Meu marido tinha saído pra trabalhar, numa reunião de negócios numa sexta de manhã, e devia voltar no domingo de manhã, então eu ia ficar sozinha em casa com meus filhos.
Naquela sexta à tarde, ouvi a campainha tocar, fui abrir pra ver quem era, e a surpresa: meu sogro Raul e meu cunhado Carlos.
Sem pensar duas vezes, mandei eles entrarem e cumprimentei os dois com um beijo no roito, como de costume.
Meu marido tá numa reunião de negócios e volta no domingo de manhã, pelo menos é o que espero.
—Esse trabalho do meu irmão é uma escravidão mesmo!!!
—Verdade, cunhado, já falei isso pra ele.
Mas enfim, sentem-se; querem beber alguma coisa?
—Claro, se você tiver uma cervejinha daquelas que eu gosto, pode me dar uma? E você, Carlos?
—Cunhada, pra mim também a mesma coisa que o meu pai, uma cervejinha.
—Claro, já vou pra cozinha buscar pra vocês…
Levei as cervejas pra eles, uma atrás da outra, enquanto a gente conversava sobre várias coisas. Eu também tava tomando uma cerveja, mas não tão seguido quanto eles.
—E me diz, o que você faz pra se distrair toda vez que meu filho vai pra essas malditas reuniões? Não se sente muito sozinha aqui?
—Bom, sogro, aqui o que me resta fazer é o de sempre: vou pro escritório e fico com as crianças, sabe?
—Vejo que as cervejas acabaram. Querem mais, sogro? E você, Carlos?
—Sim, claro.
Logo em seguida, fui pra cozinha, quando vi pelo reflexo do espelho que ficava na entrada da cozinha meu cunhado fazendo uns movimentos com as mãos, tipo quando tão dando palmada em alguém, e eu sabia que era pra mim. Meu sogro só ria, e o que ele fazia era meio vulgar, porque ele tava fazendo gesto de chupar a mão, acho que fazendo alusão à minha buceta ou minha bunda.
Eles não perceberam que eu tinha visto.
Peguei as cervejas e fui pra sala entregar pra cada um.
—Aqui estão as cervejas de vocês…
Nisso, o telefone tocou e eu fui atender, sabia que Devia ser meu marido pela hora e porque era o único que ligava naquele horário…
— Oi, meu amor, como cê tá? Como vão as coisas por aí? Adivinha quem tá aqui?
— Oi, querido, tô bem, graças a Deus, tudo maravilha. Quem tá contigo?
— Seu pai e seu irmão chegaram há pouco e ficaram pra me fazer companhia…
Enquanto colocava o telefone no lugar, fiquei curiosa pra ver se meu sogro e meu cunhado iam fazer algum gesto pra mim de novo, então espiei pelo espelho e o que vi me deixou perplexa… meu cunhado estava colocando alguma coisa na minha cerveja, não consegui ver o que era porque ele já tinha jogado na minha bebida.
Me aproximei e dei um gole na minha cerveja pra ver se tinha algum gosto estranho, mas não; não tinha nenhum sabor conhecido. Continuei bebendo até acabar, e não senti nada de ruim. Meu sogro e meu cunhado não tiravam os olhos de mim, estavam esperando alguma coisa e eu sabia.
Eles tomaram as cervejas deles e perguntei se queriam mais uma, embora já soubesse qual seria a resposta. Fui pra cozinha e, pra minha desgraça, não tinha mais cerveja, só uma garrafa de tequila do meu marido. Mesmo assim, levei pra ver se eles topavam um gole, torcendo pra dizerem que não.
— Não tenho mais cerveja, o que tem aqui é uma tequilinha do meu marido!!! Querem?
— Claro
Depois do primeiro gole, comecei a sentir uma coisa estranha, um calor que percorria meu corpo, meus pés tremiam e minha visão ficou meio turva… Olhei de novo pras visitas e notei um sorriso no rosto deles.
— Tá se sentindo mal, norinha?
— Não sei, sogrão, tô tonta, acho que já bebi demais… Acho que vou ter que ir pra cama, vocês podem me levar pro meu quarto, por favor?
Os dois me levaram até o quarto, o efeito do que me deram piorou, porque eu não conseguia nem falar nem mexer as pernas. Abriram a porta do meu quarto e me levaram direto pra cama, me deitaram.
— Acho que devemos ajudar ela a ficar mais confortável, não acha, Carlos? Vamos lá, tira os sapatos dela, eu ajudo com a blusa, vejo que é bem desconfortável…
Eu queria poder falar pra pedir que parassem, já não precisava mais tirar minha roupa, mas não conseguia dizer nada e eles sabiam disso. Mesmo assim, continuaram tirando minha roupa, os dois juntos tiraram minha blusa e calça, deixando só de fio dental e sutiã.
—Fica tranquila, norinha, descansa que a gente vai cuidar de você
Meu sogro tirou meu fio dental e vi os olhos dele se arregalarem completamente ao ver minha buceta exposta. O desgraçado não perdeu tempo e enfiou um dos dedos dentro; mesmo sem poder mexer parte do meu corpo, eu sentia o dedo dele lá dentro, entrando e saindo, não sei por quê, mas senti uma onda de tesão.
Do outro lado, meu cunhado já tinha tirado meu sutiã e estava dando beliscões leves nos meus bicos, depois aproximou o rosto deles e começou a chupar, de vez em quando me mordia de leve e, igual na minha buceta, eu sentia tudo.
Meu sogro se levantou e começou a tirar a calça, deixando o pau de fora, que era bem grande e, pra minha desgraça, eu sabia que se ele metesse ia doer pra caralho. Meu cunhado fez o mesmo, puxou o pau dele, que era mais comprido e grosso que o do meu sogro.
Meu sogro encostou o pau na entrada da minha buceta e ficou esfregando de um lado pro outro, de uma vez só meteu. Senti quente, senti dor, mas também senti um certo prazer. Eu tava sentindo prazer por estar transando com o pai do meu marido.
Do outro lado, meu cunhado enfiou o pau dele dentro da minha boca, metia até o fundo, eu sentia que ia me engasgar, mas não podia fazer nada pra evitar.
Comecei a sentir que já conseguia mexer um pouco as mãos e os pés, eles não perceberam, com certeza por estarem concentrados no que faziam. Meu sogro me virou de bruços, ele começou a morder minhas Nalgas e enfiar um dos dedos no meu cu.
O irmão do meu marido pegou saliva nas mãos, eu ouvi ele fazer isso, e passou no pau dele. Ele enfiou parte da cabeça enorme dentro do meu rabo. Senti como um ferro quente, e de novo estava sentindo prazer.
De novo me colocaram de barriga pra cima, meu sogro deitou na cama, o pau dele tava duro que nem um tronco. Os dois me colocaram em cima do meu sogro, e ele encaixou o pau na minha racha. Senti que ia me partir no meio. Meu cunhado se posicionou atrás de mim, ele ia me penetrar pelo cu. Iam me dar uma dupla penetração.
Carlos colocou o pau no meu cu e, de uma só vez, enfiou tudo... Eu soltei um grito que deu pra ouvir na casa inteira. Ele furou meu cu, e o pai dele tava me comendo gostoso pra caralho. Os dois tinham uns paus enormes, maiores que o do meu marido.
Não podia acreditar, eu tava adorando aquilo. Tava gemendo e não conseguia parar. E, sem mais, veio meu primeiro orgasmo, que fez meu corpo inteiro tremer. Uma quantidade enorme de fluidos saiu da minha buceta, que molhou meu sogro inteiro.
Meu sogro me olhava de baixo e sorria. Eu fechei os olhos pra ele não perceber que eu tava gostando. Senti ele pegar minha cabeça pra beijar meus lábios. Tentei não deixar, mas as sensações no meu corpo todo estavam me traindo, e eu deixei ele fazer. Ele enfiou a língua e começou a brincar com a minha. Era uma sensação excitante, e veio de novo outro orgasmo enorme, que fez meu corpo tremer outra vez.
Já não tava mais resistindo. Agora eu me mexia com eles. Não doía mais, e não me incomodava que estivessem me comendo pelo cu e pela buceta. Aquela dupla penetração tinha tirado tudo de mim. Não sabia que dava pra aguentar dois homens ao mesmo tempo.
Meu cunhado saiu de trás de mim. Eu levantei, e depois meu sogro também. Agora meu cunhado deitou na cama. Eu não sabia o que fazer, só subi em cima dele. Encaixei o pau dele na minha buceta. que desapareceu rapidamente, não deu tempo de entrar por causa da quantidade de líquido que tinha dentro dela.
Eu tava colaborando com eles, e já não me importava mais, agora só queria aproveitar a melhor foda da minha vida, além disso meu marido tinha culpa por me deixar tanto tempo sozinha. Agora meu cunhado aproximava minha boca da dele e eu aproximei a minha, a gente tava se beijando como num filme, era romântico e muito sensual, a língua dele brincava com a minha, eu mordia um pouco a língua dele e isso excitava ele mais e mais, o Carlos sentia o pau dele crescendo desproporcionalmente dentro de mim e me causava um novo orgasmo.
Eu gritava, tava gemendo como nunca tinha gemido… Agora meu sogro enfiou o pau dele no meu cu, senti uma certa dor mas sabia que ia passar… Eles metiam e tiravam no ritmo, eu mexia minha bunda pra ajudar com aquelas penetrações.
Já tinham passado uns quinze minutos nessa posição, percebi que os dois, pai e filho, tavam prestes a gozar. Não sabia onde iam fazer aquilo, mas algo me dizia que não seria no meu cu nem na minha buceta.
— Levanta que vou encher sua boquinha de porra…
Eu levantei… fiquei de joelhos na frente deles. Os dois batiam punheta com força, eu aproximava minha boca e dava um boquete pra acelerar o serviço, os paus deles tavam prestes a estourar e o primeiro que gozou foi o Carlos, ele segurou minha cabeça e fez eu engolir o pau dele inteiro na boca, e explodiu enchendo minha boca e garganta de porra… Ele se contorcia e eu tentava não deixar nada do leite dele escapar da minha boca, engoli tudo e tinha um gosto meio amargo.
Agora era a vez do meu sogro, ele aproximou o pau da minha boca mas não enfiou, começou a jorrar jatos e jatos de porra na minha cara e boca, eu tentei pegar o máximo que dava do que caía na minha boca, essa era mais doce, diferente da do Carlos, e com gosto chupei, peguei o pau do meu sogro pra limpar até a última gota, chupei ele. várias vezes até que ele teve que me tirar.
Estavam na porta se despedindo e meu cunhado Carlos me deu um beijo na boca que me deixou sem fôlego por um tempo e me deu uma sensação de tesão, mas eu sabia que por hoje já estava mais que bom. Falei "até logo" e fechei a porta.
Meu marido estava de volta, já era domingo, eu nunca contaria pra ele o que tinha acontecido, ou sei lá, talvez um dia eu conte, mas por enquanto ia deixar assim, já que poderia sair ganhando sempre que quisesse. Tinha meu sogro e meu cunhado na minha mão...
Naquela sexta à tarde, ouvi a campainha tocar, fui abrir pra ver quem era, e a surpresa: meu sogro Raul e meu cunhado Carlos.
Sem pensar duas vezes, mandei eles entrarem e cumprimentei os dois com um beijo no roito, como de costume.
Meu marido tá numa reunião de negócios e volta no domingo de manhã, pelo menos é o que espero.
—Esse trabalho do meu irmão é uma escravidão mesmo!!!
—Verdade, cunhado, já falei isso pra ele.
Mas enfim, sentem-se; querem beber alguma coisa?
—Claro, se você tiver uma cervejinha daquelas que eu gosto, pode me dar uma? E você, Carlos?
—Cunhada, pra mim também a mesma coisa que o meu pai, uma cervejinha.
—Claro, já vou pra cozinha buscar pra vocês…
Levei as cervejas pra eles, uma atrás da outra, enquanto a gente conversava sobre várias coisas. Eu também tava tomando uma cerveja, mas não tão seguido quanto eles.
—E me diz, o que você faz pra se distrair toda vez que meu filho vai pra essas malditas reuniões? Não se sente muito sozinha aqui?
—Bom, sogro, aqui o que me resta fazer é o de sempre: vou pro escritório e fico com as crianças, sabe?
—Vejo que as cervejas acabaram. Querem mais, sogro? E você, Carlos?
—Sim, claro.
Logo em seguida, fui pra cozinha, quando vi pelo reflexo do espelho que ficava na entrada da cozinha meu cunhado fazendo uns movimentos com as mãos, tipo quando tão dando palmada em alguém, e eu sabia que era pra mim. Meu sogro só ria, e o que ele fazia era meio vulgar, porque ele tava fazendo gesto de chupar a mão, acho que fazendo alusão à minha buceta ou minha bunda.
Eles não perceberam que eu tinha visto.
Peguei as cervejas e fui pra sala entregar pra cada um.
—Aqui estão as cervejas de vocês…
Nisso, o telefone tocou e eu fui atender, sabia que Devia ser meu marido pela hora e porque era o único que ligava naquele horário…
— Oi, meu amor, como cê tá? Como vão as coisas por aí? Adivinha quem tá aqui?
— Oi, querido, tô bem, graças a Deus, tudo maravilha. Quem tá contigo?
— Seu pai e seu irmão chegaram há pouco e ficaram pra me fazer companhia…
Enquanto colocava o telefone no lugar, fiquei curiosa pra ver se meu sogro e meu cunhado iam fazer algum gesto pra mim de novo, então espiei pelo espelho e o que vi me deixou perplexa… meu cunhado estava colocando alguma coisa na minha cerveja, não consegui ver o que era porque ele já tinha jogado na minha bebida.
Me aproximei e dei um gole na minha cerveja pra ver se tinha algum gosto estranho, mas não; não tinha nenhum sabor conhecido. Continuei bebendo até acabar, e não senti nada de ruim. Meu sogro e meu cunhado não tiravam os olhos de mim, estavam esperando alguma coisa e eu sabia.
Eles tomaram as cervejas deles e perguntei se queriam mais uma, embora já soubesse qual seria a resposta. Fui pra cozinha e, pra minha desgraça, não tinha mais cerveja, só uma garrafa de tequila do meu marido. Mesmo assim, levei pra ver se eles topavam um gole, torcendo pra dizerem que não.
— Não tenho mais cerveja, o que tem aqui é uma tequilinha do meu marido!!! Querem?
— Claro
Depois do primeiro gole, comecei a sentir uma coisa estranha, um calor que percorria meu corpo, meus pés tremiam e minha visão ficou meio turva… Olhei de novo pras visitas e notei um sorriso no rosto deles.
— Tá se sentindo mal, norinha?
— Não sei, sogrão, tô tonta, acho que já bebi demais… Acho que vou ter que ir pra cama, vocês podem me levar pro meu quarto, por favor?
Os dois me levaram até o quarto, o efeito do que me deram piorou, porque eu não conseguia nem falar nem mexer as pernas. Abriram a porta do meu quarto e me levaram direto pra cama, me deitaram.
— Acho que devemos ajudar ela a ficar mais confortável, não acha, Carlos? Vamos lá, tira os sapatos dela, eu ajudo com a blusa, vejo que é bem desconfortável…
Eu queria poder falar pra pedir que parassem, já não precisava mais tirar minha roupa, mas não conseguia dizer nada e eles sabiam disso. Mesmo assim, continuaram tirando minha roupa, os dois juntos tiraram minha blusa e calça, deixando só de fio dental e sutiã.
—Fica tranquila, norinha, descansa que a gente vai cuidar de você
Meu sogro tirou meu fio dental e vi os olhos dele se arregalarem completamente ao ver minha buceta exposta. O desgraçado não perdeu tempo e enfiou um dos dedos dentro; mesmo sem poder mexer parte do meu corpo, eu sentia o dedo dele lá dentro, entrando e saindo, não sei por quê, mas senti uma onda de tesão.
Do outro lado, meu cunhado já tinha tirado meu sutiã e estava dando beliscões leves nos meus bicos, depois aproximou o rosto deles e começou a chupar, de vez em quando me mordia de leve e, igual na minha buceta, eu sentia tudo.
Meu sogro se levantou e começou a tirar a calça, deixando o pau de fora, que era bem grande e, pra minha desgraça, eu sabia que se ele metesse ia doer pra caralho. Meu cunhado fez o mesmo, puxou o pau dele, que era mais comprido e grosso que o do meu sogro.
Meu sogro encostou o pau na entrada da minha buceta e ficou esfregando de um lado pro outro, de uma vez só meteu. Senti quente, senti dor, mas também senti um certo prazer. Eu tava sentindo prazer por estar transando com o pai do meu marido.
Do outro lado, meu cunhado enfiou o pau dele dentro da minha boca, metia até o fundo, eu sentia que ia me engasgar, mas não podia fazer nada pra evitar.
Comecei a sentir que já conseguia mexer um pouco as mãos e os pés, eles não perceberam, com certeza por estarem concentrados no que faziam. Meu sogro me virou de bruços, ele começou a morder minhas Nalgas e enfiar um dos dedos no meu cu.
O irmão do meu marido pegou saliva nas mãos, eu ouvi ele fazer isso, e passou no pau dele. Ele enfiou parte da cabeça enorme dentro do meu rabo. Senti como um ferro quente, e de novo estava sentindo prazer.
De novo me colocaram de barriga pra cima, meu sogro deitou na cama, o pau dele tava duro que nem um tronco. Os dois me colocaram em cima do meu sogro, e ele encaixou o pau na minha racha. Senti que ia me partir no meio. Meu cunhado se posicionou atrás de mim, ele ia me penetrar pelo cu. Iam me dar uma dupla penetração.
Carlos colocou o pau no meu cu e, de uma só vez, enfiou tudo... Eu soltei um grito que deu pra ouvir na casa inteira. Ele furou meu cu, e o pai dele tava me comendo gostoso pra caralho. Os dois tinham uns paus enormes, maiores que o do meu marido.
Não podia acreditar, eu tava adorando aquilo. Tava gemendo e não conseguia parar. E, sem mais, veio meu primeiro orgasmo, que fez meu corpo inteiro tremer. Uma quantidade enorme de fluidos saiu da minha buceta, que molhou meu sogro inteiro.
Meu sogro me olhava de baixo e sorria. Eu fechei os olhos pra ele não perceber que eu tava gostando. Senti ele pegar minha cabeça pra beijar meus lábios. Tentei não deixar, mas as sensações no meu corpo todo estavam me traindo, e eu deixei ele fazer. Ele enfiou a língua e começou a brincar com a minha. Era uma sensação excitante, e veio de novo outro orgasmo enorme, que fez meu corpo tremer outra vez.
Já não tava mais resistindo. Agora eu me mexia com eles. Não doía mais, e não me incomodava que estivessem me comendo pelo cu e pela buceta. Aquela dupla penetração tinha tirado tudo de mim. Não sabia que dava pra aguentar dois homens ao mesmo tempo.
Meu cunhado saiu de trás de mim. Eu levantei, e depois meu sogro também. Agora meu cunhado deitou na cama. Eu não sabia o que fazer, só subi em cima dele. Encaixei o pau dele na minha buceta. que desapareceu rapidamente, não deu tempo de entrar por causa da quantidade de líquido que tinha dentro dela.
Eu tava colaborando com eles, e já não me importava mais, agora só queria aproveitar a melhor foda da minha vida, além disso meu marido tinha culpa por me deixar tanto tempo sozinha. Agora meu cunhado aproximava minha boca da dele e eu aproximei a minha, a gente tava se beijando como num filme, era romântico e muito sensual, a língua dele brincava com a minha, eu mordia um pouco a língua dele e isso excitava ele mais e mais, o Carlos sentia o pau dele crescendo desproporcionalmente dentro de mim e me causava um novo orgasmo.
Eu gritava, tava gemendo como nunca tinha gemido… Agora meu sogro enfiou o pau dele no meu cu, senti uma certa dor mas sabia que ia passar… Eles metiam e tiravam no ritmo, eu mexia minha bunda pra ajudar com aquelas penetrações.
Já tinham passado uns quinze minutos nessa posição, percebi que os dois, pai e filho, tavam prestes a gozar. Não sabia onde iam fazer aquilo, mas algo me dizia que não seria no meu cu nem na minha buceta.
— Levanta que vou encher sua boquinha de porra…
Eu levantei… fiquei de joelhos na frente deles. Os dois batiam punheta com força, eu aproximava minha boca e dava um boquete pra acelerar o serviço, os paus deles tavam prestes a estourar e o primeiro que gozou foi o Carlos, ele segurou minha cabeça e fez eu engolir o pau dele inteiro na boca, e explodiu enchendo minha boca e garganta de porra… Ele se contorcia e eu tentava não deixar nada do leite dele escapar da minha boca, engoli tudo e tinha um gosto meio amargo.
Agora era a vez do meu sogro, ele aproximou o pau da minha boca mas não enfiou, começou a jorrar jatos e jatos de porra na minha cara e boca, eu tentei pegar o máximo que dava do que caía na minha boca, essa era mais doce, diferente da do Carlos, e com gosto chupei, peguei o pau do meu sogro pra limpar até a última gota, chupei ele. várias vezes até que ele teve que me tirar.
Estavam na porta se despedindo e meu cunhado Carlos me deu um beijo na boca que me deixou sem fôlego por um tempo e me deu uma sensação de tesão, mas eu sabia que por hoje já estava mais que bom. Falei "até logo" e fechei a porta.Meu marido estava de volta, já era domingo, eu nunca contaria pra ele o que tinha acontecido, ou sei lá, talvez um dia eu conte, mas por enquanto ia deixar assim, já que poderia sair ganhando sempre que quisesse. Tinha meu sogro e meu cunhado na minha mão...
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