e pegava o próximo. Enquanto isso, o outro irmão, Luís, e o primo César faziam fila atrás dela. Tocavam a bunda dela e enfiavam os dedos na buceta da minha esposa, assim como no cu dela. Se abaixavam e passavam a língua na entrada do rabo dela enquanto ela não parava. não soltava por nada os pau que tinha na frente.
Depois eles se revezaram, agora era a vez de Luis e Cesar, que receberam a boca da minha esposa nos paus deles. Parecia que o irmão dela, Luis, nunca tinha recebido um boquete, porque ele não demorou a ser o primeiro a encher a boca da minha esposa de porra, ela continuou engolindo tudo que o irmão dela estava despejando, enquanto ele dava pulos a cada passada que a irmã dava no prepúcio dele.
Atrás dela, Esteban já estava preparando o pau dele para meter com tudo na prima, colocou na entrada da buceta dela e de uma só vez enfiou, ela teve que soltar o pau que tinha na boca para dar um grito. Esteban continuava bombando com força, e os ovos dele batiam na bunda dela, parecendo aplausos. Minha mulher só gemia e a respiração dela ficava cada vez mais rápida.
Esteban tirou o pau da buceta da prima, dando lugar para Juan fazer a mesma coisa, mas ele foi além, porque colocou o pau na entrada do cu da minha esposa e começou a enfiar, ela gritou de novo de dor e só dizia "devagar, devagar que tá doendo". Mas isso não ia rolar, porque Juan de uma só vez meteu o pau duro dele dentro do cu da minha esposa, que tinha uma cabeça enorme e com certeza tava machucando ela.
Aos poucos, minha esposa foi se acostumando com a dor, já não estava mais gritando, agora pareciam gemidos de prazer que só eram abafados pelos paus que tinha na boca. Eu continuava sentado vendo o que minha esposa estava fazendo, me masturbando, estava aproveitando tanto ou mais que eles.
De repente, vi que minha esposa se levantou e Juan se jogou no chão para ela montar nele, ela se posicionou de jeito que o pau do irmão entrasse na buceta dela, ela começou o trabalho dela mexendo a cintura de um lado para o outro, eu via como o pau do Juan fazia sair líquidos de dentro dela, que com certeza eram por causa das vezes que minha esposa tinha gozado. Juan Puxo ela pelo pescoço e aproximei a boca dela da minha, e começou a beijá-la, ele colocava a língua pra fora e se juntava com a da minha mulher.
De repente, vi como Luis, que já tinha gozado na boca da irmã, tava com o pau duro de novo. Ele se posicionou atrás dela e meteu sem falar nada, direto no cu. Ela teve que parar o beijo com o outro irmão pra ver o que tava rolando, e foi aí que percebeu que os dois irmãos tavam dando uma dupla penetração nela. Não passou nem um minuto e ela explodiu num orgasmo forte, se contorcendo toda, e os gritos dela dava pra ouvir de longe. Da buceta dela saía uma porrada de líquido dos orgasmos seguidos.
Agora era o Esteban quem queria que minha esposa cavalgasse ele. Ele se deitou no chão e minha esposa enfiou o pau dele na buceta dela. O irmão dele, Juan, foi pra trás da irmã e pediu espaço pro Luis, pra ser ele agora quem ia dar uma culiada na minha esposa. O Cesar chegou perto da boca da Karen só pra deixar ela cheia de uma gozada de cinema. Era uma quantidade exagerada de porra que o cara tava dando pra prima, parte dela respingou nas bochechas e na testa dela. Karen não parava de gemer, e dava pra ver que já tinha gozado umas dez vezes seguidas.
Já tinham passado uns 15 minutos que Esteban e Juan tavam comendo minha esposa. Era hora de encher ela de porra, e os dois queriam que ela engolisse. Ela ficou de cócoras enquanto os dois batiam punheta pros próprios paus. Ela só abriu a boca, esperando a descarga. O primeiro foi Esteban, que enfiou o pau na boca dela até o fundo pra não perder nem uma gota de sêmen. Ela engoliu tudo, e no final limpou ele sem deixar nenhum vestígio de porra. Ela olhou pra ele e sorriu, passando a língua nos lábios, abriu a boca pra ele ver que não tinha sobrado nada.
Agora era a vez do Juan, que gozou na cara toda dela, deixando ela completamente banhada de porra — no cabelo, na bochecha e na boca. Ela puxou ele pra perto e fez a mesma coisa que com os outros: terminou limpando da ponta do pau até os ovos, sem deixar uma gota sequer. Porra.
Eu, por minha vez, já não aguentava mais, tava super excitado de ver tudo que tinha acontecido e que eu era o culpado de tudo isso. Minha esposa virou pra me olhar, o olhar dela era safado, me aproximei dela e ela me levou pra dentro da loja.
— Agora sim você tá feliz, meu amor? Gostou do que acabou de ver?
— Claro que sim, querida, você me fez o homem mais feliz do mundo…
— Agora é sua vez, meu amor, agora você vai ser quem vai me encher de porra… quero que você me dê essa porra de uma vez…
Na sequência, coloquei ela de quatro e comecei a penetrar ela com violência, queria que meu pau entrasse na buceta dela com tudo e com os ovos, não conseguia tirar da minha mente a cara dela engolindo a porra dos irmãos e primos, ainda via como eles sodomizavam ela e isso me excitava. Eu tirava meu pau da buceta dela e metia no cu dela e vice-versa, batia com força sem me importar se machucava ou não. Ela pedia porra, então eu tinha que dar, já não aguentava mais nem um minuto, sentia que meu pau ia estourar, então virei ela, ela abriu a boca e eu comecei a depositar na boquinha dela toda a minha porra, ela chupava meu pau como se fosse um canudo, todo o meu sêmen tava dentro dela.
Ela só me olhou e disse:
— Obrigada, meu amor, nunca pensei que isso fosse tão gostoso, do que eu tava perdendo…
— Você sabe que a gente pode repetir isso sempre que você quiser…
— Pode ter certeza que vão vir muitas vezes mais, meu amor kkkk
Entramos na casa e lá estava minha sogra, que, assim como meu sogro, são pessoas excelentes. Ela já tinha posto a mesa com um delicioso prato de arroz com frango e outros petiscos.
E assim as horas passaram, a gente conversava sobre um assunto ou outro com meus sogros, já tinha caído a tarde quando foram chegando os dois irmãos da minha mulher. Eles eram o Juan, de 22 anos, e o Luis, de 21; além disso, vieram os dois primos dela, o Esteban, de 20 anos, e o Cesar, de 22, que eram como irmãos pra ela. Todos foram se aproximando pra nos cumprimentar...
As horas passaram e chegou a hora de descansar, e a gente precisava mesmo, porque com a viagem estávamos exaustos. Minha esposa e eu fomos pro nosso quarto, tomamos um banho antes e depois fomos deitar pra acordar de manhã bem cedo.
No dia seguinte, acordamos umas 6 da manhã, por causa do barulho da família toda, que acorda cedo. Fomos até o carro e lá estavam os primos e irmãos da minha esposa, já com as mochilas prontas e nos esperando. Colocamos tudo no veículo, todo mundo dentro, nos despedimos dos meus sogros e pegamos a estrada pro rio, que devia estar a uns 15 minutos de viagem.
No caminho, meus cunhados e os primos da minha esposa conversavam sobre várias coisas, sobre as aventuras com as namoradinhas deles e sobre a vida sexual, que parecia ser bem bagunçada, mas, pelo que dava pra ver, eles curtiam a vida, dando vazão ao sexo com quase todas as garotas da cidade onde moravam. Minha esposa, por sua vez, só falava que eles deviam sossegar e arrumar uma namorada fixa, e eles só riam.
Os minutos passaram e já estávamos no local, o rio estava lindo e o lugar onde íamos ficar era perfeito. Minha esposa entrou na barraca pra trocar de roupa, eu entrei com ela. e ela estava colocando o biquíni dela, eu só fiquei de boca aberta vendo como ficava bem nela, claro; era um pouco apertado porque pelas laterais do biquíni os lábios da buceta dela escapavam um pouco.
Eu me aproximei e comecei a beijar o pescoço e as costas dela enquanto descia minhas mãos até a buceta dela, tentando enfiar os dedos dentro…
— Meu amor, o que você tá fazendo? Não vê que lá fora estão todos eles e podem nos ver?
— Não vão nos ver, estamos aqui dentro, além do mais, que diferença faz se virem ou não? Você já ouviu tudo o que eles estavam contando…
— Sim, mas não, além disso eles são minha família…
— Então quer dizer que se não fossem família não teria problema, hehe
Eu saí primeiro, sorrindo com o que o irmão dela tinha dito, e atrás de mim vinha minha esposa… Todos ficaram olhando para ela de boca aberta, porque os peitos dela, que como eu disse são enormes, estavam escapando do biquíni, e nem se fala da tanga, que como eu disse, deixava parte da buceta dela aparecendo pelas laterais.
— O que foi com vocês? Nunca viram uma mulher?
— Aiii prima, mas com essa roupa como não olhar de novo? Mesmo sendo nossa prima, você continua sendo mulher… me desculpa com você, mas é quase impossível não olhar.
— Fica tranquilo Esteban, foi exatamente isso que eu falei quando saímos de casa e um pouco mais, né meu amor? Falo pra eles o que eu te disse?
— Você sempre assim, já cala a boca e vamos pro rio, além do mais você prometeu me ajudar a aprender a nadar…
— Sim, meu amor, verdade rapazes, vocês também estão dispostos a ajudar ela a aprender a nadar?
— Claro que sim, hoje você vai ser uma nadadora e tanto, priminha
Todos nós fomos para a água, os irmãos da minha mulher e os primos dela deixaram a gente passar na frente, com certeza era pra poder ver ela por trás, eu ouvi murmúrios e risadas, com certeza estavam comentando sobre o biquíni da minha esposa e o quão puta ela parecia…
Já dentro da água, fiz sinais pra minha esposa se aproximar, ela com medo foi chegando pela parte mais rasa, eu chamei o Esteban pra chegar perto e me ajudar com Os pés da minha esposa pra poder nivelar ela dentro da água entre nós dois.
— Meu amor, eu vou te segurar pelos braços e o Esteban vai te segurar pelos pés e pelo quadril, então tenta manter a postura pra começar com o teu equilíbrio.
Ela se aproximou e balançou a cabeça confirmando que tinha entendido. Eu segurei ela pelos ombros e o Esteban segurou pelos pés. A gente manteve ela nivelada por um bom tempo e, como vi que ela tava mandando bem, falei pro Esteban segurar ela sozinho. Aí ele se posicionou no centro pra segurar ela com as duas mãos.
Quando eu soltei, o Esteban pegou nas costas dela e, sem querer, tocou a bunda dela só pra ajustar. Eu percebi e ela também. Ficaram assim por um tempão. Eu, por minha vez, comecei a aproveitar pra nadar.
Num momento em que resolvi voltar pra minha esposa pra ver como ela tava indo, pude ver que já não era sem querer que o primo Esteban tava passando a mão na bunda dela. Dava pra ver debaixo d'água que ele tava com a mão segurando as duas nádegas dela inteirinhas, e minha esposa não fazia nada pra se soltar. Eu continuei na minha, mas o que tava rolando tava me deixando meio nervoso e também excitado.
Num dado momento, vi que junto com o Esteban e minha esposa agora também tava o outro primo, César, que parecia que ia ajudar também, porque ela já tinha mudado de posição e dessa vez tava de bruços. Dava pra ver que os dois seguravam ela pelos ombros e pelas pernas, mas não só isso… dava pra observar sem muito esforço como os dois tavam passando a mão, pegando nos peitos dela e parecia que os dedos deles também tavam bem perto da buceta dela. O que me impressionava é que ela não fazia nenhuma tentativa de tirar eles.
Falei pros meus cunhados que a gente fosse pegar umas cervejas. Aí gritei pra minha esposa e pros primos dela que a gente ia sair pra beber algo, e eles nos seguiram. Eu não queria dar bandeira do que tinha visto os primos da minha esposa fazerem com ela, então não fiz nenhum gesto pra ela, mesmo morrendo de vontade. Tô morrendo de vontade de fazer só pra ver a reação dela.
O tempo foi passando, a gente tava comendo e bebendo, e eu percebia que o Esteban e o Cesar não tiravam os olhos da minha esposa. Minha esposa já tava meio bêbada, porque todo mundo tava bebendo pra caralho, não sabia quanto ela tinha tomado porque eu tava na minha, mas pelo visto já tinha exagerado, e o mais provável é que os primos dela fossem os culpados por isso... Mas isso tava me dando vantagem, pro meu plano, eu tinha que continuar enchendo ela de bebida. Quando ela tá bêbada, é bem complacente, e eu ia ver se dessa vez rolava.
— Toma, meu amor, bebe.
— Valeu, meu bem, mas já bebi pra caramba kkk
O Juan, irmão mais velho da minha mulher, colocou música, e começaram a dançar. Pegaram minha esposa pelas mãos pra dançar, e ela aceitou. O outro irmão dela, o Luis, também se aproximou, junto com o Esteban e o Cesar. Todo mundo dançava em volta dela, e os mais agarrados eram os primos, que pareciam polvos, passando as mãos por todo lado, às vezes pegando demais nela, e os irmãos dela não ficavam atrás, cada um tava passando a mão o máximo que podia...
— E aí, Esteban, para de pegar na sua prima que o marido tá aqui e vai ficar puto.
Aí todo mundo virou pra me olhar, até minha esposa, e eu só falei:
— Relaxa, que a gente é família, isso sim... mas não vão fazer tudo que vocês disseram que faziam com as namoradas de vocês, hein kkkk
Minha esposa continuava dançando, e a gente continuava bebendo. Perdemos a noção do tempo, e já tinha caído a noite... Isso me fez pensar: será que meus cunhados e os primos deles iam mesmo dormir no meio do mato? E isso me fez pensar que eu devia aproveitar que todo mundo tava bêbado e que, pelos comentários, até meus cunhados poderiam comer minha esposa. Eu tinha que convidar eles pra dormir dentro da minha barraca.
— Bom, e agora, o que a gente vai fazer? Como vamos nos arrumar pra dormir? Minha barraca não é muito grande, mas acho que Bem acomodados, todo mundo cabe aqui. Além disso, acho que não é boa ideia vocês dormirem fora, né, meu amor.
Minha esposa virou pra mim e respondeu:
— Não vejo problema, a barraca é grande.
Nisso, o primo falou:
— Acho que hoje vocês não vão poder ter ação.
— Como assim? Por um dia que não der, não vai acontecer nada. A sorte é que a gente mata a vontade todo dia, kkk.
Eu ouvia toda essa conversa entre eles e minha esposa, e foi quando eu me toquei e falei:
— Bom, meu amor, que tal virar uma alma caridosa pros seus primos e irmãos e dar uma mãozinha ou uma ajudinha? Acho que seria justo, kkk.
Todo mundo ficou mudo. Minha esposa não sabia o que dizer… e nisso o João falou:
— De qualquer forma, ninguém vai contar o que rolou aqui. Vai ser tipo Vegas: “o que se faz em Vegas fica em Vegas”, kkk. Acho que todo mundo vai ficar calado como túmulos. O que você acha, irmãzinha?
Ela ficou em silêncio por uns instantes… E aí veio o inesperado:
— Tá bom, mas disso ninguém fala uma palavra. E você, meu amor, tem certeza? Isso não vai afetar nosso relacionamento?
— Fica tranquila, minha vida. Além do mais, você sabe que eu queria experimentar algo novo na nossa vida… e mais.
Todo mundo estava de acordo. Estávamos prontos pra começar a curtir minha esposa. Não tinha mais volta, e ela sabia disso. Minha esposa se agachou no chão, e cada um dos irmãos e primos, assim como eu, nos aproximamos dela. Em seguida, fomos tirando nossos paus.
Ela foi pegando um por um com as mãos. Os primeiros foram o do irmão dela, João, e o do primo Estêvão. Ela batia uma pra um enquanto enfiava o outro na boca. Eu não acreditava no que tava vendo. Soltava um e pegava o próximo. Enquanto isso, o outro irmão, Luís, e o primo César faziam fila atrás dela. Tocavam a bunda dela e enfiavam os dedos na buceta da minha esposa, assim como no cu dela. Se abaixavam e passavam a língua na entrada do rabo dela enquanto ela não parava. não soltava por nada os pau que tinha na frente.
Depois eles se revezaram, agora era a vez de Luis e Cesar, que receberam a boca da minha esposa nos paus deles. Parecia que o irmão dela, Luis, nunca tinha recebido um boquete, porque ele não demorou a ser o primeiro a encher a boca da minha esposa de porra, ela continuou engolindo tudo que o irmão dela estava despejando, enquanto ele dava pulos a cada passada que a irmã dava no prepúcio dele.
Atrás dela, Esteban já estava preparando o pau dele para meter com tudo na prima, colocou na entrada da buceta dela e de uma só vez enfiou, ela teve que soltar o pau que tinha na boca para dar um grito. Esteban continuava bombando com força, e os ovos dele batiam na bunda dela, parecendo aplausos. Minha mulher só gemia e a respiração dela ficava cada vez mais rápida.
Esteban tirou o pau da buceta da prima, dando lugar para Juan fazer a mesma coisa, mas ele foi além, porque colocou o pau na entrada do cu da minha esposa e começou a enfiar, ela gritou de novo de dor e só dizia "devagar, devagar que tá doendo". Mas isso não ia rolar, porque Juan de uma só vez meteu o pau duro dele dentro do cu da minha esposa, que tinha uma cabeça enorme e com certeza tava machucando ela.
Aos poucos, minha esposa foi se acostumando com a dor, já não estava mais gritando, agora pareciam gemidos de prazer que só eram abafados pelos paus que tinha na boca. Eu continuava sentado vendo o que minha esposa estava fazendo, me masturbando, estava aproveitando tanto ou mais que eles.
De repente, vi que minha esposa se levantou e Juan se jogou no chão para ela montar nele, ela se posicionou de jeito que o pau do irmão entrasse na buceta dela, ela começou o trabalho dela mexendo a cintura de um lado para o outro, eu via como o pau do Juan fazia sair líquidos de dentro dela, que com certeza eram por causa das vezes que minha esposa tinha gozado. Juan Puxo ela pelo pescoço e aproximei a boca dela da minha, e começou a beijá-la, ele colocava a língua pra fora e se juntava com a da minha mulher.

De repente, vi como Luis, que já tinha gozado na boca da irmã, tava com o pau duro de novo. Ele se posicionou atrás dela e meteu sem falar nada, direto no cu. Ela teve que parar o beijo com o outro irmão pra ver o que tava rolando, e foi aí que percebeu que os dois irmãos tavam dando uma dupla penetração nela. Não passou nem um minuto e ela explodiu num orgasmo forte, se contorcendo toda, e os gritos dela dava pra ouvir de longe. Da buceta dela saía uma porrada de líquido dos orgasmos seguidos.Agora era o Esteban quem queria que minha esposa cavalgasse ele. Ele se deitou no chão e minha esposa enfiou o pau dele na buceta dela. O irmão dele, Juan, foi pra trás da irmã e pediu espaço pro Luis, pra ser ele agora quem ia dar uma culiada na minha esposa. O Cesar chegou perto da boca da Karen só pra deixar ela cheia de uma gozada de cinema. Era uma quantidade exagerada de porra que o cara tava dando pra prima, parte dela respingou nas bochechas e na testa dela. Karen não parava de gemer, e dava pra ver que já tinha gozado umas dez vezes seguidas.
Já tinham passado uns 15 minutos que Esteban e Juan tavam comendo minha esposa. Era hora de encher ela de porra, e os dois queriam que ela engolisse. Ela ficou de cócoras enquanto os dois batiam punheta pros próprios paus. Ela só abriu a boca, esperando a descarga. O primeiro foi Esteban, que enfiou o pau na boca dela até o fundo pra não perder nem uma gota de sêmen. Ela engoliu tudo, e no final limpou ele sem deixar nenhum vestígio de porra. Ela olhou pra ele e sorriu, passando a língua nos lábios, abriu a boca pra ele ver que não tinha sobrado nada.
Agora era a vez do Juan, que gozou na cara toda dela, deixando ela completamente banhada de porra — no cabelo, na bochecha e na boca. Ela puxou ele pra perto e fez a mesma coisa que com os outros: terminou limpando da ponta do pau até os ovos, sem deixar uma gota sequer. Porra.
Eu, por minha vez, já não aguentava mais, tava super excitado de ver tudo que tinha acontecido e que eu era o culpado de tudo isso. Minha esposa virou pra me olhar, o olhar dela era safado, me aproximei dela e ela me levou pra dentro da loja.
— Agora sim você tá feliz, meu amor? Gostou do que acabou de ver?
— Claro que sim, querida, você me fez o homem mais feliz do mundo…
— Agora é sua vez, meu amor, agora você vai ser quem vai me encher de porra… quero que você me dê essa porra de uma vez…
Na sequência, coloquei ela de quatro e comecei a penetrar ela com violência, queria que meu pau entrasse na buceta dela com tudo e com os ovos, não conseguia tirar da minha mente a cara dela engolindo a porra dos irmãos e primos, ainda via como eles sodomizavam ela e isso me excitava. Eu tirava meu pau da buceta dela e metia no cu dela e vice-versa, batia com força sem me importar se machucava ou não. Ela pedia porra, então eu tinha que dar, já não aguentava mais nem um minuto, sentia que meu pau ia estourar, então virei ela, ela abriu a boca e eu comecei a depositar na boquinha dela toda a minha porra, ela chupava meu pau como se fosse um canudo, todo o meu sêmen tava dentro dela.
Ela só me olhou e disse:
— Obrigada, meu amor, nunca pensei que isso fosse tão gostoso, do que eu tava perdendo…
— Você sabe que a gente pode repetir isso sempre que você quiser…
— Pode ter certeza que vão vir muitas vezes mais, meu amor kkkk
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