Gostosa na cadeia.

Há vários anos atrás, trabalhando como contador numa empresa, acabei sendo pego por lavagem de dinheiro para pessoas que nos pagavam por isso. Eu sabia o que estávamos fazendo e decidi ficar. Fui preso alguns meses depois e tive que cumprir 3 anos de sentença, no final foram menos por bom comportamento. Eu tinha com minha esposa uma grande conexão antes de tudo isso, relacionada ao cuckold. Aos 5 meses de estar lá, fui transferido para outro pátio mais liberal, para presos de boa conduta. Me aparece um companheiro chamado Mario, de 26 anos, na verdade tinha uma péssima aparência, mas ao conviver com ele, transbordava gente boa. Ele me contou que tinha sido preso por se envolver com gente que não devia, ele tatuava e tinham pego o local dele como ponto de venda, e tudo isso o levou a ser preso. Bom, já estando lá, minha esposa pôde entrar uma semana na cela para me entregar artigos pessoais e comida. Meu companheiro Mario a conheceu, muito gentil e tudo com ela. Ela veio vestida com uma calça justa e uma blusa bem colada que deixava ver seu corpo incrível. Passados 25 minutos, chegou o oficial pela minha parceira e ela foi embora. Conversava com Mario sobre isso, que legal que naquele pátio os familiares podiam entregar as coisas diretamente pra gente. Ele me contava que fazia quase 4 anos que não via uma mulher vestida daquela forma, que já tinha até esquecido. Comecei a falar putaria com ele sobre ela e essas coisas. E ele: "Marica, respeita tua mulher!" E eu: "Nahh, você é um bom parceiro." E ele: "Como sabe se me conhece há apenas um mês?" E eu: "Você é o único que me tratou como amigo e não como mais um aqui." Passada a hora de apagar as luzes no salão, quase dormindo, ouvi barulho embaixo no beliche e olhei por uma fresta: estava Mario batendo uma, e eu: "Uhhhh, belo pau, amigo!" E ele deu um pulo de susto: "Epale, não se confunda, bro!" Eu: "Não, não, tranquilo, continua." E me virei. Depois disso, tínhamos mais confiança, quase que nos banhávamos juntos, mas coisas masculinas. E ele me dizia que desejava voltar a gozar dentro de uma buceta, que até se masturbar já era chato. E eu: "Epale... e por que naquela noite você fez aquilo? Ele todo cabisbaixo me fala: "Na real foi por causa da sua esposa e do que você me contava". E eu fiquei tipo: "Que difícil, amigo". Deixamos esse assunto pra lá e uma tarde me ligam das oficinas que já estava marcada minha visita conjugal. Felizão, liguei pra minha mulher e avisei, e ela me diz: "Pra mim também, acabaram de me ligar". E a gente ficou se falando umas coisas e eu, com tesão, pensei em comentar sobre o Mario, o que tinha acontecido e tudo que ele me contou, e eu pra ele... Mas deixei pra lá. Uma noite antes da visita, contei pro Mario. Não sabia se falava, mas falei. Tava com preguiça que ele fosse se sentir mal ou ficasse de ego ferido, pensei o pior, mas ele ficou feliz. Só me disse: "Traga essa buceta cheirosa pra eu poder sentir o cheiro de novo". E eu: "Que isso, haha, mas por você, bro, o que for". Chegou o dia, fui pras cabines e fiquei com minha parceira. Fizemos de tudo, aproveitamos e tal. E ela me pergunta: "Vai tomar banho?" E eu: "Não, o Mario quer sentir o cheiro de novo da buceta, haha". E ela: "Que estranho, espero que vocês não façam essas coisas". E eu: "Nada, não". E ela disse: "Você não sente falta de me ver com outros caras?" E eu: "Não, e você nem vai fazer enquanto eu tiver aqui, além do mais, o povo fala demais". E eu: "E que tal se você fizer aqui dentro e com o Mario?" Vi a expressão dela como se estivesse considerando. Mas ela me diz: "E como, se só posso ficar com uma pessoa na visita conjugal?" E eu: "É, isso é verdade. Mas e se você deixar umas coisas pra mim? Na cela?" E ela: "Seria amanhã". E eu: "Uhh, vou contar pro Mario". A gente se despediu e tudo. Voltei pra cela e contei pro Mario como foi tudo. E ele até dava pra notar o volume dele, e eu falei sobre minha mulher, que se ela viesse amanhã, ele topava comer ela. E ele: "É que daria pena por você, bro, e não sei se vou conseguir ficar duro". E eu: "Vamos tentar". A noite toda o Mario passou emocionado, nem conseguia dormir, falando de como ela era gostosa e essas coisas. No outro dia, tomamos banho juntos e ele pediu uma lâmina e se barbeou, com o pau duro. Eu calculei uns 19 a 20 cm. Tipo 3:30 da tarde chegou minha mulher. Ela veio com uma calça de couro sintético e um body, e eu: "Hmm, sabia o que vinha por aí". Essa calça tem um zíper na... a parte da virilha e abre até em cima, fica toda essa área livre. nos sentamos pra conversar os três na cama de baixo e de vez em quando passava o guarda. numa vez que ele fez o percurso mais longo, ela tava apalpando o Mario e deixando ele todo excitado, e o Mario todo envergonhado comigo, e eu de boa. Levantei e fui até a porta da cela pra ver se ele vinha, mas não. Fiquei lá de guarda pra ver se aparecia. Olhei pra eles e minha esposa tava chupando gostoso o pau do Mario, e eu nossa... Quando olhei, o oficial tava vindo. Eles se esconderam e a gente fingiu que tava conversando, normal, quando o oficial chega e diz pra ela: "Senhorita, faltam 8 minutos. Vou dar uma volta e volto pra levar você até a saída." Nessa hora que ele vira as costas, eu falo: "Sobe lá em cima na outra cama!" e eu tento tampar com a cortina pra não dar muito na vista, que estranho. Minha esposa subiu primeiro e a buceta dela tava aberta no zíper, e o Mario, quando viu aquilo, grudou a boca nela e ajudou ela a subir. Exatamente nesse momento, consegui ouvir uns gemidos, e minha mulher tava mordendo o lençol, e eu: falta muito? E ela: mas ele não tem camisinha! E eu: vai assim mesmo, não importa. E ela: você tá falando sério? E eu: sim, sim, vai! Soavam uns gemidinhos baixos, não muito óbvios, mas dava pra ouvir, até que escutei o Mario desabar do lado dela. Quando olhei de novo, vi que o oficial já tava quase chegando na cela. Minha mulher pulou de cima e foi direto pro vaso, e tava vomitando a porra do Mario, e o Mario lá em cima. O oficial: "Senhorita, o que você tá fazendo aí?" E ela: "Urinei antes de ir, ok? Vamos." E aí eu me despedi dela e dei um beijo, e ela me diz no ouvido: "Porra, que delícia essa adrenalina, mas você sabe que eu não tô me cuidando, viado!" E eu: "Depois a gente conversa, amorzinho." E me despedi dela. Cheguei na cela e o Mario tava com aqueles olhos vidrados, que não trocava por nada nesse mundo. Depois conto o resto.

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