A vida da Catalina tinha sido igual à de tanta gente da idade dela. Ela nasceu no começo dos anos 60, num povoado pequeno da costa valenciana, numa família humilde. A infância dela foi tranquila e feliz, sem grandes problemas. Foi na escola até os doze anos e depois ficou em casa ajudando a mãe e cuidando de uma irmã dez anos mais nova. Nos sábados e dias de festa, chegavam rapazes de povoados vizinhos no povoado, procurando alguma aventura ou só passar um tempo gostoso. Com dezessete anos, ela conheceu o Joaquín, um cara da idade dela. Eles se viam de vez em quando, sem compromisso, mas meses depois tudo mudou de repente. Ela tinha transado com ele só duas vezes, mas engravidou. O mundo caiu nas costas dela. O clima do final dos anos 70 na Espanha rural não era nada bom pra uma mina de 18 anos, solteira e grávida. Foram meses bem difíceis, mas, por sorte, o Joaquín e a família dele apoiaram desde o começo e quiseram casamento pra legalizar a criança que vinha. Assim, com 18 anos, a Catalina tava casada e era mãe de uma menina. Ela foi morar na cidade onde o marido e a família dele viviam, uma cidade com mais de cinquenta mil habitantes naquela época. No começo, morou com os sogros e, poucos anos depois, compraram um apartamento numa rua perto. A família do Joaquín acolheu ela superbem. A vida de casada dela era relativamente feliz, normal. O trabalho, a filha, o marido e a família dele eram o mundo dela. O Joaquín era vendedor na mesma empresa onde ela trabalhava. Assim os anos foram passando. Quando ela tinha 33 anos, tiveram outra filha e a vida continuou na mesma. Sexualmente, a relação foi ficando mais gostosa com o tempo. As loucuras do começo deram lugar ao conhecimento dos corpos e a um prazer maior entre os dois. Numa tarde de outono, a vida dela desabou de repente. Enquanto tava trabalhando, chamaram ela no mandaram avisar que o marido dela tinha sofrido um acidente de carro e tava muito grave. O Joaquín quase morreu, depois de meses lutando, salvou a vida, mas ficou tetraplégico, da cintura pra baixo não mexia nada, e ainda perdeu o braço esquerdo. Com 38 anos recém-completados, a vida dele perdeu o sentido. Durante os meses mais críticos, ele parou de trabalhar, mas tinha que seguir em frente, principalmente pela filha pequena, porque a mais velha tinha casado naquele verão e já tava independente.
Os anos foram passando, ela só trabalhava e cuidava do marido. Já tinham passado quase 5 anos do acidente, e fazia uns 2 anos que o Joaquín, por não conseguir satisfazer ela sexualmente nem um pouco, vinha sugerindo que ela procurasse alguém pela internet pra ter uns contatos esporádicos. Ela sempre recusava, dizendo que não precisava, que conseguia viver sem sexo. Mas nos últimos meses, uma coisa tinha abalado a confiança dela: um colega de trabalho começou a dar em cima dela, e cada vez com mais insistência, assediando ela pra transar. Se sentir desejada trouxe de volta sensações que ela achava que tinham ido embora pra sempre.
Ela contou pro Joaquín o que o colega queria e como se sentia insegura. Percebeu que sim, sentia falta do sexo. O marido pediu pra ela não fazer isso com alguém conhecido, que não aguentaria saber. Disse pra ela procurar na internet um homem, ou melhor, um casal que topasse umas trocas.
Depois de vários meses tendo contato com casais e recebendo fotos, e com as dúvidas dela, o Joaquín escolheu um casal de 48 anos. Ele era magro, com uma careca bem pronunciada, ela era gordinha, com uma bunda enorme. Marcaram um sábado à tarde na casa deles pra comer, trocar uma ideia e, se rolasse, ter algum contato. O Joaquín decidiu que não ia ficar presente, preferia não ver nada, porque não aguentaria. Esse sábado chegou, a filha dela ia passar a tarde toda fora. Podiam ficar tranquilos, chegaram e se apresentaram. Cati pôde confirmar que a realidade era pior que as fotos. Os quatro comeram algo frio, o homem não agradava ela, parecia descarado demais tanto no olhar quanto em alguns comentários debochados, e ela teve a confirmação quando, na cozinha, enquanto recolhiam os pratos, ele se aproximou por trás e, agarrando a bunda dela, insinuou: — Já falta pouco pra você se saciar de pau. Da cozinha, ela ouvia Joaquim resumindo por que e para que ele estava na casa deles. Contou sobre o assédio do Miguel e as consequências que isso poderia trazer. — Como vocês puderam ver, ela ainda é uma mulher jovem e gostosa, e muitos lobos estão de olho nela, sabendo que eu não consigo satisfazê-la como uma mulher deseja. — Não se preocupa, te garanto que ela vai ficar satisfeita, esse aqui tem um bom pau — disse ela. — É minha mulher e eu a amo, esse é o motivo de pedir a outro homem que coma minha esposa. — Te entendo, a gente faz isso com outros casais, é tipo um jogo, não é traição. — Só peço que fique entre nós. — Claro, a gente também é casado. Cati se sentia mal, sabia que o marido estava fazendo isso com a melhor intenção, mas ela era a peça central, quase não opinou e agora o ouvia tratar com uns desconhecidos como se ela fosse um bicho. Entrou na sala pedindo ao Joaquim que parasse, que não se sentia segura, que não queria. Quando o desconhecido fechou a porta do quarto, ela ficou parada perto de um guarda-roupa, como se o quarto fosse estranho para ela, bem diferente deles, que imediatamente começaram a se despir. Dava para ouvir a música que o marido tinha colocado na sala. A mulher se virou para ela: — Vamos, que mesmo tendo duas horas, temos que aproveitar o tempo. Ela continuava sem se mexer. Ele ficou nu, era muito peludo, tinha muito pelo no peito, mas ela se surpreendeu com a quantidade de pelos que ele tinha nas pernas e no pau. Cu --- deixa pra lá, não quero fazer nada.
Ele se aproximou, agarrou ela com força pelos pulsos, puxando-a pra perto.
--- não se faz de sonsa, você é uma puta, com certeza já deu praquele Miguel, e agora vou te comer.
--- não seja tão quadrada, vai ver que pau mais gostoso que eu tenho.
A mulher começou a despir ela, Cati se entregou, melhor gozar com isso hoje, aproveitar, depois teria tempo de conversar com o marido.
Assim que ficou sem roupa e se deitou na cama, ele percorreu o corpo todo dela com as mãos, com a boca beijou o pescoço, a boca e chegou nos mamilos, que beijou e chupou com vontade, na hora eles ficaram duros, ela estava relaxando, e entre os dedos na buceta dela e a boca nos mamilos, escapou um gemido.
--- você é gostosa, muito gostosa.
Ela viu como a desconhecida, de pé na cama, abriu as pernas, descendo até sentar na cara dela.
--- chupa minha buceta.
Nunca tinha estado com uma mulher, e ficou parada, sentindo os cheiros.
--- põe a língua pra fora e lambe minha buceta e meu cu.
Ela colocou a língua pra fora enquanto a mulher esmagava a bunda na cara dela, se movia pra cima e pra baixo na boca dela, e a língua dela ia do cu ao clitóris, um gosto amargo e salgado a inundou.
Enquanto ele com a língua brincava com o clitóris e o cu dela, separou os lábios da buceta e enfiou a língua, ela enlouquecia por momentos.
--- ahhhhhhh, ahhhhhhhhhh, ahhhhhhh.
Ela se contorcia antes de ter um orgasmo, ele se deitou na cama.
--- chupa meu pau.
Ela agradeceu, porque na hora o rosto dela ficou livre e ela pôde respirar.
Ela se levantou e enfiou o pau na boca, em poucos segundos sentiu ele crescer, era comprido mas não tão grosso quanto o do marido, fazia tanto tempo que não tinha um pau duro na frente que ela chupava com vontade, ele agarrou ela pelo cabelo e levantou a cabeça dela.
--- devagar, quero te comer.
Ela pegou o pau e enfiou enquanto se sentava, se movia devagar enquanto ele apertava os peitos dela, sensações tão distantes de prazer chegavam que ela sabia que teria outro orgasmo logo.
--- ahhhh, ahhhhh. Que delícia — cê gosta de como ele te fode, hein? Tava morrendo de vontade. Enquanto a mulher falava com ela, enfiou um dedo no cu dela. Ela se remexeu, olhando pra ela: — Não me toca aí. — Não gosta de levar no cu? — Nunca fiz isso. Os olhos dele quase pularam fora. Ele afastou ela, puxando a pica pra fora: — Acertei na loteria, e vou cobrar esse prêmio. Ela implorou de todo jeito pra eles pararem, que faria qualquer coisa, mas ele tava decidido a aproveitar a chance de desvirginar ela no cu. Colocou um travesseiro debaixo do quadril dela e deitou ela de bruços, pra facilitar a entrada. Como não encontrou nada, pegou gel e passou na pica. A mulher colocou uma almofada debaixo da cara dela: — Vai doer um pouco, morde, pro teu marido não se assustar. Ele encostou na entrada do cu e empurrou várias vezes sem conseguir entrar. Numa dessas tentativas, conseguiu enfiar a cabeça. Mesmo com a mordida na almofada, ela não segurou um grito, que a mulher abafou apertando a cabeça dela com a almofada. A dor era intensa. Sentiu o corpo dele se deitar por cima dela e sussurrar no ouvido dela, sem se mexer: — Já foi o pior, agora é devagar. Tem que domar bem, deixar o novo inquilino se sentir em casa. — Para, por favor, tá doendo muito. — Cê tá louca? Não sabe o que é ser o primeiro a entrar onde ninguém nunca entrou, ainda mais sendo o dono outro. Com as pernas dele, abriu as dela. Depois de dois minutos parado, apertou de novo com força. A duras penas, avançava. A cada estocada, ficava imóvel por uns dois minutos. Já tinham passado mais de dez minutos e a pica tava no meio. Cada centímetro que conseguia penetrar na caverna até então impenetrável era uma tarefa árdua, diante da defesa que o cu apresentava contra o invasor desconhecido que queria dominar ele. Tavam suando pra caralho. O corpo dele pesava nela e dava um calor danado, que aumentava com os pelos do peito e das pernas dele, que ainda incomodavam pra cacete. Os pelos grudavam no rosto dela por causa do suor. Ele não parava de falar com ela. Beijava o pescoço dela e mordia a orelha — tinha que ir devagar, garantindo o terreno conquistado. Uma nova investida trouxe uma dor aguda, enquanto sentia a pica se aproximando cada vez mais das entranhas dela. Tava exausta, não tinha forças nem pra reclamar quando viu a mulher fuçando nas coisas dela. A mulher já tava há um tempão rondando o quarto, alheia ao que rolava na cama, abrindo gavetas, e agora tirava de uma joia uns brincos que colocou e um colar, se olhando no espelho — são lindos e ficam um arraso em mim. Ela só queria que tudo acabasse. De novo ficou imóvel, pediu pra mulher dela pegar uma câmera e tirar umas fotos. Ela ficou atrás deles e fez várias, depois se aproximou e mostrou pra ela — olha como ele te fode bem o cu. Em vez de olhar as fotos, ela dirigiu os olhos pras joias — me empresta uns dias, eu te emprestei a pica do meu marido. Com a nova investida e diante da entrega e relaxamento total dela, a pica entrou por completo — agora sim, agora. A pressão que a ponta do pau fazia no intestino dava vontade de cagar. Depois de uns segundos parado, começou um vai-e-vem ritmado, lento mas sem parar, até que segundos depois derramou nas entranhas dela o primeiro gozo que o cu dela recebia. Ele tirou a pica ainda dura e observou a entrada aberta se fechando. Apontou de novo o pau pra porta e penetrou sem quase resistência, repetiu a cena várias vezes. — Já tem o cu preparado, reconhece o cavaleiro e deixa ele passar. Cati não tinha forças nem pra se levantar. Já tinha passado mais de uma hora desde que entraram no quarto e, principalmente, 30 minutos desde que começou a penetração anal. Quando ele terminou de tomar banho e se vestir, ajudaram ela a levantar. Tomou banho e saíram todos juntos. Falaram pro Joaquín que tudo tinha dado certo. Cati não tinha vontade nem força pra falar. Quando se despediram, ela viu a mulher indo embora com as joias dela. preferiu deixar ela ir.
Os anos foram passando, ela só trabalhava e cuidava do marido. Já tinham passado quase 5 anos do acidente, e fazia uns 2 anos que o Joaquín, por não conseguir satisfazer ela sexualmente nem um pouco, vinha sugerindo que ela procurasse alguém pela internet pra ter uns contatos esporádicos. Ela sempre recusava, dizendo que não precisava, que conseguia viver sem sexo. Mas nos últimos meses, uma coisa tinha abalado a confiança dela: um colega de trabalho começou a dar em cima dela, e cada vez com mais insistência, assediando ela pra transar. Se sentir desejada trouxe de volta sensações que ela achava que tinham ido embora pra sempre.
Ela contou pro Joaquín o que o colega queria e como se sentia insegura. Percebeu que sim, sentia falta do sexo. O marido pediu pra ela não fazer isso com alguém conhecido, que não aguentaria saber. Disse pra ela procurar na internet um homem, ou melhor, um casal que topasse umas trocas.
Depois de vários meses tendo contato com casais e recebendo fotos, e com as dúvidas dela, o Joaquín escolheu um casal de 48 anos. Ele era magro, com uma careca bem pronunciada, ela era gordinha, com uma bunda enorme. Marcaram um sábado à tarde na casa deles pra comer, trocar uma ideia e, se rolasse, ter algum contato. O Joaquín decidiu que não ia ficar presente, preferia não ver nada, porque não aguentaria. Esse sábado chegou, a filha dela ia passar a tarde toda fora. Podiam ficar tranquilos, chegaram e se apresentaram. Cati pôde confirmar que a realidade era pior que as fotos. Os quatro comeram algo frio, o homem não agradava ela, parecia descarado demais tanto no olhar quanto em alguns comentários debochados, e ela teve a confirmação quando, na cozinha, enquanto recolhiam os pratos, ele se aproximou por trás e, agarrando a bunda dela, insinuou: — Já falta pouco pra você se saciar de pau. Da cozinha, ela ouvia Joaquim resumindo por que e para que ele estava na casa deles. Contou sobre o assédio do Miguel e as consequências que isso poderia trazer. — Como vocês puderam ver, ela ainda é uma mulher jovem e gostosa, e muitos lobos estão de olho nela, sabendo que eu não consigo satisfazê-la como uma mulher deseja. — Não se preocupa, te garanto que ela vai ficar satisfeita, esse aqui tem um bom pau — disse ela. — É minha mulher e eu a amo, esse é o motivo de pedir a outro homem que coma minha esposa. — Te entendo, a gente faz isso com outros casais, é tipo um jogo, não é traição. — Só peço que fique entre nós. — Claro, a gente também é casado. Cati se sentia mal, sabia que o marido estava fazendo isso com a melhor intenção, mas ela era a peça central, quase não opinou e agora o ouvia tratar com uns desconhecidos como se ela fosse um bicho. Entrou na sala pedindo ao Joaquim que parasse, que não se sentia segura, que não queria. Quando o desconhecido fechou a porta do quarto, ela ficou parada perto de um guarda-roupa, como se o quarto fosse estranho para ela, bem diferente deles, que imediatamente começaram a se despir. Dava para ouvir a música que o marido tinha colocado na sala. A mulher se virou para ela: — Vamos, que mesmo tendo duas horas, temos que aproveitar o tempo. Ela continuava sem se mexer. Ele ficou nu, era muito peludo, tinha muito pelo no peito, mas ela se surpreendeu com a quantidade de pelos que ele tinha nas pernas e no pau. Cu --- deixa pra lá, não quero fazer nada.
Ele se aproximou, agarrou ela com força pelos pulsos, puxando-a pra perto.
--- não se faz de sonsa, você é uma puta, com certeza já deu praquele Miguel, e agora vou te comer.
--- não seja tão quadrada, vai ver que pau mais gostoso que eu tenho.
A mulher começou a despir ela, Cati se entregou, melhor gozar com isso hoje, aproveitar, depois teria tempo de conversar com o marido.
Assim que ficou sem roupa e se deitou na cama, ele percorreu o corpo todo dela com as mãos, com a boca beijou o pescoço, a boca e chegou nos mamilos, que beijou e chupou com vontade, na hora eles ficaram duros, ela estava relaxando, e entre os dedos na buceta dela e a boca nos mamilos, escapou um gemido.
--- você é gostosa, muito gostosa.
Ela viu como a desconhecida, de pé na cama, abriu as pernas, descendo até sentar na cara dela.
--- chupa minha buceta.
Nunca tinha estado com uma mulher, e ficou parada, sentindo os cheiros.
--- põe a língua pra fora e lambe minha buceta e meu cu.
Ela colocou a língua pra fora enquanto a mulher esmagava a bunda na cara dela, se movia pra cima e pra baixo na boca dela, e a língua dela ia do cu ao clitóris, um gosto amargo e salgado a inundou.
Enquanto ele com a língua brincava com o clitóris e o cu dela, separou os lábios da buceta e enfiou a língua, ela enlouquecia por momentos.
--- ahhhhhhh, ahhhhhhhhhh, ahhhhhhh.
Ela se contorcia antes de ter um orgasmo, ele se deitou na cama.
--- chupa meu pau.
Ela agradeceu, porque na hora o rosto dela ficou livre e ela pôde respirar.
Ela se levantou e enfiou o pau na boca, em poucos segundos sentiu ele crescer, era comprido mas não tão grosso quanto o do marido, fazia tanto tempo que não tinha um pau duro na frente que ela chupava com vontade, ele agarrou ela pelo cabelo e levantou a cabeça dela.
--- devagar, quero te comer.
Ela pegou o pau e enfiou enquanto se sentava, se movia devagar enquanto ele apertava os peitos dela, sensações tão distantes de prazer chegavam que ela sabia que teria outro orgasmo logo.
--- ahhhh, ahhhhh. Que delícia — cê gosta de como ele te fode, hein? Tava morrendo de vontade. Enquanto a mulher falava com ela, enfiou um dedo no cu dela. Ela se remexeu, olhando pra ela: — Não me toca aí. — Não gosta de levar no cu? — Nunca fiz isso. Os olhos dele quase pularam fora. Ele afastou ela, puxando a pica pra fora: — Acertei na loteria, e vou cobrar esse prêmio. Ela implorou de todo jeito pra eles pararem, que faria qualquer coisa, mas ele tava decidido a aproveitar a chance de desvirginar ela no cu. Colocou um travesseiro debaixo do quadril dela e deitou ela de bruços, pra facilitar a entrada. Como não encontrou nada, pegou gel e passou na pica. A mulher colocou uma almofada debaixo da cara dela: — Vai doer um pouco, morde, pro teu marido não se assustar. Ele encostou na entrada do cu e empurrou várias vezes sem conseguir entrar. Numa dessas tentativas, conseguiu enfiar a cabeça. Mesmo com a mordida na almofada, ela não segurou um grito, que a mulher abafou apertando a cabeça dela com a almofada. A dor era intensa. Sentiu o corpo dele se deitar por cima dela e sussurrar no ouvido dela, sem se mexer: — Já foi o pior, agora é devagar. Tem que domar bem, deixar o novo inquilino se sentir em casa. — Para, por favor, tá doendo muito. — Cê tá louca? Não sabe o que é ser o primeiro a entrar onde ninguém nunca entrou, ainda mais sendo o dono outro. Com as pernas dele, abriu as dela. Depois de dois minutos parado, apertou de novo com força. A duras penas, avançava. A cada estocada, ficava imóvel por uns dois minutos. Já tinham passado mais de dez minutos e a pica tava no meio. Cada centímetro que conseguia penetrar na caverna até então impenetrável era uma tarefa árdua, diante da defesa que o cu apresentava contra o invasor desconhecido que queria dominar ele. Tavam suando pra caralho. O corpo dele pesava nela e dava um calor danado, que aumentava com os pelos do peito e das pernas dele, que ainda incomodavam pra cacete. Os pelos grudavam no rosto dela por causa do suor. Ele não parava de falar com ela. Beijava o pescoço dela e mordia a orelha — tinha que ir devagar, garantindo o terreno conquistado. Uma nova investida trouxe uma dor aguda, enquanto sentia a pica se aproximando cada vez mais das entranhas dela. Tava exausta, não tinha forças nem pra reclamar quando viu a mulher fuçando nas coisas dela. A mulher já tava há um tempão rondando o quarto, alheia ao que rolava na cama, abrindo gavetas, e agora tirava de uma joia uns brincos que colocou e um colar, se olhando no espelho — são lindos e ficam um arraso em mim. Ela só queria que tudo acabasse. De novo ficou imóvel, pediu pra mulher dela pegar uma câmera e tirar umas fotos. Ela ficou atrás deles e fez várias, depois se aproximou e mostrou pra ela — olha como ele te fode bem o cu. Em vez de olhar as fotos, ela dirigiu os olhos pras joias — me empresta uns dias, eu te emprestei a pica do meu marido. Com a nova investida e diante da entrega e relaxamento total dela, a pica entrou por completo — agora sim, agora. A pressão que a ponta do pau fazia no intestino dava vontade de cagar. Depois de uns segundos parado, começou um vai-e-vem ritmado, lento mas sem parar, até que segundos depois derramou nas entranhas dela o primeiro gozo que o cu dela recebia. Ele tirou a pica ainda dura e observou a entrada aberta se fechando. Apontou de novo o pau pra porta e penetrou sem quase resistência, repetiu a cena várias vezes. — Já tem o cu preparado, reconhece o cavaleiro e deixa ele passar. Cati não tinha forças nem pra se levantar. Já tinha passado mais de uma hora desde que entraram no quarto e, principalmente, 30 minutos desde que começou a penetração anal. Quando ele terminou de tomar banho e se vestir, ajudaram ela a levantar. Tomou banho e saíram todos juntos. Falaram pro Joaquín que tudo tinha dado certo. Cati não tinha vontade nem força pra falar. Quando se despediram, ela viu a mulher indo embora com as joias dela. preferiu deixar ela ir.
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