Entreguei minha esposa pra dois negros

Aconteceu quando viajei na companhia da minha esposa, minha irmã, meu cunhado e as crianças. Nos hospedamos, deixamos as malas, descemos pra jantar e depois decidimos dar uma volta pela cidade. Quando passamos por um lugar, estavam acendendo a fogueira e preparando os tambores pra começar a festa da noite. Demos uma olhada curiosa e depois resolvi ir pro quarto, porque tava muito cansado da viagem. As garotas ficaram acompanhadas do meu cunhado.

Minha esposinha chegou lá pra 1h da manhã, um pouco bebada, mas muito suada. Entrou no quarto, se despiu e deitou nua do meu lado. Perguntei como tinha sido e ela disse — bem, nada demais — virou de costas e dormiu.

Na manhã seguinte, depois do café, chamei minha irmã de lado e perguntei se tinha rolado algo naquela noite. Ela respondeu que não, mas que com certeza durante o dia alguma coisa ia acontecer, sorriu safadamente e se afastou.

Minha irmã tava usando um biquíni de matar, tipo fio dental, que deixava ver toda a bunda redonda dela. Era cor de rosa choque, mas quando molhava dava pra ver a racha da buceta dela e, melhor ainda, os bicos dos peitos. Meu cunhado tava meio desconfortável com a situação, mas no fim aceitou de boa quando eu falei que ele devia se orgulhar de ter uma mulher tão gostosa como esposa e que com certeza ela tinha vestido aquilo pra se exibir pra ele.

Minha esposa tava usando uma maiô bem justinha, entre a bunda e a buceta dela a roupa sumia toda. Minha esposinha tinha me dito antes de sair do quarto que tinha vestido aquilo pensando em mim.

Fomos pra praia, nos instalamos na areia. Eu tava brincando com meu filho e meus sobrinhos quando minha irmã chegou perto e disse — te espero no quarto daqui a 1 hora, tenho uma surpresa pra você, mas você tem que se esconder e não sair até eu mandar. Aceitei de boa.

Passou o tempo combinado e fui pro hotel, antes avisando meu cunhado pra cuidar das crianças. Combinamos que na volta eu traria mais cervejas.
Cheguei no hotel, subi pro quarto e me enfiei no armário pra esperar.
Pouco depois ouvi umas vozes e era minha esposa e minha irmã entrando. Elas traziam uma garrafa e duas taças. Estavam conversando super animadas, sentaram na cama e minha irmã começou a fazer perguntas pra minha esposinha:
— Como você se sentiu ontem à noite, cunhadinha?
— Bem
— Verdade que aqueles negões estavam de dar água na boca?
— Sim, eram bem gostosos
— Devem ter uns paus divinos
— É o que dizem deles
— Quer que eu te dê uma daquelas minhas massagens relaxantes?
— Bom, parece ótimo.
Nisso, minha irmã pediu pra minha mulher se despir e deitar de bruços, mas disse que dessa vez ela tinha que vendar os olhos. Pegou creme na bolsa e começou a dar uma massagem deliciosa, aquela situação já tinha deixado meu pau duro. Minha irmã passou um pouco de creme nas costas dela e deixou as mãos deslizarem suavemente até as nádegas, nas coxas, até chegar nos pés, e depois voltou.
Enquanto isso rolava, minha irmã continuou o interrogatório:
— Você gostou de dançar com aqueles caras?
— Sim, eles dançam muito bem
— Como será que eles fazem amor?
— Quem sabe
— Nunca fez com um negro?
— Bom, só uma vez
— Gostou?
— Foi algo inesperado, mas acho que curti
Quando isso acontecia, minha irmã já estava esfregando a buceta da minha esposa, enquanto ela se contorcia de prazer.
Nesse momento bateram na porta e minha esposa se assustou, mas minha irmã disse pra ela ficar tranquila que com certeza era um pedido que ela tinha feito no restaurante.
Ela levantou da cama e foi abrir a porta, falou baixinho e fechou a porta. Da minha posição não dava pra ver nada, só minha esposinha deitada na cama com as pernas abertas e cara de prazer.
Mas de repente me surpreendi quando vi a figura de dois caras negros, os mesmos que tinham dançado com minha mulher da outra vez.

Minha irmã voltou pra cama enquanto os caras ficaram Encostados na parede. Ele continuou a massagem na minha esposinha, mas agora pediu que ela virasse para continuar. Minha irmã estava ensinando minha esposinha para dois estranhos. Enquanto as mãos da minha irmã percorriam o corpo dela, fazendo-a tremer, o interrogatório continuou:
— Se você tivesse a chance de ficar com um desses negões, você faria?
— Não, você é louca.
— Tem certeza?
— Já te falei que não.
— Mas tem certeza que não te daria vontade de um negão meter o pau nessa buceta tão molhada?
Minha mulher suava e mantinha a posição de recusar, mas cada vez com a voz mais trêmula.
— Acho que sua buceta pensa o contrário — disse minha irmã. Diante da insistência, minha esposa respondeu, quase gritando: “Tá bom, sim, eu faria, agora estou muito tesuda e preciso de um pau na minha buceta”.
Essa foi a frase que faltava. Imediatamente, minha irmã se levantou da cama e foi até os dois caras que ainda esperavam encostados na parede, sussurrou algo no ouvido deles e, na hora, os dois tiraram a roupa. Eram realmente imponentes, embora os rostos não fossem de capa de revista, os corpos eram bem definidos e os paus, definitivamente, longos e grossos.
Minha irmã voltou para a cama, ficou de quatro, mas dessa vez para chupar a buceta da minha mulher, que se contorcia cada vez mais. Nisso, um dos negões se aproximou por trás, tirou o fio dental dela e colocou o pau enorme na porta do cu dela, cuspiu e começou a bombar. Aquela cena era excitante demais e, de repente, me peguei batendo uma punheta enquanto minha irmã era comida pelo cu e ela chupava a buceta da minha esposa.
Naquele momento, minha irmã se levantou e pediu para o negão chupar a buceta da minha mulher, e fez sinal para o outro se aproximar do rosto dela. Quando ela sentiu que algo estava acontecendo, quis tirar a venda dos olhos, mas minha irmã tinha... segurando os braços dela. Ela perguntou o que estava rolando e minha irmã respondeu que nada que ela já não quisesse, que aproveitasse a situação.
Ela se contorcia com a chupada que o negão tava dando, já que tava muito excitada, então não hesitou em meter na boca aquele pedaço de carne do outro negão, começou a chupar, a passar a língua pelos lados,
Tão excitada quanto tava, minha esposa pegou a pica do negão com as mãos e, com uma habilidade especial, se dedicou a comer aquela pica enorme.
Quando já não aguentava mais, pediu pro outro homem penetrar ela,
Aquelas frases ecoaram na minha mente e minha mão se encheu de porra quando me esvaziei batendo uma.
Nisso, ela se levantou como se tivesse possuída e tomou o controle da situação, pediu pros negões trocarem de lugar, ela ficou de quatro e abriu o cu, mostrando que tava pronta pra dar pra aquele desconhecido.
Pegou a pica do outro e levou à boca, enquanto perfuravam o cu dela com aquela pica enorme. Ela gritou de dor, mas logo se recuperou e começou a se mover ritmicamente. Enquanto isso, pediu pro outro negão deitar de costas e pra minha irmã sentar em cima dele, mas de frente pra ela.
Quando minha irmã enfiou a pica do negão, minha esposinha se dedicou a chupar o espaço que ficava entre a buceta e a pica do negão.
Eu, enquanto isso, tava completamente tesudo, mas minha irmã sempre virava pro armário pra fazer sinais pra eu não sair.
Fiquei excitado de novo e bati mais uma punheta. Era extraordinariamente excitante ver a cena. Não sei quanto tempo passou, mas finalmente um dos negões decidiu descarregar o tanque de porra (porque era isso), jogou minha irmã de lado e se aproximou do rosto dela, mas ela imediatamente direcionou ele pra minha esposa e logo ele banhou a cara toda dela de esperma grosso, enquanto o outro ainda continuava bombando o cu dela. Passou mais um tempo e o outro fez menção de se separar, acho que pra gozar, mas minha esposinha não deixou… E… surpresa! A bunda da minha esposa cheia de porra grossa de um preto desconhecido.
As putas da minha irmã e da minha esposa se deitaram na cama, enquanto os homens se vestiram e foram embora.
Minha irmã chamou minha esposa pro banho e fez um sinal pra eu esperar. Elas tomaram banho, minha irmã pediu pra minha esposinha deitar mais um pouco e perguntou:
— O que aconteceria se o Gustavo descobrisse o que a gente fez?
— Nada — respondeu — porque a gente nunca vai contar…
— Mas você gostou do que a gente fez?
— Claro que sim, adorei.
— E se ele pedisse pra você fazer com outra mulher ou com outro homem?

Ela se levantou e disse “tenho uma surpresa pra você…”. Abriu a porta do armário e lá estava eu, pelado, suado, e minhas mãos cheias de porra.
Minha irmã chegou perto dela, me chamou pra entrar no meio delas, e minha irmã me recebeu com um beijo na boca.
Minha irmã se levantou, se vestiu e deixou nós dois largados na cama.
Nós nos abraçamos forte e demos um beijo profundo, que fez minha pica subir de novo, tava louco, nunca tinha tido três ereções tão seguidas.
Minha esposinha sentiu meu volume e na hora desceu pra chupar minha pica, pra limpar os restos de porra que tinham ficado das punhetas anteriores. Enquanto chupava, jurava que não tava me traindo, que aquilo foi só pra seguir o jogo da minha irmã, que me amava de verdade.
Eu tava tipo hipnotizado e o que fiz foi pedir pra ela descrever o que tinha sentido. No começo ela recusou, mas quando sentiu minha pica inchando cada vez mais na boca dela, cada vez que eu pedia, ela começou a falar que tinha sido muito gostoso, que as picas dos negros tinham machucado um pouco por serem grandes e grossas, mas que o calor dos cacetes deles foi tipo um calmante. Que se sentiu uma mulher realmente desejada, e que no fim tinha curtido. Nessa hora, tirei minha pica da boca dela, deitei ela na cama e meti. fundo meu pau na buceta dela, levantei as pernas dela e me dediquei a bombar, até me esvaziar de novo, mas dessa vez dentro da buceta dela.

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