QUANDO A ESCURIDÃO CHEGAR Sr. Castilla, após examinar minuciosamente as provas apresentadas tanto pela defesa quanto pela acusação e depois de deliberar longamente sobre seu caso, este júri considera você culpado dos crimes de estupro da Srta. Helena Martín e da Sra. Carmen Prieto e da tentativa de estupro da Srta. Marta Domínguez, pelo qual você é condenado a um total de 125 anos de prisão. A advogada Sánchez olhou pela última vez nos olhos do estuprador. Ele devolveu o olhar. Não parecia especialmente angustiado com a condenação do júri, mas sim divertido com a cena. Ao lado da advogada, as três jovens que acusaram Castilla se abraçavam, chorando, celebrando a vitória final e encerrando assim seu pesadelo. Dois policiais se aproximaram de Castilla e o tiraram da sala. Ao passar pela advogada Sánchez, Castilla se dirigiu a ela com o mesmo tom de voz calmo e tranquilo que usou durante todo o julgamento e disse: Quando a escuridão chegar, a gente vai se ver de novo. Anda, caminha, é pra escuridão que a gente vai te levar. – disse um dos policiais enquanto o empurrava para andar mais rápido. JULHO 17 DE 2005 Não é nada fácil ser um advogado de sucesso neste país, e menos ainda quando você é mulher. Mesmo sendo a primeira da minha turma, não tive as mesmas facilidades que meus colegas homens e tive que lutar muito duro e trabalhar muito mais horas que os outros para conquistar o respeito e a admiração deles. Em poucos anos, ganhei vários casos importantes e meu cachê foi subindo cada vez mais até ontem. Ontem ganhei o caso mais importante da minha vida, e a grande repercussão e divulgação que o caso teve me tornaram, sem dúvida, uma das mulheres mais famosas do país, pelo menos por alguns dias. Decidi que já era hora de tirar um bom descanso. Era sexta-feira e naquela noite eu tinha um encontro com Emilio, um Advogado bonitão que fazia parte da minha equipe de trabalho e com quem eu tinha passado muitas horas nesse último caso. O coitado não parava de se insinuar uma vez atrás da outra e sempre levava minha indiferença como resposta. Não é que ele não me agradasse, até que não era feio, sem ser uma beleza, mas é que não gosto de misturar trabalho com prazer, pelo menos até terminar o serviço.
Tinha decidido que naquela noite ia dar uma chance pra ele e que em pouco tempo ele teria uma boa recompensa, porque eu tava disposta a fazer ele aproveitar o resto dos meus encantos que ele ainda não conhecia. Levantei tarde, comi algo leve pra matar a fome e fui pro salão de beleza. Queria estar gostosa naquela noite. Sou uma mulher atraente e interessante, nunca me faltou um pretendente e, digamos, sei valorizar minhas curvas sensuais, sem parecer artificial. Quando cheguei em casa, tomei um banho longo e relaxante com bastante espuma, do jeito que eu gosto. Deitada na banheira, lembrei de alguns momentos com o Emilio durante as semanas anteriores e das palavras doces e carinhosas dele me convidando pra jantar ou tomar um drink na casa dele. Só de lembrar das palavras dele, senti meus bicos endurecerem, aparecendo fora da água morna. Uff, faz semanas que não transo direito, falei pra mim mesma, me lamentando por ter sido tão profissional. Essa noite, essa noite o Emilio vai conhecer a outra Silvia, pensei enquanto minhas mãos percorriam devagar minhas coxas e minhas pernas em direção à minha buceta. Minhas próprias carícias eram tão gostosas quanto se fossem as mãos do Emilio me tocando. Tava muito excitada. O excesso de trabalho tinha me feito deixar o sexo de lado por algumas semanas e agora meu corpo tava reagindo daquele jeito que um corpo reage quando precisa liberar uma baita energia sexual. Passei o dedo na abertura da minha buceta de cima a baixo várias vezes antes de separar meus lábios. vaginais com um par de dedos de cada mão. Comecei a acariciar a área mais perto do meu clitóris, que já estava estimulado pelas minhas carícias. Uma das minhas mãos voltou para os meus peitos enquanto a outra tocava agora, sim, meu pequeno botão mágico. Imaginei o Emilio nu, com o pauzão dele mostrando as veias prestes a estourar, e imaginei que o tocava, que o tinha tão perto de mim que podia levá-lo à boca e sentir o gosto e a textura. Várias ondas de prazer subiram pelo meu corpo inteiro desde a minha buceta, e eu mordi levemente o lábio inferior para não uivar de prazer. Deixei escapar um gemido leve e repeti a operação várias vezes. Um orgasmo delicioso fez todos os músculos do meu corpo se contraírem para finalmente relaxar, e fiquei ali esticada ainda por um bom tempo. Para a ocasião, escolhi um conjunto de lingerie preta que ainda não tinha estreado, porque acho que esse tipo de roupa só deve ser usado em ocasiões especiais. Me olhei no espelho do meu quarto. Assim, de lingerie, me sentia realmente gostosa. Depois, abri o guarda-roupa e encontrei um vestido longo magnífico, também preto, que deixava boa parte das minhas costas de fora. Teria preferido um decote mais ousado para deixar minhas intenções bem claras para o Emilio, mas pensei que, na hora, não seria necessário usar esse tipo de sinal, porque já estava decidida a ser bem explícita sobre o que queria naquela noite. Me maquiei levemente para tirar o tom pálido da minha pele e coloquei umas gotinhas do meu perfume favorito. O Emilio também tinha caprichado para a ocasião. Estou acostumada a vê-lo de terno por causa do trabalho, mas tenho que admitir que naquela noite ele estava ainda mais atraente. Dei uns beijinhos na bochecha dele e fui embriagada pelo perfume dele. — E aonde vamos jantar? — perguntei. — Conhece o restaurante do Don Fito? — Sim, mas nunca fui lá. Dizem que é muito caro. — Acho que não, eu Já fui várias vezes e acho que é muito bom. Então você sempre leva suas ficantes no mesmo lugar, né? – falei eu, sarcástica. Pois é, é um método infalível. – disse ele com um sorriso. E com certeza vai continuar sendo, pensei eu, já imaginando qual seria o final que eu previa para aquela noite. Já no restaurante, curtimos um jantar farto e demorado, animado por uma música ambiente excelente. Emilio foi especialmente gentil durante toda a refeição e tratou de encher meu copo de vinho várias vezes, assim que ele ficava vazio. Tá tentando me embebedar pra se aproveitar de mim? – falei eu, numa das vezes que ele encheu meu copo. Puxa, você adivinhou minhas intenções. Vamos brindar a isso. Quando terminei as sobremesas, já estava me sentindo desinibida e excitada ao mesmo tempo. Sabia que a hora da verdade estava chegando e que eu precisava começar a deixar as dúvidas de lado se quisesse que aquela noite tivesse alguma ação. Mesmo assim, Emilio não se decidia a tomar a iniciativa, e eu tinha certeza de que ele não faria isso a menos que eu deixasse as coisas bem claras. Vou ao banheiro um instante. – falei, porque precisava de uns minutos sozinha pra decidir qual seria a estratégia a seguir: sutil e provocante como até agora, ou talvez sensual e direta pra não deixar margem pra dúvida. Imersa nos meus pensamentos, fui andando até os banheiros, mas ao passar perto da entrada principal, me chamou a atenção as imagens que estavam passando na TV naquele momento. Acho que fiquei pálida de repente ao reconhecer um dos dois caras que apareciam em close. Era o Castilla, "o estuprador gentil", como era conhecido, desde que eu mesma cuidei pra que ele fosse preso por um bom tempo depois de estuprar duas mulheres e ser pego enquanto tentava com uma terceira. Me aproximei um pouco mais da TV pra ouvir o que a repórter estava dizendo naquele momento. - Como estamos dizendo, são dois Indivíduos muito perigosos que fugiram da prisão hoje de manhã, aproveitando uma visita programada ao centro de saúde mental. Suspeita-se que estejam armados, e a polícia pede que qualquer pessoa que possa dar informações sobre o paradeiro deles ligue para... Entrei no banheiro e joguei um pouco de água no rosto. A imagem da Castilla na televisão me fez lembrar ameaças antigas que já pareciam esquecidas. Quando voltei para a mesa, o Emilio percebeu na hora que algo estava errado comigo. "Você está bem?" – ele perguntou. "Não, estou meio tonta. Você se importa de me levar pra casa?" "Prefere que eu te leve pra ver um médico?" "Não, não, não é nada, vai passar sozinho, mas preciso descansar." "Tá bom, não se preocupa, vamos agora." O Emilio pagou a conta e me levou de volta pro meu apartamento. "Quer que eu te acompanhe até em cima?" "Não, obrigada, você foi muito gentil." "Tem certeza? Não me custa nada subir com você." "Não, de verdade, outro dia, tá? Desculpa, não pensei em terminar a noite assim. No próximo dia eu te compenso pelo jantar." "Não precisa, me diverti muito com você, Silvia." "Eu também. Te ligo amanhã, tá?" "Tá bom." Me despedi do Emilio com um beijo na boca, um pequeno adiantamento do que o esperava se tivesse a paciência necessária. Desci do carro e entrei no meu prédio. "Boa noite", falei pro porteiro, mas ele nem respondeu. Achei que ele tinha dormido enquanto folheava uma revista. Entrei no elevador e apertei o 4. Quando as portas fecharam, senti uma nova inquietação e logo tive a sensação de que faltava ar. Era absurdo, falei pra mim mesma, do que eu tenho medo? Aos poucos fui me relaxando e, quando cheguei no meu apartamento, minha respiração já estava quase normal. Abri a porta e entrei. Enquanto empurrava a porta pra fechar, procurava com a outra mão o botão da luz. Apertei o interruptor bem no momento em que a porta fechou. A luz não acendeu. "Que estranho", pensei, porque no resto do prédio tinha luz. Deve ter algum problema. Avancei pelo corredor no escuro pra descobrir se era isso mesmo que tava rolando, quando, passando perto da cozinha, tive uma sensação muito estranha, como se tivesse mais alguém ali, mas já era tarde demais. Naquele exato momento, uma mão forte e larga tapou minha boca enquanto a outra imobilizava meus braços por trás das costas. Nem consegui gritar. Alguém muito mais corpulento e forte que eu tinha me pegado de surpresa, e o terror que senti na hora paralisou o resto do meu corpo. Aí, no escuro, teve um clarão de luz, um pequeno brilho amarelado apareceu a poucos centímetros do meu rosto. Ali, bem na minha frente, com um fósforo entre os dedos, estava Castilla, com aquele mesmo olhar perturbador e a mesma expressão no rosto que eu tinha visto da última vez no tribunal. "Boa noite, advogada Sánchez, que bom te ver, você tá cada dia mais gostosa." Então ele repetiu aquelas palavras que durante anos ficaram gravadas no meu inconsciente: "Quando a escuridão chegar, a gente vai se ver de novo... lembra? Como vê, sou homem de palavra. Ah, e o homem que tá te segurando é meu amigo Toni, vulgo 'dedos longos'. Já deve imaginar por que o apelido, parece que o Toni gostava de apalpar as novinhas. Mas é um cara legal, espero que não se importe dele ter vindo comigo." O fósforo já tava quase apagando quando ele soprou e a escuridão total voltou. Senti uns dedos apertando minha buceta por cima do vestido. Tentei fechar as pernas o máximo que pude num reflexo, mas era inútil porque os dedos eram fortes e eu não conseguia evitar senti-los contra mim. Outro fósforo acendeu de novo, trazendo um pouco de luz bem depois que eu parei de sentir aqueles dedos no meu sexo. Imagino que meus olhos denunciavam o pânico que eu tava sentindo naquela hora. No meu cérebro, as declarações que eu mesma tive que decorar das minhas testemunhas se repetiam sem parar. Eu sabia todos os detalhes daquelas violações porque eu mesma incentivei as vítimas a me contarem tudo o que aconteceu, pra tentar conseguir alguma coisa pra usar no julgamento. A única coisa que me tranquilizava em tudo aquilo era que ele nunca tinha usado violência, pelo menos até agora. O estuprador gentil, foi como uma jornalista sensacionalista o chamou, porque aparentemente ele nunca usava violência nos seus atos, mas eu não via onde a gentileza podia se encaixar numa violação. Do amigo eu não sabia nada, nunca tinha ouvido falar dele. Me desculpe, advogada Sánchez, por não ter avisado a senhora com tempo da minha visita – continuou Castilla. Com licença, se importa se eu chamar a senhora de Silvia? Castilla fez um sinal pro outro homem e ele tirou a mão da minha boca. Se gritar, a gente para de ser tão gentil com a senhora – disse Toni. Como vocês chegaram até aqui? Como entraram no meu apartamento? – foi a única coisa que consegui dizer. Bom, tivemos que pedir as chaves pro porteiro. Infelizmente, aquele pobre homem tinha o coração muito fraco… Aí eu percebi que não tinha visto o porteiro dormindo, na verdade tinha visto ele morto. Talvez o nervosismo que senti quando entrei no elevador tenha sido um aviso do meu inconsciente pra eu vazar dali. Aquilo mudava consideravelmente as coisas, porque uma morte era sim um ato violento, pelo menos pra mim. Querida Silvia, disse Castilla, já faz seis anos desde que nos vimos pela última vez. Seis anos. Sabe quantos dias nesses anos eu pensei na senhora e no que faria com ela quando esse momento chegasse? Ele aproximou o fósforo do meu rosto até deixar tão perto que eu podia sentir o calor. Instintivamente, soprei pra não me queimar. Assim que a escuridão chegou, os dedos dele voltaram a se esfregar na minha buceta. Não me toca, seu desgraçado. – gritei, mas aí o Toni torceu meus braços ainda mais, causando uma dor forte que me fez curvar o corpo e empurrar meus quadris pra frente, na direção do Castilla. Não seja imbecil – disse Castilla – acho que ela entendeu o que Você disse pra ele antes, né? Né? Sim. – eu falei, e senti a força que me matava de dor diminuir. Boa garota. Ouvi Castilla se afastar e, pouco depois, a luz voltou no meu apartamento. No começo, quase me irritou, porque meus olhos já estavam se acostumando com o escuro, mas depois agradeci por poder ver claramente meus dois agressores. Castilla eu conhecia bem o suficiente pra reconhecer a qualquer momento, mas o outro era a primeira vez que eu via. Só consegui ver um pouco do rosto dele, porque tava atrás de mim. Era um pouco mais velho que Castilla, uns quarenta e poucos anos, e com traços mais brutos, mais violentos. Nos olhos dele dava pra ver a luxúria de quem sabe que domina a situação. Castilla se aproximou de novo de mim. Cê tá muito gostosa, veio de uma festa? Eu não respondi, mas na hora o Toni sugeriu que eu respondesse se não quisesse passar mal. Não, vim de jantar. Um jantar? Puxa, deve ser um jantar romântico porque cê se arrumou toda pra ocasião. Na prisão, muitos diriam que cê parece uma puta vestida assim. Na prisão tem muito filho da puta. Não seja tão dura, Silvia. Pensa que foi você que mandou muitos de nós pra lá. Cê tem esperança de que a gente se reintegre na sociedade, não tem? Vocês são lixo, e lixo nunca deixa de ser lixo. Então Castilla chegou ainda mais perto de mim e, com uma brutalidade impressionante, rasgou meu vestido, rompendo em vários lugares ao mesmo tempo. E você é uma puta, e como tal merece ser tratada assim. Eu tentei impedir que ele terminasse de arrancar meu vestido com alguns chutes no ar, mas nenhum acertou o alvo, e em vez disso, Toni puxou meu cabelo pra trás, fazendo eu olhar pro teto e empinar o peito pra fora, enquanto Castilla se dedicava a destruir meu vestido, rasgando em pedaços e jogando no chão. É melhor cê se comportar – me avisou Castilla – não ia querer ter que estragar essa cara tão bonita. Então eu entendi pela primeira vez que tava presa e sem saída. De calcinha e sutiã, no meio do caminho entre o... comedor e meu quarto, com dois homens que iam fazer o que quisessem comigo, mas o que iam fazer? Iam se contentar em me estuprar? Se fosse só isso, será que eu aguentaria? Afinal, era só sexo, não desejado, mas sexo apenas. Mas eu estava errada. Não era só sexo, era também humilhação, dominação, impotência, e a sensação terrível de não ter controle da situação. Decidi que por enquanto devia cooperar. Na situação em que me encontrava, não podia fazer outra coisa. Sim, podia recusar, tentar resistir, mas o que ia conseguir? Só uma surra, porque iam me estuprar do mesmo jeito. Decidi evitar sofrimento. Castilla pegou um pedaço do vestido que tinha jogado no chão e rasgou uma tira longa de tecido. "É uma pena, porque esse vestido te caía muito bem, mas vou vendar seus olhos e não me ocorre outra coisa pra usar." Castilla estava me mostrando como era o jogo dele. Não era só uma posse sexual, era me fazer saber que eu estava indefesa e à mercê deles. E com o tecido do meu vestido nos olhos, a escuridão voltou, e também voltaram os dedos dele na minha buceta, agora coberta só por uma calcinha minúscula.
"Vamos voltar ao jantar", disse Castilla. "Com quem você estava nesse jantar? Era seu namorado?" "Não, era um colega de trabalho." "Puxa, então a putinha tava traindo o namorado", ele disse enquanto os dedos subiam pelo meu estômago até meus peitos. Toni tinha começado a ficar mais excitado desde que Castilla tinha arrancado meu vestido, mas por enquanto não me tocava, continuava segurando minhas mãos com força e se contentava em encostar o pau já duro nos meus rins, como se estivesse se apresentando pra mim. "Não tenho namorado", falei baixinho. "Não tem namorado? Puxa, que pena, porque eu adoraria ver a cara do seu namorado quando entregássemos a gravação que estamos fazendo." Mais uma vez, era um ato de dominação. Eu estava vendada e, obviamente, não podia Saber se o que Castilla dizia era verdade ou não. Se fosse, a situação ficava ainda mais grotesca, porque uma coisa era deixar que me estuprassem sem mais nem menos, sem testemunhas, sem gente pra me julgar por não tentar me defender, e outra coisa era que aquele filme pudesse ser exibido a qualquer momento na internet ou em algum veículo de comunicação. Não tinha dúvida de que Castilla era muito bom no jogo. Eu precisava fazer alguma coisa, precisava pensar em algo antes que ficasse tão aterrorizada que meu pensamento paralisasse. Já te tocou? – perguntou Castilla de novo. O quê? O quê, se já te tocou, se já te passou a mão durante o jantar? Não, ele é um cavalheiro, não um porco animal como você. Castilla arrancou meu sutiã de uma vez e agarrou meus peitos, um em cada mão. Você tem um belo par de tetas. Esse cara com quem você jantou devia ser um viado. Aqui os únicos viados são você e sua namorada Toni. Ou você acha que eu não sei o que fazem na cadeia com quem estupra os outros? Toni ficou bem puta com meu último comentário e me castigou com uma daquelas torções de braço que ela sempre faz, que me causavam tanta dor e me obrigavam a jogar a cabeça pra trás e o corpo pra frente. Castilla, por outro lado, nem ligou. Continuava apalpando minhas tetas e parecia estar adorando. Faz seis anos que não pego nuns peitos desses. Sabe? Tem muita mulher que adoraria estar no seu lugar. Muitas mulheres casadas que não recebem atenção nem cuidado nenhum dos maridos, muitas mulheres insatisfeitas que dariam tudo pra ter entre as pernas dois homens loucos por sexo, dois homens que não veem, tocam, cheiram, lambem ou provam uma buceta de mulher há seis anos. Você me dá nojo. – falei. Pois eu acho que não, a mancha na sua calcinha te denuncia. Era verdade. Inacreditável, mas verdade. Talvez os longos dias sem sexo que eu tinha vivido nas últimas semanas, talvez aquela linguagem suja, talvez minha total indefensão, talvez um pouco de tudo, o fato é que enquanto minha mente ainda buscava um caminho, um jeito de escapar da situação inevitável para a qual aqueles homens me levavam, meu corpo começava a reagir de forma alarmante às carícias e ao desejo que aqueles dedos estranhos deixavam transparecer. Eu não podia consentir, não devia deixar meu corpo dominar minha mente, não podia ser, e no entanto, quando aqueles dedos desceram de novo pelo meu estômago e, depois de ultrapassar a pequena barreira do tecido fino da minha calcinha, chegaram até minha buceta, eu soube que a guerra estava começando a ser perdida. "Essa rabuda tá ficando toda molhada", disse Castilla, que tinha provas disso nos dedos. Toni riu, divertido com o comentário de Castilla, e apertou ainda mais o pau dele contra minhas costas. Então Castilla colocou os dedos perto do meu nariz para eu sentir meu próprio mel, e depois desceu até minha boca para eu lamber os dedos dele. "Chupa eles", ele ordenou. "E se você se comportar bem, talvez eu deixe você chupar meu pau." Era revoltante o jeito como Castilla me tratava, e no entanto, quanto mais vulgar ele era na fala, quanto mais dominada e exposta eu me sentia, mais excitada eu ficava. Eu estava ficando com tesão, e ele sabia disso. Minha vontade já era uma chuva fina no deserto. Castilla voltou para meus peitos. Ele os pegava pela base e os levantava, deixando-os cair depois. Acho que excitava ele vê-los quicar. Imaginei que nessa altura ele já devia estar com uma boa ereção, e lamentei não poder vê-la. Sim, confesso, nesse ponto eu já tinha perdido o jogo, tinha perdido a noção do bem e do mal, já não era objetiva, agora só queria ver o pau dele duro apontando pro céu por minha causa. Castilla repetiu a operação várias vezes antes de começar a lamber meus peitos. Ele chupava em círculos decrescentes, sempre terminando nos meus bicos, duros como pedra. Ao mesmo tempo, acho que era a mão de Toni que se perdia pela primeira vez dentro da minha calcinha e começava a brincar. O prazer que eu ia sentindo com as carícias em todo meu corpo foi... Aumentando aos poucos e pela primeira vez tive medo de morrer, medo de morrer de prazer ali mesmo, de gozar como nunca tinha gozado, dando razão ao Castilla e mostrando que no fundo não passava de uma puta faminta de sexo. Aí uma dor aguda nos meus mamilos me tirou do êxtase. Ele tinha mordido meus mamilos com toda a intenção do mundo, porque sabia do prazer que eu estava sentindo. Era o jeito dele de dizer que eu só gozaria quando ele quisesse, que ele era o dono, que a dor e o prazer viviam perto, muito perto. Gritei, de dor, mas não era um grito de socorro. Toni largou minha buceta e me lembrou, do jeito dele de sempre me machucar, que eu não devia gritar. Castilla voltou a lamber meus peitos, de novo com cuidado e do jeito delicioso que tinha feito até então. Acho que já está na hora de tirarmos isso. – disse Toni, se referindo à minha calcinha. Puxou ela por trás e o tecido da frente se enfiou na minha buceta. Toni puxou um pouco mais forte e o roçar da calcinha no meu clitóris deixou de ser gostoso e virou incômodo. Finalmente deu um puxão brusco e ela rasgou, escorrendo de vez entre minhas pernas. Assim está muito melhor – disse Toni – e levou a mão de volta à minha buceta. Dessa vez, passava de cima pra baixo, chegando até meu cu e depois subindo de novo. Juntava um pouco de fluido nos dedos e espalhava por toda a minha xota. Depois de brincar mais um pouco, enfiou vários dedos na minha boceta. Agora entendo seu apelido, pensei, dividindo minha atenção entre os dois focos de prazer que tinha naquele momento: Castilla saboreando meus peitos e Toni penetrando minha virilha. Não consegui evitar que escapasse um suspiro quando Toni soltou um pouco a pressão nas minhas mãos, que já começavam a ficar dormentes, e as levou até o volume dele. A pica do Toni era enorme. Acho que essa já não precisa mais segurar – disse Toni para Castilla. É, já percebi também. Então por Pela primeira vez em um bom tempo, consegui sentir minhas mãos livres de novo. De certa forma, tinha conseguido algo, tinha ganhado a confiança deles e agora tinha uma pequena margem de manobra. Enquanto eu reconhecia a ferramenta enorme do Toni, o telefone da sala começou a tocar… É melhor você atender – disse Castilla – mas espero que não tente nos passar a perna. Eu mesma tirei a venda que cobria meus olhos e fui para a sala. Parecia que a história da gravação na câmera tinha sido só um enfeite da Castilla na estratégia dela de anular minha mente, sem dúvida era uma boa notícia. Castilla e Toni me seguiam bem de perto. Peguei o telefone. Alô? Oi Silvia, é o Emílio, como você está? Se sentindo melhor? Bem na hora que eu ia responder, Castilla se ajoelhou na minha frente e levou a língua até minha buceta. Eu não queria deixar, ainda devia ter um resquício de dignidade no meu cérebro, mas uma mordidinha leve num dos meus lábios vaginais foi o suficiente pra eu abrir as pernas. Silvia? – repetiu Emílio do outro lado da linha. Sim, desculpa, é que… Ahhhhhh…….tava distraída. Entendi, bom, é melhor eu deixar você descansar. Siiiiiii…….é melhor. De qualquer forma, já tô melhor, obrigada. Amanhã já vai ter passado. Toni vinha em nossa direção com a pica na mão. Mostrava e escondia a glande lívida dele com movimentos lentos e calmos. Na real, agora que eu podia ver ela inteira, tenho que dizer que era bem grande. Então, a gente se vê na segunda, né? – disse Emílio. Sim, sim, na segunda. – só consegui falar essas palavras porque a Castilla tava dando umas linguadas no meu clitóris que me faziam tremer de prazer. Desliguei o telefone como pude e comecei a gemer de gosto, agora sem frescura, enquanto Toni se posicionava atrás de mim e, me segurando pelos peitos, começou a esfregar a pica dele nas minhas nádegas. Você vai gozar, Silvia, vai gozar com seus estupradores como uma puta?, eu me recriminava enquanto um orgasmo gigantesco se formava na minha entreperna. Sim, vou gozar, decidi finalmente, e deixei minhas reclamações para outro momento. As beliscadas de Toni nos meus mamilos só aumentavam ainda mais minha excitação e quando cheguei ao clímax não consegui evitar soltar um gemido tão desgarrador que deixaria tesudo até o padre mais devoto. Ao mesmo tempo, todos os meus músculos perderam a tensão habitual e eu teria caído de costas no chão se não fosse porque Toni me segurava firmemente. Essa foxy goza que dá gosto. – disse Castilla com o rosto cheio dos meus fluidos -. Sim, é uma boa slut. – acrescentou Toni - Dá pra ver que faz dias que não comem ela como merece. Quem dera fossem uns dias, pensei eu, que começava a me recuperar. Pois hoje vai levar umas boas fodidas. Mal Castilla disse isso, me ordenou que me ajoelhasse ao lado dele. Chupa meu pau, quero ver como uma advogada engole minha cock. Pela primeira vez, dirigi minha atenção ao pênis dele. E digo pênis porque pra mim uma cock precisa ter boas dimensões para ser considerada uma boa cock. Era, então, um pênis, digamos, normalzinho, que se comparasse com o do amigo poderia até humilhá-lo. Decidi não fazer isso, pois o ego dos homens costuma ser muito regido pelo tamanho do membro, e um homem com o ego ferido pode se tornar muito perigoso, até mesmo um estuprador amigável. Então, levei o pênis dele à boca e comecei a lamber sem muito entusiasmo. Ao introduzi-lo na boca, ele ganhou um pouco de tamanho, mas continuava sendo um pênis. Acariciei as bolas dele enquanto chupava a glande de forma automática. Depois de alguns minutos assim, ele pediu que eu ficasse de quatro. Agora vamos te foder. – disse Castilla - como se isso fosse uma ameaça real naquele ponto. Toni ainda estava de pé e na nossa frente. Ele sim exibia uma ereção maravilhosa. Essa cock começava a me esquentar de novo. Castilla se posicionou atrás de mim e com certa Fácil, já que ela ainda estava bem lubrificada, ele me penetrou pela buceta e começou a bombar com ansiedade. Era como se tivesse pressa de gozar, como se estivesse tão excitado que não aguentasse nem mais um segundo sem ejacular. Toni, por outro lado, continuava do meu lado, impassível. Do chão, lancei um olhar lascivo para ele e mostrei a língua, entre provocativa e debochada. Então ele se aproximou ainda mais de mim e enfiou o pau na minha boca enquanto segurava minha cabeça com as mãos e começava os movimentos de penetração. Aquele filho da puta tava fodendo minha boca. Era a primeira vez que faziam algo assim comigo. Chupar paus de joelhos já podia ser humilhante pra uma mulher, mas ter a boca fodida daquele jeito me parecia ainda mais humilhante e ao mesmo tempo terrivelmente excitante. Eu tava fora de mim de novo, tava de novo como uma puta no cio que tá levando a melhor foda da vida. "Eu sempre quis ter uma advogada assim", disse Toni. "Te falei que era uma boa rabuda. Já te disse, eu não costumo errar. Pois hoje ela vai se fartar de tanta pica." Castilla não demorou a gozar por causa da energia com que tava me fodendo e, como eu esperava, a porra dele foi escandalosamente abundante, e logo o sêmen escorreu da minha buceta e começou a descer pelas minhas coxas. Toni, por outro lado, continuou por mais alguns minutos perfurando minha boca num ritmo lento e suave. "Vai, goza na cara dela", Castilla incentivava o amigo. Tava claro que Toni ia atender, e quando senti que o orgasmo dele chegava e que ele derramava as primeiras gotas de porra na minha boca, me preparei pra receber as descargas na minha cara. Fechei os olhos e esperei o impacto. Rapidamente, um jato de porra caiu entre meus olhos e meu nariz, e outro ficou grudado no meu queixo, enquanto o resto escorria pelo meu pescoço e peitos. "Ai, meu Deus, foi foda pra caralho!", exclamou Toni enquanto sacudia as últimas gotas sobre meu corpo. Castilla tinha adorado tanto. O espetáculo que voltava a estar duro e ansioso pra me penetrar. Eu, com esperma de dois homens escorrendo pelo meu corpo todo, já não entendia mais de objeções. Assim, quando Castilla se deitou no chão e me pediu pra montar nele, eu fiz sem pensar e enfiei o pau dele de uma vez. "Se eu soubesse que você era tão puta, teria fugido da prisão bem antes", disse Castilla. E se eu soubesse o que me esperava essa noite, talvez não tivesse ido jantar com o Emilio, pensei, mas não falei nada pra não alimentar o ego dos caras. Me limitei a me mexer em cima dele, pulando no pau dele como uma verdadeira safada enquanto meus peitos balançavam e balançavam, enlouquecendo Castilla de luxúria. Toni recuperou a ereção de novo ao nos ver foder daquele jeito e, quando ficou dura de novo, me mandou deitar em cima do Castilla. Quando fiz isso, meus peitos ficaram ao alcance de Castilla, que os pegou entre os dedos pra beliscar e amassar, como já tinha feito alguns minutos antes. Mas agora meu foco de atenção tinha ido pro Toni, porque eu sabia quais eram as intenções dele e sabia que aquilo ia doer. Bem atrás de nós, Toni se lambuzava o pau com saliva e lubrificava meu cu com os dedos. Apesar da puta excitação que eu sentia pelo tesão da situação e apesar de Castilla estar me fodendo agora com estocadas lentas e profundas que me davam um prazer enorme, meu cu estava tão fechado que era difícil imaginar como um pau daquele tamanho ia caber ali dentro. Nunca nenhum dos meus amantes tinha querido me sodomizar, e eu também nunca tinha achado isso excitante, então meu cu era virgem, e Toni começava a perceber isso. "Acho que essa gostosa nunca levou por aqui." "Então já é hora de alguém fazer isso", incentivou Castilla. Toni começou pressionando meu cu com um dedo. Não foi fácil, mas depois de tentar, conseguiu enfiar ele por completo. Quando tirou, meu cu já estava um pouco mais aberto. dilatado, mas ainda bem fechado. Então ele repetiu a operação com dois dedos e finalmente com três. Conforme adicionava um novo dedo, a dor aumentava e tomava o lugar do prazer. Então, quando eu imaginava que viria um quarto dedo, senti o pau dele na porta do meu cu. A cabeça pressionava meu buraco como os dedos tinham feito antes, mas não conseguia forçar a entrada. Toni começava a perder a paciência comigo, e isso me preocupava, porque não queria ver aquele grandalhão irritado. Então, numa nova tentativa, Toni conseguiu enfiar a ponta. Eu mesma senti as paredes do meu cu finalmente cederem ao empurrão dele. A partir daí, tudo ficou muito mais fácil pra ele e muito mais doloroso pra mim. Com mais três estocadas, ele enfiou a maior parte do pau no meu rabo. Agora a dor era intensa e diluía o prazer que Castilla me dava com a fodida dele. "Você não pode cair mais baixo, Silvia", pensei comigo mesma quando tive os dois estupradores dentro do meu corpo. Mas logo a dor foi dando lugar a uma sensação intensa de prazer. Toni também estava adorando, porque meu cu apertava o pau dele com uma força brutal, e pensei que era quase como se eu estivesse ordenhando o pau dele. Castilla começou a acelerar os movimentos, e a gozada dele era iminente. Eu já tinha gozado pela segunda vez uns minutos antes, e Toni gemia a cada estocada que me dava. De repente, um líquido morno começou a inundar minha buceta, e quase de imediato Toni fez o mesmo no meu cu. "Tô gozando", gritei pra excitá-los ainda mais, "tô gozando, tô gozando…" Acabamos os três ao mesmo tempo. Depois, ficamos no chão recuperando o fôlego por alguns minutos. Meu cu doía, e meus mamilos também, por causa das mordidas repetidas de Castilla, mas mesmo assim eu me sentia ótima. Meu corpo estava cheio de suor e porra, mas eu não ligava a mínima. Depois de alguns minutos, Castilla disse que era melhor eu tomar um banho porque eu estava com um Que situação lamentável. Não sei por que, mas as palavras dele não soaram sinceras pra mim e eu sabia que devia ter alguma ideia tortuosa por trás disso. Eu concordei com a cabeça e levantei pra ir ao banheiro. Castilla e Toni conversaram um pouco em voz baixa e depois me seguiram. Toni abriu a torneira e os dois homens entraram na banheira comigo. A água já estava começando a lavar o suor e a porra do meu corpo quando Toni me puxou pra perto dele e, me levantando no braço, me penetrou com facilidade. Minhas costas estavam apoiadas na parede e ele me segurava firme pelas nádegas enquanto o pau dele entrava e saía com uma puta força da minha buceta inchada.
"Você não vai esquecer essa noite na sua vida", ouvi Castilla dizer, e eu sabia que era verdade porque nunca mais ia sentir um sexo tão selvagem e doentio ao mesmo tempo. Toni, que parecia impossível ter tanta energia, começou a chupar meus peitos enquanto continuava a metida brutal que tava me deixando louca de prazer. "Se o Emilio me visse agora", pensei comigo mesma, e imaginei ele observando a cena da porta do banheiro. Só de pensar nisso, gozei num orgasmo intenso e delicioso, e logo Toni também gozou. Finalmente meus pés tocaram o chão de novo, mas agora era o Castilla quem precisava dos meus serviços. "Fica quieta", ele disse, e antes que eu pudesse me virar, senti o pau dele entre minhas nádegas. Diferente da outra vez, o pau do Castilla entrou no meu cu, que já tava mais dilatado, sem muita dificuldade, e dessa vez a sensação foi de prazer desde o começo. E pra completar a putaria, o Toni, que depois de gozar tinha se deixado cair no chão da banheira, tava agora com a cabeça entre minhas pernas, procurando meu clitóris com a língua. "Seus malditos filhos da puta, o que vou fazer sem vocês quando a polícia prender vocês?", falei num momento de puro êxtase. "Você pode vir nos visitar", disse Castilla, "você vai ser bem-vinda." Essa foi a última vez que ouvi Castilla falar. Depois de Isso continuou fodendo meu cu e Toni chupando minha buceta até que eu gozei de um jeito tão violento que todos os músculos do meu corpo falharam por um momento e eu tive que me deixar cair na banheira enquanto a água continuava escorrendo pelo meu corpo todo. Não sei quanto tempo fiquei assim, no chão da banheira, recebendo o bater morno da água na minha pele. O fato é que, quando me dei conta de que tinha passado um tempão, Toni e Castilla já não estavam mais lá. Fechei o registro do chuveiro e me enrolei numa toalha sem saber bem por que estava fazendo aquilo, já que não tinha nada a esconder de ninguém naquele ponto. Olhei na sala de jantar e não havia sinal deles nem das roupas deles. Em compensação, meu vestido estava ali, rasgado em mil pedaços, e minha calcinha, toda arrebentada. Procurei no resto dos cômodos do apartamento, mas não tinha vestígio deles. Eles tinham sumido do mesmo jeito silencioso como tinham chegado. Terminei de me secar e fui pro meu quarto para vestir uma calcinha. Foi então que, em cima da minha cama, encontrei uma coisa. Era um bilhete escrito à mão. Quando a escuridão chegar, a gente vai se ver de novo.
Tinha decidido que naquela noite ia dar uma chance pra ele e que em pouco tempo ele teria uma boa recompensa, porque eu tava disposta a fazer ele aproveitar o resto dos meus encantos que ele ainda não conhecia. Levantei tarde, comi algo leve pra matar a fome e fui pro salão de beleza. Queria estar gostosa naquela noite. Sou uma mulher atraente e interessante, nunca me faltou um pretendente e, digamos, sei valorizar minhas curvas sensuais, sem parecer artificial. Quando cheguei em casa, tomei um banho longo e relaxante com bastante espuma, do jeito que eu gosto. Deitada na banheira, lembrei de alguns momentos com o Emilio durante as semanas anteriores e das palavras doces e carinhosas dele me convidando pra jantar ou tomar um drink na casa dele. Só de lembrar das palavras dele, senti meus bicos endurecerem, aparecendo fora da água morna. Uff, faz semanas que não transo direito, falei pra mim mesma, me lamentando por ter sido tão profissional. Essa noite, essa noite o Emilio vai conhecer a outra Silvia, pensei enquanto minhas mãos percorriam devagar minhas coxas e minhas pernas em direção à minha buceta. Minhas próprias carícias eram tão gostosas quanto se fossem as mãos do Emilio me tocando. Tava muito excitada. O excesso de trabalho tinha me feito deixar o sexo de lado por algumas semanas e agora meu corpo tava reagindo daquele jeito que um corpo reage quando precisa liberar uma baita energia sexual. Passei o dedo na abertura da minha buceta de cima a baixo várias vezes antes de separar meus lábios. vaginais com um par de dedos de cada mão. Comecei a acariciar a área mais perto do meu clitóris, que já estava estimulado pelas minhas carícias. Uma das minhas mãos voltou para os meus peitos enquanto a outra tocava agora, sim, meu pequeno botão mágico. Imaginei o Emilio nu, com o pauzão dele mostrando as veias prestes a estourar, e imaginei que o tocava, que o tinha tão perto de mim que podia levá-lo à boca e sentir o gosto e a textura. Várias ondas de prazer subiram pelo meu corpo inteiro desde a minha buceta, e eu mordi levemente o lábio inferior para não uivar de prazer. Deixei escapar um gemido leve e repeti a operação várias vezes. Um orgasmo delicioso fez todos os músculos do meu corpo se contraírem para finalmente relaxar, e fiquei ali esticada ainda por um bom tempo. Para a ocasião, escolhi um conjunto de lingerie preta que ainda não tinha estreado, porque acho que esse tipo de roupa só deve ser usado em ocasiões especiais. Me olhei no espelho do meu quarto. Assim, de lingerie, me sentia realmente gostosa. Depois, abri o guarda-roupa e encontrei um vestido longo magnífico, também preto, que deixava boa parte das minhas costas de fora. Teria preferido um decote mais ousado para deixar minhas intenções bem claras para o Emilio, mas pensei que, na hora, não seria necessário usar esse tipo de sinal, porque já estava decidida a ser bem explícita sobre o que queria naquela noite. Me maquiei levemente para tirar o tom pálido da minha pele e coloquei umas gotinhas do meu perfume favorito. O Emilio também tinha caprichado para a ocasião. Estou acostumada a vê-lo de terno por causa do trabalho, mas tenho que admitir que naquela noite ele estava ainda mais atraente. Dei uns beijinhos na bochecha dele e fui embriagada pelo perfume dele. — E aonde vamos jantar? — perguntei. — Conhece o restaurante do Don Fito? — Sim, mas nunca fui lá. Dizem que é muito caro. — Acho que não, eu Já fui várias vezes e acho que é muito bom. Então você sempre leva suas ficantes no mesmo lugar, né? – falei eu, sarcástica. Pois é, é um método infalível. – disse ele com um sorriso. E com certeza vai continuar sendo, pensei eu, já imaginando qual seria o final que eu previa para aquela noite. Já no restaurante, curtimos um jantar farto e demorado, animado por uma música ambiente excelente. Emilio foi especialmente gentil durante toda a refeição e tratou de encher meu copo de vinho várias vezes, assim que ele ficava vazio. Tá tentando me embebedar pra se aproveitar de mim? – falei eu, numa das vezes que ele encheu meu copo. Puxa, você adivinhou minhas intenções. Vamos brindar a isso. Quando terminei as sobremesas, já estava me sentindo desinibida e excitada ao mesmo tempo. Sabia que a hora da verdade estava chegando e que eu precisava começar a deixar as dúvidas de lado se quisesse que aquela noite tivesse alguma ação. Mesmo assim, Emilio não se decidia a tomar a iniciativa, e eu tinha certeza de que ele não faria isso a menos que eu deixasse as coisas bem claras. Vou ao banheiro um instante. – falei, porque precisava de uns minutos sozinha pra decidir qual seria a estratégia a seguir: sutil e provocante como até agora, ou talvez sensual e direta pra não deixar margem pra dúvida. Imersa nos meus pensamentos, fui andando até os banheiros, mas ao passar perto da entrada principal, me chamou a atenção as imagens que estavam passando na TV naquele momento. Acho que fiquei pálida de repente ao reconhecer um dos dois caras que apareciam em close. Era o Castilla, "o estuprador gentil", como era conhecido, desde que eu mesma cuidei pra que ele fosse preso por um bom tempo depois de estuprar duas mulheres e ser pego enquanto tentava com uma terceira. Me aproximei um pouco mais da TV pra ouvir o que a repórter estava dizendo naquele momento. - Como estamos dizendo, são dois Indivíduos muito perigosos que fugiram da prisão hoje de manhã, aproveitando uma visita programada ao centro de saúde mental. Suspeita-se que estejam armados, e a polícia pede que qualquer pessoa que possa dar informações sobre o paradeiro deles ligue para... Entrei no banheiro e joguei um pouco de água no rosto. A imagem da Castilla na televisão me fez lembrar ameaças antigas que já pareciam esquecidas. Quando voltei para a mesa, o Emilio percebeu na hora que algo estava errado comigo. "Você está bem?" – ele perguntou. "Não, estou meio tonta. Você se importa de me levar pra casa?" "Prefere que eu te leve pra ver um médico?" "Não, não, não é nada, vai passar sozinho, mas preciso descansar." "Tá bom, não se preocupa, vamos agora." O Emilio pagou a conta e me levou de volta pro meu apartamento. "Quer que eu te acompanhe até em cima?" "Não, obrigada, você foi muito gentil." "Tem certeza? Não me custa nada subir com você." "Não, de verdade, outro dia, tá? Desculpa, não pensei em terminar a noite assim. No próximo dia eu te compenso pelo jantar." "Não precisa, me diverti muito com você, Silvia." "Eu também. Te ligo amanhã, tá?" "Tá bom." Me despedi do Emilio com um beijo na boca, um pequeno adiantamento do que o esperava se tivesse a paciência necessária. Desci do carro e entrei no meu prédio. "Boa noite", falei pro porteiro, mas ele nem respondeu. Achei que ele tinha dormido enquanto folheava uma revista. Entrei no elevador e apertei o 4. Quando as portas fecharam, senti uma nova inquietação e logo tive a sensação de que faltava ar. Era absurdo, falei pra mim mesma, do que eu tenho medo? Aos poucos fui me relaxando e, quando cheguei no meu apartamento, minha respiração já estava quase normal. Abri a porta e entrei. Enquanto empurrava a porta pra fechar, procurava com a outra mão o botão da luz. Apertei o interruptor bem no momento em que a porta fechou. A luz não acendeu. "Que estranho", pensei, porque no resto do prédio tinha luz. Deve ter algum problema. Avancei pelo corredor no escuro pra descobrir se era isso mesmo que tava rolando, quando, passando perto da cozinha, tive uma sensação muito estranha, como se tivesse mais alguém ali, mas já era tarde demais. Naquele exato momento, uma mão forte e larga tapou minha boca enquanto a outra imobilizava meus braços por trás das costas. Nem consegui gritar. Alguém muito mais corpulento e forte que eu tinha me pegado de surpresa, e o terror que senti na hora paralisou o resto do meu corpo. Aí, no escuro, teve um clarão de luz, um pequeno brilho amarelado apareceu a poucos centímetros do meu rosto. Ali, bem na minha frente, com um fósforo entre os dedos, estava Castilla, com aquele mesmo olhar perturbador e a mesma expressão no rosto que eu tinha visto da última vez no tribunal. "Boa noite, advogada Sánchez, que bom te ver, você tá cada dia mais gostosa." Então ele repetiu aquelas palavras que durante anos ficaram gravadas no meu inconsciente: "Quando a escuridão chegar, a gente vai se ver de novo... lembra? Como vê, sou homem de palavra. Ah, e o homem que tá te segurando é meu amigo Toni, vulgo 'dedos longos'. Já deve imaginar por que o apelido, parece que o Toni gostava de apalpar as novinhas. Mas é um cara legal, espero que não se importe dele ter vindo comigo." O fósforo já tava quase apagando quando ele soprou e a escuridão total voltou. Senti uns dedos apertando minha buceta por cima do vestido. Tentei fechar as pernas o máximo que pude num reflexo, mas era inútil porque os dedos eram fortes e eu não conseguia evitar senti-los contra mim. Outro fósforo acendeu de novo, trazendo um pouco de luz bem depois que eu parei de sentir aqueles dedos no meu sexo. Imagino que meus olhos denunciavam o pânico que eu tava sentindo naquela hora. No meu cérebro, as declarações que eu mesma tive que decorar das minhas testemunhas se repetiam sem parar. Eu sabia todos os detalhes daquelas violações porque eu mesma incentivei as vítimas a me contarem tudo o que aconteceu, pra tentar conseguir alguma coisa pra usar no julgamento. A única coisa que me tranquilizava em tudo aquilo era que ele nunca tinha usado violência, pelo menos até agora. O estuprador gentil, foi como uma jornalista sensacionalista o chamou, porque aparentemente ele nunca usava violência nos seus atos, mas eu não via onde a gentileza podia se encaixar numa violação. Do amigo eu não sabia nada, nunca tinha ouvido falar dele. Me desculpe, advogada Sánchez, por não ter avisado a senhora com tempo da minha visita – continuou Castilla. Com licença, se importa se eu chamar a senhora de Silvia? Castilla fez um sinal pro outro homem e ele tirou a mão da minha boca. Se gritar, a gente para de ser tão gentil com a senhora – disse Toni. Como vocês chegaram até aqui? Como entraram no meu apartamento? – foi a única coisa que consegui dizer. Bom, tivemos que pedir as chaves pro porteiro. Infelizmente, aquele pobre homem tinha o coração muito fraco… Aí eu percebi que não tinha visto o porteiro dormindo, na verdade tinha visto ele morto. Talvez o nervosismo que senti quando entrei no elevador tenha sido um aviso do meu inconsciente pra eu vazar dali. Aquilo mudava consideravelmente as coisas, porque uma morte era sim um ato violento, pelo menos pra mim. Querida Silvia, disse Castilla, já faz seis anos desde que nos vimos pela última vez. Seis anos. Sabe quantos dias nesses anos eu pensei na senhora e no que faria com ela quando esse momento chegasse? Ele aproximou o fósforo do meu rosto até deixar tão perto que eu podia sentir o calor. Instintivamente, soprei pra não me queimar. Assim que a escuridão chegou, os dedos dele voltaram a se esfregar na minha buceta. Não me toca, seu desgraçado. – gritei, mas aí o Toni torceu meus braços ainda mais, causando uma dor forte que me fez curvar o corpo e empurrar meus quadris pra frente, na direção do Castilla. Não seja imbecil – disse Castilla – acho que ela entendeu o que Você disse pra ele antes, né? Né? Sim. – eu falei, e senti a força que me matava de dor diminuir. Boa garota. Ouvi Castilla se afastar e, pouco depois, a luz voltou no meu apartamento. No começo, quase me irritou, porque meus olhos já estavam se acostumando com o escuro, mas depois agradeci por poder ver claramente meus dois agressores. Castilla eu conhecia bem o suficiente pra reconhecer a qualquer momento, mas o outro era a primeira vez que eu via. Só consegui ver um pouco do rosto dele, porque tava atrás de mim. Era um pouco mais velho que Castilla, uns quarenta e poucos anos, e com traços mais brutos, mais violentos. Nos olhos dele dava pra ver a luxúria de quem sabe que domina a situação. Castilla se aproximou de novo de mim. Cê tá muito gostosa, veio de uma festa? Eu não respondi, mas na hora o Toni sugeriu que eu respondesse se não quisesse passar mal. Não, vim de jantar. Um jantar? Puxa, deve ser um jantar romântico porque cê se arrumou toda pra ocasião. Na prisão, muitos diriam que cê parece uma puta vestida assim. Na prisão tem muito filho da puta. Não seja tão dura, Silvia. Pensa que foi você que mandou muitos de nós pra lá. Cê tem esperança de que a gente se reintegre na sociedade, não tem? Vocês são lixo, e lixo nunca deixa de ser lixo. Então Castilla chegou ainda mais perto de mim e, com uma brutalidade impressionante, rasgou meu vestido, rompendo em vários lugares ao mesmo tempo. E você é uma puta, e como tal merece ser tratada assim. Eu tentei impedir que ele terminasse de arrancar meu vestido com alguns chutes no ar, mas nenhum acertou o alvo, e em vez disso, Toni puxou meu cabelo pra trás, fazendo eu olhar pro teto e empinar o peito pra fora, enquanto Castilla se dedicava a destruir meu vestido, rasgando em pedaços e jogando no chão. É melhor cê se comportar – me avisou Castilla – não ia querer ter que estragar essa cara tão bonita. Então eu entendi pela primeira vez que tava presa e sem saída. De calcinha e sutiã, no meio do caminho entre o... comedor e meu quarto, com dois homens que iam fazer o que quisessem comigo, mas o que iam fazer? Iam se contentar em me estuprar? Se fosse só isso, será que eu aguentaria? Afinal, era só sexo, não desejado, mas sexo apenas. Mas eu estava errada. Não era só sexo, era também humilhação, dominação, impotência, e a sensação terrível de não ter controle da situação. Decidi que por enquanto devia cooperar. Na situação em que me encontrava, não podia fazer outra coisa. Sim, podia recusar, tentar resistir, mas o que ia conseguir? Só uma surra, porque iam me estuprar do mesmo jeito. Decidi evitar sofrimento. Castilla pegou um pedaço do vestido que tinha jogado no chão e rasgou uma tira longa de tecido. "É uma pena, porque esse vestido te caía muito bem, mas vou vendar seus olhos e não me ocorre outra coisa pra usar." Castilla estava me mostrando como era o jogo dele. Não era só uma posse sexual, era me fazer saber que eu estava indefesa e à mercê deles. E com o tecido do meu vestido nos olhos, a escuridão voltou, e também voltaram os dedos dele na minha buceta, agora coberta só por uma calcinha minúscula.
"Vamos voltar ao jantar", disse Castilla. "Com quem você estava nesse jantar? Era seu namorado?" "Não, era um colega de trabalho." "Puxa, então a putinha tava traindo o namorado", ele disse enquanto os dedos subiam pelo meu estômago até meus peitos. Toni tinha começado a ficar mais excitado desde que Castilla tinha arrancado meu vestido, mas por enquanto não me tocava, continuava segurando minhas mãos com força e se contentava em encostar o pau já duro nos meus rins, como se estivesse se apresentando pra mim. "Não tenho namorado", falei baixinho. "Não tem namorado? Puxa, que pena, porque eu adoraria ver a cara do seu namorado quando entregássemos a gravação que estamos fazendo." Mais uma vez, era um ato de dominação. Eu estava vendada e, obviamente, não podia Saber se o que Castilla dizia era verdade ou não. Se fosse, a situação ficava ainda mais grotesca, porque uma coisa era deixar que me estuprassem sem mais nem menos, sem testemunhas, sem gente pra me julgar por não tentar me defender, e outra coisa era que aquele filme pudesse ser exibido a qualquer momento na internet ou em algum veículo de comunicação. Não tinha dúvida de que Castilla era muito bom no jogo. Eu precisava fazer alguma coisa, precisava pensar em algo antes que ficasse tão aterrorizada que meu pensamento paralisasse. Já te tocou? – perguntou Castilla de novo. O quê? O quê, se já te tocou, se já te passou a mão durante o jantar? Não, ele é um cavalheiro, não um porco animal como você. Castilla arrancou meu sutiã de uma vez e agarrou meus peitos, um em cada mão. Você tem um belo par de tetas. Esse cara com quem você jantou devia ser um viado. Aqui os únicos viados são você e sua namorada Toni. Ou você acha que eu não sei o que fazem na cadeia com quem estupra os outros? Toni ficou bem puta com meu último comentário e me castigou com uma daquelas torções de braço que ela sempre faz, que me causavam tanta dor e me obrigavam a jogar a cabeça pra trás e o corpo pra frente. Castilla, por outro lado, nem ligou. Continuava apalpando minhas tetas e parecia estar adorando. Faz seis anos que não pego nuns peitos desses. Sabe? Tem muita mulher que adoraria estar no seu lugar. Muitas mulheres casadas que não recebem atenção nem cuidado nenhum dos maridos, muitas mulheres insatisfeitas que dariam tudo pra ter entre as pernas dois homens loucos por sexo, dois homens que não veem, tocam, cheiram, lambem ou provam uma buceta de mulher há seis anos. Você me dá nojo. – falei. Pois eu acho que não, a mancha na sua calcinha te denuncia. Era verdade. Inacreditável, mas verdade. Talvez os longos dias sem sexo que eu tinha vivido nas últimas semanas, talvez aquela linguagem suja, talvez minha total indefensão, talvez um pouco de tudo, o fato é que enquanto minha mente ainda buscava um caminho, um jeito de escapar da situação inevitável para a qual aqueles homens me levavam, meu corpo começava a reagir de forma alarmante às carícias e ao desejo que aqueles dedos estranhos deixavam transparecer. Eu não podia consentir, não devia deixar meu corpo dominar minha mente, não podia ser, e no entanto, quando aqueles dedos desceram de novo pelo meu estômago e, depois de ultrapassar a pequena barreira do tecido fino da minha calcinha, chegaram até minha buceta, eu soube que a guerra estava começando a ser perdida. "Essa rabuda tá ficando toda molhada", disse Castilla, que tinha provas disso nos dedos. Toni riu, divertido com o comentário de Castilla, e apertou ainda mais o pau dele contra minhas costas. Então Castilla colocou os dedos perto do meu nariz para eu sentir meu próprio mel, e depois desceu até minha boca para eu lamber os dedos dele. "Chupa eles", ele ordenou. "E se você se comportar bem, talvez eu deixe você chupar meu pau." Era revoltante o jeito como Castilla me tratava, e no entanto, quanto mais vulgar ele era na fala, quanto mais dominada e exposta eu me sentia, mais excitada eu ficava. Eu estava ficando com tesão, e ele sabia disso. Minha vontade já era uma chuva fina no deserto. Castilla voltou para meus peitos. Ele os pegava pela base e os levantava, deixando-os cair depois. Acho que excitava ele vê-los quicar. Imaginei que nessa altura ele já devia estar com uma boa ereção, e lamentei não poder vê-la. Sim, confesso, nesse ponto eu já tinha perdido o jogo, tinha perdido a noção do bem e do mal, já não era objetiva, agora só queria ver o pau dele duro apontando pro céu por minha causa. Castilla repetiu a operação várias vezes antes de começar a lamber meus peitos. Ele chupava em círculos decrescentes, sempre terminando nos meus bicos, duros como pedra. Ao mesmo tempo, acho que era a mão de Toni que se perdia pela primeira vez dentro da minha calcinha e começava a brincar. O prazer que eu ia sentindo com as carícias em todo meu corpo foi... Aumentando aos poucos e pela primeira vez tive medo de morrer, medo de morrer de prazer ali mesmo, de gozar como nunca tinha gozado, dando razão ao Castilla e mostrando que no fundo não passava de uma puta faminta de sexo. Aí uma dor aguda nos meus mamilos me tirou do êxtase. Ele tinha mordido meus mamilos com toda a intenção do mundo, porque sabia do prazer que eu estava sentindo. Era o jeito dele de dizer que eu só gozaria quando ele quisesse, que ele era o dono, que a dor e o prazer viviam perto, muito perto. Gritei, de dor, mas não era um grito de socorro. Toni largou minha buceta e me lembrou, do jeito dele de sempre me machucar, que eu não devia gritar. Castilla voltou a lamber meus peitos, de novo com cuidado e do jeito delicioso que tinha feito até então. Acho que já está na hora de tirarmos isso. – disse Toni, se referindo à minha calcinha. Puxou ela por trás e o tecido da frente se enfiou na minha buceta. Toni puxou um pouco mais forte e o roçar da calcinha no meu clitóris deixou de ser gostoso e virou incômodo. Finalmente deu um puxão brusco e ela rasgou, escorrendo de vez entre minhas pernas. Assim está muito melhor – disse Toni – e levou a mão de volta à minha buceta. Dessa vez, passava de cima pra baixo, chegando até meu cu e depois subindo de novo. Juntava um pouco de fluido nos dedos e espalhava por toda a minha xota. Depois de brincar mais um pouco, enfiou vários dedos na minha boceta. Agora entendo seu apelido, pensei, dividindo minha atenção entre os dois focos de prazer que tinha naquele momento: Castilla saboreando meus peitos e Toni penetrando minha virilha. Não consegui evitar que escapasse um suspiro quando Toni soltou um pouco a pressão nas minhas mãos, que já começavam a ficar dormentes, e as levou até o volume dele. A pica do Toni era enorme. Acho que essa já não precisa mais segurar – disse Toni para Castilla. É, já percebi também. Então por Pela primeira vez em um bom tempo, consegui sentir minhas mãos livres de novo. De certa forma, tinha conseguido algo, tinha ganhado a confiança deles e agora tinha uma pequena margem de manobra. Enquanto eu reconhecia a ferramenta enorme do Toni, o telefone da sala começou a tocar… É melhor você atender – disse Castilla – mas espero que não tente nos passar a perna. Eu mesma tirei a venda que cobria meus olhos e fui para a sala. Parecia que a história da gravação na câmera tinha sido só um enfeite da Castilla na estratégia dela de anular minha mente, sem dúvida era uma boa notícia. Castilla e Toni me seguiam bem de perto. Peguei o telefone. Alô? Oi Silvia, é o Emílio, como você está? Se sentindo melhor? Bem na hora que eu ia responder, Castilla se ajoelhou na minha frente e levou a língua até minha buceta. Eu não queria deixar, ainda devia ter um resquício de dignidade no meu cérebro, mas uma mordidinha leve num dos meus lábios vaginais foi o suficiente pra eu abrir as pernas. Silvia? – repetiu Emílio do outro lado da linha. Sim, desculpa, é que… Ahhhhhh…….tava distraída. Entendi, bom, é melhor eu deixar você descansar. Siiiiiii…….é melhor. De qualquer forma, já tô melhor, obrigada. Amanhã já vai ter passado. Toni vinha em nossa direção com a pica na mão. Mostrava e escondia a glande lívida dele com movimentos lentos e calmos. Na real, agora que eu podia ver ela inteira, tenho que dizer que era bem grande. Então, a gente se vê na segunda, né? – disse Emílio. Sim, sim, na segunda. – só consegui falar essas palavras porque a Castilla tava dando umas linguadas no meu clitóris que me faziam tremer de prazer. Desliguei o telefone como pude e comecei a gemer de gosto, agora sem frescura, enquanto Toni se posicionava atrás de mim e, me segurando pelos peitos, começou a esfregar a pica dele nas minhas nádegas. Você vai gozar, Silvia, vai gozar com seus estupradores como uma puta?, eu me recriminava enquanto um orgasmo gigantesco se formava na minha entreperna. Sim, vou gozar, decidi finalmente, e deixei minhas reclamações para outro momento. As beliscadas de Toni nos meus mamilos só aumentavam ainda mais minha excitação e quando cheguei ao clímax não consegui evitar soltar um gemido tão desgarrador que deixaria tesudo até o padre mais devoto. Ao mesmo tempo, todos os meus músculos perderam a tensão habitual e eu teria caído de costas no chão se não fosse porque Toni me segurava firmemente. Essa foxy goza que dá gosto. – disse Castilla com o rosto cheio dos meus fluidos -. Sim, é uma boa slut. – acrescentou Toni - Dá pra ver que faz dias que não comem ela como merece. Quem dera fossem uns dias, pensei eu, que começava a me recuperar. Pois hoje vai levar umas boas fodidas. Mal Castilla disse isso, me ordenou que me ajoelhasse ao lado dele. Chupa meu pau, quero ver como uma advogada engole minha cock. Pela primeira vez, dirigi minha atenção ao pênis dele. E digo pênis porque pra mim uma cock precisa ter boas dimensões para ser considerada uma boa cock. Era, então, um pênis, digamos, normalzinho, que se comparasse com o do amigo poderia até humilhá-lo. Decidi não fazer isso, pois o ego dos homens costuma ser muito regido pelo tamanho do membro, e um homem com o ego ferido pode se tornar muito perigoso, até mesmo um estuprador amigável. Então, levei o pênis dele à boca e comecei a lamber sem muito entusiasmo. Ao introduzi-lo na boca, ele ganhou um pouco de tamanho, mas continuava sendo um pênis. Acariciei as bolas dele enquanto chupava a glande de forma automática. Depois de alguns minutos assim, ele pediu que eu ficasse de quatro. Agora vamos te foder. – disse Castilla - como se isso fosse uma ameaça real naquele ponto. Toni ainda estava de pé e na nossa frente. Ele sim exibia uma ereção maravilhosa. Essa cock começava a me esquentar de novo. Castilla se posicionou atrás de mim e com certa Fácil, já que ela ainda estava bem lubrificada, ele me penetrou pela buceta e começou a bombar com ansiedade. Era como se tivesse pressa de gozar, como se estivesse tão excitado que não aguentasse nem mais um segundo sem ejacular. Toni, por outro lado, continuava do meu lado, impassível. Do chão, lancei um olhar lascivo para ele e mostrei a língua, entre provocativa e debochada. Então ele se aproximou ainda mais de mim e enfiou o pau na minha boca enquanto segurava minha cabeça com as mãos e começava os movimentos de penetração. Aquele filho da puta tava fodendo minha boca. Era a primeira vez que faziam algo assim comigo. Chupar paus de joelhos já podia ser humilhante pra uma mulher, mas ter a boca fodida daquele jeito me parecia ainda mais humilhante e ao mesmo tempo terrivelmente excitante. Eu tava fora de mim de novo, tava de novo como uma puta no cio que tá levando a melhor foda da vida. "Eu sempre quis ter uma advogada assim", disse Toni. "Te falei que era uma boa rabuda. Já te disse, eu não costumo errar. Pois hoje ela vai se fartar de tanta pica." Castilla não demorou a gozar por causa da energia com que tava me fodendo e, como eu esperava, a porra dele foi escandalosamente abundante, e logo o sêmen escorreu da minha buceta e começou a descer pelas minhas coxas. Toni, por outro lado, continuou por mais alguns minutos perfurando minha boca num ritmo lento e suave. "Vai, goza na cara dela", Castilla incentivava o amigo. Tava claro que Toni ia atender, e quando senti que o orgasmo dele chegava e que ele derramava as primeiras gotas de porra na minha boca, me preparei pra receber as descargas na minha cara. Fechei os olhos e esperei o impacto. Rapidamente, um jato de porra caiu entre meus olhos e meu nariz, e outro ficou grudado no meu queixo, enquanto o resto escorria pelo meu pescoço e peitos. "Ai, meu Deus, foi foda pra caralho!", exclamou Toni enquanto sacudia as últimas gotas sobre meu corpo. Castilla tinha adorado tanto. O espetáculo que voltava a estar duro e ansioso pra me penetrar. Eu, com esperma de dois homens escorrendo pelo meu corpo todo, já não entendia mais de objeções. Assim, quando Castilla se deitou no chão e me pediu pra montar nele, eu fiz sem pensar e enfiei o pau dele de uma vez. "Se eu soubesse que você era tão puta, teria fugido da prisão bem antes", disse Castilla. E se eu soubesse o que me esperava essa noite, talvez não tivesse ido jantar com o Emilio, pensei, mas não falei nada pra não alimentar o ego dos caras. Me limitei a me mexer em cima dele, pulando no pau dele como uma verdadeira safada enquanto meus peitos balançavam e balançavam, enlouquecendo Castilla de luxúria. Toni recuperou a ereção de novo ao nos ver foder daquele jeito e, quando ficou dura de novo, me mandou deitar em cima do Castilla. Quando fiz isso, meus peitos ficaram ao alcance de Castilla, que os pegou entre os dedos pra beliscar e amassar, como já tinha feito alguns minutos antes. Mas agora meu foco de atenção tinha ido pro Toni, porque eu sabia quais eram as intenções dele e sabia que aquilo ia doer. Bem atrás de nós, Toni se lambuzava o pau com saliva e lubrificava meu cu com os dedos. Apesar da puta excitação que eu sentia pelo tesão da situação e apesar de Castilla estar me fodendo agora com estocadas lentas e profundas que me davam um prazer enorme, meu cu estava tão fechado que era difícil imaginar como um pau daquele tamanho ia caber ali dentro. Nunca nenhum dos meus amantes tinha querido me sodomizar, e eu também nunca tinha achado isso excitante, então meu cu era virgem, e Toni começava a perceber isso. "Acho que essa gostosa nunca levou por aqui." "Então já é hora de alguém fazer isso", incentivou Castilla. Toni começou pressionando meu cu com um dedo. Não foi fácil, mas depois de tentar, conseguiu enfiar ele por completo. Quando tirou, meu cu já estava um pouco mais aberto. dilatado, mas ainda bem fechado. Então ele repetiu a operação com dois dedos e finalmente com três. Conforme adicionava um novo dedo, a dor aumentava e tomava o lugar do prazer. Então, quando eu imaginava que viria um quarto dedo, senti o pau dele na porta do meu cu. A cabeça pressionava meu buraco como os dedos tinham feito antes, mas não conseguia forçar a entrada. Toni começava a perder a paciência comigo, e isso me preocupava, porque não queria ver aquele grandalhão irritado. Então, numa nova tentativa, Toni conseguiu enfiar a ponta. Eu mesma senti as paredes do meu cu finalmente cederem ao empurrão dele. A partir daí, tudo ficou muito mais fácil pra ele e muito mais doloroso pra mim. Com mais três estocadas, ele enfiou a maior parte do pau no meu rabo. Agora a dor era intensa e diluía o prazer que Castilla me dava com a fodida dele. "Você não pode cair mais baixo, Silvia", pensei comigo mesma quando tive os dois estupradores dentro do meu corpo. Mas logo a dor foi dando lugar a uma sensação intensa de prazer. Toni também estava adorando, porque meu cu apertava o pau dele com uma força brutal, e pensei que era quase como se eu estivesse ordenhando o pau dele. Castilla começou a acelerar os movimentos, e a gozada dele era iminente. Eu já tinha gozado pela segunda vez uns minutos antes, e Toni gemia a cada estocada que me dava. De repente, um líquido morno começou a inundar minha buceta, e quase de imediato Toni fez o mesmo no meu cu. "Tô gozando", gritei pra excitá-los ainda mais, "tô gozando, tô gozando…" Acabamos os três ao mesmo tempo. Depois, ficamos no chão recuperando o fôlego por alguns minutos. Meu cu doía, e meus mamilos também, por causa das mordidas repetidas de Castilla, mas mesmo assim eu me sentia ótima. Meu corpo estava cheio de suor e porra, mas eu não ligava a mínima. Depois de alguns minutos, Castilla disse que era melhor eu tomar um banho porque eu estava com um Que situação lamentável. Não sei por que, mas as palavras dele não soaram sinceras pra mim e eu sabia que devia ter alguma ideia tortuosa por trás disso. Eu concordei com a cabeça e levantei pra ir ao banheiro. Castilla e Toni conversaram um pouco em voz baixa e depois me seguiram. Toni abriu a torneira e os dois homens entraram na banheira comigo. A água já estava começando a lavar o suor e a porra do meu corpo quando Toni me puxou pra perto dele e, me levantando no braço, me penetrou com facilidade. Minhas costas estavam apoiadas na parede e ele me segurava firme pelas nádegas enquanto o pau dele entrava e saía com uma puta força da minha buceta inchada.
"Você não vai esquecer essa noite na sua vida", ouvi Castilla dizer, e eu sabia que era verdade porque nunca mais ia sentir um sexo tão selvagem e doentio ao mesmo tempo. Toni, que parecia impossível ter tanta energia, começou a chupar meus peitos enquanto continuava a metida brutal que tava me deixando louca de prazer. "Se o Emilio me visse agora", pensei comigo mesma, e imaginei ele observando a cena da porta do banheiro. Só de pensar nisso, gozei num orgasmo intenso e delicioso, e logo Toni também gozou. Finalmente meus pés tocaram o chão de novo, mas agora era o Castilla quem precisava dos meus serviços. "Fica quieta", ele disse, e antes que eu pudesse me virar, senti o pau dele entre minhas nádegas. Diferente da outra vez, o pau do Castilla entrou no meu cu, que já tava mais dilatado, sem muita dificuldade, e dessa vez a sensação foi de prazer desde o começo. E pra completar a putaria, o Toni, que depois de gozar tinha se deixado cair no chão da banheira, tava agora com a cabeça entre minhas pernas, procurando meu clitóris com a língua. "Seus malditos filhos da puta, o que vou fazer sem vocês quando a polícia prender vocês?", falei num momento de puro êxtase. "Você pode vir nos visitar", disse Castilla, "você vai ser bem-vinda." Essa foi a última vez que ouvi Castilla falar. Depois de Isso continuou fodendo meu cu e Toni chupando minha buceta até que eu gozei de um jeito tão violento que todos os músculos do meu corpo falharam por um momento e eu tive que me deixar cair na banheira enquanto a água continuava escorrendo pelo meu corpo todo. Não sei quanto tempo fiquei assim, no chão da banheira, recebendo o bater morno da água na minha pele. O fato é que, quando me dei conta de que tinha passado um tempão, Toni e Castilla já não estavam mais lá. Fechei o registro do chuveiro e me enrolei numa toalha sem saber bem por que estava fazendo aquilo, já que não tinha nada a esconder de ninguém naquele ponto. Olhei na sala de jantar e não havia sinal deles nem das roupas deles. Em compensação, meu vestido estava ali, rasgado em mil pedaços, e minha calcinha, toda arrebentada. Procurei no resto dos cômodos do apartamento, mas não tinha vestígio deles. Eles tinham sumido do mesmo jeito silencioso como tinham chegado. Terminei de me secar e fui pro meu quarto para vestir uma calcinha. Foi então que, em cima da minha cama, encontrei uma coisa. Era um bilhete escrito à mão. Quando a escuridão chegar, a gente vai se ver de novo.
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