Chegou o capítulo 7. Valeu pelos comentários, pontos e favoritos. E muitos já tão se animando nos privados... sabem que eu curto pra caralho kkkk. E ainda mais AQUELES privados. Os dias seguintes foram tranquilos, a gente tava começando a segunda metade do ano com tudo. Tinham rolado umas paradas estranhas nesses meses, mas eu me sentia muito plena, feliz e satisfeita. Tinha a vida sexual que nunca tive até aquela idade, tava liberada, sabia que não era com quem devia, mas era... O Luqui tava indo superbem na faculdade, isso me deixava feliz, e eu com o trabalho tava melhor do que nunca. Numa quarta, o Luqui chega e me pede o carro pro fim de semana, nunca pedia, era estranho, eu falo que sim, mas pra não beber, perguntei pra quê ele queria... Ele disse que ia se cuidar... que não ia beber, mas preferia não me contar. Insisti e ele falou que ia sair com uma mina, a Ailín, uma amiga da faculdade que ele tava afim e que tinha aceitado o convite. — Que bom, meu amor!!! Adorei. — Valeu, mãe!! — Beleza, mas vou te falar uma coisa, leva camisinha, caso role algo a mais, não quero que você seja pai aos 18 igual eu, sabe como colocar? — Sei, mãe, já sei colocar, chega. — Tá, tá Era sexta e eu tinha que dar o carro pro Luqui, mas saindo do trabalho, chega uma mensagem do Marcos... — Como cê tá, putinha??? Escuta, fiquei sabendo que o Luqui vai sair, então a casa é nossa, só nós dois... vou aí, cê já sabe como me esperar, né? Na hora fiquei felizona — Sim, papai, tô te esperando!! Cheguei e eu tava só de tanga, assim que ele entrou, ele esfregou a buceta com a tanga e me fez andar até o sofá, quando virei de costas, a mão dele fez o que tinha que fazer, um primeiro tapa forte numa nádega, o segundo, na outra nádega, foi ainda mais forte, e me fez arder, até soltei um gritinho de tesão. Na hora ele sentou no sofá e me obrigou a chupar a pica, saboreei como sempre, tava muito gostosa e tava com uma saudade danada, não Fiquei muito tempo com a tanga vestida, tirei ela enquanto chupava ele. Me sentia viva toda vez que ele me dominava, meu mundo se resumia àquilo, àquele momento de prazer... Ele me levou pra cama do Luqui, me fez implorar pra ele me comer... Foi lindo — Papai, preciso muito que você me coma toda, preciso do seu pau, me faz gozar muito — Que puta gostosa você é!!! Fica de quatro, que vou te contar uma história enquanto te fodo toda... O Luqui contou que tava afim de uma mina no começo do ano, uma colega da faculdade, aí a gente começou a sair em grupo e eu conheci ela. Um dia que o Luqui não saiu, aconteceu o inevitável... terminei com ela na minha casa. — O Marcos começa a acelerar o ritmo e eu fico cada vez mais molhada enquanto você conta a história...
— Eu falei pra ela que não queria mais sair com ela, porque não tava afim, mas ela insistiu, então a gente transou mais umas duas vezes. Ontem fiquei sabendo que hoje ela ia sair com o Luqui... a parte boa é que ela vai ensinar pro Luqui as coisinhas que eu ensinei pra ela na cama... hahaha ou não, puta!?
— Meti até o fundo de uma vez e não consegui evitar... gozei na cama inteira do Luqui...
— Ahhh nãooo, olha que puta que te pariu, você ficou todo tesudo... gozou a cama toda do meu amigo... vai ter que trocar os lençóis... que mãe sem vergonha você é, hahaha
— Tira o pau todo molhado e me leva pra minha cama. Esse dia foi o melhor sexo até aquele momento... posições, ritmo e putaria... tinha tudo. Goza na minha boca e eu engulo tudo. Vou tomar banho e quando volto, ele olhando o celular me fala:
— Que amigos ruins o seu filho tem, olha, tão apostando se você não come a Ailín.
— São muito sacanas com o Luqui.
— Eu apostei que sim, o Agus disse que não...
Me deu um frio na espinha quando ele falou esse nome... Lembrei daqueles beijos...
— Vem, puta, vem chupar...
Desço pra fazer um boquete.
— Você gosta de chupar? — ele pergunta.
— Sim, gostoso, adoro chupar o seu — eu respondo.
— Fala alguma coisa que me excite — ele pede.
Chego perto do ouvido dele e falo:
— Arromba minha buceta e faz ela sua.
— Pega o gelzinho pra não machucar ela.
Vou buscar. Ele aponta direto pra minha buceta, me puxa, quando vai meter, ele fala:
— Você gosta de beijar os meninos?
— Ah ah ah ah... quê?
— Vai, puta, não se faz de sonsa.
— Não... mmmm... entendi.
— O Agus contou que vocês se beijaram depois da festa, por isso você ficou toda tesuda e me chamou, hahaha.
Nessa hora eu gozo... do nada... só saiu.
— Ah, você ficou com muito tesão? — ele fala zuando.
— Sim, meu amor — me escapa falar.
Ele me dá um tapa bem forte e fala:
— Eu não sou seu amor.
— Sim, papai — respondo toda excitada.
— Então você comeu o Agus?
— Sim, papai.
— E você gostou?
— Não, não gostei.
— Mentira. — E me dá um tapa tão forte que me faz gozar.
— Hoje você tá com vontade de gozar. putona... vamos brincar de um joguinho... você vai ligar pro Agus, quero que você o enlouqueça, que o deixe tão excitado e depois o convide pra cá. Quando ele chegar aqui, você vai esquentar ele bastante, vai se despir e ficar só de tanguinha e sutiã, vai beijar ele de língua, mas aí vai parar e fazer ele ir embora, finge que se arrependeu, estamos putona? Eu depois te espero aqui e tiro essa vontade de você. — Sim, papai. — Não tinha outra resposta pros pedidos dele, ainda mais se depois prometia me comer como sempre, mais me excitava... Ele parou de me comer e mandou eu tomar banho, quando terminei me fez trocar, tanguinha preta com um vestido curto, me maquiei... Ele se deitou e me fez chupar o pau dele, agora começaria o show... — Você vai falar com ele enquanto chupa meu pau, e vai deixar ele louco de tesão... quero que você vá dizendo pra ele abaixar a calça e começar a se tocar pensando em você, guia ele como se tocar, e num momento convida ele pra cá... vai, quero te ouvir fazer isso. — Sim, papai, sei como fazer, ele eu consigo dominar, não é igual com você... Ligo pra ele com o pau na boca e começa meu show com Agus. — Oi Agus, como cê tá? Sou a Flor, a mãe do Luqui. — Oi Flor, sim sim, tudo bem? E você? Aconteceu algo com o Luqui? — Não não, queria falar com você sobre aquela outra vez, quando a gente se deu uns... mmmmmm... beijos. — Ahh sim sim, não contei nada, da minha parte já foi. — Bom, melhor se não contou, mas queria te contar que... cof cof... pra mim não tá... mmmm... eu fiquei pensando muito em você esses dias, não tive coragem de falar, mas hoje... ahh... criei coragem. — Ah Flor, pra te falar a verdade, também pensei naqueles beijos... — E o que você pensou, bebê? — Que gostei muito, Flor. — Cê tá sozinho em casa, love? — Tô sim, Flor, por quê? — Deita que a gente vai brincar juntinhos, eu aqui e você aí, quer? — Quero sim, Flor!!! O que eu faço? — Tira a calça e fica de cueca. — Já tirei, e mais? Como cê tá, Flor? — Muito bem!!! Tô de tanguinha, bebê... preta. — Ufff... deve ficar linda em você. — Quero que você se toque devagarzinho, por cima da cueca... e pense. nesses beijos que a gente trocou, me diz o que você sente -Aiiii que beijos gostosos, tô amando isso...quero mais beijos com você Flor, tô ficando duro, vou ser sincero... -Ah é?? Toca mais...devagar, sempre devagar... Me excitava ter que falar com a Agus, enquanto tava com o Marcos na minha cama -Flor, tô muito duro... -Agus, você sabe guardar um segredo? -Sim sim, fala -Quer vir aqui em casa brincar comigo? -Sério Flor!? Já vou pegar um Uber -Daaaaale vemmm Falo chupando a pica do Marcos até ouvir um carro chegando e desço, o Marcos fica no meu quarto. Atendo o Agus, mal entra me beija e pega na minha bunda, aperta bem forte... A gente se beijou muito... Sentia a língua dele...convido ele pro sofá, e pergunto se quer beber algo, ele diz que não e eu falo -Agus, vou escrever pro Luqui, ver se já volta, ou se a gente pode continuar brincando... -Pode crer Flor, manda, vamos garantir isso, não queremos problema -Fechou, já mando... Pego o celular e escrevo pro Luqui -Oi meu amor, como cê tá? Tudo bem? -Oi mãe, sim tudo bem com a Ailín, ela é legal, a gente conversa bem... -Ahh que bom, que legal que cê se dá bem com ela, queria perguntar só se cê sabe se já volta... -Acho que não mãe, falta, certeza que a gente vai pra outro lugar depois daqui... -Ótimo, então vou dormir... -Fechado mãe, beijo, valeu -Fechado bebê, beijinho Deixo o celular e olho pro Agus... -Pronto, me dá essa boquinha.- e a gente continua se beijando. Sinto a mão dele na minha bunda, e eu empurro ele um pouco pra trás pra ele se apoiar no sofá, relaxar, desabotoo a calça dele, coloco a mão lá, mas por fora da cueca, sinto como ele vai ficando duro aos poucos. Vou ser sincera, não era grande...era um tamanho normal, mas os beijos dele me deixavam com tesão...e saber que o Marcos tava lá em cima, me deixava com mais tesão ainda. Separo minha boca da do Agus e falo -Para Agus, não, que que a gente tá fazendo, não não não, é errado -Nada disso Flor, a gente tá bem, tá se divertindo, não pensa e continua...sei que cê gosta e eu também — Não, não, Agus, isso tá muito errado, te conheço desde pequeno, não podemos fazer isso, você é amigo do Luqui... — Flor, confia em mim... me dá a mão e confia... me toca, sei que você gosta e eu também... Eu toco ele de novo, a gente se beija outra vez, mas meus pensamentos eram no Marcos... solto ele e repito que tava tudo errado... — Agus, não, por favor, não, vai pra sua casa e vamos parar com isso... — Flor, cê quer que eu tire a cueca??? Você vai ficar mais confortável, com certeza... Eu meto a mão de novo... toco ele e puxo a cueca dele com força enquanto beijo ele... Agus gozou. — Ah ah ah ah aaaaahhhh — Agus??? O que foi? — Desculpa, Flor, não consegui segurar... — Você gozou? — Sim... — Tudo bem, não tem problema, bebê, me espera aqui que vou pegar uma cueca do Luqui, você troca e a gente deixa isso aqui melhor... — Tá bom... desculpa, Flor, eu queria outra coisa hoje... não aguentei... — Não tem problema, bebê... tá tudo bem... pega a cueca e troca. Ele pega a cueca e troca no banheiro, pede um Uber e vai embora, só falei tchau, não teve beijo, não teve mais nada. Fecho a porta e subo pro meu quarto... O Marcos tava lá com o pau mole, subi na cama pra chupar ele, e ele pergunta: — O que aconteceu? Ele foi embora todo excitado? — Sim e não... — Como assim sim e não? — Ele gozou na cueca — Sério? — Sim... — Viu que você é uma putinha pra um macho como eu, vem cá que vou te foder como você merece... Ele toca na minha buceta e tava molhada... — Puta, você tá encharcada!!! O cara te deixou molhadinha?? Não me diga... — Sim, tira esse tesão de mim, papai — Sabe que não... Vou embora... Fiquei muito excitada, sem acreditar no que tava fazendo... — Mas você disse pra eu fazer isso e depois me comer toda — Sim, mas agora tenho que ir, vem cá, que antes vamos fazer uma coisa... Ele fica atrás de mim, me manda ficar de quatro, tira do meu gaveta meu plug e coloca na minha bunda... — Puta, você vai deixar ele colocado de novo e vai se tocar, vai se tocar tanto que quero que você goze toda, aí sim pode ir dormir, combinado? — Sim, papai!!! Obrigada por colocar o plug de volta... Marcos se Vai, e obedeço como uma boa submissa que sou. Ele me tocou, me tocou muito, e eu gozei, gozei tanto que o plug saiu... apagou um pouco o fogo, mas eu ainda estava queimando. Pego o telefone e mando uma mensagem:
— Como você está?
— Bem, bem, e você?
— Bem... fiquei pensando... quer vir aqui em casa agora, Agus? Mas quero que você durma comigo, o Luqui não entra no meu quarto, e você vai embora amanhã.
— Flor, mas desculpa pelo de hoje, não sei se posso te dar o que você quer.
— Não importa, bebê, quero compartilhar minha cama com você, e nos beijar, e vamos brincar.
— Tá bom, já vou.
Ele veio, e a gente brincou o que deu. Ele gozou rápido, de novo...
— Não importa, bebê, quero que você fique... não importa mesmo, gosto de brincar com você.
— Desculpa, Flor, sério, desculpa.
— Chega, não pede desculpa, fica e pronto, mas não fala nada, porque eu sei que você andou falando dos beijos da festa, mas disso aqui não quero que você conte nada...
— Sim, sim, desculpa, não falo mais nada, disso aqui não conto nada...
A gente dormiu abraçado, de conchinha. Não era o sexo com o Marcos, mas era uma companhia gostosa. Ele não me tratava como uma submissa, mas me tratava com carinho. Entendi que eu precisava das duas coisas: ser tratada como uma puta, como submissa, e ter o melhor sexo possível, mas também gostava da companhia do Agus e do jeito dele.
Obrigada por me acompanhar até aqui, isso ainda não acabou.
Beijos, Flor.
— Eu falei pra ela que não queria mais sair com ela, porque não tava afim, mas ela insistiu, então a gente transou mais umas duas vezes. Ontem fiquei sabendo que hoje ela ia sair com o Luqui... a parte boa é que ela vai ensinar pro Luqui as coisinhas que eu ensinei pra ela na cama... hahaha ou não, puta!?— Meti até o fundo de uma vez e não consegui evitar... gozei na cama inteira do Luqui...
— Ahhh nãooo, olha que puta que te pariu, você ficou todo tesudo... gozou a cama toda do meu amigo... vai ter que trocar os lençóis... que mãe sem vergonha você é, hahaha
— Tira o pau todo molhado e me leva pra minha cama. Esse dia foi o melhor sexo até aquele momento... posições, ritmo e putaria... tinha tudo. Goza na minha boca e eu engulo tudo. Vou tomar banho e quando volto, ele olhando o celular me fala:
— Que amigos ruins o seu filho tem, olha, tão apostando se você não come a Ailín.
— São muito sacanas com o Luqui.
— Eu apostei que sim, o Agus disse que não...
Me deu um frio na espinha quando ele falou esse nome... Lembrei daqueles beijos...
— Vem, puta, vem chupar...
Desço pra fazer um boquete.
— Você gosta de chupar? — ele pergunta.
— Sim, gostoso, adoro chupar o seu — eu respondo.
— Fala alguma coisa que me excite — ele pede.
Chego perto do ouvido dele e falo:
— Arromba minha buceta e faz ela sua.
— Pega o gelzinho pra não machucar ela.
Vou buscar. Ele aponta direto pra minha buceta, me puxa, quando vai meter, ele fala:
— Você gosta de beijar os meninos?
— Ah ah ah ah... quê?
— Vai, puta, não se faz de sonsa.
— Não... mmmm... entendi.
— O Agus contou que vocês se beijaram depois da festa, por isso você ficou toda tesuda e me chamou, hahaha.
Nessa hora eu gozo... do nada... só saiu.
— Ah, você ficou com muito tesão? — ele fala zuando.
— Sim, meu amor — me escapa falar.
Ele me dá um tapa bem forte e fala:
— Eu não sou seu amor.
— Sim, papai — respondo toda excitada.
— Então você comeu o Agus?
— Sim, papai.
— E você gostou?
— Não, não gostei.
— Mentira. — E me dá um tapa tão forte que me faz gozar.
— Hoje você tá com vontade de gozar. putona... vamos brincar de um joguinho... você vai ligar pro Agus, quero que você o enlouqueça, que o deixe tão excitado e depois o convide pra cá. Quando ele chegar aqui, você vai esquentar ele bastante, vai se despir e ficar só de tanguinha e sutiã, vai beijar ele de língua, mas aí vai parar e fazer ele ir embora, finge que se arrependeu, estamos putona? Eu depois te espero aqui e tiro essa vontade de você. — Sim, papai. — Não tinha outra resposta pros pedidos dele, ainda mais se depois prometia me comer como sempre, mais me excitava... Ele parou de me comer e mandou eu tomar banho, quando terminei me fez trocar, tanguinha preta com um vestido curto, me maquiei... Ele se deitou e me fez chupar o pau dele, agora começaria o show... — Você vai falar com ele enquanto chupa meu pau, e vai deixar ele louco de tesão... quero que você vá dizendo pra ele abaixar a calça e começar a se tocar pensando em você, guia ele como se tocar, e num momento convida ele pra cá... vai, quero te ouvir fazer isso. — Sim, papai, sei como fazer, ele eu consigo dominar, não é igual com você... Ligo pra ele com o pau na boca e começa meu show com Agus. — Oi Agus, como cê tá? Sou a Flor, a mãe do Luqui. — Oi Flor, sim sim, tudo bem? E você? Aconteceu algo com o Luqui? — Não não, queria falar com você sobre aquela outra vez, quando a gente se deu uns... mmmmmm... beijos. — Ahh sim sim, não contei nada, da minha parte já foi. — Bom, melhor se não contou, mas queria te contar que... cof cof... pra mim não tá... mmmm... eu fiquei pensando muito em você esses dias, não tive coragem de falar, mas hoje... ahh... criei coragem. — Ah Flor, pra te falar a verdade, também pensei naqueles beijos... — E o que você pensou, bebê? — Que gostei muito, Flor. — Cê tá sozinho em casa, love? — Tô sim, Flor, por quê? — Deita que a gente vai brincar juntinhos, eu aqui e você aí, quer? — Quero sim, Flor!!! O que eu faço? — Tira a calça e fica de cueca. — Já tirei, e mais? Como cê tá, Flor? — Muito bem!!! Tô de tanguinha, bebê... preta. — Ufff... deve ficar linda em você. — Quero que você se toque devagarzinho, por cima da cueca... e pense. nesses beijos que a gente trocou, me diz o que você sente -Aiiii que beijos gostosos, tô amando isso...quero mais beijos com você Flor, tô ficando duro, vou ser sincero... -Ah é?? Toca mais...devagar, sempre devagar... Me excitava ter que falar com a Agus, enquanto tava com o Marcos na minha cama -Flor, tô muito duro... -Agus, você sabe guardar um segredo? -Sim sim, fala -Quer vir aqui em casa brincar comigo? -Sério Flor!? Já vou pegar um Uber -Daaaaale vemmm Falo chupando a pica do Marcos até ouvir um carro chegando e desço, o Marcos fica no meu quarto. Atendo o Agus, mal entra me beija e pega na minha bunda, aperta bem forte... A gente se beijou muito... Sentia a língua dele...convido ele pro sofá, e pergunto se quer beber algo, ele diz que não e eu falo -Agus, vou escrever pro Luqui, ver se já volta, ou se a gente pode continuar brincando... -Pode crer Flor, manda, vamos garantir isso, não queremos problema -Fechou, já mando... Pego o celular e escrevo pro Luqui -Oi meu amor, como cê tá? Tudo bem? -Oi mãe, sim tudo bem com a Ailín, ela é legal, a gente conversa bem... -Ahh que bom, que legal que cê se dá bem com ela, queria perguntar só se cê sabe se já volta... -Acho que não mãe, falta, certeza que a gente vai pra outro lugar depois daqui... -Ótimo, então vou dormir... -Fechado mãe, beijo, valeu -Fechado bebê, beijinho Deixo o celular e olho pro Agus... -Pronto, me dá essa boquinha.- e a gente continua se beijando. Sinto a mão dele na minha bunda, e eu empurro ele um pouco pra trás pra ele se apoiar no sofá, relaxar, desabotoo a calça dele, coloco a mão lá, mas por fora da cueca, sinto como ele vai ficando duro aos poucos. Vou ser sincera, não era grande...era um tamanho normal, mas os beijos dele me deixavam com tesão...e saber que o Marcos tava lá em cima, me deixava com mais tesão ainda. Separo minha boca da do Agus e falo -Para Agus, não, que que a gente tá fazendo, não não não, é errado -Nada disso Flor, a gente tá bem, tá se divertindo, não pensa e continua...sei que cê gosta e eu também — Não, não, Agus, isso tá muito errado, te conheço desde pequeno, não podemos fazer isso, você é amigo do Luqui... — Flor, confia em mim... me dá a mão e confia... me toca, sei que você gosta e eu também... Eu toco ele de novo, a gente se beija outra vez, mas meus pensamentos eram no Marcos... solto ele e repito que tava tudo errado... — Agus, não, por favor, não, vai pra sua casa e vamos parar com isso... — Flor, cê quer que eu tire a cueca??? Você vai ficar mais confortável, com certeza... Eu meto a mão de novo... toco ele e puxo a cueca dele com força enquanto beijo ele... Agus gozou. — Ah ah ah ah aaaaahhhh — Agus??? O que foi? — Desculpa, Flor, não consegui segurar... — Você gozou? — Sim... — Tudo bem, não tem problema, bebê, me espera aqui que vou pegar uma cueca do Luqui, você troca e a gente deixa isso aqui melhor... — Tá bom... desculpa, Flor, eu queria outra coisa hoje... não aguentei... — Não tem problema, bebê... tá tudo bem... pega a cueca e troca. Ele pega a cueca e troca no banheiro, pede um Uber e vai embora, só falei tchau, não teve beijo, não teve mais nada. Fecho a porta e subo pro meu quarto... O Marcos tava lá com o pau mole, subi na cama pra chupar ele, e ele pergunta: — O que aconteceu? Ele foi embora todo excitado? — Sim e não... — Como assim sim e não? — Ele gozou na cueca — Sério? — Sim... — Viu que você é uma putinha pra um macho como eu, vem cá que vou te foder como você merece... Ele toca na minha buceta e tava molhada... — Puta, você tá encharcada!!! O cara te deixou molhadinha?? Não me diga... — Sim, tira esse tesão de mim, papai — Sabe que não... Vou embora... Fiquei muito excitada, sem acreditar no que tava fazendo... — Mas você disse pra eu fazer isso e depois me comer toda — Sim, mas agora tenho que ir, vem cá, que antes vamos fazer uma coisa... Ele fica atrás de mim, me manda ficar de quatro, tira do meu gaveta meu plug e coloca na minha bunda... — Puta, você vai deixar ele colocado de novo e vai se tocar, vai se tocar tanto que quero que você goze toda, aí sim pode ir dormir, combinado? — Sim, papai!!! Obrigada por colocar o plug de volta... Marcos se Vai, e obedeço como uma boa submissa que sou. Ele me tocou, me tocou muito, e eu gozei, gozei tanto que o plug saiu... apagou um pouco o fogo, mas eu ainda estava queimando. Pego o telefone e mando uma mensagem:
— Como você está?
— Bem, bem, e você?
— Bem... fiquei pensando... quer vir aqui em casa agora, Agus? Mas quero que você durma comigo, o Luqui não entra no meu quarto, e você vai embora amanhã.
— Flor, mas desculpa pelo de hoje, não sei se posso te dar o que você quer.
— Não importa, bebê, quero compartilhar minha cama com você, e nos beijar, e vamos brincar.
— Tá bom, já vou.
Ele veio, e a gente brincou o que deu. Ele gozou rápido, de novo...
— Não importa, bebê, quero que você fique... não importa mesmo, gosto de brincar com você.
— Desculpa, Flor, sério, desculpa.
— Chega, não pede desculpa, fica e pronto, mas não fala nada, porque eu sei que você andou falando dos beijos da festa, mas disso aqui não quero que você conte nada...
— Sim, sim, desculpa, não falo mais nada, disso aqui não conto nada...
A gente dormiu abraçado, de conchinha. Não era o sexo com o Marcos, mas era uma companhia gostosa. Ele não me tratava como uma submissa, mas me tratava com carinho. Entendi que eu precisava das duas coisas: ser tratada como uma puta, como submissa, e ter o melhor sexo possível, mas também gostava da companhia do Agus e do jeito dele.
Obrigada por me acompanhar até aqui, isso ainda não acabou.
Beijos, Flor.
12 comentários - O valentão do meu filho (parte 7)