Foi uma noite que decidi ir a uma sex shop com cabines pra ver filmes pornô.
Entrei e tinha muitos filmes 🎥 pra escolher de todo tipo e, bem, escolhi um de garotas trans com BBC.
Falei pra mina que tava cuidando da loja qual eu tinha escolhido.
e me indicou qual era a minha cabine, já dentro das cabines estava tudo escuro e só iluminava a luz do corredor
Decidi entrar no banheiro pra me trocar, por baixo da minha roupa já tava de lingerie e na minha mochila a peruca. Me troquei e fui pra minha cabine.
Já instalada no meu lugar, começou o filme e fechei a cortina do meu box. Vale dizer que cada cabine não tinha porta, só cortinas, e elas balançavam com o vento do ventilador. Depois, entrou um senhor e colocaram ele do meu lado. Ele percebeu que eu era travesti e disse: "Você está muito gostosa" e perguntou se podia tocar meus peitos. Eu disse que sim, e começou assim. Depois, molhou os dedos com saliva e passou em círculos nos meus mamilos. Só rolou isso porque o tempo dele na loja acabou e ele foi embora. Eu continuei, e chegou outro senhor, mais velho também, do meu lado. Depois de um tempo, fiquei curiosa pra ver ele se masturbando. Eu levantei a cortina dele, e ele perguntou: "Quer ver?" Eu disse que sim. Depois, ele falou: "Vem pra cá", mas o espaço era muito apertado. Então, ele empurrou a cadeira pra trás, e eu fiquei de joelhos na frente dele, com a tela em cima de mim e ele sentado, se masturbando. Ele me passou papel e disse: "Me limpa". E eu fiz. Verdade, tava nervosa e excitada, me sentindo uma puta de armário. Ele falava: "Me toca, me masturba". Eu fiz, e ele tava duríssimo. Depois, disse: "Chega mais, coloca no teu rosto, cheira". E eu tava a mil, como ele me fazia sentir tão puta, tão submissa. Ele perguntava: "Tá gostando? Você é um viadinho promíscuo." Depois, falou: "Levanta e senta em cima de mim.
Você tem uma bunda gostosa, puta, e ele ficava acariciando minha bunda. Levantei meu vestido de puta e ele começou a beijar minhas nádegas. Ele perguntava se eu gostava, e eu respondia que sim. Aí ele disse: "Fala-se 'sim, papai'". E eu me senti tão viado quando falei: "Sim, papai, eu gosto". Ele abriu minhas nádegas e mandou: "Fala". E eu disse: "Papai, me dá língua no cu, quero sentir sua língua". E senti ele passando a língua em círculos, de cima pra baixo. De repente, senti a cortina sendo aberta, e já tinha mais espectadores olhando aquela cena. Eles tinham levantado a cortina e, se masturbando, diziam: "Que delícia, puta".
Ele falou: senta no meu pau e esfrega nele. Uff, senti aquele pitoco durão e molhado. Ele perguntou se eu tinha camisinha, eu falei que não, e ele disse que também não. Então só fiquei esfregando minha buceta no pau dele até ele gozar nas minhas nádegas. Ele levantou, se limpou e foi embora. Eu fiquei igual uma puta cheia de porra, me limpando, enquanto os outros começaram a me apalpar… Isso vai ser na próxima parte. Comenta se você gostou, valeu.
Entrei e tinha muitos filmes 🎥 pra escolher de todo tipo e, bem, escolhi um de garotas trans com BBC.
Falei pra mina que tava cuidando da loja qual eu tinha escolhido.
e me indicou qual era a minha cabine, já dentro das cabines estava tudo escuro e só iluminava a luz do corredor
Decidi entrar no banheiro pra me trocar, por baixo da minha roupa já tava de lingerie e na minha mochila a peruca. Me troquei e fui pra minha cabine.
Já instalada no meu lugar, começou o filme e fechei a cortina do meu box. Vale dizer que cada cabine não tinha porta, só cortinas, e elas balançavam com o vento do ventilador. Depois, entrou um senhor e colocaram ele do meu lado. Ele percebeu que eu era travesti e disse: "Você está muito gostosa" e perguntou se podia tocar meus peitos. Eu disse que sim, e começou assim. Depois, molhou os dedos com saliva e passou em círculos nos meus mamilos. Só rolou isso porque o tempo dele na loja acabou e ele foi embora. Eu continuei, e chegou outro senhor, mais velho também, do meu lado. Depois de um tempo, fiquei curiosa pra ver ele se masturbando. Eu levantei a cortina dele, e ele perguntou: "Quer ver?" Eu disse que sim. Depois, ele falou: "Vem pra cá", mas o espaço era muito apertado. Então, ele empurrou a cadeira pra trás, e eu fiquei de joelhos na frente dele, com a tela em cima de mim e ele sentado, se masturbando. Ele me passou papel e disse: "Me limpa". E eu fiz. Verdade, tava nervosa e excitada, me sentindo uma puta de armário. Ele falava: "Me toca, me masturba". Eu fiz, e ele tava duríssimo. Depois, disse: "Chega mais, coloca no teu rosto, cheira". E eu tava a mil, como ele me fazia sentir tão puta, tão submissa. Ele perguntava: "Tá gostando? Você é um viadinho promíscuo." Depois, falou: "Levanta e senta em cima de mim.
Você tem uma bunda gostosa, puta, e ele ficava acariciando minha bunda. Levantei meu vestido de puta e ele começou a beijar minhas nádegas. Ele perguntava se eu gostava, e eu respondia que sim. Aí ele disse: "Fala-se 'sim, papai'". E eu me senti tão viado quando falei: "Sim, papai, eu gosto". Ele abriu minhas nádegas e mandou: "Fala". E eu disse: "Papai, me dá língua no cu, quero sentir sua língua". E senti ele passando a língua em círculos, de cima pra baixo. De repente, senti a cortina sendo aberta, e já tinha mais espectadores olhando aquela cena. Eles tinham levantado a cortina e, se masturbando, diziam: "Que delícia, puta".
Ele falou: senta no meu pau e esfrega nele. Uff, senti aquele pitoco durão e molhado. Ele perguntou se eu tinha camisinha, eu falei que não, e ele disse que também não. Então só fiquei esfregando minha buceta no pau dele até ele gozar nas minhas nádegas. Ele levantou, se limpou e foi embora. Eu fiquei igual uma puta cheia de porra, me limpando, enquanto os outros começaram a me apalpar… Isso vai ser na próxima parte. Comenta se você gostou, valeu.
7 comentários - Travesti en cabines de bate-bate